Már Ári pessoas ,

to de volta com outro capítulo estamos quase no fim já to triste, mas to feliz tb vlw quem ja mandou comentários e por favor quem não mandou mande bjokas


Outro capítulo e como sempre o vocabulário esta o fim da pagina neh


Quando a decisão é por amor

Os olhos dela se abriram devagar na nova manhã que chegara, ela esfregou os olhos com uma das mãos se lembrando da noite anterior e se ergueu como uma forma de acordar melhor, olhou para o lado, ele dormia profundamente e tinha uma expressão tão serena no rosto. Ela então notou que estavam cobertos com a manta que ela trouxera em suas coisas, ele deveria tê-los coberto durante a noite.Arabella sentia-se ferida, dolorida por dentro, era algo difícil de explicar até a si mesma não lhe doía como um arranhado ou um corte, nem como uma alergia ou uma batida, parecia um formigamento no ventre e no tronco, algo até que...Bom. Ela levantou e se aproximou da fenda do grande tronco em que estavam, o céu não estava muito claro ainda estava rosa e laranja e o sol ainda não tinha nascido, a moça de cabelos negros então o ouviu chamar.

- Bom dia, Bella.- ela se virou e o viu se espreguiçar gostosamente, ele a olhou e soltou uma risada baixa.
- O que foi?- ela perguntou colocando as mãos nos quadris.
- Está usando a minha malha...errado.- ela então olhou para si, estava mesmo usando a malha verde dele, e todos os botões estavam presos um buraco depois do certo fazendo com que ela ficasse com um dos ombros descobertos.- Mas...você esta linda.- ela sorriu e voltou a se sentar na "cama" improvisada. Agora procurava suas roupas para poder vesti-las. Ele a abraçou por trás enquanto ela vestia suas meias e afastou a resto da malha, beijando a pele dos ombros.
- Legolas...- ela disse o afastando-...deixe disso, vamos levantar, porque afinal temos que voltar.
- Olhe para mim -ele pediu, ela se virou ajeitando a veste no corpo, ele esperou ela terminar de se ajeitar e o olhar, porém quando ela terminou, ele sentiu um súbito nervoso, pois as mãos no rosto e desceu pelos cabelos. Ela se preocupou.
- O que foi?- ele a encarou então.
- Eu amo você... não conseguiria imaginar a minha vida sem você por isso mesmo eu peço...- os olhos dele baixaram.
- O que? Pede-me o que?
- Casa comigo? – ela ficou surpresa com o pedido, os olhos se abriram e sua mão foi levada à boca semi-aberta.- Casa?- ela deu uma ligeira afastada quando ele segurou-lhe as mãos
- Eu...eu...- ela nem sabia o que responder, e as lágrimas lhe subiam aos olhos. Ela escondeu o rosto com as mãos, tentou limpar as lágrimas e sorriu. Disse em um sopro de fala-...Sim.-Foi a vez dele de ficar surpreso. Ela não conseguia parar de chorar nem por um segundo, as lágrimas se tornaram mais fluentes quando ele puxou da mala um saquinho de pano onde dentro havia um anel. Arabella o colocou no dedo, trêmula quase sem acreditar. – Desculpe. Eu não consigo parar de chorar.- ele riu.
- Tudo bem.- ela se jogou em cima dele, me meio a um abraço desajeitado, mas ele não se importou se ela estava desleixada ou não, a tomou em seus braços carinhosamente.- eu te amo melin.
- Espere -ela disse se desvecilando do abraço.
- O que foi?
- Isso não esta certo. Isto não está nada certo.- ela se afastou, cobrindo o corpo o máximo que pôde.
-Do que esta falando?
-De você e de mim. Ah, minha nossa! E o meu pai? O que ele vai dizer? O que ele vai pensar?
- Calma -ele lhe segurou as mãos.- Nós vamos conversar com ele, e pedirei sua mão como deve ser, e nós viveremos felizes para sempre.
- Legolas, eu sou uma humana, não vou viver para sempre. Será que não percebe? Este relacionamento é impossível.
- O meu pai, Thranduil, o Elfo Sindar rei do Reino da Floresta, no norte da Floresta Tenebrosa é um elfo muito antigo, talvez não tanto quanto Galadriel, mas ele conheceu muitos lugares de toda Arda, ele deve saber algo que lhe torne imortal.- ele tocou-lhe o braço suavemente.
- E se ele não souber?- ela disse.
- Então me juntarei a você na vida mortal.- ele sorriu, ela olhou para cima tentando evitar algumas lágrimas e tentando mostrar um sorriso.
- Isso é loucura. Gyr ú warin.
- Todos fazem loucuras quando amam alguém.- e dito isso ela não agüentou mais e se pos a chorar, ele a abraçou de maneira reconfortante.
- Gyr ú warin.- ela pensou, então que ele era um tolo e ela mais ainda por permitir isso.
- Prometa-me uma coisa...- ele disse a deitando no chão coberto pela manta e apoiado no braço ficou ao seu lado a olhando e falando.-...Que o seu coração vai sempre ser meu.
- Ele já é seu. Mesmo que ele não devesse ser.- ela sorriu ao nada enquanto ele a observava. Ela emudeceu o rosto de repente e se ergueu do chão.- Temos que ir. O sol já se levantou em toda Arda e ainda estamos aqui, vamos.- ela ergueu-se em êxtase procurando suas roupas pela fenda, ele ao contrário parecia não fazer a menor questão de se vestir, ela aborreceu-se e lhe atirou a camisa de linho no rosto. Ele ainda calçava as botas quando ela já estava totalmente pronta.

Só faltava a ele colocar sua malha e capa, ela então resolveu ajudá-lo abotoou-lhe a malha habilmente com os dedos finos, prendeu a capa com o pingente que antes deu uma pequena lustrada. Ele a beijou novamente com lábios doces, macios, apaixonados...
Preferiram ir a pé, ele lhe tomou a mão e ela sorriu.

- E quando nos casaremos, minha senhora?
- Bem...- ela ponderou - creio que quando voltar da visita que fará a seu pai.
- Não meu amor, nós casaremos antes disso. Eu pensava em assim que chegarmos a Gondor, e não algo tão distante.
- Não quero que alimente falsas esperanças, eu não acho que os Valar ou qualquer outro grande ser dará a centelha da imortalidade a mim.
- Você não sabe...- ela interrompeu.
- Eu sei sim. E depois eu sei o que ocorrerá você desistirá do seu pai, do seu mundo, da última chance de conhecer Valinor e de sua imortalidade e ficará aqui e todos os dias que passar ao meu lado será feliz, mas o que estiver só ficará amargo, triste e confuso. E eu não quero isso.- ela o beijou.
- Pois se não quer isso, passará todos os seus dias ao meu lado, minha senhora.- ela sorriu de maneira falsa, como uma obrigação, ele lhe ergueu o queixo – Vou conseguir o segredo, eu lhe prometo. Venha vamos continuar.

Eles andaram durante todo o dia, mas o sol logo se foi seguindo para o outro extremo do mundo que deveria iluminar e quando o céu tornou a ter a cor alaranjada forte do poente, eles decidiram que seria melhor acampar, Legolas tinha bom senso e escolheu um bom lugar para ficarem, não muito aparente, os cavalos não estavam muito cansados por isso o elfo os soltou para que pudesse andar um pouco soltos, armaram uma cama e acenderam uma fogueira, ela estendeu sobre o fogo uma esteira improvisada e desfiou alguns pedaços de carne comuns os dois comeram com bastante vontade. Ela deitou na cama e logo pegou no sono ele a abraçou e ao seu lado também dormiu.


Dessa vez só tem 2 palavrinhas no vocabulário, umatem até no capítulo anterior mas vou escrever mesmo assim:

Melin Querido(a), amado(a)

Gyr ú warin Você(pessoa de quem se fala) é louco(a)