atualizei,
eu tinha idéias para esse capt mas eu naum conseguia escrever, eu queria uma coisa mas eu percebi q ... dã com dezoito anos ou dezenove ela já era professora de faculdade? nunca, então eu mudei algo, e ficou estudante de faculdade, hehe,
agora gente, inukag fofo, fortes emoções em inukag e no próximo? iihhhh v6 vão me matar, mas pensem, se me matarem como eu escrevo,
bjão
aproveitem a leitura.
0o0o0o0o0o0o situações inesperadas 0o0o0o0o0o
Um rapaz corria ofegante pelos corredores cheios da faculdade, ele corria desajeitadamente e assustado, "atropelava" algumas pessoas no caminho e apenas pedia um rápido "desculpa" e voltava a correr, não era possível, isso só podia ser mentira, de repente ele avista uma certa pessoa e sorri.
-Hey! Olha por onde anda motosuwa! – gritou um rapaz quando o outro bateu nele, Motosuwa deu um outro "desculpa" e voltou a correr esbarrando em algumas pessoas até chegar na que ele queria, ele gritou:
-Himura!- a moça se virou e olhou carinhosamente para o rapaz que tentava a todo custo chegar até ela, a verdade é que Himura era uma moça linda, lindos cabelos chocolates presos em um rabo de cavalo um pouco folgado que deixava alguns fios caírem pelos lados lhe dando um visual mais jovem, os olhos chocolates mostravam para qualquer um que a moça era Japonesa, o rosto em forma oval continha as marquinhas dos lados do nariz que mostravam que ela havia retirado a pouco os óculos de leitura.
-Hideki. - ela falou carinhosa quando ele ficou ao lado dela, ainda ofegante ele se apoiou nos próprios joelhos respirando fundo várias vezes tentando recuperar o fôlego.- estava me procurando?
Ele sorriu carinhosamente e respirou fundo mais uma vez, a blusa verde musgo já estava molhada de suor, ele a procurara em todo o campus.
-ah... é.- ele falou olhando-a, Himura sorriu e ele olhou para ela de cima a baixo, ela usava uma blusa de manga curta roxa sem desenhos e uma calça jeans lisa com uma bota por baixo. – eu queria saber uma coisa.
A moça sorriu fracamente.
-claro, fala.
Ele respirou fundo mais uma vez e falou.
-as pessoas têm comentado que você vai deixar a faculdade. - ela o olhou com uma expressão de susto.
- elas têm?- ele assentiu.
- é verdade Himura?- a moça o olhou sem saber o que dizer.
- não... - ele sorriu vitorioso- bem, não do jeito que eles dizem.
Ele enrugou a testa, ela iria embora? O deixaria lá sozinho? Não, não podia ser isso... Isso... Era.... Era... Era Horrível.
-como assim, Himura? – a moça o olhou e fez uma careta.
- quantas vezes vou ter que lhe dizer para me chamar de Sango?(n/a ninguém imaginava que era ela ¬¬) - ele sorriu travesso.
- apenas mais uma vez. – ela riu, ele sorriu, a fizera rir!
- não é hora para piratas do caribe, Hideki. - ele riu. - uma antiga amiga minha que eu jurava estar desaparecida reapareceu e precisa muito de minha ajuda Hideki, eu tenho que ajuda-la. - ele assentiu. - eu tenho a média necessária para poder passar de ano e tenho feito às provas finais logo, assim... Eu posso ir ajudá-la.
Ele ficou calado... Ela não iria mesmo embora, mas...
- aonde essa sua amiga mora?
Ela ficou com o olhar distante.
- atualmente? Na casa de um ex-namorado no Japão, se bem que não posso chamar aquilo de casa. - ele enrugou a testa, será que a situação financeira estava ruim? Era esse o problema?- Miroku nunca foi muito discreto entende? Aquilo está mais para mansão.
Não... Não era o problema, A curiosidade nunca abatera Hideki tão forte como agora, Sango iria para o Japão ajudar a tal amiga, poderia de repente mudar de idéia e resolver ir morar lá não? Afinal, ela era japonesa, não que isso contasse muito já que ele também era japonês e nunca morara lá, mas ela já.
A possibilidade de que sua "amiga"(por que ele a considerava mais que isso) se mudasse e o deixa-se sozinho com os trogloditas populares era Horrível, Hideki podia ser rico mas isso não queria dizer que era um playboy ou popular, na verdade os populares zoavam dele, e foi aí que ele conheceu sango... uma peculiar garota.
Flash back
-olha o idiota! – falou um enquanto segurava as coisas de Hideki e as jogando no chão.
- parem por favor.- pediu o garoto enquanto tentava juntas as coisas.
De repente sentiu um chute nas coisas e caiu no chão batendo o nariz, ele começou a sangrar.
- droga, parem com isso por favor.- começaram a querer chuta-lo porém alguém segurou a perna de um, Hideki olhou para o ser e ficou assustado, ela segurava a perna dele com um pouco de dificuldade, o sol fraco batia nos cabelos da moça naquele dia de inverno,ela olhou séria para o homem(aquele que ela segurava a perna) e falou.
- por que? Me dêem somente uma razão para fazerem isso.- eles riram do rapaz cuja a perna era segurada pela moça e ele puxou a perna, a moça a soltou mas continuou séria.
- me dêem uma razão.
Um deles de cabelo louro escondido por uma parca falou.
- oras, ele é um idiota.- ela os olhou sem acreditar.
- já demos a razão garota, agora saía daqui senão vai ter de arcar com as conseqüências também.- ela ficou os fitando sem acreditar e de repente olhou para Hideki, ele a olhava encantado.
- quebraram o nariz dele, não têm vergonha? Eu pedi uma razão de verdade, isso não é razão! isso não é um motivo de verdade!- eles a olharam já ficando cansados daquilo.
- olha aqui garota saí daqui agora ou as coisas vão ficar feias pro teu lado.- ela riu.
- agora são covardes? Batem em mulheres? Podem vir, não tenho medo de cachorro que late... são bons garotos.- um deles foi para cima de sango e ela se virou fazendo ele cair no chão, se levantou indo até ela,porém ela não podia se virar pois Hideki estava atrás dela, o rapaz se levantou e ficou na frente dela batendo de cara com o idiota, ambos caíram no chão, ela riu e se agachou.
-você não bate bem da cabeça, né? – ele enrugou a testa.
- eu só quis te ajudar.- ela sorriu carinhosa.
- parem com isso garotos, somente parem o.k? – eles olharam para o outro que havia batido de cara com Hideki e começaram a rir.
- certo certo, vamos logo galera.
- viu? Uma boa conversa ajuda muito as vezes.- ele revirou os olhos.
- eu mereço. Hideki Motosuwa.- ela sorriu.
-Sango Himura, agora vamos cuidar desse seu nariz.
Fim do flash back
- por que perguntou Hideki? – ele a olhou decidido, havia tido uma idéia e agora iria coloca-la em ação.
-Sango, eu posso ir com você?- ela o olhou assustada.-quero dizer, eu posso te ajudar e... qual é o problema da sua amiga mesmo?
Ela apertou os lábios e sorriu amarelo.
- eu não posso Hideki, sou boa em química e por isso vou ajuda-la, uma coisa horrível aconteceu a ela e agora eu sou muito necessária.
- eu também sou muito bom em química, nós fazemos faculdade de química e somos os melhores da sala, por que não?
- olha aqui Hideki, isso é sério, a Kagome precisa de mim e ela confia em mim, eu... Isso não é como as coisas da escola Hideki, isso é sério...é sério.- ele sorriu.
- eu sei disso, e eu posso te ajudar sango.
Ela balançou a cabeça e passou a mão nos cabelos bagunçando-os, gostava muito de Hideki, mas ele era muito insistente, muito, mordeu a parte inferior dos lábios e o olhou, ele estava sorridente, esperançoso, e infelizmente... muito curioso.
Ela não queria envolve-lo nisso, além de que ele nunca acreditaria nela, o que ela diria? "minha amiga virou uma vampira e agora vou ajuda-la a se vingar de uma cientista maluca e a voltar a ser humana"? claro, com certeza, ele diria que ela estava assistindo Frankenstein demais.
- ah! Vamos lá sango! Eu posso ajudar, posso fazer de tudo e.- ele viu a face dela preocupada- você não vai deixar não é?
-Hideki, não é que eu não queira a sua presença, mas isso é realmente sério, é algo além do normal, e algo... algo que pode... – como explicar de uma forma mais... delicada? –isso pode custar a sua vida Hideki.
Ele ficou sério, a cada palavra que sango dava sobre o assunto o deixava cada vez mais intrigado e curioso, agora ele tinha que saber qual era esse problema, além de que se isso pudesse custar a vida dele podia custar a de sango também, e a ultima coisa que ele queria ver era ela... morta.
- minha vida? Perigo? Sango, eu sou bem grandinho para me defender.- ela o olhou séria, Hideki simplesmente era um imã para situações um tanto desagradáveis, ele não sabia nem matar uma formiga, era mais inofensivo que um bebê que acabara de nascer.
-claro, com certeza, e as formigas vão dominar a terra.- ela ironizou voltando a andar ao ver que estavam somente os dois no corredor e já era tarde da noite, só queria sua cama antes de viajar amanhã cedo para o Japão.
- não, essas são as baratas.- ela revirou os olhos sem parar de andar, o rapaz resolveu andar com ela, correu um pouco para alcançar(finalmente) o ritmo da garota.
-sango é sério, eu sou seu amigo e me preocupo com você... – ela o olhou séria e parou de andar, deu um leve sorriso e falou.
- eu também me preocupo com você e é por isso que não quero que vá.- ele sorriu fracamente e falou.
- não tem jeito mesmo?- ela fez que não com a cabeça.- então pode ao menos me dizer quando irá assim podemos fazer uma festinha de despedida.- ela sorriu amarelo.
- é que eu vou amanhã cedo e não dá.- ele assentiu como se entendesse.
- posso ao menos saber o número da casa desse cara? Sabe, pra quando eu quiser falar com você.- ela fez uma careta.
- o telefone eu não tenho, além de que miroku me odeia, nunca foi com a minha cara.- ele então deu um sorrisinho e falou.
- me diz o nome, se é uma mansão ele é rico e meus pais podem saber o número.
Ela sorriu.
- tudo bem, é Miroku Houshi.
Ele enrugou a testa.
- não sei se conheço, mas tudo bem, posso lhe levar em casa? Afinal você vai bem cedo, certo? – ela assentiu.
- vamos.
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Kikyou andava no quarto de um lado para o outro, não conseguira dormir pensando no que vira um pouco mais cedo, a irmã mais nova de kagome, a irmã que kagome tanto falava, tanto amava, ali, sem memórias, vivendo como um robô, ela sentou-se na cama, Forest era horrível, ele não tinha sentimentos, como pôde fazer aquilo?
Mas você fez o mesmo.
A voz irritante de sua consciência soou na sua cabeça, ela suspirou e deixou algumas lágrimas caírem pelo rosto pálido da mulher( mais pálido do que normal).
- não...não...Freya não...
Por mais que ela negasse, parte de seu coração batia de excitação pelo sentimento que kagome teria, o ódio que ela teria de kikyou ao ver sua pequena irmã, a única familiar de kagome ali, perto dela e simplesmente... imperfeita.
Kagome era perfeita pois lembrava de tudo, era forte, conseguia se concentrar e nunca deixara seus sentimentos humanos sumirem, a pessoa da qual foi retirada o sangue continou viva por tempo o suficiente para que ela amaduressece o sangue e etc, etc e tal, mas Freya, Freya não tinha o sangue de nenhuma outra pessoa... viva.
Sim, havia o sangue de outra pessoa nela... o nome dessa pessoa era Eruda, uma menina que possuía cabelos louros como o sol que iam até os pés e olhos castanhos alegres, ela era linda...não havia outra palavra para ela, na verdade a menina era a irmã gêmea de Freya, um roubo no hospital levou Eruda para longe, porém um acidente... a "família" dela toda morreu e somente Eruda sobreviveu...e apenas por algumas horas...
Então... Freya e Forest apareceram.
Flash back
As lágrimas e o barulho de choro baixo eram os únicos barulhos em um quarto branco de hospital, nele deitava uma menina de cabelos louros que olhava para a agulha do soro e chorava.
-papai... Mamãe...
- Eruda?- falou uma voz sinistra, ela olhou para a direção e viu um homem alto com uma capa que só lhe deixava ver o maxilar e ao seu lado... Sua copia perfeita. A menina podia ser sua irmã gêmea, até a idade parecia ser a mesma..
-quem... Quem é você?- perguntou com os olhos cheios de tristeza e encantamento pela pequena sósia.
- meu nome é Forest e essa menina ao meu lado se chama Freya. - a menina a olhou com os olhos frios e falou.
- oi.
-oi. - falou eruda ainda hesitante.
-Eruda, Freya é sua irmã gêmea. - as duas arregalaram os olhos e olharam para ele. - você foi roubada quando era pequena.
Eruda balançou a cabeça negativamente e começou a chorar.
-é mentira. - ela repetia para si mesma.
- seus pais verdadeiros morreram e sua irmã mais velha foi levada para longe por uma mulher que planeja fazer coisas terríveis com ela...
-Kagome-nee-chan. - sussurrou Freya.
- pare de mentir! – gritou Eruda.
- não é mentira.- falou Freya com lágrimas nos olhos.- ela se parecia muito com a kagome-nee-chan, Eruda... eu preciso... preciso... de... preciso de...
Eruda a olhou curiosa.
-preciso de...você.
Ela olhou para Freya confusa.
-de...mim?
Freya assentiu.
- do seu sangue.
Eruda arregalou os olhos.
- é só um pouco.- falou forest.- somente o necessário para que Freya possa se curar da doença que a aflige.
Eruda enrugou a testa.
- qual é essa doença?
Forest ficou sério.
- é uma doença sem nome.- começou Freya. – forest disse que um pouco do seu sangue me curaria e me deixaria forte o bastante para procurar a nossa irmã.
Eruda olhou para o braço e falou.
- eu vou morrer Freya... vou me juntar a papai e mamãe... você não pode morrer...não é?
Freya a olhou e foi até a cama de hospital e com dificuldade subiu nela e abraçou a "irmã".
- kagome-nee-chan... precisa de nós duas.
- mas eu não posso Freya.- ela tossiu e Freya se separou um pouco dela.- eu tenho muitos machucados... há sangue entrando no meu pulmão neste momento... os médicos não podem fazer nada... mas você pode salva-la.
Freya ficou séria de novo e olhou para Forest.
- infelizmente eu não posso salva-la também Freya...Eruda fez a decisão dela.
Elas se olharam e forest tirou uma seringa, Eruda apertou os lábios e sentiu algo segurar sua outra mão.
- eu vou estar com você...até a hora que você morrer. – eruda sorriu fracamente.
Forest sorriu delicadamente para a doente.
- Eruda... tem certeza que não quer sobreviver?- a menina abaixou a cabeça e falou.
- não há esperanças para mim... de que adianta salvar uma alma de alguém que não quer viver?- ele sorriu fracamente e retirou um pouco de sangue da menina.
- você vai salvar a sua irmã com isso Eruda, muito obrigado.
Freya sorriu e abraçou a irmã.
- eu vou salvar a Kagome-nee-chan por nós duas.
Eruda sorriu e retribuiu o abraço.
- me sinto bem.
Freya assentiu...
- muito bem...
Fim do flash back
Eruda não sobrevivera tempo o suficiente para que Freya fosse perfeita, e Forest não colocara o sangue na menina quando Eruda ainda estava viva, isso fez com que o sangue de Eruda provocasse uma reação errada que provocou um colapso na menina, ela precisava da calma de Eruda naquele momento, se eruda estivesse ali e calma Freya se lembraria de tudo e se ela tivesse vivido tempo suficiente ela... ela seria perfeita.
um erro Mutuo de Forest e da mesma, ela deveria ter ido com ele até o hospital, mas estava ocupada demais com sua menina, Ela passou a mão no rosto.
-Kagome... Eruda... Freya...eu...por que tudo nos leva à isso? – ela se perguntou. – quero dizer... todos acabam... acabam... acabam se envolvendo de alguma forma e formando um circulo aonde tudo volta para forest...
Ela respirou fundo e deitou-se, fechou os olhos e falou...
- ou será que tudo volta...para mim?
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- senhores passageiros, bem vindos ao vôo com destino à tokyo...
A voz da aeromoça ecoou no avião lotado, aonde várias pessoas se ajeitavam tentando ficar com um mínimo de conforto, suspirou aliviada quando se sentou na cadeira e fechou os olhos sonhando com um mínimo de descanso até chegar ao Japão... um mínimo.
- com licença.- Sango abriu os olhos e viu um moça lhe estender uma tigelinha com várias balas.- aceita balas?
Sango fez que não e respirou fundo voltando a fechas os olhos e tentar dormir.
- Sango? – a menina abriu os olhos com raiva e falou.
- o que...- ela ficou sem fala ao ver quem estava sentado ao seu lado... não... não, pelos céus ele não fez aquilo, ele não estava do seu lado em um avião para o Japão e nem planejava ajuda-la.
- surpresa.- falou Hideki sorridente.
- Hideki... o que DIABOS VOCÊ FAZ AQUI?
Ele sorriu amarelo.
- eu NÃO podia te deixar lá correndo perigo, se isso é perigoso talvez seja até bom eu ir.
Ela passou a mão no rosto.
- Hideki saía AGORA deste avião.
Ele balançou a cabeça negativamente.
- fecharam as portas.
Ela respirou fundo e contou até dez.
- Hideki, quando chegarmos no Japão você vai pegar outro avião de volta para cá entendeu? Não vai nem ver o sol do Japão.
Ele revirou os olhos.
- não vai me convencer sango, eu fiz reservas em um Hotel, qualé sango eu já sou bem crescidinho e além de que está na hora de eu ver o que é a realidade.
Ela balançou a cabeça e deu um tapa na testa e falou.
- Hideki, isso... ah! Meu deus tudo bem, mas se você abrir o bico sobre qualquer coisa eu te mato, te estrangulo e depois eu te jogo aos tubarões.
Ele arregalou os olhos.
- qual é o problema da sua amiga?
Ela sorriu maliciosamente.
- quando chegarmos lá vamos deixar que você veja o porquê de eu NÃO querer que você corra risco de vida...só espero que não tenha medo de histórias de terror.
Ele enrugou a testa... talvez, mas somente talvez... fosse melhor ele não ter vindo.
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Kagome se deixou cair escorada na porta, limpou o suor da testa, não havia comido nada desde o dia anterior e havia treinado quase a noite toda, ela desistira do saco de areia já que em um chute seu ele se rasgava e espalhava areia para todo lado, ela desistira depois do quinto afinal ela não tinha tanta paciência assim para ficar recolocando o tempo todo, as espadas eram até que boazinhas, mas uma espada boa para ela era bem difícil de encontrar, tentou encontrar a sua na number one e na casa de kikyou mas ela não encontrara, somente uma coisa... uma foto.
Balançou a cabeça ao se lembrar da foto, a foto de sua imouto, sua irmã mais nova Freya, sentia seu coração apertar ao se lembrar do pequeno rosto dela cheio de lágrimas e dos gritos dela... "kagome-nee-chan" enquanto era segurada pelas freiras do orfanato e kagome sendo levada a força por Forest e Kikyou, Forest...
Kagome arregalou os olhos... aquele rosto... o riso sarcástico...
Então essa é a garota?
A voz dele soou e de repente tudo veio a tona.
Cabelos negros longos.
Presos em rabo de cavalo,
Tatuagem de lua e estrela na mão direita,
Rosto bonito,
Olhos vermelhos.
Roupas sociais...
Não era possível...
Não pode.
Ela conhecia Forest.
Ele...
- ele era amigo dos meus pais.
Ela mordeu a parte inferior dos lábios enquanto se lembrava de algumas poucas vezes que o vira lá, o estranho é que ela não se lembrava de seus pais o chamarem de forest, era.. era outro nome.
- oni...onimala, ui esse é legal.- ela riu de si mesma porém ouviu passos.
Deu um pulo bem na hora que abriram a porta e apareceu do outro lado da sala.
- ainda treinando?- perguntou Miroku.
Ela balançou a cabeça de uma forma estranha e falou.
-sim... tentando.
Ele enrugou a testa.
- não achou a sala de ginástica boa para treinamentos? Gostaria que eu colocasse algo mais?
Ela riu e passeou os olhos naquela sala.
- não, ela é ótima só talvez um saco de areia de ferro, sou vampira então eu posso dizer que mesmo depois de cinco anos eu ainda não sei a minha força total, ou seja.- ela se espreguiçou.- eu poderia fazer um carinho na sua cabeça e amassar seu crânio sem querer, Humanos são quebradiços.
Ele fez um "hum" e abaixou a cabeça.
-Himura ligou.
Ela sorriu.
- o que ela disse?
- está a caminho, mas... estou preocupado kagome.
Ela o olhou confusa e se aproximou.
- ainda por causa do que aconteceu ontem? – ele balançou a cabeça dando a entender que sim.
- em parte, quero dizer... Kikyou nos pegou de guarda baixa, não podemos deixar que isso aconteça novamente.
Kagome abaixou a cabeça e cerrou os punhos.
-só me salvei por causa do Fritak,mas não acho que isso vá acontecer de novo tão cedo, até por que só se pode usar um ataque como esses de surpresa uma vez, nas outras é mais sorte, além de que Forest consegue recriar o meu Fritak contra mim mesma.
Ele olhou para um canto e olhou para kagome sério.
- não comeu?
Ela balançou a cabeça negativamente.
- não estou com fome. - de repente um barulho estranho ecoa na sala.
Miroku tenta, mas não consegue conter um riso, Kagome o olha com raiva e em seguida para o estomago e faz uma careta, seu estomago estava reclamando há algum tempo.
- se está com fome por que não comeu?
Kagome fez um movimento com a mão como se espantasse algum mosquito (mesmo não havendo nenhum) e disse.
- estou em parte, quero dizer... Sou uma vampira, o certo seria mais dizer que estou com sede.... De sangue.
Ele pareceu entender e falou.
- quer matar o bankotsu? Eu deixo.
Ela riu.
- não, só que eu tenho que tomar sangue o mais rápido o possível, não sei se agüento, acho que hoje a noite vou sair para caçar.
Ele enrugou a testa, mas um sorriso continuou no seu rosto.
- vai matar pessoas? Achei que quando os vampiros mordiam essas pessoas viraram vampiros também.
Ela revirou os olhos.
- mito, eu não sou realmente uma vampira, nenhum vampiro me mordeu é só que meu sangue vai tipo se evaporando e eu vou precisando de mais e não, quando eu mordo alguém eu não. A. transformo. Em. vampiro.
Ele revirou os olhos e bufou.
- droga, e a juventude eterna?- Kagome riu mais alto ainda.
- me desculpe querido mas eu tenho cara de ainda ter treze anos?
Ele a olhou de cima a baixo e falou.
- não, com certeza não.
Ela sorriu fracamente e passou a mão no pescoço.
-sede... estou... com muita sede.
Ele abaixou a cabeça e falou.
- por quê não vai caçar logo? Ainda é de madrugada.
Ela olhou para baixo e falou.
- não estou a fim de destruir a vida de ninguém.
- não disse que ia caçar?
- não falei o quê. –ela sorriu travessa e abriu as portas da sacada, o vento tocou no rosto dela e ela se virou.
- vou ver se encontro algum bosque ou coisa do tipo aqui perto, até mais tarde.
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Kagome andava pelas ruas escuras sozinha, olhando para baixo, um trovão soou perto dali, ela sorriu, tempestades... ela gostava de noites assim, continuou andando calmamente, na noite fria tudo o que se ouvia era o miado dos gatos, o latido dos cachorros, o barulho dos moveis na mudança de temperatura, a vampira passou a mão no rosto e pelo cabelo, colocou-a no pescoço, ia tirar a mão quando alguém a segurou no pescoço, ela ficou rígida, seus instintos começaram a se aguçar, o calor humano tão perto do seu corpo, ela quase podia sentir o sangue correndo na mão daquele ser.
A mão era rude, não era aquele tipo de mão macia, com certeza não era, o ser( quem quer que fosse) se aproximou dela colando os corpos, e ela viu que não era uma mulher( por mais que ela tivesse certeza que não fosse), a respiração quente no seu ombro, ela arregalou os olhos e sentiu seu corpo estremecia.
Ela sabia de quem era aquele calor.
Não podia ser, era tarde, era quase de manhã não... não podia ser...
- acordada há essa hora... Kagome? – ela sentiu um turbilhão de emoções ao mesmo tempo, sentiu medo, assustada, feliz (?), sentiu até desejo, calma, alivio, sentiu seu corpo estremecer mais do que antes e sentiu-o passar a outra mão pela cintura dela a abraçando e a sustentando, se não fosse por isso ela sabia que cairia, respirou fundo tentando se acalmar, mas parecia impossível, praguejou em seus pensamentos, o maldito devia estar ouvindo seus batimentos acelerados( já que como vampira eles batiam mais devagar, ela não possuía juventude eterna, mas demoraria mais a envelhecer.) como nunca e deixando-a com menos sangue do que podia( e muito mais no rosto), pois ela sentiu ele sorri.
- meio tarde, não?- ele perguntou novamente, tocou na mão que se sustentava e na outro do pescoço e num único movimento se soltou das duas e se virou para o rapaz, ele sorria travesso mas havia carinho nos seus olhos.
- pronta para me explicar o que aconteceu no baile beneficente?- kagome respirou fundo e falou.
- Inuyasha você mesmo falou que já era tarde além de que pelos céus fique...- ela começou a sentir o cheiro másculo dele graças ao olfato apurado.- longe... – ela fechou os olhos deliciando-se com o cheiro, sua parte vampira começava a acordar, e a fez começar a imaginar o sabor do sangue do rapaz. – de mim. – ela falou praticamente completamente entregue, os olhos fechados, a coluna ereta e o rosto levemente curvado para cima.
-por quê? – ele perguntou se aproximando, ela abriu os olhos e antes que ele acompanhasse o movimento dela ele a viu aparecer a mais ou menos cinco passos de distancia de sua antiga posição.
- como... como fez isso? – ele perguntou.
A moça engoliu o seco e falou.
-você não entenderia.- ele começou a correr e ela ainda extasiada com o perfume do rapaz demorou a agir o que lhe deu uma vantagem e ele conseguir segura-la pelos ombros, ela o olhou nos olhos, estava tão entregue assim? Estava quase se matando, a sua parte vampira ansiava pelo sangue do rapaz e a parte humana ansiava que ele a tomasse como sua, o que diabos estava acontecendo com ela?
- você é tão vulnerável.- ela falou.
- como disse? – ele perguntou confuso.
-se eu quisesse podia te matar neste instante.- ele enrugou a testa.- mas algo em mim te protege de mim... de pegar seu pescoço como pegou o meu e morder e matar-lhe sugando completamente seu sangue.
Ele a largou e ela agradeceu por isso.
- você é louca.
Ela sorriu.
- defina loucura.
Ele enrugou a testa e ela desapareceu deixando uma nuvem negra e aparecer atrás dele e lhe tocou levemente o pescoço, ele sorriu maliciosamente.
-desejo.
Ela sorriu do mesmo jeito que o rapaz.
- por alguém?
- uma moça.
Ela se aproximou mais olhando para o pálido pescoço.
-seu nome?
Ele se virou e lhe deu um leve beijo nos lábios.
-kagome...
ela sorriu levemente, ele colocara uma mão no pescoço da garota e o outro no ombro da moça, ele começou a se aproximar dela lentamente e colocou seu rosto na curvatura do pescoço dela e queria chegar mais perto para aspirar o doce cheiro da garota que o enlouquecia, a moça ficara hipnotizada observando o pescoço do rapaz, ela não se compreendia naquele minuto, nada passava pela sua mente, o cheiro do rapaz a entorpecia e a moça se sentia vulneravel, ela nunca sentira isso, ela o desejava de todas as formas possiveis, sua parte vampira ansiava por perfurar o pescoço do rapaz e tomar seu sangue que deveria ser tão bom quanto o seu cheiro e sua parte humana o desejava loucamente humanamente, desejava que ele a possuísse, sem que a moça percebesse seus caninos ficaram maiores, de repente ela percebeu o que estava quase fazendo e empurrou o rapaz que cambaleou para trás mas conseguiu se equilibrar, a moça se afastou o suficiente dele.
Ela levou uma das mãos até o rosto e retirou uma mecha de cabelo negro e colocou atrás da orelha, tocou no lobulo e levou seu dedo passando pela bochecha até um dos caninos(agora presa), abaixou os olhos triste sentindo-os marejarem, o rapaz ainda a olhava assustado, ela levantou o rosto e numa velocidade que ele não conseguira acompanhar ela fora até ele e o abraçara, aproveitou os poucos segundos em que esteve ao lado dele para sentir mais o calor humano de seu corpo, sussurrou algo antes de desaparecer.
- me desculpe...
e em seguida o rapaz se viu sozinho... sozinho.
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a garota se deixou cair deitada no chão chorando em algum lugar que sua memoria de criança e de seus tempos felizes a levara, ela chorou um pouco antes de levantar os olhos e ver aonde estava.
-Zôo?- ela se perguntou, mas a pergunta foi esquecida ao vento e as lágrimas começaram a cair novamente, idiota, era o que ela repetia para sí mesma em pensamento, fora fraca, estava fraca...
O sangue em seu corpo evaporava mais a cada segundo e ela necessitava de mais sangue, mas ele? tola, ela quase o matara, quase matara ele, ela se perguntou desde quando se preocupava desse jeito com os outros, desde quando ele era importante? desde quando ela se importava com ele? desde quando ela quisera beija-lo?
Ah! é mesmo, desde o baile... desde aquela dança que eles tiveram no baile, desde a ultima vez que vira kikyou, fora aí que começara... certo? a moça agora não sabia muito bem, seus pensamentos estavam voltados ao fato de que quase matara o homem que estava tomando seus pensamentos... era nele que ela estava pensando enquanto deveria estar pensando no que kikyou e Forest podiam fazer agora, ele tomara seus pensamentos de um jeito drastico que nem quando ela lutava conseguia esquecer do sorriso do rapaz, e o que ela quase fez? quase o matou.
-droga.- ela balançou a cabeça, tinha que vê-lo de novo, essa vontade de que ele a possuísse era simplesmente... pelos céus ela nunca sentira isso antes, e ela iria até ele... mas precisava de sangue, ela olhou para o Zôologico e suspirou.
- me desculpem...
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Inuyasha trancou a porta do apartamento depois de entrar e jogou a chave em algum lugar, sua cabeça se enchia de perguntas com hipoteses de respostas ridiculas, loucas, perguntas como : quem é kagome? o que é kagome? e outras, a velocidade, tudo que ela fizera o deixara confuso, ela era no minimo... intrigante. Foi até a cozinha e encheu um copo com água e tomou alguns comprimidos para dor de cabeça, respirou fundo e deixou o copo por lá mesmo já desabotoando a camisa, ele a jogou na poltrona do quarto e trocou a calça jeans por uma calça moletom cinza e jogou-se na cama,
kagome
era nela que seus pensamentos estavam, na verdade eles estavam nela desde que a vira pela primeira vez no La nuit clarie, ele simplesmente não conseguia mais se concentrar no trabalho ou pensar até na namorada "desapecida" e nem no fato de que era possivel que kagome tivesse alguma pista sobre ela, somente pensava em como ela era bela, intrigante, a namorada de seu irmão que era mais bela e tudo mais que a sua, era um jogo proibido e isso o excitava... não só o fato dela ser a namorada de seu irmão mas também o fato de que ela retribuia - e não escondia de ninguém o fato- o desejo dele por ela, ele não compreendia o por quê disso, o fato dele somente conseguir pensar nela, era como se ela tivesse jogado um feitiço nele, tolo.
ele não podia imaginar o quão grande era este feitiço e que não havia sido a garota que havia jogado nele, mas sim os atrapalhados cupidos que fazem as donzelas dos livros se apaixonarem como ninfas capturadas por serafins, mas se ele achava que era o único a se sentir deste jeito ele deveria repensar, Kagome também não compreendia o que estava acontecendo, o por quê de só conseguir pensar nele, enfim, a palavra amor passava longe do pensamento de ambos, para a moça seria uma atitude impensada que a colocaria em mais perigo e junto a ela o rapaz que ela amava, para o rapaz... seria algo novo, realmente amar alguém...
um barulho o acorda de seus devaneios, pareciam passos de algum sapato de salto, ele se levanta com cuidado e começa a andar pelos cômodos do apartamento a procura de alguém, porém não o encontra, sala,cozinha, banheiros, quarto de hospedes, escritorio, lavanderia, despensa, nenhum lugar, balança a cabeça.
- estou ficando louco.- passou a mão no rosto e sorriu suspirando.- kagome está me deixando louco.
voltou para o quarto e deu um grito surpreso ao ver Kagome sentada na ponta da cama do rapaz, ela estava de pernas cruzadas e passando a mão levemente nos cabelos e observando as botas negras, ela parecia momentaneamente ignorar a presença do rapaz, ela começou a descer o ziper da bota e em seguida a retirou e com ela a meia, fez o mesmo com a outra e as jogou em um canto qualquer do quarto olhando somente agora para o rapaz com um olhar sedutor, misterioso e de completo desejo, o respirar da garota parecia pesado pelo tamanho desejo que ela segurava em seus ombros, sua garganta parecia se contorcer louca para gemer de prazer nos braços do rapaz a sua frente, ela o olhava de uma forma que nunca olhara outro homem antes.
- como entrou aqui?
ela apontou para a sacada aberta e com o vento batendo e fazendo a cortina branca voar.
-mas... eu moro na cobertura.
ela assentiu ainda o olhando do mesmo jeito.
- eu... me teletransportei.
ele enrugou a testa e riu um pouco.
- como é?
- igual ao que eu fiz na rua, me teletransportei para o local aonde você estava... bela casa.- ela acresentou no final se levantando e os pés em contato com o chão frio, que parecia gelo em relação ao corpo da menina neste momento.
- ahn, okay sem brincadeira, como entrou aqui?
ela engoliu o seco e deu dois passos e desapareceu e uma fumaça negra restou ele arregalou os olhos e prendeu a respiração por alguns segundos quando viu ela reaparecer entre seus braços e passar a mão no rosto do rapaz.
- como fez isso?
- eu tive medo... por isso fugi aquela hora, estava sedenta de sangue e podia te matar lá... quase te matei.- o olhar dela assumiu uma tristeza que sumiu logo voltando o olhar anterior que continuara o mesmo... e isso o excitava, saber que ela estava ali, pode-se dizer que completamente entrega a ele.
-sedenta... de sangue? como assim kagome? - ele se perguntou de onde ainda tirara forças para perguntar(sim ele já havia voltado a respirar a muito tempo).
- sou... uma vampira.- ela abaixou os olhos, ele riu.
- muito engraçado.
- eu era humana...- ela voltou a olha-lo. - até kikyou me transformar em uma vampira alterando meu DNA.
ele a olhava sem saber o que dizer, não conseguia acreditar mas e tudo o que ela havia feito nessa ultima hora? deveria ignorar isso? Kagome o olhou com medo, ele deu um leve sorriso, ela era uma vampira e estava com medo, mas ele sabia que não era medo dele mas do que ele faria, se ele a aceitaria mesmo sendo isso ou se ele a expulsaria e perguntaria aonde estava a sua "namorada", ele viu os olhos dela marejarem e se abaixarem.
- eu sou um monstro.- ele a olhou sem saber o que falar.- matei pessoas, não sou humana e ainda sim estou aqui te forçando a fazer algo que você não quer, eu maltratei a sua namorada por poucos dias comparados aos cinco anos que ela fez comigo e... e ainda sim... ainda sim estou aqui
ele ainda estava atordoado com isso, aquela mulher... aquela mulher na sua frente chorando, a do baile que chorara e lhe dera um leve beijo, aquela que disse que precisava de sua ajuda... não... não aquela.
- não importa.- ele falou calmamente olhando para as suas mãos que pegaram a mão direita dela e lhe fazia um suave carinho, ela o olhou confusa.- você... não é esse monstro que afirma ser, você... pode ter algumas "habilidades" diferentes mas... você é como todo outro humano, que sente medo, erra e principalmente... sente... desejo.
- não é desejo! - ela o interrompeu e o olhou no fundo dos olhos.- é... é amor
ele sorriu para ela e repetiu algumas vezes a palavra "amor" e falou com um brilho diferente no olhar.
- não me importo se é uma vampira, o que importa agora é esta mulher que está na minha frente... pronta para me amar e me mostrar o que é o amor.
ela o olhou com os olhos marejados de emoção, quem diria que aquele brutamontes que conhecera era este rapaz lindo e romantico na sua frente? ela levou a outra mão até as mãos dele que estavam sobre a sua outra e sorriu.
- quero que me mostre também.
ele sorriu e a puxou para um beijo... e dessa vez ela teve certeza... nada seria como antes...
0o0o0o0o0o0o fim do capitulo 0o0o0o0o0o
eu sei... querem me matar,
Mas como eu vou escrever morta?
viram?
viram? e o sesshy não vai me reviver de novo(u.u) só se pode reviver alguém na tenseiga uma única vez( leitoras loucas são uma coisa, eu sei pq sou uma)
respostas das reviews:
neherenia:amiga, olha, esse cara é muito idiota, ele não sabe a besteira que esta fazendo e logo logo eu tenho certeza que vai aparecer alguém que não vai fazer isso( e se v6 voltaram n.n festinha!yuupi mas senão) e se precisar eu te mando o inu por sedex quando acabar a fic o.k? e espero que tenha gostado do capt, ok? e espero q esse também NÃO esteja confuso, beijão.
Mary-chan: o veneno no pescoço da kagome, aquela coisa preta que ficou se expalhando, foi no lugar que começou como um veneno sendo injetado, como um poder do forest nela, e no lugar que começou o négocio saiu um filete de sangue... como se tivese cortado mesmo. confuso eu sei, espero que este não esteja confuso( por favor Deus ilumine) beijos, diga o que achou!
Agome-chan: não, infelizmente não é o forest Gump,mas se fosse ele eu acho que a káh taria mais aliviada, e sim, a kikyou é BI(bissexual gosta de homem e mulher), ela se apaixonou pela kagome, eu sou genial não? ué! pq tá me olhando desse jeito? a Crispel fez o kouga gay pq não posso fazer a kikyou( jarro de barro velho) lesbica? eu hein! e infelizmente ela agarrou ele e no próximo capt( sorriso pervertido) tem hentai... eu vou colocar em italico para que todos saíbam, os que gostam leiam os que não, não leiam, é que depois do que aconteceu agora era realmente chato não ter hentai né? e sim eles deixaram, estou em Fortaleza, beijão amiga! me diz o que achou do capt o.k?
LeticiaM:olha, se ela é feita de mel eu não sei só sei que se for eu quero um pouquinho desse mel, e o inuyasha ainda gosta da kikyou é? com certeza, principalmente deopis do que vc leu neste capt, sem duvida e a kikyou também n.n, ué a crispel fez o kouga gay, não brigue só comigo! e como viu, Freya é a linda irmãzinha da k-chan, misturando Inuyasha com Chobits lhes apresento a nova versão de :Copia Perfeita... não tão diferente mas tem a irmã dela agora... e a sango, o Hideki, espero que tenha entendido mais, beijão viu? me diz o que achou.
noticia: VAI TER HENTAI NO PRÓXIMO CAPT!
beijos
sophie-sama
me manda uma review?
