Ultimo capítulo gente, estou triste emterminar a fic aqui mas feliz por terminar também (sentimento controvérsio) obrigada pelos comentários ao longo da fic, obrigada de verdade
Se puderem, ou se quiserem leiam as considerações finais no fim da página esse último capítuloficou grande
Como sempre vocábulário no fim da página. Bjoss
Como termina essa história
Os dois reis então se dirigiram para a sala de descanço da família real onde Arabella era bombardeada de perguntas de suas irmãs e irmão, acomodado perto da grande lareira de pedra o elfo passou a narrar as últimas histórias que tinha passado para o rei de Gondor, vez ou outra olhando sua Arabella, olhando-a tempo suficiente para que ela se perdesse no meio de sua própria narrativa, ele ria entrementes ao fazer isso.
Passaram boa parte do tempo naquela sala, todos conversando, era um lugar aconchegante, com tapeçarias patrióticas penduradas nas paredes, grandes acentos de couro confortável, algumas mesas ocupadas por castiçais, livros, objetos de todos os tipos e a luz da lareira dava um brilho dourado á voz dos dois.
O sol logo sumiu das vistas de todos, as tochas do castelo, as velas, candelabros, candeeiros e lamparinas logo ganharam vida quando foram acesas, e apesar de ser noite o salão de jantar parecia mais iluminado do que o possível durante a refeição. Depois houve música e dança, Avelline se divertia dançando junto de Eldarion ao mesmo tempo que Arca dançava junto de Arabella, as duas rindo muito.
Legolas ficou deslumbrado ao vê-la rodopiando ao ritmo que o músico produzia.Depois os irmãos subiram para seus quartos junto a Arwen e Legolas e Aragorn foram ao fronte, onde era possível ver as terras de Gondor.
- ...realmente me lembro- dizia Aragorn terminando uma conversa depois de algumas risadas o elfo riu rapidamente, estava nervoso.
- Tenho algo muito importante a dizer.
- O que foi.Algo errado? - o elfo negou com a cabeça e então continuou
- Sei que não entenderá, e nem aceitará de prontidão o que estou para lhe dizer, na verdade fica mais difícil dizer isso já que o considero um grande amigo, mas devo dizer.
- O que foi?
- Há... um elo que falta na minha vida, que desde muito tempo não tenho conseguido achar, que preciso para continuar vivo. – ele sorriu ao homem fracamente. – Eu o encontrei.
- Um elo Legolas? – disse emitindo outro sorriso
- Amor.
- Amor? –repetiu confuso. – Não entendi o que quis dizer.
- Escute-me – ele então olhou para o céu cheio de estrelas. – Merën nossëcoa o.
- A tana?- ele o olhou os olhos arregalados de surpresa – Como assim, casar ?
- Eu a amo. – ele aproximou-se do rei, mas este se afastou mais ainda, como se tivesse sido atingido por uma flecha – Aragorn, preste atenção, me ouça...
- Ouvir você? Faz idéia do que essa SUA idéia me faz pensar? Minha filha? Deixe me só, SÌ
Legolas não teve mais o que dizer, entrou novamente no castelo amanhã pela manhã Aragorn haveria de ter se acalmado e poderia conversar com mais calma com ele, subiu uma das grandiosas escadarias e quando chegou ao seu andar, viu Arabella perto de uma das janelas, a luz do luar batia nela a deixando com uma aparência divina, ela olhava para fora, para seu pai deveria ter visto a conversa, ele se aproximou e tocou-lhe o braço ela se assustou, mas sorriu quando o viu, ele a beijou procurando nela conforto :
- O que ele lhe disse, meu amado?- perguntou Arabella, ele a puxou pela cintura grudando seus corpos.
- Ele disse, o que convinha a dizer numa situação como essa.
- Mas como assim? Ele permitiu?
- Ele..- este foi interrompido, Aragorn os viu juntos, não parecia nada satisfeito com aquilo.
- Arabella! Que comportamento é esse? – ela se soltou do elfo quando o pai brandiu a voz contra ela. – Vá imediatamente para os seus aposentos.
- Boa noite, Legolas – ela disse segurando-lhe as mãos e saindo em seguida com a cabeça abaixada, o elfo olhou para o homem com um olhar frustrado.
- É meu amigo ainda Legolas, mas devo adverti-lo que não lhe darei a mão dela não farei que ela passe pelo mesmo tormento de Arwen e de mim mesmo, agora por favor volte para o seu quarto e que parta amanhã. – o elfo concordou, seus olhos emitiam uma profunda tristeza, mas seguiu para o seu quarto.
Aragorn antes de chegar á seu quarto pôs dois guardas na porta de Arabella para que ela não saísse para encontrá-lo durante a noite, mas nem isso a impediria de ficar com ele aquela noite e ao perceber o plano do pai, não pensou duas vezes, colocou algumas almofadas embaixo das cobertas e saiu pela janela, havia pela parte de trás do castelo um grande jardim que terminava bem no fundo em uma parede de pedras, embaixo da janela dela havia algumas trepadeiras firmes que ela aprendera a escalar durante os anos para chegar ao quarto dos irmãos, ou algum deles poder chegar ao quarto dela, ela então já em chão firme caminhou rente á parede do castelo até conseguir chegar àquela que destinava entrar.
Era um dos quartos de visita, deveria ser aquele, ela então começou a subir s trepadeiras, o que era fácil para alguém com tanta experiência, e por sorte a janela estava destrancada, entrou no quarto, este estava mergulhado em uma escuridão tenebrosa, ela abriu a janela inteiramente para poder ver dentro do aposento, ela viu a cama onde ele deveria estar, mas estava vazia, talvez houvesse entrado no quarto errado, subiu no parapeito pronta a sair de lá quando um braço forte a puxou, e ela o sentiu a abraçar por trás, reconheceu Legolas, quando este sussurrou bem baixinho:
- Tinha certeza que viria. – ele a girou e a levou para sua cama, ela impaciente não deixou que a beijasse e subiu pela mesma.
- O que ele disse? – ela perguntou cochichando
- Me dê um beijo e eu lhe digo. – ele aproximou dela e esta o vendo perto ergueu sua perna na direção dele, colocando o pé em seu peito
- Me diga primeiro e eu vou pensar em ter dar um beijo, que tal? - ele a encarou e depois passou a acariciar o pé da moça.
- Ele não permiti que nos casemos.- puxou-o e então o beijou
- E agora, o que faremos? – ela deixou-se cair no colchão e ele depois de mais alguns beijos sobre o pé e calcanhar da moça se aproximou e deitou
- Ele vai se acalmar, amanhã é um novo dia. – disse sorrindo com inocência.Ela o abraçou firme e então se beijaram longa e apaixonadamente.
Naquela noite dormiram abraçados, não por frio, mas por aquele poder ser a última vez dos dois juntos. O que seria amanhã apenas e unicamente Vairë, a Tecelã sabia, mas o que os dois sabiam é aquela noite não deveria ser desperdiçadas com lágrimas de incerteza e despedidas impróprias.
Ele acordou antes do raiar do sol sobre Minas Tirith, contemplou-a por um tempo memorizando a face da mulher que amava, ela dormia suavemente embalada nos braços dele, beijou-lhe a testa, bochecha e nariz a fazendo rir de cócegas, mais uma vez a mesma trilha.
-Kuive, melin´´- Ele repetiu suavemente por alguns momentos. Ela teve que acordar, e logo saiu do quarto do elfo voltando ao seu e se enfiando em baixo das cobertas novamente, mas daquela vez foi para esperar alguém que viesse acordá-la o que não demorou muito, logo uma senhora veio acordá-la e a ajudar com o banho e a roupa. Durante o dejejum apenas seus irmãos lhe fizeram compani, nem seu pai ou sua mãe ou seu Legolas estava lá.
Legolas havia sido chamado por Aragorn para vê-lo no Salão de Visitas Reais, viu Arwen também ao lado do marido, este estava sentado em sua grandiosa cadeira, levantou-se ao ver o elfo. Se encararam por um segundo ambos mantendo a postura alta.
- Aragorn, deixe me...
- Espere. – ele aproximou-se da janela. – Arabella sabe de seu interesse nela, não é?
- Sim, sabe sim.
- E pelo visto corresponde.
- Creio eu que sim.
- E... – rei deu uma risada quase sarcástica. - ...como pretende viver com ela? Até quando? Você conhece os termos da imortalidade.- o elfo fraquejou por um instante.
- Eu...eu... pretendo abandonar minha imortalidade para ficar com ela, se é o que quer saber.
- Esta é uma escolha difícil – disse Arwen pela primeira vez naquela conversa. – Ela sabe disso?
- Sim, contei á ela.
- E depois?- perguntou Aragorn.
- Depois? Não entendi.
- Depois que ela partir, o que fará.
- Chame me de louco mas se conseguir a Úrya ilfiri, eu darei á ela e partiremos para Valinor. – Arwen pareceu ficar surpresa, mas Aragorn não.
- Isso não me agrada mesmo. –disse ele com seu cachimbo na boca.
- Aragorn, Arabella tem o direito de escolher.- disse a esposa, ela se aproximou do marido para falar. - Você está agindo igual ao meu pai.
- Tragam-na aqui.- disse aos guardas. Não esperaram muito e ela logo veio e assim que notou a cena, aproximou-se da mãe.
- Mandou me chamar? – Aragorn não se voltou para a filha - Pai, se é pelo assunto de ontem, saiba que... -ele a calou
-Você... você, tem a total certeza que o quer como seu marido? – ela sorriu para a mãe e para Legolas.
- Tenho certeza meu pai.
- Vai ser feliz ao lado dele, de sua própria vontade?- ela se aproximou do pai e o abraçou.
- Eu o amo, meu pai. Ele é uma boa alma, e me ama tanto quanto eu a ele, sei o quanto isso é díficil para você mas, não posso ser sempre a pequena princesa Arabella.- o pai a abraçou com força, não queria se separar da filha.
- Eu sei.
- Ah pai.-disse ela comovida.
- Eu... então... permito que se casem. – ela sabia o quanto isso era doloroso para ele.
- Muito obrigada. – ela o soltou e correu ao amado que já mantinha um sorriso largo no rosto depois de a rodopiar no ar, a trouxe para si e a beijou, depois Arwen veio abraçar os dois.
Arabella saiu cantando a nóticia radiante, para quem quisesse ou não ouvir, queria que todos compartilhassem a alegria que gritava dentro dela. Queria gritar que amava e era amada.A notícia se espalhou logo, por todo o palácio, depois por toda cidade e quando os mensageiros saíram para seus destinos, para convidar elfos, mortais, hobbits e mais para o grande casamento, toda a Terra-Média soube da notícia.O dia chegou, três meses depois daquela conversa que Arabella teve com seu pai, nesse meio tempo Legolas estava em Itillien cuidando de seu próprio reino, Aragorn ainda meio enciumado pela filha não deixou os dois ficarem sozinhos mais até o dia do casamento eles quase não se viram.
O sol não poderia estar mais brilhante, nem o céu tão azul ou a grama de verde tão forte quanto aquele dia, aquele tão esperado dia e como era a regra e tradição não seria em Gondor o acontecimento e sim em Itillien, ela preparou-se como noiva vestida em um vestido azul claro com milhares de adornos dourados, entrou na liteira que aguardava, era grande mas somente ela ficaria lá, era de madeira e tinha os desenhos característicos da data era carregada por 6 cavalos e as rodas eram de ferro e ouro, as cortinas não deixavam que nada fosse visto por ninguém, havia mais quatro cavaleiros carregando, quatro bandeiras com o estandarte de Gondor ao redor da liteira e atrás a grande comitiva de mais de 50 pessoas. Saíram ao amanhecer e chegaram a Itillien durante à tarde, na verdade Arabella não via a hora de chegar ao mesmo tempo em que estava nervosa, logo que chegaram á cidade ouviram gritos de festividade e emoção, a liteira parou três moças se aproximaram enquanto que outras quatro carregavam as bandeiras uma atrás da outra, e seguiram em fila, vistos por uma platéia esperançosa, seguiu-se as quatro damas, depois Arabella e uma das três primeiras damas que a protegia do sol com um abanador e depois as outras duas moças que carregavam a cauda do vestido. As bandeiras foram se dissipando duas para cada lado e Legolas finalmente viu sua noiva, ela estava belíssima, ele a tomou pela mão e a trouxe para junto de si, depois seguiu para perto de dois pajens estes carregavam uma caixa de madeira de tamanho mediano, ele abriu a mesma, havia uma coroa de ouro e prata dentro. Ele fez a coroação,em meio a grande gritaria e festividade dos presentes.
A festa que Legolas ofereceu para sua esposa agora durou três dias e noites, e não foi esquecida por ninguém que tenha presenciado a tal festividade, entre toda a comida,a dança, a música e a alegria eles puderam apressiar aquilo juntos não como amantes secretos, mas como marido e mulher. Ela sabia ele sabia, ficaram juntos até o fim da vida deles. Na noite das núpcias já consumadas ele prometeu novamente torná-la imortal mas, ela já sabia que isso seria uma outra história para se viver.
Fim
Merën Querer (flexionado quero )
nossëcoa o (com, pessoa de que se fala) Casamento caso casar
A tana O que?
Sí Agora
Úrya ilfiri centelha imortal
Kuive Acorde
melin Querido(a) Amado(a)
Considerações finais
Obrigada de novo pelos comentários eles me ajudaram a continuar a escrever e postar essa fic, e obrigada por gostarem dela, Obrigada Sadie de verdade linda!
Tem uma continuação na minha cabeça não tenho certeza se vou escrevê-la mas se for não será agora, talve lá para julho quando tiver terminado asminhas outras.
Brigada de novo
Muito beijos e que as gráças dos Valares iluminem a todos nós...
