Clamare

Avisos: Este fanfic não possui fins lucrativos, todos os personagens aqui apresentados pertencem à J.K. E sim, esta é uma história slash, se você não gosta de ver dois homens lindos fazendo "coisas" feche a página.

É necessário na leitura deste capítulo que se de especial atenção às partes em itálico, a lógica da seqüência estará logo ao final deste capítulo, por isso atenção a elas.

Esta história é um presente à minha amiga e agora Beta Marjarie!

Clamare

- By Lithos of Lion -

Ato 2

- Encontro -

"No mundo não existe um horror comparado..."

- 6 meses atrás -

A cortina, de tecido leve e cores claras, movia-se suave ao toque da brisa vespertina que adentrava pela janela aberta. O fim do dia se aproximava e o céu se enchia de tonalidades, alaranjadas e rosadas, conforme o sol se retirava de cena por entre árvores e morros. Astro rei que se recolhia deixando seu posto para que a divina lua surgisse para reinar.

Lua, noite, trevas... Um outro mundo que acordava e era visto da janela aberta. Os olhos verdes encaravam a paisagem em profunda melancolia, perguntando-se se havia diferença: Luz e trevas, dia e noite, sol e lua, bem e mal... Havia tanta diferença assim entre aqueles "mundos"? Não seria tudo uma mistura irônica de certo e errado, que no fim acaba por ser igual, não importa o lado em que se está? O que definiria, afinal, o herói e o vilão?

O sorriso surgiu sem alegria em sua face e morreu instantes depois com o barulho ensurdecedor que invadiu o ambiente. Virou-se, notando a jovem mulher ruiva que erguia rapidamente a cadeira, sua jovem esposa... Estavam de mudança. Mais uma das inúmeras que já tinham realizado... A sétima daquele ano? Ele não saberia responder, perdera as contas.

Viu que ela afastava os cabelos ruivos dos olhos e lhe sorria, ele devolveu um simples arquear de lábios e deu de ombros, tornando a olhar pela janela. Foi quando ela falou:

- Harry, querido, sei que não suporta as mudanças, mas poderia me ajudar? – perguntou meio aflita. – Vamos acabar nos atrasando e você os conhece... – ele não tirou os olhos da janela.

- Gina, você viu que horas são? – as palavras dele eram macias e sem emoção. – É praticamente noite e, pelo menos um de nós, tem que prestar atenção em algo que seja mais útil do que posição dos móveis em uma casa nova. – ela o olhou com mágoa e preparou-se para uma má resposta. Foi interrompida por passos pequenos e velozes que entravam no cômodo.

Ao ver quem era, Harry deu o primeiro sorriso verdadeiro daquele dia ao que Gina também sorriu, vendo o filho saltar nos braços do pai. Soltou a cadeira que segurava, dizendo:

- Não podemos nos atrasar, ele não aceita muito bem... Vou arrumar as coisas...

O olhar de Harry fora frio, frio em demasia, mas logo se dissipou para voltar a atenção para o filho em seus braços.

Perguntava-se como e quando chegara ali, naquela situação, com aquela vida. A noite se abria para ele de forma especial, queria caçar, precisava caçar. Talvez isso lhe trouxesse vida. Vida que extrairia dos olhos petrificados do vampiro morto, antes que sucumbisse em cinzas. Sem importar com seus devaneios, sem se preocupar com o que quer que aquela criatura fosse.

Assim, se esqueceria...

Harry James Potter tem um dom. Ele foi meticulosamente planejado e calculado, antes mesmo que se pensasse existir um Harry. Pois, ele não foi pensado como uma existência, Harry foi pensado como um plano. Uma ambição da família Potter, um sonho da família Evans.

Famílias de caçadores que extirpam o mal desde o medievo. Potter e Evans. Nunca houve e nem haverá dons tão preciosos quanto os provindos deste sangue. Era necessária uma união, ela foi realizada, independente de desejos individuais. Os caçadores precisavam e por isso fariam. É a lei, a tradição, e ela deve ser seguida com respeito. Não há outra opção e precisamos entender isso.

Harry James Potter tem um dom.

Gina estava agitada e isso irritava Harry, também deixava o pequeno Albus nervoso, o que acentuava seu choro. Em parte, Harry compreendia tanta agitação, pois já se passara quase um ano desde a última reunião geral e o fato de ela estar acontecendo em um prazo tão curto só significava uma coisa: problemas.

A reunião também possibilitava o reencontro entre familiares e amigos, os quais nem sempre podiam se ver, já que todos estavam em constante mudança de casa e de país. Nômades permanentes - era a característica deles.

Harry se alegrava em ver a maior parte dessas pessoas, embora essa alegria acabasse quando se deparava com outras. No final, a única coisa realmente interessante era falar com Ron e Hermione.

Foram recebidos com festa, os Weasley eram maioria e puxavam os recém chegados para o abraço, Jorge e Fred faziam brincadeiras para distrair tanto os adultos quanto os pequenos. Era uma época de poucas crianças, apenas Hugo, Rose e Albus. Os dois primeiros de Hermione e Ron, o último era o filho único dos Potters. A relação entre as crianças e os caçadores adultos era de extrema importância, pois seriam elas a receber seu legado. Harry entendia, mas não concordava e isso significava não ter mais filhos. Não obrigaria seres tão caros a si, a seguirem o seu caminho. Odiava certas regras.

Regras. Era o que eles mais tinham dentro daquele clã, todas ditadas por um único homem, o último ancião vivo, o que mostrava o enfraquecimento do legado. Harry se perguntava frequentemente as razões de serem eles o que eram, assim como perguntava-se sobre a real natureza dos vampiros.

- Tenso? – a pergunta de Ron o surpreendeu.

- Não, só algumas dúvidas me corroendo. – Harry sorriu e o ruivo o acompanhou.

- Bem, eu estou tenso. – riram. – O nosso bom velhote deve ter algo sério para dizer.

- E o que ele não acha sério? – Harry disse ajeitando os óculos.

- Ainda não se conforma, não é? – Ron fechou a expressão e Harry franziu a testa em resposta. – Acha que poderia ter sido diferente, se tantas decisões precipitadas não tivessem sido tomadas?

- Sim. Talvez tudo tivesse adquirido outros contornos. – sua expressão era amarga.

- Assunto sério, meninos? – Hermione os interrompeu abraçando-se a Ron.

- O de sempre Mione, o de sempre... – disseram juntos.

A conversa cessou quando ouviram o barulho da porta se fechando, o qual foi seguido do riso alegre das crianças. O homem que chegara amava aquelas crianças, via nelas o futuro de seu legado, a esperança de que a linhagem dos caçadores não se dissolveria. Deu-lhes balas de limão e foi para a poltrona velha no centro da sala. Sentou-se e ajeitou os óculos meia-lua, acenou para os presentes, os olhos, mesmo cansados, ainda eram límpidos e azuis como sempre.

- Hora de começarmos nossa reunião. – os presentes, ao ouvirem o chamado, organizaram-se em cadeiras próximas.

Harry permaneceu em pé, os olhos verdes fixos na figura que se sentara imponente na cadeira à sua frente.

Ele o desconhece, embora eu me pergunte até que ponto vai esse desconhecimento. Seu talento é inusitado e creio que ele também deve ter percebido, todos nós já percebemos. Apesar disto, sua criação não foi o que eu queria.

Perdi muito tempo, muito mesmo, tentando assumir a sua educação, o que não deu resultado. Como conseqüência temos atos como os que acabamos de presenciar nessa noite. Mas, falávamos de seu dom...

- Temos problemas. – o velho sorriu. – O que não deve ser novidade, sei que perceberam a urgência deste novo encontro...

- Por que não diz logo? – Harry perguntou, a falta de paciência denunciada em sua voz.

- Com pressa, Sr. Potter? – o ancião continuou sereno e proferiu o seu discurso com calma angustiante. – Londres tem visitas nobres. Vampiros antigos retornaram ao lar de origem e trazendo todos os agregados possíveis. – disse por fim.

À sua volta, rostos tensos o encaravam, Harry revirava os olhos. Foi Hermione que rompeu o silêncio.

- Isso significa que os Malfoy voltaram para Londres. – disse cética. – Como pode ser?

- Sempre esperta, Hermione, sempre esperta! – ele respondeu alegremente.

- Como sabe que são eles Sr.? Ela continuou, séria. – Ninguém, nenhum caçador até hoje viu um Malfoy, pelo menos não os que continuam vivos.

- Digamos que eu tenho os meus meios e contatos para saber as coisas. Temos, agora, que começar a montar nossas estratégias. Essa é uma oportunidade que não deixaremos passar.

Harry respirou pesado, o sangue correndo rápido pelas veias, desencontou-se da parede e caminhou para a porta.

Uma mão o deteve.

- Gina, me solte! – disse baixo.

- A reunião ainda não acabou e o assunto é sério. – ele usou as duas mãos para afastá-la. – Aonde você vai? – Harry parou olhando-a nos olhos, o verde era tão intenso e emanava tanto ódio que ela se assustou.

- Caçar. Vou caçar! – bateu a porta, Gina tentou ir atrás, mas foi detida.

- Deixe-o, irmã... – Rony a abraçou. – Ele ainda não superou, procure entender...

- Vejo que a cena acabou, podemos continuar? – a voz da figura centrar daquela reunião não se alterara.

oOo

O vento noturno atingiu o rosto de Harry como um bálsamo, amenizando a raiva e dando a sensação de liberdade. Tocou em sua arma, bem amarrada às suas costas, seu diferencial, um ataque que era ao mesmo tempo rústico e inusitado. Amava as noites, amava percorrer a cidade em silêncio e se esgueirar por "entre mundos".

- Satisfeito? – a voz grave e calculada o assustou.

Virou-se rapidamente em sinal de alerta, apesar do susto. Os olhos verdes pararam sobre os negros em desafio e reconhecimento. Sorriu. Como criança, como se fosse o mesmo de anos atrás, aquele menininho...

- Então, também veio para Londres? – a figura permanecia entre a sombra e a luz. – Não faz tanto tempo, não é?

- Não. Vai rastrear a cidade? Locais isolados são uma boa idéia nesta noite. – a voz era irônica e satisfeita.

- Uma sugestão? – Harry riu.

- Está fugindo? – a figura respondeu com uma pergunta cortante.

- Cansado. Não fuga, apenas cansaço. – o sorriso de Harry morreu em seus lábios.

Os dois começaram a caminhar lado a lado, distanciando-se da casa. O homem ao seu lado vestia-se todo de negro e era extremamente pálido. Harry o conhecia desde sempre, ninguém sabia dessa amizade, dessa estranha amizade...

- Vocês estão próximos do que querem ou do que parecem querer... – o homem disse mais para si mesmo do que para Harry.

- Não sei. Talvez essa não seja a resposta que eu procuro. – Harry disse reflexivo.

- Você se parece tanto... Nestas horas, com estas palavras...

- Obrigado.

- Vá em direção à casa antiga, percorrendo a alameda, vai achar o que quer para essa noite. – amargura estava em sua voz.

- Ficará em Londres? – Harry recebeu um aceno como confirmação. – Quero que conheça meu filho e que ele saiba de tudo, já é tempo.

- Está é minha sina? – A forma como passarei a minha imortalidade? – o tom era seco, mas Harry percebia a diversão.

- Até mais. – Sorriu, antes de começar a correr em direção à alameda, sem dar respostas ou esperar por elas.

O homem de negro cruzou os braços parecendo irritado, mas logo a tensão se dissipou e um levíssimo sorriso surgiu em seus lábios.

- Ele é você, não em gesto, mas em essência. Fiz um bom trabalho, minha querida... – saltou para um prédio próximo, velocidade impressionante. – Agora, é hora de caçar o meu alimento.

Sua própria arma nos mostra o quanto ele é especial. O dom de Harry permite que ele ache vampiros com uma facilidade extrema, assim como também dá a ele uma velocidade que só os vampiros têm. Uma combinação inusitada, devo dizer, seu dom e sua arma...

Harry corria, a liberdade era total, tinha a sensação de poder voar. As luzes da cidade se distanciavam e com isso a lua adquiria cava vez mais brilho, assim como as estrelas, que estavam mais nítidas.

Aproximava-se da alameda quando localizou o primeiro vampiro, ele era jovem, recém criado, seus olhos refletiam isso ao girarem em todas as direções, adaptando-se à nova visão. Harry se escondeu nas árvores próximas e pegou sua arma. O arco abriu-se esplendoroso e ele alisou a flecha colocando-a no arco. Mirou e esperou sua caça estar em melhor posição. Eles nunca percebiam que ele estava ali.

Sorriu. Algo naquele gesto de empunhar a arma, espreitar a vítima, mirar... Dava-lhe a sensação de prazer doentio. Era nesse momento que seu sangue se revelava?

A flecha voou, girando graciosa no ar, seu brilho prata obscurecido pela sombra. O vampiro a viu, mas já não havia tempo. O objeto penetrou-lhe o peito, transpassando-o, o sangue respingando agourento de ambos os orifícios abertos. Seus olhos recebendo como última imagem um intenso brilho verde. Olhos que espreitavam...

Tombou. A agonia logo teve fim, quando o corpo imortal se desfez em cinzas.

Harry saiu devagar do local em que estava, pisou as cinzas do vampiro morto, o brilho raivoso desaparecera de seus olhos, dando lugar à perplexidade. Sabia que matava sem piedade, em gesto de puro deleite e prazer, mas quando tudo terminava... Não podia pensar, não queria pensar...

Tocou as cinzas, despediu-se e seguiu em frente, subindo nas imensas árvores da alameda com agilidade, outro vampiro se aproximava.

Com o seu dom ele poderá nos levar até o clã Malfoy, digamos que é o único caçador capaz de se encontrar com eles. E ainda há o seu gênio, mesmo que se negue, o Sr. Potter é o caçador mais instintivo de nosso grupo.

Seu instinto não deixará nenhum vampiro que cruze seu caminho viver, o que parece humano nos monstros não o seduz. Foi assim que foi criado, para isso tanto planejamento e tantos cálculos...

Silêncio. Nem mesmo o ruído do vento parecia chegar até a alameda, Harry apertava o arco em suas costas. Estranho... Tudo a sua volta parecia entrar em letargia. Sentiu uma presença e voltou seus olhos para a estrada. Lá estava...

Uma vampira, os cabelos loiros e longos caiam sobre as costas, andava displicente.

Harry abriu o arco, mas o que veio a seguir o desnorteou, a vampira virara-se para o local em que ele estava e os olhos de ambos se encontraram. O azul escuro focou-se nos verdes. Como ela o vira? Era antiga, muito antiga, ele podia sentir.

O sorriso desdenhoso formou-se nos lábios dela, antes que lhe desse as costas e desaparecesse. O ar pareceu voltar a correr e ele piscou os olhos, fora uma ilusão? A sensação de estranheza sumira de seu corpo, não havia mais vampiros ali, saltou para a estrada de terra e começou a andar vagarosamente de volta para a cidade.

oOo

Por isso... – Harry precisa ser mantido ao nosso lado, sinto que algo o faz vacilar...- Dumbledore sorriu. – Gina... Pensei que seu casamento fosse exatamente por isso, prender Harry a nós, não consegue mais? Pareciam tão apaixonados... – Gina o olhou em constrangimento e depois com ódio.

- Isso não vem ao caso Sr. – Hermione o interrompeu. – O que acontece...

- Se perdermos Harry? Ora, Hermione, sei que ama seu amigo e talvez isso cale a sua inteligência neste momento. – ele riu. – Mas, não dá para advinhar?

O Rosto de Ron empalideceu.

- Seremos... – começou a dizer.

- Vejo que o Sr. Weasley já se deu conta do problema...

Neste momento, para todos os presentes, o sorriso de Dumbledore pareceu repleto de sadismo.

oOo

Aquela calmaria era estranha. Os vampiros não deveriam estar ali? Ouviu passos e estes vinham em sua direção. Levantou o rosto... Vampiros se permitiam serem ouvidos?

Foi quando o viu...

O seu caminhar era firme e gracioso, os cabelos, que caiam sobre sua testa, pareciam fios de prata iluminados pelo luar e sua pele era branca como o mármore. Elegante... Por que se sentia tão entorpecido? O vampiro estava com um terno preto e uma capa longa e pesada encontrava-se sobre seus ombros. Harry notou que seus pés o levavam na direção dele. Armadilha do ser das trevas? Não. Harry estava consciente.

Pararam um de frente para o outro. Um arrepio percorreu a espinha de Harry quando mirou aqueles olhos – prata pura – enlouquecia. Viu que o outro também o encarava, seus olhos com o mesmo brilho. Parecia hipnose.

Era como se ondas de choque dissipassem-se de um para o outro. Fascinação? Harry tentou levar suas mãos para a arma, precisava matar... Queria matar? As mãos traíram a direção, indo uma delas parar no rosto gélido, traçando o contorno fino do mesmo, com calma, com graça, parecia desejar aquele toque...

O vampiro também levantou uma das mãos acariciando o rosto moreno, para pousarem logo depois sobre sua nuca e os dedos pálidos perderam-se por entre os fios negros. Aproximando-os.

Os olhos de ambos se fecharam, os narizes se tocaram e a mão livre de Harry enlaçou-o pela cintura. Os lábios roçaram um no outro, trêmulos, foi o vampiro que forçou um encontro total. Arrepiaram-se. Harry o apertou ainda mais quando o tocar pleno abriu espaço para as línguas se encontrarem, se conhecerem... Harry sentiu as presas, sentiu o gosto do sangue, seus lábios forneciam o líquido precioso. Não se importou... Nada importava...

Choque.

Ambas as mãos atuaram ao mesmo tempo, espalmadas no peito, olhos se abrindo, mente desperta.

O sangue escorria pelos lábios de Harry, o vampiro não se esforçou para limpar o sangue que estava em seus próprios lábios. Harry buscou sua arma novamente, mas suas mãos tremiam. Os olhos cinzentos o encaravam com uma mistura de asco e surpresa, as mãos pálidas também tremiam e mesmo assim a voz era firme e arrastada quando ele falou:

- Caçador. – era uma afirmação.

- Vampiro. – Harry disse com raiva.

- O que fez comigo? Quem é você? – a pergunta foi feita em conjunto.

- Harry Potter!

- Draco Malfoy!

Disseram também juntos.

Surpresa, repulsa, ódio... Todos os sentimentos apareceram juntos, em estado bruto, não houve mais palavras, nem ações e insultos. Apenas deram-se as costas, simplesmente, ironicamente e seguiram seu caminho.

Em seus rostos, já à distância, tudo o que restara era confusão.

Continua...

N.A: Agora as coisas começam a ficar um tanto quanto... Inusitadas. Muita coisa vai acontecer, aguardem!

Marjarie muito, muito obrigada mesmo pela betagem! É super importante para mim, principalmente por poder discutir o texto e ter alguém que perceba os erros, que na correria a gente acaba deixando passar (ou nem percebe XD).

À M.Rose May-Chan, St. Luana, Ju K.Lender e Gika Blak obrigada pelos reviews, são eles que me mostram como continuar e porque continuar. Saber que as pessoas que lêem apreciam a história é de importância ímpar. Por isso, obrigada! E continuem dizendo o que estão achando.

Até a próxima, abraços,

Lithos de Lion