N/T: Mais uma fã nova comentando haha :D To ficando famosa \o/

Capítulo 4

Quinn acordou na manhã seguinte totalmente sob a impressão de que a cama tinha diminuído. Na verdade, não podia ter sido tão pequena assim a noite passada quando ela e Rachel tinham subido pela primeira vez. Ou talvez fosse pequena assim e elas tinham estado muito delirantemente cansadas para perceber isso. Talvez fosse o fato de que Rachel tinha encostado Quinn na grade que estava fazendo parecer pequena. O que quer que fosse, ela se sentia bem, como se ela estivesse envolta em um casulo quentinho e ela deitou ali escutando os outros deixar o quarto antes dela decidir acordar Rachel.

Rachel se agitou quando Quinn gentilmente a sacudiu, abrindo seus olhos uma fração e parou por um momento, parecendo relembrar onde ela estava e o que ela estava fazendo, antes dela sentar-se rapidamente na cama, batendo na mandíbula de Quinn no processo. Quinn grunhiu e caiu de volta na cama.

"Oh Quinn! Mil perdões! Você está bem? Isso foi seu cotovelo? Por que seu braço estava ali? Deixe-me ver!" Quinn teve que sorrir com isso e acomodou seu queixo nas mãos estendidas de Rachel.

"Você acertou meu rosto."

Rachel engasgou e moveu as mãos sobre ele, sentindo o machucado. Quinn conseguiu se afastar um momento depois e se movimentou pro topo da escada, deixando as mãos de Rachel agarrando o ar.

"Estou bem, Rach. Venha, eu sinto cheiro de café da manhã!"

Rachel sorriu e permitiu que Quinn a ajudasse a descer, antes de ambas se vestirem e se encaminharem pra sala.

Kurt entrou no caminho delas e as cumprimentou entusiasmado. Eles podiam ver os outros componentes do Glee atrás dele, em vários estados de meia nudez e cabelo de cama.

"Bom Dia, Rachel! Quinn! Como vocês dormiram?"

"Ótimo."

"Incrivelmente!"

"Bom! Bom. Então, Brittany está fazendo o café da manhã –"

"Espere, o que?" Quinn pareceu um pouco cética sobre isso. Brittany tinha tentado fazer uma torrada na casa dela uma vez e o corpo de bombeiro tivera que ser chamado.

Kurt concordou. "Depois que ela colocou fogo nas cortinas, Vó começou a ajuda-la, então... deve estar bem!" Ele pareceu que estava tentando muito acreditar nisso ele mesmo.

"Algumas pessoas desceram pra praia. Vocês podem se juntar a eles se quiserem. Você sabe, antes de ficar loucamente quente e tempestuoso."

Quinn deu uma olhadela pra garota ao lado dela. "Rach?"

Rachel concordou excitadamente. "Sim! Vamos nadar!" Ela deu o braço esperando e Quinn o pegou, as levando pra porta dos fundos, desceu alguns degraus chegando na areia.

"Alguém agarre o extintor!" Elas ouviram quando a porta fechou atrás delas.

Quinn viu Puck e Finn brincando nas ondas enquanto Mike e Tina estavam na água mais rasa, parecendo como se estivessem tentando convencer Mercedes a ir mais fundo do que os tornozelos dela.

"Venha Mercedes!" Mike implorou. "Olhe, a água está tão limpa que você veria qualquer coisa que tentasse lhe atacar. Você tem a vantagem aqui."

"Ah é, isso faz tudo tão melhor. Quando eu vir um tubarão vindo pra me matar, meu primeiro pensamento seria, 'Wow, ali está um tubarão vindo me matar, estou tão feliz que vi isso.'"

"Nós estamos apenas com água até a cintura, e, olhe pra eles!" Tina gesticulou pra Finn e Puck tombando nas ondas. "Eles estão bem, é divertido!"

"Garota, tubarões podem atacar você na altura da cintura. É Semana de Tubarão. Eu sei dessas coisas. E claro que eles estão bem, eles não tem esses traseiros sedutores de chocolate pra atrair os tubarões. Você sabe que ele quer um pedaço disso."

"Ok. Ok. Volte pra Lima sem nunca ter estado em um oceano." Mike suspirou, fingindo desapontamento e se virando. Mercedes congelou com isso e então grunhiu um momento depois, chutando a água na altura do tornozelo.

"Ok! Três minutos e você não vai a lugar algum! Quando um tubarão vier, ele vai pegar sua banda magra e não eu."

Mike gritou com alegria e Tina agarrou o braço de Mercedes, a puxando pro mar. Quinn parou na areia seca pra tirar seu vestido de verão, biquiní por baixo e Rachel fez o mesmo. Ela então tomou a mão de Rachel e seguiu os passos de Mercedes.

Mike e Tina as cumprimentou com felicidade, ainda ao lado de Mercedes a protegendo, a qual estava muito ocupada, estudando as sombras embaixo da água por predadores assassinos, pra dizer olá.

A água estava boa e limpa, e, Quinn manteve o olhar em Rachel pra se certificar de que a garota menor estava confortável. Ela parecia estática, sorrindo com alegria e andando até que elas estivessem com a água um pouco acima da cintura, onde ela mergulhou até ficar de costas, arrastando Quinn pra baixo com ela.

"Isso é tão maravilhoso! Escutando os pássaros e as ondas... eu posso sentir o cheiro dos peixes!"

Quinn gargalhou, "Não é bem Lima, certo?"

Rachel apenas sorriu e balançou a cabeça, as puxando e deslizando pelas ondas, ouvindo Mike e Tina tendo uma guerra de esguichos.

"Deixe-me ir, Quinn." Rachel disse, remexendo na mão dela.

Quinn pareceu em dúvida. Tantas coisas podiam acontecer. E se ela fosse sugada numa corrente e fosse arrastada pro mar pra nunca mais ser vista novamente? E se ela fosse assediada por um... rebanho... de peixes-boi? Bando? Máfia? Monte? Quadrilha? Atacada por um tubarão? Esmagada por uma onda gigante? Abduzida por uma frota de piratas espanhóis?

O aperto dela na mão de Rachel ficou mais forte e a garota menor pareceu perceber isso. Ela apertou a mão de Quinn. "Ficarei bem. Eu sou uma nadadora maravilhosa." Rachel disse, sorrindo.

Quinn teve que sorrir, rolando os olhos. "Claro que você é."

Depois de nadar feliz por meia hora, Quinn segurando Rachel pelas ondas e correntes, elas voltaram pra dentro, deixando Mercedes nadando com felicidade como se fosse uma atleta profissional.

Elas se secaram, pegaram algum café da manhã surpreendentemente não queimado da cozinha e sentaram na sala com o resto dos componentes do Glee.

"Então Santana," Kurt começou, "seu cabelo parece ter crescido quatro vezes desde que chegamos aqui."

Santana ficou emburrada e Brittany bateu na cabeça dela como um filhotinho. "Maldita umidade." Ela murmurou.

"Eu gosto. É quase... rastafariano." Artie comentou. Todo mundo estudou o cabelo de Santana e concordou pensativamente.

"Eu posso ver totalmente."

"Cara, você nem sabe o que isso quer dizer."

"Então, o que vocês crianças planejaram pra hoje?" Sra. Hummel perguntou, entrando na sala e se acomodando no sofá.

Kurt falou quando todo mundo pareceu incerto. Finn parecia como se estivesse tentando ainda descobrir o que 'rastafariano' significava.

"Eu pensei que podíamos ficar por aqui hoje. Conhecer os nossos arredores indo, tipo, mergulhar, nadar de praça, o que quer que vocês queiram."

Todos concordaram. Puck deu de ombros, "Jet-skis podem esperar."

-ooooooooooo-

Uma hora depois, Quinn andou de volta pra dentro, dessa vez com todo o Clube Glee. Ela tinha sido atingida por uma onda de calor tão logo abriu a porta, mas ela entrou e se acomodou no coberto mais próximo da água com todo mundo.

Finn jogou sua prancha fina na água rasa, pulou em cima e aterrissou apropriadamente de costas enquanto a prancha foi atirada violentamente em Puck. Um minuto depois, Puck fez exatamente a mesma coisa. Ambos os meninos juraram que pegariam o jeito antes de ir embora. Quinn jurou que eles iriam precisar achar um quiroprático dentro das próximas vinte e quatro horas.

"Quinn, por favor não alimente as gaivotas. Eu evitei por muito pouco um ataque de tubarão essa manhã, então, em matéria de carma, eu não ficaria surpresa se eu fosse atacada por um bando de aves."

"O que você quer dizer com você evitou por muito pouco um ataque de tubarão essa manhã?" Mike riu.

"Não zombe! Eu sei que eles estão aí fora."

"Quinn, você está alimentando as gaivotas?" Rachel perguntou.

Ela não estava realmente as alimentando, ela apenas queria calá-las porque elas estavam sendo tão malditamente altas. Ela estava permitindo que elas secretamente roubassem pequenas porções da comida dela, o que pareceu apaziguar o líder delas. Ela apenas disse à Rachel "Não", entretanto, e comeu o salgadinho que ela tinha estado contemplando na sua mão.

"Bom. Porque elas atacarão você." Rachel disse com muita propriedade. Quinn apenas olhou pra ela, sobrancelha levantada; Rachel pareceu sentir isso e continuou. "De verdade, elas não tem almas. Elas farão tudo no poder delas, incluindo planejar estrategicamente ataques aéreos, para roubar sua comida."

Quinn imaginou com o que iria parecer um ataque aéreo de gaivota estrategicamente planejado.

"Awww, então nós não podemos alimentar as aves?" Brittany perguntou desapontada.

"Brittany, você não precisa dessas aves. Você tem sua própria Vadia Amazona Cabelo Fofo logo ao seu lado." Relembrou Puck enquanto andava pra perto delas, esfregando as costas e mancando ligeiramente. Quinn podia ver Finn deitado de cara na areia perto da água, sua prancha fina deslizando pela água rasa.

"Cale a boca, Puck. Pelo menos eu não estou me mutilando tentando andar sobre a água."

Puck bufou. "SkimBoarding é um esporte incrível Santana. E –" ele se parou quando deu uma olhadela em Finn, dando uma girada dupla e correndo pra se certificar de que o cara estava bem.

Depois de algumas horas de nadar e deitar sob o sol, o calor estava começando a atingir Quinn. Era duas da tarde e o ar tinha se tornado opressivo e mormacento, então respirar estava se tornando um problema. Ela podia dizer que todos estavam sentindo a mesma coisa. Rachel manteve as respirações altas ao seu lado e ela tinha ouvido a frase, "Está tão quente", umas quatrocentas vezes já. Puck e Finn tinham ido lá pra dentro pra cuidar dos machucados enquanto o cabelo de Santana tinha crescido tanto que ela mal podia ver o rosto da garota. Aquilo tinha uma mente própria. Kurt tinha se retirado pra dentro quando ele percebeu que estava vermelho brilhante e respirar estava fisicamente machucando sua pele fantasticamente queimada do sol.

Finalmente, quando trovões começaram a soar a distância, todos que tinham ficado fora no calor foram pra dentro. Não passou cinco minutos quando os céus se abriram e uma chuva quente caiu das nuvens.

-ooooooooooooo-

A tempestade durou durante o jantar de macarrão e almôndegas, que a Sra. Hummel fez e estava rolando ainda às nove da noite. O clube Glee estava reunido em torno da TV vendo velhos filmes no videocassete, quando de repente, a energia acabou com um whoosh. A sala foi lançada em uma escuridão e os ventiladores lentamente pararam de rodar. Ficou silêncio por alguns segundos.

"Whoa, Eu não consigo ver nada." Rachel comentou. A sala processou aquilo por um momento e então caiu em uma gargalhada.

"Ai Meu Deus, Rachel. Eu acho que você acabou de fazer meu dia." Mercedes disse.

Rachel sorriu brilhantemente.

"Então, uh, o que aconteceu? Tem um gerador ou algo parecido?" Tina perguntou.

"Foi só uma queda de energia. Acontece o tempo todo. Deve estar de volta em algumas horas, certo, Vovó?"

Sra. Hummel concordou. "Talvez vocês todos devessem ir pra cama agora... Não há muito que vocês possam fazer no escuro."

Quinn deu um sorrisinho e olhou na direção de Rachel. Ou onde ela pressupôs que Rachel estava; por tudo que ela sabia podia ter um dragão sentado ali agora. Não havia nada que aquela garota não podia fazer no escuro.

"Ow, Puck, essa é a minha mão!"

"Eu não sou o Puck."

"Quem é você?"

"Eu acho que há um estranho aqui. É muito aterrorizante."

"Você está em cima do meu chinelo."

"Okay, alguém cheia a molho apimentado."

"Alguém está me molestando!"

"Britts, sou só eu. Cale-se."

"Onde está a porta?"

"Aqui desse lado. Merda não. Eu acho que quebrei meu nariz."

"Eu acho que Lord Tubbington está mijando em mim."

"Ele está trancado no quarto."

"... Ai Deus..."

"Você acabou de rolar sobre meus dedos dos pés."

Crash.

...

"Finn?"

"Finn, isso foi você?"

"Finn?"

"Finn?"

"Estou bem. Estou bem."

"A porta!"

"Você achou? Continue falando."

"Marco."

"Polo."

"Marco."

"Marco."

"Britts, só Kurt diz Marco."

"Polo."

"Eu acabei de sentar num prato de macarrão."

"Ai Deus, era isso que aquilo era? Eu também."

"Marco."

"Não, espere, o meu era pudim de chocolate."

"Puck, isso é minha bunda."

"Eu não sou o Puck."

"Polo!"

"Isso! Chegamos ao corredor!"

-oooooooooo-

Rachel já estava se trocando pro pijama quando Quinn saiu daquela confusão e entrou no quarto do beliche. Ela deixou Mike, que estava limpando o molho de macarrão da bunda de Tina, e, ela não tinha visto Artie por vinte minutos. Ele estava provavelmente rolando pela casa no escuro; ele os acharia eventualmente, assim como Finn, que estava pegando os pedaços da lâmpada que ele esmagou.

Agora que os ventiladores e os ares condicionados estavam desligados, estava uns 90 graus pela casa. Quinn estava suando; ela queria apenas tirar as calças e deslizar pra cama, mas isso seria... estranho. Ela tropeçou o dedinho no armário, então agarrou o pé e sussurrou em dor por dez minutos, depois de reassegurar múltiplas vezes à Rachel que ela estava bem.

Finalmente, ela mudou pro pijama e escalou sem ver a escada, registrando que Mike e Tina entraram no quarto enquanto ela fazia isso. Ela riu quando ambos bateram os dedinhos no mesmo armário, xingando alto e aparente tropeçando um no outro pra alcançar a cama.

Quinn subiu ao lado de Rachel, bem, onde ela pensou que fosse ao lado de Rachel. Então, na verdade, em cima de Rachel.

"Oomph. Quinn, você acabou de me dar uma joelhada no estômago."

Ela se mudou pra direita.

"Seu cabelo está na minha boca."

Quinn murmurou ininteligivelmente.

"O que foi isso? E seu cotovelo está no meu olho."

"Essa cama é muito pequena, droga."

Rachel deu de ombros. "Eu meio que gosto. É tipo uma noite de pijamas. Em um lugar realmente apertado."

Quinn riu, finalmente se acomodando e deitando parada. "É. Eu acho que eu só tive uma festa do pijama. Meus pais me envergonharam tanto que eu fiquei permanentemente traumatizada."

Rachel riu levemente. "Eu só tive uma também."

Quinn virou pra olhar pra ela, finalmente tendo a oportunidade de ver os olhos de Rachel brilhando no tremendo escuro.

"Embaraço paterno?"

"Mmm, não."

Quinn levantou uma sobrancelha, mas, esperou Rachel continuar.

"Foi no ensino fundamental. Eu tinha essas duas garotas em casa porque elas queriam me dar uma transformação, mas então meu pai entrou, viu meu rosto e as fez ir embora. Ele ainda não me disse como eu parecia. Levou, tipo, uma hora pra tirar tudo... eu nunca realmente tive ninguém em casa depois disso; meus pais não me deixaram. Mas, parece engraçado agora."

Quinn mordeu os lábios. Vadias.

"Quinn? Você parece realmente tensa."

"Vadias."

Rachel gargalhou. "Era o ensino fundamental. Todo mundo estava lidando com seus problemas adolescentes que eram o fim do mundo. Um dia eu vi essa garota tendo um ataque histérico na classe porque ela ganhou um armário na fileira de baixo."

"Ai Deus. Isso foi eu." Rachel não pôde conter sua risada alta a isso. Quinn apenas concordou. "Eu precisei apagar o ensino fundamental da minha vida. Sério mesmo, aqueles três anos de horror não beneficiaram ninguém."

"Eu tentei bloqueá-lo. Não é tão fácil quanto aprece, mesmo sendo apenas sons. Eu acho difícil acreditar que você passou por um momento tão difícil. Inteligente, popular, talentosa. Linda."

"Mmmm." Quinn ficou vermelha. O calor estava realmente pegando pra ela agora. Elas já haviam há muito tempo chutado as cobertas e o ar parado e quente ainda estava as pressionando. Porém, Quinn não se moveu pra longe quando Rachel se moveu pra mais perto. Isso era um calor bom; ela podia morrer nesse calor.

Deus, ela podia morrer nessa cama. Essa cama maldita e irritantemente pequena. Realmente, seu corpo parecia como se estivesse há apenas momentos da sufocação, asfixia, exaustão de calor. Ou qualquer coisa. E Rachel apenas continuava a ficar mais perto.

Quinn se sentiu ficando cansada. Ela esperou que fosse fadiga e não falta de oxigênio. Ela ouvira Finn murmurar algo sobre "maldito forno aqui dentro." Ela olhou pra Rachel enroladinha no seu lado, olhos abertos e imaginou a Rachel Berry de cinco anos da pré-escola. A pequena garota que brincava com trens junto com Quinn na grande sala azul; quem ela sentaria no parquinho, construindo castelos de areia molhada. Ela imaginou uma Berry adorável no ensino fundamental em suéteres de animais sendo zoada pelas crianças imaturas e ela desenhou uma Berry doce do Ensino Médio deitada ao lado dela. Aquela que era sua companheira. Aquela que estava dividindo aquela cama mínima com ela, radiando tanto calor que elas certamente entrariam em combustão, encarando sem ver o teto com um pequeno sorrindo agraciando os lábios dela.

Quinn levantou a cabeça ligeiramente, se inclinando lentamente, assistindo a reação de Rachel e beijou aquela Berry, sua companheira Rachel Berry, suavemente nos lábios. Rachel moveu sua cabeça um pouco primeiro, em surpresa, mas beijou Quinn de volta depois de um momento e se afastou com um sorriso tímido.

"Bons sonhos Rachel." Quinn adormeceu pensando que o calor a tinha deixado insana.