Espero que gostem do antepenúltimo capítulo dessa fic

como já foi dito no Yogurt, terei uma trilogia de fics! hehehe

Jack e Lizzie juntos com a turma de POTC não são meus!

O Johnny será! XDDD


Cap. 31

Assim que Elizabeth alcançou o convés ficou completamente paralisada com o que viu. Seu sangue parecia ter virado água de tão pálida e gelada que ficou.

Estava tudo meio escuro, as nuvens cobriam o sol e o mar estava revolto.

- Will? – ela disse finalmente saindo das sombras.

Ele se virou rapidamente.

- Elizabeth! – Will correu para ela e a abraçou forte, forte demais.

Ela retribuiu o abraço, sentia saudades dele, apesar de tudo, ainda o amava. Ele era o irmão que ela não teve. Mas o abraço estava a sufocando e ele estava gelado e completamente diferente, com cabelos compridos, olhos profundamente escuros.

- Will... – ela começou, estava tão assustada que sua visão só captava Will, mas ele a interrompeu com um beijo furiosamente apaixonado. Jack cerrou os punhos e fez uma careta de nojo:

- Como aquele maldito cruzamento de peixe com touro ousa tocar nela? – pensou Jack furioso.

Elizabeth tentou, mas não conseguiu retribuir e ele se afastou bruscamente, o estranhamento era visível.

Elizabeth desviou o olhar e viu Jack e os marujos do Pérola reféns dos homens do Holandês Voador. Todos tinham uma faca apontada para a garganta.

- O que está acontecendo aqui Will? – ela estava confusa e amedrontada. Logo Cotton e Raguetti subiram ao convés e também foram rendidos.

- Jack, esse maldito pirata mentiroso, quis me enganar! E você, está onde não deveria Elizabeth Turner! – Will disse com raiva e apertou o braço dela quando ela tremeu ao som do seu nome de casada. Ele estava imaginando o que acontecera entre Elizabeth e Jack enquanto estiveram juntos no Pérola, e o pensamento não foi dos melhores, sua cabeça doeu.

- Como assim? – Elizabeth não estava entendendo a reação malévola de Will.

- Eu esperava que você me disesse Senhora Turner! Afinal de contas você está aqui no navio desde antes do Natal, pelo que eu soube!

- Quem te disse isso?! – ela estava com medo. – Solte Jack e os outros, agora William!

- Quem é você para me dar ordens Elizabeth? – ele gritou.

Jack tentou ir para onde estavam, a fim de protegê-la, mas o marujo do Holandês estreitou ainda mais a proximidade entre sua faca e a garganta de Jack.

Os marujos do Pérola estavam tremendo, até Gibbs e Barbossa estavam apreensivos, estavam em grandes apuros novamente. Todos sabiam que mais cedo ou mais tarde isso aconteceria, mas eles não esperavam que fosse tão cedo.

O ano novo já tinha chegado, mas eles nem se deram conta.

Elizabeth sentiu uma dor terrível ao ver Will bravo e maldoso. Com certeza ele deveria desconfiar dela, tempos atrás, no fim do mundo, ele tinha acreditado que ela estava apaixonada por Jack, e isso o afetou tão profundamente que quase destruiu o relacionamento entre eles.

- Por quê está agindo dessa forma Will? Por quê todos os nossos amigos estão sendo ameaçados?! – Elizabeth disse altiva, tentando recuperar o orgulho que estava enfraquecido pela possibilidade de Will fazer mal a alguém.

- Você pensa que eu sou algum idiota?! Eles não são meus amigos! – disse Will segurando o braço dela e o apertando com raiva. – Todos estão conspirando contra mim! E você deveria estar na ilha na qual te deixei! Mas imagino porquê e com quem você saiu, meu amor! – ele disse a última frase por entre os dentes.

- Will... – Elizabeth começou, chocada.

- Espero que meu coração esteja em segurança! – ele estreitou os olhos.

- É claro que está, está na ilha! – ela choramingou. – Solte eles Will!

- Cale a boca! – ele gritou na cara dela, estava perdendo o controle.

- Hey seu zumbi eunuco! – gritou Jack, que não agüentava mais ficar quieto enquanto Will destratava Elizabeth. A faca do marujo que o ameaçava fez um pequeno corte em sua garganta, e o sangue escorreu.

- O quê?! O que você quer Sparrow?! – Will largou Elizabeth, que foi segurada por Bootstrap Bill, e correu para segurar o pescoço de Jack.

- Não imagina quanto tempo esperei para poder me vingar de você Jack Sparrow!

- Se vingar do quê?! – perguntou Jack com dificuldade.

- De você ter ficado completamente livre e VIVO... você que foi o culpado de tudo o que aconteceu! Você e sua mania de mentir e se achar mais esperto que todos ao seu redor! – Will suspirou e franziu a testa. –... e eu... eu fiquei fadado a levar almas de um lado para outro... MORTO... e sem MINHA MULHER!

- Me solte! - gritou Jack tentando se livrar do aperto das mãos de Will.

- Styx me contou muitas coisas! E agora percebo que você e Tia Dalma planejaram tudo! Para me matar e me pôr no lugar de Davy Jones para que você ficasse livre da promessa... e... – Will estava furioso, ele lembrou de Tia Dalma dizendo que via nele "um toque do destino". –... para você poder ficar com Elizabeth!

Finalmente todos os marujos estavam entendendo algo sobre tudo o que tinham passado

- Você está louco?! – perguntou Jack que finalmente se soltou do aperto de Will enquanto este vacilou, relembrando o passado.

- Eu sei que você a deseja! Desde sempre! Você com seus truques, suas piadinhas me chamando de eunuco, para me desmoralizar na frente dela! Você e sua mania de chamá-la de amor! Seus olhares! – a face de Will estava se contorcendo em dor. – E eu não esqueço a noite que você passou com ela abandonado naquela maldita ilha!

- Pare com isso Will! – gritou Elizabeth, ela não imaginava que Will havia percebido todos os sinais da paixão de Jack. – Me solte Bootstrap!

- Não posso Elizabeth, me perdoe! – disse Bootstrap triste, ele não concordava com o que Will estava fazendo.

- Essas escamas devem ter afetado seu juízo William! – Jack tentou brincar.

- Não Jack! Chega de mentiras e piadas sem graça! De Davy Jones você escapou, mas de mim não escapará! Já que não vivo mais, nem poderei viver, pois Styx não pode me ressuscitar – se eu beber a Água da Vida perderei a memória porque sou semimorto – e também sei que sua querida amiguinha Calypso não me ajudará em nada, farei você sofrer profundamente, destruirei tudo o que lhe é caro!

Jack tomou fôlego, ele teria que pronunciar palavras que poderiam o desmoralizar e destruir toda a imagem de pirata destemido que ele achava que tinha, e expor seus sentimentos – ele imaginava muito bem o que Will queria dizer com aquelas palavras – Will iria machucar Elizabeth.

- Elizabeth me é muito cara! – ele disse e esperou a reação de todos.

Alguns marujos do Holandês ficaram perplexos, mas para o restante isso não era nenhuma novidade.

- Disso eu já sabia idiota! – disse Will com raiva, agora ele tinha a certeza de que Jack desejava Elizabeth. – Mas como eu ia dizendo... não posso mais viver, mas posso existir por toda a eternidade! – ele agora esboçava um sorriso malvado. – E como Calypso não me ajudará... terei que dar meu jeito! – Will riu e olhou para Elizabeth.

O jeito que Will disse esse "terei que dar meu jeito" enviou calafrios à espinha de Jack.


Se Will não pode beber da água da fonte, o que será que ele quer agora?

Jack estava confuso, achava que Will queria a vida de volta para poder ficar com Elizabeth, mas tudo era completamente diferente do imaginado.


- O que você... quis dizer com isso? Will... – começou Jack, mas Will o interrompeu gritando.

- Vamos homens! Vamos terminar logo com isso!

- Terminar com o quê? Do que diabos você está falando Will? – Elizabeth gritou, ainda estava presa nos braços de Boostrap Bill.

- Calada Elizabeth Turner! – Will se virou para ela com fogo nos olhos. – Mais tarde conversaremos... à sós!

- O quê?! – disse ela boquiaberta.

- Nem pense em fazer isso William! – gritou Jack alterado, ficou frente a frente com Will e seu tom de voz era de desafio. – Você não vai levá-la daqui!

- Não vou?! – Will debochou e riu na cara de Jack.

Mas Jack não estava em condições de competir com a tripulação inteira do Holandês Voador. Como Jack, Gibbs, Barbossa, Raguetti, Pintel, Cotton, Marty – o anão – e o macaco e o papagaio poderiam vencer mais de 20 homens?

A cabeça de Jack parecia que ia explodir, tentava pensar rápido, tentava encontrar um modo, bolar um plano para tirá-lo dessa enrascada. Ele estava tão perto de Nassau, tão perto de deixar Elizabeth em segurança, em terra firme...

Ele se sentia profundamente arrasado... Will iria levá-la dali, tiraria sua donzela assassina de seu alcance... do alcance de suas mãos, de suas carícias. Não poderia mais vê-la sorrir e iluminar o mundo com seu jeito sapeca, não poderia sentir seu cheiro, não poderia mais beijá-la, fazer amor com ela e ahhhh! Jack estava desesperado.

- Por favor Will... – Jack suplicou. – Você está se precipitando menino! Eu não... – gaguejou –... eu não fiz nada de mais com Elizabeth, eu... eu fui parar por acidente na ilha onde ela estava... – mas Jack foi se enfurecendo ao lembrar das condições de Elizabeth na ilha. –... ela estava passando fome, frio, sozinha e abandonada, quase louca e bêbada! – gritou, mas logo amenizou o tom de voz, de nada adiantaria irritar mais Will, pelo menos não agora. –... e eu não poderia deixar uma amiga tão querida, mulher de um amigo tão querido, definhar até a morte! Savvy?! – Jack lhe sorriu fracamente.

- Deixe de falar besteiras meu maldito! – Will lhe deu um soco no estômago, Jack caiu no mesmo instante. Seu sorriso sumiu, e deu lugar a dor.

- NÃOOO! Jack! – Elizabeth gritou em dor, sentiu como se também tivesse sido atingida pelo golpe.

Todos os que estavam presentes de surpreenderam e tiveram pena de Jack, que gemia de dor no chão.

- Capitão! Capitão! – gritavam os marujos do Pérola.

- Calados seus miseráveis! – gritou Will com raiva e sua voz profunda congelou a todos. – De nada adiantará suas lorotas Jack Sparrow! Agora sei de todo o plano de Calypso, de sua conspiração contra mim!

Quase ninguém entendia porque Calypso e Styx estavam envolvidas nisso.

- Styx é uma traidora Will! Ela é uma mentirosa, o que quer que ela tenha dito é mentira! – disse Jack com dificuldades, lágrimas molhavam as bochechas de Elizabeth ao ver Jack tão humilhado, por sua causa.

Jack continuou. – Ela só quer o mal de Calypso, e não importa quem ela tenha que usar, ela quer causar dor, não deixe que isso aconteça com você bravo William!

- Não quero mais ouvir sua voz irritante Jack! – Will o ignorou. – Vamos embora homens!

Os marujos do Holandês já estavam começando a temer Will, como temiam a Davy Jones.

Will caminhou até Bootstrap e Elizabeth.

- Venha minha linda esposa! – Will agarrou Elizabeth pela cintura.

Ela chorava e o olhou como se não o reconhecesse.

- Por quê está fazendo tudo isso Will? – ela tentou se livrar dos braços dele.

- É melhor você ficar calada e vir comigo! – ele disse em seu ouvido. – Se não quiser que eu mande matar todos eles agora!

Ela arregalou os olhos, incrédula.

Elizabeth soluçava agora, depois de tudo o que aconteceu, teria que dizer adeus a Jack Sparrow, ao homem que ama.

Ela não tinha mais voz, estava rouca de tanto gritar, não entendia o que estava acontecendo, o porquê do doce William que ela conhecera ter se transformado numa cópia de Davy Jones!

Ela não queria acreditar que o pobre capitão que conduzisse o Holandês Voador teria que ficar – inevitavelmente – cruel.

Jack a olhou profundamente, ela não poderia desistir de lutar.

- Lizzie! – ele levantou e foi logo agarrado por um tripulante do Holandês. – Me largue seu desgraçado! – ele gritou na cara do homem. – Não vá! Não a leve William! Seja lá para onde você vai!

- Vá para o inferno Jack! – Will gritou em resposta. – E agradeça aos céus por eu não matá-lo junto com seus tripulantes agora mesmo! Vou levar Elizabeth comigo, e não te interessa o que faço com ela!

Elizabeth estava aérea, ia perdendo as forças de tão chocada que estava. Parecia hipnotizada. Várias coisas a atormentavam, a perda da virgindade com Jack, seu romance, a traição a Will, e principalmente, a assustadora suspeita de gravidez – era cedo demais, ela bem sabia – mas isso era sua principal fonte de medo.

O que acontecerá a ela quando Will descobrir que ela se entregou a Jack?

Ou melhor, o que acontecerá a ambos quando Will descobrir que fizeram amor e, além disso, Jack provavelmente fez um filho nela?

- Me salve Jack! – ela sussurrou enquanto Will a puxava para a amurada. – Não me abandone... – ela disse fracamente, num murmúrio quase inaudível, rouca, com o rosto molhado de lágrimas, estava quase desfalecendo, de repente algo parecia sugar sua vida.

Jack a olhou nos olhos e franziu a testa com pesar.

- Lizzie... – ele murmurou enquanto ela passava por perto e a olhou, com um daqueles olhares que enfureceriam qualquer marido que visse um homem a olhar sua mulher daquela forma e que derreteriam o coração de qualquer dama.

- Você ainda pede para ele te salvar, bem na minha cara Elizabeth! – exclamou Will que a arrancou do Pérola com violência.

- NÃO! Não faça isso William! – gritou Jack, estava ficando com um ódio mortal de Will. – Lizzie!

Will se regozijou no convés do Holandês Voador, Elizabeth estava desacordada em seus braços.

Finalmente o marujo soltou Jack, e os outros libertaram o restante.

Saíram do Pérola Negra e Jack subiu até a popa do navio, tentou pular para buscá-la, mas Barbossa e Gibbs o seguraram.

- Agora não Jack! – disse Barbossa sério.


Will o viu e gargalhou.

- Você jamais voltará a pôr seus malditos olhos nela!

- Isso é o que veremos seu zumbi eunuco! E CHIFRUDO! – Jack gritou de ódio. – Vou matar você seu peixe dos infernos! Eu juro!

Will continuou a gargalhar, finalmente realizaria o seu acordo com Styx.

Ninguém jamais tinha visto Jack tão furioso quanto nesse dia.


No Holandês...

Elizabeth estava desmaiada, algo estava a enfraquecendo e Will a pôs na cama de sua cabine. Estava tudo molhado e o frio dentro e fora era cortante. Ela tremia e Will por um momento sentiu pena dela, mas logo lembrou dela se derretendo com o olhar de Jack e se enfureceu.

- Você vai ficar comigo Elizabeth, para todo o sempre! E nunca mais deixarei você e Jack se olharem novamente! Nunca! – Will disse enquanto se abaixava para depositar um beijo nos lábios inertes dela e depois sorriu.

Em breve chegariam à Fossa das Marianas onde Will encontraria um novo amigo.

Fora dali, no porão do Holandês, um marujo acorrentado estava tentando fugir, ele fora muito importante em vida, mas agora, teria que servir a Will por 100 anos... ele não temia a morte, pelo menos ele acreditava que não temia, mas antes de morrer, os gritos de uma moça o fizeram tremer de medo... medo do que aconteceria com ela agora que estava sozinha no mundo... queria protegê-la, vê-la outra vez. E agora que estava tão perto de realizar seu desejo, o Capitão o prendeu, pois sabia que ele não ajudaria em seu maligno plano.


No Pérola...

Jack estava sério, calado, olhando para a direção na qual o Holandês Voador tinha desaparecido.

Os marujos estavam preocupados com ele.

- Eu nunca tinha visto Jack tão bravo! Com tudo ele faz piadas e ri, mas hoje, ele ficou transtornado! – disse Gibbs para os outros.

- Eu não sei mais o que fazer! – disse Barbossa desolado. – Creio que o que acabou de nos acontecer não estava nos planos de ninguém... nem dos deuses!

Os outros assentiram com a cabeça, tinham medo.

O macaco Jack estava com suas mãozinhas próximas à perna direita de Jack, queria subir até o seu ombro, mas tinha medo.

Parecia que até mesmo aquele mascote amaldiçoado tinha noção do que ocorrera no Pérola.

Jack estava perdido em pensamentos, os marujos não sabiam mais para onde ir então Barbossa – que também se considera capitão do Pérola – tomou as rédeas da situação.

- De nada nos adianta ir à Nassau agora! Aliás, eu nem sei por que inferno iríamos lá! – disse Barbossa subindo até o timão. – Vamos para a antiga ilha de Tia Dalma!

O sol estava lançando seus raios por entre as nuvens, devia estar um pôr do sol divino, mas mais uma vez eles nem podiam apreciá-lo.

Finalmente Jack saiu de seus devaneios e se virou para Barbossa, e assustou a todos os que viram seus olhos.

Os lindíssimos olhos negros de Jack estavam sem brilho algum, apesar da fraca luz do sol que se projetava além das nuvens.

- Porquê a ilha de Tia? – disse Jack e sua voz estava falhando.

- Porque tem algumas coisas lá que nos podem ser úteis!

- Mas... aquele touro desgraçado me disse umas coisas sobre a ilha atualmente, disse que não encontrou nada a não ser cadáveres e pessoas estranhas! – disse Jack e o sangue lhe subiu às bochechas, estava com raiva só em lembrar de Will.

- Você acredita no que ele disse Jack? – perguntou Barbossa estreitando os olhos.

Jack o olhou por um momento e sacudiu a cabeça negativamente.

- Não Barbossa! Ele mente mais do que eu! O que é uma façanha e tanto! – disse Jack com um sorriso meio sem graça e pousou uma mão no ombro de Barbossa enquanto passava por este. – Guie o navio para onde quiser.

Viu Gibbs e deu-lhe um tapinha no braço e saiu de perto do timão.

Barbossa estava com um fio angústia. Nunca esperou ver Jack assim, em dor, e também nunca pensou que sentiria pena dele e um desejo de ajudá-lo.

- Vou ajudar Elizabeth, que merece, e não esse idiota metido a gênio! – disse para si mesmo.


Jack foi descendo as escadas e se deparou com o olhar de pesar do restante da tripulação.

- O que foi? – disse ele mortalmente irritado com a compaixão que via estampada na face suja dos piratas a sua frente. – Nunca me viram?!

- Nada capitão! Nada! – responderam todos ao mesmo tempo.

- Vou para a cabine agora, e que absolutamente ninguém me importune! – disse quase gritando. – Preciso pensar, SAVVY?!

- Aye! Aye! – os marujos pareciam um coral, falando as mesmas coisas, ao mesmo tempo.

Jack entrou e fechou a porta da cabine com um estalido seco.

Barbossa começou a virar o navio em direção à ilha de Tia Dalma.