Capítulo 5: O duelo e a Câmara Secreta
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Draco, junto com seus amigos, vinha caminhando pelos corredores depois de andar vagando por ai. Desde o castigo do loiro, tratavam de levantar os ânimos, fracassando miseravelmente.
- Hei... - Pansy cochichou no ouvido de Millicent - O que há com Warrington? Parece que quer matar alguém.
- Acho que ele está com problemas amorosos... - Millicent cochichou de volta.
Continuaram caminhando até que os que estavam na frente pararam.
- Temam os inimigos do herdeiro! Os próximos serão os sangues ruins!
O veela loiro estremeceu ao ouvir essa palavra que tantas tristezas tinham lhe causado e, igualmente o resto de seus companheiros, olharam alucinados a Cassius Warrington. Este sorria zombeteiro enquanto olhava as inscrições na parede escritas com... sangue? Muitos engoliram em seco e ainda mais quando viram à senhora Norris pendurada na parede... parecendo morta?
- O que aconteceu? O que aconteceu? - Argus Flilch ficou congelado ao ver sua querida gata nesse estado - Minha gata! Minha gatinha! O que fizeram com senhora Norris? - gritou. Com os olhos fora das órbitas, fixos em Harry - Você! Você matou minha gata! Você a matou! Eu vou te matar! Vou...!
- Argus! - o diretor o repreendeu, Dumbledore vinha seguido por outros professores e alguns alunos curiosos. Apressou-se em retirar a gata da parede - Venha comigo Argus - disse a Filch
- Vocês também, Potter, Weasley e Granger.
Quando se retiraram, os alunos ficaram uns segundos a mais para ver melhor a parede.
-O que há com você? - Terence perguntou a Cassius - Por que disse aquilo?
-Por nada - resmungou com raiva, com seus olhos fixos no grupo de grifinórios que estavam próximo dali.
- Por acaso você é idiota...? Você falou as palavras proibidas - Adrian Pucey resmungou.
-E daí!? Eu já falei e não posso mudar isso!
-Não entendo o que há com você. Tem estado insuportável durante todo o dia - Tobias Montague grunhiu.
-Não é obvio? - Theodore bufou o eterno observador - Certamente brigou com o namorado. E pela sua cara, ele não gostou nada te ouvir você falar sobre os sangues impuros.
Warrington fulminou Nott com o olhar e depois olhou com apreensão para os grifinórios. Seu rosto empalideceu.
-De quem vocês estão falando? - Draco perguntou confuso.
Theodore rodou os olhos.
-George Weasley - assinalou com a cabeça - Parece querer destroçar nosso amigo com o olhar que lança.
Todos os sonserinos olharam para o indicado. Mas não puderam distinguir qual dos gêmeos era George.
-Qual dos dois?- Vicente perguntou.
Nott voltou a rodar os olhos.
-O da esquerda - grunhiu.
E voltaram a olhar. Viram o gêmeo da esquerda que estava fuzilando Cassius com o olhar, enquanto o outro (Fred) o puxava pelo braço para voltarem para sua sala comum. George obedeceu antes de tornar a olhar com raiva seu ex.
-Estou morto... - Warrington suspirou abatido.
- Bem... acho que se você queria consertar algo, acaba de estragar tudo meu amigo - Lucas disse aparecendo de quem sabe onde.
- Obrigado pelo apoio - murmurou.
- Tudo bem, vamos deixá-lo em paz - Tobias saiu ao resgate - O que eu quero saber é que merda é isso - disse mostrando a parede.
A câmara secreta foi aberta
Temam inimigos do herdeiro.
- Não sei, mas que é aterrorizante isso é - Pansy estremeceu.
Os demais assentiram em acordo.
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- Professora McGonagall...? - Blaise falou de repente na aula de Transformações.
- Diga senhor Zabini.
- A senhora poderia nos dizer o que é a Câmara Secreta?
A professora se surpreendeu bastante com a curiosidade de seu aluno sonserino. Pode ver como o resto dos alunos a olhava atentos. Especialmente aqueles que foram alunos de Lupin antes de entrar no colégio. Sorriu meio de lado.
- Bom acho que posso contar alguma coisa para vocês - pigarreou antes de começar - Todos vocês sabem que Hogwarts foi fundado há uns mil anos pelos quatro bruxos mais importantes de sua época. As quatro casas do colégio recebem seu nome: Godric Gryffindor, Helga Hufflepuff, Rowena Ravenclaw e Salazar Slytherin. Os quatro juntos construíram este castelo, longe dos olhares indiscretos dos trouxas, dado que naquela época as pessoas tinham medo da magia, e os magos e as bruxas sofriam perseguição.
Suspirou.
- Durante alguns anos, os fundadores trabalharam juntos com harmonia, buscando jovens que dessem mostras de aptidão para a magia e os trazendo ao castelo para educá-los. Mas logo surgiram desacordos entre eles e isso causou um rompimento entre Salazar e os demais. Salazar desejava ser mais seletivo com os estudantes que eram admitidos em Hogwarts. Ele pensava que o ensino da magia deveria ser reservado para as famílias de magos. O desagradava ter alunos de família trouxa - disse olhando significativamente para Draco. Este se encolheu em seu lugar. Minerva estava ciente do que ele tinha dito para Hermione, evidentemente - Pois não os achavam dignos de confiança. Um dia uma séria disputa aconteceu entre ele e Godric, e Salazar abandonou o colégio.
Passeou entre os bancos antes de voltar a falar.
- Depois da sua partida se criou uma lenda que diz que Salazar tinha construído no castelo uma câmara secreta, da qual nada sabiam os outros fundadores. Salazar, segundo a lenda, selou a Câmara Secreta para que ninguém pudesse abrir até que chegasse ao colégio o verdadeiro herdeiro. Somente o herdeiro poderia abrir a Câmara Secreta e desencadear o horror que esta contém e usá-lo para livrar o colégio de todos os que não tem direito de aprender magia - olhou seus alunos fixamente - Isso é tudo o que eu sei.
- Que horrível... - Pansy estremeceu.
- Há possibilidade de que esta Câmara esteja mesmo no colégio professora?
- Não senhorita Greengrass. Como eu já disse tudo isso não passa de uma lenda.
- Mas... e as inscrições? - Theo questionou.
A professora não respondeu..
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- A verdade é que eu não acredito rapazes. Malfoy não pode ser o herdeiro da Sonserina - disse Hermione de cara fechada.
- E por que não? É obvio... você mesma comprovou com o que ele lhe disse aquela vez.
- Sim, mas...
- A gente não perde nada em averiguar. Se não for ele... pode ser um de seus amigos.
- Está bem - suspirou. Ela tinha prometido a Malfoy guardar segredo sobre o pedido de desculpas - Eu me encarrego disso.
- Como? - Harry perguntou confuso.
- Com a poção polissuco - sorriu misteriosamente.
Ron e Harry se olharam sem entender nada.
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- George a gente pode conversar?
O gêmeo olhou Cassius com os olhos semicerrados. Não sabia se dizia sim... claro eles tinham brigado por uma besteira, mas aquilo que o outro disse depois de ver aquelas palavras na parede o chateou muito. Mas... Ele estava tão bonitinho assim tão nervoso, em um obvio sinal de que queria pedir desculpas por seu comportamento anterior. Concordou, pois George gostava muito do garoto.
-Ok, mas que seja rápido - tom frio.
Não ia deixar as coisas assim tão fáceis.
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Dia do jogo entre Grifinória e Sonserina.
- Oi pai - Draco saudou educadamente.
Lucius o olhou sem nenhuma expressão e assentiu com sua cabeça em sinal de cumprimento.
- Você sabe alguma coisa de meu papi?
O veela mais velho crispou seus lábios e juntou as sobrancelhas.
-Não... - resmungou - Faz duas semanas que não o vejo. Por culpa sua...
Draco segurou a vontade de abrir a boca para chorar e abandonou seu pai para se preparar para o jogo.
- Você foi muito cruel com ele Lucius.
- Ele tem o que merece... - murmurou.
- Ele é assim por sua influência. Foi você que ensinou aquilo.
Malfoy fulminou Severus com o olhar e não disse nada.
Quando saíram no campo, um estrondo os recebeu. Draco sabia que a maioria dos aplausos não era para eles, mas não se importou. Saiu velozmente em direção ao céu. Sentir o vento no rosto o fazia esquecer o rosto de seu papi antes de se despedir dele na última visita.
- Tudo bem por ai cara rachada? - implicou com Potter.
Isso foi toda a atenção que dedicou a seu rival. E se empenhou em encontrar o pomo de ouro para demonstrar para seu pai que ele valia algo. Além do mais isso certamente deixaria seu papi feliz. O clima começou a piorar e a chuva caiu forte. Terence teve que lhe chamar a atenção para que descessem, pois o jogo tinha que ser detido por alguns momentos. Quando voltou a subir, achou estranho que um balaço parecia perseguir Potter especificamente e como este se esquivava dela com maestria.
- Dançando balé Potter? - gritou. Embora quando ele mesmo teve que se esquivar da bola, começou a suspeitar que alguma coisa errada estava acontecendo. Seus olhos se arregalaram ao ver como Harry parava uns instantes olhando algo e não percebeu que o balaço voltava a se arremeter contra ele.
- Cuidado! - gritou, mas foi tarde. A bola golpeou Potter no braço. Draco não duvidou que semelhante golpe pudesse ter quebrado um osso.
O loiro o olhou preocupado, mas ao que parecia Harry interpretou erradamente seu gesto, pois voou até ele com clara intenção de derrubá-lo.
- O que...? - conseguiu articular quando Potter estava a dois metros dele. Apartou-se da trajetória e comprovou que o muito maldito moreno tinha se jogado, em realidade, de posse do pomo de ouro.
"Isso não me interessa... tenho muitas coisas na cabeça neste momento.".
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- Um clube de Duelo? - Theo perguntou desdenhoso - E quem será o juiz?
- O "grande" professor de DCATs que temos - Blaise disse zombando.
- É obrigatório ir? - Lucas perguntou bocejando.
- Não sei. Mas eu penso que será divertido - Pansy disse emocionada - Além disso, o senhor Remus não esteve nos ensinando à toa o que sabia.
A menção de seu papi fez com que Draco fizesse um gesto de tristeza. Os demais olharam Parkinson reprovadoramente.
- Eu irei - disse o loiro.
O dia do Clube.
- Meu padrinho vai ajudar? - Draco riu ao ver Severus Snape, com cara de poucos amigos, perto de Gilderoy Lockhart - Isso vai se divertido.
- Eu também acho... - Lucas disse cruzando os braços.
Os sonserinos e algum outro aluno de outra casa explodiram em risadas e aplausos ao ver o "escritor idiota" cair derrotado. Até que chegou o momento de ficarem em duplas para praticarem.
Draco bufou quando seu padrinho o colocou com Potter. Ter um duelo como o moreno era o que o loiro menos tinha vontade nesse momento. Mas não ia se negar. Não queria que achassem que era um covarde. Colocou-se em posição de frente a Potter e lançaram feitiços que não tinham nada a ver com "somente desarmar" como Lockhart tinha pedido.
Agora Draco via com satisfação, o enfrentamento anterior lhe agradou bastante e agora faria uma demonstração perto de Potter. "Veremos quem é o melhor... isto é para você papi.".
- Assustado Potter?
- Isso é o que você pensa.
- "Serpensortia!" - foi o primeiro feitiço que lançou. Esse feitiço pediu que seu papi lhe ensinasse. Em uma semana já estava fazendo perfeitamente.
Viu com satisfação como Harry ficava paralisado e como o torpe de seu professor de defesa tentava intervir só agravando a situação. O que aconteceu em seguida o deixou mudo... Seu rosto não podia mostrar maior assombro e confusão... "Potter falava Parsel!" depois que Snape se desfez da serpente, viu como o Weasel saia apressadamente com o moreno e ele os seguiu com o olhar.
- Está tudo bem Draco?
- Sim você ouviu Blaise? Isso era Parsel...
- Claro que escutei, ainda tenho a pele arrepiada.
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- Eu não estou gostando nada disso. Primeiro a gata horrorosa, depois o menino da câmera e agora o fantasma junto com o Lufano - Malcon disse com as sobrancelhas juntas.
- O que os grifinórios falam? - Theo perguntou para Cassius.
- George disse que agora acham que Potter é o herdeiro de Salazar Slytherin por isso o incidente com a serpente.
- A gente devia perguntar para alguém... - Lucas disse pensativo.
- Vou escrever para meu papi - Draco disse.
- Tem certeza? - Blaise perguntou preocupado.
- Sim... isso é importante.
Papi:
Não sei se sabia... mas coisas estranhas estão acontecendo em Hogwarts. Encontraram três vítimas petrificadas sem saber quem é o culpado por isso. Todos dizem que isso é obra do Herdeiro de Salazar Slytherin, que ele conseguiu abrir a Câmara Secreta para terminar com o que Salazar iniciou.
Há pouco tempo ocorreu algo suspeito (embora eu não acredite) dizem que o suposto herdeiro é Harry Potter. Você se pergunta por que... eu te respondo, isso se deve ao fato de que ele falou Parsél na frente de todos nós.
Os rapazes querem algumas respostas e pensei em te escrever para quem sabe... talvez você possa nos dar. Espero que você não fique chateado.
Daquele que te ama
Seu filhote Draco.
- Harry fala Parsel? - Remus se perguntou incrédulo.
Férias de natal.
- Bom... só estamos nós três. Obrigado por ficarem Vicent e Gregory.
- Não precisa agradecer - Gregory disse - Prefiro mil vezes ficar aqui a estar com a esnobe de minha mãe e o inepto de meu pai.
- Mesmo assim obrigado - sorriu agradecido.
- Bom... a gente vai procurar uns doces - disse Crabbe se levantando de repente - Você vêm Draco?
- Não rapazes... podem ir. Ai vem Lucas, vou ficar com ele.
- Tragam um pra mim! - gritou o menino quando viu sair os esfomeados rapazes - Por que essa carinha...? Parece até que seu papi te castigou para que não passe o natal em casa - ironizou.
- Vai à merda Lucas - Draco grunhiu fulminando o primo com o olhar.
O outro riu descaradamente.
O dia de Natal chegou e Draco abriu sem vontade seus presentes. Não era a mesma coisa fazer isso sem seu papi. A ceia de Natal esteve divertida, no entanto Lucas deu um jeito de se sentar perto de Ginny Weasley durante a mesma, fazendo com que os leões os olhassem desconfiados.
- Malfoy parece muito distraído hoje. Não encheu o saco da gente nessas férias - Hermione disse avaliando o rosto de Draco.
- Ouvi dizer que nessas férias ele está castigado - George Weasley murmurou piscando um olho para seu namorado que era o único sonserino do quarto ano que tinha ficado no colégio.
Warrington se ruborizou ligeiramente, sorrindo dissimuladamente para seu namorado.
- A gente vai fazer do mesmo jeito? - A castanha sussurrou a seus melhores amigos.
- Claro que sim Hermione. Temos que saber se é Malfoy quem a gente procura - Harry disse no mesmo tom.
- Tudo bem. Mas vamos agora... ainda nos falta conseguir algo das pessoas nas quais se vão converter - dito isso arrastou os rapazes para fora do Grande Salão.
- Tudo bem senhor Malfoy? - Draco deu um pulo de susto ao ouvir a voz de Dumbledore as suas costas.
- Não - grunhiu - Eu não queria estar aqui no natal.
- Você deve lhe dar tempo Draco - Albus disse sorrindo amavelmente - Você sabe que seu papi sofreu na própria pele esse tipo de discriminação quando esteve no Colégio e, que seu próprio filho faça o mesmo, o machucou muito.
- Eu já sei... - disse com voz embargada. O fato de mostrar-se débil na frente do diretor mostrava o quão mal estava - Mas sinto muita saudade dele.
- O tempo cura tudo pequeno. Quer um drops de limão?
Draco o mirou receoso, mas afinal assentiu pegando alguns drops. Seguiu seu caminho em busca de seus amigos "Até que esses drops não são ruins..." até se encontrar com um dos Weasel.
- Até que enfim os encontro! Estiveram todo esse tempo comendo no Salão? Não me admira que estejam assim meio gordinhos - riu. Depois olhou para Percy o fulminando com o olhar. Esse ruivo não lhe dava uma boa impressão - O que você faz aqui Weasley?
- Você deve mostrar um pouco mais de respeito com um monitor! - disse o ruivo - Não gostei desse tom!
Malfoy o olhou depreciativamente e fez um sinal para os que achavam que eram seus amigos para que o seguissem.
- Esse Weasel... - murmurou - Eu notei que ultimamente ele entra e sai muito daqui as escondidas. E aposto que sei o que está acontecendo. Acha que vai encontrar o herdeiro de Salazar sozinho - bufou - É mito idiota...
Chegaram até a entrada da Sala Comuna e suas sobrancelhas se juntaram.
- Como é mesmo a senha?
- Eh...
- Ah já sei! - fez uma careta - "Louco Apaixonado".
Viu que tanto Crabbe como Goyle o olharam alucinados.
- Não me olhem assim... - resmungou - Foi idéia de Cassius.
Entraram na Sala Comunal e ali estava Lucas vestido de ... coelho.
- O que você está fazendo vestido assim? - Draco perguntou bruscamente.
- Ah estava recordando os velhos tempos... quando minha tia nos presenteou com esses pijamas. Você tinha um de ursinho panda não é? Ainda usa?
- Não - grunhiu ruborizado. - Não serve mais...
- Mas você pode aumentá-lo magicamente! Vou buscar e assim a gente se disfarça juntos! - disse pulando como um coelho e vendo Draco tentar apanhá-lo em um forte abraço.
- Sai daqui maldição! - o loiro gritou - Vai encher em outro lugar!
Harry e Ron não acreditavam no que viam.
- Você é muito mau Dragãozinho. Eu só estou tentando te animar - murmurou o coelho choroso.
- Pois você está só piorando... - murmurou lutando para que um sorriso não aparecesse em seu rosto - E vocês o que fazem? Sentem-se! Não fiquem ai como idiotas - Draco gritou aos outros garotos que olhavam a cena com os olhos arregalados.
Nesse momento George Weasley entrava na Sala Comunal da Sonserina abraçado com Cassius Warrington. As mandíbulas de Crabbe e Goyle se desencaixaram.
- Awww... o amor - arrulou o coelho.
- Você não devia trazer grifinórios aqui, Cassius. Se Snape te vê te mata - Draco disse.
- É só um pouquinho - se defendeu - Quero lhe mostrar uma coisa.
- Sim... mostrar uma coisa... - o coelho sussurrou sorrindo malicioso - E essa coisa é o que você tem entre as pernas?
Draco, Lucas, Crabbe e Goyle riram até ficar sem ar vendo o casal se ruborizar até as orelhas. Cassius e George se apressaram em descer as escadas até os quartos dos alunos do quarto ano.
- Por falar nisso Draco - perguntou de repente um coelho muito serio - Seu papi te falou alguma coisa sobre o herdeiro da Sonserina?
Harry e Ron prestaram atenção naquilo.
- Não muito... - disse serio - O pouco que me disse é que não tem a menor idéia de quem possa ser. Que concorda comigo que não é São Potter. E que a Câmara foi aberta no passado a cinquenta anos e que o culpado foi expulso. O mais certo é que deve estar em Azkaban.
- Em Azkaban? - Harry perguntou sem entender.
- A prisão mágica Goyle. Não faça perguntas idiotas - Draco se exasperou.
- Desculpa...
- Papi disse que no momento a gente não corre perigo, que seja quem for que esteja fazendo isso vai atrás dos sangue impuros - tanto Harry como Ron se surpreenderam que Malfoy não dissesse "sangue ruim" - Mas mesmo assim tenham cuidado. Ele vai falar com Dumbledore para saber o que está acontecendo.
- Ah! - Crabble exclamou.
- O que foi? - o loiro perguntou vendo o rosto horrorizado de seu amigo.
- Tenho que tomar um remédio para dor no estomago - disso e tanto Goyle como ele saíram correndo da Sala Comunal.
- Que estranhos... - murmurou o coelho - Então Draco... Vamos buscar o pijama de ursinho?
- Não Lucas!
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Logo depois de se recuperar da impressão de ver Hermione convertida em gata, Harry e Ron lhe contaram tudo o que descobriram com Malfoy.
- Eu falei pra vocês que não podia ser ele - a castanha disse.
- Bom... mas ao menos agora a gente tem certeza - Harry disse olhando Ron seriamente - O que há com você amigo?
- Esse George... - resmungou - Ele vai me escutar.
Harry e Hermione riram.
- Não seja tão duro com ele, seu irmão já é bastante grandinho pra saber o que faz Ronald - Granger concluiu.
Ron bufou.
- Esse rapaz Lestrange sim que é esquisito... - Harry comentou depois de um tempo.
- Demais... - Ron concordou. "E o pior de tudo é que ele parece estar interessado em minha irmãzinha...".
Continuará...
Próximo capitulo: O herdeiro de Salazar Slytherin
Nota tradutor:
Então neah... se não comentarem... eu desisto... não vou ficar traduzindo a toa... fico perdendo o meu tempo!
Então ate a próxima!
