Capitulo III – Convites.
A madrugada cedia lugar ao dia, tingindo o céu de cores púrpuras, e os pássaros começavam a cantar, quando Rony despertou, mantinha os olhos fechados e um sorriso sedutor nós lábios sentia um peso gostoso em seu peito, ouvia a respiração ritmada de Hermione abriu um pouco os olhos, olhou para baixo e viu seus cabelos fofos e seu rosto angelical, os lábios carnudos. Baixou a cabeça encontrou os lábios nós dela num beijo suave levou as mãos aos seus cabelos para acariciá-los. Ela começou a despertar, ele falou ainda com os lábios juntos aos dela.
-Bom dia, princesa.
- Bom dia meu amor. – falou ela com a voz doce.
- Sabia que vou acabar acostumando com isso? – usou um tom de voz rouco, extremamente sedutor.
- Eu também. – ela falou rindo, acariciando o peito dele e fazendo o corpo dele reagir ela deu sorriso satisfeita, lembrando do que acontecera na noite anterior.
Flashback
Os
dois estavam sentados em almofadas de cetim vinho, comendo morangos
com chantilly quando Rony perguntou:
- Mi, você quer voltar para o castelo ou ficar aqui até amanha cedo?
- Podemos ficar? – os olhos dela brilhavam de excitação imaginando que teriam mais uma noite juntos. Ela fazia uma carinha de sapeca.
- Se você quiser, podemos sim. – falou displicente, com um sorriso de lado.
- Quero sim, muito. – pegou um morango e colocou de forma sedutora na boca, olhando para ele, que estava quase babando com a cena, ela pegou outro morango e colocou na boca dele. E deu um lambidinha no canto da boca dele. – estava sujo de chantilly. – se desculpou com a boca perto da orelha dele, fazendo um calafrio percorrer o corpo dele fazendo se arrepiar como ele estava sem camisa ela pode ver e a fez sorrir.
Hermione pensava, como poderia estar assim tão "solta" e sedutora, da onde estava vindo essa coragem, essa impulsividade, quando olhou para o rosto de Rony, sentiu seu peito se encher de amor, era maravilhoso sentir como o que ela fazia mexia com ele, ou onde ela beijava e o deixava arrepiado ou a forma como se beijavam que o fazia ter uma ereção, isso ela achava injusto, os rapazes mostravam, o que acontecia com eles, e nas meninas isso é bem mais discreto, ela estava doida para ver o Rony nu, acariciar aquela parte sensível do corpo dele e se deixar acariciar, de repente um pensamento lhe passou. – será que não estamos indo rápido demais? – não, não mesmo, eles se conheciam há sete anos, e levaram o mesmo tempo para ficarem juntos. E ela conhecendo Rony, sabia que certas coisas seria ela que teria que tomar a atitude, ou dar a liberdade dele fazer. E iria começar agora.
- Você esta bem Mi? Ficou tão quietinha. – perguntou preocupado.
- Estou ótima, só estava pensando numa coisa. Ai! - o morango que ela levava a boca caiu no decote da sua blusa – estou tão desatenta, olha só sujou tudo – falou isso já se levantando desabotoando os primeiros botões da blusa, debruçando sobre ele e mostrando para ele o seu colo, e aquela parte dos seus seios que fica a mostra pelo decote do sutiã.
Ele quando viu onde havia sujado ficou vermelho, engoliu a seco, e arregalou os olhos. Afinal ele nunca vira uma mulher assim, e ela colocou bem na cara dele.
- Vou pegar um pano para você limpar. – falou sem tirar os olhos do local.
- Assim não vale! Eu não usei um pano para te limpar – sua voz era manhosa e sedutora.
- Você quer que eu passe a língua ai? – perguntou arregalando ainda mais os olhos, com a voz esganiçada e apontando para o local.
- Sim! Você tem nojo de mim?
- Não! – apressou-se em falar.
Respirou fundo, fechou os olhos e inclinou a cabeça, o perfume dela naquele local era incrível, ele começou a passar a língua, do começo do seio dela até a borda do sutiã, fazendo Hermione gemer, ele tomando isso como um sinal de aprovação, deixou o medo de lado e resolveu seguir os instintos com a mão começou a acariciar o outro seio de Hermione que deu um gemido tão alto que o assustou, e parou o que fazia, levantou a cabeça e falou:
- Desculpa Mione. Fui muito rápido. – falou ameaçando sair dali.
- Não! - Respondeu rápido colocando o braço no ombro dele. – é que foi delicioso, que carinho bom faz mais? – estreitou os olhos e suspirou fazendo seus seios ficarem ainda mais a mostra.
- Faço, mas quando eu chegar no limite do permitido você avisa? – pediu com uma voz séria.
- Aviso sim. Pode deixar. – respondeu também seria. – mas, não se prenda, faça o que tiver vontade, se eu não quiser te falo.
Ambos estavam de joelhos
um de frente para o outro.
Ele voltou a beijar os seio esquerdo
dela e acariciar o direito, mas não era o bastante ele queria sentir
o sabor dos seios dela, queria sentir todo o calor deles. Ainda com a
boca no seio dela, terminou de desabotoar a blusa dela e a jogou
longe, afastou – um pouco para olhá-la o que ele viu, o fez
prender a respiração, ela usava um sutiã branco bordado com flores
azuis, o tecido era fino quase transparente, mas dava para ele
perceber as aureolas dos seios dela, aquilo o levou a loucura.
- Uau, Hermione que coisa mais linda. – falou com sinceridade a olhando nos olhos.
- Obrigada, - ela estava um pouco envergonhada, mas decidida a não perder o clima continuou – o volume na tua calça, mostra a tua sinceridade. – ela estava olhando para baixo hipnotizada com o volume que havia se formado ali.
- Viu o jeito que você me deixa? – falou também olhando para baixo e sorrindo.
Ela afirmou com a cabeça e sorriu satisfeita. Ficaram em pé. Ele voltou a abraçá-la, agora enquanto mordiscava o pescoço dela buscou o fecho do sutiã para abri-lo o que fez pedindo a autorização dela ao seu ouvido e ela afirmou com a cabeça.
Ele abriu o sutiã dela e se afastou para ver os seios pela primeira vez, gravou cada detalhe na memória, essas lembranças seriam úteis mais tarde. Eram de tamanho médio, a aureola era um tom mais escuro que a pele dela, lindos e empinados. Ele estava começando a sentir dor, por que a calça estava apertando demais seu membro.
Abraçaram-se sentindo o calor dos corpos, Rony passou a beijar o lado direito do pescoço de Hermione desceu para o ombro, voltou para pescoço, subindo para a boca, repetindo o processo do lado esquerdo e voltar para a boca, desceu para o colo e dali foi para o seio esquerdo dela ali deu beijos e mordiscada e tudo mais que sua intuição mandava, com uma mão acariciava o seio direito e a outra mão passeava pelas costas dela, até que mudou de lado e repetiu o processo. Ela gemia, se contorcia de prazer.
Hermione acariciando as costas de Rony foi descendo as mãos até a cintura do ruivo, trouxe as mãos para frente seguindo o cós da calça dele, ali abriu o cinto, o botão e o vagarosamente o zíper, e baixou a calça dele deixando-o de só de cueca.
Rony gemeu, e sentiu um alivio imenso, e ficou com um pouco de vergonha, não por estar de cueca, mas por essa ser como tudo que ele possuía velha e barata. Pelo menos não era de segunda mão, era uma samba canção, azul marinho de seda. Era a melhor que ele tinha, e agradeceu por ter seguido seu coração e escolhido ela ao invés da branca normal que estava furada.
Agora foi a vez da Mione se afastar para admirar, era engraçado, ou melhor, estranho, a cueca parecia uma barraca armada, ela lembrou da tenda onde estavam, e ele pulsava, era muito interessante, ela levou a mão e acariciou de leve arrancando gemidos de Rony, tomou coragem e pediu:
- Mostra para mim? – ela tinha a voz baixa, mas decidida.
- Se você quiser tire a minha cueca. – respondeu desafiando-a. Ele não teria coragem de fazer isso.
Ela se aproximou dele novamente, o beijou, com os lábios colados colocou os dedos no elástico da cueca dele e a empurrou para baixo, subiu a mão e segurou a intimidade dele, que era quente, firme e pulsante, ela terminou o beijo e olhou para baixo, a sua reação foi de espanto.
- Nossa! – falou com os olhos arregalados, e a voz era de susto.
- Que foi Mi, não gostou? – Rony estava preocupado. Sabia que era acima da media dos colegas.
- Não! Não é isso, é que, bem – se apressou em falar, respirou fundo ainda olhando – UAU, ele é...ele é....- gaguejou buscando uma palavra e não achou outra senão – grande.
- É eu sei, é mais um mal dos Weasley's, cabelo vermelho, sardas e – apontou para baixo - grandes amigos. - Deu um sorriso de lado - Você não me quer assim não é Mi? – perguntou já baixando a cabeça.
- Não! Rony, eu gostei, - falou com firmeza olhando nós olhos dele - só me assustei um pouco, você sabe nunca tive intimidade com ninguém, e você já? – ele negou com a cabeça – então Rony, a primeira vez para menina, é incomodo e doloroso, e por isso que o tamanho me assustou.
- O Gui e o Carlinhos conversaram sobre isso comigo e com os gêmeos uma vez, o Gui sempre teve varias namoras e usava um feitiço para não assustar as meninas, - deu uma risada de lado - o Carlinhos só uma e também foi a 1º vez deles e ele usou um feitiço para diminuir o desconforto dela. Mas eu tinha 13 anos e nem dei muita bola, devia ter prestado mais atenção, agora vou ter que falar com eles de novo. – se sentou em um monte de almofadas, abaixou a cabeça, pois, já estava muito vermelho, envergonhado e desanimado.
- Meu amor, não se preocupe, até..., bem até chegar a hora, você terá tempo. – falou pegando a cabeça dele e forçando olhá-la nos olhos. – hoje é a nossa noite, vamos curtir, nós conhecer e explorar deixe isso para depois – levou a mão de novo ao membro dele e falou no seu ouvido - eu amei ele é perfeito e lindo. – respirou fundo e pediu – me mostra como você faz quando está sozinho? Sempre tive curiosidade de ver como é. – se sentou ao lado dele ficando quase deitada.
Fim do flashback.
- Um galeão pelos seus pensamentos - falou Rony divertido
Ela o olhou nos olhos e ele corou engoliu a seco, e falou.
- Te devo um galeão. – falou sério.
Ela deu risada e perguntou
– Que horas são?
Ele olhou em seu relógio de pulso e falou:
- Cinco e quarenta e seis, acho melhor irmos, ainda não deve ter ninguém acordado, e a mamãe deve ter notado a nossa ausência no jantar ontem.- acariciou o rosto dela e falou – queria ficar assim com você para sempre.
- Eu também. – se levantou debruçou sobre ele e o beijou com carinho nos lábios. Pegou a mão dele e falou – vamos. Não adianta temos que encarar a realidade.
Ele levantou a contragosto colocou a camisa, a calça e os sapatos. Enquanto ela se vestia, apanhou um copo de suco de abóbora e uma tortinha de pêra com creme, comeu. Fez um pratinho com tortinhas de frutas variadas e um copo de suco ofereceu outra para Hermione. Comeu mais duas, pegou uma maça, ficou escorado na mesa, olhando enquanto ela comia.
- Pronta? – perguntou quando ela acabou de comer.
- Sim.
Ele a pegou pela mão, deu um beijo delicado, em seus lábios e falou:
- Não esquece de perguntar para a Gina a desculpa que ela deu para a mamãe, só para mantermos a história e não dar rolo. – ela afirmou com a cabeça, ele beijou a testa dela e pegou a capa jogando sobre eles pegou a mão dela.
Seguiram para o castelo. A porta já estava aberta, viram ao longe a McGonagall indo em direção da floresta. Entraram no castelo e seguiram para a torre da Grifinória. Chegaram na mulher gorda, tiraram a capa e pediram para entrar, se beijaram e foram para os dormitórios.
Hermione colocou uma camisola rosa, e foi para a sua cama. Deitou com um sorriso nos lábios e ficou lembrando de tudo o que ocorreu na tenda.
Rony tirou a roupa e ficou só de cueca, não iria tomar banho ainda, queria ficar mais um pouco com o perfume dela. Também tinha um sorriso bobo nos lábios e ficou recordando tudo que aconteceu.
Quando viu que Harry levantou, o chamou e contou tudo que aconteceu, o moreno ouviu tudo, e ficou admirado, da rapidez dos amigos, não haviam chegado às vias de fato, mas avançaram bastante na exploração mutua.
- Vocês aproveitaram bem! – falou com a voz triste. O que assustou Rony.
- Cara eu amo a Mione, você esta assim por que acha que eu a desrespeitei? – perguntou preocupado, sabia que ela era como uma irmã para o Harry. – eu quero casar com ela Harry, ela é a mulher da minha vida. – falou sério.
- Fico feliz com isso Rony. – falou admirado da certeza do amigo e feliz por ser a mesma que ele tinha em relação da Gina. – mas não é isso, só que é muito injusto, pois eu jamais vou poder falar para o meu melhor amigo, coisas assim. Mesmo morrendo de vontade de te contar, não vou poder. – estava com a cabeça baixa e a voz triste.
- Rony compreendeu o amigo e falou.
- Não tinha pensado nisso, cara é injusto mesmo. – a voz era séria e pensativa completou. – Te prometo que vou aprender, a separar a nossa amizade do fato de ser irmão da Gina, ok. Então quando você quiser me contar, só me omita os detalhes. – falou rindo - Sei que vocês se amam e confio em você. – a voz dele não deixava duvidas disso.
- A Mione esta fazendo muito bem a você, - Harry estava admirado com a maturidade e sensibilidade do amigo. – pode deixar vou cuidar da tua irmã, muito bem e quando te contar vou omitir os detalhes. – ambos deram risadas e Rony perguntou
- E por aqui como foi à noite de ontem? – perguntou dando chance ao amigo lhe contar algo.
- Foi boa, interessante, - contou a Rony tudo que aconteceu no salão principal, a conversa dele com Gina no corredor, por alto que eles tinham ficado namorando no sofá a interrupção dos gêmeos, a brincadeira deles - mas aconteceu algo muito chato. – contou a briga de Carlinhos com os gêmeos, a briga destes com a mãe, a conversa de Gina com Sirius.
- Uau! Cara já to até vendo a reunião de família que isso vai dar. – falou Rony pesaroso – ele a Sarah estão juntos desde crianças, são doidos um pelo outro, nunca vi igual, é raro brigarem, o problema é o ciúme do Carlinhos, e a Sarah é uma pessoa bem sucedida profissionalmente, independente, mas simples, extremamente carinhosa, brincalhona e atenciosa ela trata bem qualquer pessoa, e isso deixa ele inseguro. Mas eles voltam, o amor deles é forte demais.
- Isso parece um casal que eu conheço – falou para mexer com o amigo que entendeu a brincadeira e deu um soco no braço de Harry - Rony nessa história toda fiquei intrigado com uma coisa.
- O que?
- Será a Gina sabia que o Sirius estava vivo e não me contou? – perguntou triste, pensando se a Gina sabia e vendo todo sofrimento dele não contou nada.
- Harry eu acho que não, creio que lá de casa só o Carlinhos soubesse, por estar envolvido com a Sarah e talvez o papai e a mamãe. – respondeu pensativo.
- Depois eu pergunto para ela. – falou decidido – vamos nos arrumar e descer para tomar café?
- Vamos estou morrendo de fome, e de saudade da Mione.
Eles tomaram um banho, colocaram uma roupa simples, jeans e camiseta a de Harry era vermelha e de Rony era azul marinho, pois iriam trabalhar, e desceram para a sala comunal, onde esperaram as meninas, que logo desceram também estavam de jeans e camiseta, a de Hermione era azul celeste e de Gina era rosa claro e prenderam os cabelos num rabo de cavalo.
- Bom dia! Dormiram bem? – perguntou Harry já puxando Gina para seu lado e dando um selinho.
- Muito bem e vocês? – Gina pergunto já levando a mão para a cintura de Harry para abraçá-lo.
- Também respondeu Rony. – fazendo o mesmo com Hermione e a beijando carinhosamente. – vamos tomar café?
- Vamos! - responderam os três em coro.
Seguiram para o salão principal, Harry e Gina abraçados, e Rony e Hermione de mãos dadas. Iam rindo e brincando descontraídos pelos corredores e escadarias, vários quadros elogiavam a beleza do amor e da amizade, outros falavam até que enfim ou parabenizavam os casais. Chegaram ao salão principal todos os presentes se viraram para eles e aplaudiram, o que os deixou envergonhados. Seguiram para a mesa da Grifinória, apesar de ter alunos das três casas misturados nas mesas, eles preferiram sentar lá com a família Weasley, Sirius e a família Lupin. Estavam se deliciando quando entraram no castelo Carlinhos e Hagrid, estavam sujos, de aparência cansada e machucados, Hagrid tinha um hematoma no rosto em forma de casco, mancava da perna direita e Carlinhos um grande corte no braço e outro no rosto, ambos estavam muito arranhados, mas o que fez Harry engasgar com a torrada e deixar o copo cair foi o que Hagrid tinha no ombro esquerdo, empoleirada ali estava Edwiges que quando viu Harry voou em direção ao dono que estava com a boca aberta e uma cara abobalhada, não acreditando no que via, assim como seus amigos. Pousou em ombro e mordiscou a sua orelha. Piando alegre, enquanto Harry a acariciava e dava um pedaço da sua torrada.
Harry olhou interrogativamente para Hagrid que sorria satisfeito e este fez um sinal que depois falavam e se dirigiu para a mesa dos professores, onde estavam vários bruxos que Harry não conhecia, Hagrid e Carlinhos falaram com McGonagall que sorriu, e os mandou a enfermaria cuidar dos ferimentos e logo retornaram a mesa, completamente curados.
Carlinhos não estava mais com a camiseta cinza, suja e rasgada de antes, mas sim uma veste negra com um emblema de um dragão dourado e três varinhas prateadas, que formavam um triangulo, sobre o dragão, bordado no peito, sentou-se ao lado de um bruxo alto, musculoso, pele bronzeada, tinha cabelos, olhos, barba e bigode, pretos, as vestes eram iguais a dele, e ficaram conversando. Hagrid que também estava com roupas limpas, depois de falar novamente com McGonagall se juntou aos dois.
Quando a maioria dos presentes já conversava demonstrando que haviam acabado o café, Edwiges satisfeita, fora esticar as assas voando pelo jardim, McGonagall, que neste dia trajava uma veste bruxa xadrez, com as cores da Grifinória, levantou-se bateu com uma faca na sua taça pedindo a atenção de todos, que se silenciaram para ouvi-la.
- Bom dia a todos! Iremos organizar os grupos de reformas, por favor, levantem-se e dirijam-se próximo à porta principal. - sua voz era firme, mas não autoritária, assim que todos fizeram o que ela pediu fez aceno com a varinha as mesas e cadeiras desapareceram com isso ela continuou.
- Os interessados na reforma mais pesada acompanhem o Sr º Thompson e o professor Flitwick.
Um homem negro que aparentava uns 50 anos, alto, forte, muito bonito, usava uma veste azul Royal com um emblema de uma varinha e tijolos bordados no lado esquerdo, se levantou e juntamente com o professor se dirigiu ao lado esquerdo do salão, vários homens se levantaram nas mesas e foram em direção a eles, incluindo Sirius, Remo, os gêmeos, Percy e o Srº Arthur, Harry e Rony resolveram também se juntar a eles. Formando um grupo. McGonagall continuou.
- Os que querem auxiliar na reconstrução das estufas acompanhem a Srª Taylor e a profª Sprout.
Uma mulher alta, magra, de longos cabelos roxos, olhos verdes, pele muito clara, usava uma veste verde escuro, e o emblema bordado era de uma varinha e folhas de hera. Levantou-se e dirigiu-se para o meio do salão, juntamente com a professora Sprout. Algumas mulheres, Neville, Luna, e alguns alunos mais novos foram acompanhá-las.
- Os que deixaram o nome na lista para auxiliar no tratamento das criaturas mágicas seguiram para a floresta com o Srº Andreiev, o Sr º Weasley e o profº Hagrid.
O bruxo que Harry havia visto conversando com Hagrid e Carlinhos se levantou, acompanhado pelos dois e foram para o lado esquerdo do salão. Gui, Olívio Wood, Simas Finnigan, Terêncio Boot, Miguel Corner, Ernesto Macmillan, Antônio Goldstein, mais alguns ex-alunos e outros homens fortes se juntaram a eles.
- Os que preferirem as reformas leves, e a reconstrução do jardim ficaram com o Srº e a Srª Abisur, com a profª Sinistra, a profª Vector e a profª Hooch.
Um casal de bruxos baixinhos e gorduchos, loiros, que usavam vestes vinho, e o emblema bordado era, duas varinhas em forma de x com flores em volta, levantaram e foram juntamente com as professoras para um espaço entre onde estavam os que iam cuidar das criaturas mágicas e a parede. Molly, Tonks, Gina, Hermione, Fleur, e o restante que estava próximo à porta se juntaram a elas.
- Os grupos serão subdivididos, de acordo com as necessidades, eu irei de grupo em grupo para auxiliar. Bom trabalho a todos! – dizendo isso desceu e foi em direção a saída do Salão.
Todos a seguiram para fora do castelo, onde viram as extensões da destruição causada pela batalha, varias torres não existiam mais, havia rombos enormes nas paredes, as estufas praticamente destruídas só havia a metade de uma em pé e um lado do castelo que Harry sabia ficar a torre da Corvinal não passava de um amontoado de tijolos, ele ficou com medo do que poderia estar ali em baixo.
Fred chegou perto deles e falou:
- Não quero estar perto quando tirarem essas pedras, com certeza tem corpos ai. – com a voz séria.
- Também acho - falou Harry e perguntou – Fred quem é aquele com o Carlinhos e o Hagrid? – indicando com a cabeça o bruxo de barba negra que estava na orla da floresta subdividindo o seu grupo.
- Aquele é Ivan Andreiev, era o chefe do Carlinhos na Romênia. Um bom homem. – respondeu não podendo falar mais porque o Sr º Thompson começou a falar:
- Não quero ninguém abaixo dos 21 anos trabalhando nesta área do castelo. – indicou o amontoado de tijolos. – estes seguiram com o professor Flitwick reconstruindo as paredes danificadas e outros danos menores.
- Ainda bem exclamou Rony – seguindo o grupo de alunos que se separava dos mais velhos.
Viram os outros grupos indo em direção aos seus respectivos locais de trabalho. O professor Flitwick ensinou o feitiço de reconstrução e seguiram com ele. A manha passou rápida já eram 13:00 quando terminaram e seguiram para o interior do castelo, quem visse agora não imaginaria o horror que se passou ali. Realmente embaixo do amontoado de pedras estavam cinco corpos, dois habitantes de Hogsmeade e três comensais da morte.
- To louco por um banho e por descanso, não imagino como os trouxas fazem essas coisas sem magia. – falou Jorge com a voz cansada.
- Nem eu. –falou Fred também com a voz cansada – estou com uma saudade d'A Toca. – murmurou.
- Eu também, falou Rony. Logo vamos para casa graças a Deus. – falou com alivio e continuou – quero comer a comida da mamãe, vocês não sabem a falta que senti dela.
- Imaginamos – falaram juntos os gêmeos rindo do irmão.
Foram para a torre da Grifinória onde tomaram banho, se arrumaram. Harry e Rony estavam com saudade das namoradas, que não viam dede a hora que foram para os jardins do castelo. Ao chegarem na sala comunal elas já estavam esperando por eles. Harry chamou Gina para longe dos demais e falou.
- Gi, depois de tudo que aconteceu ontem, fiquei com uma duvida. – sua voz era um pouco triste, pois temia a resposta dela. Será que ela também o enganara, lógico que não estava triste com a volta de Sirius ou Edwiges, mas não queria que ela escondesse dele algo tão importante.
- Sobre o que Harry? – perguntou preocupada.
- Você sabia que o Sirius estava vivo e escondido na Alemanha?
- Não, Harry. Da nossa família somente o Carlinhos sabia, quando fiquei sabendo da história, ambos falaram de um amigo, que morava na casa da Sarah eu até pensei ser o Simon, um colega deles da época de Hogwarts, jamais imaginei ser o Sirius, mas ontem no salão principal observando a reação do Carlinhos com o Sirius e tudo que foi falado lá, é que as peças se encaixaram. – ela o olhava nos olhos e a sua voz era sincera. – se eu soubesse do Sirius não conseguiria esconder de você, jamais.
- Foi o que eu imaginei. – a beijou nos lábios, pegou a sua mão e a chamou para irem para o salão principal.
Para onde se dirigiam todos que estavam no castelo para almoçarem e depois partir para suas casas e uma vida sem a sombra de Voldemort.
- O almoço transcorreu calmo e muito feliz, as mesas das casas haviam sido substituídas por mesas redondas de vários tamanhos, onde sentavam de 6 a 20 pessoas, a maior era onde estavam os Weasley e amigos. Nas mesas enquanto não era servido o almoço, quase ninguém ficava muito tempo sentado, iam a outras mesas cumprimentar e conversar, vários amigos estavam combinando de se encontrarem, passeios sendo organizados, no momento que o almoço foi servido é que todos sentaram, mas as conversas continuaram animadas, quando o almoço já estava pela metade foi que o grupo dos que estavam cuidando das criaturas mágicas voltaram para o castelo, por estarem sujos, mas não haver tempo para se arrumarem foram apenas no lavabo lavar as mãos e sentaram-se em uma mesa que McGonagall conjurou para eles. Quando todos terminaram, ela fez os agradecimentos de despedida no tom formal já tão conhecido.
- Muito obrigada a todos os que aqui lutaram, e nos ajudaram a reconstruir o castelo. Aos que perderam entes queridos nossos sinceros sentimentos, mas a morte deles não foi em vão e jamais será esquecida, construiremos um memorial no jardim da frente da escola, onde estarão listados todos os que lutaram e sobreviveram e os que se foram.
- O funeral de Severo Snape será amanha as 16:00 no cemitério de Godric's Hollow.
- Chamarei alguns nomes que gostaria que me
aguardassem na sala aqui ao lado do saguão de entrada.
- Família
Weasley;
- Família Longbottom;
- Família Lupin;
- Srª
Tonks
- Srtª Granger;
- Srtª Lovegood;
- Srº Potter;
-
E Srº Black.
- O assunto que tratarei com os senhores será
rápido, não perderão o trem.
- O grupo que tratou das criaturas mágicas podem ir se arrumar falta pouco para o expresso sair. E aos demais informo que o comercio de Hogsmeade abrira especialmente para vocês hoje, então aproveitem esse belo domingo passeando pela cidade.
- Boa viagem a todos. - Terminou a diretora, desceu do palanque que havia conjurado e se dirigiu ao grupo de bruxos que viera do ministério auxiliar na reconstrução.
- O que será que ela quer? – perguntou Rony curioso.
- Não sei filho, mas vamos para lá logo. – respondeu Arthur. Abraçando os ombros da esposa e seguindo para a sala. Junto com todos que McGonagall havia chamado, inclusive Gui e Carlinhos. Molly estava inquieta era com o silencio e as feições tristes e preocupadas de Hermione. Assim que entraram na sala ela perguntou:
- Hermione querida, porque você esta assim? – a preocupação e o carinho eram evidentes na voz dela.
- Srª Weasley, não é nada. – falou apresada
- Vocês brigaram de novo? – falou apontando de Hermione para Rony.
- Não mamãe a Mione esta preocupada com os pais dela só isso. – falou Rony carinhoso para a mãe e indo abraçar Hermione que começou a chorar.
- Oh! Minha filha, eles estão bem, tem bruxos da ordem cuidando da segurança deles. – comunicou, enquanto acariciava a cabeça da menina. Que a olhou com os olhos marejados, mas com um sorriso nos lábios.
- A Srª tem certeza? – perguntou Hermione, com esperança na voz, ela todo esse tempo não havia se permitido pensar nos seus pais, e agora com tudo acabado ela estava com medo de não encontrá-los.
- Tenho sim minha filha, - se virou para onde estavam conversando a maioria dos seus filhos e chamou – Carlinhos! Venha aqui. – Carlinhos pediu licença aos irmãos e foi até onde estava a mãe.
- Sim, mamãe?
- Meu filho você e a Sarah que foram encarregados que criar e gerenciar um grupo de segurança para os Granger na Austrália?
- Sim, a última noticia que tive deles foi há 15 dias, e estavam bem, mas como eu fui incumbindo de cuidar de outros assuntos, só recebo um relatório mensal sobre eles, quem ficou como responsável direta por eles foi a Sarah, e não falei com ela esses últimos dias, creio que esteja tudo tranqüilo, senão ela me avisaria. – finalizou evitando olhar para a mãe.
- Obrigado querido. – falou Molly olhando o rosto do filho, agradecida, mas triste, pensando na conversa que teria com ele mais tarde. Virou se para Hermione e terminou – viu só querida, não deixaríamos eles sozinhos lá.
- Obrigada, pela noticia, ela tranqüilizou meu coração. – agradeceu Hermione. – eu imaginava isso Srª Weasley, mas tinha receio dos comensais acharem eles.
- De nada Mione. – Carlinhos tinha a voz carinhosa, pois entendia o medo dela, que a falta e a saudade de quem amamos, nos deixa sensível e preocupados.
- Viu meu
anjo, não precisa se preocupar, logo falaremos com o Kingsley e
conseguiremos uma chave de portal para buscar eles. – Rony falou
com ela como calmo e seguro, o que mais surpreendeu Hermione era a
sensibilidade dele, nem parecia o Rony do quarto ano.
McGonagall
entrou na sala acompanhada por Andreiev cumprimentaram a todos e foi
direto ao assunto.
- Tenho alguns recados do Ministro, para vocês – a voz dela era tranqüila e alegre, ela tinha um lindo sorriso no rosto.
- Ele pediu para vocês irem para a casa via pó de Flú, a estação King Cross esta cheia de reportes, e ele sabe que vocês não querem passar por isso. Além de ser arriscado, os comensais fugitivos sabem que vocês foram os principais causadores da derrota deles. A Toca, o Chalé das Conchas, a residência dos Longbottom, dos Lovegood e dos Lupin, já estão com segurança de aurores e feitiços de proteção, isso será por pouco tempo, mas assim vocês estarão seguros.
- Srtª Lovegood, teu pai já saiu de Azkaban e assim que sair do St Mungus, onde foi verificar que esta tudo bem, e tomar algumas poções revigorantes, ira para a casa. Gostaria que a srtª ficasse n'A Toca até ele chegar. – ela olhava para Luna com carinho assim como Molly. Luna concordou com a cabeça e ela prosseguiu.
- Andrômeda, Dora, Remo e Sirius eu gostaria que aguardassem a chegada da Sarah para termos uma reunião. – ela falou em um tom profissional e amistoso, o que deixou os quatro curiosos.
Ao ouvir isso Carlinhos ficou com uma expressão muito contrariada e brava o que não passou despercebido pelos presentes mais atentos, Harry, Gina, Sirius e Molly, mas nem teve muito tempo de pensar no assunto por que McGonagall tornou a falar.
- Srº Weasley – seis cabeças ruivas se viraram para ela, com uma expressão interrogativa, arrancando risos de todos inclusive dela que falou sorrindo – Carlinhos, o Ministro pediu para transferir a reunião de vocês para cá, ele quer falar com Ivan também, e no ministério vocês não teriam a calma que terão aqui. – Carlinhos concordou com a cabeça, mas em seu intimo estava contrariado, não queria ver os dois juntos, e pelo visto isso agora seria impossível.
- Weasley's, Srtª Granger e srº Potter, amanha a noite o Ministro vai passar n'A Toca para falar com vocês. O Srº Longbottom e a Srtª Lovegood se puderem estar lá o Ministro ficara agradecido.
- Eram somente esses os avisos se vocês já quiserem ir, essa lareira esta ligada em uma rede especial, para vocês. – ela falou indicando a grande lareira que havia ali – pois não senhorita Granger? – ela falou para Hermione que estava com a mão no ar pedindo a palavra.
- Professora McGonagall será que eu poderia esperar o Ministro? Precisava muito falar com ele. – pediu a garota com a voz seria.
- Claro que sim querida. - respondeu carinhosamente a professora já imaginado o que ela queria falar com o Ministro. – mas ele chegará lá pelas 15:30 ou 16:00.
- Nos esperaremos, se a Srª não se opor? – McGonagall fez que não com a cabeça e Molly também. - Aproveitamos e passeamos por Hogsmeade. – falou Rony todo protetor acariciando os cabelos dela. Hermione sorriu agradecida.
- Nos já vamos! - falou Augusta pegando a mão do neto e orgulhosa convidou. – domingo farei uma festa Lá em casa e conto com todos vocês lá. Mandarei corujas, informando os detalhes, a todos. – se virou em direção a lareira e foi envolta por chamas verdes. Neville também se despediu e repetiu o gesto da avó.
- Gui querride, vamos? Estou exauste. – chamou Fleur, já indo se despedir da família do marido, nem chegou perto de Carlinhos que ainda estava sujo e suado, deu um beijo na bochecha de Harry, e tratou Gina como se fosse criança apertando as bochechas dela, acenou para McGonagall, ignorou os outros, principalmente Tonks que estava com Teddy no colo e foi para a lareira, sem esperar a resposta dele. O que deixou Gui muito envergonhado ele se despediu de todos e seguiu a esposa.
- Venham meninos também já vamos. – chamou Molly que foi se despedir carinhosamente de todos os convidando para aparecerem n'A Toca o mais breve possível.
- Todos se despediram, Sirius ficou de mandar uma coruja a Harry, assim que chegasse na casa de Remo, para lhe contar as novidades e combinarem melhor a ida ao funeral de Snape.
Rony e Hermione depois de muitas recomendações de Molly e Arthur, assim que todos foram embora saíram para um passeio a sós, Carlinhos foi junto com Ivan, para um dos quartos de hospedes, onde fora recolocado, tomar um banho e descansar até o Ministro chegar.
Andrômeda pegou Teddy no colo e saiu com McGonagall iriam até as estufas e depois andar pelo jardim. Dora, Remo e Sirius decidiram ir até o Três Vassouras, colocar o papo em dia.
O passeio de Rony e Hermione fora perfeito, eles andaram de mãos dadas, trocavam beijos e carinhos, Rony fez questão de comprar um livro para ela e uma linda pena de Fênix dourada, na Loja de Penas Escriba, foram a Dedosdemel, onde se deliciaram comprando doces de todos os tipos, seguiram ate a Casa dos Gritos, que não era mais assustadora, ficaram no gramado da frente, onde Rony conjurou uma manta e se sentaram para comer os doces e conversar, fazendo planos para o futuro, brincando e dando risadas, por fim decidiram ir para o Três Vassouras tomar uma cerveja amanteigada antes de voltarem para o castelo. Assim que entraram viram que o Pub não estava muito cheio, já que o trem havia partido há alguns minutos, perceberam em uma mesa no canto um trio alegre conversando e dando risadas altas, Dora quando os viu acenou e os dois belos homens também. Rony perguntou a Hermione.
- Quer ficar com eles ou numa mesa só para nós dois?
- Vamos ficar com eles. Se você não se importa.
- Por mim tudo bem! - e de mãos dadas foram até eles onde ficaram conversando, Sirius estava contando da sua vida na Alemanha.
Quando eram 15:30 revolveram voltar ao castelo, Sirius estava preocupado, pois sabia que a Sarah estava esperando ele mandar a coruja com o aviso de que Carlinhos já havia ido, assim ela viria para Hogwarts. Ao chegarem encontraram Andrômeda sentada em uma manta no gramado perto do lago, brincando com Teddy, Tonks o pegou no colo e pediu licença a eles e foi para o quarto onde estava alojada para trocar e amamentar o neném, Remo seguiu a esposa. O casal, foi sentar em uma árvore longe dos adultos para tocar beijos e caricias antes de irem falar com o Ministro que ainda não havia chegado. Sirius ficou conversando com Andrômeda por uns minutos e também entrou.
Quando Sirius entrou não pode deixar de rir com o que viu, Sarah estava lá conversando com a avó e com o Ministro ele foi até eles e cumprimentou com um aperto de mão Shacklebolt, trocaram algumas palavras de amizade, e ele pegou a mão de Sarah, pediu licença a todos e foi com ela ate uma das mesinhas para conversarem.
- Você não ia esperar a minha coruja? – falou divertido.
- Ia, mas o Kingsley passou no St Mungus, me chamou para almoçar e me convidou para vir com ele. Como eu ia falar que não? – disse exasperada.
- Você almoçou direito, comeu bastante legumes e verduras? – ele usava um tom paternal que a fazia sorrir.
- Sim, um prato bem colorido, com todas as vitaminas, e tudo necessário para uma boa nutrição. – falou rindo da preocupação dele. Mas o que ele falou fez seu sorriso morrer.
- Ele ainda esta aqui. – falou muito sério, Sarah ficou estática com a noticia -Daqui a pouco deve descer, você vai falar com ele hoje?
-
- Não.
Aqui não é o local para isso, hoje não, não estou preparada para
isso, ainda não. – a voz dela tremia, as ficaram geladas, só de
pensar em vê-lo, assim tão perto, lembrava dele da "arte" que
fizera, e já fora difícil conter os instintos de correr até ele,
abraçá-lo sentir o calor do corpo dele, era o que cada pedaço do
seu ser implorava.
- Vai estar quando? Você nem parece ser da Grifinória. – Sirius no intimo se divertia com a situação, era engraçado ver que ela sempre tão decidida e confiante tremesse com a possibilidade de falar com o Ex-noivo.
- Essa semana eu vou n'A Toca, e lá falarei com ele. Você vai comigo não é?
- Vou sim, mas antes vamos combinar um almoço, com o Harry e a Gina, tenho que te contar uma coisa que você não vai acreditar.
- No que? Fala logo, não me deixe curiosa você sabe que detesto isso. – ela fervilhava de curiosidade.
- Como você mesma disse aqui não é o local para isso, nas muita coisa vai passar a fazer sentido para você.
- Ta bom, então vamos mudar de assunto. – falou aborrecida, pois conhecia Sirius e sabia que não adiantava insistir que ele não falaria nada - A minha poção deu certo?
- Deu sim. Foi ótima, mais uma vez. – falou muito sério – você não vai acreditar em quem iríamos perder.
- Quem? – perguntou preocupada.
- Fred, Tonks e Remo! - Sua voz era triste com a possibilidade de perder amigos tão queridos.
- Não brinca com isso. – a voz dela também era triste e seria, olhava ele nos olhos procurando um sinal que era brincadeira.
- Não to brincando, se não fosse a poção eles teriam ido para sempre, mas perdemos uma pessoa muito importante para você.
- Fala logo Si. – pediu desesperada, ela estava preocupada demais.
Sirius se ajoelhou na frente dela e falou com calma e carinho.
- Severo Snape - já a acolhendo em um abraço. Ela deitou a cabeça em seu ombro e chorou enquanto ele contava como havia sido e finalizou – não teve jeito, o corpo estava muito mutilado. – ele levantou a cabeça dela, e com os dedos secava as grossas lágrimas que caiam, falando palavras de conforto, para acalmá-la, falou para ela que o funeral seria no outro dia. Pediu um copo de água com açúcar para ela, a reação dela foi como ela temia, ela adorava o Snape, eles eram amigos, ele não entendia como alguém tão doce e sensível podia ser amigo de uma pessoa tão seca e amarga, mas ela era assim via beleza onde os outros não viam. Quando estava mais calma ela conseguiu falar.
- Tenho que avisar a mamãe, ela vai querer estar aqui. – a voz dela ainda era entrecortada por soluços, ele pediu mais um copo de água e ofereceu um lenço a ela, e ainda acariciando os seus cabelos ela foi ficando mais tranqüila e aceitando o ocorrido.
- A Dora ainda esta aqui, com o Remo e o neném deles, Andrômeda também – falou numa tentativa de fazê-la pensar em outra coisa.
- Que bom, estou com muita saudade da Dora. – ela colocou um sorriso triste nos lábios, e pediu licença a ele para ir ao banheiro se recompor.
- Quando voltou, suas feições estavam como se não houvesse chorado, graças a poções e feitiços. Mas o que viu fez suas entranhas gelarem, seu coração perder uma batida e depois voltar com força total, ela respirou fundo e foi em direção a mesa onde antes estava com Sirius, que agora não estava mais lá. E de onde ela ficaria de frente para aquela visão magnífica.
Carlinhos estava escorado em uma mesa de braços cruzados observando o salão enquanto conversava com Ivan, ele estava lindo, camisa estilo pirata branca aberta no tórax o que deixava a mostra alguns pelos ruivos, as mangas arremangadas mostrando um bom pedaço dos braços musculosos, os ombros largos eram favorecidos pelo corte da camisa, para completar usava uma calça preta justa marcando as pernas musculosas e bem torneadas e um par de lindas e brilhantes botas pretas de couro de dragão. Ele estava com o cabelo na altura do pescoço, bem barbeado e as sardas estavam bem aparentes.
Ela não conseguiu desgrudar os olhos dele, gravava cada pedacinho dele, registrando as pequenas mudanças na aparência dele, uma cicatriz que ela não conhecia, o cabelo ligeiramente maior. E mesmo distante ela podia sentir o perfume dele e o calor que ele emanava, não demorou muito para ele perceber que ela estava ali e também a olhou.
Carlinhos sentiu em todo seu corpo a sensação da proximidade dela, e olhou em direção de onde ela estava, e ficou maravilhado com o que viu, ela estava linda, com um vestido que ele havia dado a ela quando foram a Veneza, o vestido era azul claro, soltinho e longo, tinha mangas longas e um belo decote. Ela não era muito alta e sempre fora volumosa nos locais certos, tipo violão, mas, ele observou que os seios dela estavam maiores, os quadris mais largos, como ela não estava usando o vestido com o cinto de sempre ele não podia afirmar, mas achava que ela estava até com uma barriga um pouco maior, talvez fosse por causa da roupa, mas ele conhecia aquele corpo como ninguém. O cabelo solto como ele gostava, e na correntinha que ela usava, o que ele viu o deixou muito feliz, ali estava o pingente que ele havia dado há ela anos atrás, um dragão de rubi.
Ela percebendo o que ele estava olhando levou os dedos até o pingente e o acariciou na mesma hora o dragão igual que ele tinha na pulseira do relógio esquentou e ficou vermelho mais escuro, ele instintivamente acariciou o seu também, fazendo o dela esquentar e escurecer. Ambos sorriram, a saudade era imensa, havia dois meses que não ficavam tão próximos assim.
Ele a observava intensamente desejando possuí-la com urgência, cada fibra seu corpo reagia a esses pensamentos e a falta que ela fazia, não era algo físico e sim de almas, até quando tinha intimidade rapidamente no escritório dele, para saciar a necessidade dos corpos, não era apenas sexo, isso ambos tinham consciência.
Estavam tão absortos em se olhar, que não
viam mais nada nem ninguém. Onde estavam só existiam os dois, o
amor e a saudade.
Todos observavam a cena, o amor entre eles era
algo palpável, e ninguém queria quebrar o encanto, mas a situação
já estava constrangedora. Sirius que havia chegado com a família
Lupin, resolveu acabar com a situação, antes que eles partissem
para o "ataque", uma vez que a ereção de Carlinhos já era
evidente e a respiração de Sarah era cada vez mais profunda, chegou
por trás dela, colocou a mão na cintura dela e falou em seu
ouvido
- Se vocês continuarem assim, daqui dois minutos estarão fazendo amor, em cima de uma das mesas, na frente da tua avó, do Ministro e dos teus amigos. – a voz dele era seria e grave ele sabia que Carlinhos o odiaria ainda mais, mas estava na hora dele ver o que estava perdendo, quem sabe, pensando que teria concorrência passasse a valorizar a mulher que ele amava e tentasse reconquistá-la?
Sarah ao ouvir a voz de Sirius tão perto dela se assustou, corou e baixou o olhar na passada viu o estado de Carlinhos e sorriu intimamente, era ótimo saber que ainda o deixava assim. Mas lembrou de tudo que ocorrera na Romênia e ficou triste e com raiva, por que ainda tinha que amá-lo assim? Virou-se e viu a amiga que tanto amava e falou brincando com ela.
- Ninfadora! Querida quanto tempo? – ria, pois sabia como a amiga odiava o nome.
- Fala aí Nixe! - Devolveu Tonks no mesmo tom usando o segundo nome da amiga que era tão detestado como o seu.– tudo bem e com você? - Já indo abraçar a amiga
- Tudo ótimo. E você Remo? – perguntou Sarah enquanto abraçava e dava beijos na face do amigo.
- Também. – respondeu o maroto.
Ficaram conversando e rindo das brincadeiras, que um fazia com o outro, Carlinhos continuou olhando tudo, agora sentia raiva e muito ciúmes, Sirius estava com o braço na cintura de Sarah e às vezes falava algo no ouvido dela que jogava a cabeça para trás e ria.
Ivan agora falava com McGonagall e o Ministro. Pediu licença e foi cumprimentar a amiga e lhe perguntou no ouvido.
- Vocês ainda não conversaram? – ela negou com a cabeça – fico muito triste de ver vocês dois assim separados.
- Eu sei Ivan, eu também, fico. – respondeu ela triste.
- Olhando vocês a pouco se nota o quanto se amam, o que falta é engolir o orgulho e colocarem tudo em pratos limpos.
- É verdade Ivan, eu sei que tenho que fazer isso logo.
- Faça minha filha, faça sim. – e mudando de assunto continuou. – você ainda ira nos visitar lá na reserva?
- Claro que sim. Tenho grandes amigos lá. Você vai colocar o Carlitos no lugar do Carlinhos? – perguntou se referindo a um jovem bruxo espanhol, que entrou junto com Carlinhos na reserva. Eram muito amigos, tinham o mesmo porte físico, só que Carlitos era loiro de olhos verdes.
- Sim, com certeza, ele é o mais indicado.
- Que bom fico feliz por ele, mande-lhe meu cumprimento.
- Mandarei com certeza querida. – falou com a voz profissional. – deixa eu te devolver aos teus amigos, só cuidado com os carinhos, principalmente com Sirius, Carlinhos esta quase pulando no pescoço dele. – e dando risadas se afastou. Indo se juntar a McGonagall e ao Ministro que estavam saindo para verificar as obras feitas no castelo
Ela disfarçadamente olhou para Carlinhos que olhava para Sirius com ódio. E pensou que ele nunca iria mudar. O mesmo possessivo e ciumento de sempre. Interrompeu seus pensamentos e se deliciou com o que viu entravam pela porta Rony e Hermione de mãos dadas e trocando um beijo apaixonado. Quando se separaram perceberam que todos estavam ali o que os deixou sem graça.
Sarah resolveu agir, para não deixá-los mal, e foi até eles como quem não havia visto nada e cumprimentou Rony.
- Olá, Rony, nossa menino você não vai parar de crescer, não? – com a voz bem humorada e divertida fazendo-o rir – está cada dia mais lindo – elogio, ele ficou todo bobo e respondeu.
- Olhe quem fala, garanto que tem muito marmanjo babado por você – ela riu divertida, brincadeiras assim entre eles era algo normal e corriqueiro, e a abraçou e beijou as suas faces e falou com a voz seria. – deixa eu te apresentar a minha namora – enfatizou bem essa palavra – Hermione Granger. E Sarah virou-se para ela, a abraçou e falou.
- Finalmente conheço a famosa Srtª Granger – a voz era muito brincalhona – Drª Sarah Nixe McGonagall Holff, mas me chame de Sarah, como todos meus amigos.
- Também já conhecia a sua fama – falou Mione rindo – me chame de Mione.
- Certo Mione, eu precisava mesmo falar com você.
- Sobre o que? – perguntou curiosa.
- Seus pais, - a voz agora era seria – não sei se você sabe, mas eu era a responsável por eles.
- Sei sim.
- Deixe-me te passar o relatório. Eles estão muito bem de saúde, achamos melhor deixá-los em uma cidade grande escolhemos Melbourne, eles passariam despercebidos assim, trabalhando em um hotel de bruxos, mas os hospedes são quase todos trouxas, teu pai é sub gerente e a tua mãe auxiliar administrativa, os donos do hotel o casal Yates tem muito carinho eles, eu e Carlinhos passamos um final de semana lá há cinco meses atrás, conversei com eles, que nem se recordam de ter outra filha além da pequena Hellen – olhou com carinho para Hermione e prosseguiu – fomos lá por que os comensais atacaram o hotel, só que como haviam muitos bruxos cuidando da segurança, nada aconteceu, e para teus pais não passou de uma tentativa de assalto, é o que foi noticiado por lá. Aqui estão todos os relatórios mensais que recebi neste período incluindo um álbum de fotos – entregou a ela uma pasta preta muito grossa - Ontem quando fui avisada que a guerra estourou aqui mandei uma coruja para lá avisando os Yates, da situação e pedindo que me mandassem uma foto da tua família. O que recebi hoje pela manha. – entregou a Mione uma foto trouxa com os rostos felizes de seus pais e da sua irmã, eles estavam bronzeados, atrás deles ela percebeu que havia um relógio com a data de hoje.
Hermione não se conteve e abraçou Sarah muito agradecida, esse era o melhor presente que já ganhara. Rony olhava tudo com lágrimas nos olhos, pois sabia como isso era importante para ela. Foi arrancado de seus pensamentos por Carlinhos que o chamou.
- Rony vem aqui – ele observava a tudo e ouviu cada palavra, mas ele queria tirar uma duvida.
- O que foi cara? – perguntou Rony aborrecido por ter que sair de perto de Mione.
- Pergunta para Sarah se ela esteve aqui ontem.
- Porque?
- Eu quero saber, mas pergunta alto ok!
- Ta bom. – e voltou para perto das meninas que agora riam das fotos da família Granger.
- Sarah!
- O que foi Rony?
- Você chegou ontem aqui? – perguntou curioso – não te vi mais cedo.
- Não, cheguei a pouco com o Ministro. – olhou para Carlinhos e sorriu ficando muito vermelha.
Ele teve a confirmação que queria, ela nunca soube mentir.
- O Ministro já chegou? – perguntou Hermione ansiosa.
- Sim ele acabou de sair com a vovó e com Andreiev foram verificar a reconstrução de Hogwarts – mal terminara a frase olhou para porta e viu que já estavam retornando – olhe ali já voltaram.
- Eu preciso falar com ele com licença – pediu Hermione dando a mão a Rony.
- Fique a vontade – e já se levantou, mas antes de ir para junto dos amigos deu um último aviso à morena. - O feitiço que você colocou neles não foi tirado, pois somente você pode fazer isso.
- Obrigada nem sei como agradecer.
- Não por isso, querida. Vá falar com o Ministro antes que ele entre em reunião com o Carlinhos e com Andreiev. E eu vou finalmente conhecer o Teddy. – o casal foi em direção ao Ministro e ela seguiu para junto dos amigos. Andrômeda havia descido com Teddy que acordara. - Minha nossa Dora como ele é lindo e esperto. – assim que se aproximou o pequeno mudou seus cabelos para loiro escuro como os dela e sorriu, - posso pegá-lo?
- Claro que sim – falou Tonks já passando o neném para os braços da amiga.
- Vamos marcar uma hora para vocês levarem ele no St Mungus, ainda essa semana quero dar uma examinada nele.
- Tinha certeza que você iria falar isso. – brincou Tonks.
Carlinhos olhava a cena com um aperto no coração, ela estava linda com o neném no colo, lembrou de quantas vezes sonharam com a família enorme que teriam, e agora isso era impossível, nunca mais teriam seus ruivos de olhos claros correndo pela casa. Mas o que o deixou mais triste foi quando Sirius por trás de Sarah se curvou sobre o neném começando a brincar com o pequeno que mudou seus cabelos de loiro para pretos como do moreno. Eles riam felizes, pareciam uma família. Foi arrancado dos seus devaneios pela voz firme de Kingsley
- Carlinhos vamos, a Minerva cedeu o antigo escritório dela para a nossa reunião.
- Vamos sim – respondeu pensando sério em recusar a oferta de trabalho que lhe seria feita.
Hermione, Rony e McGonagall se reuniram aos demais, Hermione estava feliz da vida e passou a observar melhor aquela jovem e desconhecida bruxa, por quem já tinha um grande carinho.
Sarah percebeu e conhecendo a fama da inteligência da menina, entregou Teddy para Tonks e foi para perto deles e já foi falando.
- Conseguiu a chave de portal?
- Sim amanha pela manha já vou para o ministério pegar a chave de portal para o hotel.
- Que bom, fico muito feliz. – sua voz era sincera – vocês iram amar, Melbourne é lindo demais.
- Imagino - falou sonhadora.
- Quem vai com você Mione – perguntou Rony, já sentindo tristeza por ficar longe dela.
- Você Rony. Quem mais? – disse divertida
- Eu vou com você? – ela afirmou com a cabeça e ele a abraçou.
- Mione, não liga, todo Weasley macho é um pouco lento, quando se trata da mulher que ama, – brincou Sarah divertida – acho que a Molly deixou toda sagacidade e rapidez para os gêmeos. Com o Carlinhos eu podia ... – ao falar isso ela fechou os olhos e se apoiou na mesa, respirando fundo.
- Sarah você esta bem? – perguntou Rony apavorado, pois ela estava muito branca.
Sirius, que já tinha por habito não perder ela de vista, quando a viu empalidecer correu para perto dela e já estava a ajudando a se sentar, tirou um frasco do bolso e colocando o conteúdo nas mãos passou nos pulsos e no pescoço dela. Pegou outro fraco e deu para ela beber.
- Esqueceu de tomar a tua poção, não é? – falou em tom de bronca – você não pode esquecer. Esta melhor?
- Estou sim. – a voz dela ainda era fraca. - O dia hoje foi muito movimentado.
- Você sabe que não pode ter essas emoções fortes. – ele estava muito sério – vamos falar com a tua avó, e depois trate de descansar.
- Ta bom doutor Sirius. – respondeu brincando com ele. – vai indo que já vou, devo uma explicação para eles acho que dei um susto no Rony.
- Ok, mas não abusa. – se virou e foi para perto de Remo, mas ainda de olho nela.
- O que você tem Sarah? – ele estava muito preocupado, pois tinha um carinho imenso pela amiga. – você esta doente? É grave?
- Rony, tive uma queda de pressão. Eu não ando muito bem esses últimos meses. Não é nada grave. – a voz dela já era firme se virou para Hermione a olhou nos olhos e terminou – Mione isso que você esta pensando esta correto, mas te peço que não comente com ninguém, pois o maior interessado não sabe, fale com a Gina que ela te contara tudo, pode deixar que eu mando um bilhete a ela autorizando.
- Tudo bem. Não falarei com ninguém. Fica tranqüila. – falou Mione muito seria, mas entendendo tudo.
- Boiei nessa – falou Rony perdido
- É que eu estou assim por causa do Carlinhos, - falou seria e olhando para Rony com carinho, ele era como um irmão para ela - Rony estou em depressão, desde que nos separamos, e eu não quero que ele saiba ou os teus pais. – explicou com calma e ao final piscou o olho para Hermione o que Rony nem notou.
- Não vou falar nada pode deixar. – falou muito sério.
Antes que falassem mais algo McGonagall os chamou para a sala dela. Sirius ficou para trás e passou um braço por sua cintura, seguiram até a sala da direção e lá o casal se despediu de todos Rony foi primeiro, Sarah rabiscou algo em um pergaminho e entregou a Mione.
- Bem agora vamos a nossa reunião. – falou McGonagall – pedi essa reunião por que tenho um convite a fazer. Vocês sabem que estou precisando de professores?
- Sim! - responderam os cinco. Fazendo a velha senhora rir divertida
- Eu gostaria muito de ter você Sirius como meu novo professor de Feitiços, você Remo como professor de DCAT, Andrômeda dando aulas de estudo dos trouxas, Dora em transfiguração e você Sarah em poções. – quando terminou as feições dos quatro era de espanto, - vão para as suas casa e pensem antes de me darem a resposta. Dora o Ministro falou que você pode assumir as duas funções, Sarah ira dar aulas e ainda trabalhar no St Mungus e no ministério, além das pesquisas.
- McGonagall, não sei o que dizer. – falou Remo
- Vão para casa e pensem com carinho, e dêem a resposta afirmativa no final da semana. – falou uma voz calma e sabia que todos sabiam pertencer a Dumbledore. – quero ver todos aqui, vocês merecem esse premio. Ficar neste quadro o dia todo me faz pensar e tive essa idéia e a debati com Minerva que a achou ótima.
- Faremos isso. – falou Remo emocionado – daremos a resposta no final da semana.
- Remo se não me engano o lobisomem que te mordeu foi morto na batalha? – ele afirmou com a cabeça – você sabe que com isso esta livre da maldição. – falou Dumbledore sorrindo em seu belo quadro.
- Não tinha pensado nisso. - Falou muito alegre. – então vamos para casa meninas? – perguntou de muito bom humor se referindo a esposa e a sogra.
- Vamos querido, o Teddy esta agitado com tanta coisa acontecendo. – falou Tonks sorrindo feliz.
- E você cachorrão? Vai ir agora ou mais tarde? – ele não ia perder a oportunidade de mexer com o amigo.
- Vou com vocês. – se virou para Sarah e fez as recomendações de sempre, a beijou ternamente na testa e foi se despedir de McGonagall todos se despediram e foram embora.
