No episódio anterior...
- Pelo visto ela já soube... – disse entristecido.
- Em partes... – respondeu Mu em um clima igualmente fúnebre.
Os dois então observaram o momento que Miro foi ao encontro da prima. Abaixou-se ante ela e a abraçou ternamente, enquanto ela ainda chorava como antes, mas agora estava reconfortada nos braços de quem tanto amava. O escorpiano afagava-lhe os cabelos, tentando acalmá-la, mas ela soluçava de tanto que chorava.
. Cap. XII – A Descoberta
- Anne, se acalme...
- N-n-não d-dá...!
E chorou mais ainda. Os outros então puderam ver que uma lágrima também escorreu pelos olhos azuis de Miro, que logo após fechou-os, como se guardasse dentro de si o verdadeiro sentimento daquela lágrima.
- Acho melhor deixar Miro explicar tudo sozinho... – disse o ariano para o leonino.
- Sim, ele saberá lidar melhor com isso sem a nossa presença.
- Somente Miro poderá ajudá-la agora.
Aioria concordou com a cabeça, enquanto se voltava para anos atrás, quando ele passava por uma situação parecida. E os dois então saíram. Mudos, tristes, arrasados... Um misto de sensações passava pela cabeça e a alma dos dourados.
Concordaram em esperar próximo a porta de entrada, para não parecer que estavam escutando ou coisa parecida, sem contar que os dois precisavam de um pouco de privacidade enquanto a conversa na sala fúnebre continuava...
Na Sala
- Anne, tente se acalmar pra eu poder te explicar o que aconteceu...
- Miro, não dá pra acreditar... – ela ainda chorava bastante. – Não... Falei há poucos dias com Giane e...
Desatou novamente a chorar; a dor da perda era muito grande. Era a segunda vez que via pessoas que ela amava sendo levada para longe dela, em menos de quatro anos, e dessa vez o que sentia parecia ser ainda pior. Mais agonizante.
- Você deve estar cheia de perguntas... Se acalme que eu as respondo...
Ante aquelas palavras, a francesa respirou fundo e tentou se controlar, mesmo que fosse por alguns instantes. Precisava saber de tudo, tudo mesmo que tinha se passado em exatos doze meses que ela tinha ido embora. E não havia pessoa que ela mais confiava ali, naquele lugar, e que lhe diria toda a verdade. Seu primo. Miro a fitou nos olhos e lhe ajeitou os cabelos morenos, que lhe caiam sobre o rosto.
- Mais calma, petit?
- Oui... – respondeu em uma falsa tranqüilidade.
Ambos se calaram e Anne não chorava mais como antes Queria respostas, e não as teria se continuasse a ter o pranto mais alto que o tom de voz do rapaz a sua frente, que continuou abaixado frente à prima, aparentemente mais calma. Ele sabia como ela era curiosa.
- Quando isso aconteceu? Faz tempo?
- Não... Há uma semana tudo acabou. Da pior forma possível, mas ainda assim acabou.
- Pensei que tinha sido logo após minha ida...
- Não, não. – negou o rapaz. – Confesso que depois que você se foi, as coisas começaram a ficar diferentes, em especial Saga e Carlo, que ficaram agressivos e estranhos. Mas tudo estava diferente, muito diferente,
- Diferente como? – disse limpando os olhos. – Como isso aconteceu?
- Não sei dizer como... Mas tudo começou quando...
Flashback
- Athena... – e Aioria se ajoelhou antes à deusa.
...
- Mestre, quero falar com Athena.
- Como é? Quem pensa que é para falar com tamanha ousadia, Aioria de Leão?
...
- SATAN IMPERIAL!
...
- Novos cavaleiros estão invadindo o Santuário.
- São os traidores de Athena!
- Então nosso dever é protegê-lo, Mestre.
...
- Viemos salvar Saori, mesmo que isso custe nossas vidas!
...
- Cassius? Por quê? Aioria, o que está acontecendo?
- Cápsula do Podeeer!
...
- Escolha um dos seis infernos, Fênix. Esse é o seu destino.
...
- Shiryu, você não deve morrer. Volte lá e lute por Athena!
...
- Mestre, não! Mamãããe!
...
- Eu não quero lutar... Ikkiiiiiiiiiiiiii!
...
-Saoriiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii!
Fim do FlashBack
- Miro, tá tudo bem?
Foi com essas palavras que o pequeno trailer na cabeça do dourado se desfez. Ele deu um sorriso e pôs-se a explicar muitas das coisas que haviam acontecido. Algumas não em detalhes, com o intuito de poupar a prima, mas ainda sim as explicou.
Anne ficou em choque com tudo que ouviu. Jamais imaginou que todos ali eram lutadores, e que protegiam algo maior. Soube do sofrimento e das lutas de quem tanto amava, protegendo seu lar e suas virtudes. Sem se dar conta, aquela energia que a envolvia somente aumentava.
- E de onde surgiram esses "cavaleiros" invasores?
- De várias partes do mundo. Eles foram enviados, ainda pequenos, para diversas partes do mundo. Lá batalharam até conseguirem suas armaduras. É assim com todos os cavaleiros, embora antes fosse mais fácil o percurso...
- E por que eles vieram até aqui? Por que mataram os meninos?
- Como eu disse, Saga não era uma pessoa de bem. Ainda que tenha se arrependido depois, ele tentou matar Athena duas vezes. – pausou por um minuto. – Os "invasores" apenas subiram as Doze Casas em busca de Saga, que poderia eliminar o ataque de Tremy.
- Miro, isso é absurdo! – protestou a garota. – Por que Saga mataria Athena?
- Para obter poder. Ele sempre o quis. O que ainda não entendo... – e então sussurrou. – como ele não tentou te matar...
- O que disse? – perguntou curiosa; não tinha ouvido o que ele acabou de dizer.
- Ahn? Nada. – desconversou.
Calaram-se novamente. Anne quebrou o silêncio dessa vez, ainda tomada pela curiosidade a ânsia de saber tudo sobre o fato que levou para longe de si seus queridos amigos...
- Pra mim é tudo surreal, sabe...? Sexta falei com Carlo e Dido, eles estavam até que bem... O Shura fazia palhaçada, eu podia ouvir o Carlo mandando ele se calar. Depois o Dido falou que você e Kamyu estavam lá do lado. Perguntaram de mim, Dido se encantou com meus trabalhos da faculdade, Carlo o xingando e... Eu ainda não consigo acreditar em nada que...
E uma lágrima novamente saltou pelos olhos verdes da garota e rolou pelo seus rosto pálido, já vermelho e inchado, de tanto chorar. Miro observou, com profunda lamentação, enquanto ela desabafava. Era horrível que ela tivesse que partilhar da dor que ele mesmo não suportava. A garota então se encostou carinhosamente no tumulo de Aquário e, depois de respirar fundo, disse com amargor:
- Sabe, Miro... É... Muito triste você sonhar com uma pessoa por anos, e quando finalmente a encontra, a perde pra sempre...
As lágrimas vertiam em grande intensidade, mas a garota prosseguia. Virou-se então de costas para o primo e tocou as duas mãos na lápide, como se estivesse tocando em um espelho. Lembrou-se daquela despedida no hotel, um ano atrás, e por um momento se arrependeu. E se ele tivesse largado tudo por ela? Ele certamente ainda estaria vivo, e com ela.
- É muito difícil enterrar um grande amor...
Agora ela chorava em desespero. Miro, já não se preocupando mais em se controlar ou se conter, deixou uma outra lágrima cair e, agora sim, demonstrava o abatimento que aquilo tudo lhe causou. Resolveu desabafar:
- Anne... Posso até não saber o que é enterrar um grande amor, mas... – abraçou-a por trás. - Sei o que é enterrar o melhor amigo... – e sua voz foi se tornando fraca. – Que é esse que você chora em cima do túmulo dele.
Miro não mais se importou com nada, apenas começou a botar sua dor para fora, através de lagrimas que insistiam em cair. Não, não havia mais o "orgulho"; ele era um ser humano como outro qualquer e ainda que a morte fizesse parte da vida, ele não estava preparado para lidar com ela. Eram todos tão jovens e cheios de sonhos...
Ambos choraram em silêncio, embora juntos. Sim, os motivos eram diferentes. Anne chorava por perder o amor de sua vida, Miro por perder o melhor amigo. Os sentimentos de cada um eram diferentes, mas a dor também seria? Cinco pessoas queridas se foram em menos de doze horas. Doze horas que podem representar um dia normal na vida de qualquer pessoa: trabalho, escola, família... Em doze horas, a metade de um dia, cinco preciosas vidas se foram para sempre...
- "Que os deuses abençoem suas almas e as leve direto para os Elíseos...". – rogou Anne em pensamento, com profunda devoção.
E seu cosmo se intensificava. A forte aura lilás se fazia cada vez mais presente e mais perceptível, ainda que somente para os capazes de senti-la. O rapaz já não se preocupava; naquele momento nada mais existia, era como se o tempo tivesse parado e o mundo estivesse vazio.
Os dois permaneceram naquele estado até serem despertados pelo barulho que a porta fez ao ser aberta. O escorpiano tentou se recompor, ao passo que a garota nem se importava. Pelo cosmo, Miro reconheceu quem adentrava o recinto e então enxugou as lágrimas da prima, bem como lhe ajeitou os cabelos.
- Miro, não precisa se preocupar. É somente minha irmã... – disse em tom sereno.
- Ahn?
Agora sim ele estava realmente surpreso. Então Anne sabia? Como? E desde quando? Bom, isso já não importava mais. Voltou ao normal e logo ajoelhou ante a deusa que já estava no recinto.
- Athena...
A garota japonesa somente sorriu, em tom de compaixão. Sim, ela era a deusa deles, e de tudo ela sabia, assim como sabia quem era a garota que permanecia ajoelhada e profundamente triste.
- Miro, se importaria se eu tivesse uma conversa a sós com ela?
- Absolutamente. Com sua licença...
O escorpiano então se levantou e saiu daquela sala, fechando a porta. Lá fora, os outros cavaleiros estavam a sua espera, mas ele nem se pronunciou. Essa atitude irritou Aioria, que teve que ser contido por Mu. Nenhum dos três ali saberia precisar o que aconteceria naquele encontro.
Dentro da sala, Anne voltou-se para a garota, e observou que era um pouco mais nova que ela e tinha os cabelos bem maiores que os seus. Segurava um báculo em uma de suas mãos, e usava um típico vestido de divindades gregas. Seus olhos procuravam os da garota que estava ajoelhada, e elas nada disseram. Ambos os cosmos emanavam, fazendo com que os coloridos vitrais da sala ganhassem um brilho único e especial. Afinal, fazia anos que ambas não se encontravam e agora estavam ali, frente a frente.
- Perséfone, sinto muito...
- Sente? – fitou a garota nos olhos. – Sente pelo que, Athena?
- Por tudo que aconteceu. Sei que está triste com todos os fatos, e eu te entendo, mas...
- Por que, hein, Athena? Por quê?
- Tudo aconteceu porque foi preciso. Os deuses assim desejaram...
- Não, isso jamais! – disse ríspida. – Você é a culpada!
- Como? – perguntou surpresa.
- Isso mesmo! Cavaleiros lutando entre si, em busca de coisas inúteis...
- Perséfone, mas foi Saga quem...
- Não! – interrompeu a garota. – Não ouse falar de Saga, porque você não o conheceu!
As duas agora discutiam.
- O que sei dele é que tentou me matar duas vezes!
- Athena, você que é a Deusa da Sabedoria, não percebeu? – interrogou incrédula com a sua inocência. – Aquele era um Saga dominado por Ares! Ares, Deus da Guerra, nosso irmão!
- Co... Como?
Athena agora estava realmente surpresa. Como ela não percebeu? Saga era um fantoche que escondia Ares? Como a deusa recém desperta tinha constatado aquilo antes mesmo dela? Era mentira, só poderia ser. Tentou imaginar os motivos para Ares querer sua morte, e realizou que eram infinitos. Mesmo assim, não poderia ser verdade.
- Você jamais vai saber do que estou falando, Athena. Porque você desconhece esse sentimento...
Perséfone novamente chorava. Olhou para trás e viu novamente as cinco lápides, cinco cosmos apagados, cinco pessoas perdidas...
- Cora, sinto muito por tudo que aconteceu, já disse. Mas era pra ser assim.
- Não, Athena, não era. Você fez com que tudo fosse assim. – desabafou. – Sempre com princípios idealistas, sempre manipulando pessoas... Por que colocarem garotos para lutarem entre si? Que paz é esta que você defende?
Athena calou-se. Realmente não havia argumentos para rebater suas palavras. Perséfone se levantou e ficou a frente da lápide de Aquário, olhando com desprezo a irmã, que insistia em ser odiada por todos, exceto Zeus.
Novamente a quietude se fazia presente. Saori, a deusa Athena, olhava para aqueles túmulos e apenas pensava, se é que havia alguma coisa para se pensar. Anne, após algum tempo, se recostou na lápide a qual estava em frente e suas lágrimas ainda fluíam.
- Você nunca vai saber o que é o amor, Athena. Jamais...
- Talvez, Perséfone. Mas talvez você também não saiba.
- Eu sabia, até você levá-lo embora.
- De quem fala? – indagou surpresa.
- De Kamyu...
- O cavaleiro de Aquário? – se surpreendeu mais ainda.
- Oui... – e a garota se lembrou de seu amado como se estivesse ali.
- Mas, Cora... Pensei que seu marido era outro. Ou estou errada?
- Oficialmente, sim. – concordou com a cabeça. - Mas a verdade é que me casei não por amor, mas sim por obrigação. E ainda que meu corpo seja de meu marido, meu coração não é. E por isso, todas as encarnações, volto e me apaixono por aquele que amava em terra antes de partir... Os rostos e os corpos mudam, assim como o meu, mas a alma... É sempre a mesma. E o sentimento também...
Por algum tempo, Athena se sentiu culpada. Não que fosse, de fato, sua culpa, mas após ouvir as palavras da irmã, que parecia tão vulnerável naquele momento, o sentimento não poderia ser outro.
- Infelizmente esse é o destino dos mortais. Mas isso prova que nós, deuses, ainda existimos e estaremos sempre presentes entre eles.
- Nunca te perdoarei, Minerva. Mas uma coisa eu lhe digo. – e então se levantou. – Você não foi a primeira e nem será o último deus a reencarnar na Terra.
- Eu sei. – e fez uma pequena pausa. - Mas enquanto houver esperança, lutarei pela paz e justiça neste mundo.
- Não faça da sua justiça a justiça dos homens, porque você não lhes trouxe a paz, e sim a guerra. – disse fitando-a nos olhos. – Mesmo em tempos como estes.
Caminhou rumo à porta, em direção a Athena. As duas se olhavam e Perséfone, ao chegar próximo da irmã parou um pouco mais atrás e então lhe disse, em tom de aviso:
- Você tem onze deuses a seu favor. Não faça que eles se voltem contra você.
Deu mais três passos curtos, abriu a porta um pouco e parou novamente. Estavam de costas uma para a outra, cada qual com seus pensamentos.
- "Por favor, meus cavaleiros, me perdoem! Desculpem-me por não entender, por não estar presente..." – foram estes os pensamentos de Athena.
- "Meninos... Talvez eu não esteja com vocês agora, mas peço que me esperem... Quero ao menos me despedir...". – e estes foram os pensamentos de Perséfone.
A porta então se abriu completamente. Todos os cavaleiros ali estavam reunidos, somando dez. Ao contrário do que todos pensaram, foi Anne quem abriu a porta, e não Saori. Os cinco cavaleiros de bronze se puseram em posição de ataque, enquanto os dourados sequer se moveram; conheciam mais a francesa do que a própria deusa.
Com um olhar sóbrio e um par de olhos verdes penetrantes, Anne deu alguns passos rumo à saída do "Descanso dos Eternos", sob os olhares ameaçadores dos bronzeados e curiosos dos dourados. Não disse sequer uma palavra, e muito menos exibiu o sorriso que os cavaleiros de ouro estavam acostumados.
- Cadê a Saori? – perguntou um menino moreno, com uma cara muito intimadora.
Anne apenas olhou para ele com um grande olhar de desprezo até que parou. Tal gesto fez com que os protetores de Saori ficassem nervosos, com exceção de Hyoga, que manteve um tom sereno, e os dourados.
- O que você fez com ela? – intimou Seiya já indo ao seu encontro.
A garota continuou com o mesmo olhar, o que o irritou mais ainda. Miro se adiantou e se pôs entre os dois, como se dissesse "Nem pense em se aproximar".
- Já chega, Seiya!
- Saori. – disseram ao mesmo tempo os bronzeados.
- Athena... – e os dourados ajoelharam-se.
Anne, após dar uma olhadela para a cena, continuou a caminhar em direção a porta. Seiya, Shiryu, Shun e Ikki se aglomeraram ante Saori, curiosos sobre tudo que havia acontecido. Mu, Shaka, Aldebaran, Miro e Aioria fizeram o mesmo, só que frente à francesa. Hyoga ficou parado entre os dois grupos, apenas observando, sem saber com quem deveria ir.
- E então, o que fará agora?
A pergunta veio de Mu, como se fosse o "tradutor" do pensamento de todos.
- Voltar à França. – respondeu precisa.
- O quê?!
As palavras foram unânimes no recinto. Anne olhou para todos com uma cara de dúvida, não esperava aquele tipo de reação deles.
- Que imaginavam que eu faria? Criaria um séqüito de cavaleiros e viveria em um tempo mais antigo que o meu? Não, vou voltar à minha vida na França, onde sempre morei.
- Mas você é uma deusa! – disse Aioria num desabafo.
- Não, Aioria, metade de mim é. A outra metade é Anne, e somente Anne. E é Anne quem me faz feliz, não Cora.
Novamente o silêncio fúnebre.
Hyoga então apertou sua mão e deu um passo, ainda hesitando, em direção à deusa. Sabia que devia ser feito, mas mesmo assim, algo lhe impedia. Talvez fosse medo, talvez tristeza. E tudo então ficou mudo para ele.
O cavaleiro de gelo só voltou a si quando viu a bela mulher caminhar, livre de qualquer pessoa. Os dourados pareciam não terem se conformado, mas ainda sim entendiam a decisão dela.
Quando Anne já tinha atravessado a porta principal e estava frente às escadas, olhou o céu. Já era noite, e uma lua crescente iluminada reluzia naquela escura noite, salpicada de estrelas. Anne a contemplou e pensava consigo, quando foi interrompida. Pela cor dos cabelos, pensou em se tratar de Shaka, mas logo viu que a armadura era diferente.
- Me desculpe...
- Quem é você? E o que deseja?
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N/A:
Mil perdoes pela demora!! O trabalho e a faculdade estão incrivelmente puxados e eu mal estou tendo tempo pra mim... Em contrapartida estou cheia de idéias, e espero publicá-las em breve!
Bom, mais uma parte da história! Um encontro entre Athena e Anne, algo meio inesperado, não? Enfim, me digam o que acham D
Um grande beijo pra todos que lêem e/ou comentam...
Dani
