Mas Hermosa Que El Cielo, by Zoalesita

Título Traduzido: Mais bela que o céu

Autora: Zoalesita

Tradutora: Rosa Scarcela

Sinopse: Te amo... Meu coração se partiu em pedaços quando ele disse "Eu não"... mas ainda assim decidi lutar por um amor que já tinha dona. E me perdi no caminho enquanto tentava fazer com que Edward visse o quanto eu o amava. A amizade em sua expressão mais real: o amor...


Disclaimer: Essa história pertence à Zoalesita, que me autorizou a traduzir, e os personagens pertencem a Stephenie Meyer.

This story belong to Zoalesita, who allowed me to translate, and the characters belongs to Stephenie Meyer.

Esta história pertenece a Zoalesita que me permite hacer la traducción. Los personages pertenecen a Stephenie Meyer.


Te voy a escribir la canción más bonita del mundo,
Vou te escrever a canção mais bonita do mundo,

voy a capturar nuestra historia en tan solo un segundo.
vou capturar nossa história somente em um segundo.

Y un día verás que este loco de poco se olvida,
E um dia você verá que este louco de pouco se esquece,

por mucho que pasen los años de largo en su vida.
por mais que passem os longos anos de tua vida.

El día de la despedida
No dia da despedida

de esta playa de mi vida
desta praia de minha vida

te hice una promesa:
te fiz uma promessa:

volverte a ver así.
voltar a te ver assim.

La Playa - La Oreja de Van Gogh (youtu . be / UCRvJ3TFHps)


CAPITULO 4: Uma garota tem que fazer o que uma garota tem que fazer

Eu posso jurar que fiquei um momento sem respirar, meu enorme quarto ficou em silêncio. Nós três encarávamos umas às outras até que Alice começou a chorar.

Cai quando tentei andar porque tinha as cobertas enroladas nos pés, mas me importei muito pouco com a pancada nos joelhos e cheguei quase me arrastando até a cadeira.

— Não chore, minha menina — a segurei por seus ombros, que tremiam.

Rosalie também se pôs ao seu lado e a abraçou.

— Fique tranquila, Alice — disse em um tom confortante. — Respire e se tranquilize. Você não deve chorar no seu estado.

— É... Que... — Alice não pôde falar nada mais porque teve outro ataque de choro.

A levantamos da cadeira e seguimos para sentar em minha grande cama.

— Como você soube? — perguntei à Rose.

— Tirei minhas conclusões — Alice ergueu a cabeça e a olhou interrogativamente.

— Mas ninguém sabe disso, nem seu irmão.

— Eu sei — Rosalie ficou em pé e ainda estava tensa. — Olha, eu sei que você estava deprimida, porque era óbvio. O idiota do meu irmão te enganou e você gostava muito dele.

— O amava — corrigiu Alice.

— O amava... Ou ama, isso é problema seu. Mas a depressão não causa enjôos, nem vômitos. Mesmo que você tratasse de esconder bem, eu percebi que, às vezes, sutilmente, você levava a mão à boca quando colocávamos certos alimentos por perto, mas hoje te segui até o banheiro e a escutei vomitar. E a conclusão é simples: ou estava grávida ou tinha se tornado bulímica (1), mas considerando que nós três sempre fomos contra a bulimia, então tinha que ser a primeira opção.

— Mas...

— Era normal eu tirar esta conclusão. De nós três, você é a única que não é virgem há muito tempo. Por favor! Entre nós nunca houve segredos. Você e Jasper namoravam há dois meses e sabíamos que vocês eram sexualmente ativos.

A forma de Rosalie falar as coisas sempre era direta. Ela não ficava com rodeios e nisso eu não poderia ir contra. Se ela tivesse me dado a oportunidade eu diria essas mesmas palavras.

— Quando meus pais souberem, vão me matar — agora Alice ficou em pé e começou a caminhar desanimada pelo quarto.

— E seus irmãos matarão Jasper — disse.

Rosalie arfou de surpresa ao se dar conta disso – um era seu namorado, mas o outro era seu irmão.

— Não quero nem pensar nisso — Alice parou em frente à janela olhando para o nada. — Não quero pensar em nada. Gostaria de dormir e nunca mais acordar.

— Cala a boca, Alice Cullen. Não volte a dizer isso nunca mais — levantei exaltada. — Agora tem uma vida dentro de você e você deve ser responsável. Vai soar cruel o que eu direi, mas é a verdade! Se você e Jasper não foram responsáveis, não significa que este bebê tenha culpa.

Lágrimas após lágrimas escorriam pelas bochechas de Alice. Rosalie decidiu sentar no divã pensando em alguma coisa. Certamente, no que ela faria para controlar seu enorme namorado quando ele soubesse da notícia.

— Não sei como contar isso para Jasper. Tenho medo. Nem sequer falamos... Na semana passada, fiz um teste de farmácia, tinha um pressentimento. Na última vez que estive com Jasper não nos cuidamos devidamente.

Alice ficou calada e envergonhada durante uns minutos. Era perceptível por seu olhar fixo no chão.

— Vamos, Alice! Falar de sexo não vai nos afastar — disse nervosa, não pelo tema, mas por toda situação.

— Ele e eu, às vezes, tínhamos relações sem proteção. Ele tirava antes de...

— Por tudo que há de mais sagrado! — Rosalie gritou, com raiva. — Estúpidos! Você não aprendeu nada nas aulas de sexualidade?

— Sim — Alice se defendeu. — E quando fizemos isso foi de comum acordo!

— Está bem — intervim antes que seguissem com a conversa. — Acredito que foi suficiente saber como seu filho foi gerado. Nada vai mudar. Agora o importante é saber o que você fará.

— Eu estava escrevendo um e-mail para Jasper, mas escrevo e apago. Acho que é melhor dizer pessoalmente. — Alice lentamente se deixou cair no chão, puxando e abraçando suas pernas enquanto nos via. — Preciso que vocês vão comigo, eu não posso fazer isso sozinha.

— Tem certeza? É algo que só diz respeito a vocês — disse nervosa.

— Eu não vou poder fazer isso sozinha. Sou capaz de ficar quieta e não falar nada. Nem a vocês duas, que são minhas amigas por toda a vida, eu tinha conseguido dizer.

— Vamos com você. Não sei como isso vai afetar meu irmão — disse Rosalie, mais tranquila.

— Quando você está pensando em falar?

— Vou deixar passar uns dias, mesmo porque não estou pronta. Além disso... — Alice me deu um olhar comedido. — Não sei nem como perguntar, mas... Você tem alguma coisa com Jasper?

— O quê? Você está louca ou o bebê não te deixa respirar bem? — minha voz saiu rouca.

— Eu os tenho visto muito unidos. Se você estiver envolvida com Jasper eu não me oporia.

— Claro que se oporia. Você me mataria! E eu não tenho nada com Jasper. É apenas meu amigo, o adoro e ele tem me dado muito apoio estes dias. Por Deus, mulher! Você ficou louca ou o quê?

— Apenas perguntei.

— Então não pergunte essas coisas. É como se estivesse me ofendendo. Nunca teria nada com Emmet ou com Jasper. É como... eca! – fiz uma careta.

Riu baixinho por causa dos meus gestos loucos.

— Jasper é uma pessoa maravilhosa e eu quero, ou melhor, eu necessito dele neste momento, mas não quer dizer que eu o veja como homem. O vejo como amigo.

— Talvez sejam os hormônios da gravidez — Rose se aproximou de Alice até ficar no chão ao lado dela. — Eu amo vocês, garotas. Se chegar o dia em que tivermos que nos separar eu sofreria muito, porque vocês têm sido parte transcendental da minha vida. Com isso, quero dizer que estarei com vocês para apoiá-las. Neste momento, você precisa de nós, Alice, e te apoiaremos e teremos certeza que você está bem. Aconteça o que acontecer, Bella e eu estaremos aqui para você.

— Obrigada, meninas. Apenas preciso saber que tudo ficará bem, porque não tenho palavras, ou melhor, não posso pensar em um momento adequado para contar aos meus pais. Ainda que eu não possa esconder para sempre, tenho uns dois meses...

— Já foi ao médico? — perguntei sentando ao lado delas.

— Sim. Há uns dias fui ao ginecologista em Port Angeles. Não podia ir ao hospital aqui, com meu pai tão perto, e me confirmaram o tempo de gestação após um ultrassom.

— Pelo menos, quando você estiver conosco, não vai ter que estar triste, porque nós já amamos nosso primeiro sobrinho, não é, Rose?

— Sim, e já podemos começar a pensar em nomes e coisas que vai precisar. Não se preocupe, Alice — acariciou sua mão. — Sei que sente o mundo pesando em seus ombros, mas você verá como vamos sair desta, porque você não está sozinha.

As horas voaram entre fazer Alice comer e pensar nas muitas coisas que lhe compraríamos. Eu estava morrendo de vontade de fazer compras para meu futuro sobrinho ou sobrinha. Nem sequer podia imaginar o que seria, mas já o amava pelo simples fato de ter sido feito por Alice e Jasper.

As emoções do dia foram suficientes para me cansar. Mandei uma mensagem para minha mãe dizendo que dormiria cedo porque me sentia exausta e aproveitaria que as garotas já tinham ido para suas casas. Apenas respondeu que chegariam tarde porque meu pai ia buscá-la no trabalho e sairiam para jantar.

Escolhi os "Noturnos", de Chopin (2) em meu Ipod para que me ajudassem a dormir e rapidamente cai nos braços de Morfeu.

Acordei por causa de um rápido toque nas minhas costas, ritmado, quase seguindo as batidas do "Noturno" que tocava ao fundo e que estava clareando a penumbra dos meus sonhos.

Não precisei estar completamente desperta para identificar sobre o que estava adormecida e entender o que era esta deliciosa massagem que dançava em minha coluna vertebral.

— Sua respiração mudou. Eu sinto em meu peito. Isso quer dizer que você já acordou — sua melodiosa voz me embriagou.

É possível amar alguém tanto assim?

Sim!

— Se eu me mover, talvez você já não estará mais aqui — apertei um pouco meu braço sobre seu estômago. — Prefiro tê-lo em sonho que não ter de nenhum jeito.

— Você me tem e você já sabe disso. Estou aqui, Bella, apenas não me pressione. Não quero me afastar de você, mas eu te machuco — sua voz estava tão triste.

— Não — me arrumei um pouco para poder ficar de sua altura. Nossos rostos há centímetros um do outro. — Não fale. — coloquei meus dedos sobre seus lábios. — Não fale de me deixar. Eu prefiro mil vezes vê-lo sem tê-lo, do que não vê-lo e tê-lo. Isso não serve para mim.

— Me perdoe pelo que aconteceu à tarde. Foi insensível de minha parte falar daquele jeito. Às vezes me desespero, porque não sei o que falar. Sinto que agora tenho que cuidar de tudo que vou falar ou fazer para que você não tenha uma péssima imagem de mim, mas eu não posso mais e vim porque precisava de você. Com você me sinto seguro, me sinto em paz e só você me conhece completamente como sou — pegou minha mão entre as suas. — Também precisava saber que você estava bem.

— Estou bem — disse apertando sua mão.

— Agora eu sei, mas se eu não tivesse te visto, não ficaria tranquilo.

— Não quero que você mude, não quero que deixe de ser você mesmo ou que esteja medindo suas palavras. Não quero que esconda seus pensamentos de mim. Eu entendo, ou pelo menos agora, compreendo que você não me ama, não como eu a você, então já não interpretarei erroneamente suas palavras ou atenção.

— Acho que é bom que cheguemos a um meio termo, para o bem de nós dois.

— Sim, é o melhor.

Pelo menos ele não me forçou a retratar o que eu tinha dito à tarde, porque nada no mundo poderia mudar isso. Tanya nunca o amaria como eu – talvez amaria, mas nunca da mesma forma e com a intensidade que eu o amava.

Ficamos em um silêncio agradável por alguns momentos, apenas desfrutando dos minutos de paz entre nós. Eu era feliz sentindo meu peito subir e descer no compasso de sua respiração.

— Edward...

— Fala...

— Você se lembra que há um tempo eu te fiz uma promessa, um pacto de amigos entre nós?

— Sim — riu baixinho. — Prometemos estar juntos para sempre.

— Por que você está rindo?

— Porque não precisamos disso... Você e eu sempre estaremos juntos de uma forma ou de outra.

— Eu quero fazer uma promessa de acordo com nossa atual situação.

— Precisa disso?

— Pelo menos para mim, sim, porque eu sempre cumpro minha palavra.

— E qual é a promessa?

Me levantei e ele se endireitou imediatamente. Nos olhamos fixamente uns segundos e já que ele tinha suas pernas recolhidas, me ajeitei com meus braços sobre seus joelhos.

Te prometo que nunca vou deixar que nada nos separe, nem meu amor por você, nem minha necessidade. E se chegarmos ao ponto em que você e eu não podemos estar juntos, juro que vou fazer até o impossível para consertar isso, mas não deixarei que você sofra mais.

— Acho que esta promessa me deixa em desvantagem. E o que eu posso te prometer para compensar essa promessa?

— Pode me prometer que quando tiver que usar esta promessa, será atencioso e aceitará, seja quais sejam as consequências... Não se preocupe, nunca vai te afetar. Eu o envolvi nisso e se chegar a ser demais para nós dois, eu te tirarei dessa.

— Não precisamos de promessas, Bella. Você e eu temos uma amizade... — bem nesse momento seu celular tocou nos assustando, porque ele estava na calça. — Desculpe — e respondeu.

Era Tanya, para toda minha fodida desgraça. Quando, por fim, Edward e eu temos um momento em que não estamos chorando, nem brigando ou tensos, ela tem que ligar e arruinar minha perfeita noite de paz.

Talvez fosse um sinal do destino. Talvez e apenas talvez... Eu não queria ver o que o Cosmos, Destino, Karma ou qualquer dessas coisas que dizem que te ajudam a encaminhar seus caminhos, queria me dizer... Talvez também tivesse que lutar contra o que já estava escrito.

Mas nem isso me faria render-me. Eu tinha dentro de mim todas aquelas forças que faltaram aos herois dos filmes. Eu não queria ter que esperar como Matt em "De repente 30" (3) para encontrar meu destino; não queria correr como Julia Roberts em "O casamento do Meu Melhor Amigo" (4) para dizer que o amava; era mais forte que Julia Stiles em "10 Coisas Que Eu Odeio Em Você" (5); não tinha medo como Jamie Sullivan em "Um Amor Para Recordar" (6); e estava muito mais pronta que Laney em "Ela É Demais" (7)... Então, supunha que minha história devia ser melhor, mais fácil. Eu saltaria o momento de chorar pelos cantos e pularia logo para o "Felizes para Sempre", mas não contava que ele não me quisesse.

Enquanto Edward seguia falando ao telefone, fiquei em pé e parei diante do espelho de corpo inteiro. Com um pequeno short e blusa de manga curta, o precioso conjunto preto de pijama que eu sempre tinha gostado de como ficava em mim, agora não me fazia sentir tão bonita, forte e cheia de confiança. Estava lutando uma batalha em que minhas amigas não acreditavam em mim. Mesmo que cada "Não" de Edward era um impulso para eu falar "Tentarei novamente", algo dentro de minha auto-estima estava quebrando. Não precisei de muito tempo para perceber. Eu não me considerava a mulher mais bonita do mundo, mas me considerava bonita, e agora tinha "poréns" para meu nariz, para a forma das minhas sobrancelhas, para minha barriga reta ou minhas pernas que eram muito compridas para o meu corpo.

— Você é bonita — o vi pelo reflexo do espelho, deitado sobre minha cama. Já tinha terminado de falar ao telefone.

— Sua opinião não é objetiva, visto que não pode me ver como mulher, apenas como irmã ou amiga.

Me arrependi de minhas palavras instantaneamente, quando seu belo sorriso desapareceu imediatamente de seu rosto. Ficou em pé para ir embora e uma forte dor latejou em meu peito. Rapidamente corri até ele e o abracei, nos deixando cair na cama.

— Obrigada por dizer que sou bonita.

— Bella, saia de cima. Já vou embora.

— Não — fiz uma careta. — Não vá. Me desculpe pelo que falei. Às vezes falo sem pensar.

— Pensei que estávamos em um meio termo.

— E estamos. Podemos tentar. Por nós dois.

— Será melhor que eu vá para minha casa — tentou tirar meus braços dele, mas eu não deixei.

— Não seja assim. Fique.

— Não — mantinha a cara séria. — Que inferno! Saia, Isabella!

— Eu já disse que não — ri e recorri ao que sabia que ele não resistiria: encaixei delicadamente meus dedos em sua barriga provocando cócegas.

Começamos uma luta na minha cama que acabou em fortes gargalhadas que eram escutadas por todo o quarto. Edward tinha muita cócega para seu próprio bem. Eu estava em cima dele e ele aproveitou para fazer cosquinhas em mim. Amei vê-lo rir tão alegremente depois dos dias que passamos. Tentei escapar dele, mas quando já estava quase saindo da cama, ele puxou meu pé me trazendo de volta à cama, com ele sobre mim.

Meu coração batia descontroladamente, porque era a primeira vez que Edward estava em cima de mim. Normalmente eu era a que estava sobre ele. Mechas de seu cabelo caíam em sua testa e sua respiração era agitada, seu nariz tocava o meu e eu podia jurar que ele me beijaria.

Nunca tinha beijado Edward. Eu dei meu primeiro beijo no único namorado que tive: Mike Newton, um garoto muito bonito para eu andar com ele. Eu gostava dele, não estava apaixonada, mas sentia a emoção do primeiro amor adolescente. Porém, percebi que ele gostava de mim mais do que eu gostava dele. Eu sou uma alma livre, que precisa de espaço. Eu gosto de levar as coisas do meu jeito e sempre me disseram que eu usaria as calças em uma relação.

Edward não me beijou, pelo menos não nos lábios. Senti um doce beijo em minha testa.

— É hora de dormir. Quero que essas olheiras que estão se formando sumam.

— Eu estou horrível, eu sei.

— Não. Você é uma linda princesa, mas está na hora de dormir. Quero ver minha Bella outra vez.

— Não vá. Fique aqui comigo.

— Eu estava pensando em ficar. Já tinha avisado para minha mãe que passaria a noite em sua casa.

— Esme é um amor...

— Sim, um grande amor...

Saiu de cima de mim e eu me enrolei em uma bola no lado oposto. Ele se acomodou em mim, como tantas vezes já tínhamos feito.

— Durma, Bella — disse enquanto acariciava meu cabelo, me fazendo dormir. — O caminho é longo, mas não impossível.

Ainda que fosse apenas dessa forma que eu poderia tê-lo, uma lágrima escorreu pelo meu rosto enquanto apertava seus braços com minhas mãos. E ali, onde eu sabia que era meu lugar, acabei dormindo.

No sábado à tarde, me arrumei para ir à festa de Sam. Jeans com blusa xadrez e minhas sapatilhas que nunca faltavam, me maquiei e me penteei. Quando ia sair já estava de noite e minha mãe não tinha voltado do trabalho. Pelo que eu sabia, elas tinham um grande projeto as deixando muito ocupadas.

Minha mãe trabalhava em Port Angeles com Esme e Lilly Hale. As três abriram uma empresa que há muito ajudava com a decoração de casas assim como curadoria de artes e qualquer coisa que cruzasse o caminho. Faziam artesanato e tudo que envolvesse festas. Ao longo dos anos, fizeram boas clientes e por isso tinham um excelente nível de vida. A paixão de meu pai era a justiça, então era Chefe de Polícia, mesmo que por parte de meus avós Swan tivesse herdado algumas empresas das quais recebíamos muito dinheiro extra, entre as quais a Escola de Arte, também em Port Angeles, em que todos nós estudamos em algum momento, mas que, no final, apenas Edward e eu seguimos aperfeiçoando nossas habilidades: eu no violino e Edward no piano.

O lindo crepúsculo me acompanhou até La Push. Pisei no acelerador enquanto pegava o desvio para a Reserva. Estacionei do lado de fora da casa de Sam; Emily e Leah estavam conversando no corredor.

Decidi que não me importava que Edward tivesse saído esta noite com Tanya... "Feliz estúpida Primeira Semana de Namoro". Tanya tão ridícula, Tanya tão piegas, Tanya tão malditamente sortuda de comemorar esse tipo de coisa.

Suspirei devagar e relaxei. Não devia pensar nisso. Eu dedicaria esta noite aos meus amigos e a festejar Sam e rir com todos eles.

Leah assoviou quando sai do carro. A maldita sabia que sempre me envergonhava.

— Idiota, fique quieta — gritei divertida enquanto fechava meu carro.

— O quê? É verdade. Você está muito bonita. Vai provocar um infarto em Jake.

Ri timidamente. Me compadecia que Jake gostasse de mim, não porque ele me envergonhava, nem nada disso. Simplesmente porque eu conhecia este sentimento de amar tanto alguém, de sentir esse amor incondicional, e acendia alguma coisa em mim imaginar que eu despertava isso em alguém.

Os meninos chegaram após sair para comprar cerveja e bebidas, petiscos e o jantar para nós três, que éramos as únicas garotas ali.

Sam foi direto abraçar e dar um sonoro beijo em Emily antes de levar o gelo para a geladeira.

Eu o felicitei e entreguei uma garrafa de whisky de colecionador que trouxe de presente.

— Não devia ter se incomodado. Obrigado — me abraçou fortemente e depois foi arrumar as coisas no quintal dos fundos.

A maioria dos garotos de La Push vivia muito bem. Eles vinham de boas famílias que tinham ido viver em algum momento na cidade grande e, em seguida, alguém tinha construído uma divisão para estar em contato com a natureza. Os pais deles foram voltando à reserva com o passar do tempo, buscando um lugar melhor para os filhos crescerem.

Entre todos, Jake era o que tinha mais dinheiro. Sabia que seu pai tinha uma empresa de alguma coisa, mas realmente nunca conversei com os garotos para saber de onde vinham seus rendimentos.

Em algum momento da noite, me senti livre e desfrutei. Dizer que me liberei é pouco. Ri, brinquei, cantei no karaoke com Jake, disputei um desafio de shots (8) de tequila com Paul e me diverti como há tanto tempo não me divertia.

Eu tinha avisado em casa que não voltaria para dormir, porque sabia que beberia, então não tive que me preocupar com o bafômetro. Só lembro de partes das risadas, brincadeiras, álcool e mais álcool.

Acordei quando a luz bateu no meio da minha cara. Girei meu corpo para me cobrir com o lençol e me dei conta que estava em uma cama que não era minha. Obviamente não esperava estar em minha cama, mas, pelo menos, estar deitada em um sofá ou no pátio.

O teto era branco e as paredes estavam pintadas em uma bonita cor azul. A cama era muito cômoda, mas era o momento de ter um pouco de seriedade e ver onde eu tinha dormido. Levantei e minha cabeça deu voltas. Me deixei cair outra vez na grande cama de casal.

Dei uma olhada no meu corpo. Estava vestida com toda roupa e, ainda que não estivesse em perfeito estado, vítima de uma noite de bebedeira, pelo menos estava bem. Isso queria dizer que não fiz nenhuma estupidez que pudesse me arrepender e que não havia transado com Jake em estado ébrio.

Minhas lembranças não eram boa referência já que não lembrava como cheguei aqui, mas segundo o que Alice me contou, depois de ter sexo com alguém você se sentia bem, relaxada e feliz. Meu corpo não se sentia bem, nem relaxado ou feliz. Tinha uma bela de uma ressaca.

"Conclusão: nada de sexo"

Obrigada, Bellaciência.

"De nada"

Devia levantar da cama ou então iria tomar um café com a Bellaciência e seria declarada oficialmente louca.

Com calma, fiquei em pé e, dando pequenos passos, sai do quarto. Desci devagar às escadas e encontrei Sarah, a mãe de Jake, na cozinha.

— Bom dia — disse timidamente.

— Boa tarde, Bella — a mãe de Jake me deu um lindo sorriso. — Como você amanheceu?

— Bem, com a típica dor de cabeça, mas bem.

— Vou pegar uns comprimidos, coração. Beba um pouco de suco da geladeira para que seu estômago vá assentando.

Deixou algo cozinhando no fogão e saiu da cozinha. Quando ela saiu, trombou com Rachel, a irmã de Jake.

— Olá, Bella — Rachel também tinha cara de ter passado uma péssima noite.

— Oi — busquei o suco e servi dois copos. — O suco também vai te fazer bem.

— Obrigada, eu preciso mesmo. Ontem foi uma noite louca.

— Nem me fale. Minha cabeça está me matando — disse tomando um gole do meu suco.

— Pelo menos teve um final feliz — disse rindo maliciosamente.

— Oi? — a vi pelo canto do olho.

— Você sabe... — riu. — Meu namorado ainda está dormindo lá em cima. Imagino que você deixou meu irmãozinho esgotado e por isso ele ainda não levantou.

Senti meus olhos se arregalando e, de repente, engasguei com o suco. Corri até a pia e cuspi.

— De que diabos você está falando, Rachel?

Me olhou confusa.

— Como?

— Eu não tive sexo com Jake.

— Não? E como minha mãe os viu entrar juntos e irem direto ao quarto dele quando amanheceu?

— Sua mãe pensou que...

— Quê? Que você teve relações sexuais com Jacob? — assenti. — Sim, ela pensa. Por que você acha que ela não entrou no quarto de Jake para acordá-lo? Porque ela sabia que você estava ali.

— Meu Deus! — me debrucei contra o mármore da mesa do café.

— Hey, querida, não se preocupe. Minha mãe é uma pessoa muito liberal. Te falei que meu namorado está lá em cima e ela sabe.

— Mas...

— Existem muitos tipos de mães. A nossa é das que nos deixa fazer com nossa vida o que melhor nos convier. Sempre nos fez saber que nosso corpo é um presente de Deus e que temos a responsabilidade de cuidar dele. Por exemplo, se eu chegar a me contaminar com alguma coisa ou Jake engravidar uma garota, sabemos que será nossa culpa. De nada serve que seus pais te proíbam de fazer alguma coisa, porque de qualquer forma você fará.

— Rachel — falei séria. — Não fiz sexo com Jake e, por favor, faça com que esta informação chegue de algum jeito até sua mãe.

Corei ao meu limite e sai da cozinha. Fui buscar minha bolsa no quarto de Jacob e o encontrei já em pé arrumando o sofá-cama.

— Olá — me cumprimentou timidamente.

— Oi... Me desculpe por ocupar sua cama. De verdade, não lembro como cheguei aqui — me sentei na cama.

— Eu te trouxe — caminhou até mim e sentou ao meu lado. — A verdade é que os caras ocuparam os lugares na casa de Sam. Então foi melhor que você tenha vindo pra cá do que dormir no pátio ao lado da piscina.

— Obrigada. Foi muito amável de sua parte — ri por me imaginar ali.

— De nada. E você já sabe que quando estiver comigo nunca vai acontecer nada de mal com você.

— Agradeço de verdade.

Pegou minha mão entre a sua, acariciando-a muito delicadamente.

— Bella... Você gostaria de sair para jantar hoje?

— Jake... — fiquei em pé. — É sério. Agradeço pelo que você fez à noite, mas a verdade é que eu não sirvo para você. Não posso corresponder ao que você me oferece.

— Eu sei que você ama o Edward, mas posso ser paciente.

— Não se trata apenas de paciência. O problema para você é que eu não vou deixar de amar Edward, porque eu vou tentar fazê-lo me amar ou que pelo menos me dê uma chance.

— Mas ele não tem namorada?

— Eu sei — disse envergonhada. — Mas não posso lutar contra o que sinto e eu acho que o certo é falar para ele que, de alguma forma, pode funcionar entre nós.

— E o que ele falou?

— Ele me disse que não mudará de opinião — declarei com tristeza enquanto pegava minhas chaves e celular no criado-mudo. — Mas isso não significa que eu me dei por vencida. Talvez ele apenas não tenha se dado conta que seu caminho é comigo.

— Então você entende que você e eu estamos na mesma situação... Com a diferença de que não tem ninguém atrás de mim e que eu te ofereço tudo, Bella. Você está solteira, Edward não. Talvez você não queira perceber que seu caminho é comigo.

— Sabe? É melhor que eu vá embora. Isso não vai nos levar a lugar nenhum.

— Não fique brava — me deteve antes que eu saísse do quarto. — Não te pedirei nada, seguirei ao seu lado. Já esperei tanto tempo por você, Bella, que esperar mais um pouco para que se dê conta não vai me machucar.

— Nos vemos depois.

E sai do cômodo. Encontrei com Sarah, que me convidou para comer, mas eu disse que estava tarde, já que passava das 15h e teria que ir para casa.

Sam morava em frente à Jacob, então, atravessei à duras penas arrastando minha ressaca para chegar ao meu carro.

Conduzi até em casa com calma, enquanto pensava no que Jake me disse. Talvez eu não quisesse ver meu verdadeiro caminho.

Passadas umas semanas, minha relação com Edward fui retomando seu caminho. Tanya sentava conosco e acabei me acostumando à sua presença. A mulher não me fazia nada de mal, então não teria por que destratá-la.

Era questão de superar uma parte da situação. Ela gostava dele e isso, de alguma maneira, me dava um pouco de paz, por assim dizer. Pelo menos ele não estava com uma vadia sem coração.

Deixei de chorar quatro dias depois e sai com Jake para tomar um café – algo simples, comum. Não teve beijo nem abraços nem nada, apenas um café. De um jeito egoísta, eu precisava saber ou sentir que alguém neste mundo me amava...

Depois desse dia, me senti um pouco melhor. Estava menos estressada e, mesmo que uma grande parte de mim sofria, já não era tão notável.

Uns aprendem a viver com algumas coisas; outros simplesmente aprendem a escondê-las.

Precisou passar mais duas semanas para que Alice se animasse a conversar com Jasper. O encontrou em um parque de Port Angeles para falar. Meu pobre amigo ficou muito feliz, porque pensava que, por fim, Alice se animaria a reatar o relacionamento deles.

Ele se surpreendeu muito ao nos ver ali, sentadas no banco, cada uma em um lado de Alice. Ele se sentou no banco da frente e imediatamente soube que algo não estava bem.

— Estou grávida — disse, de repente.

Jasper abriu os olhos, chocado. Ele só conseguiu pronunciar alguma palavra depois de cinco longos e eternos minutos.

— Não se preocupe. Nós vamos sair juntos disso — ele mostrou uma serenidade muito grande, ainda que bastava um só olhar para notar que ele estava morrendo de medo, mas não deixou que Alice percebesse.

Já que Alice havia decidido contar tudo, Rose e eu demos uns momentos sozinhos a eles. Eles precisavam conversar, tomar decisões. Além disso, Alice tinha uma consulta com seu ginecologista e pediria que Jazz a acompanhasse. Já tínhamos combinado que quando ela quisesse ir embora, nos avisaria pelo celular.

Fomos procurar uma loja de artigos para bebês que tínhamos visto em uma visita anterior ao Porto.

Selecionamos cuidadosamente coisas que pudesses servir ao bebê, qualquer que fosse seu sexo. Muitas roupas em tons de amarelo e branco, chupetas e brinquedos - o tipo de coisas que poderíamos guardar em sacolas e ninguém perceberia que tínhamos escondido mais do que roupa.

Já tínhamos terminado quando nosso celular tocou com uma mensagem de Alice avisando que nos esperava perto do consultório do médico.

Cada uma de nós carregava duas sacolas grandes decoradas com desenhos de letras, ursinhos de pelúcia e um grande rosto de bebê – teríamos que trocar essas sacolas no carro antes de chegar em casa.

Estávamos há cinco quadras do consultório, mas entre o consultório e a loja de bebês ficava o local onde nossas mães estavam, então tivemos que dar a volta nos quarteirões para chegar ao ginecologista. Íamos tão entretidas que gritamos de susto quando nos seguraram pelos braços e nos abraçaram. Mas a surpresa foi maior quando vimos que os culpados do susto eram Emmet e Edward.

— Olá, lindas garotas — Emmet cumprimentou-nos.

— Olá, minha vida — Rosalie disse com segurança, mas rapidamente escondeu as mãos atrás das costas para ocultar as sacolas, gesto que imitei.

— O que vocês estão fazendo por aqui? Pensei que estariam o dia todo em casa com Edward...

— Nos entediamos — disse Edward. — Viemos buscar filmes e jogos na locadora.

A locadora estava localizada na Rua Lincoln; na esquina desta quadra ficava a Sexta Rua, que era onde Alice e Jasper estavam.

— Ah! Bom, garotos, que vocês fiquem bem — Rose se despediu. — Nós temos que fazer muitas compras.

— Te ligo à noite, amor — Emmet deu um sonoro beijo em Rosalie e Edward me deu um beijo de despedida na bochecha.

Neste momento, eu não dava a mínima para Edward, só queria que ele fosse embora para salvar a bunda de Alice.

Rose e eu demos a volta para ir embora, satisfeitas que tudo deu certo.

— Por que vocês têm sacolas de uma loja de artigos de bebês? — Emmet perguntou às nossas costas.

— São apenas compras...

— Não conhecemos ninguém que tenha bebês.

— Bom... — nos viramos para vê-los e seus olhares estavam longe de ser inocentes. Claro que tinha algo estranho se nós duas estávamos comprando coisas de bebês! Nunca tivemos um! — São apenas compras.

— Sim — disse Edward. — Mas as pessoas compram coisas que vão usar — levantou sua sobrancelha inquisitivamente.

— São para uma amiga... Um presente — afirmei.

— Que amiga? — Emmet perguntou sério.

— Uma amiga que vocês não conhecem...

— Rosalie, namoramos há mais de três anos e eu conheço todas as suas amigas.

— Mas esta não.

Edward apenas observava o diálogo de seu irmão com a namorada e eu conhecia tão bem meu amor que sabia que sua cabeça estava trabalhando em algo.

— Onde está Alice? — perguntou, por fim.

— Em uma loja.

— Qual loja?

— Uma... De outra rua, vendo vestidos — nem eu acreditei em minha voz.

Rosalie seguia enrolando Emmet com a história da amiga, mas Edward me encarava fixamente, esperando que eu fizesse o que eu sabia que ele esperava: que acomodasse o meu cabelo atrás da orelha. Esse era o sinal para que ele soubesse que eu mentia.

Usei toda minha força de vontade para não fazer isso e justo quando ia me render, vi Alice e Jasper atrás dos garotos. Vinham abraçados ao final da rua.

Edward era um grande observador e viu meu olhar perdido atrás dele.

Às vezes, as coisas acontecem em questão de milésimos de segundos.

Às vezes, você pode ter muitas ideias antes de piscar.

Decidi tão rápido quanto o vi. Vi em câmera lenta a perfeita mandíbula de Edward que começava a girar para a esquerda para olhar para trás.

Nem sequer pensei.

Nem sequer raciocinei.

Apenas fiz a coisa mais estúpida da minha vida.

Fiquei de ponta de pés e o beijei...


(1) bulimia: transtorno alimentar que se caracteriza pela ingestão de uma grande quantidade de alimentos, geralmente ricos em calorias, seguida por métodos compensatórios, como uso de laxantes ou diuréticos, a prática de exercícios físicos intensos ou a indução do vômito.

(2) "Noturnos", de Chopin: youtu . be / V60USaluxGA – retire os espaços

(3) "De repente 30": Jenna Rink (Christa B. Allen) é uma garota que está descontente com sua própria idade, já que seus colegas mais populares da escola não lhe dão atenção, seus pais ficam sempre no seu pé e o garoto por quem está apaixonada nem sabe que ela existe. A única amizade que Jenna possui é Matt Flamhaff (Sean Marquette), seu vizinho. Para tentar reverter a situação Jenna decide por ter uma grande festa para o seu 13º aniversário, convidando todos os adolescentes que conhece. Porém o que deveria ser sua consagração se transforma num grande desastre, após Jenna ser trancada em um armário devido a uma brincadeira e ser completamente esquecida pelos demais presentes na festa. Triste, Jenna faz um pedido: virar adulta de repente, para ter a vida com que sempre sonhou. O pedido milagrosamente se torna realidade e, no dia seguinte, Jenna (Jennifer Garner) desperta em 2004 e com 30 anos de idade. De início Jenna fica assustada com as novidades de sua vida, mas aos poucos fica cada vez mais encantada por ter se tornado tudo aquilo que sempre sonhou ser. Porém, quando tenta reencontrar Matt (Mark Ruffalo), Jenna descobre que perdeu contato com ele há vários anos e que agora ele está prestes a se casar.

(4) "O casamento do Meu Melhor Amigo": Julianne (Julia Roberts) e Michael (Dermot Mulroney) combinaram que, se ambos continuassem solteiros quando completassem 28 anos, se casariam. Quando recebe um telefonema do amigo, às vésperas da fatídica data, anunciando que está prestes a se casar, mas com outra (Cameron Diaz), Julianne se descobre apaixonada por ele e aceita o convite para ser madrinha, mas com segundas intenções.

(5) "10 Coisas Que Eu Odeio Em Você": A situação está tensa na cada dos Stratford. Bianca (Larisa Oleynik) não vê a hora de arranjar um namorado, mas seu pai (Larry Miller) não permite que ela saia com garotos. Após muita insistência, o pai toma uma resolução: Bianca pode namorar, desde que sua irmã, Katharina (Julia Stiles), namore também. Só que Katharina é uma verdadeira megera, que não tem amigos na escola nem em lugar algum. Para resolver a questão, Cameron (Joseph Gordon-Levitt), apaixonado por Bianca, resolve custear Patrick Verona (Heath Ledger) na tentativa de fazer com que Katharina se apaixone por ele.

(6) "Um Amor Para Recordar": Em plenos anos 90, Landon Carter (Shane West) é punido por ter feito uma brincadeira de mau gosto em sua escola. Como punição ele é encarregado de participar de uma peça teatral, que está sendo montada na escola. É quando ele conhece Jamie Sullivan (Mandy Moore), uma jovem estudante de uma escola pobre. Com o tempo Landon acaba se apaixonando por Jamie que, por razões pessoais, faz de tudo para escapar de seu assédio.

(7) "Ela É Demais": Em uma escola secundária de Los Angeles, Zach Siler (Freddie Prinze Jr.) é o jovem mais popular. Ele namora Taylor Vaughan (Jodi Lyn O'Keefe), uma rica esnobe que é bastante badalada. Quando Taylor dispensa Zach para ficar com Brock Hudson (Matthew Lilard), um ator de televisão de terceira categoria, Zack aposta com um amigo que qualquer garota que ele namore se tornará a rainha do baile. A escolhida é Laney Boggs (Rachael Leigh Cook), que é estranha e inacessível, e Zack só tem seis semanas para conquistá-la e modificá-la. Esta tarefa se mostra bastante difícil, mas gradativamente Zach se envolve com Laney, que agora se mostra muito mais bela.

(8) Desafio de shots: Shot é uma dose única, de qualquer bebida, num copo pequeno. Então eles disputaram quem bebia mais.


Olá, pessoas!

Só eu que fico irritada com a forma como o Edward age? Tenho vontade de dar uma boa chinelada nele...

Bom, vocês já repararam que todos os capítulos têm alguns trechos em negrito? O que posso dizer é que são dicas do que vai acontecer no futuro dos nossos queridos... Sei que não é muito, mas têm a ver, à longo prazo, com o Prólogo. Lembram que houve um ataque terrorista? Que o presidente dos Estados Unidos fez uma declaração à nação? Não é 11 de setembro de 2001. É bem mais recente!

Um conselho? Estoquem lenços para o que está chegando...

Até a próxima semana!

Rosa