oi!

pois é, só to postando história e nunca atualizando,

GOMEN NE MINA!

mas eu não podia deixar essa idéia ir embora, vai ser algo novo!

na verdade, culpe a novela mutantes, quem mandou eu assistir aquilo?

agora ta aí o que deu!

mas não é a mesma coisa!

foi só uma idéia que me veio assistindo ela o.k?

beijinhos.

boa leitura.

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Os olhos castanhos frios da mulher rodearam o local, como eram irritantes! Além de seres todos muito pequenos, precisava de uma cobaia, mas queria uma garota já grande, quem sabe um garoto? O que viesse, começou a andar e foi até uma grande arvore de sakura e viu um ladrão de alma ir até sua mão, sorriu, eles eram lindos, lindos ladrões de almas, deu um sorriso malicioso, sabia muito bem que aquilo não ajudaria a sociedade tanto quanto a ela mesma, queria saber, queria testar, queria criar uma nova raça, ouviu um barulho e virou seu rosto para o lado, detrás de uma árvore saiu uma garota, ela aparentava ter uns treze anos, era muito parecida com a mulher.

- ahn, desculpe, eu... me desculpe, já estou indo.

- espere.

A púbere virou-se.

- venha até aqui.

A menina obedeceu, a mulher a olhou docemente e disse.

- não são lindos? Ladrões de almas.

- não, não acho eles bonitos, são maus.

A mulher riu, uma risada que hipnotizaria até o mais forte dos seres, o transformaria em um gatinho indefeso.

- ora, quem lhe disse isto? Seus pais?

- eu não tenho pais, sou órfã.

- por que veio aqui?

- eu... senti algo estranho, deve ter sido a presença deles, eu os odeio.

A mulher gostava mais daquilo, a púbere se assustava aos poucos, sentia que aquela mulher não era boa, mas sua beleza, seu olhar, tudo assustava, a mulher foi tocar no rosto da púbere que andou um passo para trás e formou uma barreira entre as duas.

- interessante, acho que finalmente encontrei o que precisava.

A púbere não compreendeu, a mulher pegou no braço da mais nova e começou a puxa-la até a sala da madre superiora.

- madre superiora, eu encontrei a garota, a garota que quero adotar.

A púbere arregalou os olhos, adotada? Por está mulher?

-ora senhorita kikyou, de todas as pequenas crianças do orfanato, vai adotar a kagome? Logo a de treze anos?

- sim, encantei-me por esta jovem.

Ela sorriu, o mesmo sorriso que fazia todos se encantarem com ela, mas para kagome aquele sorriso era apenas uma mascara para um coração frio e desprovido de sentimentos... aquilo ficava cada vez pior.

As imagens ficavam cada vez mais aterrorizantes, kagome fora jogada a uma sala, onde dois homens a seguraram, kikyou colocou as luvas de plástico e pegou uma seringa, sorriu maliciosamente olhando para o liquido dentro da mesma, kagome tentava se soltar, gritava, ela se mexia muito, tentando não só se livrar, como sabia que seria impossível, mas também dificultar o trabalho de kikyou em injetar o liquido nela, mas pareceu não surtir efeito, eles levaram-na para uma cadeira e prenderam os braços dela, ela tentava mexe-los mas não conseguia, kikyou se aproximou e injetou o liquido no corpo de kagome, ela sentiu uma ardência horrível percorrer todo o seu corpo, mas não foi só isso, sentiu algo mais... ela sentiu como se nascesse de novo.

Haviam passado duas horas desde kikyou ter-lhe aplicado o liquido, kagome tinha um sono inquieto, não agüentava, aquilo doía, aquilo ardia, abriu os olhos e sentiu algo tomar conta dela, sentiu-se forte, sentiu-se poderosa, sentiu-se fora de controle, seus olhos antes castanhos ficaram prateados, os caninos maiores as unhas também, ela se levantou e correu até a porta, quebrando o vidro, um guarda ouviu o barulho e foi até o local, viu kagome andar lentamente até ele, ela sorriu... maliciosamente.

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Kikyou abriu os olhos negros, arregalou eles, a câmera mostrava que kagome havia saído, a porta estava quebrada, uma tragédia aconteceria, se levantou e começou a correr, logo ela chegou até o local perto da sala onde kagome estava.

- AAAAAAAAAAHHHHHHHHHHH!

A cena era terrível, kagome estava bebendo o sangue do guarda, ao ouvir o grito a outra soltou um grito também, só que este era agudo e de uma freqüência que deixaria qualquer um surdo, kagome então olhou para kikyou, os cabelos estavam tapando quase seu rosto por completo, ela se levantou, deixando a mostra as manchas de sangue em seu cabelo e sua roupa, mas principalmente... em sua boca, ela lambeu os lábios sentindo de novo o gosto, para ela, delicioso de sangue, se aproximou de kikyou lentamente, a cientista mais que rapidamente correu e apertou o botão de alarme, ouviu-se um barulho estridente(para kagome) de sirenes, apesar da policia ainda estar por vir, ela tapou os ouvidos e se sentou, ela gritava de dor, kikyou deixou lágrimas caírem sobre seus negros olhos, os dois homens que estavam com kikyou aquela hora pegaram kagome pelos braços enquanto ela ainda estava atordoada e jogaram em uma sala blindada, kagome tentava cortas as coisas, arranhava as paredes, batia, porém ela sentiu uma fraqueza tomar conta dela e desmaiou...

Kikyou olhou para a menina desmaiada com os olhos arregalados...

- eu criei um monstro... um monstro.

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Ela cuspiu um pouco mais de sangue e tossiu sangue também, já se faziam dois meses desde o incidente com o guarda.

- bata de novo.

Um dos capangas( assim podemos chama-los) deu outro soco na barriga de kagome, que cuspiu mais sangue.

- não gostas kagome? É sangue.

- o que pensa em conseguir com isso kikyou?

- respostas, eu faço as perguntas e quero conseguir respostas.

- NUNCA!

- bata mais forte.

O homem deu outro soco na barriga de kagome, a menina tossiu mais sangue.

- o que quer de mim?

- JÁ DISSE. Respostas, kagome, kagome, kagome, me diga, não gosta de seu sangue? Precisa de sangue de sangue para viver?

- todo ser humano precisa.

- BATA DE NOVO.

O homem deu outro soco, kagome tossiu mais sangue, estava pálida, seus olhos derramavam lágrimas, kikyou se aproximou de kagome, ignorando as manchas de sangue no chão que manchavam seu sapato branco de salto 10 cm, tocou no queixo de kagome e a fez levantar o rosto graciosamente.

- o problema, é que você não é mais humana.

Kagome sentiu uma ira dentro dela.

- e tudo graças a mim, você não me odeia? Não me detesta? Não quer me matar? Não quer sugar todo o meu sangue? Minha energia vital?

Kagome não agüentou e deixou aquela fera tomar conta de si, os caninos cresceram e seus olhos ficaram prateados, ela deu um chute na barriga de kikyou que a mulher foi parar longe, cuspiu muito sangue.

- senhorita kikyou!- gritaram os capangas preocupados.

- BATAM NELA ATÉ ELA NÃO AGUENTAR MAIS! NÃO TENHAM PENA! Essa garota vai ter o que merece.

Um dos homens foi até a garota.

- agora você vai ter o que merece piralha.

A garota estava de novo com os cabelos tampando-lhe o rosto, o homem foi dar o soco e deu um grito, kikyou arregalou os olhos com a cena, kagome havia mordido a mão do homem e agora sugava o sangue com um imenso prazer, logo ela largou a mão do rapaz, o homem estava muito pálido e sentia-se fraco como nunca, se kagome sugasse mais sangue ele morreria, a garota lambeu a parte superior dos lábios e sorriu maliciosamente dizendo.

- delicia.

- você... você é um monstro.

Ela soltou uma risada com desdém e disse.

- um monstro que você criou, não se esqueça disso.

- você pode matar as pessoas, você...

- quem você quiser.

Kikyou sorriu maliciosamente, agora, só precisava descobrir um jeito de controlar a piralha e logo, kagome faria tudo o que ela quisesse.

- kagome querida, você precisa de sangue não é?

- sim.

Ela falou, kagome deu uma risada alta e disse.

- é claro que preciso kikyou, não sabe o que eu sou?

- diga-me.

- sou uma vampira kikyou, preciso de sangue para viver e você vai me dar todo e qualquer sangue que eu quiser.

Kikyou deu uma risada e disse.

- por que eu o faria? Caso não saiba, sou uma miko e seus poderes infantis não podem surtir efeito em mim, precisa de mim kagome.

- uma parceria?

Kikyou enrugou a testa.

- como assim?

- eu trabalho para você, matando quem você quiser sem pedir nada em troca, sofro o quanto você quiser e tudo o que você terá que fazer, é me libertar daqui a cinco anos.

- cinco anos? Por que cinco anos se eu posso te-la para sempre?

Kagome riu um pouco.

- você está certa, como sempre kikyou, só esqueceu de um detalhe, apesar de legalmente você poder fazer o que quiser comigo, eu atinjo a maior idade daqui a cinco anos, pense pelo lado bom, eu farei sem reclamar ao invés de cinco anos reclamando e não cooperando.

Kikyou hesitou, por um lado, kagome estava certa, além de poder mata-la a qualquer momento, por outro...era esse outro que a assustava, kagome quando crescesse se tornaria mais poderosa e ninguém a controlaria, quem não garantiria que ela não a mataria? Mas também quem não a garantiria que ela não a mataria agora? Ela pode, e como pode.

- tudo bem.

- um pacto de sangue kikyou.

Kagome fechou os olhos e se concentrou, usou sua força e quebrou as correntes da parede, deixando dois grandes pedaços, kikyou ficou com medo, aterrorizada, kagome levou um dedo à boca e fez um pequeno corte.

- sua vez. – falou de um jeito assustador e divertido.

Kikyou também fez um pequeno corte e as duas tocaram os dedos, juntando o sangue.

- uma promessa kikyou, me liberte daqui a cinco anos, não pense que eu o esquecerei, além de que... não há como voltar atrás.

Kagome então passou pela porta(ou pedaço de plástico) que separava aquela sala ao que seria seu quarto(?), kikyou abaixou o olhar.

- é... não há como voltar kagome.

Em seguida, deixou algumas lágrimas caírem sob seus olhos.

0o0o0ocinco anos depois0o0o0o

- a senhorita ainda está aqui senhorita kikyou?

- sim kayou, eu tenho algumas coisas para terminar, pode deixar que eu fecho tudo por aqui.

- certo. – falou o rapaz antes de se preparar para sair.

Kikyou sorriu, apesar de parecer bem, os cinco anos haviam se passado, e o pacto estava ali, kagome se lembraria com certeza, kikyou não podia negar que agora a menina era por demasiado forte além de que conseguia controlar o seu sangue de vampira, kikyou havia criado um monstro, um monstro que a livrara de vários incômodos, varias pessoas que a processaram por descobrirem, de algum modo muito estranho, que ela tinha kagome, que ela tinha uma vampira, evitara o dia inteiro ir falar com kagome, mas agora a noite ela não tinha escolha, se demorasse mais um dia, kagome a faria pagar, seus olhos ficaram marejados, sentia medo, muito medo, adentrou na sala de aço e logo após, em uma sala de vidro, uma garota descansava na escuridão dali, deitada em uma maca, amarrada, os cabelos negros dela estavam despenteados, a roupa era a de sempre, uma blusa regata de algodão preta, uma calça jeans preta e um all star surrado preto, as unhas também eram pretas, ela se aproximou da garota e deixou que algumas lágrimas caíssem de seus olhos.

- parece que é uma mulher de palavra kikyou, lembrou-se de nosso pequeno trato? – kagome abriu os olhos com um sorriso malicioso no rosto. – há cinco anos atrás?

Kikyou assentiu e disse.

- mas...

- eu lhe jurei obediência kikyou, terá minha eterna gratidão por isso que me fez, estou muito melhor.

Kikyou assentiu e começou a desamarrá-la, seu coração estava descompassado, falhou, ficou olhando a mão dela livre.

- não fique assim kikyou, age como se eu fosse uma ameaça para você. – falou com ironia.

Kikyou sorriu docemente.

- é claro que não querida, é como uma filha.

Kagome sorriu e kikyou voltou a solta-la, os cabelos da mulher estavam soltos, os imensos cabelos dela, kagome usou a mãos solta para tocar neles, a mulher arregalou os olhos e a olhou, viu que ela sorria docemente e sorriu assim também, logo ela havia terminado, finalmente, kagome estava livre, foi em direção a porta e se virou para kagome.

- como é o sabor da liberdade?

Kagome ficou em pé e se virou para kikyou.

- eu não sei. – kikyou sentiu seu coração bater mais rápido e seus olhos se arregalaram antes mesmo dela terminar a frase. – só vou saber depois que matar você.

Kagome deu um chute no peito de kikyou que a mulher quebrou a porta de vidro, e bateu na de ferro, kagome deu uma risada maliciosa e fio para perto da mulher.

- ora kikyou, não se preocupe, não vai morrer... ainda. – kagome sorriu maliciosamente e tocou no rosto da mulher, fazendo um corte com suas unhas imensas.

- eu não sou tão piedosa quanto pareço, prepare-se para pagar por tudo o que eu sofri nos últimos cinco anos...

Kikyou arregalou os olhos.

- bem vinda ao inferno.

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UAU! QUE KAGOME MASSA!

AMEI!

bem, o romance chega logo logo,

por favor,

me digam qual o outro estilo da fic, é que eu sempre faço errado, se é drama eu coloco humor, querendo fazer humos e faço drama, aventura, acabo fazendo humor, mas eu vou arrumar,

o.k?

bjs

reviews!

sakuraprincesa