Capítulo VII: Lullubell/Mimi

O Sino da Rainha

Lulubell dedilhou o corpo feminino em seus braços com maestria, feito tocasse um instrumento muito delicado. O único som que era ouvido no quarto era o badalar suave do sino que estava preso em seu pescoço. A criada arfou e gemeu, se contorceu e gozou.

A Noé da Luxúria não sorriu, continuando os toques mesmo que imersa em pensamentos. Mimi, sua criada, jamais saberia que os sentimentos que oferecia a Lulubell eram falsos. Por um momento amaldiçoara o Conde por ter mudado as memórias da criada.

Dera a Mimi o sino, porém nunca dera um sorriso. Mas a Noé sabia que, por mais que fosse amada, o sentimento era falso. Mimi era um demônio que, em vida, amara outrem. Doía. Principalmente quando a garota lutava por si contra os exorcistas. E Lulubell viu.

Mimi morrera ouvindo o sino badalar.