N/a: Ainda temos mais este capítulo antes do casamento de Jane, e que delícia tem sido escrever com Darcy e Elizabeth se revezando no papel de pais :) Maria Teresa C, obrigada pelos fiéis reviews e por continuar acompanhando, mesmo que tenha que ser pelo tradutor =/


Capítulo 18 - Rumores

No dia seguinte, Darcy trouxe Lucy no fim da manhã, como prometido. Ela irrompeu na sala correndo, abraçando primeiro Jane, e então os avós. Darcy seguiu-a mas parou à porta, percebendo que os Gardiner tinham visita. Com tudo o que acontecera nos últimos dias ele havia se aproximado dos tios de Elizabeth e tinha prazer em conversar com eles. Ainda assim, não se sentia tão à vontade com os pais dela. Ele estava para dar meia-volta e ir embora quando Elizabeth o viu enquanto descia as escadas.

-E então? - ela perguntou, vendo rapidamente que a filha estava agarrada ao avô, contando as novidades em uma velocidade difícil de acompanhar.

-Ela demorou para pegar no sono, tirou muitas histórias de mim antes que isso acontecesse.

-Sinto muito por isso. A acostumei a lermos uma história antes de dormir, agora ela não dorme sem que isso aconteça. Deveria tê-lo avisado.

-Eu apreciei imensamente a atividade. Ela passou a noite bem. Acordou chorando um pouco, chamando por você.

-E, apesar disso, ela parece bem agora.

Os dois ficaram em silêncio, mirando o chão. Elizabeth pensou quão estranha era a situação de dividirem uma criança. A falta de precedentes em tal evento a fazia se perguntar qual seria a melhor forma de proceder.

-Mr. Darcy!

Os dois se viraram. Mrs. Bennet saiu para o corredor, lhe fazendo uma mesura rápida.

-Fico feliz em saber que trouxe nossa Lucy de volta. - ela disse simplesmente.

-Mamãe...

-Ela pode ser seu sangue, mas cresceu em nossa família. E se você sequer pensar em prejudicá-la ou não tratá-la da forma que merece, é para a nossa família que ela irá voltar!

Elizabeth se impressionou ao ver os olhos da mãe brilhantes, e o tom, baixo mas sério. Darcy inclinou a cabeça minimamente.

-Você tem a minha palavra, senhora, que irei tratá-la como merece. E ela ainda terá sua atenção e cuidados. Não ousaria separá-la dos únicos avós que conhece.

A transformação nas feições de Mrs. Bennett foi imediata.

-Espero que possamos ser convidados à Pemberley, para visitá-la.

Darcy viu os lábios de Elizabeth formarem um não silencioso, mas ignorou.

-É claro, minha senhora. Será um prazer.

A mulher deu gritinhos de vitória, voltando à sala de visitas, e Elizabeth rolou os olhos.

-Em minha defesa, eu tentei impedi-lo.

-Não havia nada a ser feito. - Ele disse, um sorriso suave no rosto. Elizabeth seguiu seu olhar. Mrs. Bennet e Lucy seguravam as mãos em uma espécie de dança, as duas rindo.

~X~

Lucy caminhava pela grama do parque, uma fita branca em sua mão voando ao vento. Ela ainda gostava da brincadeira, mesmo ostentando uma pequena cicatriz no queixo devido à queda em Rosings.

-Seus pais não quiseram nos acompanhar? - perguntou Darcy a Elizabeth e Jane, que caminhavam ao seu lado.

-Eles preferiram ficar com nossos tios. - disse Elizabeth, sabendo bem que a intenção de sua mãe era que ela saísse sozinha com Darcy. Ela apreciava a tentativa dele de fazer com que ambos passassem algum tempo com Lucy juntos, mas a saída ao parque só alimentava mais as fofocas, e ela caminhava tensa. - Você vai aceitar o convite deles para jantar conosco?

-Eu agradeço, Mrs. Sheffield, mas minha irmã chega amanhã. Ainda tenho algumas coisas para colocar em ordem antes que possa passar algum tempo com ela.

-Tenho certeza que Georgiana irá ficar feliz em saber que você dedicará parte de seu tempo exclusivamente a ela. Tenho muita admiração por ela, e pela forma como o senhor se responsabilizou por sua educação. - ela disse, de forma sincera.

-Acredito não estar sendo insincero quando digo que ela nutre a mesma admiração pela senhora. Só tenho a agradecer a forma como ofereceu sua amizade a ela. Georgiana precisa de amigas em quem possa confiar, e que tenham senso e inteligência para discutir os mais variados assuntos.

Jane olhou de um para outro, começando a sentir como se estivesse se intrometendo em uma conversa que deveria ser particular.

-Ela também o admira muito, Senhor. E consegue lê-lo como ninguém. - Elizabeth olhou para Lucy, vários passos à frente, observando o lago.

Jane decidiu se afastar para cuidar da sobrinha, cada vez mais perto da água.

-Ela descobriu sozinha a respeito do seu pedido de casamento, e da forma como… terminou. - disse Elizabeth, de forma que só ele ouvisse. - Ela é muito perspicaz, e se importa imensamente com você.

-Ela nunca compartilhou tal fato comigo! - ele disse, surpreso.

Elizabeth o deixou digerir a informação se lembrando das duas, sozinhas na biblioteca de Pemberley, rindo até que suas barrigas doessem. Ela não pôde deixar de sorrir com a memória.

-O maior problema, minha senhora, em minha irmã ter tão fiel amiga, é que ela também será uma ótima aliada. - Elizabeth de repente percebeu que ele estivera a encará-la sem que ela notasse, com certeza percebendo seu divertimento. Seu tom era sério e grave, mas ela conseguia ver o brilho de brincadeira em seus olhos. Quando havia aprendido a lê-lo tão bem?

-Mama? - Elizabeth se virou para a filha, que voltava da margem do lago com Jane. - O que é bastarda?

~X~

-Foram os Henderson, eles notaram Lizzy e Mr. Darcy conversando e fizeram o comentário. - disse Jane.

-Eles falaram de propósito, apenas para que a pobre Lucy ouvisse! Que tivessem falado perto de Elizabeth, mas não da criança! - disse Mrs. Bennet, exaltada.

Todos voltaram para a casa dos Gardiner logo após Lucy ouvir, de um casal que passava, que ela era a bastarda de Darcy. Darcy e Elizabeth explicaram a situação da melhor forma que conseguiram, mas a menina ainda ficou chateada por ser chamada de algo que, agora sabia, ela não era.

-Lizzy, sua menina estúpida! Deveria ter se casado antes mesmo que toda essa história viesse à tona! Agora você está arruinada, e vai levar a menina junto, assim como o pobre do Mr. Darcy!

Elizabeth sentiu as bochechas quentes, sem coragem de olhar para os outros, mas Darcy surpreendeu a todos, se pronunciando.

-De nada adiantaria. Lucy é minha filha, não minha enteada. Mesmo que tivéssemos nos casado antes, a história viria à tona. Mas a sociedade tem memória curta. É só ver como poucos se lembram da história de Sophia, há apenas cinco anos.

-Logo um novo escândalo surgirá. - concordou Mr. Gardiner - E todos se esquecerão disso.

Elizabeth não disse nada. Ela sabia que só o fato de Darcy estar na casa de sua tia, em Cheapside, já era motivo para comentários maldosos. E se ela casasse com ele? Seria a vida de Lucy um eterno relembrar de que ela passara seus anos formativos na casa de um comerciante? De que ela era uma provável bastarda e não deveria ter os direitos de uma filha legítima?

-Agradeço por me receberem, Mr. e Mrs. Gardiner. Preciso partir. - Elizabeth respirou aliviada sabendo que ele teria que partir. Ainda sentia as bochechas quentes e o clima na sala, tenso.

-Não quer realmente ficar para o jantar? - perguntou Mrs. Gardiner.

-Agradeço, senhora. Hoje realmente preciso ir para casa mais cedo.

Elizabeth foi buscar a filha, para que se despedisse do pai, mas ele a seguiu.

-Gostaria de conversar com ela antes de sair, acha que seria possível?

Elizabeth apenas concordou com um meneio e subiu com ele até o quarto que ela estava dividindo com as primas, levando Emily e Eliza até o quarto infantil, onde os irmãos estavam. Ela voltou a tempo de ver Darcy e Lucy em um abraço apertado. Ele a segurava no colo, falando algo que Elizabeth não conseguia ouvir da porta. Depois de alguns segundos ele a colocou vagarosamente no chão, dizendo uma última frase e então se afastando.

-Papa?

Elizabeth viu Darcy congelar, ainda de costas para a menina, que o olhava incerta. Ele se virou devagar e ela se aproximou mais dele, se pendurando em sua mão, se escondendo levemente atrás de seu braço.

-Eu também me orgulho de ser sua filha. - ela finalmente disse.

Mais um abraço se seguiu e Elizabeth riu, secando algumas lágrimas teimosas que insistiam em rolar.

Darcy se afastou novamente, parando alguns segundos na porta e colocando a mão no ombro de Elizabeth. Ela percebeu com espanto que ele também segurava algumas lágrimas. Logo o peso quente de sua mão em seu ombro se foi e ela ficou no lugar, encostada ao batente da porta, todos os seus sentimentos uma bagunça.

~X~

Alguns dias depois, Elizabeth e Lucy estavam na casa dos Darcy em Londres, visitando Georgiana, quando Lucy se levantou de um salto.

-Tia Charlotte!

O empregado então anunciou o Coronel Fitzwilliam e a esposa.

-E o tio Fitz!

-Lucy! - disse Elizabeth assustada, vendo a menina ser pega no colo do Coronel. Uma vez que a menina se sentia confortável na presença de alguém, mudava completamente sua postura e ela temia, agora que sabia da real procedência da filha, que isso era sua própria influência na menina.

-Fitzwilliam é um nome muito grande. - a menina disse simplesmente.

-Eu concordo – disse Darcy, se aproximando para cumprimentar o primo e a esposa.

-Que bela surpresa encontrar a família toda aqui. - disse o coronel, sorrindo.

Georgiana e Elizabeth cumprimentaram o casal recém-chegado. Georgiana havia chegado de Pemberley há poucos dias, ávida em estar com a família depois de receber as últimas notícias. O encontro com Lucy e Elizabeth havia sido emocional e elas passaram os últimos dias a aproveitar a companhia umas das outras. Eles não sabiam, no entanto, que o Coronel e a esposa, de volta de sua curta viagem, também passariam pela residência dos Darcy em Londres.

-O que meus tios dizem a respeito de tudo? Não mais recebi notícia depois de minha última missiva. - disse Darcy ao primo.

-Eles começaram com toda aquela história de fingir que não têm relação alguma com você, mas isso não vai durar muito, e você sabe. Já ouvi várias versões da história, mas você sempre foi especialista em fazer rumores surgirem e desaparecerem, então imagino que nada mais surpreenda as pessoas.

Mr. Darcy não disse nada, olhando pela janela. Ele não se importava de ser assunto de especulação e fofoca Londres afora. Mas as três pessoas que estavam àquele momento sentadas atrás dele não mereciam isso. Georgiana, Elizabeth e Lucy eram tudo de mais puro e especial em sua vida. E, por causa dele, estavam todas naquela sala, dizendo que estavam cansadas demais para sair em compras ou para um chá, uma mentira, ele sabia.

- Preciso dizer, como nós não descobrimos antes? A menina é uma versão mais nova de Georgiana! - disse o Coronel, observando-a.

O grupo havia se sentado para conversar e Lucy, sentada entre Charlotte e o coronel, tinha um sorriso de orelha a orelha por fazer parte da conversa dos adultos.

-As primeiras vezes que vi-a notei algo de familiar. Mas à época não tinha como sequer imaginar.

-Por isso que você sempre a olhava com tanta atenção! - disse Elizabeth de repente.

-Achávamos que você só não gostava de nós. - disse a menina, tendo o efeito desejado, fazendo os adultos rirem.

-Conseguiu encontrar uma propriedade de seu agrado, Richard?

Os dois primos começaram a conversar a respeito de propriedades e Charlotte olhou para a amiga longamente. Elizabeth entendeu o olhar, mas soube que não ousaria falar de tais assuntos se não fosse em particular. Ela decidiu então perguntar a Charlotte a respeito da curta viagem que os dois haviam feito.

Enquanto as duas conversavam, ela viu Lucy se levantar e se postar ao lado de Darcy. Ela temia que a menina puxasse seu casaco ou fizesse algo extremamente pouco educado. Mesmo que ela entendesse agora que Darcy nunca a olhara com intenção de julgá-la, ela sabia que a criação que dera à Lucy era a criação da filha de um comerciante e talvez muitas coisas fossem criticadas até que ela se adaptasse à sua nova posição.

Mas foi Darcy quem baixou os olhos, perguntando se a pequena precisava de algo. Elizabeth não ouviu o que ela falou, mas ele logo chamou um empregado, e a menina o seguiu. Ela ergueu os olhos de forma inquisidora.

-Lucy realmente gostou dos biscoitos que a cozinheira faz. Ela pediu alguns. - ele disse, em tom de explicação.

-Não está no horário do chá ainda. Você, senhor, não pode se curvar às vontades dela.

-Tarde demais.

Charlotte e Fitzwilliam assistiram à cena, divertidos. E, não puderam deixar de rir quando a menina voltou, ainda comendo um biscoito, sorriu para Darcy e se sentou novamente entre os dois, como se nada fosse mais natural.

~X~

-Lizzy, ele é ótimo com ela.

Elizabeth sorriu, vendo Darcy e Fitzwilliam entretendo Lucy enquanto Georgiana tocava uma canção ao pianoforte.

-Eles têm uma conexão única. - ela concordou.

-E você está bem com isso?

-Essa semana, pela primeira vez, ela o chamou de Papa. A expressão no rosto dele, Charlotte. Quando o vi pela primeira vez em Rosings, nunca seria capaz de imaginar que ele poderia sorrir de uma forma tão pura. Mas mais tarde, antes dela se deitar, me perguntou se James a odiaria por chamar outro homem de Papa.

-Oh, pobrezinha.

-Ela está apreendendo tudo a seu tempo e em seu ritmo. Mas tenho certeza de que irá se adaptar à nova situação, e de que nunca vou me arrepender de tê-los unido.

Charlotte baixou a voz para um murmúrio.

-Você o ama?

-Prometi a ele que não daria uma resposta ao pedido de casamento até que chegássemos a uma conclusão sobre Lucy.

-Não foi isso que perguntei.

Elizabeth baixou os olhos.

-É tudo tão confuso! Eu não consigo mais vê-lo como Mr. Darcy, senhor de Pemberley. Eu não consigo separar sua imagem da imagem do pai de Lucy.

-Pense que ótimo pai ele será para outros filhos que vocês venham a ter!

Elizabeth ficou alguns segundos em silêncio antes de perguntar.

-E se eu não conseguir? E se eu não conseguir ter o herdeiro de que ele precisa?

-Oras, do que está falando?

-Eu não tenho filhos biológicos, Charlotte, depois de cinco anos de casamento. Eu tive um... e perdi.

-Lizzy, isso é comum. Não quer dizer que não poderá ter outros.

-E se eu não tiver?

-Ele não é o único filho, ainda há Georgiana. Ela também pode ter um filho que irá herdar as propriedades.

-Lucy também irá herdar, apesar de não poder sucedê-lo. Ele mudou o testamento e colocou em ordem os documentos dela, Charlotte, pedindo que eu estivesse presente e aprovasse tudo. Ela nunca precisará se preocupar com questões financeiras.

-Se ele fosse qualquer outro cavalheiro, já teria tomado Lucy de você. Você não mais a veria. E você me diz que tem dúvidas. Lizzy, ele com certeza nutre sentimentos por você. - disse Charlotte em um sussurro urgente.

-Será isso o suficiente?

-Eu sinceramente não entendo o que a está fazendo ter dúvidas, Lizzy. Do que você tem medo?

-Charlotte… se eu aceitá-lo agora… irá parecer que eu só o estou aceitando pelo dinheiro e para não me separar de Lucy.

-Dois ótimos motivos.

-Você não entende. Eu estava bem sozinha. Conseguia fazer tudo que era necessário sem depender de ninguém. E de repente, do dia para a noite, me vi desamparada.

-Lizzy, ouça bem o que vou lhe falar. Não cometa o maior erro de sua vida, aquele de que se arrependerá pelo resto de seus dias, simplesmente porque está com o orgulho ferido!

Elizabeth sabia que Charlotte não era a única que queria lhe puxar as orelhas por sua decisão, ou falta de decisão. Georgiana também a encarava constantemente mas, com Darcy sempre próximo, a menina não conseguira um momento para conversar com Elizabeth a sós.

A conversa das duas foi interrompida pelo Coronel que, com a mão estendida e um sorriso no rosto, puxou a esposa para dançar. Georgiana tocava uma peça alegre e compassada. Elizabeth sorriu ao ver a alegria evidente dos dois e não percebeu Darcy se aproximar. Quando se virou, Lucy estava sentada ao pianoforte com Georgiana, observando seus movimentos ágeis e Darcy estava ao seu lado, lhe oferecendo a mão.

-Me surpreende o convite. - ela disse, se erguendo e pegando em sua mão.

-O que deveria lhe surpreender é o fato que outra dama pediu para que eu dançasse com você.

Elizabeth olhou para Lucy, agora observando os dois com atenção.

-Então o senhor não veio por sua livre vontade! Foi pressionado a fazê-lo! - disse ela, a respiração já acelerada dos movimentos rápidos.

-Não foi um pedido de todo desagradável. - ele murmurou. Os dois ficaram em silêncio, em parte pela rapidez dos movimentos que o deixavam sem fôlego, em parte pelo rumo perigoso que a conversa estava tomando.

À outra dança que se seguiu, Elizabeth dançou com o Coronel e Darcy, que ofereceu a mão para Charlotte, foi negado.

-Acredito que Miss Lucy iria adorar uma dança.

E foi ao som dos risos da criança em seu colo que Darcy se moveu pelo salão, feliz em arrancar tal expressão de alegria da menina.

Depois que o Coronel e a esposa foram embora, a babá levou Lucy para o quarto infantil. Darcy disse:

-Confio que irá ficar para o jantar, Mrs. Sheffield. Como Lucy irá passar a noite aqui, podemos ter um jantar informal, do qual ela possa participar.

-Não me parece adequado, o melhor será que eu volte para a casa de minha tia.

-Oh, você não a está cortejando, irmão? - disse Georgiana inocentemente, vendo sua chance.

-Não chegamos a um acordo quanto a isso ainda.

Elizabeth se levantou, se sentindo pressionada. Todos pareciam ter uma opinião com relação ao seu relacionamento com Darcy. Seria ela a única que não conseguia ver as coisas claramente? Ele parecia ter tanta certeza quanto à sua afeição, mas não tivera ela também, quando conheceu James? E o que aconteceria se ela se casasse com Darcy, para ressentí-lo depois? Como isso afetaria seu relacionamento com a filha?

Sobrecarregada, ela murmurou uma rápida despedida e se afastou.