PESSOAL NESSE CAP ELES SE ENCONTRAM E CONVERSAM. FINALMENTE FIZ UM CAP MAIOR!!!
Disclaimer: Se Naruto fosse meu eu estaria aqui escrevendo fics? Se Naruto fosse meu o Naru já estaria nos braços do Sasu...
Legenda: - blábláblábláblá- (FALA)
Aproveitem o CAP!
O Encontro e a Pergunta
Naruto se levantou com fome e foi para a rua, mas com seus pensamentos entretidos com os falsos esplendores de seus sonhos noturnos. Vagou aqui e ali pela cidade, quase sem perceber para onde ia e o que acontecia à sua volta. As pessoas esbarravam nele e algumas xingavam; mas nada afetava aquele pensativo menino. De repente, ele estava em Temple Bar; nunca tinha ido tão longe de casa naquela direção. Parou e pensou um pouco, depois começou a sonhar novamente e atravessou as muralhas de Konoha. Ali não era uma rua com pobreza. Tinha casas bem compactadas de um lado e do outro só haviam grandes edifícios isolados, que eram palácios de nobres ricos, com amplos e lindos jardins descendo até o rio... Jardins que hoje estão amontoados com sombrias construções de pedra e tijolo.
Naruto descobriu Charing Village e descansou no belo cruzeiro ali construído, em tempos remotos, por um rei destronado; depois desceu uma rua tranqüila, agradável, passando pelo grande e imponente palácio do cardeal, em direção a um palácio muito maior e majestoso, mais adiante... O Westminster. Naruto ficou maravilhado admirando a enorme construção, as amplas alas, os severos baluartes e torreões, o imenso pórtico de pedra, com as grades douradas e a magnífica guarnição de colossais leões de granito e o símbolo da família Uchiha. Será que o desejo do seu coração ia afinal se realizar? Ali estava, de fato, um palácio real. Será que ele não podia ter a esperança de ver um príncipe agora, um príncipe de carne e osso, se o céu permitisse?
De cada lado do portão dourado ficava um guarda: ereto, imóvel, vestido da cabeça aos pés com uma brilhante armadura de aço. A uma distância respeitosa, havia muitos camponeses e pessoas da cidade esperando qualquer possível aparição da realeza. Carruagens esplêndidas, com esplêndidas pessoas dentro delas e esplêndidos criados do lado de fora, chegavam e partiam por vários outros nobres portões que se abriam no régio muro.
O pobre e esfarrapado Naruto se aproximou e foi passando, devagar e timidamente, pelas sentinelas, com o coração aos saltos e uma esperança crescente, quando, de repente, deparou, através das grades douradas, um lindo príncipe. Seu coração quase saiu pela boca. Lá estava um gracioso menino, com pele branca como a neve, cabelos e olhos negros como um céu sem estrelas e com músculos bem definidos devido aos esportes. Sua roupa era cheia de seda, cetim, com o símbolo da família Uchiha e, na cintura, tinha uma pequena espada e um punhal cheio de pedras preciosas... Nos pés sapatos pretos e na cabeça uma elegante boina de carmim, com plumas penduradas, presas com uma grande jóia faiscante. Havia vários criados ao seu redor, todos bem vestidos.
Naruto ofegava de excitação, os olhos arregalados de assombro e prazer. Naquele momento só uma coisa passava na cabeça dele: chegar perto do lindo príncipe e dar uma boa e devoradora olhada nele. Antes que percebesse, estava com o rosto colado nas grades. Logo em seguida, um dos guardas o agarrou e o jogou rodopiando para cima da multidão embasbacada de camponeses palermas e vagabundos londrinos.
O guarda disse:
- Olhe os modos, mendigo!
A multidão riu e zombou, mas o jovem príncipe saltou para o portão, o rosto afogueado, os olhos faiscantes de indignação, e gritou:
- Como ousa tratar assim esse pobre rapaz?! Como ousa tratar assim o mais humilde servo do rei, meu pai?! Abra os portões e deixe-o entrar!
Vocês precisavam ver a multidão agitada arrancar os chapéus naquele momento. Precisavam ouvir como aplaudiam e gritavam:
- Viva o Príncipe de Konoha!!!
Os guardas abriram os portões, enquanto o pequeno Príncipe da Miséria entrava com seus trapos ondulantes, para apertar a mãe do Príncipe de Konoha.
Sasuke disse:
- Você parece cansado e faminto: foi maltratado. Venha comigo.
Uma meia dúzia de criados se precipitou... Nem sei por quê; para interferir, claro. Mas o príncipe os conteve com um preciso gesto e ficaram quietos, como estátuas. Sasuke levou Naruto para uma suntuosa dependência do palácio, que ele chamava de seu gabinete. À sua ordem trouxeram uma refeição que Naruto nunca vira antes, a não ser em livros. Sasuke, com delicadeza e educação principescas, despachou os criados, para que seu humilde convidado não se sentisse constrangido; depois, sentou-se perto dele e, enquanto Naruto comia, lhe fez muitas perguntas.
- Como é seu nome rapaz?
- Uzumaki Naruto, às suas ordens, meu senhor.
- É um nome estranho... Onde mora?
- Na cidade, senhor. Offal Court, travessa de Pudding Lane.
- Offal Court! Realmente é um nome estranho. Você tem pais?
- Tenho, sim, senhor, e uma avó também, mas não ligo muito para ela... Deus me perdoe se é pecado dizer isso... E também, tenho duas irmãs: Tsunade e Shizune.
- Então sua avó não é muito boa para você, imagino.
- Nem para mim e nem para ninguém, alteza. Ela tem o coração perverso e pratica o mal todos os dias.
- Maltrata você?
- Tem vezes que ela fica com as mãos quietas, quando dorme ou quando cai de bebedeira; mas, quando ela volta a si, levanta a mão e me dá uns bons tabefes.
Um brilho feroz surgiu nos olhos do pequeno príncipe e ele gritou:
- O quê! Tabefes?
- Ah, é, de verdade, sim, senhor.
- Tabefes! Mas você é tão frágil e pequeno. Escute bem: antes do cair da noite ela será pendurada na Torre. O rei, meu pai...
- Na verdade, meu senhor, está se esquecendo da condição inferior dela. A Torre é só pra gente importante.
- Tem razão, de fato. Não tinha pensado nisso. Vou pensar num castigo para ela. E seu pai, é bom para você?
- Não melhor que a Avó Anko, meu senhor.
- Os pais são parecidos, talvez. O meu não tem temperamento de boneca. Bate duro, mas não em mim; no entanto, ele nem sempre me poupa das palavras, verdade seja dita. Como sua mãe trata você?
- Ela é boa, sim, senhor, e não me dá nenhum sofrimento nem tristeza, de jeito nenhum. E a Tsunade e a Shizune são como ela também.
- Quantos anos elas têm?
- Quinze, sim, senhor.
- Lady Elizabeth, minha irmã, tem quatorze e Lady Jane Grey, minha outra irmã, tem minha idade e... Ei, suas irmãs proíbem as criadas de dar risada, para o pecado não destruir as almas delas?
- Elas? Ah, o senhor acha que elas têm criadas?
O pequeno príncipe olhou muito sério para o pequeno mendigo e disse:
- Por que não? Quem é que tira as roupas delas de noite? Quem é que ajuda a se vestir, quando acordam?
- Ninguém, não, senhor. Acha que elas iam tirar a roupa e dormir sem nada... Feito bichos?
- A roupa, elas só tem uma?
- Ah, meu bom senhor, o que é que elas fariam com mais de uma? Pois se elas só possuem um corpo cada uma.
- É uma idéia estranha e maravilhosa! Perdão, não tinha a intenção de rir. Mas as suas irmãs Tsunade e Shizune precisam ter roupas e criadas. Logo meu tesoureiro vai cuidar disso. Não, não me agradeça. Você estuda?
- Não sei dizer se sim ou não, senhor. O bom padre
Sarutobi me ensinou, ele é muito gentil, com os livros dele.
- Você sabe Latim?
- Só um pouco, eu acho, meu senhor.
- Aprenda, rapaz; é difícil só no começo. O grego é mais difícil; mas acho que nenhuma dessas línguas, nem nenhuma outra, é difícil, nem para Lady Elizabeth e nem para Lady Jane Grey. Mas me conte sobre Offal Court. A vida lá é agradável?
- Não é, não senhor. Minhas irmãs Tsunade e Shizune e minha avó Anko dormem no chão, eu durmo em uma esteira de palha e meus pais dormem em um colchão improvisado. Meu pai e minha avó roubam coisas e mendigam para conseguir comida. Eu também preciso mendigar para sobreviver, assim como minhas irmãs, mas nós não roubamos. Lá em na rua tem muitas brigas a noite toda e é muito difícil de dormir.
- Nossa Naruto! Você não pode morar lá! Eu ordeno imediatamente que você more aqui nesse palácio!
- Sério? O maior sonho da minha vida era conhecer um príncipe! E agora posso morar em seu palácio! Por que me pedes isso?
- É que eu sou um pouco sozinho. Não tenho amigos pois todo mundo acha que vou tratá-los como gente inferior. E sua vida lá não é boa.
- Realmente minha vida não é nada boa, meu senhor. Se você não tem amigos, eu posso ser um! Eu aceito morar com você!!!
Gostaram? Finalmente fiz um cap maior ( 5 pags. no word)...
Agora vou responder as reviews:
Uchiha Mandy Lua: Eu tenho muito tempo livre e o melhor é que eu não tenho preguiça xD. Ta ai o tão esperado encontro do Naru-chan e do Sasu-chan.
Lady Yuki-chan: Só fiz esse cap maior pois você mandou! u.u E se você acha que eles só vão ser felizes quando se encontrarem, então curta o encontro deles!!!
Inu: Desculpa mas eu não gosto de triângulos amorosos... (EX: ItaNaruSai, SaiItaSasu, SaiItaDei...) O Ita-chan vai ficar com o Deidara-chan e o Naru-chan com o Sasu-chan.
Larii chan: Se gostou continue acompanhando =D
Lili-ACPCHE: Gostou do encontro e da conversa?
Gostaram? Mandem Review...
Odiaram? Mandem Review...
Tá uma merda? Mandem Review...
Tá legal? Mandem Review...
Reviews fazem bem ao coração desse autor-baka.
Ja Ne
