Bastante rápido, uh? Não se vão habituando...só vos quis recompensar pelas fantásticas reviews que recebi, e como tava inspirada...postei hoje :D
A propósito, aquele errinho de Londres e tal..tá corrigido! É que na ideia original ela iria para Londres, só que entretanto mudei de ideias e deve-me ter passado essa parte, pq foi a única que não corrigi. Obrigada por avisarem! :)
Aqui vai então o capítulo 6...
Disclaimer: A saga Twilight não me pertence!! Infelizmente...
Capítulo 6
"O que queres dizer com isso?" perguntou ele, voltando ao mesmo tom frio e distante com que me tratara no restaurante, tentando no entanto conferir-lhe um tom de surpresa. Encolhi-me perante a mudança.
"Uh…hum," gaguejei, "Tu sabes…"
"Não, não sei," ele insistiu teimosamente.
"Todos os outros me trataram com simpatia e foram acolhedores e isso," eu expliquei, corando, "mas tu…parecia que eu te tinha ofendido ou coisa parecida."
Ele olhou para mim enquanto eu aguardava, ansiosa e ruborizada, pela sua resposta. Ele, com certeza, não se atreveria a desmentir aquilo que eu dizia. Todos tínhamos visto que ele não tinha simpatizado comigo.
"Desculpa," ele disse sinceramente, "Não estou nos meus melhores dias."
"E isso é razão para me tratares como uma pária?" perguntei, ligeiramente encolerizada após ele se virar de novo para encarar a estrada, voltando a ignorar-me.
Eu tinha passado o jantar todo a remoer-me por dentro, pensando no que poderia ter feito de errado para que ele não gostasse de mim, e ele dizia-me que não estava nos seus melhores dias.
Esperei que ele me respondesse, ou que ao menos arranjasse uma desculpa mais convincente.
Ele não me respondeu, continuando a olhar através do pára-brisas, ignorando-me.
Foi a gota de água.
A fúria transbordava de mim tão livremente que eu quase que a sentia. Como se fossem ondas de energia a esvaírem-se do meu corpo com uma força imensa. Quem é que ele pensava que era?
Depois várias coisas aconteceram rapidamente.
Os candeeiros que alumiavam a rua tremeluziram um pouco, emitindo um som vibrante e estridente, até que todas as lâmpadas se partiram, explodindo e deixando-nos às escuras.
Edward perdeu o controlo do carro devido à súbita explosão de vidros por todo o lado, fazendo com que nos despistássemos.
Estávamos prestes a embater contra uma árvore. Eu vi-a a aproximar-se cada vez mais, como que em câmara lenta.
Não!, foi tudo o que fui capaz de pensar.
Então o carro parou.
Olhei para Edward para verificar se ele se encontrava bem, a minha fúria perante ele já esquecida e ocultada pela preocupação.
Ele olhava para mim boquiaberto. Choque patente em todos os traços do seu rosto.
"Estás bem?" perguntei ofegante e um pouco assustada pela nossa experiência de quase-morte.
"Tu-u…" ele gaguejou, olhando para mim como se eu fosse uma aberração. Depois abanou a cabeça como que para aclarar as ideias e saiu do carro.
O meu primeiro pensamento foi que ele me ia deixar ali sozinha. Senti o meu coração a acelerar com medo, e a raiva por ele me abandonar ali no meio do nada, numa cidade que eu não conhecia, a crescer dentro de mim.
Ouvi um ruído a meu lado e a porta abriu-se. Edward puxou-me pelo braço para fora do carro, levando-me rápida e forçosamente até um banco ali perto. Deduzi que devíamos estar numa espécie de parque.
Obrigou-me a sentar-me, ainda segurando o meu braço. Sacudi-o, forçando-o a largar-me ao que ele acedeu rapidamente.
"O que é que se passa contigo?" gritei irada, massajando o sítio onde ele me agarrara.
"Como é que fizeste aquilo?" ele perguntou, ignorando a minha pergunta.
"Estás a falar do quê?" repliquei irritada.
"Fazer explodir candeeiros, parar um carro só com o teu pensamento…" ele enunciou.
Olhei para ele céptica, à procura de quaisquer sinais que indicassem que ele estava a fazer pouco de mim, mas não encontrei nenhum. O seu rosto transbordava seriedade.
"Okay…" disse devagar, assimilando aquilo que ele estava a implicar, "Então tu achas que eu fiz aquilo?"
"Bella, o que é que estavas a pensar quando aquilo sucedeu?"
Pensei naquilo que ele estava a dizer. Era ridículo. Como é que alguém podia pensar que uma pessoa, neste caso eu, podia ter alguma coisa a ver com aquilo? Decidi responder-lhe de qualquer das formas.
"Se queres mesmo saber estava furiosa contigo por me estares a ignorar," acusei, esperando ver algum sinal de pedido de desculpa. No entanto, ele apenas continuou à espera, curiosidade e algo mais que eu não conseguia identificar espelhado nos seus intensos olhos verdes. "E sim, desejei que o carro parasse no momento antes de isso acontecer mas-" vi-o sorrir triunfantemente perante as minhas palavras, por isso acrescentei, "Oh, por favor! Não estás mesmo à espera que…"
"Bella, tu tens a noção do que é que isto significa?" ele disse, interrompendo-me.
"Que é que estás para aí a dizer?" disse já a começar a ficar incomodada com aquilo. A adrenalina a pulsar-me nas veias devido aos nervos.
"Bella, tu és uma de nós."
N/A: Ahah...o que será que vai acontecer a seguir? O que é que o Edward quis dizer com aquilo? Vão ter de esperar pelo próximo capítulo para descobrir!!
Como sempre, deixem uma review com aquilo que acharam do capítulo e as vossas suposições! Adoro saber o que pensam!
Ah se não leram a nota de autor do capítulo anterior façam-no agora por favor! :D
Bjos,
niqha*
