Disclaimer: Naruto não é meu blá blá blá.
Gente em primeiro lugar eu queria dizer desculpa pelo primeiro chapter q ta mega curto. Agora postei esse chapter que está um pouco melhor.
A Infância do Uzumaki
Vamos pular alguns anos.
Konoha tinha 1500 anos e era uma cidade grande... Contava 300000 habitantes. As ruas do bairro pobre em que o Uzumaki morava eram muito estreitas, irregulares e sujas. As casas eram de madeira e tinham três andares, um empilhado no outro. Quanto pior a mão-de-obra maior a casa ficava. Eram de sólidas vigas cruzadas, com as paredes intermediárias cobertas de argamassa. As vigas eram de cor vermelha, azul ou preta (isso dava às casas um aspecto muito pitoresco). As janelas eram pequenas, com vidraças, em forma de losangos, e se abriam para fora, como se fossem portas.
A casa onde morava o pai de Naruto ficava numa ruela imunda chamada Offal Court, travessa da Pudding Lane. Embora essa ruela fosse pequena e estivesse caindo aos pedaços, estava abarrotada de famílias miseráveis. A corja dos Uzumaki ocupava um cômodo no terceiro andar. O pai (Minato) e a mãe (Kushina) tinham uma espécie de colchão num canto; mas Naruto, sua avó (Anko) e suas duas irmãs, Tsunade e Shizune, podiam ficar onde quisessem... O chão era todo deles e podiam dormir onde lhes conviesse. Havia uns trapos de cobertor e algumas esteiras de palha, velhas e sujas, que não podiam ser chamadas propriamente de camas, porque não ficavam arrumadas; eram jogadas numa pilha de manhã e catadas à noite.
Tsunade e Shizune eram gêmeas e tinham quinze (15) anos. Eram meninas de bom coração, sujas, andrajosas e profundamente ignorantes. Kushina era igual elas. Minato e Anko formavam uma dupla de demônios. Eles se embriagavam sempre que podiam; então, brigavam entre si ou com qualquer um que lhes aparecesse pela frente.; bêbados ou sóbrios, estavam sempre xingando e blasfemando; Minato era ladrão e Anko era mendiga. Obrigavam as crianças (Naruto, Tsunade e Shizune) a mendigar, mas não conseguiam fazê-las roubar. No meio daquela gentalha horrível que morava na casa, havia um velho e bom padre (Sarutobi), que o rei despejara com uma pensão de uns poucos iens e que costumava reunir as crianças para ensinar-lhes secretamente o caminho do bem. Padre Sarutobi ensinou Naruto a ler, escrever e também ensinou um pouco de Latim.
Todas as casas de Offal Court era um cortiço assim como a casa dos Uzumaki. A bebedeira, o tumulto e as brigas aconteciam toda a noite e continuavam quase a noite inteira. Naquele lugar cabeças quebradas eram quase tão comuns quanto a fome. Mesmo assim, o pequeno Naruto não era infeliz. Levava uma vida difícil mas não sabia disso. Todos os meninos daquela ruela levavam a mesma vida, por isso Naruto achava sua vida normal e comum. À noite quando voltava para casa sem nenhuma esmola, sabia que Minato ia, antes de mais nada, xingá-lo e espancá-lo, e, depois que tivesse terminado, a malvada Anko começaria tudo outra vez, aperfeiçoando o castigo, e que, no meio da noite, às escondidas, sua faminta mãe ia lhe dar alguma migalha miserável que tinha conseguido guardar para ele, ficando ela mesma morta de fome, apesar de ser muitas vezes flagrada nesse tipo de traição e duramente surrada por Minato.
Não, a vida de Naruto corria bastante bem, principalmente no verão. Ele mendigava só o suficiente para se safar, pois as leis contra a mendicância eram severas e as penas, pesadas; e assim passava boa parte do tempo ouvindo o bom Padre Sarutobi contar fascinantes histórias sobre gigantes e fadas, anões e gênios, castelos encantados e reis e príncipes deslumbrantes. Sua imaginação se enriquecia com essas coisas maravilhosas e, muitas noites, na escuridão, estirado em sua repugnante esteira de palha, cansado, esfomeado e moído por causa das surras, ele soltava a imaginação e logo esquecia as dores e os sofrimentos, sonhando com a vida sedutora de um príncipe encantado num palácio real. Um desejo acabou por ocupar seus dias e noites: queria tanto ver com os próprios olhos um príncipe de verdade. Chegou a falar disso com alguns dos amigos da Offal Court, mas eles caçoaram tanto, zombaram tanto, que depois disso Naruto resolveu guardar o sonho só pra si.
Lia sempre os velhos livros do Padre e Naruto sempre o fazia explicar as histórias. Os sonhos e as leituras logo provocaram algumas mudanças nele. As personagens dos seus sonhos eram tão elegantes que ele começou a lastimar as roupas surradas e a sujeira; passou a querer ser limpo e vestir-se melhor. Continuou a brincar no barro e a gostar disso; mas, em vez de só nadar no Rio Tâmisa por prazer, começou a tomar banho nesse rio.
As leituras e os sonhos de uma vida principesca tiveram um efeito tão forte em Naruto que ele começou a agir como um príncipe. Seus gestos e sua maneira de falar foram se tornando cerimoniosos e corteses, para a grande admiração e divertimento dos mais íntimos. Mas a influência de Naruto entre os garotos começou a crescer dia após dia e, em certo momento, passou a ser admirado por eles como se ele fosse um ser superior. Ele parecia tão sábio! E dizia e fazia coisas tão maravilhosas! Além disso, era tão profundo e sábio! O que Naruto dizia e fazia, os garotos contavam aos pais, e os mais velhos também começaram a falar dele e a vê-lo como uma criatura superdotada e extraordinária. Os adultos submetiam seus problemas a Naruto e sempre se surpreendiam com a sagacidade e a sabedoria de suas decisões. De fato, ele tinha virado um herói para todos que o conheciam, menos para sua família... Só sua família não via nada nele.
Algum tempo depois Naruto arrumou sua própria corte! Ele era o Príncipe; Shino e Kiba eram guardas; Ino e Sakura eram camareiras; Lee e Neji eram cavalariços; Shikamaru e Chouji eram os lordes e TenTen, Tayuya, Hinata, Karin, Matsuri e Temari eram damas de companhia. Todo dia, o Píncipe de mentira era recebido com pomposos cerimoniais, que Naruto tirava de suas leituras romanescas; todo dia, os grandes assuntos do reino do faz-de-conta eram discutidos no conselho real; e, todo dia, sua alteza de mentira baixava decretos para seus exércitos, suas esquadras e seus vice-reinados imaginários.
Cada vez mais o desejo de ver, nem que fosse por uma só vez, um Príncipe de verdade, de carne e osso, crescia dentro dele, dia a dia, semana a semana, até que, por fim, absorveu todos os outros desejos e tornou-se a única paixão de sua vida.
Num dia de Janeiro, em sua rotina de mendigo, perambulava desolado pela região de Mincing Lane e Little East Cheap, hora após hora, descalço e gelado, olhando as vitrines das cantinas e cobiçando as portentosas tortas de porco e outras descomunais invenções expostas ali; porque, para ele, eram iguarias feitas para os anjos; sim, a julgar pelo cheiro, eram isso mesmo, já que nunca tivera a sorte de poder comer uma daquelas. Caía uma garoa gelada; a atmosfera era sombria, e o dia, melancólico. À noite, Naruto chegou em casa tão encharcado, cansado e faminto que foi impossível à Minato e à Anko não notarem seu desamparo e não se comover. Por isso deram-lhe um tabefe rápido e o despacharam para a cama. Por um longo tempo, a dor, a fome, e os palvrões e as brigas da casa o mantiveram acordado; mas, finalmente, seus pensamentos voaram para românticas terras distantes, e ele adormeceu na companhia de principezinhos enfeitados e cheios de jóias, que viviam em grandes palácios, com criados fazendo-lhes salamaleques ou disputando entre si para ver quer executaria suas ordens. Depois, como de hábito, sonhou que ele era também um principezinho.
Durante a noite inteira, as glórias de seu reino brilharam sobre ele: caminhava esplendorosamente entre lordes e ladies, aspirando perfumes, bebendo o melhor vinho do palácio e olhando para aquelas charmosas pessoas.
Quando acordou de manhã e olhou para a miséria ao seu redor, o sonho teve o efeito habitual; a sordidez ficara mil vezes pior. Veio então a amargura, a desolação, as lágrimas.
No mesmo dia que postei o 1º cap postei o 2º. Espero que tenham gostado... Agora vou responder as reviews:
Uchiha Mandy Lua: Que bom que você está achando a história interessante. Vou tentar alongar os caps. Esse ficou maior, gostou?
Kuchiki Rin: Claro que vou continuar.
Kinha Oliver: Eu sei que está hiper pequeno gomen. Vou aumentar os caps e que bom que você ta gostando.
loveDeidara: É tem muita coisa pra acontecer...
Yui Blackwell: Sim, vou deixar os caps maiores e gomen pelo 1º cap. Que bom que você ta gostando também.
Gostou? Mande review!
Achou chato? Mande review!
Ta legal? Mande review!
Ta uma merda? Mande review!
Quer que eu me exploda? Mande review! (kkkkkkkk)
Por um mundo melhor mande review!
Ja ne
