Larya-e-Phallan - Realmente quase todas são de autoras brasileiras. Quanto à descrição do James, não é erro não. O James realmente foi chaser, e não seeker. A própria JK confirmou. Só que no filme colocaram que ele tinha sido seeker, por causa do Harry também o ser, só para dizer que o Harry tinha o mesmo atento que o James.
Sophia P. Black - Obrigada! Espero que gostes deste, apesar de não tar nada de especial. O próximo é melhor...
Capítulo 2 – Um pequeno detalhe
Ao chegarem à sala comum, deram de caras com os Marotos, sentados nas poltronas em frente da lareira, acompanhados por Frank, Elizabette, que estava ao colo de Sirius e Cristin que estava sentada no sofá, quase em cima de James, a conversar com ela.
Alice já ia começar a andar, mas Lily segurou o seu braço.
- O que foi?
- Nada, só acho que devíamos ir para o salão principal – disse a ruiva, que já tinha largado o braço da amiga.
- Vocês sabem… Eu queria ir para lá… - disse Alice, fazendo uma cara de quem está a implorar… (Vocês perceberam?!)
- Vai... – disse Lene, com um sorriso nos lábios. – Que eu e a Lily vamos para outro lado.
- Aí vão! E para onde?
- Para o lado do Matt e do Steve.
- Aí vamos? – perguntou Lily, um bocado confusa.
- Vamos… – disse Lene, com uma cara de que aquilo era óbvio. – Se o Sirius quer estar ali agarrado com aquela coisa, eu também posso estar agarrada a alguém.
- Ah! Tinha de ser, a Lene está com ciúmes do Sirius – disse Alice, começando a rir da cara da amiga. – Tu nunca aceitas-te que o Sirius tenha, de um momento para o outro, parado de andar atrás de ti.
- Ciúmes! Nem pensar, e foi um grande alívio, ele ter parado de atirar-se a mim.
- Sim, sim – ironizou Alice. – Vocês as duas são mesmo iguais.
- Eu igual a ela! Nem pensar, eu sou muito melhor! – disse Marlene, com ar de superior.
- E até é modesta! – Ironizou Lily.
- Sabem, enganei-me. A Marlene é igual ao Sirius!
- Ei, eu não sou…
- Tens razão. O Sirius ainda consegue ser melhor que tu…
- Ei! Melhor do que eu, não! Menor, sim!
- Ok, mas venham lá comigo! – Recomeçou Alice.
- Chata! Já disse que não!
- E porque não querem ir?
- A companhia não é das melhores – respondeu Lily, no que Marlene também concordou.
- Tudo bem, eu já percebi tudo.
- Mas não à nada para perceber. Eu simplesmente não quero estar na companhia deles – disse Lily.
- Deles?
- Até já Alice – disse Marlene. Alice meia envergonhada, lá foi andando para o lado a lareira, e elas dirigiam-se para as mesas.
- Podemos? – Perguntou Marlene, já sentando-se ao lado do Matt.
- Claro, Marlene – disse Matt, sorrindo como nunca.
- Podes sentar-te Lils – disse Steve, também com um sorriso lindo, um sorriso que fez Lily lembrar-se de um outro sorriso, mas ao perceber-se de quem era o dono desse sorriso, sentou-se e começou a falar com o Steve. Do outro lado da mesa Lene e Matt estavam numa conversa animada.
Entretanto, ao pé da lareira…
- Olá! Posso juntar-me a vocês? – perguntou Alice, um bocado envergonhada, por estar sozinha.
- Claro, senta-te aqui – disse Frank, oferecendo o lugar ao seu lado. – Isto é, se quiseres – disse, ficando levemente rosado. Ela sorriu e sentou-se.
- Claro que quero! – Exclamou, olhando para ele, e também corou levemente, o que fez ele sorrir ainda mais.
- Alice, onde estão a Lily e a Marlene? – perguntou Remus, nesse momento Sirius ficou quieto, à espera da resposta.
- Estão com aqueles parvos ali – disse um James mal-humorado. Ele tinha observado a sua ruivinha desde que ela desceu as escadas, e tinha uma vontade de chegar lá, e de partir a cara do Steve, quem ele pensava que era para estar a falar a menos de cinco metros da Lily. Mas não fez nada, pois se fizesse ai é que Lily não olharia mais para a sua cara. Assim que James falou, Sirius instantaneamente olhou para ela, estava linda, mas estava muito contente, cheia de sorrisos para o outro, e ele cada vez estava mais próximo dela. O que ele mais queria era empurrar aquela amostra de homem para bem longe dela. Mas teve que conter-se, afinal ele estava namorando.
- Nós somos muito melhor que eles, e elas vão logo para o lado deles! – Resmungou Sirius, todo chateado.
- Então, qual é o problema de elas estarem a falar com os seus amigos? – Provocou Remus.
- Nenhum, mas o problema é que eles não querem ser só amigos – disse James.
- E qual é o problema de eles não quererem ser só amigos, não é só eles que decidem se são mais alguma coisa, e quando dois não querem…
- Ok! - disse James, com cara de que queria matar alguém.
- Mas Jamezito, estás com ciúmes? – Perguntou Cristin.
- Ciúmes! Eu lá tenho ciúmes. E não me chames Jamezito.
- Desculpa, não queria que ficasses assim – começou a loira. – Mas não percebo porque essa repentina irritação .
- Não percebes! Então é porque ainda és mais burra do que eu pensei – disse Sirius.
- Sirius! – exclamou Liza, e mandou-lhe um olhar reprovador.
- Estúpido! – cuspiu Cristin, e deu um beijo na cara do James. – Adeus… Espero verte com melhor cara.
- JÁ VAIS TARDE! – Gritou Sirius.
- ESTÚPIDO, NEM SEI COMO É QUE A LIZA ATURA-TE!
- EU É QUE NÃO SEI COMO É QUE ELA ATURA-TE, FORGE.
- VAI À MERDA BLACK – berrou ela.
- ADEUS FORGE, TAMBEM AMO-TE – gritou Sirius, quando ela já estava a sair pelo buraco, com vontade de matar a primeira pessoa que lhe aparecesse à frente.
Lily via aquela cena com um sorriso radiante, pelo menos sabia que não era só ela e as amigas que não gostavam ela, pelos vistos o Sirius também não gostava.
- Que barraco! – disse Matt.
- É verdade, mas ela mereceu, é mesmo uma estúpida – disse Marlene.
- Lá nisso tenho que concordar.
- Não sei como o James consegue atura-la, sinceramente – começou Steve. – Ela até tem um corpinho, e tal, mas é muito manhosa e chata.
- Corpinho e tal, Steve? – Disse Marlene com um sorriso desdenhoso.
- Então Lene, temos que concordar que ela ter um bom corpo. Eu não sou cego, e tu tens de concordar comigo…
- Tudo bem, ela tem – disse a contra gosto.
- Vês... Até tu concordas comigo!
- Ah! Cala-te!
- Bem, pessoal… – começou Matt. – Está quase na hora do jantar…
- Sim, vamos? – perguntou Steve, levantando-se e estendendo a mão a Lily, para ajuda-la a levantar-se, acto que ela aceitou, e até achou uma certa piada.
- Vamos – disse Lene, dirigindo-se para a saída, passando pelo local onde os marotos conversavam alegremente, menos James, que ficou o tempo todo olhando para Lily. Ao passar, Marlene olhou para Sirius que ao vê-la, beijou Liza, o que fez com que Marlene segura-se no braço de Matt. Lily não conseguiu evitar, e olhou para James, ele estava a mira-la, fazendo com que os seus olhos cruzassem-se, ficando assim por uns dois segundos, pois Steve disse-lhe qualquer coisa, o que fez com que desviasse.
- Vamos indo também – disse James, assim que eles saíram, levantando-se e dirigiu-se para a saída. Não interessava a respostas dos outros, o seu único objectivo era olhá-la de perto, para ver se não acontecia nada.
Sirius, mal ouviu o que James disse, levantou-se logo a seguir, fazendo com que o seguissem.
Chegaram todos ao mesmo tempo, e o salão ainda estava vazio, poucas pessoas estavam lá, e uma delas era Cristin.
Marlene, Lily e os irmãos sentaram-se no meio da mesa. Lily estava sentada à frente de Marlene, que estava ao lado de Matt, e ao seu lado tinha Steve.
James entrou e vi-os sentados juntos, como quem não quer a coisa, dirigiu-se para aquele local da mesa, sendo seguido do resto do grupo. Naquele momento, o salão estava já a ficar composto. James não iria perder aquilo, e sentou-se ao lado de Lily, mas ela não notou, pois estava empolgada na sua conversa.
- Podes-me passar a salada? – ouviu aquela voz, que ela já conhecia tão bem, e não conteve um arrepio quando ele repetiu ao pé da sua orelha. Não podia acreditar, o que ele estava a fazer ao seu lado, aquilo só podia ser um pesadelo, o seu jantar tinha ido pelo ralo abaixo.
- O que estás a fazer? – Foi a única coisa que saiu da sua boca, enquanto virava-se completamente para ele.
- A jantar – disse simplesmente, com um sorrisinho nos lábios.
- Deixa de ser infantil – ela estava a começar a ficar irritada, e ele vendo isso, sorrio ainda mais.
- Eu é que sou infantil? Só respondi à tua pergunta.
- Eu sei perfeitamente que estás aqui para jantar – aquilo não estava a acontecer, outra discussão, era a ultima coisa que queria. – Mas porquê que tinha que ser aqui, ao meu lado? Tantos lugares, tinha que ser justo aqui, porquê? Eu já estou farta disto, será que não poderias deixar-me em paz enquanto janto?
Ele ficou espantado, aquilo era a ultima coisa que ele imaginava que ela iria dizer. E ficou ainda mais espantado, pois ela disse de uma forma cansada, e não de raiva. Será que ela estava mesmo farta dele?
- Pois bem, deixo-te em paz – dizendo isso troca de lugar com Remus, e começa a comer tranquilamente. Ela ficou espantava, não era suposto acontecer aquilo, ela não estava a conseguir acreditar que ele tinha desistido tão rápido assim. Bem, talvez agora conseguisse ter uma viagem tranquila.
- Hum, Hum… - silêncio, os alunos olharam todos para o director, que estava em pé, no meio da mesa dos professores. – Agora que tenho a vossa atenção, queria dar uma informação. Bem, todos sabem que este ano organizamos uma viagem de finalistas, pela primeira vez na história, e também para inovar um bocado.
"Bem, mais isto, todos vocês já sabem. E o que eu queria dizer é um bocado chato para quem não vai, mas como eu amanhã não vou ter a possibilidade de estar com vocês, decidi dar agora as informações. A viagem tem como destino o Canadá, uma semana numa montanha cheia de neve, sem professores, mas para manter a ordem, vocês vão ter que obedecer aos chefes de Turma. A partida da escola é às seis da manhã, e o pequeno-almoço será servido no comboio. Só é permitido fazer magia dentro do hotel, sendo proibida esta fora do estabelecimento. Para acabar… Eu e os outros professores estivemos a falar de como seria a divisão dos quartos, e tivemos uma ideia, que foi aceite por quase todos. Os quartos são de duas camas individuais, por isso duas pessoas por quarto."
- Era isso? É que sinceramente, acho que todos já calculávamos isso – disse Sirius em voz alta.
- Não senhor Black. Nós tivemos uma ideia muito interessante, que vai fazer com que pessoas convivem com outras, que antes eram ignoradas. Ninguém escolhe com quem fica a fazer dupla, a escolha vai ser aleatória, o vosso companheiro pode ser qualquer um. E não aceitam-se trocas. E no momento em que receberem a chave, automaticamente, é lançado um feitiço no quarto, onde a pessoa e o companheiro são as únicas pessoas que podem entrar no quarto. E os namorados podem começar a rezar para calharem junto – sorrio para a plateia, recebendo sorrisos com resposta. E para não dar confusão, dividimos os pisos do hotel por quatro, que corresponde a cada casa, nesses pisos estarão os quartos que são pertencentes aos alunos da casa em questão. Boa noite.
Os alunos começaram a sair, muitos directos para os seus dormitórios, pois teriam que acordar cedo no dia seguinte.
Nota: Obrigada por ler. O próximo não demora muito. E já aviso, vão começar a aparecer outras personagens e mais acção.
Até breve!
