N/A: Não é dos capítulos mais felizes, mas ele precisava existir. E esta é a parte legal de ser leitor: eu não tinha escolha, precisava escrever isto, mas você pode, simplesmente, passar direto para o próximo capítulo (assim que ele for postado, claro). Eu me prontifico a fazer um resumo no início pra ninguém perder nada.
13 – Boas Intenções
Barriga cheia e conversa jogada fora, à noitinha, chegou a hora de cada um voltar para sua casa - ou alojamento - já que a odiada segunda-feira batia à porta.
Havoc foi o primeiro a ir embora de braços dados com sua namorada, o que ainda seria motiva para muita pilhéria no dia seguinte. Era só questão da moça não estar por perto para os outros militares começarem a pegar no pé do antes azarado segundo tenente que, pelo menos desta vez, se deu melhor que o resto dos presentes. Ed e Al decidiram que gostavam de caminhar quando lhes foi oferecida uma carona pelo Major Armstrong, mas Breda e Fuery não tiveram a mesma sorte e foram arrastados até seus alojamentos pelo prestativo alquimista nacional. E coube a Maes, auxiliado por sua fiel co-piloto, Elysia, levar os outros.
Seguindo às regras do cavalheirismo, primeiro levaram Riza e depois foi a vez de Roy:
- Tchau, tio. – disse a garotinha, que estava em pé no banco do carona, acenando para fora da janela do carro, enquanto seu pai lhe segurava com a mão direita e tentava fazer com que criança agitada se sentasse.
O homem acenou de volta da calçada e entrou assim que o carro virou na primeira esquina. Agora sim o final de semana havia acabado, mesmo faltando algumas boas horas até a meia-noite.
Andy estava quieto no colo de Roy, cansadinho de toda a agitação. O mesmo se aplicava a Mustang que, sem ter quem o carregasse, subiu as escadas em silêncio, olhando para os degraus e continuou seguindo com os olhos o chão de seu andar até dar com um par de pés parados bem na frente da sua porta.
Quando ele levantou os olhos para ver quem era, também já havia sido notado e não tinha mais tempo de correr.
- Eu vim... buscar meu filho.(1) – disse a mulher sem delonga. Ela parecia bastante agitada e impaciente. Provavelmente ficara esperando ali por horas, mas não era exatamente no bem estar de Diana que Roy estava pensando quando abriu a boca em seguida.
- Eu não esperava você por aqui. Não quer entrar? – disse para ganhar algum tempo para organizar as idéias.
- Não. Eu já devo ter criado muitos problemas pra você. É só me entregar o Paul que... - a mulher foi estendendo os braços para pegar o bebê, mas o coronel se afastou e segurou a criança mais perto de si.
- Não tão rápido! – a criança, que estava quase cochilando, se assustou com o movimento abrupto e começou a choramingar.
- Qual o problema? – perguntou a mulher sem entender a reação do coronel e querendo pegar o bebê para consolá-lo. Para toda mãe é difícil ver os filhos chorando, mas o que ela sentia ainda era multiplicado por sua culpa e também pela falta que sentia do pequenininho, o qual, depois do curto período de separação, percebeu que era demais para suportar.
- Eu não vou abria mão dele assim tão fácil.
- Que foi que você disse?
- Que você deveria ter pensando melhor antes de abandoná-lo na minha porta. O que você queria afinal? Por que você não me procurou antes dele nascer? – questionou o coronel, sem, contudo, realmente querer conhecer os motivos da mulher, os quais ele já havia decidido que seriam insuficientes para justificar sua conduta.
- Do que você está falando, Roy?
- Como assim do que eu estou falando? Eu tinha direito de saber! – disse num tom bastante alterado pensando no absurdo que seria ter um filho perdido por ai sem nem saber da existência da criança.
A mulher parou no meio do caminho e recuou os braços novamente, mirando o chão e sem coragem para levantar a cabeça. Ela estava coberta de arrependimento pelo que fizera e a única maneira de consertar as coisas era com a verdade, por mais que lhe custasse revelar o quanto havia sido baixa no seu desespero.
- Essa é mais uma das coisas pelas quais eu tenho que me desculpar... Você deve estar pensando que ele é seu filho, mas isso não é verdade. Roy eu...
- Nem comece, Diana. Eu lembro muito bem da última vez que nós nos encontramos e isso casa exatamente com a idade dele. – ele nem tinha tanta certeza assim, mas falou como se tivesse.
- Lembra mesmo? – insistiu Diana - Inclusive da parte em que o dono do bar colocou você sozinho em um táxi?
- Não e é exatamente por isso não posso dizer se o que você está dizendo é verdade. – respondeu sem vacilar, mas ficou com a pulga atrás da orelha, já que realmente não se lembrava de nada e versão que a mulher apresentava era bastante plausível.
- Resolveu achar que eu sou uma mentirosa agora?
- Não. Eu só percebi que nós nos conhecemos há muito tempo atrás e que você deve ter mudado muito desde então para chegar a abandonar um bebê indefeso na porta de uma pessoa que você encontrou por acidente em um lugar nem um pouco convencional.
- Você não sabe do que está falando...
- Claro que não. Você não teve a decência de me contar.
- Você tem motivo pra estar nervoso comigo, mas o Paul ainda é meu filho. – disse a mulher aos prantos, se escorando na parede e soluçando.
- E você deveria ter pensado nisso antes de abandoná-lo. – disse Mustang, explorando a falha na conduta da mulher que não podia ser relevada assim tão fácil com meia dúzia de palavras de arrependimento.
- O que eu fiz foi muito errado, mas eu estou arrependida e quero reparar meu erro. Você não tem idéia do quanto eu me arrependo... – a voz da mulher começou a falhar por causa do choro - Eu nunca deveria ter deixando meu filhinho...
A situação já havia fugido do controle e não era nem um pouco conveniente que ela continuasse no corredor, pois algum vizinho poderia aparecer:
- Pelo menos entre e tome um copo de água. Não existe a menor possibilidade de eu entregá-lo pra você assim. Você não está em condições de...
Diana não esperou o final da fala para interromper, cheia de cólera:
- É um crime... o que você está fazendo. Isso é seqüestro. Você quer tirar meu filho de mim! Ele é meu. – acusou sem pensar duas vezes. Ela estava histérica. Depois que Mustang se recusou a lhe devolver seu bebê, Diana perdeu completamente a razão e deixou de lado o bom senso. Ela só sabia que queria seu filho de volta e que tinha que conseguir isso imediatamente.
Os gritos da mulher não ajudaram muito a acalmar Andy que continuou chorando e deixando o clima ainda mais tenso.
- Pois abandono também é crime. E invasão também. – devolveu Roy, voltando a perder sua paciência com a acusação absurda da mulher. Ele não havia seqüestrado bebê nenhum. Ela sim o havia abandonado e agora queria se fazer de vítima e fazer dele o vilão de toda a farsa. Pois ele não assumiria o papel assim tão fácil.
- Eu vou chamar a polícia!
- Pode chamar. Eu sou um oficial superior do exército condecorado e você é uma pessoa doente que invade a casa das outras. Vamos ver em quem eles acreditam depois que eu contar que uma lunática invadiu meu apartamento. Além disso, já notifiquei o abandono para as autoridades no dia em que o encontrei e fiquei com a guarda temporária. Ninguém pode fazer nada contra mim. Você, por outro lado, não tem autorização para estar aqui. – mentiu sem o menor pudor, se valendo, inclusive, de sua posição para tanto. Tal estratégia estava longe de satisfazer aos critérios éticos que Mustang, bem no fundo, tinha quando estava tratando de questões sérias, mas ele não viu alternativa. Se Diana resolvesse chamar a polícia, realmente seria um problema, principalmente depois de todo o efetivo já ter sido mobilizado depois do alarme falso da outra noite.
- Você não pode fazer isso! – disse a mulher e avançou para cima de Roy, que se encolheu, virando-se meio de lado, assim tudo que ela podia acertar eram suas costas.
- Pára! Eu não quero ter que machucar você – disse Roy recuando até chegar perto da escada e não poder se afastar mais sem correr o risco de alguém cair dali de cima. (2).
Um homem de uns quarenta anos, vizinho debaixo do apartamento de Roy, acabou atraído pelos gritos e apareceu na área da escada entre os dois andares. Depois de observar a cena, ele subiu rápido os degraus e segurou Diana:
– A senhora tem que se controlar! – apertando os braços dela com mais força até ela parar de se debater e só continuar a chorar silenciosamente – O que está acontecendo aqui?
- Ele quer tirar meu filho de mim! – chorou a mulher, perdendo a firmeza nas pernas e deslizando para o chão, onde ficou de joelhos.
- Senhor Mustang, a moça está falando a verdade?! – inquiriu o homem que sabia do bebê novo no apartamento de cima, mas ainda não havia investigado sua origem. Como todos os outros que tinham um conhecimento superficial sobre o Flame Alchemist, ele também já havia feito algumas deduções que descartavam qualquer investigação e chegado à conclusão de que alguma das namoradas do coronal havia resolvido fazer com que ele assumisse a responsabilidade pela criança, mas agora a moça parecia ter se arrependido.
O pobre homem preferia não ter escutado nada e ter continuado no conforto de seu sofá, mas sua consciência pesaria mais tarde se ele não fizesse nada e algo de ruim acontecesse, mesmo sabendo que o ideal e ficar longe de brigas de casais.
- Claro que não. Ela está histérica, você não viu? – respondeu Mustang, sem se aventurar a dar maiores explicações.
- Moça... É melhor você se acalmar e voltar outra hora. Ninguém vai resolver nada assim. – tentou contornar o homem.
Diana se levantou com a ajuda do vizinho que a acompanhou escada abaixo enquanto Roy achava suas chaves e entrava no apartamento apressado.
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A garotinha entrou em casa na frente e seu pai veio se arrastando, exageradamente, atrás. Aparentemente, eles estavam apostando corrida e Elysia foi a vencedora, como sempre, invicta.
- Ai... – bufou o homem ofegante se arrastando – Perdi de novo. Você é muito rápida. Acho que não vou nem conseguir chegar até o sofá.
- Eu ajudo você papai! – voltou a garotinha e foi puxando o homem pelo ombro.
- Ufa... Obrigado, filhinha. – terminando de chegar até o sofá e respirado pesadamente.
- Maes... – disse Gracia séria – O Roy ligou. Ele quer falar com você.
- Eu acabei de falar com aquele folgado. – disse em um tom descontraído - O que ele quer de novo?
- Não sei, mas ele parecia bem nervoso e pediu pra você ligar assim que chegasse.
- Ta bem... Eu ligo daqui a pouco. Agora estou muito cansado da corrida.
- Liga agora, Maes. Parece que é sério mesmo.
- Não tem como nada tem acontecido nos dez minutos que eu gastei desde que deixei ele em casa e voltei pra cá. – devolveu Maes só pra não voltar atrás em sua posição.
- Eu estou discando... – insistiu Gracia sem dar atenção para as explicações e desculpas do marido – Pega.
- Dá aqui. – pegando o telefone da mão da esposa. Antes do segundo toque, a pessoa na outra linha atendeu – Alô, Roy?
- Hughes seu cretino mentiroso! Você vai me contar direitinho essa história da mãe do Andrew ter desaparecido. Aliás, o nome dele não é Andrew, é Paul. – berrou no ouvido de Maes que só fez arregalar os olhos de susto.
- Do que você está falando? - foi a única coisa que sobrou para o tenente coronel perguntar.
- Você confirmou hoje pela manhã que a Diana tinha sumido, mas ela acabou de sair do meu apartamento e não pareceu nem um pouco desaparecida enquanto gritava que quer o filho de volta. – vociferou Roy, descontando em Maes que também não era uma vítima tão inocente assim, já que as acusações do coronel guardavam uma parcela de verdade.
- Mas ela realmente não estava na cidade quando eu conferi.
- Claro. E você tinha informações sobre ela e não me contou? Mesmo depois de eu perguntar várias vezes?
- Eu ia contar... – coçou o nariz, nervoso e passou a mão nos cabelos - Mas achei que você não precisava saber ainda. Você tinha mais com o que se preocupar. – falou com a consciência começando a pesar, porque suas boas intenções não tiveram o melhor dos resultados.
- Então você fez isso pra resguardar os meus interesses? – riu Mustang, sarcástico - Engraçado, porque eu não me sinto muito poupado. O que eu sinto está mais pra traído, enganado, ludibriado e apunhalado pelas costas. O que mais você resolveu que não seria importante que eu soubesse? – perguntou tentando se acalmar para não quebrar o telefone.
- Eu vou ignorar o que você disse, porque sei que não está falando coisa com coisa. Espera que eu estou indo pra sua casa e você me conta melhor o que aconteceu.
- Eu não tenho mais o que contar.
- Mas eu estou indo de qualquer jeito. Não vou deixar você sozinho pensando besteira.
Depois de desligar o telefone, Maes falou para a esposa que estava saindo de novo e negou o pedido de Elysia para ir junto.
A careta de reprimenda que o coronel fez foi bastante assustador, mas Maes continuou na sua função de ignorar o péssimo humor do amigo já que este tinha motivos razoáveis para tanto.
- O que você está fazendo aqui? – recebeu Mustang, com o bebê no colo. A diferença de humor entre eles era bastante clara, uma vez que este estava se entretendo feliz com seu brinquedo.
- Eu avisei que estava vindo. – e, como de costume, mexeu com o bebê – Oi neném. Não está na hora de você ir mimi não?
- Não, porque ele acordou de vez com a gritaria de agora pouco. – cortou logo.
- Certo. Então vamos direto ao assunto... Conta o que aconteceu. – sentando no sofá.
- Eu já contei. Ela apareceu aqui para pegar o menino de volta e eu não entreguei, então ela armou um escândalo e o vizinho teve que interferir. – fez uma pequena pausa reflexiva pensando que não era bem a primeira vez que tinha que passar pelo barraco armado por uma ex-namorada, mas normalmente o motivo era outro - E ela também disse que eu não sou o pai dele.
- E você não é? – perguntou.
- Eu não sei.
- Mas o que você acha?
- Que eu não quero responder interrogatório.
- Bom... Se ele não é seu, a história muda completamente. – concluiu Maes esfregando o rosto desanimado.
- Pra mim não muda coisa alguma. – insistiu Roy, sem querer enfrentar a questão proposta pelo outro de que ele não teria direito a ficar com o bebê se não fosse o pai dele.
- Estou falando legalmente. – explicou - Pai e mãe têm o mesmo direito à guarda, e mesmo assim, via de regra, os tribunais decidirem em deixar a guarda com a mãe. Principalmente quando eles ainda são muito pequenos. Mas se você não for o pai...
- Eu já entendi. Não precisa continuar. – interrompeu por ali, pois já sabia aonde o amigo queria chegar com a explicação.
- Na verdade, preciso continuar sim. Eu tenho que contar o que descobri.
- E resolveu não me contar antes, não é? – reforçou.
- Não adianta me olhar feio. Eu demorei mesmo pra descobrir alguma coisa de útil porque que você me passou informação errada.
- Eu só passei o nome completo dela.
- E ele estava errado. – insistiu Maes – Eu procurei registros recentes de Diana Carnegie nos hospitais e delegacias, mas não achei nada e nem poderia encontrar porque ela mudou de nome quando casou. Eu só fui descobrir alguma coisa quando voltei um pouco na linha da pesquisa e procurei no registro civil.
- O que? Ela está casada?! – perguntou boquiaberto.
- Viúva. – respondeu, já atualizando a informação.
- Viúva?
- É.
Depois da confirmação de Maes, Roy superou à força a fase de descrença, pois, mesmo se tratando uma informação nova, não era algo de todo inesperado. Pelo menos não a parte do casamento, mas a parte da viuvez trazia um elemento trágico que levou Mustang a lamentar pela mulher.
- Há quanto tempo? – perguntou Roy.
- O suficiente pra o marido poder ser o pai. – respondeu Maes, sabendo que aquela não era bem a pergunta que passava pela cabeça do amigo, já que este ainda tinha dúvidas sobre se era ou não o pai da criança.
- Eu não tinha nem idéia disso. Ela não me falou que estava casada quando nós nos encontramos.
- Imaginei que não quando você só me passou o nome dela de solteira e não falou nada sobre o casamento.
Roy tentou se lembrar de qualquer coisa da noite em que estiveram junto há cerca de um ano, mas era tudo um grande borrão depois das típicas saudações iniciais. Quando viu que não chegaria a lugar nenhum, ele desistiu de tentar lembrar e olhou para a criança aconchegada e protegida em seu colo, brincando feliz com o coelho de pelúcia.
- Você tem o telefone do advogado de quem você falou com você? – quebrando o silêncio que havia se estabelecido depois da última fala de Maes.
- Advogada. – corrigiu enquanto procurava o cartão na carteira - E a Rita (3) é a melhor. – vez uma pequena pausa – O que você está pensando em fazer?
- Eu tenho que descobrir quais são as minhas chances e brigar na justiça se for o caso.
- Não sei, Roy. Talvez você devesse conversar com essa moça em primeiro lugar. Ela deve ter tido um motivo...
- Isso não interessa. A única coisa mais irresponsável que deixar a criança comigo seria eu devolver ele pra alguém que o abandonou comigo. – mas Maes não parecia partilhar da mesma opinião e olhava com certa reprimenda para o amigo que estava esperando mais suporte do que aquilo - Do lado de quem você está?
- Do seu, oras. Mas você não está sendo razoável... - refletiu Maes, tentando dissuadir o amigo de partir para o litígio.
- E eu nem poderia ser. Eu não posso simplesmente entregar ele de volta... – disse com a voz morrendo na medida em que ia falando.
Maes ainda queria defender o direito da mãe de ter o filho de volta, mas não conseguiu insistiu em seu discurso ao perceber o quão abalado o amigo estava com a idéia de perder o bebê. Ele não pôde deixar de sentir o peso da culpa por ter insistido com Roy para que este experimentasse o gosto da paternidade, enquanto o coronel insistia em se livrar da criança o mais rápido possível. Agora, como Maes desejara de início, Roy havia se afeiçoado à criança, mas agora a separação seria bem mais difícil do que foi o espanto da primeira impressão.
O tiro havia saído pela culatra.
- Quer ligar para a Rita agora? – perguntou Maes, sem saber o que mais poderia fazer para ajudar.
- No cartão não tem o telefone residencial e acho que ela não vai estar no escritório domingo à noite.
- Eu sei o número da casa dela. – discando de uma vez – Você só não precisa contar isso pra Gracia. Ela morre de ciúmes da Rita... eu nem imagino o motivo. – fazendo uma cara abobalhada enquanto imaginava a linda advogada, quando, de repente, sua esposa entrou no sonho com uma frigideira em punho e acertou sua cabeça com força, fazendo-o voltar para a realidade – Alô? Eu posso falar com a senhora Harrison, por favor?
... continua...
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(1) Era aqui que eu ia parar o capítulo passado, mas seria uma maldade muito grande levando em consideração que eu sabia que demoraria a postar o próximo capítulo.
(2) Nota especial para a Amanda: e alguém ia cair, mas eu consegui me conter antes que a "tragédia" (talvez não tão trágica para a facção que, como eu, quer que a Diana morra...ò.ó...) acontecesse. Não deu pra aproveitar a idéia do teto... mas quem sabe no futuro.
(3) Rita Harrison. Esse é o nome da personagem da Michelle Pfeiffer no filme "Uma lição de amor". Ela é uma advogada especialista em Direito de Família no filme e eu continuo com preguiça de inventar personagens novas.
