Título do Capítulo: Segredos Interiores. (Mãe Munda: Hmmm... Isso vai render...) (Dinga: H-e-m-o-r-r-ó-i-d-a-s, prontofalei.)
Riparam, à base de muita droga e arruda: Mãe Dinga e Mãe Munda.
Quando liberdade ainda era uma palavra pouco usada(Dinga: Lerê, lerê, vida de preto é difííííícil!!!), a democracia ainda não existia e os mais antigos deuses ainda reinavam, é nesse tempo que se passa nossa historia...(Munda: HEIN?? Não era na época de HP não?? Tô perdida aqui, junto com o acento agudo rejeitado...) (Dinga: Foi na era Cleópatra, UI!)
hr(Mãe Munda: OHHHH, diliça, essa merda AINDA me atormenta. #mistura chumbinho com Pepsi e manda tudo goela abaixo#)(Dinga: Será que algum dia um porco voador virá do futuro para me explicar o que significa isso? #Assopra uma folha de mamona crente de que se trata de um cata-vento#)
O vento ainda soprava quando a tempestade de areia passou, uma mulher suficientemente corajosa pôs a cabeça para fora(Dinga: Uma mulher fazendo isso? Não creio.), saindo por um breve tempo da segurança de sua frágil(Dinga: "... cueca.") casa.(Munda: Como sempre, Freya nos mostra sua incapacidade de separar idéias. CUSTAVA USAR O PONTO FINAL?) (Dinga: A preguiça e a ignorância, amigas inseparáveis.)
Está ficando cada vez pior Orik!(Munda: "... a vírgula está agonizando! Busque o bisturi, rápido!") (Dinga: Nomes from World of Warcraft.) Não posso continuar com isso! (Dinga: "... Não gosto de engolir! É nojento!") – ela falou para o homem que estava sentado a sua frente, ele mostrava uma feição tranqüila enquanto tentava acalmar a (Dinga: "... Piriquita.") agitada criança em seus braços.
Camponeses mulher, é isso que somos,(Gareth aparece, do nada: UUUI!) (Munda: #enxota Gareth# Todos aí são fêmeas, por acaso? Freya adora me torturar.) (Dinga: Um mundão é gay, Fatão. XAAIIINE, Ben!) como pretende lutar contra essas devastações? (Dinga: "Batendo um fio pro WWF.") – ele perguntou sem se abalar enquanto a criança ainda esperneava em seus braços.
Você fala e age como se esperar a morte fosse a coisa mais natural do mundo(Munda: Mas É, bem. Todo mundo TÁ ESPERANDO A MORTE. É fato.) (Dinga: Bem, é a única certeza. Já quanto a capacidade mental de Freya...) – ela esbravejou enquanto pegava a criança e cuidadosamente a enlaçava(Munda: Ê mulher que GOSTA de uma palavra bonita, né? Custava falar "colocava"? #pega um canivete e ameaça matar Freya#)(#Dinga foi colher arruda durante o crepúsculo#) em seus braços, a mesma(Munda: CRISTO REI! A MESMA! Indício IRREVOGÁVEL de fic trash!) (Dinga: "... Merda.") parou de chorar pouco depois de sentir o calor da mãe.(Munda: Êêê... Tô gostando não! #relembra de TBS e tem náuseas#)(Dinga: Não. Me. Lembre.)
E não é? Não é pra isso que viemos a esse mundo(Dinga: Nascer, crescer, multiplicar e morrer. Simples, não?)? Para que possamos atender a vontade dos grandes deuses e partimos quando eles acharem que não somos mais necessários?(Munda: Não, querido. E partiRmos quando eles acharem que não somos necessários. Freya, você me cansa!)
São eles não é?(Munda: Vocês vão cansar de me ver reclamando pelas vírgulas sequestradas.) (Dinga: Não, é a puta manca que sumiu com as vírgulas.) Os deuses que estão fazendo isso! Castigando nossa cidade, nossos amigos por algo que eles não fizeram – o tom na voz da mulher mudou e agora ela mirava tristonha a paisagem de areia pela sua janela.(Munda: PAISAGEM DE AREIA. Sério, essa fic fica mais estranha a cada minuto!) (Dinga: Nossa, privilégio dos moradores próximos ao Saara. Fatão.)
E nos também não minha velha(Dinga: Comofas/), também não fizemos nada (Munda: Nem o acento, mas ele levou uma bala perdida e foi pro CTI, o pobrezinho! #vai visitar o acento portando flores#)– seu olhar caiu pra o pequeno menino que agora brincava no chão, se divertindo ao tentar se equilibrar sobre os próprios pés(Munda: Ou seja, FICAR EM PÉ. Freya, o sou coração bombeia redundância, não é possível.) (Dinga: Não, ele tentava se equlibrar sobre uma pica. #Veia latejando#).
Temos que ir Orik,(Munda: Ah, nem...) pra um lugar bem longe daqui, ate um lugar onde os deuses não nos achem(Dinga: "Além do horizonte, existe um lugar, bonito e tranqüilo, pra gente se amaaaar!"#leva um tiro#) – disse a mulher enquanto ajudava o menino se por de pé novamente depois da breve queda.
E esse lugar existe mulher? (Munda: Tudo é mulher? O mundão é gay, como disse o Ben? #vai visitar Ben no QG dos Vingadores#)(Dinga: Um 'lugar existe mulher' seria uma buatchi gay?)– ele perguntou mostrando pela primeira vez que compartilhava com a dor da esposa(Dinga: Os dois são passivos? #cai da cadeira#).
Vamos cria-lo(Munda: Isso, adotem o acento! Ele lhe fará muito feliz, OC querido!) (Dinga: Ele vão matar o pobre acento.) se preciso Orik,(Munda: E adotem uma vírgula, também. #pega pesticida e mistura com absinto#)(#Dinga foi à feira hippie comprar unhas do pé para colocar em seu drink corrosivo#) e lá seremos felizes, eu, você e nosso lindo menino – ela disse sorrindo tristonha enquanto via mais uma vez uma das façanhas de seu filho.(Munda: FAÇANHA??? Fic bizarra MASTER!) (Dinga: Me diz que ele sumiu com o resto da fic, por favor.)
O menino agora cansado de tentar alcançar o sofá(Munda, em estado de choque: HEEEEEEEEIN? SOFÁ NUMA ÉPOCA PROVAVELMENTE A.C.?? #Munda procura desesperadamente a bebida estranha que Vovó Mafalda tanto ama, além do cérebro de Freya#)(Dinga: Quero que você morra queimada lentamente por uma lupa e, quando chegar ao inferno, seja obrigada a se masturbar com o chicote de Beliel. #Masca um ramo de arruda e monta em um avestruz fantasma#) a pé simplesmente levantou vôo e flutuou delicadamente ate almofada(Munda: COMEU A ALMOFADA?? #Munda passa Hipogloss e mercúrio-cromo no pão e come vorazmente. Logo após, bebe Ades com soda cáustica. Um pouco mais tarde, sente calafrios e morre#)(Dinga: Decida se a fic vai ser em Português, Freyês OU Inglês! #Coloca clips em um sanduíche contendo carne humana, naftalina e ostras e bebe um composto borbulhante#) mais próxima onde pousou contente, batendo palminhas alegres.(Munda: PALMAS ALEGRES. Freya me estressa!)(Dinga: E como se faz isso?) Os lindos olhinhos amarelos felinos(Munda: É CULLEN. Virou febre, não é possível! Infectou o fandom com essa merda!) (Dinga: Atualize-se, Munda. O mundo é dos fãs maníacos por Crepúsculo.) brilhavam na mesma alegria que o garoto esbanjava e quando esses olhos se cravaram em si(#Munda, confusa demais para comentar, bate a cabeça na parede e é sedada por Mãe Dinga#)(#Dinga chupa drops#) ela encarou de perto o motivo que a fazia temer por sua segurança.
hr(Munda: TE ESCONJURO, EXU!) (Dinga: Simplesmente mandarei a autora tomar no ânus. AUTORA, VÁ TOMÁ NU CU!)
Cobriu o nariz com o pano com uma experiência rígida,(Munda: Menina, você faz idéia do que escreveu?? #horrorizada#)(Dinga: Creio que não. Na minha terra isso tem outro nome...) o vento forte empurrava seu corpo para trás enquanto ele teimava em leva-lo(Munda: Me recuso. Sério.) (Dinga: Ignorância é que move o mundo. Foda-se. #cheira a caixa de areia de Fulano #) de volta para frente, aquela briga entre poderes somente fazia o corpo do monge e seus companheiros ficarem inclinados durante a jornada. (Munda: Sonho meu, antes de escrever asneiras, vá estudar. E 'briga entre poderes' foi a coisa mais linda que já li.) (Dinga: Essa enrolação toda só pra falar que as pessoas tinham dificuldade em andar durante a tempestade de areia? Poupe-me, Freya.)
Não entendia o que estava acontecendo ultimamente, as tempestades de areia estavam ficando cada vez mais freqüentes(Munda: Princesa, essa palavra não é estrangeira, logo você não devia usar o trema. FikDik.) (Dinga: Ya, querido escritora Freya!) e continuar a viagem daquele jeito tava (Dinga: Descambou pra linguagem coloquial. Uma lástima. #começa a se contorcer#)sendo mais difícil do que esperava, talvez o melhor fosse desistir e acampar naquele lugar mesmo, mas depois de pensar melhor viu que acampar também seria impossível, o mais provável é que as barracas fossem levadas pelo vento e eles continuassem no meio daquela ventania infernal, agora com a certeza de que não tinham mais nem um lugar onde pudessem passar a próxima noite.(Munda: Frase PIQUETUXA, né?? Aprende a usar o ponto final, pelo bem do meu cérebro, Freya!)
Conseguiu andar mais uns passos (Munda: PLEONASMO DILIÇA! #pega a P-30 de Vovó e atira em todos ao seu alcance#)(Dinga: Não precisa se repetir dessa maneira! #começa a fazer pulseiras hippie# Acho que vou mudar de profissão...) com grande esforço e quase foi o chão quando não encontrou a barreira com a qual lutava a pouco, já que os ventos fortes havia parado de repente,ficou assustado com tamanha mudança de maneira tão repentina, mas recuperado do susto olhou para trás para verificar se todos os seus companheiros estavam bem, na verdade olhava mais especificadamente para Taliane,(Munda: Nome de pobre favelado detected. #leva chinelada#) (Dinga: Pobre na pista, SOCORRO! Salvem suas carteiras e celulares!)queria ter certeza que ela e o pequeno embrulho agitado(Munda: Quê?) (Dinga: Aposto dez paus que é um filho do Romário.) que carregava estavam bem, mas o olhar aterrorizado que a mulher usava pra encara-lo(Munda: Encare o ponto até que seus olhos sequem e caiam.) (Dinga: "... percebeu que seu filho havia se desfeito em merda.") o fez ficar confuso, olhou para si próprio em busca de algo fora de comum ou perigoso em suas vestes, mas nada encontrou, olhou novamente para Taliane e percebeu finalmente que o olhar que ela dispensava não ia para ele e sim para algo atrás dele, virou-se a procura do que deixara a mulher naquele estado e imediatamente o choque varreu seu corpo deixando-o petrificado.(Munda: Imaginei uma corrente elétrica vestida de camareira e varrendo o homem. #mastiga giz de cera# E essas frases GIGANTES são abominações! CUSTAVA USAR O PONTO FINAL (2)? #pega um Aurélio completo e o atira em Freya#)(Dinga: Petrificus totalus!)
A visão a sua frente era simplesmente aterrorizante(Dinga: A mulher não estava atrás dele? #leva chute nas costas#), uma caravana toda estava caída, carroças despedaçados(Munda: Carroça despedaçadO? Comofas/)(Dinga: A carroça é macho? #entra em pânico#), cavalos mortos e o pior, homens e mulheres, mortos,(Munda: ALERTA VÍRGULA EM LUGAR ERRADO! #ativa o código vermelho#)(Dinga: Percebam que as pessoas vem depois da carroça. Essa aí nunca poderá trabalhar em Recursos Humanos.) a maioria separados de uma parte de seu corpo. Num milésimo de segundo concluiu que aquilo acontecera a pouco tempo,(Munda: Hmm, sinto que essa autora leu Breaking Dawn... #apanha das fãs enlouquecidas#) já que o sangue ainda manchava a areia, mas o que mais lhe chamou a atenção era a única parte da areia que não estava suja com destroços ou sangue de alguém, a imagem de um raio estava formada, o Símbolo dos Deuses estava gravado entre aquela destruição(Dinga: Tá mais pra propaganda de Rayovac, isso sim.), é claro, permitiu-se pensar,(Munda: Freya, você escreve ridiculamente mal e merece umas boas chibatadas! #pega o chicote#) por isso aquela tempestade de areia, os deuses não queriam que ninguém se aproximasse do lugar onde estavam cometendo uma atrocidade.
Depois do choque inicial, se permitiu olhar para Taliane,(Munda: Ele tem de se permitir pra tudo? "Então ele se permitiu respirar, e depois se permitiu pensar: O que me permitirei fazer?" #começa a enfiar objetos pontiagudos em seu corpo#)(#Dinga foi se jogar em uma montanha de lixo hospitalar#) a mulher continuava na mesma posição, mas percebeu que ela apertava ainda mais firmemente(Dinga: ...mente, mente, mente...) o embrulho em seus braços, lembrou-se de como a havia encontrado numa situação semelhante(Dinga: "... Quando levou drogas dentro do estômago para a Holanda."), a caravana em que Taliane e sua família seguia havia sido atacado por ladrões, bandidos,(Mundão: São sinônimos, amor.) quando Dario e seus companheiros chegaram no lugar não encontraram nenhum sobrevivente, a não ser uma mulher miúda e muito bonita que possuía as vestes rasgadas e chorava e soluçava enquanto abraçava o próprio corpo, a enorme beleza da jovem havia lhe chamado a atenção, ela tinha os cabelos incrivelmente pretos,(Munda: Comofas pra incrivelmente pretos? Tem mais de um tipo de preto? E estou notando uma fixação pelo sulfixo -mente...) a pele era bronzeada, a boca carnuda e larga, seu nariz era fino e arrebitado,(Munda: Miscigenação BIZARRA.) (Dinga: Não entendo que tipo de beleza estão falando. Por essa descrição eu diria que é o Severo.) porem(Munda: Como se pronuncia isso?) o mais interessante era seus incríveis olhos verdes,(Munda: FOI ERRO. DIZ PRA MIM QUE FOI ERRO.) muito raros naquela região, era um belo exemplo de mulher e talvez por isso tenha sido deixada viva,(Munda: Nossa, que tipo de gente... Ah, não vou procurar sentido na fic.) mas o seu destino foi pior que a própria morte, humilhada e violentada por todos os saqueadores,(Munda: Tem certeza? OCs trash costumam ter uma leve (cof cof) inclinação para 'a vida'... Veja o caso daquela Stela! Nunca me enganou, a putinha!) (Dinga: A pergunta que não quer calar: E se ela gostou? Comolidar/)a jovem demorou para se recuperar, mas não perdeu a luta,(Munda: QUE LUTA, SENHOR DO BONFIM?? Ah, desisto. (2)) e agora protegia a pequena criança, fruto de seu breve encontro com os homens mais nojentos do deserto.(Munda: SÉRIO QUE TODO ESSE PARÁGRAFO FOI UMA ÚNICA FRASE?? #Munda coça seu pescoço em uma guilhotina#)(Dinga: Nojentos? Sei muito bem que é disso que você gosta, safada!)
Isso com certeza não foi obras de saqueadores(Munda: ZENTI, NÃO FOI ERRO! Ela não sabe usar o plural! Tadénha dela!) – disse voz de Taliane,(Munda: ... Não vou tentar entender, não vou tentar entender, não vou... ) agora muito perto dele.
- Procurem por sobreviventes(Dinga: Nova temporada de Lost?) – ordenou Dario logo depois de concordar com a mulher ao seu lado.
Imediatamente seus companheiros começaram a varrer o local em busca de um sobrevivente,(Munda: ... tentar entender, não vou tentar...)(#Dinga imagina todos os OCs com roupinha de gari e vassoura na mão#) mas suas esperanças começaram a desaparecer com a mesma velocidade com que o tom avermelhado na areia ia dando lugar a cor normal.(Munda: O sangue EVAPOROU?? #se enforca usando uma toalha de rosto#)(Dinga: Por acaso eles estão no Atacama? #Lambe uma prancha de cerâmica ligada#) A coisa mais perto de um sobrevivente que acharam foi uma ou outra pessoa inteira.(Munda: Freya, você sabe o que significa 'sobrevivente', minha filha?) Quando já estavam quase desistindo de sua busca desesperada, ouviram um choro infantil, que não vinha da filha de Taliane. (Dinga: "...Vinha de um dos filhos da Britney.")
- Pessoal, aqui – gritou um jovem monge, ele estava agachado na areia olhando por debaixo de uma carroça(Munda: Amay o POR DEBAIXO. Choray de tanto rir de sua burrice!) (Dinga: Engasgue-se com sua ignorância, monge extra!) que por algum tipo de milagre permanecera intacta. Com um pouco de esforço conseguiu se enfiar lá dentro(Dinga: UI!) e quando saiu carregava junto a seu peito um menino graudo(#Munda monta em uma zebra e vai procurar os acentos#) que chorava escandalosamente.
- Pelos Deuses, ele parece ter apenas três anos – ofegou Dario(Munda: Você sabe o que significa 'ofegar', filha? Se sabe, WROOOOONG pra você!) (Dinga: Aplicação em uma frase, por favor/Soletrando feelings.) quando pegou o garoto nos braços do outro monge.
- Ele pode ter apenas três anos – sussurrou Taliane chegando mais perto dele – mas eu acho que ele é o motivo de tudo isso – disse ela olhando o redor.
Foi ai (Dinga: Ai, o quê? Doeu onde?)que Dario a maneira como os corpos estavam distruibuidos,(Munda: Acento agudo, querido, vem cá!) reunidos ao redor daquela carroça como se a protegessem, mas isso não foi o que mais lhe chamou a atenção, ao lado da carroça havia uma mulher deitada de bruços, era uma das poucas que permanecera inteira(Dinga: Mas arrombada, garanto.), mas isso não era o mais interessante,(Munda: ... Freya, eu tenho medo de você.) mas sim o modo como ela estava esticada, como se...como se gastasse seus ultimos esforços pra esconder o menino ali.(Munda: É, só se for os ULTIMOS esforços mesmo... #se cobre de material inflamável e vai fazer malabares com tochas#)(#Dinga arranca seu cérebro com um desentupidor de pias#) Aquela com certeza era a mãe dele.(Munda: Descobriu como? Não vou tentar entender, não...) (Dinga: Ela fez teste de DNA no meio do deserto? Coerência, você tirou férias? Nem sabia.)
Taliane se aproximou ainda mais e aproximou (Dinga: Você já disse isso. Precisava me torturar mais ainda?)sua mão trêmula do pescoço do menino onde pendia(Munda: ... vou tentar entender, não vou... Ah, Freya, você nasceu em que século?) uma corrente grande feita inteiramente de ouro, (Dinga: Ele é o Tom Riddle! Fujam e salvem suas vidas! #Corre em círculos e bate a cabeça em uma parede#)(Munda: Mintira, É BIJU! E BIJU QUE EU SEEEEEEEI! #dança#) virou-a com cuidado e ofegou. (Munda: Gosta dessa palavra, hein?)
- Dageron – sussurrou ela e pela primeira vez prestou atenção no menino, a primeira coisa que notou foi seus olhos amarelos felinos. (Munda: Ou é uma criança ou um gato! Decida-se, infeliz!) (Dinga: CUllen, garanto. A moda é essa agora...)
hr(#Mãe Munda pega duas penas de Michael Jackson e começa a cantar em uma língua estranha#)(#Dinga rouba um fio do cabelo de um monge e uma teta de ornitorrinco para fazer uma macumba máxter#)
- Dageron, volta já aqui.
O grito agudo e quase desesperado(Munda: Era um grito? Então tá faltando o ponto de exclamação! #manda Freya para a 2ª série#) da pequena Helena só fez o sorriso de Dageron aumentar ainda mais, adorava deixar a pequena furiosa e não se conformava em abusar ela somente uma vez, (Dinga: Pedofilia? Socorro!!! #esconde-se dentro de uma garrafa de cerveja#)(Munda: QUE MEEEEDO!!!! TARADO À SOLTA!! #se esconde em uma caixa térmica#)devia ser a terceira vez que rouba sua boneca favorita apenas pra ver a menina se aborrecer.(Munda: Ah, tá. #suspira aliviada#) (Dinga: A boneca, sei... #Limpa um pozinho colorido do nariz#)
Olhou para trás rapidamente e se assustou, ela estava quase o alcançando, deu um suspiro e acelerou, mas de nada adiantou, Helena ainda estava muito perto, esse era o lado ruim de abusar aquela garota, (Dinga: "... apesar da bela face, ela tinha uma tromba enorme.")(Munda: Não, eu tava certa, é um tarado! Está tudo nas entrelinhas!) na hora das perseguições, ela sempre levava vantagem, sempre fora mais rápida que Dageron e adorava o provocar por conta disso. Incorfomado, Dageron(Munda: Conhece uma coisa chamada 'pronome'?) se perguntou de onde vinha aquela velocidade, como uma menina de 7 anos podia alcançar a ele,(Munda: Enfiou o 'a' num lugar impróprio! Aí não é o lugar dele!) um garoto de 10(Dinga: E daí? Eu consigo alcançar a Munda!)? De onde quer que viesse toda aquela agilidade com certeza não era de Taliane, sua mãe, sua madrinha era linda(Dinga: Primeiro ele diz que é mãe, depois vira madrinha? #confusa#)(Munda: ... não vou tentar entender...), mas completamente desajeitada, Dageron se irritou, Helena era a copia da mãe, com os mesmos olhos verdes, pele cor de azeitona, e cabelos lisos e longos, entao(Munda: Vai tomar no ... #leva pedrada#)(#Dinga atira pedras de crack na autora#) porque de todas as coisas que ela podia herdar do pai, herdou logo a velocidade?(Munda: Vai saber, né? Por que, de todas as coisas que podia herdar da minha mãe, tive de herdar a feiúra? #chora#)(Dinga: Minha mãe era ALBINA. Acho que não preciso dizer mais nada.)
Cansado de tentar ganhar aquela corrida, Dageron levantou vôo(Munda: Barbie Butterfly!) (Dinga: Fairytopia! Sizoga, Dageron!)pousando suavemente em um galho de uma árvore próxima, sabia que aquilo irritaria Helena e sorriu por isso. (Dinga: Moleque irritante! #dá chicotada no OC#)
- Dageron, isso não vale, você não poder usar suas habilidades!(Munda: Sério, tem certeza que essa fic tá em português??) (Dinga: Freyês curto e grosso. UI!) – resmungou ela fazendo bico, zangada.
- Posso saber onde está escrito isso? – os olhos amarelos felinos(#Munda, farta dessa tosqueira, arranca os olhos dessa criança bizarra#)(Dinga: Porque não tiram uma foto desta peste e mandam pro Datena? Faria mais sucesso.) do menino brilharam alegremente.
- Devolve minha boneca Dageron!(Munda: Ui, o Dageron é sua boneca?? CHIQUETESME!) (Dinga: Que Barbie é essa? Nunca vi nenhuma boneca com olhos de gato.) – gritou ela, frustrada.
- Não! – Dageron riu.
- Você não deveria me tratar assim - a expressão de Helena mudou, raiva ainda predominava, mas vinha acompanhada de lágrimas– não é assim que se trata as namoradas. (Munda: Freya, vá catar coquinhos! Crianças de 10 anos NÃO TÊM namoradas!) (Dinga: Bem, eu sou solteira até hoje.)
- Quem é minha namorada aqui? Não to vendo!(Munda: "... só vejo o acento fugindo da autora!") (Dinga: "... quantas vezes eu tenho que te dizer? Eu não gosto de garotas! Humpf!")
- Para com isso Dageron, (Munda: Freeeeeeeeeya, sabia que o vocativo vem entre vírgulas?)todo mundo sabe que vamos nos casar. (Dinga: Aaaaah, eu não sabia.)
- Vai sonhando – resmungou Dageron, já estava cansado disso, era sempre assim, Helena parecia convicta que iria se casar com ele, quantas vezes ele teria que repetir que ela eramuito nova pra ele?
- Brigando de novo crianças?(Munda: Amiga, sabe aquela diquinha que deixei logo acima? Ela vale aqui também.) (#Dinga chupa um parafuso#)– a voz harmoniosa de sua madrinha o fez abrir um sorriso inconscientemente, era sempre assim, e dessa vez ela parecia ainda mais bonita que antes, suas vestes esvoaçavam ao vento, seus longos cabelos negros presos numa elegante trança jogada por sobre o ombro, os olhos verdes brilhando em diversão, mas também um outro sentimento. (Munda: Nojo? Repulsa? Ódio? É o que você me faz sentir nesse momento.)Preocupação, talvez?(Munda: Leu aquilo que eu disse ali em cima? É, aquilo mesmo.) (Dinga: Eu estou preocupada com o tamanho da fic.)
- O Dageron mamãe, (Dinga: Tudo é mãe na fic? TBS feelings!)(Munda: Aquela dica do vocativo permanece aqui.) ele roubou a minha boneca de novo! – acusou Helene(Munda: HEIN?? Mudou de nome BONITO, agora! #abraça um gerador de eletricidade#)(Dinga: Mudando de nome no meio da fic?) abraçando a mãe pela cintura. Taliane sorriu para a carinha de pidona(Munda: O vocabulário bonito MORREU, né? Fic confusa MASTER!) da filha, era sempre ela que precisava apaziguar as brigas das crianças depois que elas começavam,(Munda: Nããão, ANTES DE COMEÇAREM! Enche linguiça mesmo, danada!) e antes de começarem também.(Munda: Viram? SOU CLARIVIDENTE!) (#Dinga cai da cadeira e dorme no tapete de Fulano#)
Olhou para Dageron em cima da árvore e sorriu,(Munda: Só sabem fazer isso?) (Dinga: Os pais não sabem mais educar...)ele a olhava como se pudesse ver sua alma e em momento nenhum duvidou disso, encarou o afilhado atentamente, perguntando-se qual seria sua expressão depois de ouvir a triste notícia que tinha para lhe dar.(Munda: Seu pai é gay, beijos. HAUHUUUAUEUHAHHUE) (Dinga: "Madonna não vai fazer mais o show em Londres, lamento." Gongante!!!) Observou como era suave e elegante os movimentos que ele fazia ao descer da árvore calmamente, pousando graciosamente(Dinga: Você usou sinônimos, agora use uma faca como pirulito e me faça feliz.)(Munda: Mas é tarada por –mente MESMO...), não conseguiu retribuir o sorriso que ele oferecia para ela já que estava perdida demais analisando sua face. Quando sai para cidade olhavam para ela como se estivesse vendo uma verdadeira deusa,(Munda: COMO UUUUUUUUMA DEEEEEEEEEEEEEEUSAAAAAAAAAAAAAAAA... VOCÊÊÊÊÊÊ ME MANTÊÊÊÊÊÊÊM... #é crivada de balas#) (Dinga: #foge de Munda#)uma raridade por causa de suas características não muito comuns naquela região, imaginou qual seria a reação das pessoas ao deparar-se com Dageron,(Munda: Plural? Cadê você?) ele sim era a coisa mais bonita que já tinha visto e muito provavelmente a mais incomum(Dinga: ET do Panamá diz alguma coisa pra você?), sua pele era pálida como a mais branca neve,(Munda: É CULLEN. (2) Autora, se eu pudesse... #soca a parede#) que podia ser comparada a de um vampiro se eles fossem conhecidos naquela época,(Munda: O QUE FOOOOOI QUE EU FALEEEEI???? SUA TWILIGHTER DE M... #é misteriosamente levada do recinto. Meia hora depois volta, repleta de hematomas#)(Dinga: Meyer tem poder. #Desmaia#) suas maçãs do rosto eram meio rosadas,(Munda: Acho que as DE TODOS são.) e seus lábios pequenos e finos, seus olhos tão amarelos parecia penetrar a alma da pessoa pra qual olhava e seus cabelos tão negros quando o ébano(Munda: UUUUUI!! Que Twilight, que nada! O NEGÓCIO AQUI É BRANCA DE NEVE! USHAUHUAHUAHHAUH!!! #bebe fluido de freio com whisk#) fazia um incrível contraste com sua pele e caia nos seus olhos tão magnificamente(Munda: SÓ SABE FALAR –MENTE? E 'caia' uma pica dento do seu orifício anal!) (Dinga: Ela vai gostar do castigo, Munda. Um castor ia fazer mais efeito.) quando a água que caia(Munda: ... não era erro. NÃO ERA ERRO. #vai nadar em areia movediça# E comofas pra 'tão magnificamente QUANDO a água...'?? Freya, você pode TENTAR (eu disse tentar) escrever bonito, mas nunca deixará de ser analfabeta.) de uma cachoeira, ele era lindo e de certo modo assustador.
- Devolva a Bubi (Dinga: Quem?)para a Helena e me siga Dageron,(Munda: A dica sobre o vocativo permanece. Aliás, até o fim da fic.) Dario quer falar com você – ela disse, mesmo a contra gosta(Munda: A-N-A-L-F-A-B-E-T-A. FATO.) (#Dinga bebe o conteúdo de um extintor de incêndio#) ele jogou a boneca de panos para Helena e seguiu a madrinha, Dario era mais importante do que qualquer briguinha boba que ele podia ter com aquela pirralha mimada. (Munda: Ui, pressinto pedofilia.)
- Seu estado piorou? – Dageron ousou perguntar quando já estavam em frente a porta que levava ao quarto de Dario. Taliane nada disse, apenas abriu a porta,(Munda: Um ponto final se encaixaria bem aqui.) no momento seguinte Dageron teve sua resposta,(Munda: E aqui também. Frase monstro. #recarrega a P-30#)(Dinga: Seven days, Dario.) Dario parecia tranqüilo,(Munda: AH, NEM! Trema, de novo!) mas parecia estar em frente ao portão do céu também(Dinga:Estou a dois passos, do paraíso...). É, seu estado havia piorado.(Munda: Jura? Pensei que aquele 'em frente ao portão do céu' queria dizer que ele estava tendo um orgasmo ou drogado! #vai procurar seu pão de ópio#)
- D-Dageron – sorriu Dario virando a cabeça para ver o menino melhor.(Munda: "Pra quê esses olhos tão graaaandes, Vovó?" "É PRA TE VER MELHOOOOOOOOOR...") (Dinga completa: "...Porque esse volume tão grande entre as pernas, Vovó?" "É pra te COMER!!!")
Dageron correu para ficar ao lado do velho homem, Dario estendeu sua mão para ele que foi imediatamente apertada pelos dedos pequenos do menino, porem(#Munda vai nadar num tanque cheio de piranhas famintas#)(#Dinga se oferece a Iemanjá como prova de amor#) sua pele mal havia tocado a pele do outro homem e uma visão tomou sua mente,(Munda: AAAAAAAAS VISÕÕES DA RAAAAAVEEEEEEN...) (#Dinga espanca Munda com um rodo#) era ele mesmo, chorando sobre o tumulo de Dario, e por mais que odiasse aquilo sabia que aquilo iria acontecer mesmo, só esperava que não tão cedo, uma lagrima(#Munda cortou os pulsos com uma faca de bolo#) (#Dinga abriu seu tórax com um fatiador de pizza#)solitária desceu por seus olhos.
- Não chore pequeno(Munda: Chore GRAAAAANDE.... Safado.) (Dinga: Nemli.) – ele pediu ainda sorrindo – a morte é uma coisa natural, estou preparado.
- Mas eu não – reclamou Dageron – eu não quero que você morra(Dinga: Eu quero.). – o sorriso de Dario pareceu se abrir ainda mais.(Munda: Masoquista.) (Dinga: Abrir? UI!)
- Eu vou sempre estar com você pequeno,(Munda: É impressão ou é todo mundo anão nessa fic? #confusa#) aqui – a mão de Dario pousou no(Munda: '... bumbum...') (Dinga: "... Bilau.") coração do menino a sua frente, mas ela logo teve que sair dali, quando seguiu para a boca do velho que naquele momento estava tendo um ataque de tosse. – Acho que meu tempo está acabando, é melhor te contar logo o motivo pelo qual te chamei aqui Dageron.(Munda: ... Ah, não vou comentar.) (Dinga: "... você tem que continuar no ramo da família! Você nasceu pra ser puta!")
- Como assim Dario?(Munda: ... não, não vou. #pirraça#)(Dinga: Comoançim, Nevenílson?)
- Eu quero falar com você sobre seus poderes Dageron.(Munda: NÃO VOU, NÃO VOU E NÃO VOU!) (Dinga: E eu achando que eles iriam conversar sobre Educação Sexual.)
- De novo? – perguntou Dageron irritado (Munda: Sobrenome LINDO.) – você esta morrendo velhote,(Munda: JÁ DISSE QUE NÃO VOU COMENTAR, PORRA! ME DEIXA QUIETA, CARALHO!) será que dá para alguma vez na vida você pensar em alguém que não seja eu? – Dario riu, mas logo outro ataque de tosse lhe tomou fazendo-o parar. (Dinga: Pense em mim, chore por mim, liga pra mim, não, não, não liga pra ele... #leva tijolada#)
- Esse é o Dageron que eu conheço, já estava me perguntando se Taliane trouxe o menino certo – ele sorriu – mas falo serio Dageron,(Munda: NÃO VOU. Mas o 'serio' eu vou. VAI TOMÁ NO OLHO DO COO.) (Dinga: E se ele gostar?) antes de partir preciso que você me prometa que continuara seguindo seu treinamento(Dinga: "...de puta."), controlando seus poderes e o mais importante(Munda: Dos poderes? Ou tá faltando uma vírgula?), mantendo segredo sobre eles?
- Por que isso de repente? Por que tanta preocupação? (Dinga: Ele está morrendo, não precisa falar coisas conexas.)– perguntou Dageron desconfiado.
- Atravessar paredes, voar, ter visões do futuro, se mover nas sombras, controlar a natureza, capacidade de se curar incrivelmente rápido, você acha mesmo que tudo isso é normal Dageron?(Munda: NÃO VOUUUU COMENTAR! NÃÃO É NECESSÁRIO!!) (Munda (2):Que Cullen que nada! É O SUPERMAN!) (Dinga: Aluninho do Charles Xavier, sabia.) – o menino abaixou os olhos, olhando para os pés – exatamente, não é Dag,(Munda: NÃO VOU... #leva chute no rosto# E 'Dag' me lembra 'Dog', hehe.) (Dinga: 'Dag' me lembra 'drag')todos esses poderes não só te tornam especial, te tornam perigoso.
- Perigoso, eu? – perguntou o menino incrédulo – eu sou só uma criança!(Munda: Sabe as tais crianças imortais de Twilight? Se liga nelas.)
- Isso não te torna vulnerável Dag,(#Munda grita descontroladamente#) não você, os deuses já tentaram de matar uma vez e você ainda esta aqui na minha frente e naquela época você ainda era apenas um bebe,(Munda: Freya, assume, você tem 34 anos e ainda está no maternal, safada!) imagine o perigo que pode representar para eles quando se tornar um homem adulto? (Dinga: Purpurinada demais para a humanidade?)
- Do que está falando Dario?(#Munda explodiu suas cordas vocais#)(Dinga: Da cabra-cega que comeu a vírgula.)
- Eu menti para você quando disse(Dinga: "... que você era meu filho. Eu sou gay, sua mãe dava pro vizinho. Então você nasceu...") que você tinha sido deixado na porta do templo quando ainda era um bebe Dag,(#Munda regenerou suas cordas vocais, pegou um megafone e começou a gritar#) (Munda: BEBE? Posso mesmo? #vai para a adega#)(Dinga: Bebe o quê? Parafina com lubrificante?) eu sinto muito para isso,(Munda: Gente, SÉRIO QUE A FREYA TÁ ESCREVENDO EM PORTUGUÊS? (2)) mas eu julgava que você ainda era muito novo para encarar a verdade(Dinga: Ih, lá vem discurso do Tio Dumbie.), nós te achamos quando você tinha apenas três anos de idade, a caravana onde você e sua família viajavam tinha sido destruída e você era o único sobrevivente, sua mãe se sacrificou para salvar você, mas mesmo assim não conseguiu, tinha uma poça de sangue embaixo de você quando te salvamos, mas você parecia inteiro, sem nenhum arranhão, foi apenas dois meses depois que percebemos que você era especial, você se salvou apenas porque podia se curar naquela velocidade impressionante, a morte de seus pais não tinham sido provocados por ladrões normais Dag, e percebemos que se os deuses foram atrás de você uma vez podiam vir de novo, nossa sorte é que eles achavam que você já estava morto, por isso que eles devem continuar a pensar assim Dageron, você não pode contar a ninguém sobre suas habilidades, nunca, mas deve treiná-las, para poder se defender caso eles descubram sobre você. (Munda: BOMBA; ponto final é encontrado morto em um aterro sanitário. A vítima aparentemente foi esfaqueada setenta e três vezes; depois disso, foi mutilada e carbonizada. Mais informações no Jornal da Globo. Boa noite.)
- Eu sou apenas uma criança (Munda: Quem sabe ainda sou uma garoteeeeenhaaa... Esperando o ônibus da escooooolaaaaa, sozinha...) (#Dinga esfaqueia Munda#) – Dageron repetiu, assustado, mas nos seus olhos Dario viu que ele entendia, apenas não queria aceitar. (Dinga: Burro.)
- Me prometa Dageron,(#Munda criou dez clones para gritarem sobre a vírgula desaparecida#) (Dinga: Quer, por favor, acabar a fic logo?)por favor.
- Eu prometo(Munda: "... que vou parar de usar drogas. #cruza os dedos#")(Dinga: "... vou virar homem e esquecer do meu passado de glitter!") – ele disse olhando para a parede, encarar o velho era doloroso demais.
- Que bom Dag,(#Munda reinstalou a ditadura no Brasil, e decretou que todas as autoras trash sejam assassinadas cruelmente#)(#Dinga vira Ministra da Defesa e manda uma bomba na casa da autora#) que bom – e então a mão que segurava a de Dageron amoleceu e os olhos do velho senhor fecharam-se para nunca mais abrir.(Munda: Ô dó.)
hr(#Munda está pesquisando em seu livro de hieróglifos que diabos seria 'hr'#)(Dinga: Procure no livro 'Linguagem Coloquial da Mesopotâmia'.)
Fechou os olhos tentando captar o lugar exato onde sua presa se encontrava(Dinga: Para isso ele não deveria ABRIR os olhos? #Pendura-se pelos tornozelos e morre#), e sorriu quando conseguiu,(Munda: Ponto final aqui, por favor. Eu suplico.) o animal estava apenas um pouco a sua frente, tinha a respiração arfante(Munda: Nádegas a declarar.) (Dinga: Morra.) e seus olhos giravam doidos na orbita,(Munda: ORBITA. Gareth, come here! Explique, amiga.) (Gareth aparece: Bem, orbita é um tipo de castor sul-africano, cujos dentes são largamente usados na produção de botões para ternos risca-de-giz. Satisfeita?) (Munda: Obrigada.) (Dinga: Nuzzz, que viagem, Gareth. #tritura sementes de papoula#) procurando pelo caçador com evidente medo, sorriu mais uma vez e pulou até o próximo ganho,(Munda: GARETH, MAIS UMA PRA VOCÊ!) (Gareth: GANHO é um prato típico do Azerbaijão, composto de brócolis, lagosta, fubá, mel e alho. Satisfeita? (2)) se aproximando silenciosamente de sua presa, sorriu e quando estava prestes a pular em cima do javali (Dinga: "...Reparou que belo traseiro ele tinha.")uma flecha lhe acertou no braço. (Munda: #segurando arco# Droga!)
Arregalou os olhos com aquele ferimento inesperado(Munda: E existe ferimento esperado? Autora on drugs? Munda on drugs? Eis a questão.) e antes que pudesse pensar em mais nada(Munda: QUÊ?) teve que se desviar rapidamente de outra flecha, saltou para o outro ganho(Munda: GZUZ NÃO ERRA ERRO! #mastiga tarrachinhas#) e virou-se na direção de onde as flechas vinha(Dinga: Concordância nunca é demais, sabia?) (Munda: Aaaaii, meu esôfago! Minhas córneas! Meus dedos do pé!), apenas pra visualizar o arqueiro, outra flecha muito precisa quase lhe atingiu e o fez perder o equilíbrio e se ele fosse uma pessoa normal teria se machucado seriamente ao cair de tal altura. (Dinga: Mas, como ele é o sucessor da Madonna...)
- Você está louca?(Munda: Como sabe? #esconde o cigarrinho artesanal#) – Dageron vociferou contra Helena – você podia ter me matado! (Dinga: Podia mesmo.) (Munda: Oh, quem dera...) – A mulher pulou da arvore(Munda: Uma arvore? Jura? Quem roubou o acento dela? Me conta!) onde estava com toda sua graciosidade e apenas parou de andar quando chegou a sua frente.
- Você não morreria só com isso(Munda: Oh, quem dera... (2)) – ela zombou, Dageron tirou a flecha que ainda estava incrustada no seu braço enquanto encarava a ferida se fechar com velocidade incomparável.
- Por que fez isso? (Dinga: "...Para ver seu tombo. BWAUHAUHAUHAU!!") (Munda: "Pra te matar, ué!") – ele perguntou.
- Você estava atrás da minha caça e com você(Munda: Vííírgulaaaaaa!) Dageron eu infelizmente não posso competir(Dinga: Com a Elke Maravilha você pode?), eu só evitei que você chegasse ao javali antes de mim – ela disse sorrindo enquanto guardava e Dageron não pode evitar pensar em como aquele sorriso era lindo, alias tudo em Helena era lindo(Dinga: Inclusive a micose no pé esquerdo? Até aqueles pelos enormes no nariz?)(Munda: Tirando o acento de 'aliás' que ela enfiou no... #Gareth espanca#), desde seus longos cabelos negros até o corpo delgado que atraia os olhares de tantos homens. (Munda: Porque os OCs NUNCA são obesos, feios e carecas?)
- Entao é assim? Não desistiria de sua caça por ninguém ahn? (#Dinga foi abraçar uma árvore durante uma queimada#)(Munda: Ui, NC! #pega pipoca, refrigerante e senta#) – ele perguntou se consolando.
- Nunca – ela confirmou, Dageron sorriu divertido(Munda: Affe, tem adjetivos até nos SORRISOS!) e se aproximou de Helena.
- Nem por seu futuro marido? – ele perguntou ainda com aquele sorriso nos labios. (Munda: Né? Aqueles 'labios' com um piercing de acento agudo?)
- Talvez, pensarei nisso quando o encontrar(Dinga: Rainha, Dobby é solteiro! Não perca tempo!) – ela balançou a cabeça afirmativamente. (Munda: Mente, mente, mente! /Katara (VdF))
- Estranho, há alguns anos eu tinha absoluta certeza que você sabia com quem ia se casar(Dinga: Bozo?) (Munda: Que nada, com a XENA!) – Dageron falou colando o corpo no de Helena. (Munda: ÊÊNI CÊÊ!!! #leva tapa#)
- Não sei do que você esta falando – sua voz estava firme, mas o modo com ela parecia não ter coragem de encará-lo estragou tudo. (Dinga: Perdi-me. #confusa#)
- Tem certeza? – ele indagou rindo.
- Olha aqui Dageron, (#Munda cria um exército de vírgulas e vai à casa de Freya#)(#Dinga foi perseguir um camaleão#) não é porque eu tive uma certa paixão infantil por você que significa que ela durou até os dias atuais(Dinga: Não tente falar difícil. Só acaba se complicando.) – ela pareceu recobrar a razão e se afastou dele. (Munda: Ela ficou doida. Sempre soube.)
- Eu não tenho tanta certeza 'futura esposa'(Munda: Mas eu tenho certeza que você odeia vírgulas.) – ela disse gozando(Munda: '... na...') (Dinga completa: "...cara.") com a cara dela. (Dinga: Sou vidente, tenham medo.)
- Nunca, nunca eu me casarei com você Dageron(Dinga: Ih, lá vem o clichê.) – ela parecia convencida disso.
- Eu não teria tanta certeza – Dageron riu enquanto via Helena se afastar.
Mal sabia ele como estava certo. (Munda: HÂ?) (Dinga: Hã?)
hr(#Munda faz uma roda de macumba e invoca facas para lançar em Freya#)(#Dinga foi andar de patinete na Avenida dos Bandeirantes#)
- O que foi amor? (Munda: Um sentimento.) (Dinga: Recuso-me. Morra, Helena.) – Helena perguntou quando viu o marido entrando no quarto de cabeça baixa e expressão pensativa.
- Não é nada querida(Munda: Ou seja, não é querida. Morre, então!) (Dinga: Corte os pulsos e seja feliz!)– ele tentou sorrir(Munda: Comofaz/ Contrai os músculos da face, infeliz!) – então? Como vai nosso pequeno(Munda: '... pinto?") (#Dinga morre#)? – ele perguntou alisando a barriga incrivelmente grande da mulher(Dinga: Free Willy a solta!! Run of your lives!!!)(Munda: Cara, essa Freya só frequenta casas de anoréxicos! FILHA, QUANTOS FILHOS ESSA OC TÁ ESPERANDO? DUZENTOS?)
- Ele esta ótimo, chuta mais que plebeu sendo preso*(Munda: Metáfora estranha, viu?) (Dinga: Pra não dizer tosca.) – ela riu – mas não tente mudar de assunto Dageron, (#Munda faz uma chuva de vírgulas#)(#Dinga vai brincar na chuva de vírgulas#) você não esta bem e eu quero saber o motivo. (Munda: Ingeriu o acento agudo. Prontofalei.) (Dinga: Não, Munda. É problema de ereção, tenho certeza.)
- Eu já disse que não é nada(Dinga: Leve-o a um urologista que descobre! É falta de uma boa dedada!)(#Munda desmaiou de tanto rir#) – Dageron disse já se irritando.
- Não faça essa cara pra cima de mim(Dinga: Que cara? Cara de mindingu? Cara de cadelinha carente?), você sabe que em mim você não põe medo (Dinga: Juro que li 'põe dedo'. Euri.)– ela resmungou ainda mais irritada que o esposo. Dageron suspirou derrotado.(Munda: ADJETIVOS NO SUSPIRO. MEODEUZ!)
- Eu não sei Lene(#Dinga toma resíduo de baterias alcalinas#)(Munda: Não labe ler? Huhu, analfabeto mesmo! Sempre soube!), eu só estou com um mal pressentimento, só isso. (Dinga: Revertério, aposto.)
(Dinga: Frase confusa, não leia.)Mas mesmo ouvindo a voz tranqüila de Dageron aquilo não acalmou Helena, se Dageron estava com um mau pressentimento era porque de alguma forma as coisas não iam acabar bem.(Munda: Bem que você disse, Dinga. Não escutei, deu nisso. #é levada para um hospício#)
hr
- CORRE HELENA, VEM! (Dinga: Corre Helena é uma subespécie de coalas que comem excremento de avestruz e tem capacidade de emitir guinchos ensurdecedores durante o acasalamento.)(Munda: VOCATIVO, VÍRGULA, já disse!) – Dageron gritou puxando a mulher pelo braço. Atrás dele inúmeras explosões ocorriam em diferentes lugares do terreno destruindo tudo aquilo que por anos lutaram para proteger(Dinga: Isso tá parecendo Rambo...) – ENTRA AI VAI! (Dinga: Opa! Começou o NC?)(Munda: "Ohhhh, Helena, con vorza, abor! Envia duto! Oh, que telíííízia!") – Ele ordenou empurrando a mulher por uma passagem secreta(Dinga: Se for onde eu estou pensando não é tão secreta assim...#leva tiro#)(Munda: Secreta? Hmm, nem é. #é espancada por Vovó#) que levaria diretamente para fora do terreno, o bebe(Munda: AAAAAAAAAAARGGGGGHH! NÃO ERA ERRO!!! SE ALGUÉM BRIGAR POR QUE ESSA FIC FOI RIPADA, EU MATO!) sem seus braços gritava e chorava desesperado.
- Não, não sem você! – as lagrimas(Munda: EU. VOU. MATAR.) de desespero da mulher quase o convenceram, mas se quisesse protegê-los teria que fazer agora. (Dinga: Acho que virar purpurina não vai salvar ninguém no momento...)
- Não posso, não enquanto ainda há pessoas aqui(Dinga: Vai dizer que você tem vergonhinha? Não querdito!) – ele deu um sorriso melancólico(Dinga: Comufazê?)(Munda: Eu ri.) – vai na frente por favor, eu vou atrasa-los,(Munda: Hehe, vai dar... O acento sequestrado, não pensem besteira.) encontro vocês depois.
- Por que será que eu não acredito nessas palavras Dageron? (Dinga: 'palavras Dageron' é um cântico pagão de uma civilização norte-afegã que tem como propósito tentar conquistar o mundo.) – ela perguntou ainda chorando.
- Esperem por mim por favor, agora vá e salve nosso filho (Dinga: Sei que não tem nada a ver com a história, mas imaginei que o filho dela fosse o Zé Gotinha.)(Munda: Drogada?? Imagina! #interna Dinga#) – ele pediu e mesmo sem querer a mulher acenou afirmativamente.
- Adeus Dageron(Munda: Adeus, vírgula.) – ela sussurrou.
- Adeus Helena, adeus Nuriko(Dinga: Nussss, corage!!!! Que diabo de nome é esse?)(Munda: Nomes from WoW (2)) – ele sussurrou de volta – amo vocês – ele disse depois de depositar um suave beijo na boca da mulher e outro na testa do filho. E foi só quando eles sumiram no túnel escuro(Munda: Aii que nojo!) que o homem deixou que uma lagrima de despedida rolasse na sua face. (#Dinga foi afiar um machado para lançar em Dageron#)(Munda: Olha, eu não chorei de dó, e agora? /Céci)
Olhou tristonho pro túnel mais uma vez, o seu adeus, diferente do que Helena dera pra ele, não tinha volta, não era apenas uma breve despedida, sabia que não reencontraria a mulher depois daquela noite – pelo menos não vivo – e se sentia mal por ter lhe dito todas aquelas coisas, tantas esperanças.(#Munda se sente mal por não estar com um pingo de dó do OC#)
Não lembrava como aquilo tinha começado(Dinga: Do começo, qtauuu? #Dinga é atirada aos jacarés#), de repente estavam dormindo tranqüilos em seu quarto e de repente acordaram ao som de uma explosão, e ele nem mesmo tinha tido uma visão sobre aquilo(Dinga: Raven a.C.? Comolidar?), desde a morte de seu mentor, Dario, ele vinha tomando cuidado pra não deixar que descobrissem sobre eles e seus poderes, e achava que vinha tendo sucesso até então, não sabia como os deuses o tinham achado, ou pior, como tinham descoberto que ele estava vivo.(Munda: Onipresência? Duuuuuh!)
Mas aquilo não importava, ele decidiu segundos depois(Dinga: A autora incorporou a Meyer, só pode.) que tinha sido acordado tão abruptamente,(Munda: DECIDIU OQ?//????/??/ #Munda enlouqueceu e foi beber seu tarja arco-íris de dezessete cores#) ele precisava proteger seu filho, ainda tão novo e inocente(Munda: Eu ri.) - desde pequeno sofrera com a realidade que estava sendo perseguido, e que há qualquer momento algum ser supremo poderia vir lhe matar(Dinga: O Garibaldo?) - não queria que o mesmo acontecesse com seu filho, queria dar a ele uma infância normal, livre de preocupações como aquelas, queria que seu filho, fosse antes de nada uma criança(Dinga: UIEEEE! Que confuso!)(Munda: Vírgula sobrando, dá pra mim que eu dou um jeito. #salva a vírgula das garras da autora#), e isso não aconteceriam se os deuses descobrissem sobre sua existência, Dageron e Helena nem mesmo sabiam se o pequeno Nuriko tinha ou não poderes extraordinários como o dele, mas agora isso não importava, os deuses – ele sabia – não iam ligar pra esse fato – pelo menos não antes de mandar um raio acertar a cabeça do bebe. (Dinga: Bebe o quê? Acetona com etanol? Manteiga com querosene?)(Munda: Lustra móveis com água boricada, prontofalei. /Vovó Mafalda)
É claro que não havia pessoas ali ainda, nunca permitiria que pessoas inocentes fossem machucadas devido aos seus próprios problemas, mas realmente tinha que atrasar as entidades, pelo bem do seu filho e da mulher que amava que naquele momento fugiam de tão temível ira, lembrou-se então repentinamente de Dario, como ele ficaria arrasado ao testemunhar tamanha calamidade, a separação de uma família(Dinga: E a Márcia ataca novamente.), mas sua consciência estava limpa, sabia que cumprira sua promessa, treinara e se(Dinga: "...tornara uma stripper de primeira.") escondera até o fim.(#Munda, cansada da fic, vai dormir numa gruta cheia de morcegos vampiros com Raiva#)
Em frente ao túnel(Dinga: UI!), se preparou para a luta(Dinga: UI!²)(Munda: Monogamia de cu é rola, FALEI.), sentia a aproximação dos (Dinga: UI!³)(Munda: Dinga, cê vai levar!)deuses, como sentia a leve brisa da primavera em seu rosto,(Munda: Tipo, isso apareceu DO NADA, no meio de um deus-nos-acuda. Freya on drugs. E Munda on drugs, também. #pega cachimbo da paz#) a partir dali ele era o responsável por deixar que eles não se aproximassem mais(Dinga: UUUUIIE!)(#Munda interna Dinga#).
- Muito audacioso, planejando nos parar Dageron? (Dinga: Pare a ignorância que consome sua massa encefálica e seja feliz.)(#Munda se recusa#) – uma voz grossa e divina(Munda: UI.) falou vinda de uma das sombras a sua frente.
Ele apenas não respondeu,(Munda: HÃÃÃÃÃ//??/??//) juntou sua mão e começou a(Dinga: "...descabelar o palhaço.") fazer uma prece, não uma tipo de oração(Dinga: Sinônimos. Essa palavra te lembra alguma coisa, autora?)(Munda: UmA tipo de oração. Não ri. Chorei, na verdade.), mas um encantamento poderoso, um feitiço que tinha descoberto há pouco tempo na biblioteca do templo, ali descrevia-o apenas como um mantra de proteção usada antigamente, mas Dageron tinha a impressão que aquilo funcionário com ele(Munda: AutoCorreção do Word? Quero acreditar que sim.) da maneira descrita no livro, afinal, de todos os poderes que tinha, o melhor e mais poderoso – e o único que Helena não tinha conhecimento – era a sua magia. (#Dinga vai pra fila do SUS#)(Munda: Leia-se MACUMBA.)
- Rezando Dageron? (Dinga: VSF.)(Munda: PQP.)Pra que Deus?(Munda: Epa, tá com letra maiúscula, então so pode ser um. Deixei a dica.) Todos estão aqui hoje pra te matar! – uma voz feminina disse sarcástica, mas nem mesmo isso podia interferia na forma divina como ela soava.(Munda: Leia-se CULLEN. #morre de rir#)
Novamente Dageron apenas ignorou, não poderia deixar de se concentrar, iria fazer aquilo, mesmo sabendo que aquele era seu fim, morreria ali hoje, mas não seria morto pelos Deuses, não demorou muito e uma luz dourado(Munda: Freya analfabe-ta, tananana na! #leva sapatada#) o circulou por completo, estava acontecendo... (Dinga: "...iria fazer a operação, queria ser como a Paris Hilton.")
- Ele esta fazendo alguma coisa(#Dinga imagina o dito cujo fazendo caquinha e morre#)! Impeça-o! – uma outra voz exclamou irritada(Dinga: Nemli.), mas podia-se sentir uma pontada de medo ali,(Munda: NÃO LI ISSO.) Dageron quase sorriu, era para ter medo mesmo. (Dinga: Preparem-se, é o ritual de invocação da Vera Verão!! Deveria ter reconhecido esses paetês de oferenda...)(Munda: Ui, que meda. Até mijei no vestido de chita!)
- Ele não fará nada que possa nos machucar! (Dinga: Purpurina não fere. Realmente.)– a mesma voz feminina disse indiferente.
Oh não, ele não queria machucar os Deuses, longe disso, ele só queria fugir daquilo, daquele fardo que carregava desde criança, mas queria ao mesmo tempo imortalizar seus poderes, e de uma forma que eles nunca seriam extintos, e era exatamente isso que ele estava fazendo.(Munda: Leia-se MACUMBA. (2))
- Eu não me importo(Dinga: Come torta! FAIL #leva facada no fígado#)! Eu vou mata-lo, e vou mata-lo agora! (Dinga: Mate meus neurônios, vai ser de brinde.)(Munda: Claro, porque o acento já tá morto. Filho de uma gata preta!)- a voz masculina que a pouco estava tão irritadiça exclamou, Dageron viu como a sombra que partia aquela voz levantou um braço e fazia com que uma bola de fogo gigantesca aparecesse ali(Dinga: Alguém aí concorda que essa autora assiste X-Men demais?). Ele mirou e lançou...(Munda: Fez PIPI! #morre asfixiada#)
Mas já era tarde demais. (Dinga: A operação já acabou? Droga, nem deu pra comer pipoca!)
O ritual estava completo(Dinga: Não tente adentrar em meu departamento!)(Munda: Vera Verão renasceu!), de repente a luz dourada que envolvia Dageron soltou-se do seu corpo e se dividiu em varias menores(Dinga: Virou purpurina, literalmente!)(Munda: "... e levaram o acento ao sétimo céu."), que logo subiram em direção ao céu e depois tomaram direções diferentes – uma estranhamente se dividiu novamente ao alcançar o céu - descendo novamente para a terra como milhares de estrelas cadentes, mas nenhum Deus pode reparar naquele estranho fenômeno(Dinga: Olha a homofobia!!! Isso é crime!), já que a bola de fogo atingira o lugar onde Dageron estava naquele exato momento, fazendo uma pesada parede de fumaça(#Dinga imagina tijolos de fumaça e tem parada cardiorrespiratória#) impedir a visão do homem.(Munda: Nemli seu chôu de (d)efeitos especiais.)
Quando finalmente a especa(Dinga: Hã?)(Munda: MEODEUZU DIZ PRA MIM QUE FOI ERRO PUFAVÔ!) nuvem de fumaça desapareceu não existia mais Dageron (Dinga: Não existia mais Vale dos Dinossauro, isso sim!)(Munda: ÊÊÊ! QUE FILIÇIDADI!)e eles sorriram satisfeitos com o aparente trabalho bem feito, se tivessem olhado pro céu naquele momento e visto as lindas luzes douradas teriam percebido onde Dageron realmente tinha ido parar. (Dinga: Provavelmente, na sauna gay.)(Munda: Nem duvido, Dinga querida.)
hr(Munda: Vai se fufu, viu? /laisdepaula)
- ELE SE MATOU? (Dinga canta: Ele morreu, lálálálálá! #é atingida pelos meteoros de Luan Santana#)(Munda: Para o nosso bem, sim.) – Rony perguntou totalmente assustado enquanto levantava da cadeira em que estivera sentado durante todo o tempo em que Harry contara a historia de Dageron. (Dinga: Na minha humilde opinião, Rony estava no colo do Harry...)(Munda: HISTORIA, comolidar. E notem a mudança de personagem LINDA de um cap. pro outro. Amay.)
- Tecnicamente falando(Dinga: ...mente, mente, mente... #Usa um cachimbo de plástico#) – Harry afirmou – o feitiço que Dageron usou era um feitiço (Dinga: Pare de se repetir, ameba!) de repartição de essência, ou alma, como preferir, e ele exigia um sacrifício, a própria vida do Dageron, ele sabia disso enquanto realizava o ritual.
- Por que ele fez isso? (Dinga: "... Ele queria virar glitter, óbvio!")(Munda: "Para ser eternizada como a DEEVA DA NÁITI!")– perguntou Hermione que permanecera calada desde que Harry havia os levado para aquela estranha sala(Dinga: Que sala seria essa? FATAÇO MUITO IMPORTANTE.)(Munda: Sauna gay. Alguma pergunta?).
- Pensei que tinha deixado claro isso, Dageron não queria que os deuses perseguissem seu filho e ao mesmo tempo queria se livrar se sua própria perseguição, o feitiço que ele realizou lhe proporcionou isso, os deuses nunca nem mesmo incomodaram sua família. (Dinga: E como sabe disso, Harry-fodão-Cullen-gostosão-Potter?)
- Mas o que isso tem haver conosco(Dinga: Nufundimdunarizzzz!)(#Munda em coma ortográfico eterno#)? Com as coisas estranhas que nos fizemos há algumas horas? (Dinga: Ménage? #Foge#)(Munda: ÊÊNI CÊÊ!! #leva pedrada#) – ela tornou a perguntar.
- Exatamente tudo Hermione(Dinga: Comufazê 'tudo Hermione'?)(Munda: Freya, usa a vírgula. Eu imploro.), Dageron foi o primeiro daquele que nos chamamos de 'Sombras'(Dinga: Liga da Justiça, sabia.)(Munda: PRIMEIRO DAQUELE. ASHDKASEFBGUYKHASDGBFYSYH.), pessoas que vivem sempre a beira da sociedade, tentando viver uma vida normal, mesmo sabendo que isso nunca poderá acontecer, pessoas com poderes especiais que o guardam apenas para si com medo que eles sejam descobertos, pessoas que todos sabem que existem, mas que são ignoradas pelo tipo de gente que preferi(Munda: Tomanocu.) se manter cega a realidade, pessoas como nós Hermione. (Dinga: Ela usou a palavra 'pessoas' quatro vezes em uma frase monstruosa. Comunãomatá?)(Munda: Ui, Harry Hermione! Ei, Rony Hermione! Oi, Dinga Hermi... #Dinga enforca#)
- Você também? – Rony perguntou chocado quando finalmente entendeu o que Harry quis dizer.
- Não só eu, mas como o Vinicius e a Stella(Dinga: E os Telletubies? E o Nino? E o Júlio?) – os dois que ate então tinham ficado calados atrás de Harry mexeram a cabeça cumprimentando-os – todos, todos aqui nessa sala são 'Sombras' – ela proferiu e o gato em seu colo miou, se espreguiçando. (Dinga: Primeiro, quem foi a alma penada que disse isso? Segundo, De onde reapareceu esse maldito gato? Ficam várias dúvidas.)
- Porem(Munda: ...) mais importante que isso... (Dinga: "... temos que aceitar a opção sexual dos bruxos adolescentes! É um problema muito sério!") – Stella tomou a liberdade de falar – Dageron não foi somente o primeiro sombra do mundo, ele também foi o primeiro bruxo. (Dinga: A primeira diva?)
- O QUE? – Rony gritou novamente.(Munda: #procura o acento no vestido#)
- Já deveriam existir bruxos antes dele, sacerdotes dos deuses talvez(Munda: #procura a vírgula nos bolsos#) - Hermione falou naquela sua voz de professora.
- É ai que se engana minha querida(Dinga: Controle sua mona interior, Reuritchu!)(Munda: Ui! Jogou chaumi!), essa historia(Munda: CUUUUU.) passa-se muito antes de os primeiros registros começarem a serem guardados, os sacerdotes da época de Dageron era bruxos de araque, apenas pessoas que sabiam fazer truques, como os mágicos trouxas que vemos na televisão.
"Quando Dageron repartiu sua essência ele fez seguido de um pequeno feitiço extra, cada umas das partes da essência que saísse dele entraria no corpo de outras pessoas(Dinga: UUUIIE!!! Olha o apelo xekissuaul!!)(Munda: Pensei o mesmo, Dinga.), e essas pessoas teriam algum de seus poderes, apenas um, mas algo aconteceu de um modo inesperado, a parte da essência que era associada a sua magia se dividiu em outras partes menores e entrou no corpo de mais de uma pessoa, foi assim que nasceram os bruxos." (Dinga: Achei que falávamos do primeiro estuprador...)(#Munda vai ver como andam os negócios em seu bordéu#)
"Não se sabe ao certo como essas pequenas partes de essência agiram depois de devidamente alojadas em seus 'hospedeiros'(Dinga: Faço idéia...#imagina uma córnea rebolando dentro de um desavisado#)(#Munda faz declaração do imposto de renda#), depois da primeira geração de sombras as pessoas ficaram no escuro de como deviam procurar seus companheiros sombras, alguma vezes dois sombras se uniam(Dinga canta: Fear of the daaaaaaaaaark!!! #lambe resíduo de solda#)(#Munda compra dezenove novas put... er... profissionais do sékizu#), mas de sua união nascia uma criança normal, enquanto de um casal normal nascia um sombra. Apenas um tipo de sombra agia de forma diferente, se dois tipos daquele mesmo tipo de poder se uniam, daquela união sempre nascia um outro ser igual, com o mesmos poderes dos pais."(#Munda vai 'testar' os Gogo-boys#)
- Os bruxos – concluiu Hermione.(#Munda volta, toda descabeladada# Leia-se MACUMBEIROS.)
- Exatamente, não se sabe ao certo, porque apenas o poder denominado magia agia daquela forma peculiar, mas foi assim que a raça bruxa cresceu e se tornou o que somos hoje, os bruxos são uma grande comunidade de sombras. (Dinga: E o blush? E o rímel? Ninguém se importa com eles?)
- Mas e os nascidos trouxas? Se bruxos nasciam da união de dois bruxos... – Rony tentava organizar suas idéias.
- Como eu disse, a magia agia de forma diferente, bruxos nasciam não só da união de dois bruxos, mas da união de um bruxo com um 'normal', como os trouxas eram chamados na época, e pela primeira vez agindo como as outras partes de essência ela alguma vezes se manifestava em alguns 'normais' que nunca nem sequer se envolveram com bruxaria. (Dinga: Os trouxas que se envolviam com macumba brava tinham filhos bruxos? #fica vesga de tão confusa#)(Munda: Magia é radiação, gemtchi. Sempre soube.)
- Por que isso? – perguntou Hermione.
- Ninguém sabe – Vinicius explicou – a nossa teoria é que isso se deu ao fato apenas da magia ser o poder que Dageron mais gostava, o que ele achava ser o mais precioso, mais poderoso. (Dinga: Beu bem, ISSO NON EQZISTE!!)(#Munda extremamente entediada#)
- Entao todos os bruxos são sombras(Dinga: Então todos dos acentos são seus inimigos?) – Rony começou.
- Mas isso não quer dizer que todos os sombras são bruxos – Harry sorriu – temos trouxas com poderes especiais também, as sombras dos sombras(Dinga: Quê MASTER INTENSE.)(Munda: QZÃO GIANT FODÃUN.), a Sociedade do Céu é incrível. (Dinga: Li 'Sociedade do Créu'. Pareceu ser mais engraçado.)(Munda: LOL, EURI ALTO AQUI.)
- Sociedade do Céu?(Munda: Nom, nom, do Créu. #desmaia#) – perguntou Hermione.
- É como o Harry gosta de chamar o 'conjunto' daqueles com poderes – Stella explicou.
- Mas isso ainda não explica muita coisa Harry(#Dinga bebe todo o conteúdo de uma bomba de etanol e morre de coma alcóolico#)(#Munda come um monomotor peça por peça#), somos sombras por sermos bruxos, isso já entendemos, mas e nossos outros 'poderes'? – perguntou Rony.
- Vocês fazem parte da grande maioria da Sociedade do Céu, vocês são os 'verdadeiros' sombras(Dinga: Tendi, eles são sombras de marcas famosas...)(Munda: Leia-se PARAGUAIO.), vocês são bruxos com poderes especiais. Vocês meus caros amigos são o que eu gosto de chamar de 'Sombras do Céu'(Dinga: Enfatizando o título? Nuuuus, digno de Freya Jones.)(Munda: TOOOOOOOOOSCO!)
Dinga se inscreveu para um programa espacial da NASA na qual seria feitos testes sobre um possível terreiro de macumba na estratosfera. Aproveitando a viagem, lançou um compartimento de lixo radiotivo que seguiria em direção à casa da autora.
Munda comprou uma passagem só de ida à Chernobyl, onde faria um banquete radioativo DILIÇOZU. Aproveitando a viagem, fez um exército de ratos zumbis feitos de plutônio e os mandou até Freya.
