Confronto

As férias estavam chegando ao fim. Os garotos foram "liberados", para irem ao Beco Diagonal, comprar materiais e uniformes. É claro sob o olhar atento de alguns aurores.

Depois das compras todos resolveram ir tomar sorvete. Estavam dentro da sorveteria, quando ela foi invadida por comensais.

-Vamos pra um lugar mais calmo. O Lorde nos espera. –disse um deles com uma voz totalmente fria

Draco a reconheceu na hora, gelou ao pensar o que seu pai poderia fazer com ele e com os amigos.

Lúcio Malfoy sibilou algumas palavras que ninguém entendeu, e em segundos, todos se encontravam no antigo cemitério que continha os ossos de Tom Riddle. Estavam cercados pelos seguidores de quem não deve ser nomeado, quando ele mesmo apareceu.

-Senhor e Senhorita Potter, é um grande prazer revê-los. –falou com sua voz ofídica – E é um prazer conhecer seus amigos e namorados!

-Nem pense em fazer nada com eles. –disse Harry decidido com a varinha em punho

-Ah! Não, não, não! Potter. Eu não posso me divertir sozinho! Não seria educado não é mesmo? Cuidarei do senhor e meus servos cuidarão de seus amigos.

Fred, Jorge, Gina, Rony, Mione, Draco, Hanna e Harry, sacaram as varinhas com determinação. Somente eles contra mais de vinte comensais e o maluco esquisito com mania de grandeza.

-Bem quem quer começar? –falou desdenhosamente o Senhor das Trevas - Quem sabe as damas?

Com um simples movimento de varinha colocou Hanna, Gina e Mione ao centro. Os garotos reagiram imediatamente, mas foram detidos pelos comensais.

-AS DEIXE EM PAZ! –gritou Harry. É A MIM QUE VOCÊ QUER. DEIXE ELES IREM!

-Ah! Mas se eu fizer isso senhor Potter, eles irão perder toda a diversão!

A partir dai tudo aconteceu muito rápido. Mione se aproveitou da distração de um comensal e jogou nele um feitiço estuporante. Agora todos estavam travando uma luta com dois ou mais comensais. Draco já havia derrubado pelo menos quatro tentando proteger Hanna. Mas seu pai o pegou desprevenido, e pelas costas lhe jogou a maldição cruciatos. Hanna, imediatamente, desarmou o sogro. O que não foi muito sensato da parte dela, já que também recebeu um crucios. Draco levantou-se o mais rápido possível que seu corpo o permitiu, dando um soco em seu pai, que cambaleou, retirando, então, o feitiço sobre a garota. Os outros estavam se virando como podiam. Alguns já haviam sido estuporados e já haviam recuperado os sentidos, com ajuda de outros, mas estavam cada vez mais fracos. Harry estava lutando contra Voldemort. Hanna pode ouvir o lorde das trevas gritar "Avada Kadavra", enquanto seu irmão gritava, ao mesmo tempo, "Estupore". As duas varinhas ficaram ligadas por um fio prateado, que não sabia pra que lado deveria ir.

-Hanna! –chamou Draco – Vá ate lá e segure a varinha do seu irmão! O ajude! Vá eu te dou cobertura.

Sem pensar em mais nada, a não ser em Harry, ela saiu correndo na direção de seu irmão, enquanto Draco a seguia bem de perto. De muito perto, ela podia sentir a respiração dele em seu pescoço, rebatendo os feitiços que eram lançados contra ela. Mas, uma vez mais, a Maldição Imperdoável da dor o atingiu. Novamente, seu pai em busca de vingança.

-DRACO! – foi o grito estridente que ela deu

-Vá lá e faça o que tem que fazer! –ela o ouviu conseguir dizer, entre seus gritos de dor, antes de desmaiar.

Então ela foi! Colocou as mãos sobre a varinha de Harry, o que pareceu aumentar em mais de três vezes a energia que estava sendo liberada. O fio prateado aumentou, aumentou e aumentou, começando, então se deslocar em direção a Voldemort.

-NÃO! –ouviram ele gritar antes de desaparecer em uma chuva multicolorida de estilhaços.

Enfim, ele estava derrotado.

Os comensais ao perceberem que seu mestre havia sido arruinado, começaram a fugir do local, aparatando imediatamente.

-Isso não vai ficar assim Potter! –falou Lúcio, com um ódio louco no olhar, aproximando-se de Draco, e arrastando seu corpo, pelo chão.

-NÃO! –gritou Hanna – DEIXE ELE EM PAZ! ESSA GUERRA ACABOU!

-Talvez para você senhorita. Meu filho deve pagar por suas traições. –e aparatou com Draco desmaiado.

Ao mesmo tempo, o feitiço se desfez, e todos apareceram de volta na sorveteria, que já estava cheia de aurores desesperados.

Todos vibraram com a notícia.

Ao localizar o Sirius, Hanna saiu correndo para seus braços, começando a chorar compulsivamente.

-Eles o levaram! Ele o levou! E está com tanta raiva! Que... Que eu não sei o que é capaz de fazer com ele!

-Calma. Nós vamos fazer de tudo para achá-lo. Mas nós devemos ir pra casa agora. Vocês precisam descansar.

-NÃO! EU QUERO IR PROCURÁ-LO. –gritou o mais forte que seus pulmões deixaram, caindo novamente, em um choro compulsivo

-Hanna – disse Sirius calmamente- no estado que você está só iria atrapalhar. Vamos pra casa. Não há nada que você possa fazer, para ajudar, por enquanto.


N/A: Curtinho né? É é eu sei... O próximo é o último!

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Bjokas Cuca Malfoy =]