Mas Hermosa Que El Cielo, by Zoalesita
Título Traduzido: Mais bela que o céu
Autora: Zoalesita
Tradutora: Rosa Scarcela
Sinopse: Te amo... Meu coração se partiu em pedaços quando ele disse "Eu não"... mas ainda assim decidi lutar por um amor que já tinha dona. E me perdi no caminho enquanto tentava fazer com que Edward visse o quanto eu o amava. A amizade em sua expressão mais real: o amor...
Disclaimer: Essa história pertence à Zoalesita, que me autorizou a traduzir, e os personagens pertencem a Stephenie Meyer.
This story belong to Zoalesita, who allowed me to translate, and the characters belongs to Stephenie Meyer.
Esta história pertenece a Zoalesita que me permite hacer la traducción. Los personages pertenecen a Stephenie Meyer.
Drew olha pra mim
Eu finjo um sorriso assim ele não vai ver
Que é tudo que eu quero e preciso e tudo o que deveríamos ser
Aposto que ela é linda, a garota que ele fala
E ela tem tudo que eu tenho que viver sem
Drew fala comigo, eu rio porque é muito engraçado
Mas eu não consigo ver ninguém quando ele está comigo
Ele diz que está tão apaixonado, que ele finalmente acertou,
Eu me pergunto se ele sabe que ele é tudo que eu penso à noite
Drew passa por mim, será que ele percebeu que eu não consigo respirar?
E lá vai ele, tão perfeito,
O tipo impecável que eu gostaria de ser
É melhor ela abraçá-lo bem apertado e dar a ele todo o seu amor
Olhar naqueles lindos olhos e saber que ela é sortuda porque
Ele é a razão das lágrimas no meu violão
TEARDROPS ON MY GUITAR – Taylor Swift (youtu . be / xKCek6_dB0M)
Capítulo 3: Lágrimas em meu violino
BPOV
Difícil é uma palavra muito complicada de se explicar. Difícil é quando alguma coisa é praticamente impossível de fazer, mas você sabe que, no final, vai dar certo. É como fazer uma prova e dizer: "Vai ser difícil pra caramba, mas eu vou bem nesta prova nem que seja a última coisa que eu faça nesta vida".
Eu me sentia assim. A diferença é que eu não tinha nenhuma prova para fazer. Bom, nenhuma prova da escola. Tinha meu encontro às 8h em ponto para a prova mais difícil da minha vida.
Era manhã da 4ª feira depois do meu incidente. Não tinha ido à escola nos dias anteriores porque meus pais me mantinham fortemente vigiada. Minha mãe não estava indo trabalhar e meu pai chegava cedo em casa para jantar na hora certa.
Depois de dois dias de cuidados intensivos e asfixiantes eu tinha dito "Basta!". Fui firme com eles e, da melhor forma, os informei que precisava ir à escola e eles tinham que continuar com suas vidas normalmente. Uma anemia não ia me matar e, sobretudo, eu não queria morrer, então passaria a comer bem.
Acredito que minha mãe estava mais preocupada com minha saúde mental do que com outra coisa. Me perguntou e, por muito pouco, não me trancou em uma sala com uma luz na cara para que eu confessasse o que aconteceu com Edward, mas eu decidi ficar calada: "Discutimos", eu disse, e ela não conseguiu mais nenhuma informação além disso.
Não é que eu não confiava em minha mãe, mas saber que Esme, minha adorada e platônica sogra, sabia já era mais do que suficiente. Esme me viu correr em sua casa para preparar meu pós-jantar com Edward, com seu prato favorito, sem velas, porque Edward não gostava muito de velas, e, ao fundo, rock clássico que ele tanto amava.
Não tinha recebido visitas de ninguém. Quando vinham, minha mãe avisava que eu estava dormindo. Era melhor mentir a me verem chorar. Via uma revista e chorava, via televisão e chorava, via uma estúpida ave voando no céu e chorava...
Era tão deprimente.
Estava em meu quarto às escuras. Não passava das nove da noite e já tinha jantado. Apenas pensava nele e nele e nele. Em sua boca. O que estaria fazendo? Ele mandaria mensagens de texto para desejar "Boa Noite" à Tanya? O que ela sentia quando ele dizia que gostava dela?
Milhares de perguntas passavam por minha mente, quando percebi alguém entrar em meu quarto.
Estúpida! Você não trancou!
Fiquei quieta esperando que minha mãe pensasse que eu estava dormindo, mas senti o colchão afundar ao meu lado e braços me abraçaram.
— Sei que amanhã você volta para a escola. Vim apenas desejar sorte, pequena — Esme sussurrou em meu cabelo.
— Obrigada. Eu vou precisar.
— Amanhã vai ser muito difícil, mas não impossível e essa é a chave. Difícil quer dizer que você pode superar. Sinto muito que as coisas não terminaram como você e eu queríamos.
— Mas agora ele tem alguém para amar e você tem uma nova filha em sua família.
— Não tenho nada contra ela — me virei sobre meu corpo para ver bem sua cara —, mas não é porque ela é a namorada do meu filho que significa que eu a amarei. Isso se conquista com o tempo.
— Mas eles certamente se gostam.
— Eu sempre agradeço àqueles que amam meus filhos, mas, Bella... — acariciou meus cabelos — minha menininha, nada vai mudar o que sinto por você... Amo minha Alice sobre todas as coisas, mas você me lembra muito minha Isis...
— Quem é Isis? — perguntei intrigada.
— Era a irmã mais velha de Edward.
— O quê? — quase gritei — Edward não tem irmã mais velha. Alice é sua gêmea.
— Agora não é o momento de contar esta estória, mas quero que mantenha segredo. A única pessoa que sabe é Emmet. Prometo que te contarei, mas agora não é importante.
— Esme, você não pode esperar que eu não pergunte nada quando me confessa algo assim.
— A estória dela vai estar aqui para sempre, quer conte agora ou amanhã. Não vai mudar em nada o curso das coisas. Quero que você entenda que gosto muito de você porque você é uma garota que ganhou meu coração com o passar do tempo e porque me lembra um ser que eu amarei por toda minha vida, mas que já não está mais comigo... E se não é o momento para que você esteja com Edward, eu sei que logo chegará...
— Não acredito...
— Te conheço o suficiente para saber que você não se dará por vencida. Não sei o que fará, apenas tenha cuidado. Quando Edward toma uma decisão, não é fácil fazer com que ele mude.
— Eu o amo — meus lábios tremeram até que comecei a chorar.
Esme me consolou. — Eu sei e agradeço que você goste tanto dele.
— Esme.
— Diga.
— Eu juro que Edward vai ser meu.
Levantei da cama e disse: "Você já chorou o suficiente por Edward em três dias seguidos. É o momento de seguir em frente".
"Levante... Arrume-se... E apresente-se" era meu lema e o seguiria até o último dia de minha vida.
Fui até meu grande armário e peguei uns lindos jeans, uma blusa branca de manga comprida e botas pretas para combinar com o resto.
Tomei um demorado e relaxante banho. Tomei tempo para lavar o cabelo e dedicar uns cinco minutos para mim. Não demorei muito para me arrumar uma vez que sai do banheiro. Apenas me maquiei escondendo bem minhas olheiras e passando rimel.
Eu não podia aceitar que Edward me visse sem maquiagem e chorando pelos cantos. Tinha que me ver cheia de vida para que ele quisesse reconsiderar seu "NÃO".
Desci correndo, encontrando um bilhete de minha mãe na mesa da cozinha onde ela me lembrava de levar meu almoço e deixava dinheiro para comer MAIS na escola.
Peguei as chaves do meu carro e sai enquanto mordia uma maçã e tomava suco de laranja. Me acomodei no meu lindo Beetle Cabrio (1) cor bege. Eu amava muito esse carro, com sua capota preta e, sobretudo, porque nele eu sentia que era livre. Em qualquer momento poderia pegar meu carro e ir para longe... Não que eu pensasse em partir. Amava Forks. Seu ar de mistério e clima frio me encantavam, as chuvas me davam paz e eu gostava dos poucos momentos de Sol.
Hoje agradeci que não havia Sol. Hoje queria me sentir em casa. O frio me aquecia... Uma estranha sensação, mas faz muito tempo que deixei de me perguntar o que é normal ou não.
Cheguei na escola pontualmente às 8h, desci correndo e quase derrubando minhas coisas enquanto chegava ao corredor que tinha que atravessar...
Levantei meu olhar e encontrei os penetrantes olhos de Alice me encarando de longe. O que estava estranho é que ela não parecia contente e sim que ia gritar a qualquer momento.
Apenas um pequeno movimento, um segundo de distração, e seus olhos se desviaram um instante até sua esquerda, quando eu o vi.
Edward segurava Tanya contra ele. Estavam abraçados do lado de fora da sala de Química e ele beijava sua linda cabeleira ruiva.
Quero vomitar... Quero vomitar... Quero vomitar.
Quero... Minhas botas pareciam meu melhor armamento. Bons sapatos te salvam. Bom, isso era o que minha mãe me falava... Neste momento, não me importava se estivesse calçando sandálias... Estes sapatos ficariam gravados em minha mente por toda vida como os sapatos com os quais enfrentei meu destino.
Respirei fundo e avancei.
Alice me deu um sorriso de alívio muito discreto em seu rosto maquiado. Caminhei firme e decididamente até seu lado. Ela teria a primeira aula comigo.
— Amiga — me abraçou. — Senti sua falta. — Seus braços finos me apertaram. Era bom ter um pouco de carinho de Alice depois que ela quase não mostrou emoções nas últimas semanas.
— Mas já estou de volta — me soltei de seu abraço para vê-la e beijá-la na bochecha. — Obrigada pelos chocolates que você enviou através de Esme.
— De nada. Eu sei que chocolate acalma sua ansiedade e te relaxa.
— Olá, Bella — escutei a voz de Edward bem atrás de mim e juro que minhas pernas amoleceram como gelatina e uma estranha sensação se instalou no meu estômago.
— Oi — me virei para vê-lo esperando também ver a bela cara de Tanya, mas ele estava sozinho.
— Como você está? — perguntou, tímido.
— Estou bem... Bom, te vejo depois — não deixei que ele dissesse mais nada e entrei na sala.
Me sentei em meu lugar habitual e Alice sentou ao meu lado na Mesa de Desenho que tínhamos para esta matéria. Apoiou sua cabeça em meu ombro e não disse mais nada...
Na hora de ir à cafeteria as coisas não foram melhores. Eu não tinha parado para pensar se ela se sentaria conosco, mas bastou colocar um pé dentro do lugar para saber. Sim, ela estava em minha mesa.
Eu estava na fila para comprar minha comida quando fui abordada por Paul.
— Olá, bela dama — me cumprimentou mostrando seu perfeito sorriso. Todos esses garotos de La Push eram como Don Juan (2). Todos eram atraentes, mas, além disso, tinham carisma e enorme simpatia. Me lembravam da grande família Cynster (3).
— Oi, Paul.
— Estou morto de fome — disse para si mesmo. — Se a senhora Smith não servir mais rápido, vou ter um surto no meio da cafeteria. Começarei a me arrastar — seu cenho franzido me fez rir. — Mulher, não posso falar nada sério com você.
— Você sabe que eu sempre rio de tudo. Não sei por que está estranhando.
— Certo. Por isso é tão encantadora que Jake está apaixonado por você — disse como quem não quer nada.
— Não me diga que ele mandou você me falar isso... — virei para procurar Jake.
— Claro que não! Que tipo de maricas você pensa que nós somos?
— Eu pensei...
— Vim por minha própria vontade — me interrompeu. — Primeiro porque tenho fome e segundo... Este final de semana é o aniversário de Sam e faremos uma festa lá na reserva. Bom, não é bem uma festa. Você sabe que nós preferimos conviver entre nós mesmos...
— O que eu preciso levar?
— Garota — disse, rindo. — Essa é a atitude! Mas não quero que você leve nada além de sua graciosa presença.
— Você só quer que eu vá?
— Bella... O que eu tenho que fazer para que você dê uma oportunidade a Jake? É um cara que te faria feliz. Você sabe que mesmo sendo tão amigos, eu não pensaria duas vezes em insistir se ele fosse um mal partido.
— Apenas não sei se...
— Hey! Não estou pedindo para você casar com ele... Nem que ande com ele... Mas eu gosto muito desse idiota e ele merece uma oportunidade.
— Eu não vou andar com Jake...
— Quem se importa? Venha no sábado e tenha um bom momento. Deixe que ele se alegre um pouco também. Está tão apaixonado por você que eu garanto que o fará feliz apenas com sua presença.
— Eu vou, mas você é um desgraçado. Não está me convidando por mim e sim para fazer seu amigo feliz.
— Querida — me abraçou e beijou na bochecha. — Você também está convidada. Mesmo que não queira nada com meu amigo, você sabe que é parte do bando, mesmo que você goste mais de andar com os riquinhos.
— Paul... Você é riquinho... Você e todos os garotos de La Push são de boa classe social, então, não vem não!
— Você entendeu o que eu quero dizer.
— Vou ignorá-lo — cruzei os braços me fazendo de brava.
— Você não pode... Se me ignorar vou te ligar no celular tanto ou mais que Jacob.
— Que horror! — exclamei. — Caras, vocês têm um grande problema mental.
— Pode ser, mas não faz diferença, porque assim somos mais divertidos — pegou uma bandeja com comida para mim e uma para ele. — Falo com você nos próximos dias.
Ter uma breve conversa com Paul aliviou um pouco minha tensão e estresse. Suspirei e soube que não teria mais opção além do meu destino.
Quando cheguei à mesa, me surpreendeu ver que não tinha lugar para mim. Todas as cadeiras estavam ocupadas, incluindo minha cadeira ao lado de Edward onde estava sua bonita namorada.
"Avance contra ela como no filme Meninas Malvadas (4)"*
Não vou fazer isso.
— Não sabia que estava cheio — disse olhando para meus amigos com reprovação já que estavam muito entretidos escutando uma estória de Tanya.
— Sinto muito, Bella — Jasper imediatamente ficou em pé, seguido de Edward e Emmet. Me sentei em seu lugar e ele colocou outra cadeira ao meu lado. Alice ficava bem em frente de nós dois e, mesmo que desta vez Jasper não a via, ela não deixava de nos encarar, porque Jasper acariciava levemente meus ombros.
Ela sabia que Jasper e eu éramos como irmãos, mas seus olhares cheios de ciúmes eram estranhos.
"Esses dois precisam de muito tempo"
Comi em silêncio, escutando a estória de não sei o que de Tanya. O pior era que ela estava conquistando os garotos com muita facilidade. Maldito Edward! Não podia procurar uma namorada que não fosse tão gentil e agradável?
De vez em quando, Jasper se aproximava de meu ouvido e perguntava em voz baixa se eu precisava de alguma coisa. Eu apenas negava com a cabeça e acariciava rapidamente seu rosto. Porém, conforme os minutos foram se passando, comecei a ver a interação entre Edward e Tanya e ficou mais difícil para mim, mas sair correndo não era uma opção.
Tanya se acomodou melhor em seu lado e deixou seu corpo descansando em Edward, enquanto ele passava o braço ao redor para apoiá-la.
"Solte-o, maldita!"
Respire, Bella. Inale e exale.
Apoiei na mesa para ficar em pé quando Jasper acariciou minha mão e a colocou sobre sua perna enquanto entrelaçava nossos dedos.
O olhei por um instante, me perdendo no amável olhar azul do meu amigo. Ele apertou minha mão e eu virei para seguir na conversa. Tinha que ficar, mais por mim do que por Edward.
O intenso olhar verde do meu amor me perfurava. Todos estavam prestando atenção na conversa de Rosalie agora, mas ele não. Ele via a mim, com a testa franzida, em claro sinal de que algo intenso passava por seus pensamentos.
Minhas mãos tremiam um pouco por causa do Duelo da Morte de olhares, mas Jasper, alheio à tudo isso porque olhava para sua irmã, depositou um beijo em meu ombro.
Edward virou a cara e me ignorou quase todo o restante do almoço.
Teria a aula seguinte com Edward, então era praticamente obrigatório falar com ele. Além disso, sempre nos sentávamos na mesma mesa.
Antes de irmos para a sala, passei pelo banheiro com Rosalie. Queríamos alcançar Alice, que tinha saído na nossa frente. Tentávamos estar em seu encalço porque Maria frequentava a mesma escola e não queríamos que Alice a encontrasse sozinha. A verdade é que não sabia que tipo de mulher era Maria, mas não ia arriscar que ela machucasse ainda mais a minha Alice.
Emmet me puxou pelo braço ao mesmo tempo em que Rosalie me dava uma olhada de cumplicidade e ia para o banheiro.
— Está acontecendo alguma coisa, Emmet?
— Não... Só queria que você soubesse que lamento muito o que aconteceu com Edward — ele parecia com pena de falar, mas tinha de falar, já que éramos como irmãos.
— Obrigada... Mesmo que eu prefira que vocês não fiquem me recordando. Me sinto como se Edward fosse meu marido que morreu... Não quero mais condolências...
— Sim, eu entendo. Eu só não quero que você se sinta mal porque nós estamos falando com ela. A verdade é que ela é agradável.
— Não se preocupe, ursinho. Por mim não tem problema.
— Certeza? Você sabe que eu gosto muito de você, mas também não quero ter problemas com o meu irmão.
— Sim, eu tenho certeza. É como se você estivesse apaixonado por Rosalie — assentiu. — E ela não correspondesse porque está apaixonada por... não sei... Taylor.
— Eu não gosto dos seus exemplos — fez careta.
— Mas são necessários... Agora... Se ela estivesse perdidamente apaixonada por Taylor e decidisse que quer inclui-lo em nosso grupo porque quer que ele faça parte de sua vida, sinceramente, o que você faria?
— Acho que, mesmo que doesse, o aceitaria, porque é o que ela quer e eu quero que ela seja feliz.
— Agora você me entende — acariciei seu rosto. — Obrigada por gostar de mim, Emmet, mas temos que seguir em frente.
— Eu não sei como você faz isso... Como faz para continuar... — me abraçou fortemente.
"Nem eu"
Rosalie saiu do banheiro neste momento. Se aproximou de nós, mas estava pensando em outra coisa.
— Mais tarde temos que falar — me disse antes de pegar seu namorado pela mão e saírem.
Só Deus sabe o que esta louca tem na cabeça.
Cheguei em minha sala e ia me sentar no meu lugar quando uma bela cabeleira ruiva me dava às costas no meu assento.
"Se você tivesse avançado nela na cafeteria como Lindsay Lohan, teríamos evitado este problema"
Suspirei ignorando o que a Bellaciência falava cada vez mais alto... Talvez estivesse ficando louca.
Me sentei na última mesa que estava desocupada. Alguns me olharam quando obviamente não me sentei no meu lugar habitual.
O que eles querem? Que eu sente em cima de Tanya?
Idiotas!
Peguei meu celular e decidi afundar em minha miséria. Coloquei os fones de ouvido e, por alguma estúpida razão, meu celular não queria ler o cartão de memória. Então, como não tinha como ouvir minha música, sintonizei em uma estação de rádio. Precisava de música, não importava qual, mas tinha que me desconectar.
Tocou uma música que, em cada letra, cada palavra cravava no meu coração. Me vi transportada para o filme "O Casamento do Meu Melhor Amigo" (5). E para minha vida parecer a vida da Julia Roberts eu estava em um estado crítico.
Uma mão em minha mesa fez eu levantar minha cabeça. O sorriso cálido de sua delicada boca me desconcertou. Nem tanto pelo sorriso em si, mas pela primeira coisa que veio à minha mente: "Quantas vezes sua boca provou os doces beijos do meu Edward?"
Gesticulou um "Olá" e tirei os fones de ouvido para escutá-la.
— Olá, Tanya.
— Oi... Eu só... Bom... Sentei no seu lugar. Não quero que você sente sozinha aqui atrás. Então, você pode se sentar com Edward como sempre.
— Não, não se preocupe. Vocês andam idiotamente felizes e contentes e eu não vou me meter no meio.
Que o céu me prenda por mentir e blasfemar tanto!
— Me sinto mal, Bella. Não quero que você e eu tenhamos problemas nem que se sinta rejeitada por minha culpa.
Tanya, você está completamente certa!
— Não, é claro que não me sinto rejeitada – olhei rapidamente Edward que nos assistia com curiosidade.
— Ele está um pouco nervoso — disse, seguindo meu olhar. — Eu disse que queria falar com você e, mesmo que ele não concordasse, acabou me dando "luz verde".
— Sim, ele é assim — suspirei.
— Posso? – apontou para o meu lado.
Fiz um sinal para que se sentasse.
— Edward comentou que você teve um problema no sábado — engasguei. Ele contou! — Fica tranquila. Seus assuntos com Edward são seus. Digo isso porque ele ficou de sair comigo neste dia e me disse que você não estava bem. E depois, no domingo, você amanheceu em um hospital, e ele não saiu de lá por todo o dia até que te deram alta.
— Como você sabe disso?
— Depois que saiu do hospital, ele foi me ver em casa. Estava muito cansado e triste... Ele ficou muito afetado por vê-la de cama. O pobre acabou dormindo sobre minhas pernas enquanto conversávamos na sala... Devo confessar — se aproximou de mim com cumplicidade — que tive dor nas costas à noite por ficar muitas horas com sua cabeça no meu colo, mas valeu a pena. Eu também estou apaixonada por ele, Bella. Talvez se pergunte por que venho te dizer tudo isso.
— Na verdade, sim.
— Bom... — me deu um sorriso bonito e sincero. — Eu sei que você não é a irmã de Edward, mas é a mais próxima dele. É muito bonito de ver vocês dois juntos. Se completam muito bem. Eu nunca tive um amigo assim e te invejo... Mas também sei que se não tiver sua aprovação, é certo que eu terei problemas com Edward. Sou uma garota, Bella, e sabemos como conduzir as coisas. Edward confia cegamente em você. O que você disser, para ele será lei.
— Eu gosto muito dele e quero que tome as decisões corretas. Isso é tudo.
— Você tem vergonha de aceitar, mas está bem, não reconheça diante de mim que Edward te idolatra tanto quanto você a ele. — Suspirou enquanto olhava do outro lado da sala. Segui seu olhar para encontrar Edward conversando com Eric. — Eu gosto dele, Bella, e esta relação é importante para mim. Não vou machucá-lo por que sei que ele esteve muito tempo sem namorada depois daquela garota que quebrou seu coração e sei que se eu chegar a quebrá-lo, mesmo que você seja pequena, me dará o que eu mereço.
— Acredito que estamos nos entendendo — disse, rindo.
— Exato, entendo os riscos ao me envolver com os Cullen... — ficou em pé. — Apenas queria que soubesse que venho em missão de paz. Só quero fazê-lo feliz... Amigas? — me ofereceu a mão.
— No momento, somos mais que conhecidas, mas menos que amigas. O que você acha?
— Gosto da sua honestidade — apertou minha mão.
Deu a volta para sair.
— Tanya...
"NEM PENSE NISSO"
— Fale – virou-se.
Fique quieta, Bella!
— Me fale como foi que Edward pediu para você ser sua namorada — me encarou, interrogante. — A verdade é que não o imagino como o Príncipe Encantado.
Simples palavras a fizeram voltar para o meu assento.
— Foi muito lindo. Me avisou que não podíamos sair porque você tinha um problema. E após estar saindo, ele voltou e do nada me pegou nos braços e me beijou...
Escutei toda a conversa revivendo as imagens em minha mente, sentindo o amor que Tanya emanava por ele, a sinceridade, a emoção e o rubor em suas bochechas.
Maldita sortuda!
— Deve ter sido lindo de ver — minha voz tinha baixado muito até converter-se em um murmúrio, mas se falasse mais alto, certeza que ela perceberia minha voz estridente.
— Foi lindo. Para mim, o melhor dia de minha vida. Nunca vou esquecer este sábado.
— Nem eu — disse mais para mim mesma.
— Bella, não fique triste. Você não gosta de saber que eu consegui, finalmente, tirar o lado romântico de Edward? — disse em tom de brincadeira para me fazer sorrir.
— Claro — sorri. — Eu gostei de saber que ele, sim, pode ser feliz.
— Ele sim? Quem não? Você? — me espiou cuidadosamente — Você está apaixonada.
Meu corpo estremeceu.
"Sim, pelo seu namorado"
— Sim, mas não sou correspondida.
— Ai, Bella, mas não se sinta mal. Talvez tenha uma oportunidade.
— Não acredito. Ele é, tipo, proibido.
— Oh, por Deus, Bella — se aproximou para que ninguém a escutasse. — Está apaixonada por alguém casado?
Meus olhos se abriram como pratos. É claro que não era casado. Se fosse casado eu estaria estirada em minha cama, sem levantar... Mas era mais fácil do que dizer que amava meu amigo que era seu namorado.
— Por favor, não fale nada.
— Claro que não, Bella... Agora entendo a atitude de Edward.
— Que atitude?
— Me disse que estava preocupado com você, Bella... Ele e você têm um relacionamento? Me refiro ao casado...
— Não...
— Você quer que isso mude?
— Não sei. Ele não é livre, então realmente não sei o que quero agora.
— Bella, afaste-se dele. Se ele está casado, é como você disse: proibido.
— Eu o amo muito.
— É muito complicado.
— Apenas, por favor, não quero que diga nada disso a Edward. Digamos que ele não é muito favorável à pessoa que amo.
— Claro que não direi nada, mesmo que entenda a atitude dele. Talvez esse cara só queira se aproveitar de você.
Fiquei horrorizada.
— Bella, me deixe ser sincera com você já que me deu uma brecha para falar disso... Se um homem casado quer algo com você, ou melhor, se te quer de verdade, nunca prestaria atenção em você, porque ele sabe que não é livre. Perdoe-me por ser tão cruel, mas talvez ele só se aproxime de você para levá-la para a cama.
— Tanya, eu entendo. E mesmo que não espero que isso aconteça, ele não me verá e, em algum momento, o esquecerei.
Edward nunca me faria algo assim em sua vida!
— Se cuide, Bella. Não vá se machucar em uma relação que não terá nada bom. Você também merece um cara que goste tanto de você como Edward gosta de mim.
— Quem sabe este cara está se escondendo de mim.
Interrompemos nossa conversa porque o senhor Banner entrou e começou a explicar a matéria do dia, que obviamente não me interessava em nada.
Passei minha hora analisando cada frase de Tanya, cada coisa que ela disse, como falou dele e o pior é que ela era agradável comigo.
"Você é um fracasso como garota que rouba namorados"
Suspirei resignada. Nem eu me apoiava.
Recolhi meus livros quando a aula terminou, pensando na tortura que seria a Educação Física. Eu gostava da matéria, mas não me restava muito do bom humor com o qual eu acordei. Me sentia como um brinquedo de Toy Story (6), tentando guardar todas as forças possíveis que me restavam.
— Podemos conversar um momento? — Edward me interceptou quando estava prestes a ficar em pé.
— Bem agora?
— Apenas um minuto.
Assenti com a cabeça e voltei a me acomodar em meu assento. Ele apoiou suas mãos na mesa e suspirou, gastando o tempo até que a sala ficasse vazia. Fechou a porta.
— Precisa de alguma coisa? — perguntei confusa.
— Não... Bem, sim — duvidou um momento.
Sem mais, me pegou em seus braços e me apertou contra ele, me abraçando tão forte que eu me sentia quebrar. Mas não disse nada. Eu estava onde deveria sempre estar: em seus braços.
Me soltou para pegar meu rosto entre suas mãos. Delicadamente limpou as lágrimas que sequer senti quando saíram dos meus olhos.
— Me perdoe, Bella.
— Por que, meu menino? — disse acariciando sua mão que estava em minha bochecha.
— Porque eu fui muito apressando em me mostrar com Tanya diante de você. Eu vi sua expressão... Bella, eu te conheço quase mais que a mim mesmo, eu vi sua dor e suas lágrimas caladas na hora do almoço.
— Mas concordamos que ninguém morre disso — usei um tom conciliador. Uma parte de mim odiava Edward por me rejeitar, mas havia uma parte maior que o amava tanto que não queria vê-lo sofrer, nem sentir-se mal por qualquer motivo.
— Eu sei, pequena, mas o lugar de Jasper é meu. Eu que devo consolá-la. Eu que devo cuidar de você... Eu quero consertar seu coração quebrado.
— Edward, você sabe como consertá-lo — sussurrei.
— Bella, minha resposta segue sendo "Não".
Edward pisou sobre meu coração despedaçado no chão e pulou em cima deixando-o em cacos bem pequenos.
— Então você sabe que não pode consertar — tirei suas mãos do meu rosto.
— O que está acontecendo me dói muito. Você não percebe? Que tipo de amiga você é? Eu preciso de você.
— Não diga que sou uma péssima amiga. Eu te amo e você sabe. E ainda assim estou dando uma oportunidade a sua namorada, então não me venha com essa, Edward.
— Mas...
— Mas nada. Você briga comigo e vai encontrar sua namorada, para que te abrace, te console, te beije e que diga que tudo vai ficar bem. E eu?
— Talvez você devesse arrumar um namorado... Ou alguém — soltou as palavras quando me virei.
Voltei em seguida e parei em frente a ele com muitas emoções em ebulição no meu interior.
— É... O que está acontecendo com você? Acredita que eu gosto de você porque é bonito ou o quê?
— Me refiro...
— Sim, eu entendo ao que se refere. Você acha que é um capricho, mas não é um capricho — as lágrimas começaram a sair outra vez. Mesmo que eu tivesse prometido não chorar em frente a ele, suas palavras me machucavam ainda mais — Maldito seja, Edward! — se surpreendeu com minhas palavras. — Eu amo o que há aqui — golpeei seu peito, sobre seu coração. — Eu amo o garoto que me mostrou que sou bonita, que me ajudou a levantar quando cai de bicicleta, amo aquele que bateu no cara que quis avançar o sinal comigo... amo a segurança que você me dá, o amor que tem comigo e a lealdade entre nós dois... E sabe o que mais?
— O quê?
— Escute minhas palavras. Tanya nunca, mas nunca mesmo, vai amá-lo um décimo do que eu te amo e quando você perceber, virá para mim.
— Você parece uma mulher despeitada — disse, bravo.
— Sou uma mulher apaixonada e ferida e isso justifica tudo.
Dei a volta para ir embora. Não estava adiantando nada seguir falando de um tema que não nos levava a nenhum lugar. Deixei umas coisas no meu armário e o resto levei para meu carro. Não ficaria na estúpida última aula. Também a teria com Edward.
Por que chegamos a isso?
Nunca havia gritado deste jeito com ele... Mas não me arrependia. Ele achava que era bobagem e as coisas não eram assim.
Dirigi ultrapassando em muito os limites de velocidade. Estava começando a duvidar da minha moral e bom juízo.
Entrei como uma fera em minha casa, tanto que a senhora Cope, responsável pela limpeza duas vezes por semana, não me dirigiu a palavra.
Bati a porta do meu quarto e gritei tão forte que minha garganta doeu. Tinha que encontrar uma maneira de tirar esta dor que oprimia meu peito.
Peguei meu lindo bebê que descansava sobre o divã que tinha no meu quarto e, com sua fina figura em minhas mãos, soube que apenas ele me consolaria.
Meus pais me obrigaram a aprender tocar um instrumento porque às vezes, quando me irritava, preferia ficar quieta para evitar problemas, mas me ensinaram que, através da música, poderia tirar minha frustração. Depois que me acostumei, adotei meu bebê como meu melhor aliado. Meu lindo violino foi presente de Edward em um aniversário. Sabia que seus pais pagaram por ele, mas a ideia de me comprar foi dele. Esse violino dividiu muitas coisas comigo, mas era a primeira vez que compartilhava o "desamor".
Fui à janela do meu quarto para ver a vista que o bosque me oferecia e comecei a tocar.
Um acorde... Dois acordes... As primeiras notas... E depois tomou vida.
"Winter", de Vivaldi (7), me fez gritar com música o que eu não podia falar, o que eu estava cansada de repetir e o que simplesmente não podia deixar de sentir.
Algumas vezes, a melodia era linda, outras vezes era dura, até que chegou uma hora que meus braços doíam. Apenas me detive quando pequenos braços me envolveram pelas costas.
— Calma, Bella — Alice disse enquanto me liberava de seu abraço e tomava meu bebê para deixá-lo em seu devido lugar.
Como o choro à flor da pele, as bochechas manchadas e o coração partido, me sentia um pouco mais livre.
— Sente-se um pouco e respire — me acomodou sobre minha cama.
"Sou tão patética que minha amiga, que está em depressão profunda, tem que vir me consolar"
— Não se preocupe, Alice. De repente choro, mas sozinha volto a me acalmar. Só sinto que a tristeza em mim nunca vai acabar.
— Eu te entendo, amiga. Eu, mais que ninguém, entendo.
— Não é que eu não goste de você, — chupei o nariz — mas, com tudo isso, o que você está fazendo aqui?
— Rosalie me mandou uma mensagem e disse que era urgente que nos víssemos em sua casa, mas ela ainda não chegou.
— Para mim, ela só disse que precisávamos conversar. Quem sabe? Está louca... — eu ri.
— Essa é a Rosalie. Esteve louca por toda vida.
Alice ficou em pé e foi até meu computador. Me deixei cair sobre a cama para amenizar um pouco a dor de cabeça que começava a incomodar por causa do choro.
Alice colocou um pouco de música da cantora Nivea ao fundo para me tranquilizar.
Pela primeira vez em muitos dias, minha mente ficou em branco, seguindo e sentindo os acordes da música. Me relaxando.
— Não tem nada — escutei minha amiga resmungar.
— O que você está procurando? — girei a cabeça para ver a janela do Facebook aberta em meu computador.
— Nada — me respondeu sem me ver, pensando que eu não notaria que ela lia o perfil de Jasper.
Fiquei de pé e arrastei uma cadeira ao seu lado,
— Alice... Ele nunca vai carregar fotos com ela ou mudará seu status de solteiro para uma relação com ela, nem nada que possa afetá-la. Ela não interessa a ela, mesmo que você não acredite.
— Eu sinto falta dele, mas não posso voltar para ele...
— Entendo seu ponto, pequena. O tempo vai arrumar as coisas para que vocês fiquem juntos ou separados, mas este sabor amargo passará. Você vai ver.
Não me respondeu, apenas suspirou antes de clicar no botão de início. Por pura inércia me fixei no que mostrava sua Linha do Tempo e, para minha desgraça completa, a primeira atualização era:
Edward Cullen está em um relacionamento sério com Tanya Denali
— Vá ao perfil de Edward — disse automaticamente.
— Bella, não é necessário. Não há nada para ver ali.
— Sempre que você me nega algo é porque há alguma coisa. Então, ou verei agora com você ou checarei quando você for para sua casa.
— É sério, Bella.
— Agora, Alice — ordenei perdendo a paciência. Meu coração batia descontroladamente.
Dois cliques depois e estávamos no perfil de Edward. Sua foto era a mesma, mas entre as fotos marcadas aparecia uma dele com Tanya, abraçados em uma sala. Talvez eu fosse para o inferno por ser tão invejosa, mas não podia evitar.
— Ele gosta muito dela — afirmei.
— Muito... Sinto muito, Bella, mas não ganharei nada escondendo. Esqueça, Bella. Edward não é para você.
— Ele é para mim, porque é impossível que tanto amor apenas surja em mim para ser machucado. Não aceito, Alice.
Deitei outra vez em minha cama, voltando ao estado desanimado dos últimos dias. Baguncei minha cama e me enfiei embaixo das cobertas.
Peguei meu celular e mandei uma simples mensagem.
"Cisne assassino confirma presença"
Ergui minha cabeça da cama para checar se Alice estava no perfil de Jasper e, para minha sorte, ela não estava mais. Eu não tinha vontade de pará-la e desconectar o computador da energia. Apenas escutava o rápido digitar de não sei o que ela escrevia.
Cochilei um pouco, esperando Rosalie, mas ela não chegava. E antes de dormir, recebi uma mensagem.
"Te espero. Atenciosamente, Riquinho Discreto"
Estúpido Paul. Conseguiu fazer com que eu sorrisse.
De repente, alguém abriu bruscamente a porta do meu quarto, algo bateu em minha cama e escutei o som de saltos abafados pelo carpete. Até que enfim, Rosalie!
Eu ainda escutava a digitação de Alice e não me movi. Ela caminhou até a janela e ficou olhando para fora. Eu a via pelo canto dos meus olhos, que não estavam cobertos.
Olhou para o nada, mas com o cenho franzido. Me acomodei na cama esperando ela tivesse vontade de falar. Outra vez estava adormecendo quando sua voz me assustou.
— Por que, diabos, você não disse nada?
"Adeus horas de descanso"
Ninguém respondeu. Entretanto, se escutava as teclas fazendo barulho sob os dedos rápidos de Alice.
Rosalie virou. Merda! Seu olhar era intimidante. Mas do que ela falava? Talvez fosse brigar comigo por estar deprimida. Ela pensava que não valia à pena chorar ou destruir sua vida por ninguém.
Mas uma sensação de alívio tomou conta de mim, sabendo que ela me deixaria desfrutar de minha miséria quando encarou Alice.
— Quando você pensava dizer que está esperando um filho de Jasper?
Me sentei rapidamente, jogando as cobertas por todos os lados, surpreendida pela declaração.
O quarto ficou em silêncio quando Alice virou, horrorizada, para Rosalie e depois para mim.
Seu olhar disse tudo.
Alice vai ser mãe.
Merda! Emmet e Edward vão matar Jasper...
* Lembram da Bellaciência? Pois bem. Sempre que estiver entre aspas, itálico e centralizado, é a consciência da Bella falando com ou por ela.
(1) Beetle Cabrio: É o "novo Fusca", no caso, New Beetle. A versão Cabrio é conversível.
(2) Don Juan: o sedutor
(3) Família Cynster: personagens centrais dos romances da autora Stephanie Laurens.
(4) Meninas Malvadas: Cady Heron (Lindsay Lohan) é uma garota que cresceu na África e sempre estudou em casa, nunca tendo ido a uma escola. Após retornar aos Estados Unidos com seus pais, ela se prepara para iniciar sua vida de estudante, se matriculando em uma escola pública. Logo Cady percebe como a língua venenosa de suas novas colegas pode prejudicar sua vida e, para piorar ainda mais sua situação, Cady se apaixona pelo garoto errado.
(5) O Casamento do Meu Melhor Amigo: Julianne (Julia Roberts) e Michael (Dermot Mulroney) combinaram que, se ambos continuassem solteiros quando completassem 28 anos, se casariam. Quando recebe um telefonema do amigo, às vésperas da fatídica data, anunciando que está prestes a se casar, mas com outra (Cameron Diaz), Julianne se descobre apaixonada por ele e aceita o convite para ser madrinha, mas com segundas intenções.
(6) Toy Story: O aniversário de Andy está chegando e os brinquedos estão nervosos. Afinal de contas, eles temem que um novo brinquedo possa substituí-los. Liderados por Woody, um caubói que é também o brinquedo predileto de Andy, eles montam uma escuta que lhes permite saber dos presentes ganhos. Entre eles está Buzz Lightyear, o boneco de um patrulheiro espacial, que logo passa a receber mais atenção do garoto. Isto aos poucos gera ciúmes em Woody, que tenta fazer com que ele caia atrás da cama. Só que o plano dá errado e Buzz cai pela janela. É o início da aventura de Woody, que precisa resgatar Buzz também para limpar sua barra com os outros brinquedos.
(7) Winter, de Vivadi: youtu . be / nGdFHJXciAQ (retire os espaços)
Tenho tanta dó da Bella. E vocês?
Até o próximo domingo!
Rosa
Resposta aos reviews do capítulo anterior
Jee: Eu tb amo...
Flvia: Eu tb me viciei muito rápido. Esta fic me lembra coisas de minha vida, por isso me identifiquei tanto...
TatiMend: A Esme tem uma estória própria ao longo desta fic. É uma mulher forte. Na verdade, os seis pais são muito importantes... Quanto a falta de reviews, não me importa. Não se preocupe. Não é uma razão que me faria deixar de postar ou demorar para postar. Não sou dessas.
: Se prepare para mais emoções conforme os capítulos avançam...
AnneStewart: Então deixe sua consulta marcada, porque a depressão virá... rsrsrsr
Camille cullen: Com certeza, você vai chorar em breve.
Natalocas: A fic é linda msm. Obrigada por ler!
Evelyn Forni: A Esme é bastante importante na vida da Bella. Você verá...
Helayne: Eu não gosto muito dessas fics que eles demoram para se apaixonar... Mas esta ganhou meu coração tão facilmente...
AgathaRoesler: Não sei se eles ficam juntos no final. Você prestou atenção no Prólogo? Algo muito grave aconteceu...
