Estava aqui me perguntando se postava ou não isso aqui, depois de debater comigo mesma, no final das contas resolvi postar...Podemos dizer que seja um "EXTRA" de entrelinhas. Eu não acho que esteja ofensivo, nem perversamente pervertido hahahaha só um pouco, mas o conteúdo aqui é MADURO. ENTÃO CLASSIFICAÇÃO M. Se você não gosta, ou não tem idade pra isso, por favor me desculpe...ah e os xingamentos, desculpemmmm!
TWD NÃO PERTENCE, porque se pertencesse... Deus nos acuda...
Entrelinhas
Extra: Daryl e Carol na cachoeira
Por Chibis.
A ilha era pequena, bastaram três dias e Daryl já havia feito o reconhecimento de cada perímetro. O caçador já tinha um lugar preferido bem no centro da mata. Ao avistar aquela paisagem uma visão veio imediatamente a sua mente, Carol Peletier naquele lugar.
No quarto dia, bem cedo, Daryl chamou Glenn para conversar, pedindo alguns conselhos, e avisando que no final daquela manhã, ele e Carol sairiam para caçar e voltariam provavelmente só no final da tarde. Glenn e Tyreese ficariam responsáveis pela segurança do hotel e do grupo.
"Onde estamos indo?" Carol tropicava nas pedras e reclamava da caminhada inesperada mata a dentro.
Após ter ajeitado o café da manhã e ter cuidado das crianças, Daryl a puxou para o quintal do hotel, e simplesmente disse que eles ficariam fora o dia todo. Carol estava relutante, mas acabou aceitando, seja lá qual fosse a idéia maluca que o caçador estava tendo.
Carol percebeu um olhar estranho rolando entre os dois homens. Glenn levantou o polegar direito para Daryl, e disse com um sorriso estranho no rosto. "Tá tudo pronto. Vai tranqüilo cara!"
"O QUE?" Carol se assustou quando no meio do caminho Daryl a fez parar, e colocou uma venda na frente dos seus olhos.
"Fica tranqüila mulher. Você confia em mim ou não?!" Daryl tinha um sorriso um tanto quanto maroto no rosto.
"Pra que tanto mistério, você sabe que eu não gosto muito de suspense!" Os dois caminharam por mais uns quinze minutos. Daryl na frente, segurando a mão de Carol e indicando o caminho, ela já estava ficando realmente impaciente.
"Fica quieta mulher!" Daryl estava rindo, Carol não podia ver por causa da venda, mas ela sentia o riso através da voz dele.
"Como assim? O que você pensa q..." Carol estava brava com esse tratamento, mas calou-se imediatamente, Daryl arrancou a venda dos olhos de Carol. Os olhos azuis acinzentados dela abriram-se maravilhados com a visão a sua frente.
No meio da mata, uma belíssima cachoeira, não era muito larga, mas era uma queda d água perfeita. A água morria em uma piscina natural, com água tão transparente que podia-se enxergar os peixes nadando por entre as pedras.
"Oh meu Deus..." Depois de tantas coisas horríveis, tanta morte, sofrimento, sangue, odores horríveis, visões horríveis, dar de cara com uma paisagem paradisíaca como essa era como morrer e entrar no céu.
"Glenn é foda ,cara!" Daryl estava gargalhando sozinho, Carol se virou para ver do que ele estava rindo.
"Você combinou isso com Glenn?" No chão, ao lado de uma arvore estava um cobertor estendido sobre varias folhas, em cima frutas frescas colhidas na própria ilha, e uma garrafa, que aparentemente parecia champagne ou algum tipo de espumante. "Isso é...fantástico. Oh Daryl..."
"Nah, eu falei que queria um tempo a sós com você e contei sobre a cachoeira. Glenn é sorrateiro, ele veio aqui rapidinho e arrumou tudo isso. Aquele japa."
"Coreano...Daryl, coreano... hahahaha" Carol riu, ela tinha os olhos úmidos. "Esse rapaz tem um um coração de ouro."
"Lambrusco Salamino di Santa Croce. Que porra é essa?" Daryl pegou a garrafa e leu em um italiano todo torto e engraçado. "A adega do hotel ta cheia dessas coisas. Deve ser bom, mas é bebida frufruzinha..."
"Obrigada Daryl..." Carol estava tão embasbacada com a surpresa que mal conseguia coordernar as palavras.
"Vamos para o que interessa!" Daryl já não aguentava mais, fazia um tempo desde a ultima vez que teve Carol quente e suada em seus braços. "Vem cá mulher!"
Com um abraço firme, Daryl tirou os pés de Carol do chão, arrastando-a para a arvore. As costas dela bateram no tronco. Ela estava encurralada, mas não reclamava nem um pouco disso.
Daryl passou a beijá-la ardentemente, tirando seu fôlego, enfiando deliciosamente sua língua quente, grossa e molhada na sua boca. Ele colocou as duas mãos nas coxas de Carol , apertando a pele macia e levantando-a para que ela enlaçasse suas pernas em seu quadril. Daryl jogou seu corpo contra o dela, apertando Carol contra a arvore, fazendo com que ela sentisse a evidencia do seu prazer que pulsava apertado dentro da calça.
"Hmm Daryl" Carol estava ofegante. Daryl ignorou. Ele continuou com os beijos eletrizantes, agora no pescoço dela.
Os dentes raspavam na pele, mordiscando, enquanto a língua dele circulava bem em cima da veia aorta dela, que pulsava cheia de vida. As mãos de Daryl apertaram os seios dela de maneira quase dolorosa.
"Você não sabe como eu te quero...Não tem idéia! Como eu quero te devorar" Daryl se afastou um pouco do pescoço da mulher, enquanto suas mãos puxavam a camisa de Carol, abrindo-a, fazendo com que os botões voassem para todos os lados.
O peito dela arfava sensualmente, enquanto a boca dele encontrava a borda do sutiã rendado. A visão era erótica demais."Rrrr" Daryl rosnou, e puxou o tecido para baixo com os dentes, livrando os mamilos rijos de Carol de sua prisão.
"Ahhh" Carol gemeu bem alto, como não podia fazer na prisão.
Daryl estava sugando seu seio, literalmente sugando. "Daryl, Daryl!" A cabeça de Carol rolava de um lado para outro contra o tronco da arvore, enquanto suas mãos agarravam o longo cabelo do caçador, puxando o couro cabeludo de um jeito deliciosamente dolorido.
"ARGG" Com um rosnado feroz, Daryl apertou forte as nádegas dela, e puxou Carol para longe da arvore.
A mulher ainda tinha suas pernas cruzadas firmemente em sua cintura, as coxas dela espremendo o quadril dele . Se Daryl colocasse Carol no chão agora, ela provavelmente cairia, pois seus joelhos viraram gelatina.
Ignorando o cobertor estendido romanticamente no chão, o desejo era tamanho que ele não conseguia coordenar os pensamentos, Daryl deitou Carol em uma de uma grande pedra.
"Oh Daryl" Carol deitou, totalmente a mercê dele. Belíssima como uma visão, com a cabeça jogada para trás, expondo o pescoço vermelho pelos chupões e mordidas. A blusa meio aberta e o sutiã fora do lugar. Esse estado meio despida , meio nua, derrotada de tanto prazer, fez com que o desejo masculino dele se tornasse doloroso dentro das calças do caçador.
Daryl arrancou o resto da blusa de Carol, rasgando o tecido, ele puxou o sutiã. "Maldito!" Ele xingou quando o fecho e o colchete da lingerie não cederam automaticamente. "Isso foi feito pelo Cão!"
"Daryl você realmente é muito romântico hahahaha" Carol riu, levantando-se e tirando finalmente a peça de roupa. Fazendo com que Daryl vislumbrasse os seus seios generosos.
"Assim que eu gosto!" De um jeito bem indecente, a boca de Daryl automaticamente estava sugando o mamilo. "Ah!" Carol jogou novamente a cabeça para trás. A sensação era muito boa, e ficou melhor ainda quando ela sentiu a mão enorme de Daryl puxando sua calça para baixo e invadindo sua calcinha. "Daryl, Daryl!" Ela dizia repetidamente sem muito fôlego.
Sem muita paciência, com a outra mão Daryl arrancou a própria calça, e começou a tocar, estimulando seu membro. Que na verdade já não precisa de nenhum estimulo, estava dolorosamente rijo, tão ereto que a cabeça chegava a bater em seu umbigo.
O caçador arrancou o restante da roupa de Carol, rasgando o que restava de tecido tamanha a força. Ela voltaria para o hotel toda maltrapilha, praticamente pelada, como se tivesse sido atropelada por um trem. Mas quem se importa?
Daryl afastou as pernas de Carol, fazendo com que ela se abrisse para ele. Em outras situações ela ficaria vermelha de vergonha, em pleno ar livre... Mas estava tão cheia de desejo que a mente não coordenava mais nenhuma decência. "Delicia, delicia..." Ela ouvia o homem rosnar nos momentos que sua boca, seus dentes e sua língua deixavam sua pele branca e quente.
"OH MEU DEUS..." A língua de Daryl agora fazia uma massagem deliciosa nas regiões mais intimas de Carol, uma onda crescente de calor e prazer fazia com que o corpo de Carol se contorcesse em cima daquela pedra.
"OHHH" Um gemido alto foi ouvido por toda a mata assim que os dedos de Daryl adentraram na feminilidade de Carol. Um, dois, três... Os sons que Daryl estava conseguindo tirar dela eram um misto gemidos e barulhos molhados da intimidade transbordante de Carol. Ela estava tão molhada que escorria pelas coxas. E o som, aquele som dos dedos entrando em saindo...
Daryl estava enlouquecendo, ele lambeu o néctar que escorria de sua amada, aquele gosto salgado e doce era um estopim de um incêndio, ele começou a se tocar mais rápido."Eu quero você, eu quero!"
Necessitava que Carol atingisse logo o ápice, para que ele pudesse penetrá-la antes de explodir na própria mão. Primeiro o prazer dela, sempre. O desejo de Daryl logo foi concedido, pois o canal de Carol começou a apertar os dedos de Daryl. As paredes internas foram tomadas por deliciosos espasmos. "DARYLLLL" Ela gritou, com os olhos fechados com força, Carol se viu perdida em um redemoinho de cores e formas disformes e irreconhecíveis.
Carol não teve tempo de se recuperar do poderoso orgasmo, Daryl já havia penetrado Carol, duro, forte, profundo. O caçador estava agarrado nela sobre a grande pedra. Suas mãos trazendo as coxas de Carol para agarrar seu quadril. Ela obedeceu, e sentiu o membro dele deslizar mais fundo, estava tão molhada que Daryl poderia fazer o que quisesse com ela, que ela sentiria prazer. Os movimentos de vai e vem desesperados, o corpo dele estava quente, pois seu sangue fervente havia se transformado em lava dentro das veias. "Rrr" Ele rosnou, e segurou a cabeça de Carol com a duas mãos. "Abra os olhos, eu quero ver seus olhos..."
"Eu te amo. Eu te amo!" Ela repetia baixinho e sem fôlego. O peito arfando loucamente, mas o ar de seus pulmões foi roubado pelo beijo profundo, as línguas se devoraram tão lascivamente que Carol precisou se afastar para poder respirar. Estava a ponto de desmaiar sem ar.
O barulho dos corpos se batendo, e o "squash" molhado dos órgãos se friccionando duelavam com o som da água da cachoeira, que batia nervosa contra as pedras e a água assim como os amantes em um pós orgasmo repousava tranquila na piscina natural.
"Eu...AHH" Os dois atingiram o ápice, o canal de Carol apertou tão forte o membro de Daryl que ele não aguentou mais, o caçador explodiu dentro de Carol, jogando sua semente fundo dentro do corpo dela. "Te amo..."
Quente, suado, Daryl escorreu para o chão, trazendo Carol consigo. "Meu...Deus... O que foi isso?..." Carol começou a rir, ao perceber que os dois estavam caídos no chão de terra batida, bem ao lado do romântico cobertor de Glenn. "Que raio de casal romântico nos somos?"
"PFFFFF" Daryl soltou o pela boca de uma vez só de um jeito engraçado, e abraçou Carol contra seu peito. "Mulher, nós temos o dia todo..."
"Temos sim!" Contrariando as leis da física e de seu próprio corpo exausto e esgotado, Daryl se levantou, completamente nu. Ele puxou Carol, também nua como veio ao mundo, para cima , jogando-a sobre seu ombro como se ela fosse uma boneca de pano.
"HEIII. Eu não sou um saco de batatas!" Carol riu, admirada com a força física que ele tinha após uma atividade tão extenuante e intensa.
"Quieta mulher, o segundo round vai ser na água!" Como um homem das cavernas, com o corpo de Carol curvado sobre ombro Daryl entrou na piscina de água natural.
"TÁ GELADA! EU TE MATO DARYL DIXON!" Carol ria e dava tapas nas costas dele, que começou a jogar a água para cima, molhando-a completamente.
"Se você conseguir me pegar Carol Dixon..."Com um sorriso sensual e convencido Daryl mergulhou na água gelada, desaparecendo na piscina natural. Carol riu e mergulhou atrás de Daryl.
O segundo, terceiro, e vários rounds seguintes foram na água, nas pedras, encostados nas árvores, no chão de terra, novamente na água pra tirar a lama.
Carol usou a venda que tapou seus olhos para amarrar as mãos de Daryl Dixon, satisfazendo assim uma das suas fantasias mais antigas. Daryl também conseguiu satisfazer alguns dos seus fetiches naquele dia, ao ver Carol ajoelhada na sua frente, olhando pra cima, devorando e sugando seu membro com a boca, enquanto tocava sua própria feminilidade.
Eventualmente, lá pela sétima rodada eles chegaram no romântico cobertor Glenn e se deliciaram com as frutas, Carol deu na boca Daryl pedacinhos do morangos silvestres, e o tal lambrusco, que no final das contas. "Isso é bom pra cacete!" Daryl adorou a mistura doce, azedo, doce, borbulhante, e não reclamou nenhum um pouco da tal bebida "frufruzinha..."
Fim
Um bom Lambrusco geladinho é vida hehehehehe
gente muitooooo obrigada pelos reviews
sério, eu fico emocionada com cada um deles!é muito muitooo bomm!
byeeeee meninas...
