Naruto não me pertence, nem a história!

Após percorrer menos de um terço da trilha . que contornava a ilha, Hinata parou e deu meia-volta. Não iria até o fim, pois já pensara bastante. Amar Sasuke… estar tão perto dele todos os dias e mesmo assim ver um abismo entre os dois… era mais do que podia suportar. Sentia-se esgotada de amor por ele, de desejo.

Vagarosamente, iniciou o retorno à vila. Não sabia o que fazer… sujeitar-se à misericórdia de Sasuke e implorar que ele a liberasse do "acordo"? Não adiantaria revelar a proposta indecente de Kurenai. Ele dificilmente acreditaria que a recusara, não com o conceito que tinha a seu respeito e, além disso, não queria que ele soubesse do episódio. Por que, se soubesse… Sasuke não era idiota, mas um empre sário esperto e inteligente, e não levaria muito tempo para adivinhar o que a motivara, seus sentimentos, e não con seguiria encará-lo após a revelação.

Assim que chegou à vila, foi direto para o quarto, feliz mente vazio. A arrumadeira já estivera ali, e a cama estava impecável. Rapidamente, despiu o maio e foi tomar um banho.

— Sasuke? — ronronou Kurenai, sedutoramente, ao vê-lo saindo do escritório do avô.

— Agora não, Kurenai. — Ele passara boa parte das úl timas horas tentando compreender os sentimentos que nun ca imaginara experimentar, que nunca quisera ter e, na quele momento, com uma decisão tomada, estava ansioso para agir, de modo que não se deixaria prender por Kurenai.

Não adiantava mais esconder a verdade de si mesmo.

Apaixonara-se por Hinata. Como? Por quê? Quando? Para seu desespero, nenhuma análise produziu respostas lógicas para aquelas perguntas. O coração, o corpo, as emoções, a alma só insistiam em Hinata. Se a razão lutava em busca de argumentos, as emoções entendiam que não valia a pena viver sem ela.

Mesmo tendo em mente que se tratava de uma mulher promíscua, imoral, suas emoções não arrefeciam. Amava Hinata como ela era. Com sua ótica errada e tudo. Pegar homens em bares… chegar a ponto de se vender a eles… se não pelo dinheiro, certamente pelo pseudo-amor que lhe ofereciam por tempo determinado.

Não era culpa dela, protestava seu coração apaixonado. Fora-lhe negado o amor paterno quando criança. Ela sim plesmente tentava compensar. Com amor, com o amor dele, ela poderia se completar novamente. Esqueceria o passado e ele, também. O que importava era dali para a frente e o futuro… um futuro que não significava nada sem ela.

Assim ponderara, sem trégua, em vez de trabalhar. No final, subjugado e resignado, não viu opção senão aceitar e agora só pensava em encontrar Hinata e lhe dizer… lhe pedir… implorar se necessário.

— Hinata ainda está lá fora? — perguntou a Kurenai. A prima estreitou o olhar. Conhecia o significado daquele olhar num homem e vê-lo no único homem que desejara era intolerável. Se Hinata não podia ser induzida a deixar Sasuke, então ele a rejeitaria, depois da pequena medida que ela tomaria.

— Oh… Você não sabia? — Expressou falso pesar. — Ela foi dar um passeio… com Orochimaru. Sei que não vai gostar do que vou dizer, Sasuke, mas… bem, todos sabemos como Orochimaru gosta de mulheres, e Hinata deixou claro que há reciprocidade… Não quando você está por perto, claro…

Sasuke pegou o corredor que levava à ala íntima da vila. Cruzou com Sakura no caminho, mas se recusou a parar e ouvir.

— Agora não, Sakura, seja o que for…

Céus, ele parecia zangado, refletiu Sakura, observando o irmão se afastar. Bem, o que tinha para contar não me lhoraria seu humor, mas ele tinha de saber.

Sasuke ouviu o barulho do chuveiro ao entrar na suíte e bater a porta.

— Hinata? — Foi até a porta do banheiro e a abriu. Hinata empalideceu ao vê-lo. Acabara de sair do chuveiro e já ajustava a toalha ao corpo, felizmente.

— Por que está tomando banho? — questionou ele, des confiado.

Hinata fez um gesto Inocente.

— Bem, fiz uma caminhada e estava quente… Sasuke sentiu o ciúme evidenciar-se no corpo de forma explosiva, quase dolorosa. Tinha fantasias eróticas quanto aos motivos para Hinata querer se refrescar. Como qualquer homem apaixonado, não suportava a idéia de sua amada nos braços de outro e reagiu previsivelmente.

— Não podia esperar, não é? — acusou, agarrando-a pelos braços. — Onde ele a tomou?

— Ele? — Hinata reagia atônita àquelas palavras e ações. — Mas de quem está…

— Foi lá fora, a céu aberto onde qualquer um podia vê-los? É assim que você gosta, Hinata… gosta de se diminuir tanto? Claro que gosta. Eu já sabia, não é? Gosta de ser maltratada, usada e então dispensada como uma… Pois se prefere assim, vamos ver se consigo satisfazer suas expectativas. Vamos ver se posso lhe dar o que você tanto quer.

Tratava-se de um homem descontrolado, querendo mar car sua possessão… no corpo e na alma da mulher… queria possuí-la e apagar qualquer lembrança de outro homem!

O que arrancara Sasuke de sua atitude fria, transfor mando-o naquela figura furiosa e passional? Hinata reco nhecia a paixão latente emanando dele como fogo, atraindo-a ao perigo e excitação, aplacando toda sua cautela.

Não era isso o que desejara secretamente? Que ele a olhasse como olhava naquele instante? Com desejo primitivo masculino, com descontrole das próprias ações?

De algum modo, ver Sasuke naquele estado permitiu que ela controlasse os próprios sentimentos e desejos.

— Você é minha — decretou Sasuke, puxando-a contra si sem nenhuma gentileza. — Minha, Hinata… E quando digo minha é em todos os sentidos.

Hinata sentiu a pele se arrepiar onde ele tocava. Ele deslizou as mãos por seus braços e ombros, alcançando a nuca. Ela arqueou o corpo para se oferecer ao carinho, sen tindo o coração disparar de ansiedade pelo prazer.

— Beije-me, Sasuke…

Ela dissera mesmo aquilo? Exigira um beijo com voz rouca e sexy, provocando aquele brilho selvagem nos olhos de Sasuke?

— Oh, prometo que farei bem mais do que beijá-la — assegurou ele, arrancando sua toalha. — Muito, muito mais — repetiu, sensual, antes de acrescentar: — Mas se um beijo é o que quer…

Ele lhe tomou o rosto e massageou os ossos frágeis com os polegares. Os lábios eram quase que apenas o roçar do hálito, e Hinata sentiu o coração disparar.

— Onde, exatamente, você quer que eu a beije, Hinata? Aqui? Aqui? Aqui?

Enquanto ele lhe tratava o pescoço e o queixo com os lábios, Hinata emitiu um gemido, até se ver incapaz de resistir ao tormento. Agarrando-o ao pescoço, trouxe os lá bios duros para junto dos seus, suspirando de alívio quando finalmente experimentou o hálito quente e a superfície firme que tanto ansiava sentir.

— Sasuke… Sasuke… — sussurrava ela, enquanto des lizava as mãos por seus cabelos, sentindo os contornos da boca sensual com a ponta da língua.

Por sobre o ombro, Sasuke captou a imagem de seus corpos entrelaçados no espelho. As costas nuas de Hinata eram tão perfeitas quanto de uma estátua clássica, mas o corpo era de carne viva e sedutora. Sentir os seios pressio nados contra seu tórax, sem falar na doçura dos lábios, deixava-o alheio a tudo exceto às sensações.

Contra a textura e tonalidade da pele leitosa, as mãos dele pareciam muito masculinas e bronzeadas enquanto a aca riciava. Abraçou-a a seguir, moldando seus corpos… Ela sus pirou ao sentir o membro viril ereto junto ao ventre. As roupas eram um obstáculo que ele abominava.

Sasuke sentiu o estremecimento de prazer dela quando entreabriu os lábios e assumiu o controle do beijo.

Hinata suspirou, entregando os lábios e a nudez a Sasuke. O que acontecia entre eles era com certeza o auge de sua existência, o motivo de ter nascido. Ali, nos braços daquele deus grego, amor e desejo confluíam em perfeição.

Hinata até se esqueceu do que queria dizer a ele, de sua necessidade terrível de ir embora daquela ilha. Estar nos braços de Sasuke era o que desejara desde o primeiro ins tante em que o viu.

Incapaz de interromper o beijo sensual, Sasuke a ergueu nos braços e carregou para a cama. O que ela fizera antes não importava. Daquele momento em diante, Hinata seria só sua.

As pesadas cortinas de linho nas janelas amplas que Hinata fechara antes de ir tomar banho filtravam o sol forte, difundindo a luz. O quarto se banhava de luz etérea, trans lúcida. Ao colocar Hinata na cama, Sasuke cedeu à tentação de acariciar um mamilo rígido com os lábios, saboreando, sugando… Hinata estremeceu de prazer, contorcendo-se.

— Não, não quero apressar nada… — Sasuke negou-se a atender à súplica dela. — Quero levar o tempo necessário e saborear cada instante! — Enfatizou a decisão passando a mão no seio que acabara de sugar, voltando a atiçar o mamilo com o polegar.

— Eu o quero tanto — sussurrou Hinata, desesperada. — Eu o quero… — Deteve-se, a visão prejudicada por uma mistura de ansiedade e incerteza. Ouvia o alerta de perigo na própria voz.

Era tarde demais. Sasuke a ouvira. Parou de se despir e se inclinou sobre ela, apoiando-se nos cotovelos, os mús culos todos retesados. Capturou seu olhar de espanto e in dagou, quase desafiando:

— Onde você me quer, Hinata? Diga-me… Mostre-me…

Mas ele já sabia a resposta, pois já levara a mão para junto da feminilidade, a qual acariciava lentamente.

— Não respondeu a minha pergunta, Hinata — ralhou, traçando círculos delicados de prazer. Hinata cerrava os den tes, certa de que desmaiaria com o calor e o desejo que ele lhe despertava.

— Diga-me… diga-me o que quer — insistiu Sasuke, ponteando cada palavra com beijos provocantes, e Hinata temeu se derreter.

No casulo de seu mundo particular, ele se tornara o guia, o foco de tudo o que ela experimentava, de tudo o que sempre quisera ser, o centro de seu mundo.

— Eu o quero — respondeu, excitada. — Eu o quero, Sasuke. Eu… — Estremeceu, incapaz de dizer mais, pois Sasuke a beijava de forma possessiva e passional. Quando ele a abraçou, Hinata agarrou-se a ele timidamente e aca riciou seu rosto.

— Olhe para mim — ordenou ele.

Hesitante, ela obedeceu, deparando com um brilho de fogo no olhar dele.

Devagar e com ternura, Sasuke começou a acariciá-la. Hinata sentia como se o corpo todo fosse se dissolver de ansiedade, de desejo por ele.

Estendeu para tocá-lo no ombro nu, no braço, e emitiu um som de agonia quando ele a beijou no pescoço.

Nas mãos dele, o corpo dela se amaciava e respondia amistosamente, como se seu toque fosse uma chave especial. Mas Sasuke era a chave para o que ela sentia, reconhecia agora, vagamente. Perdia-se nas profundezas… num ocea no… profundamente apaixonada por ele.

— Não teremos muito tempo… Eu a desejo demais — declarou ele, abafando as palavras com outra rodada de beijos ardentes. Hinata soergueu os quadris, ansiosa por ele, contorcendo-se de desejo e prazer.

— Da próxima vez, faremos com mais calma — sussurrou Sasuke junto a seu seio, a voz e as ações revelando sua urgência.

Da próxima vez… Hinata achou que ia morrer de felicidade. Se ia haver uma "próxima vez", era porque ele se sentia da mesma forma que ela.

O ar entre eles parecia estalar com a intensidade da paixão que ambos sentiam, com a movimentação de seus corpos sincronizados, numa perfeição permitida somente aos verdadeiros amantes.

Cada suspiro, cada respiração, cada batida de coração serviam apenas para aproximar Hinata de Sasuke ainda mais, emocional e fisicamente. Prisioneira, ela colocava seu amor e desejo à disposição dele, bem como o corpo em cha mas que exigia satisfação. Ele finalmente sussurrou: — Agora, Hinata… Oh, céus, agora! Ela ofereceu o corpo como o beijo jamais simulara. Ins tintivamente, lançou as pernas em torno da cintura dele e se soergueu para se encaixar na masculinidade, para sentir Sasuke em toda a glória máscula. Ele emitiu um grito rouco quando a penetrou, um som de tormento e triunfo. Ela ficou tensa só por um instante, ao choque de perder a virgindade, mas logo se entregou ao prazer das sensações. Sasuke sentiu a resistência inesperada. Compreendeu o que significava, mas já era tarde demais, não conseguiria se controlar. Ao sentir a carne quente envolvendo seu órgão, pôs de lado a preocupação, permitindo-se viver e se satisfizer com a dança primitiva dos sexos. Foi mais fundo, mais im petuoso, até alcançar o fundo, cada contração delicada do corpo de Hinata representando uma súplica por mais. In vestiu mais, até chegar ali. Sim, ali… ali.

Sasuke temeu que seu coração e pulmões explodissem conforme ganharam altura, de onde poderiam finalmente voar.

Hinata emitiu um grito de espanto e satisfação ao expe rimentar o término do ritual… Tornara-se mulher, alcançara um lugar, um estado… uma emoção tão intensa que lhe arrancava lágrimas.

Alguém estremecia… Seria ela… ou seriam ambos? Ouviu Sasuke gemer naqueles segundos finais incríveis, antes de ele a envolver num abraço e levá-los ao infinito, gritando seu nome de uma forma que a deixou, arrepiada.

Enquanto recuperava o fôlego e o controle, ele a fitou.

Hinata chorava. Lágrimas silenciosas. De dor? Por causa dele… porque ele…

Não estava em condições de raciocinar, não aceitava o que a lógica lhe impunha. Hinata não podia ser virgem… Era impossível.

Mas sua consciência dizia que não, que de fato lhe tomara a Inocência. Imperdoavelmente, ele a machucara e fizera chorar. De forma egoísta, usufruíra o prazer à custa de sua virgindade. No arroubo da paixão, fora incapaz de se con trolar e não se detivera ao perceber que havia algo estranho.

Desgostoso com o próprio comportamento, afastou-se dela.

— Sasuke… — Hinata estendeu-se para tocá-lo. Por que ele se afastava? Por que não a abraçava, não a acariciava… não a amava e reconfortava? — O que… o que foi?

— Ainda precisa perguntar? — respondeu Sasuke tenso. — Por que não me disse… por que não me deteve?

O tom de raiva dissipou a alegria dela, substituída por ansiedade e desespero. Obviamente, aquilo que achara tão maravilhoso, perfeito e único, para Sasuke não significara grande coisa.

Ele estava furioso consigo mesmo por não ter tido a per cepção. Ela era virgem e ele, raios, praticamente a violen tara… Estava desgostoso, com o orgulho manchado não ape nas pela maneira como agira, como pela incapacidade de interpretar uma mulher tão especial.

— Você devia ter me impedido — repetiu, a caminho do banheiro. Voltou com uma toalha enrolada no corpo e o robe na mão, que entregou a Hinata. Sentou-se na beirada da cama, de costas enquanto ela vestia a peça.

Mas ela não queria que ele parasse! Tremia tanto que teve dificuldade de vestir o robe, e nem se importou em apertar o cinto. Sasuke se voltou, irritou-se ao vê-la ainda meio exposta e lhe amarrou o cinto.

— Você não está salva sozinha. Percebe isso, não? Não fosse eu, Orochimaru…

— Orochimaru! — Hinata pronunciou o nome com nojo. Estremeceu e afirmou: — Não… nunca… Ele é asqueroso e…

— Mas você foi dar um passeio com ele…

— Não, não fui.

— Kurenai disse que vocês tinham ido dar um passeio — insistiu Sasuke.

— Sim, eu dei um passeio… sozinha. Eu precisava… — Ela se deteve, baixou a cabeça e desviou o olhar. Então, comunicou com voz embargada: — Eu quero ir para casa, Sasuke. Não posso mais…

Ele sabia o que ela ia dizer. Claro que sabia… e o motivo! Claro que ela queria se afastar dele após o que ele fizera… como fizera…

— Você devia ter me contado. Se soubesse que era virgem… Ele podia estar preocupado com o fato de ter lhe tirado a virgindade, mas obviamente não hesitava em despedaçar seu coração! Para ela, a perda da virgindade emocional doía muito mais… e continuaria a doer.

Como pudera ser estúpida a ponto de achar que ele sentia o mesmo que ela? Devia estar louca… mas recuperava a lucidez. Louca de amor por ele!

— Eu pensei… — começou ele, mas Hinata não permitiu que ele se justificasse.

— Eu sei o que pensou! Sempre deixou claro o que pen sava de mim, Sasuke. Achava que eu era uma mulher promíscua que se oferecia em troca de dinheiro. Quis acre ditar que aquela era a verdade sobre mim. Suponho que o seu orgulho masculino grego não cogitasse a possibilidade de estar errado…

Sasuke fitou-a. Seu ciúme o levara àquilo… o levara àquele tratamento impiedoso. Desejou abraçá-la, beijar-lhe o rosto até secar as lágrimas e sussurrar o quanto a amava, o quanto queria protegê-la e cuidar dela… o quanto gostaria de desfazer o mal que lhe impusera, o sofrimento que lhe causara… Para ser franco, desejava também estirá-la na cama, arrancar aquele robe e beijar cada centímetro de seu corpo lindo, dizendo o que sentia, mostrando também. Mas claro não podia fazer nada daquilo… não mais…

— Explique agora — exigiu, a fim de aplacar a fúria do desejo que o consumia.

Hinata quis recusar, mas de que adiantaria? Contaria tudo, desde o começo, e então reforçaria a necessidade de partir… mas com certeza não lhe diria por quê.

Por um segundo irracional, desejou que ele a abraçasse, que a beijasse, que a bajulasse até convencer seu pobre coração desiludido de que a amava tanto quanto ela o amava.

Mas, felizmente, imperou o senso de preservação, e ex plicar o esquema que elaborara com Tenten e Anko para testar a fidelidade de Lee, o noivo da primeira.

— Ela pediu que fizesse isso? — Sasuke parecia in crédulo.

Hinata fez que sim, desolada. Então, bateram na porta e Sakura entrou para contar a novidade:

— Vovô chegou. Quer ver os dois.

— É melhor eu me vestir — murmurou Hinata, corada. Sakura parecia alheia a seu constrangimento e acres centou:

— Sasuke, preciso lhe contar algo… antes que fale com vovô.

— Se vai me pedir a mesada adiantada, escolheu uma péssima hora — repreendeu Sasuke, acompanhando a irmã ao escritório.

Hinata refugiou-se no banheiro.