Capitulo X - A FÚRIA DO DRAGÃO.
Rony acordou na segunda feira sentindo-se angustiado, foi tomar um banho com os pensamentos voando, ele estava assim dês de domingo, mas não comentou nada com Hermione pois achou que fosse pelo fato de irem embora da ilha, só que a angustia não passou, não entendia o motivo de não conseguir parar de pensar em como teria sido a conversa da Sarah com o Carlinhos, que provavelmente ocorreu no horário local entre a noite de sábado e a madrugada de domingo, maldito fuso horário, como pode aqui ser um dia e em Londres outro, a mãe ainda não mandara noticias, o que era um mal sinal, ela e o pai devem ter aceitado a gravidez com festa, mas como foi a reação do meu irmão? Lembrava dele no hospital, a forma estúpida que a tratou, os fatos que Hermione contou, estava tão absorto que ao sair do banheiro, com uma toalha enrolada na cintura, secando os cabelos com outra, nem notou que não estava sozinho no quarto.
Bom dia amor! – exclamou a morena com uma voz doce.
Hermione! – exclamou assustado, mas com isso bateu com a mão no frágil no que segurava a toalha e essa foi ao chão, Hermione o olhou de cima a baixo, com desejo e admiração, o corpo de Rony parecia mais definido a cada dia, ele agradeceu aos céus por não ter tomado a poção contraceptiva, pois caso contrario se entregaria a ele naquele momento, tamanho era o desejo que despertou nela.
É incrível como essa parte do teu corpo cresce, assim é tão pequeno. – quando se deu conta que falara o pensava em voz alta, ficou extremamente escarlate. Rony que ia dar uma resposta à altura, quando viu a vergonha que ela ficou preferiu fingir que não ouviu apenas deu um lindo sorriso maroto, e foi se vestir, iniciando outro assunto.
Mione teu pai não te proibiu de vir ao meu quarto? – enquanto ele falava sentia o olhar dela percorrendo seu corpo, ela estava de calça e blusinha sentada em sua cama, ele usava todo o auto controle para não ir para cima dela e pelo menos ter um momento como tiveram na ilha.
Proibiu, mas eles saíram, foram resolver a transferência na escola da Hellen. – falou recuperando o controle. – Você não gostou de ver? – fez um biquinho e usou uma voz chorosa.
Eu amei, anjinho. – Falou depressa sabia ela estava carente, e com saudade não terminou de se vestir ficou apenas de cueca preta.
Sentou atrás dela na cama e começou a beijar seu pescoço, viu quando ela ficou arrepiada, deu um sorriso de lado, era o ponto fraco dela, passou a acariciar os seios dela ainda dando beijinhos delicados no pescoço, quando ela começou a dar gemidos de prazer Rony a apertou contra seu tórax desnudo, e intensificou as caricias nos mamilos, ela jogou a cabeça para trás e se beijaram com desejo, as línguas se acariciavam se entrelaçando e por vezes acariciavam os lábios o que produzia ainda mais sensações e gemidos, ela estava com a mão no membro dele acariciando sobre a cueca, quando ela colocou a mão por dentro ele gemeu no ouvido dela, que intensificou as caricias. Hermione nunca pensou que atingiria o orgasmo apenas com beijos e caricias, mas ela atingiu, ele percebeu isso, e ficou fascinado, os olhos dela brilhavam de satisfação, o que o deixou realizado foi que eles chegaram juntos ao êxtase. Ficaram se olhando com amor, ternura e carinho, sabiam que logo dariam um passo maior, mas até lá estavam felizes em descobrir essas formas de prazer, conhecendo o corpo um do outro. Hermione se levantou e sentou de frente para ele, se abraçaram com força e voltaram a se beijar com carinho, ficaram assim até Wendy de olhos fechados entrar no quarto e avisar que os pais dela haviam chegado, ela deu mais um beijo em Rony e aparatou de volta para seu quarto, mas tinha um sorriso bobo nos lábios.
Quando a mãe dela entrou no quarto para falar que já resolveram quase tudo, para voltarem a Londres a viu olhando sonhadora pela janela e com um sorriso que ela conhecia muito bem, se preocupou, pois a filha era tão jovem, mas a quem ela queria enganar, a filha já passara por muitas coisas e era muito madura para idade.
Eu acho o Rony um rapaz maravilhoso. – disse sentando ao lado da filha. – você sabe que o teu pai vai atrapalhar um pouco as coisas quando voltarmos para casa?
Eu sei mamãe. – disse triste. – mas sei que fomos feitos um para o outro, e iremos ficar juntos.
Filha vocês já...?
Não mamãe! – disse ficando vermelha. – mas já nos conhecemos, e fizemos algumas coisas. – ela sempre contou tudo para mãe, e assim o fez com relação à viagem, lógico que algumas coisas deixou só para ela.
Filha você saberá quando estiver pronta. – sabia que seria logo, já fora jovem. – você esta tomando as pílulas ainda?
Não mamãe. – contou para a mãe à conversa que teve com Molly.
Ainda bem que ela te avisou antes. – disse surpresa, de como os bruxos eram diferentes dos trouxas. – Filha amanhã já estaremos com tudo pronto para voltarmos a Londres, pode entrar em contato com o ministério.
Já mamãe? – ela queria voltar, mas ali pelo menos via o Rony todos os dias. Ela já se acostumara com a presença dele, seria difícil ficar longe.
Sim filha, o quanto antes retomarmos a nossa vida será melhor. – falou pensativa – nem quero ver o estado da casa, tanto tempo desabitada.
Eu pedi para Molly, ir lá e arrumar tudo mamãe!
Filha é muito trabalho!
Ela é bruxa mamãe! – disse rindo junto com a mãe e desceram para tomar café da manhã, Rony esperava por elas na frente da porta, trocou um olhar apaixonado com Hermione, pegou a sua mão e foram conversando para o restaurante do hotel, Elizabeth fez questão de falar que daria apoio a eles sempre.
Hermione quando voltou ao quarto mandou uma coruja ao ministério em Sidney pedindo uma chave de portal, para quarta-feira, pegou um livro, mas seus pensamentos eram toda hora desviados para o ruivo, que estava tão perto dela que desistiu de ler, teve uma idéia e resolveu por em pratica, chamou Wendy, que estava sentada numa poltrona, e fez alguns pedidos a ela, que prontamente realizou as tarefas, ela se vestiu de acordo, e aparatou no quarto de Rony, ele estava escrevendo uma carta e se assustou quando viu, ela falou para ele não fazer perguntas e pediu para ele se trocar, pegou o braço dele assim que ele se arrumou e desaparatou.
Aparataram em uma praia praticamente deserta, ela o abraçou, dando um beijo carinhoso nos lábios.
Gostou da surpresa?
Muito. – respondeu sincero. – teu pai não vai gostar de saber disto.
Eu falei com a mamãe ela vai arranjar uma boa desculpa – ela o olhava com muito amor - Como vamos voltar para casa logo queria que nossos últimos dias fossem especiais. – disse carinhosa, ele estava conquistando ela cada vez mais, bastava olhar aqueles olhos azuis que ficava sem raciocínio nenhum.
Com certeza serão inesquecíveis. – disse tornando a capturar os lábios dela, com ternura.
Quando se separaram resolveram tomar um banho de mar, ficaram brincando horas na água, sempre que ficavam próximos se beijavam, Hermione havia preparado um picnic para o almoço estenderam a toalha na areia, ela fez um feitiço para que a areia não os incomodasse, riam e brincavam enquanto comiam, quando estavam satisfeitos foram conhecer a cidade, que era bruxa, passearam de mãos dadas, tomaram sorvete, compraram lembranças para família de Rony, inclusive para o novo Weasley, eles discutiram se comprariam o presente para menino ou menina, Rony ficou horrorizado com a escolha de Hermione, um conjuntinho de calça e casaquinho rosa com um unicórnio bordado, ele se decidiu por um azul com um pomo de ouro bordado, já estavam saindo da loja de artigos infantis, viram um macacão com um leão bordado, Rony decidiu compara um azul, e Hermione de birra comprou um igual em rosa, o fez Rony rir da teimosia da morena. Eles estavam saindo da loja onde compraram os presentes de Molly e Arthur, já iam voltar para o hotel, pois estava anoitecendo, quando ouviram uma voz arrastada muito familiar.
Ora se não é a sangue ruim e o pobretão traidor do sangue – disse Draco Malfoy com escárnio.
O que você quer Malfoy? – perguntou Rony sacando a varinha e se colocando a frente de Hermione numa atitude protetora. Malfoy imitou uma ânsia quando viu a atitude do ruivo, Rony apontou a varinha para ele que nem se alterou. - Como você nos achou?
Não se preocupe Weasley eu farei nada contra vocês, só vim avisar que se depender dos nossos esforços e ódio, não sobrara um Weasley vivo para contar história, o engraçado é que pelo visto vocês já estão matando as futuras gerações. – viu as feições intrigadas de Rony e disse com a voz divertida – Eu os achei, pois estava na recepção do hotel quando a sangue ruim foi pedir informações sobre essa cidade, queria lhe entregar isso – mostrou um embrulho que tornou a guardar nas vestes e retirou outro – Mas acabei de receber esse, e pelo que vi esta muito melhor. – jogou a eles um jornal ao mesmo tempo em que desaparatava com uma gargalhada sinistra, enquanto a noite caia.
Rony pegou o jornal Hermione se postou ao lado dele enquanto ele o desdobrava eles viram que era o Profeta Diário daquele dia. Rony leu a manchete da primeira pagina, sentiu o chão se abrir.
Permanece inalterado o estado de saúde da grande auror e medibruxa Sarah Nixe McGonagall Black Holff.
Apesar dos esforços dos nossos repórteres ainda não temos toda a história, o que se sabe é que a Drª Holff esta internada desde sábado no inicio da noite no St Mungus, um enfermeiro falou com a nossa repórter e deu a seguinte declaração "A Drª Holff está em estado de coma profundo, ela chegou muito machucada, inconsciente e vitima de severa hemorragia, o que quase a levou a um aborto, mas graças a poções criadas pela própria Drª a gravidez esta sendo mantida".– sim queridos leitores a nossa valorosa criadora de poções esta grávida, ao que consta o suposto pai da criança que era seu namorado desde a infância Charles Fabian Weasley, conhecido como Carlinhos, um grande estudioso de criaturas mágicas sendo especializado em dragões, a agrediu quando logo depois de saber da gravidez de sua ex-namorada a viu numa cena de amor com ninguém menos que Sirius Black. O que nos dá a veracidade dos fatos é que quem socorreu a querida doutora foi o Black que está ao lado dela desde então, já o Weasley não apareceu nenhuma vez no St Mungus, os únicos da família vistos aqui foram os pais do rapaz e alguns irmãos, além do "Grande Salvador" Harry Potter, que continua sendo protegido de nossos repórteres por um verdadeiro batalhão de aurores, e também não passou despercebido o sumiço de seus dois amigos inseparáveis "A Amiga nº 1" Hermione Granger e "O Valente" Ronald Bilius Weasley, que é irmão do covarde agressor, família do rapaz continua a não prestar maiores esclarecimentos sobre o fato, Minerva McGonagall nova diretora de Hogwarts provou ser tão polemica quando seu antecessor Alvo Dumbledore, quando garantiu que a neta continua no seu quadro de professores para o próximo ano letivo, isso mesmo senhores teremos uma mãe solteira ensinando aos nossos jovens. (Leia a história completa nas págs 08, 09, 10.) nossos agradecimentos ao fotografo Dean Folth que estava no saguão do St Mungus na hora que eles chegaram, e seu dever falou mais alto que a dor que sentia em seu pé no momento.
Vejam a biografia resumida da drª Holff na pág. 06
As poções que foram criadas por ela na pág. 22
Quem é Carlinhos Weasley na pág. 15
Drª Holff uma Salvadora ou uma oportunista pág. 25
Os escândalos de Sirius Black. Pág 03
Onde está o casal apaixonado Ron e Mione? Pág 16
Como proceder ao pisar num ouriço. Pág 02
Eles perceberam que era a principal noticia, o resto da página estava cheio de fotografias, da Sarah com o Carlinhos e a mais assustadora era a que estava no meio do texto mostrava Sirius carregando Sarah desmaiada e toda ensangüentada.
Esse jornal só pode ter sido forjado pelo Malfoy! - exclamou Rony desesperado. – Meu irmão jamais faria isso! – ele se lembrou da cena presenciada no hospital quando ele foi ferido e sentiu o sangue gelar. – Mione se importa de voltarmos para o hotel?
Ela o abraçou com força e logo estavam no quarto de Rony, ele estava com as feições carregadas e em silêncio, escreveria uma carta à mãe pedindo explicações, quando ouviu umas batidas na janela e viu uma coruja, leu a carta de Molly, e com lágrimas nos olhos a entregou a Hermione que quando leu se jogou nos braços dele e choraram juntos, o pai dela entrou no quarto e viu a cena percebeu que algo grave havia acontecido, desistiu da bronca que daria e simplesmente fechou a porta. Mais tarde no jantar contaram aos pais que Sarah estava muito doente, lógico que omitiram alguns fatos.
A terça parecia se arrastar, Rony queria voltar logo para casa, e só poderiam ir no outro dia, fez a mala, deu um passeio com a família de Hermione pela cidade, foram a opera, jantaram em um restaurante, mas Mione percebeu que Rony estava calado e sério demais, na quarta pela manhã foram para Sidney pegar a chave de portal que os levou para Londres, onde para desespero de Rony era terça a noite. Um carro do ministério levou os Granger para casa, Rony os acompanhou quando viu que tudo estava bem e eles estavam em segurança se despediu de todos, e com total carinho de Hermione, aparatou n'A Toca, a mãe, Harry e os irmãos o esperavam, contaram como tudo aconteceu realmente, ele Jantou reparando nas mudanças que aconteceram na casa, e subiu para o quarto, onde teve a surpresa de ver tudo também estava modificado, Harry e Gina entraram logo depois, Rony se acomodou na poltrona que tinha ali, Harry e Gina sentaram na cama de mãos dadas e ficaram conversando Rony contou como fora à viagem, falou sobre a ilha, mais tarde contaria outras coisas, mas seria somente a Harry, depois de colocar um abafiato na porta contou sobre o ataque sofrido, e a ameaça de Malfoy, Harry contou da batalha n'A Toca.
Você não me contou isso Harry. – disse Gina sentida, mesmo depois de tudo ele ainda escondia coisas dela.
Desculpe Gi, eu esqueci! – disse sincero – O Carlinhos me pediu segredo e depois nos poucos momentos que ficamos sozinhos, tínhamos coisas mais interessantes para fazer. – se virou e deu um selinho nela, Rony respirou fundo e virou o rosto admirando com interesse um pôster que tinha em seu quarto, não queria imaginar o que eram essas "coisas", mas a lembrança do que ele e Hermione fizeram lhe passou pela cabeça e ele deu um pequeno sorriso, tinha que admitir, mesmo que lhe doesse que ele e a irmã estavam crescendo.
Vamos planejar como iremos ajudar a Ordem ou vocês vão ficar se beijando – disse com a voz divertida, ao se virar novamente para eles depois do tempo que achou necessário e ver que o selinho se transformou num beijo apaixonado.
Foi mal Rony. – disse Harry ao se separar, mas estranhando que Rony estava divertido e não bravo. – mas pelo o que eu ouvi, de algumas reuniões que aconteceram na casa do Sirius, estamos fora desta vez, já que com a caçada das horcruxes e a morte de Voldemort - esse nome não provocava mais reações ruins – a profecia foi cumprida, estão me protegendo tanto, que nem o Profeta Diário eu posso ler.
E você esta aceitando isso numa boa? – perguntou Rony incrédulo.
No inicio eu fiquei bem chateado, mas depois eu pensei, você e a Mione não estavam aqui, e sozinho eu não nada, e também, eu cumpri a profecia, mereço um pouco de paz, pelo menos por enquanto quero ser um adolescente normal. – olhou para Gina com um olhar apaixonado. – quero curtir a minha namorada e meus amigos sem me preocupar com os seguidores do cara de cobra, se a coisa ficar mais seria, daí nos quatro mais os membros da AD lutaremos. Por enquanto a Ordem esta dando conta sozinha.
Você esta certo!– Rony não reconheceu o amigo, mas gostou do que ouviu Harry merecia um pouco de paz. Ouviram batidas na porta, Rony desfez o feitiço e abriu a porta para Molly que estava carregando uma bandeja com três cálices com a conhecida poção do sono.
Rony meu filho você precisa dormir para se adequar ao fuso horário, e como sei que vocês dois também estão com problemas para pegar no sono já trouxe poção a todos. – falou carinhosa.
Obrigada mãe fazem duas noites que não durmo direito, e esse tal fuso horário, é uma bagunça mesmo. – falou com a voz sincera.
Gina venha! Vamos deixar os meninos dormirem. – falou e saiu do quarto sabia que a filha queria dar boa noite ao Harry, quando Gina saiu, observou os dois beberem a poção e se deitarem, logo pegando no sono, ajeitou as cobertas de Rony, enquanto Gina fazia isso nas de Harry, foi com Gina até o quarto dela onde também a colocou na cama, seguiu para seu quarto Arthur esperava por ela, se beijaram com amor, eles estavam muito abalados com tudo, beberam a poção e dormiram abraçados.
A quarta-feira chegou com um sol incrível, fazia muito calor, depois do almoço Molly ficou sozinha, Rony Harry e Gina haviam ido para o bosque, nadar um pouco, ela estava arrumando a cozinha com o pensamento longe, não tinha noticias de Carlinhos dês da noite de sábado, domingo quando chegou do hospital, achou somente uma carta. O quadro de Sarah se mantinha inalterado, depois de vários sustos, que tiveram na madrugada de sábado ela se estabilizou num ponto e dali não teve melhoras, o medo da medibruxa responsável a Drª Mariana O'Hara, era que ela piorasse ou talvez nunca mais acordasse, mas os seus netos, estavam cada a dia mais fortes, o batimento deles era regular, e tudo estava perfeito. Ela enxugou as lágrimas, eram um misto de felicidade e preocupação. Netos! Isso a fez colocar um sorriso nos lábios, jamais sonhou com essa possibilidade, de repente ouviu um barulho, sentiu um sobressalto no coração olhou pela janela e viu Carlinhos estacionar a caminhonete, mas ele não estava sozinho, ele desceu fez a volta abriu a porta para a sua acompanhante, Molly sentiu o ar fugir de seus pulmões quando viu quem estava com ele.
Eles trocaram um selinho e então entraram abraçados, rindo felizes como se nada tivesse acontecido, mas não podia ser verdade, devia estar sonhando, isso era emoção demais para ela.
Vem querida – disse Carlinhos todo carinhoso entrando na cozinha de mãos dadas se posicionou atrás dela trocou um olhar significativo com a mãe, fez um gesto negativo com a cabeça ao ver o olhar que Molly estava, mostrou o seu braço esquerdo, o que fez Molly compreender e abraçou a moça por trás.
Seja bem vinda! – disse Molly.
Jully meu amor essa é a minha mãe, tua futura sogra. – falou todo meloso apertando ela ainda mais. – mãe esta é Jully o grande amor da minha vida a mulher com quem eu passar o resto dos meus dias. – deu um beijo em seu pescoço, o perfume já conhecido, tomou conta do ambiente.
Prazer. – disse com uma voz enjoada. – Nossa quando o Fofuchinho falou que tinha origem humilde não pensei que fosse tão pobre assim. É limpinha, mas é tão simples, o quintal é um nojo, nossa que bagunça e os animais então? – falou enquanto observava cada detalhe da cozinha d'A Toca. – Eu conheço um regime maravilhoso, depois ensino a senhora. – ela olhava Molly de cima a baixo – Fofuchinho você não falou o nome da tua mamãe – ela usava uma voz melosa quando falava com Carlinhos.
Desculpa Ju, o nome dela é Molly Weasley. – falou carinhoso em seu ouvido.
Mas pode me chamar de Srª Weasley – cortou Molly, definitivamente não gostou da moça, o esforço que fazia para não estuporá-la era imenso.
Tudo bem então Srª Weasley – falou com escárnio. – estou tão cansada fofuchinho não podemos ir para o teu quarto, queria tomar um banho, e aproveitar um pouco. – usou uma voz sedutora.
Ju aqui não dá. – falou Carlinhos também sedutor.
Eu acabei de fazer um suco de abóbora e um de amoras esta bem gelado, sentem-se que eu vou pegar. – Molly não estava acreditando na audácia daquela moça.
Cadê as crianças mamãe? – Carlinhos perguntou depois de puxar a cadeira para Jully e sentar a sua frente, ela rapidamente pegou a mão dele sobre a mesa e começou a acariciar, enquanto com o pe acariciava a perna dele.
Foram ao bosque. – respondeu Molly seca, enquanto servia as bebidas. - Creio que não vão demorar muito para chegar.
A Srª sabe que hoje quase morri quando vi o Fofuchinho na minha casa em Paris? – falou sonhadora. – Ele foi me falar que queria namorar comigo, que se livrou da loira aguada e que eu sou a única mulher que pode o fazer feliz.
Interessante - falou Molly – você me da licença um minutinho?
Lógico, o casebre é seu – respondeu desdenhosa.
Charles eu preciso que você me ajude aqui na sala. – falou se levantando depressa e indo para sala.
Volto logo está bem Ju? – disse dando um selinho nela, e seguindo a mãe para sala. Voltaram uns minutos depois, Molly estava com um semblante mais aliviado.
Então você também trabalha com dragões querida? – perguntou Molly enquanto se sentavam
Trabalhava. – falou num tom triste – fui mandada embora da reversa da Romênia, tenho certeza que foi culpa da loira aguada, mas também não queria ficar lá longe do fofuchinho, agora vou trabalhar com ele então a loira aguada não pode mais me prejudicar. A senhora a conhece não é?
De quem você esta falando querida?
Da ex do Fofuchinho a tal da Sarah. – falou o nome com escárnio Carlinhos que tinha ficado em pe atrás da cadeira da morena retesou o corpo, ela pensou que fosse para estreitar o abraço. – É verdade o que o Profeta Diário falou que ela esta quase morta?
Eu a conheço, e é verdade sim. – Molly falou a olhando firme e viu o sorriso que ela deu. Mas quando olhou para o filho viu seus olhos brilharem.
Você se livrou uma bisca Fofuchinho – disse melosa levantando a cabeça a ele e oferecendo os lábios, ele deu um selinho nela, mas se recusou a aprofundar o beijo, e neste momento a porta da cozinha foi aberta.
Mãe o Car... – as palavras morreram na boca de Gina ao ver a cena, puxou tão rápido a varinha, que se Harry não tive atento ela tinha azarado os dois, Harry a forçou a baixar o braço, ela olhou com fúria quando os olhos de Carlinhos cruzaram os seus, mas ele mostrou o mesmo braço que tinha mostrado a mãe e ela o olhou interrogativa, ele deu um olhar que significava "depois eu explico".
Ju meu amor, essa é a minha irmã, o meu irmão caçula e o Harry Potter. – apresentou. Ela olhou a todos com muito interesse.
Você deve ser a Gininha, o Fofuchinho fala muito de você. – falou com uma voz que se usa com crianças. – tão engraçadinha, você será bonitinha quando crescer, é só dar um trato nesse cabelinho horroroso, nossa como é ruivo, e esta bem seco, existem poções ótimas querida, a gente tem que se cuidar desde criança fofinha. Nossa, mas você tem muitas sardas! Que pecado, será difícil arrumar um namorado, quando você chegar na adolescência.
E você é uma – ia dar uma resposta à altura, mas quando viu o olhar da mãe e do irmão mordeu a língua respirou fundo e então continuou – bonequinha de porcelana. - Falou por fim pegou a mão de Harry, mas antes que pudessem sair à morena falou.
Eu não sabia que o famoso Harry Potter era tão gatinho. – usou o mesmo tom sedutor de antes. – e você com certeza é o Rony outro gatinho igual ao fofuchinho. – Rony e Harry estavam escarlate Harry sentia Gina apertar com força a mão dele então rapidamente saíram da cozinha, Gina olhou muito feio para Carlinhos antes de subir a escada, mirou o cabelo da morena o deixando cheio de nos e todo quebrado, queria ver a surpresa da morena quando ela fosse escovar os longos cabelos.
Ju vou falar com a minha irmã e já volto – mas quando a soltou bateu com o braço no copo dela que virou derramando o suco. – desculpa boneca.
Deixe comigo filho é melhor você falar logo com a Gina - Molly se adiantou e limpou a sujeira, pegando outro copo e servindo o suco na pia, então entregou para ela. Ficaram sentadas na mesa apenas se olhando, ela demorou a começar a beber o suco, e o fazia com nojo.
O seu filho é muito gostoso deve ser ótimo na cama. – ela soltou deixando Molly desconcertada. Mas ouviu uma batida na porta da sala pediu licença e foi atender, voltou depois de alguns minutos acompanhada.
Querida essa é Ninfadora Tonks uma amiga da família.
Que nominho mais ridículo, mas você até que é bonita. – falou seria. – lógico que eu não vou falar isso nenhuma mulher é mais bonita do que eu. – o copo de suco já estava pela metade, ouviram passos na escada, mas a morena pareceu não ouvir, nem quando minutos depois seis homens entraram na cozinha ficando atrás dela silenciosamente.
Então quer disser que você trabalhava com o Carlinhos na Romênia? – perguntou Tonks depois que a morena deu mais um gole no suco.
Trabalhava sim, eu fui lidar com dragões, por que é a profissão onde tem os homens mais gatos, eles são tão musculosos. – falou sonhadora. – Os aurores também são, mas eu não tive notas para ser auror.
Você não tem namorado? – Tonks continuou a perguntar.
Não, nenhum firme, eu gosto de quantidade e não te ficar muito tempo com um homem só isso enjoa.
Então quer disser que você gosta de conquistar? – Era inegável Tonks sabia muito bem como conduzir um interrogatório.
Sim, adoro conquistar, e quando eles estão rastejando eu uso, abuso e os descarto, quanto mais difícil melhor.
Sério? – disse Tonks espantada nunca havia visto uma moça tão jovem com tais pensamentos. – E qual foi a tua conquista mais difícil?
Com certeza foi o cabeça de cenoura do Weasley – ela deu risada. – você sabe que quando eu o conheci nem fui muito com a lata dele, ruivo, pobre, a única coisa a favor era o corpo, convenhamos ele é um tesão de homem. Mas comecei a ver o jeito dele com a namorada, nossa fiquei louca, decidi que queria ele para mim.
E o que você fez? – perguntou Tonks curiosa.
No inicio foi difícil, ele ama mesmo aquela loira nojenta, então um dia ouvi o Carlinhos comentando com o nosso colega o Carlitos, que um amigo ia morar com ela, eu vi ali uma oportunidade, e eu estava na turma dele, passei a demonstrar total interesse a aula chata que ele dava.
Sério que aula do Carlinhos é chata – Tonks falou divertida olhando nos olhos de um dos homens que ainda estavam em silêncio.
Muito, o que eu quero saber de sangue e músculo de dragão, nada, eu quero é saber de músculo de homem especialmente de um músculo especifico se você me entende? – piscou um olho para Tonks.
Mais suco querida? – perguntou Molly, ela estava assustada demais.
Quero sim, sua velha chata. – entregou o copo a Molly que serviu o suco, e olhou para os homens mostrando o frasco da poção eles confirmaram e ela colocou mais, Veritaserum no copo da moça, e entregou a ela, que tomou a metade de um gole só.
E então como você conquistou o Carlinhos? – perguntou Tonks assim que ela largou o copo.
Ah! Sim a história é tão engraçada. Eu comecei a ficar depois da aula, ele solicito, tirava todas as minhas duvidas, um dia fingi que estava chorando ele prestativo e gentil veio me consolar, eu inventei que a minha irmã tinha traído o namorado, com um amigo dela que dividia o apartamento com ela, e o namorado descobriu e eles terminaram, mas também o que o cara queria deixar a namora dividir a casa com outro, a convivência acaba gerando intimidades e daí para a paixão é um pulo. – ela riu novamente. – Vi no olhar dele que tinha conseguido plantar uma semente de duvida.
Você provavelmente já sabia que ele era muito ciumento? – perguntou Tonks
Sim o ciúmes dele é lendário na reserva, ele só falta matar qualquer homem que olhe para loira sem sal.
Mas então você parou por ai?
Não, eu tinha um frasco de Fragrance Dominion em casa, então passei a usar o perfume pensando no Carlinhos, mas ele apesar de acreditar cada vez mais em mim, não cedia as minhas cantadas, até que a Fada Morgana me abençoou, estávamos em março, era uma sexta feira treze, e ele ganhou uma folga extra, por conta de uma captura difícil que ele fez, ele ia avisar a loira que ia para casa dela, eu o convenci a ir de surpresa, pois quem sabe ele pegava algum flagrante, e não é que deu certo. Ele chegou na reserva chorando parecia um garotinho ele contou do beijo nem acreditei, duvidava que fosse real, pensei que talvez fosse ilusão produzida pela poção, então eu o consolei, disse que ela era suja, que não prestava, que foi melhor assim, e que ele devia dar o troco, falei que faria esse sacrifício, lógico queria beijá-lo e não perderia a oportunidade. No outro dia a idiota foi na reserva e ele me beijou com gosto, desejo eu ainda fiquei esfregando a perna na perna dele, a cara que ela fez foi o máximo.
E depois disso você não usou mais? – Tonks não queria fazer certas perguntas, afinal ali na cozinha estavam além das três, Sirius, Carlinhos, Arthur, Remo, Shacklebolt e Gawain estava no corredor com mais dois aurores.
Não ainda usava, em menor quantidade, mas usava, eles estavam separados, era isso que eu queria, mas então um conhecido meu que é auror falou que os dois estavam juntos, ele os viu se beijando no corredor do ministério, então tive que retomar com o uso do feitiço mandava cartas diariamente para ele, usando cada vez mais perfume. Sabia que ela estava grávida, pequei um dia que ela foi na reserva uma conversa dela com Ivan, claro que fui fazer a cabeça dele com duvidas, pois se ele soubesse disso eles ficariam juntos, e eu não podia permitir isso.
Creio que já temos o suficiente para uma condenação, estou certa Shacklebolt? – perguntou Tonks, se ela continuasse o interrogatório iria meter a mão cara daquela coisinha.
Não! - Falou Carlinhos rapidamente
Fofuchinho, você ouviu? – perguntou assustada. – você viu quanta coisa tive que fazer para ficar com você? – ouviu-se um sonoro tapa sendo dado. – sua velha nojenta, como ousou me bater? – disse esfregando o rosto onde estava a mão de Molly desenhada num tom vivo de vermelho.
Não me peçam para ter sangue frio enquanto ouço essas barbaridades. – falou Molly olhando para os presentes que estavam espantados com a atitude dela. – acho que já ouvimos até demais, ainda não é o suficiente para ela ir para Azkaban?
Sim com essa confissão ela será condenada. – falou Shacklebolt com a voz grave.
Eu preciso saber de uma coisa. – falou Carlinhos, olhou para os pais constrangido - Desculpem fazer vocês passarem por isso, mas eu quero ter a Sarah de volta e para isso preciso de uma lembrança dela, aviso que não será nada agradável se a senhora quiser sair mamãe eu entendo.
Prefiro ficar acho que mais nada vindo dessa coisinha ai me assusta.
Esta bem – Carlinhos conjurou um fraco de cristal, usou um feitiço de imperturbabilidade na porta, isso era algo que ele não deixaria os irmão e Harry ouvirem, sabia que eles estavam ouvindo a tudo com orelhas extensíveis, ficou em pe ao lado da mãe de frente para Jully a olhou com nojo e ódio, só ele sabia como se controlou até ali para levar o plano adiante, a sua vontade era acabar com ela, mas se fizesse isso com as próprias mãos se rebaixaria ao nível dela e perderia a razão. – Jully no dia em que cheguei no meu apartamento e vi você e o Carlitos – ele fez uma pausa, afinal tinha que escolher as palavras. – dormindo abraçados e nus na Chez lounge que ficava no meu quarto, a Sarah esteve lá?
Sim! Acho que foi o dia mais feliz da minha vida a cara dela, e o que aconteceu depois nossa eu adorei.
Conte a história completa em todos os detalhes. - falou Carlinhos com lágrimas nos olhos, mas fúria na voz. – acho melhor a senhora sair mãe e você também Tonks.
Não meu filho, eu fico, o que ela falar sobre esse assunto não será novidade para mim.
Nem para mim. - disse Tonks.
Vocês que sabem. – respondeu após o pai e Lupim não se manifestarem. Puxou a varinha e fez um feitiço uma linha prateada saiu da cabeça dela até a varinha dele e outro ia até o frasco em cima da mesa. – comece a contar. – ordenou com raiva na voz.
Flashback
Era 17 de abril Carlinhos estava falando com Carlitos em seu escritório na reserva com a porta aberta, quando Jully se aproximou, cumprimentou os rapazes de forma sedutora, estava vestida, com uma calça justíssima preta e uma blusa muito decotada branca, deu uma cruzada de pernas, que fez a calça desenhar as coxas dela, mas Carlinhos nem olhou, detestava mulheres que se vestiam assim, já Carlitos não tirou o olho.
Depois continuamos Carlitos – falou Carlinhos um pouco seco, gostava da Jully como amiga, mas ela passou a insistir em ficar com ele, e isso ele não queria.
Vão acabar a reunião só por que eu cheguei? – Jully disse com voz melosa.
É Carlinhos o que tem a menina saber? – falou Carlitos olhando Jully com adoração
Tudo bem. – Carlinhos se rendeu, sabia que Carlitos estava doido para ficar com Jully. – então eu acho que hoje a noite seria o melhor momento para fazermos a pesquisa. Nos dois estamos de folga hoje à noite até a noite de sábado, então podemos ficar até tarde, a lua é a certa numa sexta feira, eu estou precisando mesmo de uns galeões extras.
Ai eu também quero participar. – falou Jully melosa. – minha avó esta doente e preciso ajudar.
Por mim não tem problemas - disse Carlitos.
Então esta bem. – Carlinhos não gostou da idéia, mas não podia dar contra. – faremos no teu apartamento então?
Não vai dar – respondeu Carlitos. – minha mãe esta lá e ela não nos dará paz, é melhor no teu mesmo Carlinhos.
Esta bem. – não queria a Jully em seu apartamento, mas não via saída – Estejam lá as sete da noite em ponto.
Ok. - Disseram os dois juntos se levantaram Jully se inclinou na frente de Carlinhos, mostrando seus seios pelo decote, ele deu um pulo da cadeira e foi com eles até a porta, onde se despediu arrependido de incluir a morena na pesquisa.
As sete em ponto os dois chegaram ao apartamento de Carlinhos, Jully trouxe uma garrafa de whisky de fogo, eles foram direto para a cozinha, ficaram horas estudando, como aproveitar melhor a bílis do dragão, só pararam quando sentiram fome, e já tinham seis experimentos diferentes prontos, Carlinhos os mandou descansar na sala, pegou no freezer, strogonoff de frango, fritou umas batatas e fez um arroz branco e uma bela salada verde, quando foi os chamar os viu se beijando, deu meia volta e então gritou da cozinha, eles jantaram, arrumaram a cozinha rapidamente e voltaram para a sala, tinham que esperar o experimento maturar.
Quer um copo de Whisky Carlinhos? – Jully ofereceu.
Eu não posso beber estou de plantão na reserva hoje. – respondeu sério.
Mas eu quero Jully, pode encher o copo docinho. – disse Carlitos, e pelo visto já era o seu segundo copo.
Eu sozinha aqui com vocês esta me dando umas idéias tão loucas. – disse Jully enquanto servia o copo do rapaz.
Que tipos de idéias? – perguntou Carlitos curioso
Tenho até medo de descobrir - falou Carlinhos num tom severo. Mas foi interrompido por um patrono que entrou em seu apartamento.
Carlinhos venha urgente, seis ovos rachando e dois filhotes de um ano fugiram, há relatos de trouxas que os viram.
Estava calmo demais! – disse Carlinhos se levantando. – Carlitos venha aqui?
Fale – perguntou o loiro quando chegaram na cozinha.
Se você for fazer algo com a Jully, não faça na minha cama. – disse sério. – Lá a única mulher que deitou foi a Sarah e vai continuar assim.
Tudo bem. – respondeu o loiro – ela é tão gostosa, cara que deusa, é só ela baixar a guarda que eu emplaco o gol, depois te falo os detalhes, apesar de você nunca me contar na integra como foi a partida.
Detesto o jeito que você fala das mulheres. – censurou Carlinhos, ele só teve a Sarah, mas falar dos momentos de amor deles em detalhes era algo que jamais faria, muito menos compará-los a jogo de quadribol. – não esquece na cama não! - Disse saindo da cozinha pegando a capa, e saindo do apartamento.
Que idéias a bonequinha estava tendo? – perguntou Carlitos sentando ao lado dela. E pegando outro copo de whisky.
Eu queria realizar uma fantasia que eu tenho, mas sem o Carlinhos não dá. – falou melosa, ameçou de se levantar. Ele a puxou de volta, ela cai no seu colo e ele a apertou forte contra seu corpo, ela sentiu que o membro dele estava firme, também sentiu sua intimidade pulsar, por que não aproveitar? Ela havia colocado uma poção do amor no Whisky, mas Carlinhos nem tocou. – querido vou ao banheiro me preparar para você. - Disse saindo do colo dele.
O único banheiro ficava no quarto ela quando entrou se maravilhou com a decoração, tinha certeza que era coisa da loira, a cama era enorme e parecia muito confortável, da porta se via duas chez lounge uma preta e uma branca, que ficavam ao lado da janela uma de frente para outra, foi até o banheiro entrou, tirou a roupa, ficando apenas com um conjunto vermelho e começou a mexer nos armários que tinham ali, ela queria preservativo, mas só achou produtos de higiene pessoal, algumas poções, mas uma a chamou a atenção era um frasco de poção polissuco, o pente de Carlinhos estava sobre a pia, e tinha alguns fios de cabelo, ela pegou e jogou na poção que na mesma hora ficou num lindo tom vermelho cristalino, pegou o perfume dele também e saiu dali, não achou preservativo, mas achou coisa muito melhor.
E ai boneca pronta? – perguntou Carlitos parado na porta do quarto nu e já de preservativo, ele podia ser um patife com relação a mulheres, estar bêbado, mas não era doido.
Prontinha. – falou sedutora. – achei uma poção que aumenta o tempo de ereção, tome para termos muito tempo de amor. Não que eu não confie no teu rendimento, mas eu sou insaciável. – ofereceu os lábios a ele que a beijou com volúpia.
Deve ser uma das criações da Sarah, o Carlinhos comentou meio por cima, comigo sobre uma, que eles usaram na Itália, que era ótima. – disse bebendo num gole só, sentiu todo o corpo doer, mas como não notou grandes diferenças, ele e Carlinhos tinham o mesmo peso e altura, ambos musculosos, e a única mudança que ele viu não achou ruim.
- Você está perfeito - falou passando o perfume de Carlinhos nele, que estava a copia exata do ruivo, cada músculo, tudo perfeito.
-Então vem cá me deixa te mostrar as estrelas de perto. - falou a abraçando e se livrando da lingerie, ela estava indo para a cama quando Carlitos a guiou para a chez branca, ela se deitou e ele a penetrou sem muito carinho, começou os movimentos, mudaram varias vezes de posição, quando ela estava de quatro na chez, e ele a em pé a penetrava, ela ouviu um barulho na porta ficou com medo de ser o Carlinhos que tinha voltado, seria difícil explicar a situação, olhou rápido para a porta do quarto e se surpreendeu ao ver que era a loira. O olhar dela era de incredulidade, viu quando as lágrimas caiam dos olhos.
-Carlinhos que delicia. – Jully falou ainda olhando Sarah. – como você faz gostoso. - ela usou uma voz melosa o que fez o rapaz não perceber a troca de nome.
-Você também faz muito gostoso Jully é a melhor que eu já tive.
Mais forte Carlinhos – disse com um sorriso vitorioso, Sarah se virou e sumiu, depois de um tempo um pouco longo ouviu a porta do apartamento ser fechada, mas como Carlitos estava chegando ao fim e gritava o seu nome ele não ouviu, logo se deitaram abraçados e pegaram no sono, quando Carlinhos chegou o efeito da poção havia passado, e os acordou, claro que ficou chateado com o amigo, tanto que deu a chez para ele, mas eles não fizeram na cama que foi onde ele proibiu.
Fim do flashback
A cara que a loira fez, e o Carlitos ainda é do tipo escandaloso gritava o meu nome tenho certeza que da sala ela ouviu. – disse dando risada, todos os presentes estavam tão admirados que não conseguiam falar nada, Carlinhos estava fechando o frasco, sentia seu peito doer só de imaginar o quando Sarah sofreu ao ver a cena. – Claro que o que a idiota viu foi você Fofuchinho, ela jamais pensaria ser outro, afinal era no teu quarto, apesar dela só ter visto "você" de costas para onde ela estava, claro que ela deve conhecer teu corpo muito bem e a poção foi tão perfeita que ele ficou até com as tuas tatuagens.
Como você sabe das tatuagens? – ele jamais ficou sem camisa perto dela.
Eu não falei que decidi que te teria depois de ver vocês juntos? – perguntou com frieza – eu estava muito curiosa para saber o que vocês faziam trancados tanto tempo no teu escritório, você nunca fecha a porta, só fazia isso com o Ivan ou com ela, então em julho antes das férias de verão do ano passado eu comprei uma capa da invisibilidade e me escondi lá assim que ela chegou, não demorou muito vocês entraram, ela se sentou na tua cadeira e você ficou escorado na mesa ao lado dela, ela virou a cadeira para ficar de frente para você e começaram a falar que a transferência de Harry havia sido um sucesso, de que um tal de olho tonto já estava na Grécia, do casamento do teu irmão dali a quatro dias, que ela não poderia vir por que iria estar no Brasil, quando eu pensei que vocês só falassem bobagens assim ao invés de aproveitar para fazer coisas mais interessantes, você acariciou o rosto dela se inclinou e a beijou, então ela se levantou, e vocês se abraçaram e ficaram se beijando então foram assim até o sofá, quando eu vi que ela teve um orgasmo só com o teu beijo, não acreditei, vi vocês tirarem a roupa e terem relação, neste momento eu decidi que você seria meu, afinal ela tinha tudo, e eu nunca fui amada daquela forma.
Você é louca. – disse Carlinhos não acreditando no que ouviu, ela os viu fazendo amor, algo tão puro e sagrado, um momento especial só deles - Só pode. Você não noção do que aquela noite quase causou. – agora Carlinhos entendia o mal pressentimento que teve naquela noite, no por que achou a aliança de noivado, o por que a Sarah sofreu o acidente.
Claro que eu tenho. – sorriu ao ver as feições intrigadas dele. – no sábado à tarde eu fui atrás dela, eu pequei o endereço dela num papel que você tinha escrito e estava no criado mudo, como ela não estava em casa, fui no hospital, quando cheguei a recepcionista falou que tinha acabado o horário de visitas, estranhei, afinal queria falar com uma medibruxa, mas daí disse que tinha um recado teu, ela então me contou que ela tinha sofrido um desmaio por um principio de aborto, coisa normal da gravidez de risco que ela tinha, e como estava com uma jarra de cristal na mão acabou se machucando, que se não fosse o amigo dela ter socorrido logo poderia ter sido fatal, fui ao céu, eu sabia o real motivo de tudo, lógico foi a cena que ela viu no apartamento, quando ela me viu ali, ela ficou branca e furiosa, me mandou sair mas não o fiz até falar umas coisas para ela, teve uma hora que te juro pensei que ela fosse desmaiar de tão nervosa, os seguranças me tiraram do quarto e um bando de medibruxos entraram correndo, alguns dias depois quando a vi na reserva não acreditei, que ela ainda estava viva e grávida, mas parece que você se encarregou de acabar com isso.
Ela mal fechou a boca, e o que aconteceu foi muito rápido a cozinha foi iluminada por raios de varias cores, acertaram a moça que foi lançada alto bateu no teto d'A Toca e caiu pesadamente num canto distante, os aurores e aos jovens que estavam no corredor abriram a porta assustados, viram que todos os presentes estavam com a varinha em punho e o corpo de Jully caído de forma desconjuntada no chão, ela tinha verrugas e tufos de pelos grossos e verdes, além de pústulas roxa-esverdeadas horríveis, espalhadas pelo corpo, o que os aurores não sabiam era que ela fora atingida por três cruciatos e um estuporamento, além das azarações aparentes.
Shacklebolt se adiantou e verificou que a moça estava viva, machucada mais viva, ela ficaria um tempo na enfermaria da prisão antes de ir para cela.
Gina, Harry e Rony, olhavam assustados a cena, mas imaginando o que a moça falou que gerou tal reação em todos, pois pelo visto até Shacklebolt a azarou.
Levem essa doida daqui. – gritou Carlinhos fora de si, ele nunca havia usado uma maldição imperdoável antes, mas sabia que com a raiva que estava seria capaz de usar até uma avada, lágrimas caiam de seus olhos, como fora cego, nunca imaginou que essa moça, que era um pouco mais velha que Gina poderia ser tão vil, tão invejosa, ela o fez perder tudo, era para estar preparando o casamento com a Sarah e agora ele a perdera, pois além do que ela viu, tinha o que ele havia feito, e isso seria difícil dela o perdoar. Pensava enquanto os três aurores levavam a moça desacordada
Acho que todos precisamos de um chá – disse Molly assim que os aurores saíram. Fez um movimento com a varinha e xícaras voaram para a mesa, e a chaleira no fogão apitou indicando que a água estava quente, bolos e biscoitos vieram da despensa e pousaram na mesa, enquanto todos sentavam em seus lugares - Meu filho quando você chegou com essa moça eu te juro que pensei que ela tivesse te enfeitiçado novamente, que você não tivesse conseguido quebrar o feitiço totalmente.
Não mãe o que aconteceu no bosque foi o suficiente, e uma fez quebrado ele perde o efeito, eu senti o cheiro horrível do perfume, mas foi só isso. – falou Carlinhos sério enquanto tomava um gole de chá, olhou para a mãe triste respirou fundo sentiu um nó se formar em sua garganta. – como está a Sarah e os meus filhos? – todos na mesa se entreolharam, Sirius endureceu o maxilar, numa tentativa de evitar as lágrimas, Molly o olhou consternada.
Filho, os nenéns estão cada dia mais fortes, mas nos quase os perdemos. – disse triste.
Como assim – perguntou assustado.
Já estávamos lá a algum tempo, esperando noticias, então a drª Mariana veio com uma expressão consternada, senti que algo tinha acontecido, ela nos disse que os nenéns estavam sem batimentos há muito tempo, e que eu precisava assinar a autorização para a retirada deles, que já devia ter sido feita, mas por serem mais de um e serem da Sarah, sua amiga, ela esperou mais tempo. – fez um pausa, a lembrança era muito forte. – sentia o coração doer ao assinar aquele pergaminho, então pouco depois da medibruxa voltar para o quarto da Sarah vimos uma correria e um enfermeiro veio procurando pelo pai das crianças, falei que você não estava, então ele disse que precisava do sangue dos avôs paternos urgente, pois a Drª Mariana refez o exame antes de tirá-los e ouviu um batimento fraco e precisava fazer uma poção para fortalecer o vinculo deles com o pai, já que você os rejeitou e isso era o que estava os enfraquecendo, então o Sirius entregou um frasco com uma poção que a Sarah tinha feito com o teu sangue, e que sempre tomava, depois disso eles estão a cada dia mais fortes.
Isso deve ter sido no momento que eu os aceitei. – disse num sussurro, pois as lágrimas e o no em sua garganta estavam imensos, se ele demorasse um pouco mais as crianças teriam sido retiradas, ele teve muita sorte. Graças as Fadas, tinha certeza que elas foram as responsáveis pelo atraso na curetagem e pelo novo exame. – e a Sarah?
Ela continua em coma - disse Sirius ríspido - já tentaram de tudo, mas ela não volta.
Ela vai voltar eu tenho certeza que vai. – disse determinado, então se deu conta de algo – Mãe! A Sarah esta sozinha no hospital?
Não a Minerva esta com ela, vou ficar lá hoje à noite, a Tonks vai amanhã de manhã. – explicou - Como ela não pode ficar sozinha estamos nos revesando em turnos, eu, Gina, Tonks, Minerva, Madame Pomfrey e Andrômeda.
A Ártemis não veio? – perguntou Carlinhos incrédulo.
Ela não pode sair da escola. – Molly respondeu seca, gostava muito da amiga, mas não entendia como ela podia culpar a filha pelo aconteceu no passado à tragédia teria sido maior se ela estivesse em casa.
Eu queria ir no St Mungus. – disse Carlinhos olhando para Sirius – Se você autorizar Sirius.
Acho melhor não – disse Molly rápida – ela não pode ter fortes emoções, e você sabe da ligação de vocês ela vai saber que você esta lá.
Eu acho melhor ele ir – falou Sirius para surpresa de todos. - A drª falou que precisa fazer mais poção com teu sangue, já que a dose dada a ela esta sendo grande e eu acho bom que você veja o teus atos covardes fizeram.
Acho que nenhum de nos pode falar em atos covardes depois do que fizemos com aquela moça. – disse Arthur sério. – sei que não foi combinado, foi apenas uma reação refletiva das coisas absurdas que ela falou e da situação que estamos vivendo, cada um agiu por impulso e deu no que deu, mas apesar de tudo ela é mulher e um ser humano, merece respeito.
O senhor esta certo papai – disse Carlinhos dando-se conta do ato que fizeram, lógico cada um agiu num impulso, das coisas que ela falou, a raiva de tudo que descobriu já estava forte e quando ela falou o que ele tinha feito a verdade bateu fundo, ele pensou em usar alguma maldição contra ela, mas preferiu a azaração das verrugas, não imaginava que os outros também reagiriam, isso ele não compreendia. – Certo eu vou tomar um banho e nós vamos, pode ser Sirius?
Tudo bem, mas você não vai chegar perto dela, muito menos encostar nela. – disse sério e firme.
Certo será como você quiser. – subiu as escadas correndo e tomou um banho rápido, colocou uma roupa limpa e confortável quando desceu seguiram para o St Mungus, quando entraram no quarto ele não estava preparado para a cena que viu, ela estava deitada, muito pálida, os lábios roxos, a respiração era fraca, ele não resistiu e a tocou com carinho no rosto ela estava gelada, ele caiu de joelhos no chão chorando numa crise de desespero, ela parecia morta, Sirius o amparou para fora dali, na sala de espera deu a Carlinhos um copo de água, quando ele se acalmou falou.
Entendeu o por que da nossa reação contra aquela moça? – ele afirmou coma cabeça então Sirius continuou. – tua mãe não falou nada na frente dos mais novos, mas a Sarah não vai voltar.
Ela vai voltar sim – disse Carlinhos desesperado. – Ela esta viva, eu preciso dela, nossos filhos precisam dela.
Sinto muito. – disse Sirius consternado. – Todas as magias possíveis foram tentadas, ela é apenas uma incubadora, já que as crianças não viveriam fora dela. A drª Mariana acha que no momento do parto ela...
Não isso não Sirius! – a voz dele era esganada. – me deixa tentar. Me deixa trazê-la de volta. – implorou Sirius se penalizou.
Tudo bem, mas eu vou ficar ao teu lado uma palavra que eu não gostar e você não saberá o que te atingiu. – falou num tom falso ameaçador, sabia que Carlinhos não faria nada errado, mas ele tinha que fazer um gênero durão. – mas antes vamos tirar teu sangue já esta quase na hora dela tomar a poção. – disse o encaminhando para um local onde tinha uma cadeira e um enfermeiro os aguardava. – você nunca se perguntou o real motivo por que eu morava na casa dela? – perguntou de forma natural.
Muitas vezes, Sirius, imaginei cada coisa absurda. – falou com sinceridade. – Até que você era apaixonado por ela.
Antes fosse esse o motivo – disse sério – Ela foi atacada por cinco comensais logo depois que chegou do Brasil, ficou horas sendo torturada com cruciatos, para revelar a localização do Harry. Eles achavam que ele estava na casa dela, ou que ela o escondera em algum lugar.
Ela nunca me contou isso.
Claro que não, você se culparia por não estar com ela e por não responder quando ela te chamou com o pingente.
Foi naquele dia. – disse consternado, nem sentindo quando o enfermeiro cortou o seu braço, ele se recordou que no final de agosto, eles estavam numa busca, um dragão estava destruindo um povoada trouxa, quando ele sentiu o dragão do seu pulso gelar e ficar azul, mas ele não tinha como sair dali, não naquele momento quando ele esta prestes a ir atrás dela o dragão ficou violeta, quando eles se reencontraram ela disse que fora um mal estar, e falou da mudança de Sirius para casa dela e pediu que ele fosse o fiel do segredo da casa dela, tanto que Jully só achou a casa por ler num papel com a letra dele, imaginou como ela sofreu sozinha com cinco comensais a torturando, então pensou numa coisa. – eles não...
Não, só usaram a varinha, cruciatos - respondeu entendendo o que ele pensou. – quando ela perdeu os sentidos eles ficaram conversando sobre o que fazer. Mas na realidade ela só fingiu, então se arrastou até onde a varinha havia caído e aparatou na casa do tio e dali foi via pó de flú para escola, onde realmente sucumbiu a dor da tortura.
Miseráveis! – exclamou sentindo culpa por não estar com ela para protegê-la, ele sempre falhava com ela e ódio dos comensais que a torturaram. – quem eram?
Selwyn, Rookwood, Malfoy, Rodolfo Lestrange e Dolohov. – Respondeu ríspido – você não é o único que quer pegá-los, o Lestrange já esta em Azkaban, os outros é só questão de tempo. Drª Mariana - exclamou Sirius ao ver uma bela morena que entrava no local.
Sirius – disse com carinho – você deve ser o Charles – falou num tom frio. – vejo que já tirou o sangue, ótimo – se voltou para Sirius e perguntou – aconteceu algo a pouco no quarto da Sarah?
Eu estava lá! – disse Carlinhos assustado – aconteceu alguma coisa?
O quadro dela sofreu uma alteração – disse seria.
Que alteração – perguntaram juntos angustiados.
Os batimentos subiram assim como a pressão arterial dela. – disse com um sorriso. – o que é um sinal de melhora. O único que tivemos dês da madrugada de domingo.
Ela sentiu a tua presença – disse Sirius esperançoso – vamos voltar para lá. – os três seguiram para o quarto dela, e a mudança era incrível ela estava com os lábios levemente rosados, era visível que respirava melhor.
Meu amor eu estou aqui. – disse Carlinhos se sentando na cadeira que estava ao lado da cama, McGonagall que tinha saído para tomar um chá e caminhar um pouco estava entrando quando viu a cena ficou parada na porta observando com lágrimas nos olhos. – meu anjo me perdoa. – disse acariciando o rosto dela. – então numa atitude impensada beijou os lábios dela, que ainda estavam frios, isso sempre deu certo nos contos de fada, não custava tentar.
Isso não é um conto de fadas – falou Sirius divertido.
É realmente não deu certo. – disse Carlinhos decepcionado. Tornou a acariciar o rosto e os cabelos dela, sussurrando palavras de amor. – bruxinha volta, tenho uma surpresa para você. – ela mexeu os olhos. Ele revolveu tentar um coisa, a descobriu até abaixo ba barriga, ergueu a camisola dela até a baixo dos seios deixando exposta a barriga dela, ele se admirou da beleza e do tamanho, era incrível que naquele dia no ministério ele não notou, a achou mais cheinha, mas nem pensou nisso, ficou arrasado em lembrar como havia sido o seu primeiro contato com aquela parte do corpo dela depois da gravidez, ele acariciou com cuidado e ternura, deu alguns beijinhos e falou. – meus filhos, o papai ama vocês demais, me desculpem pelo dia que os rejeitei, agora o papai precisa da ajuda de vocês tragam a mamãe volta, - falava isso enquanto acariciava a briga dela, Molly e Arthur também haviam ido para lá logo depois deles e estavam com McGonagall todos observavam emocionados – volta amor, eu te amo, volta bruxinha. – Ele abriu a camisa dele pegou a mão dela e colocou em seu peito, enquanto segurava a mão dela no seu coração colocou outra no coração dela, que estava batendo forte. – Sarah eu te amo a muitos anos e te amarei por toda a minha vida, o meu coração só bate por você e agora pelos nossos filhos, precisamos de você junto com gente volta meu amor, meu único e verdadeiro amor. – ele levantou um pouco mais a camisola dela e encostou o seu peito no dela, de forma que os corações batiam muito próximos.
Esta melhorando muito o estado dela. – a medibruxa estava emocionada.
Amor acorda. – disse Carlinhos endireitando o corpo e ao mesmo tempo cobrindo os seios dela com a camisola. Ele pegou o rosto dela entre as mãos e com os polegares acariciava os lábios dela lágrimas caiam de seus olhos na boca dela. – Amorzinho, minha bruxinha acorda, acorda meu amor, me perdoa anjinho, volta para nossa família, para os nossos filhos, pois é anjinho lembra do teu sonho? Então ele se realizou, vem viver ele comigo amor, nossos filhos precisam da mãe, e você será uma ótima mãe. – ele encostou a testa dele na dela não estava adiantando ela não acordava, chorava compulsivamente, deitou a cabeça no colo dela molhando com suas lágrimas o pingente de dragão, por instinto passou a acariciar o seu que ficava no relógio, e o levou aos lábios, ela deu um gemido fraco, ele tirou o relógio e colocou o dragão sobre a barriga dela uma forte luz violeta percorreu o corpo dela ficando concentrada sobre o coração, até diminuir e sumir completamente.
Ela esta com a pressão e os batimentos normais – informou a medibruxa.
Amor vem você consegue, você é a bruxinha mais forte que eu já conheci. – ele a abraçou com carinho erguendo o corpo dela falou algo em seu ouvido, depois continuou com palavras doces, tornou a deitá-la na cama era visível à melhora na aparência dela. Então tornou a deitar sobre o peito dela deixando os corações próximos entrelaçou as mãos ficou assim alguns minutos, em silêncio apenas sentindo o calor dos corpos, e a pulsação dos corações, ela entreabriu os olhos, ele tornou a pegar o rosto dela. – bom dia princesa! – disse carinhoso. – já esta na hora de acordar.
Bom dia amor! – ela falou fazendo com que ele misturasse lágrimas com um sorriso. – estou com sede.
Pronto amor. – disse pegando um copo de água na mesinha e entregando a ela a segurando um pouco erguida para que pudesse beber – toma devagar. Você esta se sentindo bem? – a voz dele era carinhosa.
Estou! Tive um sonho tão estranho. – disse pensativa, ela ainda no vira onde estava – sonhei que você me pegou pelo braço, disse coisas horríveis e depois me jogou no chão. Foi só um sonho não é amor?
Me perdoa amor, mas não foi um sonho, eu fiz tudo isso, me arrependo a cada segundo, mas fiz. – disse com sinceridade.
Eu te perdôo! - ela fechou os olhos novamente.
Amor você tem que ficar acordada. – disse desesperado, mas carinhoso.
Eu estou com muito sono. - Falou fraca
Mas não pode dormir amor. - Disse firme – você tem que tomar essa poção – carinhosamente deu a ela uma poção que a medibruxa o entregou. – toma tudinho. – todos do quarto saíram os deixando sozinhos, todos precisavam de um chá, estavam muito emocionados e sabiam que eles precisavam conversar a sos.
Gosto ruim de sangue. – disse mais forte, ele sorriu. – não é das minhas, falta erva doce e hortelã. – Falou seria. – agora me conte tudo o que aconteceu depois que entrei n'A Toca!
A história é longa você tem tempo? – disse brincalhão, a olhava com adoração e ternura.
Todo o tempo do mundo. – falou carinhosa.
Depois que você saiu eu .... – ele contou tudo, até os acontecimentos daquela tarde.
Eu não acredito que ela usou a poção polissuco. – disse admirada.
Mas usou, tenho a lembrança dela se você...
Não, não quero ver aquilo de novo, se você fala eu confio sempre confiei em você. – disse dando uma indireta.
Eu sei. – disse chateado. – Nunca mais duvido de você.
Já não era sem tempo. – olhou para ele com ternura por mais magoada que estivesse ela o amava. – o neném esta bem mesmo?
Estão ótimos. – disse divertido.
Estão? – ela perguntou assustada
Sim! – ele tirou a camisa e mostrou a sua nova tatuagem.
Jura? - Ela o olhou muito assustada, mas com lágrimas de felicidade nos olhos. Ele sempre falava que as suas tatuagens eram somente símbolos do amor deles, assim ele era o dragão vermelho de suas costas e ela o azul do seu peito os filhos seriam dragões violeta que é a junção das duas cores e ali no braço esquerdo dele estavam tatuados três pequenos dragões violeta. Ele se inclinou quase encostando os lábios no dela que os tomou com paixão se beijaram por um longo tempo, se esquecendo de tudo, a felicidade era muito grande, se separam quando ouviram batidas na porta, mas ainda sorriam.
Tenho uma surpresa para o papais. – disse a drª Mariana entrando no quarto. - Vocês querem saber o sexo dos nenéns?
Claro! – disseram juntos.
Sexum revellio – disse a medibruxa apontando a varinha para a barriga de Sarah que ficou num tom azul, depois rosa e azul novamente.
Obrigada meu amor. – disse Carlinhos se inclinado e a beijando novamente, um beijo calmo e terno – dois garotões e uma princesinha. – ele tinha orgulho na voz, afinal trigêmeos não era para qualquer um. – quando a mamãe mandou o patrono dela com a mensagem que vocês ainda estavam vivos e que eram três nenéns eu não acreditei, senti uma alegria, uma emoção única, meu amor, chorei feito uma criança que ganhou um presente que havia sonhado a vida toda. – disse enquanto acariciava o rosto dela.
Eu imagino meu amor. – disse com ternura, esse sim era o SEU Carlinhos, o homem que ela sempre amou. – A mamãe esta aqui? – queria ver a reação da mãe quando soubesse que teria três netos.
Não meu amor ela não teve como sair da escola. – lhe doía o coração falar isso, mas as duas há muito tempo não eram próximas. Ele secou as lágrimas dela.
Mas em compensação, tem um monte de ruivos, uma loira lindíssima, uma diretora muito severa, alguns morenos e loiros na sala de espera, fazendo uma bagunça e doidos para vir te ver. – disse a medibruxa – vou deixar vocês a sos um pouco, e você mocinha trate de me assustar mais. – elas eram amigas, fizeram curso de medibruxas juntas.
Eu não posso receber visitas assim! – disse olhando para baixo e vendo que estava com uma camisola de malha confortável – E nem deitada nesta cama.
Amor, ninguém vai reparar.
Eu não vou ficar na frente dos teus irmãos de camisola.- disse irredutível – Me ajuda a colocar um vestido e conjura uma poltrona confortável para mim. – pediu num tom carinhoso e manhoso.
Já vi que estou perdido com você. – disse enquanto tirava a camisola dela, o simples contado que teve com o corpo dela já o despertou, ele a olhou com desejo, era a primeira vez depois de muito tempo que via o corpo dela nu, e a gravidez a deixou ainda mais linda, acariciou a barriga dela com cuidado, Sarah sentiu um calor gostoso no local, ele então deu três beijinhos antes de voltar à posição normal e então nela colocou um vestido rosa claro.
Só agora você percebeu isso? – disse depois de um tempo, ela também foi afetada pelo toque dele, e ainda mais pelo olhar e pelo carinho com a sua barriga. Ele a pegou no colo com carinho e cuidado a sentou na poltrona que tinha conjurado, deu um beijo nela e foi chamar a família e os amigos, todos estavam conversando, rindo, os irmãos parabenizavam o casal, faziam piadinhas sobre o "desempenho" do irmão, Molly estava nas nuvens e explicou a ausência de Rony, era dia de namorar.
Eu recebi uma advertência do ministério. – disse Gina calma – mas valeu a pena usar magia fora da escola. – ela sorriu ao se lembrar do que fez no cabelo de Jully. - Carlinhos quando eu entrei em casa e vi você beijando aquela bisca, te juro eu ia te azarar. – disse Gina, para desespero de Carlinhos que recebeu um olhar "depois você vai explicar isso direitinho" de Sarah. – só não fiz por que você mostrou a tatuagem que é o símbolo dos nenéns.
Tatuagem? – perguntou Harry.
É que o Carlinhos há anos atrás fez duas tatuagens mágicas, a mamãe quando viu exigiu que ele apagasse, então ele falou que o dragão vermelho que ele tem nas costa no lado esquerdo o simbolizava, o azul que ele tem no peito sobre o coração é a Sarah a cabeça dos dragões se unem num beijo no ombro dele, e no dia que eles tivessem filhos ele faria um dragão violeta para cada filho em seu braço esquerdo, pois os filhos seriam a junção dos dois e azul com vermelho gera a cor violeta, púrpura ou roxa como você preferir chamar. - Explicou carinhosa dando um selinho nele o que fez alguns ruivos bufarem.
Muito criativo. – respondeu, já imaginando qual faria para eles, pois também queria homenagear a Gina assim.
Bom eu queria aproveitar a presença de todos os presentes e pedir que vocês fossem testemunhas. – disse Carlinhos se ajoelhando na frente de Sarah, pegou a caixinha com a aliança, ele sempre a levava consigo. – Sarah meu amor, eu sei que errei feio com você te peço perdão por tudo, mas eu te amo mais que tudo na vida, quero ficar velho do teu lado, ser feliz com você e também sofrer as tristezas normais, enfrentar ao seu lado tudo o que a vida nos reservar, e ficar junto a você para formamos a nossa família, criarmos nossos filhos, os trigêmeos e os outro que sei que teremos, e futuramente os nossos netos. Meu amor você aceita se casar comigo? – a olhava com amor e ternura, mas também havia medo em seu olhar.
Sarah o olhava com amor, era pedida em casamento pela segunda vez por ele, ela o amava mais que tudo, teriam três filhos, ele seria um ótimo pai e um marido maravilhoso, mas e o que ele fizera no sábado? Ele a agrediu tanto física como emocionalmente, ela o perdoara claro, não guardaria magoa dele, jamais se envenenaria com esse sentimento sujo, ele a chamara de suja, não confiava nela, tudo bem que ele estava enfeitiçado, mas ele foi um grosso, ela queria casar com ele, mas será que ele já sofrera o suficiente para aprender a não repetir os erros? O silêncio dela já esta grande de mais, ela tinha que dar uma resposta mas qual seria? Todos a olhavam, Carlinhos estava apreensivo, ela tinha que decidir logo a pressão era imensa e ela sabia que era sob pressão que ela pensava melhor, então decidiu.
Não! - Disse séria. Todos ficaram espantados, Fred pegou a carteira e deu alguns galeões a Jorge, Molly deu um sorriso discreto assim como a maioria dos adultos presente. – Ainda não – disse vendo a tristeza do olhar dele que lhe cortou o coração. – Eu também te amo, te amar é algo vital para mim assim como respirar, mas você errou muito, e muitos dos teus atos não foram justificados pelo feitiço, mas sim pelo teu gênio, quando você me provar que consegue dominar isso e me reconquistar eu aceito me casar com você, mas até lá seremos apenas amigos. – ela tinha carinho na voz, mas também um certo tom de desafio.
Assim o farei, custe o que custar eu quero ter você ao meu lado, acordar com você a cada manhã é o meu maior sonho, e farei o impossível para conseguir isso e te reconquistar. – se aproximou para beijá-la mas ela virou o rosto. Ele baixou a cabeça, por um momento pensou que seria fácil, mas Sarah nunca fora fácil quando estava magoada, guardou a caixinha no bolso, evitando olhar para os presentes, mas decidido ele a reconquistaria.
Vocês já escolheram os nomes? – pergunto Molly para tirar todos do clima constrangedor que se instalou no quarto.
Charles Arthur – disse Sarah.
Logan Edward – disse Carlinhos ao mesmo tempo em que ela, riram e se olharam com carinho, pois os nomes eram uma homenagem. Logan era o nome do falecido avô de Sarah marido da McGonagall e Edward era seu avô paterno.
E da minha neta? – perguntou Arthur também emocionado.
Samantha Abbygail. – falaram juntos, Molly e McGonagall foram as lagrima, Samantha era o nome da mãe de Molly e Abbygail da mãe de McGonagall.
Acabou o horário de visitas. – disse a medibruxa entrando no quarto, brincando com todos, pois eles estavam fora do horário de visitas, e a noite já estava adiantada. – vamos a minha paciente tem que descansar agora, quem será a acompanhante dela essa noite?
Eu – disseram Carlinhos e Molly juntos.
Desculpa Carlinhos ficar aqui no quarto de acompanhante só pode mulher. – explicou a medibruxa, enquanto as visitas se despediam da loira e saiam.
Tudo bem! – disse derrotado. – posso me despedir dela?
Cinco minutos. – falou a medibruxa saindo com Molly do quarto.
Não sei por que, mas tenho a impressão que você não vai facilitar para mim. – disse carinhoso enquanto a pegava no colo e a deitava na cama.
Nem um pouco. – respondeu o olhando com amor.- que história é essa de beijo na Jully? – ela não resistiu à pontada de ciúmes que sentiu foi grande.
Eu tinha que fazê-la pensar que ainda estava dominado, caso contrario ela suspeitaria e não conseguiríamos prendê-la. - disse enquanto colocava a camisola nela, ficou a admirando e acariciando a barriga dela. – e também não foram beijos, e sim selinhos.
Foram? No plural quer dizer mais de um. – a voz dela era seria, morria de ciúmes dele, mas sabia que no fundo ele agiu certo, se não fosse assim não teriam descoberto a verdade. – você bem que aproveitou não é?
Lógico! – respondeu divertido, adorava o jeito dela quando ela tinha ciúmes, mas ao ver que ela estreitou os olhos se apressou a falar – Que não, nunca senti nada por ela, você é a única e sempre será o meu amor, à única que leva ao céu só com um beijo. Te amo bruxinha. – disse indo em direção aos lábios dela, desta vez ela os aceitou se beijaram com ternura sem pressa.
