Poder
Death Note não me pertence!
YAOI. LEMON. Raito x L ou o contrário.
Leia por sua conta e risco. Reviews, onegai!
Dedicado a duas grandes amigas minhas: Uchiha Taki-chan (1273844) e Mayumii. (1216770). Capítulo também dedicado à Annanyff, por gostar de lemon e me suportar falando sobre um certo L.
Não sei se esse capítulo realmente passou o que eu queria.
"A quem você pertence? Eu quero saber..."
Raito quer saber. L quer saber. Ambos possuem suas dúvidas em relação um ao outro...
Capítulo II - Eu Quero Saber...
(Centro de Investigação do Caso Kira)
- Ryuuzaki! Ryuuzaki! - Gritava Matsuda, empolgado.
- Acalme-se, Matsuda-san. - respondeu L - O que houve?
- É Kira. Descobrimos quem é!
O detetive se surpreendeu. Então, Raito não era Kira...?
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(Ryuuzaki - L)
Yagami-kun não é Kira? Achamos Kira?
Isso é... Impossível...!
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(Centro de Investigação do Caso Kira)
Raito levantou-se.
- Sério!? Mas... Quem seria o suspeito, Matsuda-san?
- O grupo Yotsuba! - O policial respondeu, instantaneamente.
E foram, assim, iniciadas as investigações a respeito da Corporação Yotsuba.
E não é que Matsuda encontrava-se correto? Todos os mortos por Kira , além dos comuns criminosos, eram grandes empresários. De acordo com o brilhante detetive L, uma grande porcentagem dessas mortes beneficiaram tal grupo.
Mas, afinal, quem era Kira? Yotsuba Corporation poderia ser apenas aliada ao assassino, ou seria, então, um de seus membros?
A dúvida prevalecia, sendo cada vez mais alimentada a cada pista, corroendo as mentes do detetive e dos policiais, com uma pergunta aparentemente sem resposta.
Enquanto isso, Raito passava a refletir.
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(Raito)
Não consigo me concentrar no Caso Kira. Ryuuzaki está tomando toda minha atenção... Ele pensa, eu observo, ele deduz, eu concordo.
O que há comigo...?
...Estamos sozinhos na sala de investigação de novo. Será que pergunto de nov---
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(Centro de Investigação do Caso Kira)
- Yagami-kun.
Raito não respondeu.
- Yagami-kun!? - L chamou novamente, sem resposta. - YAGAMI-KUN!
- Ah!? - Raito saiu de seu "transe". - Desculpe-me, Ryuuzaki.
- Você está pensando tão profundamente... Olhando para mim desse jeito, deve estar achando que eu sou Kira. 70 de chance de pelo menos você estar pensando sobre mim.
As bochechas de Raito se avermelharam.
- Ahn, isso?... - Ainda vermelho, desviou o olhar. - Estava pensando em... Em como você pensaria. É, para desvendar... O Caso Kira!...
O detetive sorriu, como se fosse literalmente se jogar no chão de tanto rir.
- Yagami-kun, eu sei quando as pessoas estão mentindo. 98,3 de chance de minha dedução estar correta.
Raito irritou-se.
- ESTOU CANSADO DE SUAS PORCENTAGENS, RYUUZAKI!
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(Raito)
Quem ele pensa que é? O famoso, brilhante, poderoso, supremo e escondido detetive L!?
Se eu fosse Kira, o mataria de uma vez!
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(Centro de Investigação do Caso Kira)
O garoto Yagami tentou socar L, que esquivou-se por pouco e caiu deitado no chão, puxando Raito para si devido às algemas.
Os dois se olharam; pasmos, quietos, paralisados.
E foi quando Raito aproximou-se mais do rosto de L.
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(Raito)
O que estou fazendo...?
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(Centro de Investigação do Caso Kira)
Os lábios se tocaram; Yagami fechou os olhos e tentou intensificar o "beijo". O detetive, por sua vez, não foi contra; Deixou-se levar, ser abraçado por Raito, ter seu corpo sendo acariciado e explorado por aquelas mãos quentes...
Nem Ryuuzaki nem o outro sabiam direito o que estavam fazendo; O detetive perdeu o fôlego e tentou desfazer o beijo, mas Raito não deixou, segurando o rosto de L com força.
Segundos depois, Yagami não sentia mais movimento algum da língua, do corpo - seja o que fosse - do outro. Parou o beijo e observou-o: Estava desmaiado.
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(Raito)
Fui longe demais... Melhor nunca mais em minha vida tentar isso de novo. Afinal, Ryuuzaki gosta de outra pessoa, não é?
...De novo, eu pensando nessas coisas? Por que eu o beijei? Se Misa visse isso, faria um escândalo. AO invés de uma apenas, duas pessoas desmaiariam.
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(Centro de Investigação do Caso Kira)
- Ya... Yagami-kun? - Uma voz cansada chamou.
- Ah, Ryuuzaki. - Raito agiu como se nada tivesse acontecido - acordou, finalmente?
- Desculpe-me. - Disse o outro, levantando e sentando-se no sofá que fora colocado. - Eu não tenho muito fôlego.
- Como você fala comigo tão normalmente, mesmo depois daquilo?
- ...Estou cansado. Não costumo mostrar minhas emoções. E foi irrelevante.
Raito ignorou o terceiro comentário do detetive e respondeu:
- Você devia descansar.
- Já estou. - L não havia se mexido. Estava apenas de olhos fechados, sentado do jeito esquisito.
- Por que você não se deita? - Yagami insistiu. - Vai se sentir melhor.
- Estou acostumado.
- Eu insisto.
- Não gosto de dormir profundamente.
- ...Tem medo, Ryuuzaki?
A "provocação" de Raito desafiou L.
- Então, vamos. - Disse o detetive, levantando-se e começando a caminhar. Raito ficaria parado, se não fosse o puxão que sentiu em seu pulso; esqueceu que ainda estavam algemados.
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(Raito)
Que inferno... Não tenho mais vontade de olhar para Ryuuzaki. Porém, sinto cada vez mais vontade de admirá-lo...
Quero muito mais que isso! Quero... Tocá-lo...
Mas não posso fazer isso. Há câmeras aqui... Espero que ninguém fique sabendo do que aconteceu algumas horas atrás.
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(Centro de Investigação do Caso Kira - Quarto)
L sentou-se na cama como normalmente e foi, aos poucos, tentando abaixar-se, numa tentativa de deitar.
Raito apenas observava, semi-encantado com todos os movimentos do amigo.
O detetive conseguiu, finalmente, ficar horizontal em ralação à cama; virou-se para a direita e encolheu-se. Parecia uma criança.
- Yagami-kun... Me cubra.
- Ryuuzaki, você é muito folgado. - Mesmo assim, Raito pegou uma coberta verde-escura que estava ao pé da cama e colocou em cima de L, que agradeceu, mas minutos depois se descobriu, ficando deitado em cima do edredom.
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(Ryuuzaki - L)
Yagami-kun é gentil, mas muda facilmente de humor; há horas atrás, estava tentando me matar, depois tentando me estuprar, e agora é terno como uma mãe.
Isso é comum, considerando-se a idade dele. Deve estar lutando contra seus hormônios.
Acho que vou... Ajudá-lo.
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(Centro de Investigação do Caso Kira - Quarto)
Ryuuzaki estava deitado, rindo para si mesmo, mas não havia fechado os olhos ainda. Raito percebeu e, sentando-se na borda da cama, pediu:
- Ryuuzaki, feche os olhos.
- Como posso garantir que você não tentará me matar ou então outro tipo de coisa?
- ...Ryuuzaki, eu não vou fazer isso! Aqui foi... Um... Um acidente!
- ...Confiarei em você. - concluiu o detetive, fechando os olhos. - Mas só dessa vez, Yagami-kun.
Raito observava.
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(Raito)
Ryuuzaki é tão inocente... Parece uma criança quando está assim, deitado, dormindo. Ah, se eu pudesse deitar-me ao seu lado...
...Novamente com isso? L é um homem. Um homem! Por que me sinto tão apaixonado? Não podemos ter uma relação; afetaria nosso trabalho.
...Bah, que sono.
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(Centro de Investigação do Caso Kira - Quarto)
O universitário bocejou.
- Yagami-kun. - L chamou, novamente.
- Hm?
- Você está com sono.
- E...?
- Deite-se.
Raito sentiu um frio na espinha.
- Não, obrigado. Posso dormir naquele sofá ali e... RYUUZAKI, PARE DE ME PUXAR!
O detetive puxava Yagami pelas correntes, com força, até que conseguiu o que queria: Raito foi literalmente jogado na cama e, posteriormente, teve suas pernas cobertas por L.
- Ryuuzaki!
- Shh. - Respondeu, colocando o dedo indicador na frente dos lábios do outro. Raito ficou, novamente, corado.
Algum tempo depois, L sentiu-se abraçado por trás. Não chegou a se assustar, mas questionou-se a respeito dos próximos atos do aprendiz de policial.
Não percebendo movimento, aconchegou-se no amigo e pôs-se a pensar:
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(Ryuuzaki - L)
Misa tem sorte... Yagami-kun é um garoto brilhante e, sem dúvidas, bonito.
Se fosse mulher, estaria caído por ele. Ou então, quem me dera ser mulher, para ele cair por mim.
Mesmo não sendo... Acho que já estou caído. 97... 100.
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(Centro de Investigação do Caso Kira - Quarto)
- L... - O detetive ouviu alguém sussurrar.
Raito passou uma de suas mãos pelo pescoço de Ryuuzaki, posteriormente deslizando, lentamente, pelo resto de seu corpo. L estava assustado, mas a única coisa que conseguia fazer era respirar, quase que gemer, enquanto o "amigo" o acariciava.
Yagami, calmamente, pôs a mão no zíper da jeans do detetive, que protestou:
- Yagami-kun... Isso está indo longe demais.
- Como você já disse... Shhh, Ryuuzaki.
Ao terminar a frase, Raito colocou seu terceiro dedo na boca de L, que segurou sua mão com as outras duas.
Ficaram um certo tempo assim; o detetive recusava-se a soltar a mão do universitário.
- Ryuuzaki, me solte.
- Mhnãounm... - Respondeu, infantilmente.
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(Raito)
Esse Ryuuzaki... Gosta de por coisas na boca. Come tantos doces, não quer me soltar... Qual é a próxima?
...Se bem que não é má idéia...
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(Cento de Investigação do Caso Kira - Quarto)
Raito sentou-se na cama, seguido por L.
- Solte, Ryuuzaki... Te mostrarei algo melhor.
- Yagami-kun é mesmo brilhante. - Respondeu, soltando-o.
- Ensinarei a você um truque bem... Divertido. - O aprendiz de policial beijou L intensamente, deitando-o na cama outra vez.
Correntes... O barulho delas era um pouco irritante. Principalmente agora, que pareciam se mover mais... Raito, de algum modo, conseguiu tirar a camiseta de L e a sua própria, porém deixando a gravata vermelha intacta. O barulho cessou, mas logo recomeçou... E parou de novo. Quando Ryuuzaki abriu os olhos, estava algemado, com pouquíssima mobilidade dos braços, que estavam presos à cabeceira da cama.
- Desde quando, Yagami-kun...?
- Eu tinha as chaves... Caíram do seu bolso, na hora que você desmaiou.
- Isso... Isso é trapaça...!
- É assim que tem que ser, às vezes. - Respondeu, com um sorriso malicioso.
Quando Raito tentou abrir a calça do detetive de novo, este não conseguiu se mexer, sendo obrigado a permitir tal ato.
Primeiro, abriu o botão, lentamente, depois levou o zíper para baixo. L estava, talvez pela primeira vez na vida, envergonhado e confuso.
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(Ryuuzaki - L)
...Yagami-kun...
O que você vai fazer?...
...Eu sou um detetive, você devia ser um detetive também... Detetives não fazem esse tipo de coisa. Detetives devem se focar no trabalho... No trabalho...!
Mas...
...Não!
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(Cento de Investigação do Caso Kira - Quarto)
Raito literalmente arrancou a jeans do que estava acorrentado, constrangindo-o.
- Quero ver até quando você consegue ficar em silêncio... L. - Desafiou.
Sem piedade, Yagami colocou sua mão direita por baixo da peça íntima de Ryuuzaki e começou uma espécie de carícia - podendo até mesmo ser considerada uma "massagem". O detetive quase gritou, mas mordeu seus próprios lábios na intenção de não emitir som; havia aceitado o desafio, inconscientemente.
Passado algum tempo, a intensidade da "massagem" aumentou, sendo mais forte e rápida. L estava quase sofrendo de prazer, ainda se impedindo de gemer, gritar, entre outros. Porém, chegou um momento que este não agüentou e, ofegando, disse, aos berros:
- AAAAH, YAGAMI-KUN! EU DESISTO! - a partir desse momento, seus gemidos tornaram-se incessáveis, sua respiração estava descompassada, seu coração batia cada vez mais forte... - Continue! Continue!
Contraditório, Raito tirou sua mão do membro de L.
- ...Ya... Yagami-kun...?
- Implore, Ryuuzaki. - Respondeu, quase que como uma ordem.
- Eu te imploro, Yagami-kun... Por favor, mais...
O universitário riu.
- Há poucos minutos atrás, você estava me evitando...
- Não importa... Por favor... - L estava cada vez mais descontrolado, quase suplicando por continuidade - Yagami-kun, eu te imploro... Te imploro... TE IMPLORO!
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(Raito)
É tão bom ouvir isso vindo de Ryuuzaki...
...Eu acho... Que estou gostando de possuí-lo. De ter um certo poder sobre ele.
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(Cento de Investigação do Caso Kira - Quarto)
- Rendeu-se, Ryuuzaki? Fará o que eu disser?
- SIM, SIM! TUDO, MAS POR FAVOR, CONTINUE!
Raito tirou o último pedaço de pano que vestia o detetive - aproveitou e já jogou de lado suas próprias calças, que estavam apertando-o.
Partiu para cima do acorrentado, enquanto começava um beijo de surpresa, forçando sua língua contra a de L, que se entregava completamente. Yagami abraçava o outro com força, também enlouquecendo, puxando-o para mais perto impossível, enquanto as ereções se encostavam levemente, provocando os dois, dando-lhes cada vez mais libido...
Romperam o ósculo por duas razões: o detetive estava sem fôlego novamente e o que estava por cima dele decidiu passar sua língua por outros lugares.
Foi descendo: queixo, pescoço... L deliciava-se ao sentir o rastro quente e molhado que o outro deixava por seu corpo.
A língua - e, posteriormente, os dentes - do mais novo se encontraram com os mamilos de seu "amante", que soltava longos gemidos e cada lambida ou mordida que lhe era dada.
- Está se divertindo, Ryuuzaki? - Perguntou o universitário, enquanto passava a explorar uma região mais baixa, arrancando fortes suspiros.
O outro não respondeu mas, devido à sua expressão, era previsível que a resposta fosse sim.
Raito passou direto pela área mais sensível e segurou um dos pés do detetive:
- Você tem hábitos estranhos, Ryuuzaki... Mas fico feliz por tê-los, principalmente o de andar descalço. Adoro seus pés... - e beijou-o como se fosse uma saudação antiga, usada nas mãos das moças.
- Yagami-kun... - Agora foi a vez de L se pronunciar - Venha aqui.
O outro obedeceu, e chegou perto do rosto do detetive.
- ...Mais perto. - Ele não estava falando da face de Raito.
- R...Ryuuzaki! O que você pensa que vai fazer?
- O que eu puder fazer enquanto estiver com as mãos e braços imobilizados.
- Já que é assim...
Yagami ajudou o detetive a inverter completamente sua posição na cama; o fez ficar com os joelhos apoiados no travesseiro, de costas para cima, com os braços ainda sendo puxados para trás, devido à corrente. Sentou-se na frente dele, de pernas abertas.
- ...Faça o que bem entender. - Suspirou Raito, um pouco "inconformado".
O mais velho, com um pouco de dificuldade, abocanhou o membro do universitário, que sentiu um frio na espinha mas, para ajudá-lo, chegou mais perto.
L movimentava sua língua vagarosamente, fazendo uma leve, porém precisa, pressão. Yagami começou a gemer - mais ainda quando o detetive começou a não só lamber, mas também chupar.
- Ryu... Ah!... Ryuuzaki...! Ryuuzaki! - Chamava, entre gemidos. Segurou a cabeça do amante, acariciando seus cabelos pretos enquanto "ajudava" no movimento. - Eu...
Passaram-se alguns minutos. Raito quase não agüentava mais:
- Ryuuzaki! Eu... - Gemeu - Eu não consigo mais... Eu... Eu vou... - Disse, repentinamente virando o corpo de L para que este pudesse apoiar sua cabeça no travesseiro. - Vai doer.
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(Ryuuzaki - L)
Acho que vou morrer, pelo jeito que Yagami-kun disse iss---
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(Cento de Investigação do Caso Kira - Quarto)
- GAAAAAAAAAAAAAAAAH! - O detetive gritou, quando Raito colocou-se dentro dele. Escorreu uma lágrima.
- Ryuuzaki... - Yagami inclinou-se para baixo, ficando perto do rosto do amante - Você está bem...?
- N... N-não se importe com isso, Yagami-kun. - O semblante de L estava agonizado.
- Eu... Vou me mexer.
Como avisado, ele começou a se mover num vai-e-vem devagar; era difícil.
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(Raito)
...Ryuuzaki é apertado...
...Eu sinceramente nunca pensei que fosse pensar nisso.
Não importa.
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(Cento de Investigação do Caso Kira - Quarto)
Os dedos do pé de Ryuuzaki estavam dobrados fortemente; suas mãos fechadas em punho e, seus olhos, semicerrados.
Raito envolveu a cintura do mais velho com seus braços, carinhosamente:
- Relaxe, Ryuuzaki...
Seguindo o pedido, lentamente os dedos foram se desdobrando; as mãos se abrindo; os olhos fechando-se de modo calmo. Suspirou. O universitário, assim, reiniciou os movimentos.
A dor que L sentia era imensurável: sentia-se sendo partido ao meio. Porém, com o tempo, foi se acostumando, e permitiu que o outro aumentasse a força e velocidade.
Como que por telepatia, o mais novo prosseguiu, cada vez mais rápido, cada vez mais forte... Os gemidos e gritos tornavam-se mais constantes, mais intensos, mais prolongados. Ryuuzaki chamava por Raito, que respondia com um breve, suave, porém cheio de desejo "Eru..." (L).
Não bastava para Yagami. Segurou o membro do detetive e começou a puxá-lo, fazendo os mesmos movimentos que o amante deveria sentir dentro de si.
Eles iam se cansando; as respirações tornaram-se pesadas, porém teimosas. Raito não iria parar até que chegasse ao clímax. Não iria parar até que L também chegasse.
Numa última entrada, ambos gritaram.
- Ryuuzaki... - O universitário literalmente caiu em cima do outro, posteriormente rolando para o lado esquerdo da cama.
O detetive ofegava mas, mesmo assim, virou-se para o mais novo e deu-lhe um longo beijo, abraçando-o depois.
Juntos, adormeceram.
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(Ryuuzaki - L)
Eu... Não, nós... Nós fizemos realmente isso...?
Isso me deixa sem saída.
Será necessário... Descobrir suas verdadeiras intenções, Yagami-kun. Por mais que eu não queira.
...Aquela pergunta de antes... Você já descobriu quem roubou meu coração, Yagami-kun?
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