De acordo com o episódio "Red Tide", o pai de Lisbon se suicidou – palavras dela. Mas como um escritor pode brincar, eu resolvi deixá-lo vivo, senão um dos temas da história não teria muito sentido. Portanto, esta é minha licença poética a The Mentalist.

Disclaimer: The Mentalist e suas personagens não me pertencem. Digo, uma parte pertence. Eu tenho o Box da 1ª temporada. Huuhaahuahuauh.

Capitulo 9 – Descobertas

A viagem até Brighton foi mais cansativa do que Lisbon podia imaginar. Dormir bem, discutir e fazer as pazes com Jane, não melhorou sua ressaca. Joy mencionou a todos que havia trazido várias garrafas de água para ela. Porque ela precisava se hidratar para enfrentar o piquenique a tarde, o jantar a noite, e o casamento no dia seguinte.

Jane se manteve o caminho todo com os braços em volta de Lisbon. Ela ria e rolava os olhos, o fazendo sorrir cada vez mais. Ele brincava com os cachos dos cabelos dela, ou fazendo desenhos na palma das mãos dela.

- Jane!

- O quê?

- Pare!

- Por quê?

- Theris, pare de ser má com seu namorado. – interrompeu Joy. - Ele só está te fazendo carinhos.

- Esta vendo? – Jane perguntou dando razão a ela, ainda sorrindo sarcasticamente.

- Eu mato você. – ela falou por entre os dentes.

- Mata nada. – ele falou desdenhoso.

No meio da tarde, todos descansavam no imenso gramado da propriedade da família Adams-Fletcher. Matthew, pai de Lisbon, havia deixado seu barco a vela no píer de Brighton, depois de ouvir da filha que levaria o namorado para velejar depois do jantar.

Ao lado de diversas mesas, cheias de quitutes, Edward fritava hambúrgueres e filés em uma ostentosa churrasqueira elétrica.

- Hey, Patrick. Sabe jogar Poker? – perguntou Matthew.

- Sei. – disse ele se sentando à mesa ao lado de TJ.

- Vamos jogar Theris. – pediu o pai.

Lisbon, sabendo das habilidades de Jane, recusou.

- Não vou jogar. É injusto. – e dedurou o "namorado". - Pai, Patrick sabe as cartas que tem na sua mão. Ele já ganhou 250 mil dólares em Las Vegas em 1 hora.

- Mesmo? – o pai arregalou os olhos e Jane viu TJ sorrir fascinada.

Ele sorriu.

- Mas Poker é imprevisível, meu amor. – ele tentou se defender, embaralhando as cartas. - Não é porque eu sei as cartas que tem na sua mão, que significa que vou ganhar.

- Ah é? Vamos ver. – e ela se sentou.

Jane distribuiu as cartas e Matthew apostou 10 libras. Lisbon estudou sua mão e jogou uma nota.

- Cubro.

Todos os olhos estavam em Jane.

- Vamos ver que tipo de homem minha filha conseguiu pra si.

- Cubro e aumento pra trinta. – e Jane jogou quatro notas.

Matthew levantou uma sobrancelha.

TJ olhava sonhadora para Jane. Ela se aproximou da orelha de Lisbon, e sussurrou:

- Deixa eu ver ele? – Lisbon a olhou sem entender. – Sabe o...?

Lisbon abriu a boca em choque. Não era possível que TJ estivesse tão interessada nos dotes masculinos de Jane.

- Só um segundo? – a prima continuou. Lisbon riu e deu um tapa na prima. - Ah, vai. Não é justo. Ao menos descreve pra mim?!

O celular de Jane tocou e quando ele o puxou pra entender, Matthew o tirou da mão dele e o atendeu.

- Pai!

- Desculpe mas Patrick não pode atender agora. Ele vai ganhar uma pilha de dinheiro, e depois ele te retorna... Obrigado pela compreensão, senhorita Grace. Vou dizer a ele.

Ele desligou e devolveu o celular a Jane.

- O que você faz mesmo? – ele perguntou.

- O que diria se te dissesse que sou um membro de uma força tarefa de elite trabalhando para salvar o bem mais precioso da nação? A sua filha.

- Ah! Psiquiatra. – e Jane gargalhou. Matthew cobriu com trinta. – Eu cubro.

Lisbon também cobriu com trinta. Matthew baixou as cartas: um par de ases e um par de dois.

- O que me diz disto? – gritou.

- Tenho que dizer que sou obrigada a dar razão a Teresa. – e Jane baixou da sua mão seus três reis.

Jane se virou para Lisbon. Subitamente ela gritou e baixou sua cartas.

Um straight flash.

- Esta é a minha garota! – exclamou Matthew. – O melhor em ser pai é ver seus filhos chutando sua própria bunda...

-... e a bunda de quem a ama. – terminou Jane.

Lisbon ainda pulava de felicidade na sua cadeira.

- Nada mal huh? – ela perguntou e Jane lhe deu um beijo feliz no rosto dela. E ela balançou a cabeça. – Você me deixou ganhar, não é?

E ele sorriu de novo.

- Huh... –Lisbon e TJ olharam Edward que estava com uma expressão no rosto de que tinha feito uma descoberta. Então ele abriu a boca. – Alguém viu minha futura esposa? Será que se eu queimar o churrasco, Chris vai brigar comigo?

- Você algum dia já teve um briga feia mesmo com a Chris? - Lisbon perguntou, rindo.

- Não, mas vou ter. - todos riram. - Sexo é melhor para fazer as pazes.

TJ e Lisbon correram atrás dele, ameaçando socá-lo.

- Não é porque não trouxe minha arma, que não posso derrubar você.

Matthew se virou para Jane:

- Já que você tem tanto jeito com as mulheres, pode procurar a noiva e trazê-la para cá? – ele apenas assentiu, e pedindo licença, deixou a mesa.

Jane andou até a casa de barcos e encontrou Chris discutindo com Jeffrey. Ele tinha as mãos nos ombros dela.

- Eu disse que não! Eu vou me casar amanhã! O que você quer de mim?

Ela se virou e viu Jane. O queixo dela caiu. Jeffrey o viu, e tentou disfarçar:

- Tá certo. Te trago um hambúrguer de tofu, então.

Jeffrey saiu imediatamente, e Jane havia entendido tudo.

- Desculpe interromper. Seu pai mandou lhe procurar.

- Prá quê?

- Saber se está bem.

Ela desviou o olhar e tentou se acalmar. O lago, que ficava praticamente inteiro dentro da propriedade, estava logo a sua frente. Deveria ser um lugar lindo, mas para ela, era apenas lama e sujeira.

- Sabe aquela frase "se as paredes falassem"? Acredita nisso? Que um lugar guarde memórias?

- Na verdade, acredito. – o olhar dele correu o lugar, e viu uma cama rodeada por estantes.

- Este lugar está na família de Ed desde sempre. Nós passávamos os fins de semanas aqui em todos os verões. – e suspirou. – Deus, espero que não se lembre de tudo.

- Teresa sabe?

- Não sei do que está falando.

- Sabe sim. – ele fez uma pausa dramática, como adorava fazer, antes de dizer em alto e bom som sua descoberta. - Jeffrey e Teresa estavam noivos, e você e ele tinham um caso. – ele constatou.

- Foi há tanto tempo. – ela sussurrou.

- Ainda assim...

- Se Ed descobrir...

- Ou Teresa.

- Teresa não vai se importar. Ela chutou ele. Ela tem você.

- Essa não é a questão. A questão é você.

- Eu sei. – ela assentiu com a cabeça. – Por favor, não conte a ela.

Jane apenas virou as costas e saiu.

Lisbon, ainda à mesa com pai e Joy, conversava animada.

Jeffrey apareceu e Lisbon tentou o chamar pra conversar. Ela queria pedir desculpas. Mas viu Jane um tanto perturbado e desistiu.

Ele se aproximou dela sorrindo.

- Tudo bem? – ele perguntou.

- Tudo. E você?

- Tudo. Vamos?

Ela confirmou e os dois caminharam para a casa principal. Lado a lado, eles cortaram por um atalho pitoresco com flores e arvores caídas que faziam um toldo sobre suas cabeças. Jane deu um olhar ansioso a Lisbon, decidindo se revelaria ou não o que havia descoberto. Queria contar sobre o que viu, mas não sabia como. Não sabia nem se deveria contar.

Lisbon sorriu e lhe deu um leve empurrão com o ombro, o fazendo rir. Jane pegou sua mão e a beijou, a surpreendendo. Seus olhos se voltaram na direção da casa, sem Jane soltar a mão dela.

XxLFNxX

A noite chegou rápido.

Jane deixou Lisbon se arrumando para o ensaio do jantar de casamento, depois de tomar um banho rápido e se ajeitar em um smoking. Fazia anos que não usava um e não se sentia confortável em um, mesmo depois de tanto tempo.

Desceu as escadas da imponente mansão do campo e encontrou a sala de estar principal vazia. Caminhou até o bar e admirou a diversidade de conhaques, licores e uísques ali existentes. Escolheu um legitimo uísque escocês e sentiu o perfume amadeirado sob o álcool.

Engraçado como as melhores coisas se escondiam sobre outras.

Isso o fez pensar em Lisbon. Como uma mulher magnífica se escondia sobre a fachada forte e segura de agente federal.

Tentou trazer à tona os sentimentos que o deixaram atordoados desde que chegaram a Inglaterra. Como se sentia, acima de tudo, feliz. Como conseguia ficar feliz e natural com ela. Ao lado dela.

Tentou relembrar os momentos que dividiu com ela. A viagem de avião, quando sentiu seu rosto sob suas mãos novamente; suas mãos nas dela, a deixando arrepiada cada vez que a tocava; o beijo no bar na frente da irmã, da prima e das amigas, um beijo que a deixou sonhando e o deixou fantasiando; e o beijo bêbado no quarto dela, um beijo que o fez sentir seu coração apertar, doer, acelerar, parar, e voltar a bater...

Se desse essa chance a si mesmo, não seria uma traição a sua família. Tinha certeza que sua mulher não acharia aquilo uma traição. Tinha certeza de que, acima de tudo, ela o queria vê-lo feliz. E Lisbon era a única que conseguia deixá-lo feliz. Feliz de verdade. Não uma felicidade momentânea, substituída por pesadelos e auto-piedade.

Tinha que tentar. Ela o amava. E ele também podia amar. Podia amar novamente. Podia fazer as duas coisas. Amar Lisbon e se vingar de Red John. A partir daquele minuto, ele jamais perderia a cabeça. Lisbon estaria ali em primeiro lugar.

- Patrick?

- Sr. Lisbon. – Jane se virou ao ouvir a voz do pai de Lisbon.

- O que faz sozinho?

- Esperando.

Matthew riu.

- Mulheres... Venha, vamos nos sentar. – e o chamou. Entraram na sala da lareira, e continuaram bebendo uísque, numa espera silenciosa pelas mulheres.

Jane olhou para o pai de Teresa fixamente. Ali, naquele momento, começava a por em prática sua decisão.

- Pode achar que não faz sentido, mas quero pedir permissão para namorar sua filha.

- Precisa da minha permissão?

- Preciso, Sr. Lisbon.

- Você a ama, Sr. Jane?

- Profundamente.

- Então dará a ela o que ela quer. – ele sorriu levantando seu copo. Jane esticou o seu e brindou. Sentiu-se melhor como não se sentia há anos.

XxLFNxX

O ensaio do jantar de casamento estava a caminho. Todo o gramado estava decorado com lanternas de papeis, como lâmpadas chinesas. Na mesa, candelabros iluminavam os convidados que conversavam animadamente.

Jeffrey, o único que não tinha puxado conversa com ninguém, bebia amargamente.

No centro de todos, Jane estava quietamente desfrutando em ser parte do jantar em família.

Lisbon estava num majestoso vestido preto de alças finas, e Jane se viu apaixonado por aquela linda mulher.

- Já te disse como você está perfeita esta noite?

Ele e Lisbon trocaram olhares, e ela sorriu exultante. Eles finalmente pareciam ser o casal que eles pretendiam fingir ser no começo do fim de semana prolongado.

Joy levantou-se da mesa e bateu com a faca em uma taça.

- Eu culpo Tony Mijão!

- Oh, não! – Lisbon exclamou e se virou para Jane. – Ela conta essa história para todo mundo nos feriados.

- Por que esse deveria ser diferente? – e pegou no braço de Jane. – Além do mais, tenho que introduzir Patrick na família. – e continuou falando para ele. – Eu culpo Tony porque minhas duas meninas pareciam não se entender.

Christine e Teresa gemeram insatisfeitas.

- Aqui vamos nós... – murmurou Christine.

- Ah, não neguem. – continuou Joy. – Vocês não se agüentavam.

- É verdade. – entrou TJ na conversa. – Tudo o que tinham em comum, além de serem gêmeas, é que as duas secretamente queriam ser como eu. – e ela levantou sua taça. – Saúde!

- Ela culpa Tony Mijão Pinterello por tudo. – disse Teresa. - A queda do Império Britânico, a Guerra Fria, a internet.

- Foi logo depois de Matthew se mudar com as crianças para Londres. Minhas duas garotinhas entraram em guerra por Tony Mijão e elas não fizeram as pazes desde então.

Christine rolou os olhos, salvando a todos de Joy continuar contando a historia ela mesma.

- Aparentemente, Theris e eu éramos inseparáveis.

- Se Theris comia uma banana, Chris vomitava. – disse Joy.

- Se Chris vomitava, Theris comia. – brincou TJ.

Lydia Adams-Fletcher, mãe de Edward, fez uma careta enojada. Joy abanou a mão na frente dos olhos dela. Esta historia sempre a matava.

- Nós comíamos e vomitávamos juntas numa total harmonia... – começou Teresa, continuando a piada. -... até que um dia Tony me trouxe prá casa, voltando da escola. Ele foi meu primeiro namorado. Eu tinha quinze anos.

- Então Tony Mijão começou a ignorar Theris. – Christine continuou, fazendo questão de quero uma competição. - Ele queria brincar comigo.

-Você praticamente o subornou com seu kit de montar. – disse Lisbon.

Jane se virou para ela.

- Quinze anos e ele foi enganado com um kit de montar?

- Eu nunca disse que ele valia a pena.

- Que se dane. – entrou Christine. – O ponto é que Tony acabou levando uma cadeirada no rosto.

- Era de plástico. – Matthew Lisbon defendeu Teresa. – E tamanho infantil. E ele só tomou alguns pontos.

- Quinze. – disse John gargalhando.

- Papai me fez ir até a casa dele e pedir desculpas no dia seguinte.

- Eu sou Americano e na América, as pessoas processam. – ele se defendeu. – Então para prevenir um processo por perdas e danos, eu fiz um bolo. E nem sei cozinhar.

- Então papai tocou a campainha, - continuou Teresa. -... e quando Tony Mijão abriu a porta, eu arremessei a torta nele e abriram todos os pontos.

Matthew gargalhou, lembrando. Joy deu um tapa no braço dele.

- Desculpe. – ele pediu, rindo de novo. – Vocês deveriam ter visto a cara dele. - Ele imitou uma expressão de surpresa. - E então... boom! Bem na boca!

- E então foi neste momento que ele se mijou nas calças? – perguntou Jane. – Depois da torta?

- Ele sangrou um bocado... – disse Teresa. -... mas não, sem xixi.

- Então por que o apelido? – perguntou ele de novo.

Todo mundo pareceu pensar.

- Não faço a mínima idéia. – respondeu Joy.

Todo mundo gargalhou.

XxLFNxX

- Vou buscar mais vinho. – disse Lisbon antes de descer para a adega da casa dos Adams-Fletcher.

Escolheu um Merlot de uma safra centenária. Adorava vinhos. Na faculdade, havia estudado e aprendido a diferenciar uvas e sabores contidos em um. Imaginou se Jane gostaria daquele em particular.

Mas então freou seu pensamento e balançou a cabeça. Por que Jane vinha primeiro em qualquer coisa que pensava?

- Você precisa de pensamentos novos, Theris. – disse pra si mesma. Virou as costas, tentando se equilibrar na areia e quase tropeçou ao ver alguém atrás dela.

- Jeffrey! – ela se assustou.

- Precisava falar com você. Algo que me consome há anos.

- Eu também preciso falar algo com você. – ela parou.

- Me deixe falar primeiro. – ele pediu.

Ela apenas balançou a cabeça.

- Theris, eu... quando você foi embora, eu não sabia o que fazer. Digo, eu achava que te amava mais que tudo, e não sabia como superar. Eu sabia... eu tinha essa noção, não uma certeza, mas eu desconfiava... Eu fiz idiotices por causa disso.

- Não entendi. – Lisbon soltou. Do que ele estava falando?

- Achei que você entenderia quando algo assim acontecesse.

- O que acontecesse? – perguntou. Jeffrey não dizia coisa com coisa.

- Eu perdi a cabeça. Eu sabia que prá você eu era só um cara que podia lhe dar uma família, um futuro. Eu era conveniente. Eu era estável.

Lisbon foi perdendo as forças das pernas. Tudo o que ele dizia era a mais pura verdade.

- Eu amava você. – ele se complicava mais com as palavras. – Ou achava que amava. E então...

Ele queria falar, não sabia como, mas precisava falar de Christine. Que tinha se apaixonado por ela e que continuaria com o casamento mesmo assim. Que se arrepende e que queria perdão, mesmo que ela tenha o deixado.

- Jeffrey! – um Edward bêbado gritou por ele.

- Ed, estou num assunto importante.

- Não, depois, preciso de você agora.

Jeffrey olhou para Lisbon e percebeu que não conseguia dizer. Não ali, não naquele momento.

- Desculpe. – e saiu com Edward.

Lisbon se apoiou nos barris de vinho e uísque na adega centenária, e levou uma das mãos ao rosto. O que Jeffrey dizia parecia sério, parecia algo que ele não podia viver sem contar, sem se explicar.

Mas ainda, naquele momento, ela queria lhe explicar sobre si mesma. Sobre o que fez, sobre o que se arrepende. Por mais doloroso o que tenha feito, queria pedir perdão. Queria pedir uma segunda chance.

- Lisbon?

Ela se virou e viu Jane, munido do seu sorriso espetacular.

- Tudo bem? – ele perguntou.

Ela tentou transparecer seu melhor ar de confiança.

- Claro. – e sorriu.

- Vai me ensinar a velejar?

- Vou sim.

Depois ela pensaria naquilo. Depois do casamento, ela teria uma conversa definitiva com Jeffrey.

TO BE CONTINUED...

N/A: Rápido huh? Pois é, tenho alguém no MSN que fica me incentivando. Ainda mais com oito novos leitores na comu Jisbon do Orkut. Tou me sentindo Bruno Heller, nesse momento.

N/B: O "alguém incentivando no MSN" sou EU. E ela nem me agradeceu aí embaixo, mas tudo bem. *auto-piedade* - ODEIO! – hihihi – Well, mais um para nos alegrar, mas como estou no MSN mesmo, eu já sei que o próximo será beeem melhor. Li, adorei! Gostei muito da introdução que vc fez para o próximo, se é que você me entende. Continua logo!!! Bjoooooo

Notas:

Libra (ou libra esterlina) – é a moeda britânica. Exato, o Reino Unido foi o único que não quis usar o Euro.

Poker – Pra quem não sabe jogar, vou explicar ao menos o que houve na historia. A sequência de como se vence no poker é: par, dois pares, trinca, straight (ou sequencia de naipes misturados), flush, full house, quadra, straight flush (sequencia de mesmo naipe), e royal straight flush (mesmo naipe, de 10 a As). No caso, Lisbon matou o jogo com um straight, batendo a trinca de reis de Jane e dois pares de Ases (conta sempre a carta que tem valor maior) do pai.

Areia – A areia no chão da adega, e vi num programa (não sei se foi no Nat Geo) sobre vinhos em Portugal. Feitos do mesmo material, uma garrafa não quebra quando cair, se moldando a areia.

Quero agradecer a Dani, por betar e empurrar essa fic até os capítulos saírem (agora agradeci. Achei que meu agradecimento fosse implícito.), e

quero agradecer a todos que leram, Bia, Laura, Felipe, Renata, Teresa, Marcela, Vanessa, Ana Paula, Bruna, e Miss Red. Thank you so much!!!