De acordo com o episódio "Red Tide", o pai de Lisbon se suicidou – palavras dela. Mas como um escritor pode brincar, eu resolvi deixá-lo vivo, senão um dos temas da história não teria muito sentido. Portanto, esta é minha licença poética a The Mentalist.

Disclaimer: The Mentalist e suas personagens não me pertencem. Se fosse meu, não ia prestar. Eu teria matado Bosco por ser tão mau com Jane.

"RED SECRETS"

By Ligya Ford-Northman

CAPÍTULO 8

Era meio da madrugada quando Lisbon acordou sentindo a garganta seca. Se moveu quando percebeu que estava com o corpo praticamente em cima do corpo de alguém. Oh Deus, Jane!

Sua perna esquerda estava em cima das pernas dele; o braço esquerdo dele estava embaixo da sua cabeça; o braço direito a abraçava pela sua cintura; e sua cabeça estava pousada no ombro dele.

Oh meu Deus! O que houve aqui esta noite?

Ela se mexeu e Jane não acordou. Rolou para o seu lado da cama, e ele ainda dormindo se ajeitou sem ela nos braços.

Respirou fundo, e ficou com medo de levantar e acordá-lo. Fechou os olhos, sentindo sua cabeça ainda rodar e tentou pegar no sono novamente.

Ela ainda estava com seu vestido. Mas por que ela tinha a sensação de que algo mais tinha acontecido?

Tentando imaginar o que tinha havido e como havia chegado em casa, dormiu.

De manhã, Theresa acordou e imediatamente lembrou da cena que tinha visto e protagonizado de madrugada. Se virou para o outro travesseiro e viu vazio. Esticou o pescoço. Seu quarto e o banheiro estavam vazios.

Seguiu para o banheiro para um banho. Parecia que tinha comido papel. Precisava urgente de café e bolinhos.

Vinte minutos depois desceu até a cozinha, encontrando Joy, seu pai, Michael, John e Jane sentados à mesa.

- Bom dia! – ela saudou.

- Bom dia. – alguns devolveram.

- Quer um café, querida? – perguntou Joy.

- Por favor. – ela fugiu dos olhares insistentes de Jane, o fazendo sorrir.

- Como foi a noite querida? – perguntou o pai para ela.

Lisbon se sentou à mesa, e puxou dois muffins para um prato.

- Huh... foi... foi boa.

- Escutei você chegar. – disse Michael. – Quanto você bebeu?

Ela arqueou as sobrancelhas e corou.

- Por quê?

- Pelo barulho, ou você caiu, ou derrubou algo no chão.

- Bem... – sem saber o que responder.

- Ela não lembra. – John devolveu e gargalhou.

Jane sorriu. Realmente ela não lembrava. Será que ela não lembrava de nada mesmo?

Todos continuaram rindo.

- A risada de vocês tá me dando dor de cabeça. – ela murmurou.

- Parem vocês! – Joy pediu enquanto os homens riam. Inclusive Jane. – Querida, coma e vá com Patrick dar uma volta. Os Adam-Fletcher virão no almoço para buscá-los. Você já esteve em Londres antes, Patrick?

- Nunca. – disse ele engolindo café.

- Então, -o para conhecer alguns lugares turísticos: a Tower Bridge, o Parlamento, a London Eye... Na London Eye, Patrick, você vai ter a melhor vista de Londres. Vai ficar chocado com esta cidade linda.

- Vou adorar. – ele devolveu e então encarou Lisbon. Ela corou diante do olhar dele, e se voltou para sua xícara.

Ele estreitou os olhos e sorriu. Para ela corar daquele jeito, ela devia lembrar muito bem da noite passada.

Enquanto tomavam café, Christine apareceu. Ela e Joy começaram a discutir enquanto Theresa, os irmãos, o pai e Jane as encaravam como se fossem loucas.

- Hey, Ginger! Hey, Gilligan! – ela exclamou. – Sabem o quanto eu amo isso? Eu vou me divorciar e casar de novo e de novo então isso vai durar pra sempre. Theris, seja um anjo, e vá ajudar com as alianças. Com certeza Jeffrey não vai fazer nada certo.

Theresa suspirou e fechou os olhos.

- Adoraria. – disse pra ninguém.

- Não seja malvada. – Joy a recriminou.

- Vamos lá, Joy. Deixe-a em paz. – pediu o pai.

- Parece que tenho dezoito anos de novo. – Theresa murmurou.

- Nem sempre é sobre você, querida. – soltou Joy para Theresa.

Ela roubou um olhar intenso de Jane. Engoliu seco.

- Como pode dizer isso? É claro que não é sobre mim. Nunca é sobre mim.

Diante do olhar chocado de todos, Theresa baixou a voz:

- Desculpe. Não sei por que estou sendo tão emotiva. Só estou... de ressaca.

Joy encarou o marido então andou até Theresa, lhe fazendo um carinho no rosto e lhe dando um beijo no rosto.

- Oh querida, não é que eu ame Chris mais que você. É que ela me deixou amá-la.

- Deixei sim. – afirmou Christine.

Isso atingiu Theresa em cheio. Ela balançou a cabeça, respirou fundo e encarou Jane.

- Vamos indo, querido? – perguntou tentando sorrir.

- Vamos. – disse ele, se levantando da mesa. – Bom dia a todos.

Saíram em seguida. Logo que entraram no carro, Lisbon se virou para Jane. A dúvida estava lhe corroendo por dentro.

- Me diz o que houve ontem a noite. – ela pediu.

- Você não lembra?

- Eu nem lembro como eu cheguei em casa! – ela praticamente gritou. - Só lembro-me de ter acordado de madrugada e me pegar dormindo praticamente em... cima de você. Jane, por favor, me diz que você não... não aproveitou... você não faria isso. Eu confio em você. Você não faria isso.

Lisbon parecia estar sendo verdadeira.

- Nada aconteceu. – ele fixou os olhos nela. Era melhor não falar daquele beijo. - Você chegou bêbada, tropeçou no ar, caiu no chão, eu te levantei, e você desmaiou nos meus braços. Eu te coloquei na cama, tirei seus sapatos e você ainda estava dormindo profundamente quando fiz isso.

- Mas como eu acordei enrolada em você?

- Você se agarrou em mim de madrugada. Mas você tava tão tranqüila que eu não quis te acordar. Fazia muito tempo que eu não dormia daquele jeito. Foi... foi muito bom. – e abriu um sorriso malicioso.

- Jane!

- Relaxa, mulher. Você só dormiu no meu ombro. Foi tudo.

Ela respirou fundo, tentando se concentrar na direção.

- Desculpe, Jane. Eu... eu bebi demais. Não devia ter bebido tanto. Eu...

- Tudo bem, Lisbon. Não é nada.

- Eu... eu fiz mais do que... – ela ficava cada vez mais vermelha conforme tentava perguntar. -... que dormir no seu ombro?

Jane sorriu.

- Tipo... – ela sabia que um bêbado sempre revelava seus segredos. Será que ela havia dito algo sobre seus sentimentos por ele. -... eu disse alguma coisa?

- Nada. Nada... – "você é meu agora". - ... importante.

Ela suspirou aliviada.

- Vamos buscar as alianças, e... ir até o London Eye. É lindo. Você vai gostar.

XxLFNxX

Lisbon e Jane estacionaram numa calçada em St. John's Wood, ao norte de Londres. Ela, ainda embaraçada e com o estomago embrulhado devido à ressaca, entrou na joalheria. E Jane caminhou atrás dela, observando os prédios adjacentes.

Uma senhora de olhos brilhantes andou até ela.

- Theresa! – exclamou.

- Oi, Sal. – ela sorriu, e abraçou a mulher.

- Ouvi que estava na cidade, gatinha. – e sorriu novamente. – Você deve estar aqui pelas alianças, acredito.

- Sempre fico com os trabalhos glamurosos.

Sally caminha até uma porta próxima. Lisbon casualmente olha ao redor e encontra Jane olhando um dos balcões.

- Sua aliança de casamento também veio daqui? – perguntou.

- É tão óbvio assim?

- Um pouquinho.

Sally voltou com duas caixas de anéis. Lisbon pegou as caixas e sorriu.

- Obrigada Sally. – e se virou para Jane.

- O que eu fiz pra você é um dos melhores. – disse a senhora. – Você ainda o tem ou devolveu?

- Devolver? Está doida? Uma jóia é sempre uma jóia.

- Você penhorou. – a balconista afirmou.

- Não exatamente. – Lisbon devolveu. – Eu uso na mão direita. E bem raramente.

E então naquele momento, a porta se abriu, fazendo Lisbon se virar. Era Jeffrey.

Jane o viu, e gemeu silenciosamente. Seu estomago vibrou novamente. Foi então que percebeu que aquela dor tinha um nome: ciúme.

- Bom dia! – Lisbon soltou.

- Me deixe adivinhar. – ele começou. – Chris presumiu que eu esqueceria os anéis, certo?

Lisbon só chacoalhou a cabeça.

- Acho que sou a pessoa que ela mais odeia.

- Bem... não a que ela mais odeia, sempre tem...

- A mãe do Ed. – eles falaram juntos.

Jane estreitou a testa, e sentiu seu coração acelerar. Aquilo estava iíntimo demais. Precisava acabar com aquilo agora.

- Meu amor... – Jane soltou, fazendo ambos se virarem.

- Oi... é... Patrick, certo? – Jeffrey perguntou.

- Exatamente. – disse ele, com o maxilar duro.

- Bom vê-lo novamente.

- Como vai? – e sem esperar resposta, se virou para Lisbon. – Pegou as alianças, meu amor?

- Peguei. – ela estranhou a agitação de Jane, quando ele a enlaçou pela cintura, tentando empurrá-la para a saída.

- Patrick... – ela disse, tentando entender o porque da pressa.

Ao chegarem à calçada, ela se soltou das mãos dele e se virou.

- O que está fazendo? Praticamente me arrancou de dentro da loja.

Jane ficou mudo, confuso com o que sentia. Não sabia o que responder a ela. Sempre batia na tecla da honestidade, então pra quê mentir?

- Não gosto dele.

- De Jeffrey? Você nem o conhece.

- Conheço o suficiente.

- Jane, pare com isso. Jeffrey é inofensivo.

- Só me preocupo com você.

Lisbon arqueou as sobrancelhas.

- Jane... por mais estranho que possa parecer, eu sei o que estou fazendo e o que vou fazer. Eu posso ter cometido todos os erros do mundo com Jeffrey, mas não vou cometer mais.

- Não entendi. O que vai fazer?

Ela não sabia como explicar. Como fazê-lo entender? Como lhe dizer que o amava e que aquele amor só lhe fazia mal? Só doía e a amargurava cada vez mais.

- Eu vou deixar as coisas acontecerem, Jane. Não vou tomar mais decisões.

- Por quê?

- Descobri que, quando o assunto sou eu, eu não sei escolher direito. Só escolho o que me machuca. Sempre.

Jane sentiu uma pontada no estoômago, fazendo seu coração acelerar. Ele era uma daquelas escolhas?

- Venha. Vamos ao London Eye. Ver a vista até onde acaba Londres é uma decisão que posso tomar. – e caminhou até o carro.

Jane, ainda parado na calçada com as mãos nos bolsos, a acompanhou com os olhos. Sabia que ela tinha um plano secreto, mas não sabia o quê. Lisbon, cada vez mais, conseguia esconder os seus sentimentos sem que ele conseguisse decifrá-los. Sabia que ela escondia algo. Que ela planejava algo.

E questioná-la apenas a faria se fechar mais ainda, e pior, enfurecê-la. Não queria deixá-la pior do que ela já estava.

Ele suspirou e caminhou até o carro. Num melhor momento, ele iria tirar a informação dela. E ele até sabia quando fazer.

XxLFNxX

Próximo a hora do almoço, Jane e Lisbon caminhavam pelas margens do Tâmisa.

- Realmente. Joy estava certa. Esta cidade é mesmo linda.

- É. – Lisbon sorriu, saudosa. – Tenho saudade de Londres. Um dia volto pra cá.

- Mesmo? Quando?

- Não sei. Talvez em pouco tempo. Talvez quando tiver bem velhinha. – disse fazendo Jane rir. – Mas eu volto.

Ela se lembrou das palavras de Woody, e as repetiu:

- Tenho saudade da chuva. – e parou se encostando nas cercas que rodeavam o rio.

Ele se virou pra ela com o sorriso que faz Lisbon e todas as mulheres que ele encontra suspirarem. Lisbon não evitou sorrir também.

- Está com fome? – ele perguntou, sem desviar os olhos.

- Não. – murmurou. Ela poderia olhar para ele durante horas. Jane continuou com o olhar fixo. Ela engoliu seco. Como era difícil desistir de algo que amava! Uma pergunta lhe veio à cabeça. – Por que veio comigo, Jane?

O sorriso sumiu do rosto dele.

- Não sei, na verdade. Acho que queria mais tempo com você.

- Mais tempo... – ela repetiu. E ficou em dúvida. - Mais tempo pra quê?

- Pra te conhecer melhor.

- Me conhecer melhor... – ela não gostou muito da resposta. Sentiu a fúria falar por entre seus dentes. – Pra me manipular melhor?

- Não foi isso o que eu disse. – tentou se defender.

- Pra usar suas técnicas em mim para conseguir passar por cima de todas as minhas ordens, certo?

- Lisbon, não disse isso. Eu nunca faria isso.

- Claro que faria. Você sempre fez o que bem entendeu. E quando não consegue, faz chantagem emocional comigo.

- Nunca fiz isso. Nunca usei nossa amizade para conseguir qualquer coisa.

- Como não? Você chegou a me ameaçar antes. O que te impede de me chantagear pra conseguir o que você quiser? Ainda mais se for relacionado a Red John?

Jane se assustou. Ele mesmo não sabia como reagiria se aquela situação acontecesse. Ele continuou a olhando fixo. O olhar dela estava cheio de dor, e Jane sentiu seu coração parar.

O celular no bolso de Jane começou a tocar, interrompendo os olhares.

- É o meu celular. – ela disse.

Jane desviou o olhar e limpou a garganta. Tirou o celular do bolso e atendeu.

- Jane... – e Lisbon balançou a cabeça. Como ele poderia atender o telefone dela, como se fosse dele? Ele suavizou a expressão do rosto. – Oi! Olá, Cristine!... É verdade, nós esquecemos... Não se preocupe, estamos indo.... Teresa sabe o caminho?... Certo, logo estaremos aí... Tchau. – e desligou.

- Aula de dança? – ela perguntou.

- Eu esqueci. Você tinha lembrado?

- Tinha, mas fingi esquecer. – ela ainda transparecia a raiva.

- Temos que ir.

- Eu não tenho que ir a lugar nenhum.

- Lisbon... nós prometemos.

- Não, você prometeu. Como sempre, você faz o que quer.

- Por favor, não faça isso. – ele pediu.

Ela simplesmente se virou, caminhando na direção do estacionamento onde haviam deixado o carro do pai dela.

XxLFNxX

Um tempo mais tarde, Jane e Lisbon chegaram à academia de dança onde encontraram Christine e Edward já ensaiando com a professora.

- Vocês dois, venham aqui. – a professora, Sonja, os chamou.

Lisbon suspirou, ainda parada no lugar, e Jane a puxou pela mão para o meio do salão.

Ele a girou, a fazendo parar na sua frente. Ela ainda estava furiosa, não se mexeu. Jane pegou a mão direita dela, a colocando nas suas costas, e começou a embalá-la.

Ela devolveu um olhar sem emoção, apenas seguindo o ritmo de dança que ele colocava. Eles continuaram dançando, enquanto ouviam a voz de Sonja falando com Christine e Edward:

- Ela conhece você melhor do que ninguém. Você a conhece melhor do que ela mesma. Onde está esse sentimento? Não me importa se está no seu coração, na sua cabeça ou na sua virilha. Encontre esse lugar e dance com ele.

- Sabe o que me deixa furiosa? – começou Lisbon. – Que você não admite que consegue machucar as pessoas.

- Eu admito. Admito que possa magoar você, mas admito que não é nem um pouco o que eu quero.

- Como posso acreditar nisso? – murmurou. – Não conheço você direito.

- Claro que me conhece. Você sabe quem eu sou, o que eu quero, como eu reajo à médicos, psiquiatras e supostos videntes. Sabe onde me dói, sabe por que me dói.

- Isso eu sei.

- Quer mais? – perguntou. – Eu sou alérgico a seda, me formei em Literatura Comparada na Brown , e acho que sentiria sua falta mesmo se nunca tivesse te conhecido.

Lisbon piscou. O poder das palavras dele a atingiu em cheio. Eles dançaram por um momento em silêncio.

Jane sorriu, a puxando com o braço esquerdo, a fazendo se soltar do corpo dele, a fazendo girar numa pirueta. Lisbon gargalhou quando parou com os dois braços abertos.

Ele a puxou de volta, trancando seus olhos azuis nos verdes dela, fascinado com o sorriso que ela tinha no rosto. Eles deslizavam suavemente pelo salão. Seus olhos não se desgrudavam um do outro, como se fosse essa conexão, e não a gravidade, que os mantinham na Terra. Parecia que o mundo girava numa outra velocidade, e eles continuavam numa câmera lenta.

Edward, Christine e Sonja, atônitos, pararam para admirá-los.

- Eles são incríveis juntos. – disse a professora.

Jane graciosamente girou Lisbon numa parada perfeita quando a música acabou.

- Então, você dança, huh? – perguntou Edward. – Mentiroso.

Jane e Lisbon voltaram a Terra.

- Pensei que tinha dito que você era péssimo. – continuou.

- Eu tinha que dizer alguma coisa pra te trazer aqui. – Jane respondeu.

- Justo. Mas enquanto eu piso nós pés dos outros, você valsa como...

- Fred Astaire! – exclamou Christine.

- Não sou eu. Eu juro. – disse Jane, levantando as mãos. E apontou: – É ela. Ela é mágica.

Lisbon corou violentamente.

Xx To be continued...xX

N/A: Pronto, depois de mil anos. Eu terminei o capitulo 8. O que vocês acham que seja a "secret agenda" – o plano secreto – de Lisbon?

N/B - Sim!!! Tudo o que eu precisava era um Jane confuso e uma Lisbon tramando algo. – hahahaha – Amiga, adorei!! Estou curiosíssima para saber do que se trata essa "secret agenda", e sobre como será esse casório, como eles se comportarão e as caras das donzelas, suspirando pelo nosso "loiro arrasa quarteirão" – meabaaaaana!!!!!!! Parabéns e não demore muito, ok?! Love you!!!

Agradecimentos:

Madam Spooky – Esquecer? Viu que ela esqueceu sim. E Jane foi preciosamente fofo em não dizer. Do que conheço Lisbon, ela ficaria horrorizada em ter agarrado ele. Acho que ela morreria de vergonha. E Jane sabe disso.

Gina M.P. – Acertou. Patrick "Cavalheiro" Jane. E claro que ele aproveitou o beijo.

Lu Roque – Obrigada por ficar "satisfeita" com esta historia. Vou confessar: estou planejando uma fic que vai deixar meio mundo de queixo no chão. É algo nunca visto em fanfics antes – pelo menos, nunca vi – e acho que vocês vão adorar.

Red Motel – Obrigada pelos elogios. E agradeço a sua irmã por ter te viciado. Eu também viciei uma amiga. E culpa dela que o capitulo 8 saiu.

Miss_Red – Pronto, atualizado. Agora deixe suas unhas em paz!

Niick b.x3 – Safadjenha? Huauuhahuauh. O que o álcool não faz, huh?

Mayabi Yoruno – Obrigada por ter lido tudo de uma vez. Que bom que tenha gostado a ponto de chegar no capitulo 7. Valeu mesmo. O 8 correspondeu suas expectativas? Espero que sim.

Ana Paula – Hhuauhahuahu. Vai dar muito pano pra manga, é o que vai dar.

Marquise Merteuil – Obrigada pelas MPs. Obrigada por todos os mais (+) postados. Ah, adoro seu nome. Adoro "Ligações Perigosas".

Bia Huddy – Sim, como lhe disse, tu pode postar a fic na comunidade Jisbon do Orkut. Já sou moderadora lá, e agora co-proprietaria, e te dou autorização. Valeu mesmo pela força, e pelo incentivo.

Dani Fadinha – Oi xuxu! Sabe, confesso que me sinto orgulhosa por ter te viciado neste loirão magnífico chamado Patrick Jane. E é sua culpa – eu disse em uma review acima – que o capitulo 8 saiu. Sei que um triangulo amoroso é meio clichê, mas até na serie vai ter um. Se Bruno Heller está usando, quem sou pra não usar esse artifício para abrir os olhos de um certo consultor? E já que o romance Jisbon vai rolar – palavras de Robin Tunney – agora que dá mais gosto ainda de escrever. Beijão! Love youuuuuuuuuuuu!

Agradecimentos a quem favoritou e não deixou rewiew – quem sabe assim você deixa na próxima vez: Anis (ocupadíssima com a FUVEST, desculpada), Lis (sem net, desculpada), Nayla (ocupadíssima com o vestiba da UFRJ, desculpada), MiSam (sem desculpa), Nicolle (sem desculpa), Penelope (sem desculpa).

Alguém viu isso: h ttp: // www. / watch?v=Y9jda6rGNQ8 – Todos os sorriso de Patrick Jane. Valeu Dani pela dica!