Capítulo 6: O herdeiro de Salazar Slytherin.

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- Oi Lucius.

- Remus... - o veela murmurou ao vê-lo para logo depois sorrir de orelha a orelha.

Aproximaram-se rapidamente e se entregaram a um beijo passional. O loiro em seguida começou a acariciar o corpo de seu marido sendo detido por Remus.

- Tem tempo pra isso depois Luc, agora à gente tem que conversar.

- Pra que? - grunhiu mal humorado.

- Você ficou sabendo o que está se passando no colégio Luc? Sobre essas pessoas petrificadas, a Câmara Secreta e o Herdeiro de Salazar?

- Sim - Lucius disse ficando serio.

- Precisamos averiguar o que está acontecendo... você e eu sabemos a verdade sobre o que se passou há cinqüenta anos.

- Mas ele não pode estar por trás disso. Não sem um corpo sólido. Deve ser outra pessoa.

Remus juntou as sobrancelhas, enquanto mordia nervosamente seu lábio inferior.

- Não faz isso... - Lucius gemeu abobado.

Remus o olhou de cara fechada e depois compreendeu o que estava acontecendo. Aproximou do veela para abraçá-lo e beijá-lo.

- Eu senti tanta saudade... - o sonserino murmurou contra seus lábios.

- Eu também meu amor. Mas necessitava disso...

- Eu sei - Lucius interrompeu - Não estou te reprovando em nada.

- Que bom.

Beijaram-se alguns por minutos até que, inevitavelmente, toda a paixão acumulada nesses dias transbordou e tomou conta deles. Suas roupas voaram pelos ares e começaram a se beijar como se não houvesse amanhã (sem se importarem de estarem na sala e que qualquer um pudesse chegar pela lareira). Caíram no sofá mais próximo e Remus sentou no colo de seu marido. Seus movimentos começaram a despertar seus membros rapidamente, até ficarem completamente eretos. O castanho elevou seu quadril com toda a intenção de se empalar o quanto antes, mas o loiro o deteve.

- Quero que você me faça amor - Lucius sussurrou sorrindo malicioso.

Lupin lhe devolveu o sorriso e trocaram de posições. Sem nenhuma preparação Malfoy se empalou até o fundo. Os dois gritaram por motivos diferentes. Remus por prazer e Lucius pela dor. Sem esperar se acostumar com a invasão, o sonserino começou a se mover sobre o membro de seu amado esposo.

- Eu te amo Remus, não torne a me deixar assim.

- Não vou se você me prometer se comportar bem - o licantropo ofegou contra seu pescoço.

- Prometo... prometo - Lucius murmurou aumentando o ritmo de seus movimentos sobre o pênis do seu amor.

Compartilharam um beijo arrasador antes de serem atingidos pelo orgasmo. Uma vez terminado se recostaram abraçados no sofá esperando que os tremores pós-orgasmo acabassem.

- Você também perdoou Draco?

- Sim, mas ainda não vou visitá-lo. Tenho que ter certeza de que ele aprendeu sua lição.

- Ele aprendeu sim Rem. Severus me disse e eu mesmo vi.

Remus ergueu as sobrancelhas, abatido ao pensar em seu pobre bebê, triste pela separação. Estava morrendo de vontade de vê-lo. Permaneceram abraçados uns minutos até que os olhos do homem lobo se estreitaram e logo seu rosto adquiriu essa expressão de sabe tudo. Juntou as sobrancelhas preocupado.

- Lucius... O que foi feito desse diário de Voldemort que você me mostrou nas férias de verão?

Lucius levantou o rosto e depois de pensar uns segundos seus olhos se arregalaram.

- Ainda está no meu escritório. Esqueci de mandá-lo para Gringotts.

Remus o olhou com reprovação e incitou o loiro se levantar.

- Vamos ver.

Quando chegaram ao escritório, o castanho perguntou.

- Onde ele está?

- Na primeira gaveta da minha mesa.

Ao abrir a gaveta o que encontrou ali lhe causou um calafrio.

- Lucius... este livro se parece com o diário de Tom Riddle... mas não é.

- O que? - perguntou se aproximando para arrebatar das mãos de seu marido o diário.

Lucius empalideceu.

- Temos que falar com Dumbledore - Lupin sentenciou com voz seria.

- O que está havendo ali? - Draco perguntou de repente ao ouvir um tumulto entre os alunos.

Tem os olhos verdes como um sapo do pântano

E cabelo negro como a noite sem estrelas

Quisera que fosse meu, pois é maravilhoso.

O herói que venceu o Senhor Tenebroso

Draco escutou seus amigos rirem as gargalhadas, mas ele não achou nada engraçado que Harry Potter recebesse homenagem no dia dos Namorados. Inexplicavelmente, o fato fazia seu coração encolher. Abaixou o olhar por uns segundos e viu algo caído no chão. "Isto se parece com o diário que meu pai guardava... O que será que ele faz aqui?".

- Me devolve isso! - Harry lhe disse em voz baixa.

"O que? É do Potter?"

-O que está escrito aqui Potter? - perguntou folheando o diário.

Lucas estranhou ao ver o olhar aterrorizado de Ginny Weasley quando viu seu primo folhear o livro.

- Devolve Malfoy - Percy Weasley que também estava por perto disse.

- Não até que leia o que está escrito aqui...

- Chega Draco - Lucas disse fechando o livro e tirando das mãos do loiro - Não se meta em encrenca de novo... - resmungou lhe dando um olhar significante.

Draco deu de ombros e foi embora junto com Crabbe e Goyle.

- Toma Potter - Lucas disse lhe entregando o diário.

- Obrigado Lestrange.

Lucas olhou para Ginny e sorriu com malicia.

- Oi Ginny. Você gostou da minha canção do dia dos namorados?

A ruiva ficou vermelha até as orelhas e saiu em disparada para quem sabe onde.

- Ela está perdidamente apaixonada por mim... - suspirou tirando uma mexa de cabelo da testa com elegância - Dá pra perceber que ela é muito tímida.

Malcon Baddock e Miles Bletchley (sonserino do primeiro ano e colegas de Lucas) puseram os olhos em branco.

- Claro... por isso ela sai correndo cada vez que te vê - Miles disse sarcástico.

- Isso é só por causa da timidez - resmungou - Não é verdade Potter?

- Ah...?

- Viram até o herói do mundo mágico me deu razão. Vocês são uns péssimos amigos...

- Você é que é um idiota - Malcon disse lhe dando um cascudo - Agora vamos - o pegou pelo braço o arrastando até a próxima sala de aula.

- Hei! Cuidado eu tenho a pele sensível!

- Calado! - seus amigos exclamaram.

- Dumbledore a gente tem que conversar.

- Oi Remus, Lucius. Agora não posso... Cornelius Fudge está aqui e quer levar Hagrid.

- Hagrid? - Remus estranhou - Por quê?

- Poucos sabem o que aconteceu há cinqüenta anos Remus. E o ministro tenta solucionar tudo isto levando Hagrid a Azkaban.

- Esse Fudge é um idiota - Lucius bufou - Ele está sofrendo pressão do conselho escolar, por isso que levar o meio-gigante preso.

- E eu quero impedi-lo. Você podia me ajudar Lucius. Além de ser membro do conselho você é amigo de Fudge... - disse com seus olhos brilhando de uma estranha maneira através de seus óculos meia lua.

Lucius fez uma careta de desagrado, mas o olhar de apreensão de seu marido o fez mudar de idéia. "Só faço isso porque a primavera está chegando.".

Remus passou uma hora de absoluto nervosismo até que Albus e o veela voltaram ao escritório. Pelas suas caras nem tudo saiu como esperavam.

- O que aconteceu?

- O idiota do Nott estava ali - Lucius sibilou abraçando seu marido pela cintura - Trazia uma ordem do Conselho Escolar pedindo a demissão do diretor.

Remus empalideceu.

- Mas para isso são necessárias todas as assinaturas - seus olhos estreitaram - Você assinou?

- Não! - exclamou alarmado - Eu não fiz tal coisa. Ele deve ter me enganado ou falsificou minha assinatura! - seus olhos brilhavam furiosos.

- Mas então...? Como Albus ainda está aqui?

- E você ainda pergunta? - Lucius caçoou - Esse velho sempre tem um Às debaixo da manga. Conseguiu um tempo até acharem um substituto, mas depois tem que sair.

- Lucius olha o respeito!

- Não tem importância Remus. Eu sei muito bem que sou um velho e... louco - sorriu.

- Enfim... - Malfoy suspirou - Também não conseguimos salvar o meio-gigante.

- Pobre Hagrid...

- Já resolveremos isso. Mas o que vocês estão fazendo aqui?

Lucius e Remus se olharam seriamente e contaram ao diretor sobre o diário desaparecido de Tom Riddle.

- Meus pais estiveram aqui? - Draco perguntou emocionado.

- Sim... tentaram impedir que despeçam o diretor, mas não conseguiram - Severus respondeu.

- Odeio meu pai... - Nott rosnou, espantando seus amigos pela cara raivosa que tinha.

Estavam na aula de poções e, apesar de que havia passado um tempo depois do incidente, Nott continuava com raiva. Ele admirava muito a Dumbledore.

- Deixa pra lá Theo, você vai ver que McGonagall não dura nem duas semanas e terão que pedir a volta de Dumbledore.

- Ou colocar alguém melhor - Blaise disse.

- Melhor? - perguntou e o castanho sinalou a Snape com a cabeça. Draco sorriu.

- Senhor - disse com voz alta - O senhor não pensou em solicitar o posto de diretor?

Severus olhou seu afilhado estreitando seus olhos negros. Tinha certeza que se tratava de uma piada.

- Não - grunhiu - O professor Dumbledore só foi suspenso de suas funções pelo Conselho escolar. E me atrevo a dizer que ele estará de volta em breve.

- Tomara - deu de ombros - Espero que meus pais votem no senhor, se o senhor solicitar o posto. Vou dizer a eles que o senhor é o melhor professor do colégio.

- Exagerado... - Nott murmurou ainda de cara fechada.

Draco sorriu com superioridade e continuou com sua poção. Foi consciente dos olhares de ódio dos grifinórios. Não deu a menor importância

-Não sei por que meu papai não veio me visitar - Draco disse abatido. Estavam caminhando por um corredor junto com Theo e Blaise indo para sala Comuna da Sonserina.

- Talvez esteja tentando ajudar Dumbledore - Theo disse - O que foi Draco? - perguntou ao ver o loiro parar subitamente.

- Estou sentindo um cheiro... estranho - disse cheirando perto das paredes.

- Como o que...? - Blaise perguntou. Nott e Zabini estavam a par das "qualidades" de Draco.

- Parece veneno de serpente... mas há algo... diferente - suas testa franziu - Sigam-me... - murmurou antes de sair correndo.

Theodore e Blaise se olharam antes de saírem correndo atrás de seu amigo. Correram por um tempo até que se detiveram ao ver à porta da Sala dos Professores aberta.

- Aconteceu... - escutaram McGonagall dizer - Uma aluna foi raptada pelo mostro. Ela foi levada até a câmara secreta.

Os sonserinos se olharam assustados.

- Você tem certeza? - escutaram desta vez a voz preocupada de Snape.

- O herdeiro de Salazar - disse a professora McGonagall com voz tremula - Ele deixou uma nova mensagem: Seus ossos repousarão na Câmara para sempre.

- Quem foi raptada? - perguntou uma voz que reconheceram como a da senhora Hooch - Qual aluna?

- Ginny Weasley.

Os sonserinos se olharam ainda mais espantados pensando em uma pessoa: Lucas. Que mesmo sendo um idiota, todos percebiam que sentia algo pela garota.

Quando os professores estavam saindo, os garotos se esconderam. Estavam para ir embora quando escutaram outras vozes vindas do salão e eram vozes familiares. Draco se apressou a entrar no lugar.

- Malfoy! - gritaram assustados Ron Weasley e Harry Potter.

- Vocês - fez uma careta - O que fazem aqui?

- Isso não te interessa - Harry grunhiu.

- Isso eu já sei. Só quero que me digam uma coisa. Sabem quem é o monstro do qual falava Mcgonagall? - Harry e Ron ficaram calados - Eu senti um cheiro estranho... - murmurou para si e logo depois levantou o olhar para enfrentar os orbes esmeraldas - Veneno de serpente. Mas é diferente, não é o cheiro de uma serpente comum.

Harry mordeu seu lábio inferior e olhou para Ron.

- A gente acha que é um basilísco e que anda pelos canos - Potter disse afinal.

Os sonserinos empalideceram.

- Um... basilísco? - Blaise murmurou.

Harry concordou serio.

- Isso meu papai tem de saber - Draco murmurou.

- Draco aonde vai? - Theo gritou vendo seu amigo correr de novo.

- Ao corujal!

O moreno e o castanho se olharam suspirando abatidos.

- Não façam nenhuma besteira, Potter - Zabini murmurou antes de sair correndo junto com Nott atrás de seu amigo.

Os grifinórios se olharam. Sabiam que não podiam fazer caso dessa advertência, a vida de Ginny corria perigo.

- Merlin... um basilísco.

- Um o que?

- Vamos para Hogwarts agora.

Ao chegarem ao colégio se separaram, Lucius foi atrás de Dumbledore e Remus atrás de seu filhote. Estando perto da Gárgula Malfoy viu com desdém toda a comitiva Weasley entrar no escritório, então decidiu esperar do lado de fora.

- O que você está fazendo aqui Dobby? - perguntou atônito ao ver um de seus elfos no colégio.

- Eu... tenho que dizer uma coisa senhor Malfoy senhor.

Dentro do escritório do diretor. Harry acabava de se levantar para ir descansar. Mas a entrada de Lucius Malfoy, claramente furioso o deteve. Levava um tremulo Dobby junto com ele.

- Tenho algo que te interessa saber Dumbledore - rosnou fuzilando o elfo com o olhar - Fala.

- Eu... Sinto muito! - gritou começando a chorar desconsoladamente. Lucius bufou.

- O que está acontecendo Lucius? - Dumbledore perguntou amavelmente.

- Este estúpido - disse - Ele estava presente quando roubaram o "objeto" da minha casa e escondeu o fato de mim. Pois ele disse que foi ameaçado. Também me disse que decidiu investigar por conta própria o que era aquilo saindo da Mansão sem "permissão" - rosnou novamente e Dobby gemeu se encolhendo ainda mais - Até se atreveu a colocar Potter de sobreaviso - disse fuzilando o moreno com o olhar - E não me disse nada até uns minutos atrás por que a culpa o consome. Decidiu falar para que não aconteçam coisas ruins no colégio.

- Isso foi muito nobre de sua parte Dobby - Albus disse olhando o elfo - Mas já não é necessário que você se preocupe. O autor de tudo foi encontrado.

- Como...?

- Sim Lord Voldemort... - Albus disse e Harry se surpreendeu de que Malfoy não tremeu ao ouvir o nome como Dobby fez - Atuava através de outra pessoa, por meio deste diário.

- Então era pra isso que ele servia... - Lucius murmurou pegando o diário em suas mãos - Mas... o que aconteceu?

Dumbledore sorriu e contou tudo o que aconteceu na Câmara Secreta. Ao terminar Lucius olhou fixamente para Harry o fazendo ruborizar um pouco.

- Que sorte que temos Potter para que nos salve de todas as desgraças - disse irônico - Bem, vou buscar minha família. Vamos Dobby.

- Um momento Lucius - Dumbledore falou.

- O que?

- Você não acha que seu elfo merece uma recompensa por agir de uma maneira tão nobre? - perguntou sorrindo amavelmente.

- Uma recompensa...?

- Como sua liberdade, por exemplo - Harry falou.

Lucius fuzilou o grifinório com o olhar e depois sua atenção se voltou para Dobby.

- Você também acha isso? - perguntou.

Dobby arregalou mais ainda seus olhos e olhou para Harry que sorriu em sinal de apoio. Voltou a olhar para seu amo e concordou timidamente. Lucius fechou os punhos e os olhos tão forte quanto pode. Ruminando sua ira tirou bruscamente uma luva e deu para Dobby. "Acho que a primavera me põe mais sensível. Eu liberando um de meus elfos por ajudar a salvar um grifinório... isso é influencia do meu lobinho.".

- Te dou sua liberdade Dobby - grunhiu - E aceite antes que eu me arrependa.

O elfo abriu seus olhos ainda mais, se é que isso era possível, e pegou a luva quase com adoração entre suas pequenas mãos.

- Muito obrigado senhor Malfoy senhor! - gritou e abraçou uma das pernas de Lucius.

- Me solta elfo estúpido! - o veela rugiu fazendo com que Harry e Dumbledore sufocassem uma gargalhada.

- Já estou aqui padrinho! Para que...?

Draco ficou estático sem poder assimilar o que seus olhos viam.

- Eu mandei te chamar para poder te dar um beijo e um abraço minha vida.

- Papi!

Remus abriu seus braços e recebeu seu filhote sorridente.

Minutos mais tarde Lucius chegava emburrado ao escritório de Severus e sua raiva aumentou ainda mais ao ver seus amores em um mar de lágrimas. Contou-lhes tudo sobre a tal Câmara Secreta.

"Esse São Potter.." o veela menor tinha pensado emburrado.

Um "Draco" dito em tom de advertência por parte do licantropo aplacou o comentário desdenhoso. Remus ficou encantado quando soube que seu querido elfo tinha feito e felicitou Lucius por sua "boa ação" e prometeu - piscando um olho - uma boa recompensa para ele. O rosto de Malfoy se iluminou e Draco fechou a cara "Não precisava dessa imagem mental." pensou enjoado.

Depois da reconciliação, Draco praticamente obrigou seu papi a vir visitá-lo todas as noites no escritório de seu padrinho até o final das aulas. Isto o deixava tão feliz que os alunos do colégio o olharam de um modo estranho durante esse tempo. Logo chegou à hora de voltar para casa e agora o Expresso de Hogwarts já se aproximava de King's Cross.

- Minha pobre Ginny! - Lucas gritou quando encontrou a ruiva no corredor a abraçando - Já fiquei sabendo de tudo! Eu tinha que ser aquele que te salvou!

- Lucas... por favor, me solta - murmurou envergonhada.

O moreno a soltou piscando.

- Oh... Você falou comigo? Por acaso é a sua bela voz a que eu escutei?

- Ah...

- Ouviram? - olhou para Malcon e Miles - Ela não foge quando eu chego perto.

- Calado idiota! Não a perturbe... - Montague grunhiu lhe dando um cascudo - Quer que toda a manada de ruivos venha apertar seu pescoço?

- Awww... mas eu só vim me despedir dela - se girou novamente para Ginny que estava muito vermelha - A gente se vê no ano quem vem preciosa - piscou um olho - Espero que você sinta tanta saudade de mim como eu de você - terminou seu discurso beijando a bochecha da Weasley fazendo com isso que ela ficasse ainda mais ruborizada.

- Até o ano que vem... - ela murmurou e se apresou em descer do trem que já tinha parado.

- Você também com um Weasley? - Draco disse com desdém - Primeiro Cassius e agora você.

- E daí...? É muito fácil gostar deles.

- Isso mesmo! - Warrington ratificou.

Dito isso todos desceram do trem.

Continuará...

Próximo capitulo : Professor Remus J Lupin

Esta ai o capitulo pra quem esperou uma eternidade, agora dessa vez eu continuarei definitivamente, mas gente não faça um escritor/tradutor sofrer sem comentários isso me deprime na hora, mas fazer o que não é?! Então ate a próxima, queria agradecer aos que comentaram o capitulo anterior, eu não me esqueci de vocês não...

Ate a próxima!