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P.l e a s e W.a r n
A partir daqui fique sabendo que esta fanfiction possui um conteúdo YAOI(relação garoto×garoto) se não gosta feche a janela, olha vou ensinar rapidinho...em dois passos
1 – procure na barra de cima um botão vermelhinho com um X branquinho
2 – Leve o seu lindo mouse (seta) até ele e dê uma clicada leve (não quebre o mouse)
Pronto, está livre da minha fanfiction sr. homofóbico...
Simples assim! D
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Bom dia! Boa Noite! Boa Tarde! Boa manhã (o.O) ! Boa Madrugada , Bem vindo à página №11 da fanfiction "Chocolate com Menta"...Se não se intimidou com o aviso acima, siga abaixo!
Continue a nadar
Continue a nadar
Continue a nadar...
Pronto! (o.o) e como eu disse aqui se encontra a descrição...
Nome : Chocolate com Menta
Criadora : Nii Souma
Shipper principal: Hao Asakura × Lyserg Diethel
Disclaimer: Shaman King não me pertence (infelizmente) só roubei os personagens temporariamente para divertir as pobres almas entediadas que vagam por esse site.
Letra em itálico – pensamento ou Flashback
Frase depois de um hífen – Fala do personagem
Frases normais – história
Um monte de setinhas – mudança de tempo ou espaço...(tipo essas abaixo -)
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Capítulo 11 – Decadência
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Impossível.
Foi o quê eu murmurei para mim mesmo quando percebi que Lyserg não estava mais ligado à mim,que meu único amor tinha sumido.
Inaceitável.
Foi o que eu falei quando notei que tudo estava perdido, que Lyserg não estava mais entre nós, que ele nunca mais estaria em meus braços, que eu nunca mais beijaria aqueles lábios deliciosos,suaves e macios
Imperdoável.
Foi o que eu gritei, sozinho, no meu quarto...quando reparei que eu nunca mais poderia ser feliz, que a minha felicidade tinha morrido junto com Lyserg.
Já haviam se passado duas semanas desde o acidente, após termos percebido que Lyserg saíra de casa, o que eu nunca podia ter deixado ele fazer, mas eu tinha sido tão estúpido, pensando que ele estaria sempre ali, ao meu dispor, que ele estaria sempre sorrindo para mim, ou que ele sempre me obedeceria.
Eu nunca notei, que ele era uma alma livre.
Diferente de mim, que estava sempre preso a uma obrigação, a um luxo, a uma chantagem.
Acabou. Minha vida acabou, o resto dos meus dias serão passados nesta cama. Maldizendo minha conduta. Resmungando sobre tudo que fiz de errado. Chorando por esse amor que nunca deixou de ser vívido em minha mente.
Foi algo inesperado. Tudo que aconteceu.
Eu sempre fora tão sádico. Sempre me introvertia, a cada paso, escondia mais meus resquícios humanos...escondia mais meus sentimentos. Que eu, como todos os outros me emocionava as vezes.
Meu único traço de humanidade era a necessidade de prazer.
Como esse garoto, conseguiu fazer tudo que eu levara anos para esquecer, vir à tona. Foi aos poucos, que me envolvi nos seus doces olhos, que me senti tão bem com a sua simples presença, que me tornei obcecado pelos seus beijos. Que delirava com um simples toque da sua pele morna.
O pior. Era que o fantasma dele corria pela casa, vertendo seus fluídos vitais. Só eu via-o. Só ele me via... Ele me provocava, lançando olhares lânguidos...chegando perto para tocar minha face e logo após sumindo no ar...
Uma vez. Ele sentou na minha cama, e ao juntar seus lábios aos meus, passou pelo meu corpo. Como qualquer instrumento extracorpóreo. Ninguém vinha ver-me. Por acharem que eu estava ficando doente. Eles tinham toda a razão.
Essa perda tinha me deixado completamente doente.
Eu ficava por dias sem comer ou beber, trancado na minha suíte ede luxo. Deitado na cama...as vezes dando gritos lacônicos, e outras soluçando e gemendo de tristeza. Eu raramente via televisão. Raramente tinha contato com o mundo lá fora. E todos me tratavam como uma criança.
O quê me exasperava era não ter achado seu corpo. Não ter te visto pela última vez...Não ter me ajoelhado para lhe pedir desculpas por todos esses joguinhos de sedução quando sua vida estava em risco. Como eu pude ser tão ignorante.
Ignorante a ponto de não notar que ele era uma pessoa viva, que respirava...que se atraía...que podia morrer. A vida sempre me pareceu uma folha seca...frágil, quase quebrando. Eu só não esperava que isso fosse seguido exatamente à risca. Eu também não esperava que isso pudesse acontecer comigo.
Chegar a esse estado de decadência. Um ser tão onipotente como eu, eu até pareço uma criança...me negando a admitir que ele não está mais aqui.
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Meus cabelos foram puxados com força...senti um choque quando meu corpo colidiu com o chão frio...lágrimas de dor foram aos meus olhos. Onde eu estava?
- Levante-se! Seu Cretino! – a voz áspera e fria ressoou na sala
Meu corpo era pesado demais...eu não conseguia nem mover-me, tinha medo do que viria após isso. Muito medo...
- Ah, é? Não vai se levantar? – Perguntou alguém num tom sádico
Ouvi o estalar de um chicote e logo após uma dor lancinante nas costas... Um grito alto atravessou minha garganta...e logo após começei a gemer de dor. Fiz toda a força que pude para levantar-me...abri meus olhos e encarei uma mulher magra, de cabelos azulados e olhos vulpinos. Olhos escalartes como o sangue que agora vertia de minhas costas ... olhos comprimidos em mostra de pura raiva.
- Q-quem é você? – Perguntei com um fio de voz...me sustentando numa parede.
- Isso não lhe interessa! – gritou ela, fazendo instintivamente com que eu recuase batendo as costas numa parede lisa – E não quero que me dirija a palavra ,Maldito!
Recuei novamente. Me expremendo contra a parede.
- Fique nesta sala, Meu mestre virá vê-lo daqui a alguns segundos – murmurou ela enquanto andava para perto de uma porta fortificada, o baque metálico que ouvi quando ela fechou a porta fez tremer o chão.
Caí no piso...tremendo de frio. Eu estava com uma calça jeans surrada. A mesma que eu tinha usado para fazer compras, agora toda molhada minhas costas tinham a marca da chicotada. E ainda ardiam.
Observei a 'sala' na qual eu me encontrava...era pintada de azul petróleo, tinha uma persiana clara perto da janela e um tapete pomposo no meio. Era tão grande e tão vazia que os sons faziam eco.
Me deitei no tapete, de costas...senti a dor se agravar e levantei. O tapete tinha uma grande mancha avermelhada agora. Só esperava que não me castigassem por isso.
Sem poder me deitar manquei até a janela, notei que já era noite e que chovia abundantemente...adormeci vendo a chuva cair, lembrando dos bons momentos da minha vida, dormi, sonhei...
"- Mamãezinha! – gritava um menino novinho
- Sim, Lyserg? – Perguntou uma mulher de voz suave e acolhedora, acariciando os cabelos rebeldes do filho que acabara de completar 5 anos – O quê foi? Porquê está gritando?
- Mamãezinha, tem uma moça na porta querendo falar com a senhora – falou ele sorrindo – Ela disse que queria ver o papai, eu contei para ela que ele tinha saído já há um tempo. Mas ela insistiu em ver o papai.
- Já estou indo,Filhinho – Falou a Mãe com um sorriso amável
Lyserg se dirigiu à sala, onde ele sabia que poderia ouvir o que a mãe conversava com a tal estranha, que tinha sido tão áspera com ele.Os sons eram abafados então Lyserg se aproximou mais da parede.
- O quê? O meu marido não tem tempo de ir à um bordel! – gritava a antes tão calma Mãe de Lyserg
- Claro que tem. Ele é nosso cliente número um. – murmurou a prostituta sarcasticamente
Ele ouviu o som claro de um tapa, seguido de outro. O som forte da porta batendo, tratou de prestar atenção na televisão. Não queria que a mãe soubesse que ele prestava atenção nas suas conversas.
A Mulher entrou na sala com uma marca arroxeada no rosto. Lyserg se levantou e correu até a mãe num misto de medo e preocupação.
- Mãezinha? O quê foi? O que aconteceu? – perguntava ele pulando
Sentiu um tapa queimar em seu rosto,olhou para mãe com lágrimas nos olhos
- Mãezinha? –
- Vá já para o seu quarto Lyserg! – Gritou a mãe correndo até o telefone, Lyserg sabia, que ela ia ligar para uma babá –
Se direcionou até o quarto, massageando a bochecha dolorida"
Ouviu a voz áspera da mulher, gritando para acordá-lo do péssimo sonho que acabara de ter, ela ainda segurava o chicote...e olhava-o sem piedade.
- O quê você tem de tão atraente,hein? – perguntou a moça com desdém – você me parece simplesmente uma marionete de desejos sexuais
Mesmo sendo só uma provocação, aquilo adentrou meus mais profundos medos, fez-me lembrar de Hao. Será que era isso que eu significava para ele? Uma marionete?
- Não sei – murmurou ele simplesmente, sabia que tipo de gente era aquela mulher, ela gostava de provocá-lo...somente para ter um motivo para chicoteá-lo. – Por quê pergunta para mim?
- Não entendo como o líder dos X-laws prefere você, é simplesmente um pedaço de mal caminho. Ao invés de procurar alguém inteligente como eu. – falou cheia de orgulho – a beleza exterior não é tudo
- Sério? – murmurei impaciente – Trabalha para Marco, é isso?
Ela meneeou a cabeça, com um sorriso sádico no rosto.
- Eu quero descobrir... o que há de tão bom em você – murmurou ela com uma voz fantasmagórica - ...vamos ver se você realmente vale a pena queridinho.
Tremi. A mulher vinha na minha direção, estalando o chicote no chão. Eu me arrastei para trás, os antigos medos vinham à tona. Era tudo um constante dejá-vu Os mesmos passos, o Mesmo sorriso...
- Não se acanhe, essa sua carinha de inocente é tão falsa – murmurou ela com gosto – venha cá, Diethel...vamos lá.
Seus olhos se encheram de lágrimas, não queria fazer isso, nunca mais...com ninguém, ele pertencia à Hao...física e mentalmente. Ela se aproximava no mesmo ritmo que ele recuava. Ele sabia que uma hora ou outra ia acabar batendo numa parede. Faria qualquer coisa para se livrar daquela mulher doida.
Qualquer coisa.
Ele encostou as costas nuas na parede fria, um arrepio tomou conta de seu corpo, os pelos de sua nuca eriçaram...Seus olhos estavam avermelhados e sua boca se contraía num choro desesperado tentando à todo custo evitar a mulher
- P-por favor! – gritou ele chorando – Não faça isso...P-por favor.
Ela sibilou negativamente, estava muito perto. O jeito como ele chorava a deixava mais atraída, ele parecia tão inocente, essa seria a graça de todo o joguinho psicótico.
Ela se abaixou perto do garoto, acariciou com as costas da mão todo o seu rosto, olhava feliz para a expressão horrorizada do inglês. Segurou seus ombros pressionando seu corpo contra o dele, que se esfregava na parede, ouvi-a o gritar de dor por esfregar a cicatriz que ela tinha deixado na parede áspera.
- Vocês Ingleses são adoráveis...– murmurou ela contra o pescoço dele - Podemos fazer isso ficar mais adóravel ainda, não é? – perguntou segurando seu queixo e levantando-o.
- P-pare... – murmurou Lyserg rouco...pena que ele não sabia como sua voz tinha saído, muito mais sexy do que qualquer outra que a mulher tinha ouvido.
- Primeiro, me diga...você está apaixonado não é? – perguntou ela com algemas na mão
Ele meneeou a cabeça, não sabia mentir quando se tratava de amor logo ela olhou-o perplexa, realmente não achou que ele ia se entregar tão rápido
- Só vou parar, se estiver disposto a esquecer aquele que você ama –
- Não! – falou ele com os olhos faiscantes de ódio
Ela sorriu, Ia ganhar de um jeito ou de outro, prendeu um tipo de 'coleira' no pescoço do jovem. Puxou a corente aproximando seus rostos. Lyserg se negava a olhá-la, se negava a aceitar esta situação...as unhas pontiagudas da moça arranhavam sua nuca, ela faria isso enquanto não pudessem manter o contato visual.
Ela o empurrou com força contra a parede ,fazendo os lábios finos e macios do inglês se abrirem. Uma chance perfeita. Ela sufocou o garoto com um beijo longo, cruzando sua língua com a dele, um gemido escapou de seus lábios quando ela passou a mordiscar e passar a língua pelo seu pescoço e clavícula, ela beijava a pele creme de um jeito que deixava o inglês enojado.
A mão fria da mulher passou para a cintura , enquanto trilhava com a língua o lóbulo da orelha...procurava curvas na orelha dele para poder mordiscá-las, sussurou em sua orelha fazendo escapar múltiplos gemidos.
- Você tem lá seus encantos, mas porquê resiste?
Desceu a mão pela pele morna e alva, envolveu os mamilos do inglês, enrijecendo-os...passou a correr os dedos pelo belo corpo. trilhou um caminho até o baixo ventre dele...A mão da mulher puxava sua calça desesperadamente
As lágrimas desciam silenciosas dos belos olhos verdes, como que vidrados, fora de foco, num testemunho do sofrimento e das torturas a que estava sendo submetido...
Dói mais...saber que estou traindo-o.
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- Hao? – chamou Ren – Hao! Abra essa porta!
O dito cujo se revirou na cama, indisposto à atender o ex, botou o travesseiro sobre a cabeça, tentando a todo custo evitar a presença humana no seu quarto.
- Sai Fora Ren! – gritou Hao laconicamente – Sai daqui! Sai da minha Vida! Avisa para os outros sairem também! Você não entendem nada???
- Hao! Você precisa de ajuda! Me deixa entrar – gritava Ren do outro lado da porta – Se você não abrir eu arrrombo a porta,juro!
Hao simplesmente bufou contra o travesseiro, sentou na cama e calçou as pantufas, foi caminhando até a porta e viu Ren olhando-o perplexo. Logo depois sorriu, entrou e tocou carinhosamente o braço de Hao, que recuou assustado.
- Já não conversamos sobre isso, não? – perguntou ele sem paciência – Você prometeu Ren...você me prometeu!
- E-eu...bem você sabe, nós dois precisamos de alguém, nem que seja só de consolo. Aceite a Realidade Hao, Você não pode viver chorando pelo Lyserg – falou Ren tocando seu braço -...Isso é só o passado. Vamos lá...eu sei que você ainda gosta de mim.
- Cale a boca! – falou Hao estressado – Não quero que fale sobre o Lyserg, você sabe que nunca vou te perdoar pelo que você fez. Você sabe disso!
Ren tomou o shaman nos braços.
- você sabe do que precisa Hao, Eu sei do que você precisa – falou anquanto acariciava as costas do shaman deprimido -...Porquê não? Hao... você sabe que eu te amo. Muito.
Os lábios se tocaram, se entreabriram...a línguas se encontraram.
- Não posso! – gritou Hao interrompendo o beijo – eu não penso em você Ren, Eu não sinto mais nada por você. Aceite isso. Por favor. Como você prometeu
Dói-me tanto saber que não posso mais te provar.
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Desculpem à demora, aproveitei que é meu aniversário para terminar o capítulo. Espero que tenha ficado bom! Já que quando se trata de erotismo eu sou toda errada x.x''
Agradecimentos:
Lil Lion
My Princess Anna
Aquarius Kitsune
Mii-chan
Bem, acho que vocês querem saber o que vai acontecer no final…né?
Tanto você quanto eu! O rumo dessa história nem eu conheço ;-;
Vocês acham que tá enchendo lingüiça? Me avisem, POR FAVOR!
Vocês acham que ando perva demais? Me avisem , POR FAVOR!
Roubando o termo de Dee-chan23:
Dedos felizes digitam mais rápido!
