Nada me pertence. Nada! Minha inspiração musical desse aqui foi Deftones.

Seguindo orientação da minha amiga Andressa, eu preciso alertar que esse capitulo tem referencias a "atividades maduras" Não chega a ser um lemon, uma lime! kkkkkkkkkk

Portanto, CLASSIFICAÇÃO M.

Digital Bath-Deftones... imagina só ne?menteperva! Não deve estar muito bom esse português, mais tarde, eu reviso! Kkkk

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Entrelinhas

Parte 12

"Me ocorreu! Eu não tenho que ter medo" Ela disse. "Digo, quando estou com você" Suas palavras jogaram minha mente em um espiral. Ela estava tão perto, eu sentia a respiração quente e ofegante na minha bochecha.

Como eu queria aqueles lábios novamente. Era como ter sede, e não conseguir saciar.

Ela fechou os olhos, sussurrou meu nome. Tão perto. Aquelas palavras, isso significa que ela me aceita? Apesar de todas minhas reservas.

Eu não podia mais conter.

Meus lábios tocaram os dela, mas eu esperei uma resposta. Sim, gentilmente ela respondeu.

Abriu sua boca, acomodando minha língua, aprofundando o beijo. Me intoxicando com a maciez de sua própria língua. Ela prendeu a respiração, até não aguentar mais, quando finalmente soltou, seu hálito quente e doce na minha boca intensificou ainda mais aquela sensação.

Eu literalmente tirei o ar dela. Me senti poderoso.

Não pude mais resistir, restringir meus braços. Minhas mãos percorreram as costas dela, até chegar na maciez das nádegas. Apertei seu traseiro, e puxei Carol pra perto. "Ahh" Ela gemeu ao sentir a evidencia do meu desejo, firme e rijo comprimido contra seu umbigo. Mordi o lábio inferior dela, como se fosse uma fruta deliciosa. Doce, suculenta.

"Daryl" Meu nome rolava na boca dela entre os suspiros e gemidos. Ela passou os dois braços ao redor do meu pescoço, mordiscando o lóbulo da minha orelha, sussurrando meu nome no meu ouvido. Eu tremi. Agarrei e puxei a cintura dela, não existia mais espaço entre nós dois, depois daquela pegada.

Senti cada pulsação acelerada, ao passar minha língua pela artéria do pescoço dela. Parei ali, e chupei forte, bem onde ficava sua aorta. O sangue bombeava rapidamente embaixo da pele quente. Carol teria uma marca roxa no dia seguinte, mas eu não me importava, na verdade, era uma evidencia da minha reivindicação, ela era minha.

"Carol" Enfiei minhas mãos dentro da blusa dela. A pele quente como se tivesse com febre. Minhas digitais percorreram sua espinha dorsal, senti as nuances de suas cicatrizes. Egoísta ou possessivo, ali, naquele momento decidi, não queria que ninguém mais as vissem. Não porque aquelas marcas eram feias ou degradavam Carol de alguma forma, mas sim porque agora me pertenciam. Assim como a dona daquelas costas, daquele corpo. Suas historias, seus traumas, agora me pertenciam. Possessivo, eu sei, mas não conseguia evitar o pensamento.

"Essa noite eu vou te amar, como nunca fiz antes...Como ninguém te amou antes." Sussurrei no ouvido dela, e senti Carol amolecendo em meus braços. Passando mal com a onda de calor que emanava de nossos corpos colados.

Ela ronronou, como um gatinho. O som mais sensual que já escutei, até está data. Tive que jogar minhas costas contra a parede. Um homem do meu tamanho, da minha idade, com as pernas bambas por causa de um som...

Um sorriso enigmático nos lábios dela, Carol percebeu, percebeu como me afetava. Sorri também, um daqueles momentos que só dois amantes compreendem. Enlacei ainda mais o corpo dela com meus braços, quase esmagando essa mulher com meus músculos.

Juntei meus lábios aos dela novamente, dessa vez com toda a fome, enfiei minha língua na boca dela, senti a textura daquela caverna quente e molhada, o gosto dela misturado com o meu. A essa altura eu estava pulsando, lá embaixo, duro e rijo. Meu quadril se movimentou automaticamente contra a barriga dela, empurrando e voltando. Eu não tinha mais controle do vai e vem. Precisava aliviar a pressão, mesmo com todas aquelas roupas nos separando.

Após esse beijo, eu mesmo estava sem ar. Quem diria, Daryl Dixon sem conseguir respirar por causa de uma mulher. Nunca antes... Tenho que admitir, essa deliciosa tortura estava me deixando tonto, falta de sangue no meu cérebro, provavelmente. Eu precisava me deitar e levar Carol comigo.

Para minha cama.

Carol deu um passo pra trás, suas pequenas mãos encontraram meu cinto. Ela começou a soltar meu cinto. Fechei os olhos escutando o som do zíper descendo, as roupas caindo, nossas respirações. A essa altura, minhas mãos tinham vida própria, e procuravam por pele. Percorri o caminho por dentro da blusa dela, fui puxando a barra da blusa, até passar pelo pescoço dela, e jogar a peça de roupa no chão.

Abri meus olhos procurando aqueles azuis acinzentados, mas encontrei uma escuridão, pupilas dilatadas de tanto desejo. Em antecipação, Carol estava lambendo seus próprios lábios.

"Carol, carol..." Seu nome em meus lábios.

O fecho do sutiã que me desculpe, mas não tive paciência pra isso, puxei as alças para baixo, expondo rapidamente os seios. Senti um aperto quase doloroso no meu membro,o sangue do meu corpo devia ter ido todo para lá naquele momento. Ele estava hasteado como nunca antes.

E os seios... Do tamanho certo, perfeitos para as minhas mãos. Aquele caimento natural, feminino, sem artifícios, arredondados, bicos rosados, mamilos enrijecidos. Não resisti, apertei delicadamente, os dois ao mesmo tempo, uma mão em cada um, enquanto minha boca atacava o pescoço dela, mordendo, lambendo, chupando.

Carol jogou a cabeça pra trás, rolando a cabeça involuntariamente de um lado para outro. Gemendo um pouco mais alto, enquanto eu dizia palavras incoerentes contra aquela pele quente de sua garganta.

Minha boca logo fez o mesmo que minhas mãos, logo eu estava passando minha língua nos seios, chupando os mamilos. Eu queria mapear cada sarda que encontrei ali, contar uma a uma. Carol agarrou minha cabeça com suas duas mãos, cravando as unhas no meu couro cabeludo. Eu poderia morrer essa noite e seria um homem feliz.

"Daryl" Escutei Carol arfando, comecei a chupar seu mamilo com mais vontade. Tive que segurar Carol firme, pois suas pernas não sustentavam mais seu peso. Pra falar a verdade, não fosse aquela parede nas minhas costas, eu também estaria no chão.

Nós não poderiamos mais continuar com isso ali, naquele canto, precisávamos deitar, ou sentar, ou qualquer coisa. Respirei fundo, minha cabeça enfiada entre seus seios, o perfume dela. Nunca mais eu esqueceria aquele perfume.

Como Carol consegue ter um cheiro tão bom no meio do apocalipse, vai além da minha compreensão.

"Eu quero você, agora." Ela sussurrou, eu estava mais que pronto para obedecer "Estou pronta, estou pronta" Ela repetia sem fôlego. Minha ereção era tão intensa naquele momento que mais um pouco eu explodiria. Eu precisava me controlar, respirar fundo, inventar algum mantra, pensar em alguma coisa para não estragar o que mal tinha começado.

"Gah, Carol." Queria dar prazer à Carol antes de qualquer coisa. Descobri ali qual era meu fetiche.

Ver minha mulher enlouquecendo de prazer. Só de pensar em dar prazer a Carol. Só de pensar nessa mulher embaixo do meu corpo, aguentando meu peso, com suas pernas espremendo minha cintura. Nossos corpos unidos, quente, duro, profundo. Enquanto no meio de gemidos, ela gozava meu nome. Eu, Daryl Dixon, fui jogado para fora de orbita. "Santa mãe de Deus..." Rosnei no pescoço dela.

Beijei mais uma vez sua boca, empurrando Carol na direção a cama, passo a passo, uma trilha de roupas caindo no chão. Senti o corpo dela tremendo em antecipação ao chegar na cama. Ela estava toda úmida e quente, pronta pra mim. Ao passar minha coxa entre as pernas dela,senti seu centro fervendo. Me deitei sobre ela.

Prometi que quando finalmente a penetrasse, em cada estocada minha, eu juraria completa devoção a essa mulher.

Dixon não sabia sobre romance, nunca soube, mas aqui, agora não era sobre romance. Era mais forte e profundo que isso. Era sobre vinculo, ligação, um laço tão forte que nada poderia quebrar. Macho e fêmea, até o fim.

Carol pegou minha mão, guiando para o meio de suas pernas. Ela queria, ela pedia, ela precisava do meu toque.

Ela piscou pra mim. "Pode ser bem romântico..."

"Você é implacável." Eu ri. Deixei que meus dedos deslizassem pela carne molhada, suave, deliciosamente quente entre suas pernas. Carol se balançou toda no meu abraço, as pernas dela cachoalharam involuntariamente ao redor do meu quadril, conforme eu esfregava meus dedos no ponto mais sensível deu seu corpo. Seus nervos todos acordados,saboreando cada movimento circular e sensual das minhas digitais.

"Humm" Carol gemeu e mordeu minha orelha, eu quase me desfiz ali mesmo.

Eu gemi também. Carol disse a coisa mais maluca no meu ouvido. "Quero ver o mundo pegando fogo, em chamas incandescentes"

"UFF!"

Abri os olhos, um pouco desorientado. Meu coração disparado. Suor escorrendo da minha testa. Minha virilha estava pegando fogo...Isso sim que são chamas incandescentes... Saí da adolescência faz uns vinte anos, mas me peguei em um momento juvenil, ao perceber uma dolorosa tenda montada bem no meio do meu cobertor.

"O que?" Movimentei a cabeça, tomando consciência de que infelizmente tudo não passou de mais um sonho. Estava na minha cela, na minha cama, debaixo do meu cobertor.

Sem Carol. Sem o calor dela, sem minha mão naquilo. Sem...nada!

Sozinho, embora uma voz irritante insistisse em me chamar. "Inferno!" Passei a mão no meu cabelo. ...Ótimo. O que eu faço com esse meu problema agora?...

"DARYL"

"OI DIXON"

"O QUE?" Gritei irritado.

"HEI! Faz meia hora que eu tô te chamando!" Carl estava parado na porta da cela. Incerto se entrava ou não. Daryl Dixon nunca acordava tarde, Carl não tinha nem certeza se Daryl dormia mesmo ou não. Sem saber se o caçador estava doente ou se estava acontecendo com ele o que acontecia com Carl de vez em quando, o garoto resolveu não invadir seu território. "Você tá doente? Tá se remexendo na cama. Gemendo ai."

"Sonho?" Eu murmurei pra mim mesmo, jogando minha cabeça de novo no travesseiro. ...Ah não!Por que?...

...Pense em coisas desagradáveis e broxantes. Cheiro de sangue de walkers. Hershel roncando. Fralda suja da Judith. Tyreese pelado! Puta que pariu, nada mais broxante. Adeus ereção ...

"Por que você tá assim, dor de barriga?" Carl não entrou na cela, mas balanço o corpo de um lado para o outro, um pouco desconfortável.

"Santa inocência." Daryl murmurou entre os dentes, Carl não escutou. ...Não tão inocente, eu já vi o Carl acordando, digamos, assim... Finalmente sentado, Daryl disse , voz firme e alta.

"Aconteceu alguma coisa? Que sangria desatada é essa moleque?" Levantei finalmente minha cabeça para olhar para o menino. Eu estava praticamente recuperado agora. Infelizmente.

"Constrangedor." Carl murmurou para si e continuou.

"Não, é que você nunca acorda tarde! Beth pediu pra avisar que o seu café da manhã tá pronto." Carl passou o recado e já estava indo para a cafeteria, mas voltou atrás, com alguns pequenos passos.

"Ah e pra avisar que hoje vão testar a energia elétrica. Carol e Tyreese finalmente acabaram a instalação. Eles já estão lá no pátio se preparando para ligar tudo." Rapidamente Carl sumiu das vistas de Daryl.

"OK. Eu já estou descendo." Derrotado, Daryl disse para ninguém.

Uma semana desde o acidente de Tyreese, e Carol esteve ocupadíssima. Trezentas tarefas ao mesmo tempo, pessoas conversando com ela toda hora, crianças demandando atenção. Quanto à instalação das placas, ninguém ali era profissional na área, então seguiram instruções dos livros da biblioteca, e manuais, tomou muito mais tempo do que necessário, mas pelo que tudo indicava daria certo.

Tyreese estava praticamente recuperado da flechada, mas era manhoso para um homem daquele tamanho. Provavelmente fazia de propósito, para que Carol corresse atrás dele pra trocar um curativo, dar um analgésico ou coisa parecida. Ela se sentia culpada pelo acidente, e Tyreese estava se aproveitando disso.

..Irritante, insuportável,purgante...

A lista era longa. Daryl poderia ficar ali o dia todo juntando adjetivos para classificar o ex jogador de futebol americano.

Carol e Daryl mal se viram naquela semana, e toda vez que ele tentava conversar com ela, alguém atrapalhava. Sarah não desgrudava, assim como Tyreese, que sentia prazer em atrapalhá-los. Rick incentivou Daryl a se declarar de uma vez por todas, mas nunca surgia o momento certo, a oportunidade.

Daryl estava pensando seriamente na possibilidade de sequestrar Carol.

Mas os habitantes de Woodbury estavam tratando Carol como a rainha da colmeia. Claro, folgados, mal acostumados, queriam energia solar para continuar com suas vidinhas. E ela estava proporcionando tudo isso, Tyreese trouxe tinta do deposito, alguns moradores começaram a pintura da prisão. TV, DVD, banho quente, microondas estavam na programação deles. Daryl tinha que dar o braço a torcer, esse refugio estava bem mais agradável, mas a prisão estava virando uma colônia de férias para esse povo.

Sua preocupação era com a segurança. A quantidade de walkers nas cercas estava aumentando drasticamente. A "comida" deles estava escassa, provavelmente o numero de sobreviventes diminuía nas cidades, e essa colônia de férias no meio do apocalipse estava se tornando uma deliciosa opção no cardápio apocalíptico.

...Quero ter a Carol sempre no meu campo de visão, se acontecer o pior, a gente tem que fugir rápido...

E o caçador não podia negar, toda essa veneração à Carol estava irritando. Ele não queria ter que reparti-la com uma cidade inteira. Onde está àquela mulher que durante todo o inverno depois da fazenda esteve ao seu lado? Tímida, sendo protegida, aprendendo a se defender, brincando, contando piadas? Ela tinha mudado. Carol agora era uma referência em sobrevivência feminina no apocalipse.

Daryl estava orgulhoso, mas sentia falta de alguma coisa. Exclusividade?

Sim, exclusividade.

Ok, ele tinha que admitir, não queria mais ter que dividir Carol com os outros.

Daryl Dixon estava enlouquecendo. Ciumento, ele pensava em Carol o dia inteiro. Invejoso daqueles que conseguiam, ele tentava chamar a atenção dela de qualquer forma.

Procurando um olhar, um sorriso. Enquanto ela estava conversando com as outras pessoas. Distribuindo tarefas, dando ordens, cuidando do bem estar das crianças, dos idosos. Por que ela tem que ser tão especial? Daryl balançou a cabeça, ela não poderia ser de outra forma.

Um dia, distraído, quase foi mordido quando chegou perto demais da cerca, Daryl escutou a gargalhada de Carol, conversando com outra pessoa, ele ficou no mundo da Lua, e foi pego de surpresa. Foi um susto, Michonne estava lá pra ajudar. O susto pelo menos serviu para chamar atenção dela.

Aquele dia, Carol largou tudo que estava fazendo, e correu desesperada pelo pátio gritando seu nome "DARYL, DARYLLLL"

Ela se importava. Sim, ela se importava...mas não era o suficiente.

Daryl queria mesmo que todas aquelas pessoas desaparecessem, pra ficar sozinho com Carol, beijá-la novamente. Como na noite do deposito. Como nos seus sonhos, cada vez mais frequentes, cada dia mais intensos

Com uma cumbuca de comida nas mãos, Daryl saiu para o pátio, todos os moradores da prisão estavam lá. Carol no centro, como sempre. As pessoas estavam ansiosas, e falavam todas ao mesmo tempo. Bem, até os porquinhos e galinhas pareciam ansiosos em seus viveiros.

"Hei Dixon, bom dia!" Encostada no batente da porta, Sasha sorriu ao ver o caçador se aproximando. A moça estava meio encolhida, com os braços ao redor do corpo, uma coloração meio estranha no rosto. Como se tivesse realmente enjoada. "Argh"

Sasha fechou os olhos, um pouco tonta.

"Minha cabeça está doendo muito, eu vou entrar." Sasha se dirigiu para a cafeteria, ela precisava se deitar.

Daryl perdeu um pouco o apetite, que já não lá essas coisas. "Hei, eu vou mandar o Hershel, ou o Bob te examinar, assim que possível, ok?"

...Ótimo, como se o cheiro dos walkers não fosse suficiente, agora essa moça com cara de quem vai vomitar logo de cara...

Daryl olhou para a cumbuca de comida, forçando para comer, não estava ruim, mas... ...Ainda mais essa comida que não foi a Carol que fez...

E lá estava ela...Finalmente. Daryl largou a cumbuca com comida em cima de uma das mesas do patio, e se aproximou.

"PESSOAL! E AGORA!" Carol Peletier estava perto do suporte das placas, no meio do pátio, com os dois braços levantados. Uma pequena multidão ao seu redor.

Judith ria animada no colo do seu pai, ela balançava os bracinhos no ar, quase batendo palma. De alguma forma, Carol tinha se tornado um entretenimento para a pequena criança. E para as outras também, que estavam nos pés de Carol esperando o "grande momento".

"CINCO, QUATRO, TRÊS, DOIS, UM...JÁ"

Daryl escutou a voz de animada de Carol, fazendo a contagem regressiva, não pode deixar de sorrir para ela. Quando Carol disse 'um', Tyreese fez com que as placas transformassem energia solar em energia elétrica. Um rádio começou a tocar um CD de música, usando a energia recém conquistada, e todos se empolgaram.

"DEU CERTOOO" Ela disse radiante.

Tyreese e Carol se abraçaram depois do trabalho duro, Daryl rosnou baixinho, mas entendeu, era uma vitória para eles. E que parasse por ai.

Palmas, gargalhadas, vozes animadas. Daryl estava feliz por Carol, o plano dela deu certo. As placas funcionaram, ela tinha trazido energia elétrica auto sustentável de volta para a vida deles.

"Hoje nós comemoraremos." Passando Judith para Carl, Rick disse, abraçando Carol, a tirando do chão.

"Viu, meu amor? Uma coisa boa!" Glenn disse para Maggie, beijando a moça. Os dois estavam passando por alguma dificuldade. Glenn tentou alegrar uma entristecida Maggie a semana toda. Finalmente ela estava sorrindo. Daryl ficou feliz pelos recém casados.

"Sim, uma coisa boa." Maggie beijou seu marido, abraçando-o firmemente.

Daryl se aproximou de Carol, se tivesse um pouco mais de coragem, também beijaria Carol, assim como Glenn estava fazendo com Maggie.

Ele puxou a manga da blusa dela, demandando atenção. "Carol. Isso foi demais." Disse com seu jeito meio caipira. Ela estava sorrindo para Karen, falando rápido, sobre filmes que agora poderiam assistir, mas se virou para Daryl. "Parabéns"

"Obrigada, estou muito feliz , deu certo. Nem acredito. Banho quente, que tal ?" Divertidamente, Carol piscou para ele.

"Banho quente!" Daryl sorriu timidamente. ...junto comigo?... Pensou, mas não ousou dizer.

" Você foi fantástica...Será que a gente pode..." Daryl fez sinal para que Carol caminhasse junto com ele para um lugar mais afastado. Deixando a multidão empolgada para trás.

Carol suspirou. ...Parece que Daryl finalmente esta pronto para conversar...

"Sim!" Ela balançou a cabeça positivamente.

Estava tão feliz que não ia se fazer de difícil aquela hora. Provavelmente por causa de todo o trabalho daquela semana, os ânimos estavam bem mais calmos entre ela, Daryl e Tyreese. Daryl também fazia parte daquela conquista, afinal ele os acompanhou até o deposito.

Carol não recusaria Daryl agora. Eles começaram a caminhar lado a lado silenciosamente, na direção de uma das torres de guardas que estava vazia.

Uma voz feminina fez com os dois parassem no meio do caminho. "Espera!"

...Filha da uma grande puta... Daryl Dixon nunca quis tanto arrancar a cabeça de alguém, como quis arrancar aquela cabeça loira naquele momento.

"Daryl. Sei que você está ocupado. Mas eu preciso muito conversar com você! É urgente!" Beth Greene, com a voz esbaforida, estragou os planos de Daryl Dixon.

Carol ficou perplexa. A boca dela abriu e fechou, como um peixe fora da água.

Quando encontrou a voz, disse brava.

"Quer saber, deixa pra lá. Tenho mais o que fazer! Com licença!" Carol olhou para os dois. Seu ótimo humor tinha acabado de ser comprometido.

Ela deixou uma tímida Beth e atordoado Daryl para trás, e voltou para dentro da prisão pisando duro. Fumegando.

"Hei garota, você não tem simancol ? Que droga é essa?!" Quando Daryl percebeu,o que tinha acontecido, Beth já estava quase chorando. "O QUE? VAI CHORAR AGORA! Vai falar com o teu pai menina!"

Daryl estava furioso!

"Eu vi você com a Carol, indo conversar. Eu pensei...eu pensei..." Beth se enrolou toda.

"Que você pudesse pedir pra Carol voltar a falar comigo, como antigamente. Ela não conversa mais comigo. Eu sinto falta dela. E agora é só a Sarah, a Karen, essas pessoas de Woodbury..." Beth estava em lágrimas agora, balançando os braços para todas as direções. "Você viu agora, ela ficou brava só porque eu cheguei. Carol me odeia."

Daryl colocou a mão no ombro da garota, que agora soluçava.

"Hei...Ela não te odeia, Carol só está muito ocupada. Droga garota, chame a Carol pra conversar você mesma. Eu já tenho minhas próprias dificuldades. Tô ensaiando a semana toda. Eu tava quase conseguindo, você atrapalhou." Daryl não queria que Beth se sentisse culpada, mas era verdade, ela chegou na hora mais imprópria.

"Desculpa. Não foi minha intenção. E que eu vi vocês indo conversar e a Carol te escuta, eu pensei que você pudesse me ajudar a..." Beth abaixou a cabeça e passou as mangas da blusa no rosto para enxugar as lágrimas.

"A Carol é importante pra mim e..."

Antes que Beth pudesse concluir, gritos histéricos vieram de dentro da prisão.

A voz apavorada era de Carol Peletier pode ser ouvida do patio. Alguma coisa muita seria estava acontecendo lá dentro.

Daryl deixou Beth para trás e correu para dentro das celas. "CAROL! CAROLLLLLLLLL"

...Tava tudo tão bem e agora...

Os gritos aumentaram, outras vozes foram ouvidas. Crianças gritando? As portas do inferno tinham se aberto dentro da prisão. Daryl voou na direção deles.

"CAROLLLLLL."

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Obrigada por ler

Reviews sempre são bem vindos! !

^.^

Obrigada! Leticia, Manuela, Andressa, minhas amigas Carylers *o* Amo vocês!

OMG OMG OMG!