Coisas que eu odeio em você

Disclaimer: Harry Potter e seus personagens não me pertencem. É.

Obs.: Essa fic é Yaoi, ou seja, tem garotos se pegando, e também tem Lemon, ou seja, garotos fazendo çékissu. Caso você não se sinta à vontade com isso, sugiro que não leia. Caso contrário, boa leitura, rs. :D


Capítulo 4 – Eu odeio suas mãos

As semanas iam passando rápido, e cada vez mais nós tínhamos tarefas, e eu não tive tanto tempo para pensar sobre Potter ou ele tentar algo mais comigo. Até minha mãe ligar.

- Alô? – Atendi o celular, vestindo minha calça e apoiando o aparelho entre meu ombro e meu pescoço. – Mãe?

- Oi querido. – Ela disse. – Bem, como você sabe, eu planejo dar uma festa esse final de semana, no Clube de Cricket. – Revirei os olhos. Não entendia porque ela ainda fazia parte de um clube do qual nem o jogo ela sabia jogar direito. Aliás, eu acho que nem jogar ela sabia. – Eu gostaria que você avisasse o garoto Zabini e a garota Pansy. Ah! Não se esqueça do afilhado de Sirius.

- Potter? – Quase deixei meu celular cair quando ela disse aquilo. Mas que porra? – Por que ele? – Eu realmente tentei não alterar meu tom de voz. Sério.

- Ora Draco... Sirius irá, e ele é padrinho do garoto Potter sim? Seria uma falta de educação tremenda se não o convidássemos. Além do mais, Sirius é da família. – Mentirosa. Tudo bem que eles eram primos, mas ela só estava convidando Sirius porque agora ele estava mais rico do que era antes, além de ser padrinho de Harry, o que o tornava alvo de fofocas, boas e ruins, da alta sociedade. Claro que ela iria querer ser vista perto dele. E Sirius Black também não ajudava, querendo aparecer por aí.

- Tudo bem, eu os avisarei. – Suspirei pesadamente e cortei a ligação. Ela provavelmente deve ter ficado puta por tê-la cortado, mas eu não ligo no momento. Terminei de vestir minha calça e saí do quarto, procurando por Blaise e Pansy.

Eu podia esquecer sem querer de falar com Potter sobre isso.

Pansy e Blaise estavam caminhando pelo corredor, e eu corri para alcançá-los. Coloquei meus braços no ombro de cada um, puxando-os para um abraço meio atrapalhado.

- Oi Draco. – Pansy disse, me dando um beijo na bochecha e apertando-a logo em seguida. Olhei para Blaise, que fez uma cara feia.

- Não espere que eu faça o mesmo. – Eu ri.

- Não espero. – Balancei a cabeça. – Ah, Narcissa pediu que eu os avisasse sobre a festa desse final de semana, no Clube de Cricket. Acho que ela já deve ter falado com a escola sobre isso, e assim a gente fica livre de qualquer tarefa, então eu só estou aqui para lembrá-los. Eu acho.

- E você ainda tem que avisar Potter. – Pansy comentou casualmente. – Sua mãe me ligou, pedindo para que eu te lembrasse disso. – Sorriu de lado, e eu olhei feio para ela.

- Ela realmente acha que eu vou me esquecer... – Bufei, ganhando uma risada de Pansy e um olhar estranho de Blaise. – O quê? É verdade. – Fingi estar ofendido, e Pansy rodou os olhos.

- Que seja, Draco. Eu só fiz o que sua mãe pediu. Caso contrário você sabe muito bem o que ela pode fazer.

- Ah sim... Dar uma dica pra sua mãe sobre você estar comendo chocolate demais? – Eu a incitei.

- Mas é claro! – Ela levantou os braços. – O que é que eu iria fazer sem meus chocolates?

- Certo... – Olhei ao redor e achei Harry. Com a ruiva. Argh. Bem, mais cedo ou mais tarde eu teria que avisá-lo. Por mais que eu não quisesse. – Bem, eu já vou.

Andei em direção do casal e Harry olhou para mim e em seguida beijou a ruiva fervorosamente. Céus. Será que eles não poderiam fazer isso em outro lugar? Tossi para me fazer presente, mesmo sabendo que Potter havia me visto.

- Ah, oi Draco. – Harry disse, trazendo a garota para mais perto de seu corpo, e a ruiva soltou uma risadinha.

- Então Potter. – Enfatizei seu sobrenome, e ele me olhou divertido. – Narcissa pediu para que eu o avisasse sobre a festa que vai acontecer nesse final de semana no Clube de Cricket.

- Só isso? – Ele arqueou uma sobrancelha, sorrindo, me tentando.

- Não, só isso mesmo. – Dei de ombros e me virei.

- Até mais Draco. – Ele acenou para mim, voltando a sua atividade de praticamente engolir a boca da Weasley. Ou algo mais.

Tudo que eu quero é que esse final de semana não chegue. Ou que esteja chovendo – o que seria bem mais provável de acontecer.

.

Existem forças lá em cima que não gostam de mim. Além dos dias parecerem andar mais rápido, não está chovendo. O que significa que eu tive que vir até esse maldito clube.

E Potter está aqui.

A namorada não, porque os Weasley não foram convidados. Nada novo aí, já que os Weasley não eram muito bem-vistos pela alta sociedade.

O problema é que Narcissa está mais interessada em passar o tempo com Sirius, e faz questão que eu ensine Potter a jogar cricket. E lá estava eu, junto com Potter em um campo menor, usado por iniciantes, para, tecnicamente, ensiná-lo a usar um taco para bater em uma bola e marcar pontos. Não é minha ideia de final de semana agradável.

- Potter, você já jogou isso alguma vez? – Estendi minha mão para ele pegar o taco, e então peguei a bola.

- Não. – Ele deu de ombros.

- Observe e aprenda. – Posicionei-me e joguei a bola direto no wicket, derrubando-o. – Bem, é isso que você tem que fazer, mas fica bem mais fácil quando não se tem ninguém ali. – Andei até o wicket que eu tinha acabado de derrubar e o ajeitei novamente, agora ficando na frente dele, e estendi minha mão para que Harry me desse o taco, entregando-lhe a bola. – Vamos, tente acertá-lo.

Ele jogou a bola e eu rebati, jogando-a o mais longe possível. Potter assoviou.

- Wow, um home run.

- Isso é cricket Potter, e não beisebol. – Rodei os olhos, colocando a mão no quadril.

- Ah.

Bufei. Ou ele estava se fingindo de idiota ou ele realmente era um. Peguei outra bola e entreguei o taco nas mãos de Potter, fazendo nossas mãos se tocarem. Foi um toque rápido, mas mesmo assim senti meu corpo reagir, e eu fiz o maior esforço para não mostrar isso. Joguei a bola e ele rebateu.

Teria sido legal, se a bola não tivesse acertado minha cara.

- Você tá bem? Desculpe! – Ele se aproximou de mim, tirando minha mão de minha cara, fazendo-me olhar para seu rosto. Ele estava tão preocupado quanto sua voz mostrava que estava.

E, bem nessa hora, começou a chover.

- Droga. – Murmurei. – Vamos, ali tem uma casinha onde guardam os equipamentos. A gente espera a chuva passar ali.

Ele me seguiu, e aparentemente ainda estava preocupado comigo. Não havia sido uma batida tão forte assim, mas estava doendo um pouco sim.

Corremos até a casinha e Potter abriu a porta, me deixando entrar primeiro. Eu nunca tinha ido lá, mas agora eu queria não ter visto ela. Era pequena demais. Era pequena demais e eu e Potter tínhamos que ficar praticamente com os corpos colados. Acho que ele notou isso, porque, caso o contrário, ele não estaria com sua mão em minha cintura. Ele também colou sua testa na minha, e ficamos nessa posição até eu sentir meu celular vibrar.

- Alô? – Harry se afastou um pouco para que eu pudesse pegar o celular, mas não se afastou o bastante para chamarmos aquilo de espaço pessoal.

- Draco querido, onde você está? – Ouvi a voz de Narcissa do outro lado da linha, parecendo preocupada.

- Estou com Potter, achamos uma casinha para nos escondermos até a chuva passar.

- Ai, que alívio. – Ela suspirou. – E quanto ao Blaise e a Pansy?

- Não sei mãe. – Murmurei para Potter ligar para Pansy e ele não demorou em fazer o que eu pedi.

- Pansy? – Harry perguntou. – Pansy? – Então ele olhou para o celular com uma cara de bunda e olhou para mim depois. – Eu não sei onde ela tá, mas eu ouvi risadas e ela falando um "Pára, Blaise!" bem animado. Ou mal-humorado, não sei.

- Não sabemos onde ela está, só sabemos que ela está com o Blaise. – Voltei minha atenção ao celular.

- Ah, tudo bem. Obrigada querido. – E desligou.

- Eu tenho uma vaga ideia do que eles devem estar fazendo. – Sorri de lado. Aqueles dois se mereciam, era o que eu pensava às vezes.

- Algo que nós poderíamos estar fazendo também. – Ele chegou mais perto, colando nossos corpos novamente, e eu não o afastei, apenas ri.

- Você é louco de querer fazer algo aqui, no meio de tacos, bolas e wickets.

- E se fosse em outro lugar? – Ele arqueou uma sobrancelha, sorrindo de lado. Parei de rir e fiquei sério.

- Só se você fosse solteiro. – Harry fez uma careta e eu tentei me afastar de seu toque, falhando totalmente.

- Qual é o problema de eu ter namorada? Você é do tipo que quer total atenção em uma relação é?

- É. Algo contra? – Dessa vez fui eu que arqueei a sobrancelha, mas sem sorrir.

- Não. – Ele deu de ombros. – Então eu acho que vou terminar com a Ginny. – Ele murmurou, e eu acho que era só para ele escutar, mas eu acabei escutando. Aquilo realmente mexeu comigo, e foi como se eu tivesse borboletas em meu estômago ou sei lá o que as pessoas têm quando sentem isso. Clichê, mas é bom.

- Às vezes eu me pergunto se o que falam sobre você é verdade. – Comentei depois de um tempo de silêncio.

- Bem, provavelmente nem tudo. – Ele sorriu. Olhei-o, questionando-o silenciosamente. – Pode me perguntar, eu vou responder tudo o que você quiser. Ou quase tudo. Mas vai ser a total verdade.

- E como eu vou saber que você não está mentindo? – Harry sacudiu a cabeça, sorrindo tristemente. Então ele aproximou-se, selando nossos lábios em um beijo doce.

- Confie. Eu prometo.

- Tudo bem. Você usa drogas?

- Não. Nunca me meti em nada que tivesse drogas no meio, obrigado.

- Só não pergunto se você fuma porque eu sei que sim. – Ele riu, colando nossas testas. – Okay, essa pode ser estranha e provavelmente mentira, mas eu tenho que perguntar isso: você é fugitivo da lei no Brasil?

Ele começou a gargalhar tanto que lágrimas saíram de seus olhos.

- Essa é tão absurda! – Harry disse depois de um tempo. – Não, eu não sou um fugitivo da lei. Não que eu saiba, pelo menos.

- Metia-se em encrencas no outro colégio? – Ele parou de sorrir.

- É, às vezes. Não me orgulho muito nisso.

- Foi por isso que você foi expulso?

- Nah, na verdade eles me pegaram fumando e bebendo junto com uns amigos, quando na verdade era pra estarmos dentro da sala de aula ou na biblioteca. Eu não tinha uma ficha muito limpa, então eles não sentiram muito pena de me expulsarem, apesar de minhas notas serem boas. – Ele deu de ombros. – Mas prometi a mim mesmo me comportar em Hogwarts.

- Que bonitinho. – Apertei sua bochecha e ele fingiu tentar se afastar. Segurei o ar, preparando-me para a próxima pergunta. – Você... Por que você vai terminar com a Weasley?

- Por você. – Olhei em seus olhos e tremi ao ver que ele me olhava vigorosamente.

- Por quê? – Minha voz saiu em um sussurro.

Ele ficou em silêncio. Às vezes abria a boca, como se fosse dizer algo, mas logo fechava e ficava completamente vermelho. Era estranho, ver Harry daquele jeito. Fofinho, mas estranho.

- Porque eu gosto muito de você, e acho que você vale a pena a ponto de terminar com a Ginny.

Fiquei sem saber o que falar, e foi naquele momento que percebi que a chuva já havia acabado.

- E você vai mesmo terminar com ela?

Ele hesitou por um momento, mas respondeu:

- Sim. Assim que voltarmos à Hogwarts, eu vou terminar com ela. – E, antes de sairmos da casinha, ele me beijou suavemente. Enlaçando meus braços em seu pescoço, aprofundei mais o beijo.

.

Estava deitado em minha cama, lendo uma revista qualquer, quando Harry entrou no quarto. Olhei para ele e deixei a revista de lado, vendo-o se aproximar da minha cama. O moreno deitou-se ao meu lado, deixando uma trilha de beijos em meu pescoço.

- Terminei com ela. – Senti sua mão em minha pele, subindo minha camisa.

- E como a Weasley reagiu? – Fechei os olhos, aproveitando as carícias que Harry fazia.

- Ficou possessa, quase chorou e me arranhou bem aqui. – Apontou para seu rosto, que tinha um baita arranhão estampado.

- Garota má. – Beijei sua bochecha, acariciando seu cabelo.

- Sim, muito má. – Ele me puxou para mais perto, abraçando-me pela cintura. – Mas e quanto a nós?

- Bem, eu nunca fui de relacionamentos. – Olhei para ele, dando um beijo estalado na curva de seu pescoço e repousando minha cabeça no mesmo lugar depois. – Mas eu acho que, por ser você, eu tento.

- E eu vou ter olhos apenas para você. Juro. – Harry virou-nos, ficando por cima de mim e beijando meu pescoço e passeando com suas mãos em minha barriga.

- É bom mesmo. – Brinquei, puxando-o para um beijo.

Ficamos assim por um bom tempo, apenas nos tocando e nos beijando. Aproveitando o momento.

Bem, até meu celular tocar. Suspirei pesadamente, tirando Harry de cima de mim – por mais que eu não quisesse – e atendendo o celular.

Era Narcissa.

- Oi mãe. – Gesticulei para que o moreno ficasse calado e, felizmente, ele entendeu.

- Ah, oi querido. Só liguei para avisar sobre a nossa tradicional festa de Natal. – Rodei os olhos. Nossas festas tradicionais constavam em Narcissa chamando as pessoas mais influentes e tentando fazer com que eu fosse gentil com os filhos dos mesmos. – Nesse ano, o que você acha de fazermos diferente?

Aquilo chamou minha atenção.

- Diferente como? – Escondi minha curiosidade o máximo que pude.

- Ah, vamos chamar um pouco menos de gente esse ano... Estava pensando em chamar Sirius – Ela acabara de chamar o tal Black pelo primeiro nome? Estranho. Ela nunca o chamou assim. – e também os Parkinson, e os Zabini. E, como sempre, Severus também vai.

Wow, ela diminuíra a lista, e muito. Geralmente eram mais ou menos cem convidados. Me pergunto o que fez ela mudar de ideia esse ano. Não que eu vá reclamar ou questionar as ações de Narcissa. Menos é melhor.

- Então tá. – Ficamos em silêncio por alguns segundos. – Só isso?

- É, só isso mesmo. Bem, nem preciso dizer para você estudar, não é? – E soltou um risinho, enquanto eu rolava os olhos. – Ah, e avise Potter por mim, sim?

- Tudo bem.

- É só isso, então. Tchau, querido. – E desligou. Coloquei o celular no lugar onde originalmente estava e voltei minha atenção a Harry.

- O que ela queria? – Ele perguntou, deitando-se ao meu lado e puxando minha cintura para mais perto de seu corpo.

- Ah, ela queria avisar as "mudanças" em nossa tradicional festa de Natal. – Dei de ombros, encostando minha cabeça em seu peito. – Você está convidado.

Harry sorriu, acariciando meu cabelo.

- Oba, mal posso esperar. – Ele sorriu, fazendo uma trilha de beijos em meu pescoço.

.

- Olá senhora Malfoy. – Eu juro que fiz um grande esforço para não rir. Ou rodar os olhos. A imagem de Harry tentando ser educado é simplesmente intrigante, e um tanto engraçada.

- Oh, por favor, você pode me chamar só de Narcissa. – Não pude evitar, rodei os olhos. Era óbvio que Harry já havia a conquistado. Também era óbvio que ela ficou sem jeito com o que ele havia dito. Provavelmente havia um bom tempo que ela não encontrava um garoto tão educadinho.

Insira risada mental aqui.

Mas enfim.

- Draco, suas coisas e as coisas de Harry estão em seu quarto. – Ela olhou para mim, sorrindo. – Amanhã os Zabini e os Parkinson chegam, okay? Bem, não tomarei mais o tempo de vocês, então... divirtam-se. – Então saiu, deixando-nos a sós.

Acho que a minha ideia de diversão é bem diferente da dela.

- Então... com tantos quartos em sua... erm... casa, eu vou ficar no mesmo quarto que você? – Olhei para Harry, levantando uma sobrancelha. – Não que eu esteja reclamando, mas...

Eu ri, indicando com uma mão para ele me seguir até o quarto.

- Bem, outras famílias estão vindo e, provavelmente, ela quer que você se sinta mais "em casa" ou algo assim. Já que é a primeira vez que você vem aqui... – Sem bem que, é mais possível que ela queira que eu mostre a Harry o quanto nossa família é acolhedora, assim ele comenta isso com Sirius e ele fica mais amigo de Narcissa. O que a faria uma das mulheres mais bem faladas da alta sociedade.

Desde que Lucius e Narcissa brigaram, os Malfoy não foram lá muito bem vistos, apesar de qualquer esforço que Narcissa têm feito até hoje. Lucius até saiu de casa, o que a deixou acabada. Apesar de tudo, ela ainda ama o homem, infelizmente.

- Seu quarto é bem... grande. – Quando notei, Harry já estava sentado em minha cama, olhando para a janela. Sorri de lado e sentei-me ao seu lado.

- Não é como se você fosse se lembrar do tamanho do quarto. – O moreno corou e riu.

- Verdade. – Ele me olhou seriamente. – Mas é meio impossível lembrar-me do quarto quando tudo o que eu me lembro foi da nossa noite.

Antes que eu pudesse responder qualquer coisa, Harry selou nossos lábios e eu senti suas mãos passeando pela minha coxa. Gemi entre o beijo, deixando-o me deitar no colchão.

- Draco? – Empurrei Harry o mais forte que pude e agradeci por ter fechado a porta. Seria um grande desastre caso alguém entrasse ali e... Bem, você entendeu.

- Sim? – Falei, olhando para Harry e fazendo um pedido de desculpas silencioso.

- Sua mãe está te chamando. Ela... Bem, acho melhor você ver por si mesmo. – Arregalei os olhos. Do que diabos Severus estava falando? Abri a porta e desci apressadamente, sem nem olhar para trás e ver se Harry estava me seguindo ou não.

Parei no pé da escada. Ele não havia mudado nada. O mesmo cabelo loiro longo, o mesmo porte de aristocrata, o mesmo ar de superior, a mesma expressão de descaso.

Lucius Malfoy estava ali. Não tinha dúvidas.

E eu agradeci por Harry estar atrás de mim, me segurando.


Eu ahn... espero não ter demorado muito? D: *chutada*

Enfim, espero que tenham gostado desse capítulo, rç.' :) *apanha*

E ahn... esse é meu presente de Natal pra vocês, é. *-*

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