- Ah não, Kanon! Você não vai me expulsar da cama novamente. Esta é minha cama e...
- JUNE! Não toque em mim!! – Kanon tentava tirar as mãos dela que insistia em tentar tirá-lo da cama. – Você só está piorando as coisas. Desse jeito não responderei por meus atos.
- Você vai sair da minha cama, e não eu. – dizia June tentando empurrá-lo da cama. Em questão de segundos, ela se viu presa num abraço forte. Engolindo em seco indagou quase sem voz – Se suas mãos estão ocupadas me segurando, então o que é isso cutucando minha coxa?
- Eu mandei você parar com a provocação... Mas você não me obedeceu – dizia Kanon com a voz entrecortada pelo desejo que estava tentando manter sob controle – ... Então mandei você sair da cama e mais uma vez não obedeceu...
- Kanon! – tentou protestar.
- Agora, minha ingênua noivinha, está na hora de te ensinar a me obedecer para não cometer o erro novamente. – olhando para o rosto dela corado, e com um sorriso malicioso sussurrou próximo da orelha dela, fazendo-a arrepiar-se toda – Pensando bem, talvez depois do que vamos fazer acredito que irá me desobedecer sempre. Mas posso sobreviver com isso...
June abriu a boca para protestar, e Kanon aproveitou para tomar-lhe os lábios num beijo que beirava ao selvagem. Aquela mulher conseguia tirar seu juízo com apenas um abrir e fechar de boca. Sentiu o corpo dela cedendo aos poucos, já não tentava se libertar de seus braços. Kanon emoldurou o rosto dela com suas mãos em formato de concha, para apreciar melhor aqueles lábios. Deu um leve sorriso sem desgrudar dos lábios dela quando sentiu para onde ela seguia com suas delicadas mãos. Não poderia ficar para trás nesse jogo, então desceu lentamente, com os lábios criando uma trilha quente e eletrizante na amazona, que gemia fracamente. Deixou seus lábios se deterem entre as curvas dos seios ainda cobertos com a toalha que parecia estar mancomunada com sua dona de tão firme que estava se mover um milímetro sequer. Kanon caçou com as mãos o ponto exato onde prendia a toalha, achando logo a seguir, levantando o rosto num sorriso malicio, anunciou:
- Acredito que não precisará mais disso aqui.
Podia vê-la prendendo a respiração enquanto seu rosto se tornava mais vermelho que o de costume, então com um puxão, tirou a toalha de seu corpo sem machucá-la, jogando-a longe. Seus olhos transbordavam de desejo ao fitar aquele corpo perfeito, branco e suave como uma seda. Estava tão excitado que só de olhar para aquele buraquinho no meio de seu abdômen o fez gemer. Sem se conter, passou a língua contornando aquela área de forma sensual, arrancando fortes gemidos de June que se perguntava como um toque daquele em seu umbigo podia ser tão excitante. E aquelas fortes mão que seguravam sue corpo, passando um calor que estava incendiando-a por completo. Num gesto desesperado, agarrou a cabeça dele, fazendo-o levantá-la para fitar seus olhos:
- Não seja tão impaciente, docinho. Gostará ainda mais do meu jeito.
Então ele voltou a incendiá-la naquela área demoradamente, causando uma doce tortura. Ela arqueava a cintura, em busca de acalmar seu baixo ventre, mas Kanon era terrível, fazia questão em demorar-se em suas carícias. Aquelas mãos também ajudavam a deixá-la louca. Quando June soltou um profundo gemido, ele subiu lentamente com os lábios e língua traçando uma trilha até chegar a seus lábios capturando o gemido mais alto que ela deu ao sentir aqueles dedos másculos friccionar o centro de sua feminilidade. O beijo longo que deram estava fazendo Kanon se perder no tempo. Nunca havia se sentido assim com nenhuma mulher. Mas a necessidade de respirar o fez se separar um pouco.
- Eu o quero agora, por favor! – conseguiu pedir entre um gemido e outro, com a voz ofegante – Faça-me sua para sempre!
Como resistir aquele apelo? Kanon não tinha como negar aquilo, pois era o que mais desejava naquele momento. Queria fazê-la passar por mais algum tempo nessa deliciosa tortura, no entanto não conseguia mais raciocinar ao sentir aquelas delicadas mãos tentando abrir-lhe a camisa de botões que estava usando. Suas mãos tremiam, sua respiração era ofegante. Quando finalmente conseguiu concluir essa tarefa, passou para a braguilha, transportando o momento de ficar ofegante para Kanon que não via a hora dela conseguir acertar o zíper da calça. Em seu momento de ficar impaciente, ele a ajudou e jogou a calça longe. Teria tirado a cueca se June não o tivesse detido. Kanon ficou lívido, imaginando que depois de tudo o que estavam passando naquela cama, ela havia desistido no ultimo momento. Como ele teve que sair da cama para tirar aquela calça, estava nesse exato momento parado em frente à cama, passando a mão pelo cabelo como se tentasse se controlar para não cometer nenhuma besteira.
- June... – ele murmurou rouco de desejo.
Então quando ele finalmente fitou os olhos dela pôde perceber aquele brilho. Sim, ela tinha algo em mente que certamente o deixaria mais louco do que já estava. No instante seguinte veio à confirmação para suas suspeitas. June tocava com suavidade a área que estava elevada, fazendo uma descarga elétrica passar daquele ponto até a sua cabeça em poucos segundos. Então, lentamente, foi direcionando suas delicadas mãos para os lados opostos, alcançando a parte que fixava a cueca ao corpo. Seu rosto estava tão próximo daquela área sensível que ele podia sentir a respiração dela bater ali. Ela ficou naquele joguinho de tira ou não tira a ultima peça de roupa dele. Kanon sabia que ela tava gostando da expectativa que estava criando, mas se continuasse desse jeito, acabaria perdendo a paciência, e com certeza o juízo também. Abaixou-se um pouco, tocando-lhe o queixo para que ela pudesse olhar para cima e visse o desejo estampado em seus olhos. Então quando ambos se perdiam dentro dos olhos um do outro, a cueca finalmente foi retirada pelas mãos da amazona que sorriu maliciosamente sem desviar o olhar do dele. Não era momento para tentar fazer o mesmo jogo de sedução que ele tinha feito logo no inicio. Kanon a ergueu para abraçá-la e beijá-la, conduzindo-a para cama sem deixar de continuar com o beijo. Sentindo-a tensa quando colou seu corpo desnudo ao dela, afastou-se um pouco, espalhando beijos por seu rosto até chegar perto da orelha sussurrando-lhe:
- Relaxe, gatinha. Serei paciente mesmo estando no meu limite.
Voltou a beijá-la, enquanto suas mãos voltavam a acariciá-la. Sim, agora ela parecia mais relaxada, e completamente pronta para recebê-lo. Quando Kanon penetrou-a, June não suprimiu o gemido alto, quase como um grito. Ela se debatia, tentando expulsar aquele intruso que lhe causava dor.
- Fique quieta, assim doerá menos.
- Não, saia dai.
- Olhe pra mim, June. - ele segurou o rosto dela e viu que os olhos estavam cheio de lagrimas e ele as limpou com leves beijos até alcançar seus lábios - Só espere mais um pouquinho e a dor irá passar. Eu prometo.
Ela assentiu, e os dois ficaram abraçados por um certo tempo, apenas se beijando. Kanon estava fazendo um esforço hercúleo para não voltar a se mover. Mas June resolveu esse problema quando empurrava o quadril contra ele, procurando um contato maior. Já não doía mais, no entanto a situação era um pouco incomoda e ela precisava fazer alguma coisa para aliviar. Kanon não se conteve. Começou a mover-se dentro dela em ritmo diferente do que estava acostumado a fazer. Havia paixão, carinho, e ternura, tudo isso misturado numa coisa só. Abocanhou um dos mamilos fazendo June gemer alto. Por um instante seu corpo ficou tenso, imaginando que havia machucado-a. Ao ver o rosto afogueado de June, com os olhos brilhando de desejo procurou seus lábios, beijando lascivamente e aumentando o ritmo. June o agarrava como se ele fosse sua unica salvação. Os dois chegaram junto ao clímax, e parecia que o mundo ao redor deles havia se tornado um efeito de cores como um arco iris feito de estrelas cadentes. Kanon tentava controlar a respiração com a testa encostada na testa de June. Quando os dois conseguiram controlar a respiração, o ex-marina a beiju com paixão. Talvez aquele tenha sido o beijo mais longo que tiveram em suas vidas. Voltaram a ter a respiração ofegante. Kanon afastou o rosto para vê-la melhor. O rosto corado e alguns fios de cabelo grudavam na pele suada dela. Ela estava tão maravilhosa que não sabia se conseguiria resistir... Girando o corpo, a trouxe junto, e fez a cabeça dela repousar em seu tórax:
- Descanse um pouco. Ficarei até que consiga dormir.
- Kanon... - June se interrompeu por alguns segundos, mas depois acabou murmurando quase inaudível. - Eu te amo...
Templo de gêmeos
Saga estava voltando para seu quarto, levando uma bandeja com sanduíches, suco, café fumegante, e algumas frutas. Imaginava que a fraqueza que havia abatido aquela mulher se devia há tanto tempo sem se alimentar. Tentou não pensar no que havia acontecido na casa de escorpião, mas ao se lembrar o estado em que seu irmão tinha entrado em casa, coisa boa não seria. Aquela mulher parecia ter um péssimo dom para atrair homens que não valem a pena ter nem como amante. Mal passou essa ideia por sua cabeça e já estava se censurando por ter aquele tipo de pensamento. Kanon era seu único irmão, então seu dever como irmão dizia que era errado pensar assim dele. Já o Milo era seu companheiro de armadura como os outros cavaleiros. Quem era ele para pensar mal dos outros quando no passado havia feito tanta coisa ruim? A verdade era que Saga era uma pessoa fechada para falar com alguém assuntos que diziam respeito a seus sentimentos. Talvez se tivesse tomado uma atitude quando conheceu June de camaleão provavelmente não estaria com aquela sensação de perda esmagando seu coração.
Logo ali, estava à mulher que desfaleceu em seus braços após ter reconhecido ele como Saga, e não como seu irmão gêmeo de quem ela gostava. Deveria ter deixado ela no sofá até que pudesse recobrar a consciência, mas achou que ela não ficaria muito confortável deitando lá. Por outro lado se preocupou com a possibilidade de Kanon e June pudesse entrar e dar de cara com ela ali. Todos tiveram sua cota de confusão extrapolada naquele dia. Queria um pouco de sossego. Estava com os nervos a flor da pele, e sabia que se o casal soubesse da presença daquela mulher naquela casa seria capaz de começar a terceira guerra mundial ali mesmo, no templo de gêmeos.
Deixando a bandeja em cima do criado mudo e chegando perto da cama, pôde admirar a beleza natural daquela mulher. Sim, ela parecia mesmo uma sereia. Subiu na cama para admirar mais de perto a beleza daquela mulher. Procurou comparar àquela loira a outra que estivera a poucas horas em sua casa. June tinha um tom mais claro de cabelos, era mais alta e seu olhar transmitia certa inocência. Já aquela mulher a poucos centímetros de distancia tinha os olhos vivos, sagazes e prepotentes. Lembrava muito o tipo de olhar que seu irmão tinha há certo tempo atrás. Se June não tivesse aquela beleza própria, ficaria sem entender como seu irmão podia trocar Tétis por ela. Mas o caso era que as duas eram igualmente belas. Aproximando-se ainda mais daquele rosto para ver se ela tinha alguma marquinha no rosto. Um sinal. Os rostos estavam quase se encostando quando os olhos dela se abriram, e Saga ficou todo sem jeito, se preparando para afastar. Teria que se explicar, mas o que diria? Que estava curioso em saber se ela tinha alguma marquinha de nascença? Abriu a boca pra falar, mas tornou a fechá-la novamente.
- Onde estou?
Saga abriu a boca para responder, mas no instante seguinte, seus lábios foram tomados pelos lábios dela. Era um beijo selvagem, que fez Saga tentar recuar, assustado, mas cedendo aos poucos quando sentiu que ela começava a abrandar. Saga começou a gostar do que estava sentindo quando Tétis passou a delicada mão por dentro da sua camisa, espalhando carícias por todo seu dorso, enquanto puxava-o para que se aproximasse mais. Se continuasse a fazer aquilo acabaria não resistindo e sucumbiria a luxúria com aquela mulher. Saga já começava a corresponder as carícias tocando-a por cima do tecido que cobria seu corpo. Aquelas curvas tirariam o fôlego de qualquer, pensou Saga. Mas o que diabos ele estava fazendo? Sabia que aquela ali havia sido a mulher que pertenceu a seu irmão, e que ela tinha ido ao santuário para procurá-lo. Certamente ela deveria estar fazendo isso pensando que era Kanon e não ele. Atraindo um pouco de razão para seu corpo afastou-se dela sem olhar em seu rosto:
- Desculpe-me. – pediu com voz envergonhada.
- Não me acha bonita? – perguntou a sereia sussurrando com a voz em tom sensual capaz de hipnotizar até mesmo o homem mais virtuoso. Ao vê-lo negar com um menear de cabeça, sorriu maliciosamente, inquirindo ao mesmo tempo em que suas mãos voltavam a fazer carícias ousadas– Então que outro motivo existe para não querer ficar comigo, Saga?
- Eu pensei que...
A sereia silenciou o cavaleiro com um beijo lascivo. Ela conseguia hipnotizar um homem a tal ponto que não conseguia formular nenhuma frase. Se deixando levar pelo momento depois de muito tempo tentando consertar seus erros, Saga a tomou nos braços, provocando-a também. Tétis retirou a camisa de Saga e o fez deitar, ficando em cima dele. Os delicados lábios iniciaram uma exploração a cada centímetro do peito e abdômen de dele, arrancando-lhe um suspiro quando chegou perto dos cós da calça. Saga admitia para si mesmo que a caricias dela eram muito ousadas. Em pouco tempo já se encontrava usando apenas uma peça de roupa, e ela já tirava a camisa, restando apenas o sutiã e calça que devia pertencer a uma mulher mais alta que ela. A imagem daquela mulher loira sentada entre suas pernas com os cabelos soltos empregava-lhe um ar selvagem. Um homem tinha que ser de pedra pra não se sentir atraído por aquela mulher. Saga aproximou-se dela abraçando-a voltando a beijá-la enquanto suas mãos trabalhavam em retirar o sutiã. Afastou-se um pouco para admirar-lhe os seios agora livres daquela peça intima. Aquilo foi sua perdição. Inclinando-se para frente tomou um deles com os lábios, sugando com voracidade, depois fez o mesmo no outro. A sereia arqueou o corpo pra trás arfando ao sentir o desejo dele roçando, tão próximo e tão distante de alcançar seu destino. Num movimento rápido, Saga já estava por cima dela explorando sua boca com a língua, enquanto sua mão introduzia-se dentro da calça, massageando-a. Quando ele introduziu o dedo naquela área úmida, Tétis gemeu arranhando-lhe as costas enquanto arqueava o corpo tentando consegui um contato maior. Aquilo enlouqueceu Saga, que ao sentir a dificuldade de tirar-lhe aquela calça, rasgou-a, deixando-a apenas de calcinha. Tétis foi de encontro a ele ficando de joelhos, abraçada a ele, remexendo-se, torturando ainda mais o cavaleiro. Retirando a unica peça que ele estava usando, sussurrou sedutoramente próximo ao ouvido dele:
- Você me quer?
Ouvindo apenas um "sim" achou que aquilo não era o suficiente. Massageou o membro intumescido, arrancando-lhe um gemido profundo. Tétis sorriu triunfante ao vê-lo perder a cabeça, e continuou estimulando com mais intensidade. Puxando-o pela nuca tentava acalmar o arfar dele com seus beijos. Sentiu seu corpo ser empurrado bruscamente. Deitada novamente no colchão, viu sua peça intima ser arrancada nervosamente e o corpo dele já se debruçava sobre seu corpo. Não teve tempo nem de pensar. Saga mergulhava dentro dela em uma estocada só. Sua movimentação era curta seca e profunda. A sereia gemia de prazer, abraçando e puxando para um contato maior, o que era impossível. Incentivado por ela, Saga aumentou o ritmo, levando a sereia a satisfação de seu desejo, ao clímax. Logo depois foi a vez de Saga que se derramava dentro dela numa experiência diferente de todas as outra que tivera. Ou seria sua abstinência que o fazia pensar assim? Deitou-se ao lado dela com a respiração ofegante. Soltou um longo suspiro ao pensar no que havia acabado de acontecer. Quando sua respiração voltou ao normal perguntou sem olhar para o corpo nu ao seu lado:
- O que tem dentro de você que tem a capacidade de buscar instintos que pensei ter excluído de minha vida? Como pôde me dominar a tal ponto de trazer o pior de mim a tona?
- O que há dentro de você não é ruim, Saga. Tudo o que fiz foi fazer você seguir seu instinto. No meu ponto de vista foi ótimo.
- Você não sabe o que está dizendo. Eu poderia até machucá-la.
- Olhe pra mim, Saga. -quando viu aquele olhar melancólico preocupou-se com dele – Você não me machucou. Sei que nos conhecemos há pouco tempo, e que acha que quis ficar com você por ser parecido com seu irmão. Confesso que foi um grande baque descobrir que ele esta com outra mulher... bem, o que aconteceu agora foi apenas o acaso. Suponho que você não tem outra pessoa, e eu estou também sem ninguém. Acho que podemos tentar ver no que dá se continuar nos encontrando.
- Mesmo que eu não tenha ninguém não quer dizer que dará certo. Kanon...
- Vamos deixar Kanon de lado. Ele não tem nada haver com o que aconteceu aqui. Foi pura química. E nossos sentimentos podem mudar se você me dar uma pequena chance. – dizia a sereia acariciando seu abdômen, seduzindo-o novamente.
Tétis subiu em cima de Saga, e ele pensou: "Pelos Deuses, essa mulher é insaciável." Então tudo iniciou novamente até que uma voz interrompeu o que estavam fazendo.
- Saga, poderia me explicar o que está havendo aqui?
O cavaleiro pragueja mentalmente, e fez a serei deitar-se ao seu lado, cobrindo-a com o lençol. Se soubesse que haveria uma segunda vez teria trancado a porta do quarto. Mas agora era tarde demais.
Continua...
N/A: O que faltou em "Meu destino sempre foi você" tem de sobra nesse capítulo. O Kanon não conseguiu resistir a inocente June, e Saga não resistiu as encantos da sereia Tétis. Dois hentais em um só capítulo... creio que depois de me estourar pra escrever isso vou passar um tempo sem conseguir escrever um capítulo mais "caliente". Hauhauuahha Bem, sei que nem todos gostaram da ideia de Saga x Tétis, mas eu tenho ainda um truque na manga, então aguardem que pode demorar um pouco mas mostrarei pra todos.
Pra quem ficou sabendo da semana do niver ( ao qual eu teria que fazer 7 postagens durante essa semana que já está terminando) creio que ficaram se perguntando se eu havia postado ontem. Houve umas questões ( alem da vacinação dos meus gatos, uma reação alérgica ao ônibus que estava com um forte odor de dedetização ) que não me permitiram terminar esse capítulo. Espero que a leitura de vocês tenha sido do agrado de todos.
Amanha haverá a ultima atualização, mas ainda não sei qual será.
Até a próxima leitura.
