gente! me desculpem,

mas só deu p/ fazer o capt de copia perfeita,

por enquanto,

o capt das outras tá na minha cabecinha linda inteirinho, o.k?

prometo várias emoções em innocence.

muito drama e explicações em curiosidade,

e postar o resto de Electra e meu amor por você, minha perdição,

bjs

mandem reviews!

0o0o0o aliados 0o0o0o

A menina passou a unha pelos vários nomes daquela lista telefônica, bufou cansada.

- talvez esteja em M.

Foi até a parte de nomes começados por M, até que parou o dedo em um número, pegou o telefone da sala de kikyou e começou a discar, havia feito kikyou desmaiar e é claro, isso ajudaria muito a ela, se kikyou ficasse acordada seria um empecilho a seus planos.

-residencia Houshi, bankotsu falando, quem deseja?

- gostaria de falar com o senhor miroku por favor, diga que é kagome higurashi.

- um momento senhorita.

0o0o0o nesse mesmo momento em outro lugar 0o0o0o

- senhor Houshi, há um telefonema para o senhor na linha dois de uma tal de Kagome Higurashi.

O Rapaz arregalou os olhos.

- como disse? Kagome higurashi? Era esse mesmo o nome? Tem certeza?

- absoluta senhor.

Ele pegou o telefone desesperado.

- kagome higurashi?

- houshi, quanto tempo não é?

Ele sentiu lágrimas em seus olhos.

- achei que estivesse morta.

-...eu preciso de ajuda miroku.

- eu morri de saudades... em que posso te ajudar?

-pode... me buscar? Ai! Aconteceu tanta coisa. – ela soluçou. – eu não sou mais humana miroku! Eu preciso de ajuda!me busque aqui na number one.

- kagome, o que você faz na number one? É um lugar para cientistas! E que história é essa de não ser mais humana?

- por favor.

- eu já estou indo kagome, não se preocupe.

Miroku desligou o telefone e pegou a chave do carro antes de correr até sua BMW preta e ir direto para a number one, logo ele viu duas figuras na entrada, saiu do carro e viu uma mulher deitada no chão e kagome, miroku e ela se encararam e ela o abraçou e começou a chorar.

- se acalme káh!

- miroku! Me ajude, eu te conto tudo no caminho!

- mas e essa mulher kagome?

- foi a mulher que destruiu a minha vida, eu quero vingança miroku, VINGANÇA!

- não precisa gritar para todo mundo ouvir kagome, vamos me ajude.

Miroku colocou kikyou no banco detrás e kagome foi no de passageiro, kagome contou a história toda para ele, o rapaz a fitou assustado, preocupado, logo chegaram na mansão de miroku, kikyou ficou em um quarto no sótão(apesar da casa ter vários quartos, kagome insistira para deixa-la no pior lugar que tivesse) e foram conversar no escritório de miroku.

- então você não é mais humana? Foi geneticamente transformada em uma vampira?

Kagome assentiu.

- por aquela mulher, aquela desprezível mulher, eu a odeio, eu quero me vinga miroku, ela tem que sofrer tudo o que eu sofri e um pouco mais.

Ele tocou na mão da garota e disse.

- acredite kagome, eu farei de tudo... o possivel e o impossível para que você tenha a sua vingança.

Kagome assentiu e deixou duas lágrimas, duas teimosas lágrimas, caírem de seus olhos, miroku se aproximou da menina e a beijou levemente nos lábios, ela sorriu.

- agora nada de moleza miroku, pesquise tudo sobre kikyou e por favor, faça uma nova conta bancaria para mim, além de que gostaria que me arrumasse um quarto em algum hotel.

- por que não fica aqui? Eu passei anos te procurando!

- eu não posso miroku, você tem a sua vida, nunca daríamos certo.

O rapaz abaixou o olhar.

- kagome, eu farei de tudo, tudo mesmo, mas não me peça por favor... não me peça para.

- viva a sua vida miroku. – ela o interrompeu. – eu não sou mais parte dela.

Ela se levantou e começou a andar até a porta.

- onde é o banheiro, quero tomar banho, acho que deve ter algumas roupas por aqui não?

- tem, para encontrar a sua suíte suba a primeira escada que vir, atravesse todo o corredor, primeira porta a direita.

Kagome o olhou cansada e ele disse.

- bankotsu! Leve a kagome até a suíte dela, a melhor.

O mordomo foi até kagome e disse.

- me siga senhorita.

Eles começaram a andar, subiram escadas e todo aquela blá blá blá da casa, bonita, e tudo mais, kagome nunca fora ligada a detalhes, a não ser quando era para matar alguém, na hora de entrar na suíte o tal mordomo cortou o dedo, kagome viu um fio de sangue sair do dedo do rapaz.

- olhe que desastrado que eu sou, mil perdões senhorita.

- saía daqui agora.

- sim, caso precise, me chame senhorita higurashi.

Ele saiu e kagome se abaixou, lambeu o fio de sangue que ficara na maçaneta, se levantou e foi tomar seu banho.

0o0o0o0o0o0o

Kagome andava sem rumo, na verdade, ela tinha um rumo sim, o apartamento de kikyou, ao chegar ela inventou que kikyou havia pedido que ela pegasse algumas coisas em seu apartamento, como tinha a chave, ele deixou kagome subir, miroku havia dado a ela um vestido até metade das coxas vermelho sangue, ela resolveu ir até o quarto de kikyou, começou a vasculhar as gavetas, encontrou algumas pastas, as pegou e sentou-se na cama vendo do que se tratavam, arregalou os olhos...

- são processos.

Sim, eram de todas as pessoas que ela tinha matado, ou melhor, mais da metade, levantou-se e ajeitou o vestido, olhou para o computador, passou a mão no monitor e sorriu marotamente, sentou-se na cadeira giratória e ligou o computador.

Senha.

- qual será a senha da kikyou?

Kagome olhou para o monitor de novo e viu um papelzinho grudado nele.

Senha: flor do campo.

Kagome deu uma discreta risada, kikyou sabia ser realmente precavida, se alguém tentasse pegar os dados em seu computador, ela estava sempre pronta, para ajuda-lo.

Kagome começou a mexer no computador, arregalou os olhos...

- não pode ser.

Sim, fotos de kikyou se beijando com dois homens, na verdade, uma era dela com um homem de cabelos negros e a outra era com um homem de cabelos prateados e orelhinhas de cachorro no topo da cabeça, kagome os reconheceu na hora, um era o namorado dela( o de cabelos prateados) e o outro era seu amante.

- kikyou? Você está aí?

Arregalou os olhos, parece que tinha que trabalhar agora...

Sorriu maliciosamente.

0o0o0o0o0o

Sesshoumaru abriu a porta da casa de kikyou, ele batera mas parece que ela não ouvira, será que ela havia esquecido de trancar a casa? Adentrou no local e vira que estava arrumado.

- kikyou? Você está aí?

Ele falou, mas não obteve resposta, continuou a andar mas de repente parou, sentiu um cheiro diferente, não era o de kikyou, era um cheiro doce, misturado com o cheiro enjoativo de sangue, ele ouviu a porta se fechar e se virou, da escuridão uma garota surgiu, ela possuía os cabelos lisos e usava um vestido muito curto, que lhe deu a visão, muito bem vinda para ele, das pernas bem torneadas da morena, ela se parecia com kikyou, mas não era ela, a garota se aproximou sorrindo malignamente.

- ora, ora, olha quem nós vemos aqui? – ela se sentou na mesa na frente dele, de pernas cruzadas. – um cachorrinho perdido? Tsc tsc tsc.

Sesshoumaru sentiu, ela não era humana, mas também não era youkai ou hanyou, deu um passo para trás, ela era muito bela, isso o assustava mais.

- não tenha medo, não vou lhe atacar.

- o que faz no apartamento de kikyou?

- vim buscar umas coisas para kikyou. – falou seca.

- não veio. – sesshoumaru se acalmou, ao que parecia, aquela garota não lhe faria mau, afinal, o que deu nele? Era só uma garota.

- está certo, não vim para isso mesmo, mas a pergunta é o que você veio fazer aqui?

- nada que lhe interesse garota.

Ele foi na direção do quarto de kikyou, kagome tinha a sensação de que já o havia visto, foi aí que se lembrou, ele estava sempre perto daquelas mulheres que kikyou a mandara matar, foi até ele e disse.

- vingança não é?

Ele parou, virou-se para a garota que sorria maliciosamente, do mesmo jeito que antes.

- eu já disse que não é nada que diga ao seu respeito.

- mas diz ao de kikyou, e eu também quero vingança.

Ele a olhou curioso, a garota foi até o computador de kikyou e voltou a mexer nele, ignorando completamente a presença do rapaz.

- para que... vingança?

Ela riu um pouco.

- segundo o dicionário... ato de vingar,; revide; desforra; represália – falou ela, fazendo-o revirar os olhos.

- conhece kikyou? – ele falou seco.

- se não a conhecesse... estaria aqui?

- esta garota, o sabe sobre ela? – ele jogou uma foto para a moça, kagome olhou para a foto e só de lembrar o gosto do sangue de sua vitima sentiu a boca ficar seca de desejo... ótimo sangue, ótimo.

- parece que nossa querida amiguinha não gostava dela, mandou assassina-la.

Ele puxou o cabelo de kagome para trás e ficou com o rosto a centímetros do da vampira e disse.

- quem a matou?

Kagome sorriu cinicamente e disse.

- eu.

PLAFT.

Ela tocou na face, é claro que o tapa não havia doido tanto assim, afinal, desde que fora transformada em vampira, ela sofrera horas, dias, anos sendo estapeada e outros, sorriu e ele puxou o cabelo dela de novo e disse.

- o nome dela era sarah e ela era a minha NAMORADA!

- então mereço os parabéns, ela era pouco para alguém como você.

PLAFT.

Ele repetiu o ato e puxou o cabelo dela, kagome estava ficando cansada daquilo e ele disse.

- como a matou? Alguma nova arma? Por que tudo o que viram foi dois pequenos furos no pescoço dela... como a matou?

- você quer saber?

Ele então percebeu a proximidade dos lábios com os dela.

- então vai saber, eu a matei... do mesmo modo que vou te matar.

Ele arregalou os olhos e deu um pulo para trás, e sabem por que? Isso mesmo, kagome havia se transformado, ela se aproximou dele já ansiando pelo sangue do rapaz, ele tentou dar um soco nela mas a garota desviou e ficou atrás dele segurando com um dos braços as mãos dele e com o outro deixou a cabeça de lado, deixando seu pescoço livre, livre para que ela bebesse o seu sangue.

- até que nós poderíamos ter nos dado bem sabe? Mas você teve que dificultar as coisas para mim.

Ele usou o pé dele e fez kagome se desequilibrar e cair de costas no chão, ele pegou a primeira coisa que viu, um despertador, ela riu.

- oh! que medo, vai me matar com um despertador.

Ele sorriu maliciosamente.

- como adivinhou?

Ele ajustou o horário para despertar bem... agora,

TRIM,

- AAAAAAAAAAAAAHHHHHHHHHHHHHHHH!

Kagome se contorcia com aquele barulho tão perto de seus ouvidos, ela gritava, seu grito não era humano, o que deixou sesshoumaru assustado, era um grito fino, assustador, ele desligou o despertador e kagome parou de se contorcer e começou a respirar pesadamente, ele se aproximou dela e disse.

- onde está kikyou?

- mate-me.

TRIM.

Ela deu outro grito, ele havia ligado de novo o despertador e deixara mais perto de seu ouvido, desligou novamente e disse.

- onde está kikyou?

- um pacto.

Ele arregalou os olhos.

- como assim mulher?

- um pacto, vamos fazer um pacto de sangue, um ajuda o outro a se vingar, eu sei onde está kikyou, mas mata-la não me daria prazer algum, nem sugar o sangue podre dela.

- como assim sugar o sangue dela?

- ainda não percebeu? Eu sou uma vampira querido.

- vampiros não existem.- falou convicto do que dizia, o que a fez rir.

- não existiam, até kikyou mudar meu DNA.

- por que kikyou faria isso?

- e eu é que sei? Não faço a menor idéia do que passou pela cabeça daquela mulher na hora de me adotar e mudar meu DNA, mas eu quero vingança, vou me vingar por todos os anos sofridos e você pela sua namorada.

- não foi só ela, você matou todas as minhas namoradas nos últimos cinco anos se quer saber.

- o pacto, vai fazer ou não?

Sesshoumaru sorriu maliciosamente.

- não, mas me contento em fazermos um trato.

Kagome revirou os olhos.

- como quiser mas me diga, que trato?

- eu te ajudo em tudo, tudo o que quiser, tudo o que tem que fazer, é me deixar arruinar a vida dela por completo, sem se meter.

- eu quero ao menos ficar a par de tudo que vai fazer, eu já ia arruíná-la mesmo, uma ajuda não fará mal.

Ele deu a mão para ela se levantar, mas ela negou e se levantou sozinha, eles se olharam e ele disse.

- feito?

Ela hesitou, seria um aliado... mas ao mesmo tempo seria um intruso.

- feito.

Eles apertaram as mãos, kagome sentou-se na cama de kikyou e disse.

- kagome.

- sesshoumaru Taishou.

Ela arregalou os olhos.

- eu sei por que ela arruinou seus namoros, ela sempre quis que você fosse o namorado dela, herança maior, fortuna maior, uma carreira que lhe dava muito mais dinheiro do que a do seu irmão.

Ele não compreendeu.

- kikyou não era a santinha que todos pensam, um exemplo? Eu mesma, fui a criação dela, me lembro até hoje do dia em que eu quase ataquei ela, foi no mesmo dia em que ela me transformou em vampira.

Kagome então olhou para a secretaria eletrônica de kikyou e sorriu maliciosamente, ao que parecia para sesshoumaru, ela só sabia sorrir assim, a moça apertou o botão de ouvir os recados e ouviu.

"oi amor, que saudades de você, a gente não tem se visto mais né? Trabalhando tanto, olha, o papai e a mamãe armaram um jantar hoje a noite no seu restaurante preferido, quer ir conosco? Beijos, inuyasha."

Kagome olhou interrogativa para sesshoumaru.

- meu irmão, apaixonado por aquela mulher.

- então é por ele que vamos começar.

- como assim?

Kagome foi até a bolsa que havia ganhado de miroku e tirou um pendrive(n/a é assim que se escreve?) dela, colocou no computador e começou a baixar todos os arquivos possíveis para ele.

- o que está fazendo... kagome?

Ela o olhou fria e em seguida para o computador.

- baixando o máximo de coisas possíveis, afinal, conheces teu inimigo e saberás como derrotá-lo.

- e isso nos ajudará?

Ela sorriu travessa.

- se vai ajudar VOCÊ eu não sei, mas que vai ME ajudar, disso eu tenho certeza. – ela viu que havia terminado de baixar e tirou o pen drive e disse.

- vamos.

- espere, eu não entendi, como assim vamos começar pelo meu irmão?

- quer destruir a vida dela não quer? Vamos tirar tudo o que é dela, e ao que me parece você também vai a um jantar hoje a noite não é?

- sim, e deixe-me adivinhar, quer que eu leve?

Ela assentiu e voltou a ter aparência humana.

- tudo bem, esteja pronta as oito.

- me busque no flowers hotel, quarto sete.

- sete? É o numero de Deus, irônico né?

Ela o olhou séria e disse.

- irônico ou não...é o número do quarto, te vejo as oito.

Em seguida ela sumiu na escuridão do corredor, sesshoumaru olhou para a porta por onde ela passara por algum tempo, sorriu, kikyou teria o que merecia e ao que lhe parecia... e um pouco mais.

0o0o0o fim do capitulo 0o0o0o

ARIGATOU PELAS DUAS REVIEWS!

MAS EU SEI QUE PODEM FAZER MAIS!

e só um detalhe, para quem não sabe, todas , TODAS MESMO! todas as minhas fics podem ser agora comentadas por qualquer um, do ff ou não o.k?

realizem meu sonho, me dêem uma história com mais de cem reviews!

ARIGATOU PARA:

Agome-chan.: arigatou agome-chan! a primeira review da história foi SUA, que bom que gostou MUITO, aaaaiiiiii é boa msm, a história foi baseada na quarta feira passada, que teve a samira dando um chute na juli quando ela diz:

" como é o sabor da liberdade?"

" eu não sei, só vou saber quando matar você" aí ela dava um chute nela, tanto que teve uma parte parecida no primeiro capt lembra?

bjinhos.

estrelinha negra: oi! gostou mesmo? e seu s2? e a kagome má? imagina! eu acho que ela já foi mais má em outras, só as vezes ela é MTO MTO MTO má msm, ela só é fria, só isso, eu achu.

bjinhos

arigatou!

sakuraprincesa