Capitulo 8: Aulas com os novos professores.
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Draco ia caminhando para o Grande Salão com toda a intenção de implicar com Potter por causa de seu desmaio no trem. Lucas já estava recuperado (e enchendo o saco como sempre), então o loiro achou que seu primo nem ligaria se ele implicasse por causa do desmaio no trem... ele fingiria estar desmaiado na frente do cara rachada para depois rir junto com seus amigos da cara de Potter.
No entanto, seus planos foram por água abaixo ao ver seu sorridente papi tomando café na mesa dos professores, junto com seu tio Regulus "Merda". Com seus planos frustrados ele resolveu ir sentar a sua mesa para tomar seu café antes da primeira aula do dia.
- Theo... Por que você não tem aula de Estudos Trouxas com a gente? – Blaise quis saber.
- Meu pai não deixou – disse com voz irritada.
Todos os que foram alunos de Remus, antes de entrar em Hogwarts, haviam chegado a um acordo de que, quando entrassem no Colégio, suas escapadas ao Mundo Trouxa seriam reduzidas a uma só vez ao ano que era durante as férias de verão. Essa espécie de pacto Draco e seus amigos fariam esse ano, no ano que vem seria a vez de Lucas, Miles e Malcom. Era algo assim como para recordar os velhos tempos.
- Era só não contar pra ele... – Vincent disse.
- Ele descobriu não sei de que jeito – murmurou raivoso – E me ameaçou de não autorizar a minha saída até Hogsmead se eu não voltasse atrás nessa decisão. Então vou tomar aula de aritimancia no lugar – deu de ombros – A gente se vê na aula de Trato das Criaturas Mágicas.
Aula de Trato das Criaturas Mágicas...
- Este Hagrid me dá medo – Daphne murmurou – Me pareceu algo tenebroso que ele nos fizesse comprar este livro maluco, mas agora sabendo que o guarda-caça vai ser nosso professor... eu fiquei mais preocupada ainda.
- É um livro como qualquer outro. Só deve procurar o tema – Theodore comentou.
Seguiram Hagrid até chegarem a um campo nos limites da Floresta Proibida. Ali um sorridente Regulus Black os esperava (as garotas suspiraram).
- Todos se aproximem da cerca! – Hagrid gritou – Assegurem-se de ter uma boa visão. A primeira coisa que devem fazer é abrir seus livros...
- De que jeito? – Draco perguntou com seu arrastar de palavras característico.
- O que?
- De que modo a gente abre o livro? – repetiu irritado. Havia tido um episódio nada agradável com este livro intitulado "O monstruoso livro dos monstros" e teve que amordaçar o tal livro com uma correia.
- Ninguém foi capaz de abri-lo? – Hagrid perguntou com uma voz desiludida.
A classe inteira negou com a cabeça. Exceto...
- Eu sim professor – Theo disse com voz impassível.
- Ah é... e como você fez? – Hagrid perguntou dessa vez com um grande sorriso.
- Fazendo carinho nele – disse como se fosse a coisa mais óbvia do mundo. Seus amigos sonserinos bufaram irritados.
- Você podia ter dito pra gente... – Pansy resmungou no seu ouvido.
- Muito bem senhor Nott! Cinco pontos para você!
- Como nós fomos burros! – Draco disse irritado – era só fazer carinho! Como ninguém pensou nisso?
- Eu achei... que vocês achariam engraçado – Hagrid murmurou duvidoso.
- Ah foi muito engraçado...! – disse cada vez mais emburrado se lembrando do incidente com o livro – Realmente muito genioso, nos fazer comprar livros que querem comer nossas mãos!
- Fecha a boca Malfoy! – Potter murmurou perto dele.
- Sim cala logo essa boca. Se ele te mordeu é por que você não passa de um idiota – Regulus falou com a voz baixa fuzilando o loiro com o olhar. Draco o olhou da mesma forma "Não sou um idiota... Como ia saber que um LIVRO ia me morder?".
Minutos depois o professor chegou com uns animais até onde eles estavam. E Draco arregalou seus olhos ao ver o que seu papi tinha lhe mostrado somente nos livros. Um hipogrifo. Era realmente uma criatura belíssima.
Hagrid deu suas explicações de como se aproximar dele e, para seu desgosto Potter foi o primeiro a fazer contato. Inclusive pode montá-lo. Com raiva o veela não aplaudiu quando grifinório retornou.
- Eu quero tentar – Draco murmurou olhando o Semi-gigante.
- Tudo bem se aproxime assim como Harry fez.
Draco fez uma careta ao escutar o exemplo que deveria seguir. Mesmo assim se aproximou imitando os passos de Potter. Depois de fazer exatamente igual estranhou que o hipogrifo não se inclinou "Será que fiz direito?" Seus olhos se arregalaram aterrorizados quando a criatura elevou suas patas dianteiras e se arremeteu contra ele.
- Draco! – Regulus gritou assustado. Aproximou-se o mais rápido que pode até chegar ao rapaz desmaiado enquanto Hagrid procurava acalmar Bicuço.
- Draco! Draco! Abre os olhos... Tudo bem? – Regulus perguntou preocupado.
Draco o olhou, mas não estava enxergando muito bem, o golpe que atingiu sua cabeça o deixou meio atordoado. Depois de uns segundos assim seus olhos encontraram com os de seu tio e ele se lembrou de tudo. Regulus ergueu uma sobrancelha ao ver o brilho dourado nos olhos prateados de Draco. O rapaz estava olhando para o hipogrifo com absoluto ódio.
- Vem Draco, vamos para a enfermaria.
- Pra que? – grunhiu, espantando ainda mais o jovem Black.
- Você está sangrando... muito. Vem vou te carregar.
- Me carregar? – toda sua raiva evaporou-se dando lugar à vergonha.
- Sim – sorriu – Como a um bebê. Anda fica de pé.
- Você não vai me ca... – não terminou de falar, pois ao ficar de pé ficou muito tonto.
- Ele está bem? – Hagrid perguntou preocupado.
- Está sangrando, vou levá-lo até madame Pomfrey.
- Certo, certo. Eu fico com os alunos.
Para total vergonha de Draco, Regulus o pegou no colo e se dirigiu ao colégio.
- Deveriam mandá-lo embora imediatamente! – Pansy exclamou com lágrimas nos olhos.
- Foi culpa do Malfoy! – Dean Thomas falou (NA: primeira aparição na fic ò.o).
- Não foi culpa de Draco – Blaise disse o fuzilando Dean com o olhar - Mas também não foi culpa desse bicho... esquisito.
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- Não foi minha culpa! – foi a primeira coisa que Draco disse ao ver seu papi entrar na enfermaria.
- Eu sei minha vida – Remus disse sorridente – Acho que a culpa foi minha.
- Por quê? – Regulus quis saber.
- Os licantropos e os hipogrifos não são muito amigos. De fato, os homens lobo gostam de comer de vez em quando uma dessas criaturas. Hagrid me falou que iria trazer hipogrifos ao colégio, mas pensei que ao ser metade veela, você não teria problemas com Bicuço, meu amor. Ao que parece não é assim, acho que estando tão perto da lua cheia ele pôde detectar o seu sangue licano e por isso te atacou (NA: ninguém esperava essa explicação ah?).
- Maldito hipogrifo louco – resmungou fechando a cara – Achei que ia me matar
- Professor Lupin, como vai? – a enfermeira que acaba de entrar carregando alguns frascos com poções perguntou.
- Bem madame. E meu filhote?
- Ele não tem nenhum osso quebrado. Só uma torção muscular no braço direito. Com umas poções solucionarei tudo. Beba isso pequeno – disse lhe dando um copo.
O loiro fez uma careta de desagrado antes de beber o líquido.
- É horrível – grunhiu fazendo caretas.
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Aula de poções...
- Como você está Draco? – Pansy perguntou verdadeiramente preocupada – Está doendo muito?
- Não – grunhiu – O que mais me dói é o orgulho.
- Mas o que foi que aconteceu Draco? – Theodore perguntou.
- Depois eu conto... – disse olhando significativamente para os grifinórios.
A hora seguinte foi uma das melhores para Draco. Graças a seu querido padrinho teve dois ajudantes, Potter e Weasley. O braço não estava doendo muito, mas o loiro não ia deixar uma oportunidade dessas passar para poder humilhá-los. Já que ele tinha poucas oportunidades para isso, seu papi estando no colégio. Insinuou que talvez fossem despedir Hagrid, mas não falava sério, era só para irritá-los.
- Hei Harry! – Seamus Finnigan disse – Você ouviu falar que saiu no Profeta que viram Sirius Black essa manhã?
- Onde? – Harry e Ron perguntaram ao mesmo tempo.
Do outro lado da mesa, Malfoy levantou os olhos para prestar mais atenção. Seu rosto mostrava confusão absoluta. Snape engoliu em seco. Depois de terminar sua conversa, Ron Weasley deu a volta e notou surpreso que Draco o olhava fixamente.
- O que foi Malfoy? Quer que eu descasque mais alguma coisa?
Draco piscou voltando a realidade.
- Vocês disseram... Sirius... Black?
- Sim... Você não sabia? – bufou – Todo mundo sabe que ele fugiu de Azkaban durante as férias.
Os olhos de Draco se estreitaram e trocou um olhar de raiva com seu padrinho. Este desviou o olhar assim como seus amigos. Ignorou todo mundo o resto da aula. Algo estranho estava acontecendo, se sentia traído.
Ao terminar a aula Draco saiu apressadamente com intenção de falar com seu papi e lhe pedir explicações, sem fazer caso de seus amigos. Chegou onde Remus dava aulas e o encarou.
- Papi... a gente pode conversar?
- Claro, mas tem que ser rápido, eu tenho que dar aula para Grifinória agora.
- Ah sim, vai ser rápido – tom irônico – Só quero saber por que me esconderam que Sirius Black fugiu de Azkaban durante as férias.
Os olhos de Remus se arregalaram.
- Não havia necessidade que você soubesse. Não é nada do outro mundo.
- Nada do outro mundo? Ele é o irmão do tio Regulus! Aquele que traiu os Potter! Por isso que os Dementadores estão no colégio?
- Sim Draco. É por isso. Mas como te disse, o fato de Black ter fugido de Azkaban não te interessa em nada. Isso é assunto de Regulus.
- Vocês estão me escondendo algo papi – disse estreitando seus olhos – E eu vou descobrir o que é.
- Draco não... – Remus se calou nesse momento, pois os grifinórios estavam entrando para sua primeira aula. Ficaram surpresos de encontrar o loiro ali, ainda mais com essa cara de poucos amigos.
- Depois a gente termina professor – resmungou antes de sair da sala.
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- Essa eu gostaria de ter visto! – Lucas riu como louco na Sala Comuna da Sonserina.
- O que é que você tem? – Draco grunhiu.
- Você não sabe? – disse ainda dando risada – Os grifinórios estavam estudando bicho-papão com Remus e, o de Longbottom era meu tio, quando ele lançou o "Ridículus" o vestiu como sua avó – disse continuando a rir.
Todos acompanharam suas risadas.
- Me alegra muito que isso seja divertido... – o frio sibilo emudeceu a todos na sala Comunal.
- Claro que sim! Como eu gostaria de ter estado ali! – Lucas riu.
Viver toda sua vida com Severus o havia imunizado do temor que toda Hogwarts sentia do professor de poções.
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Agora era a vez dos sonserinos terem aula com Lupin. Todos estavam emocionados. Todos com exceção do veela... que rogava para que o tema da aula não fosse bicho-papão.
- Bom dia – Remus saudou seus alunos sorrindo amavelmente. O rosto de Pansy se iluminou – Acho que vocês ouviram sobre a minha aula com a Grifinória... – pode perceber umas risadinhas afogadas.
- A gente também vai ver um bicho-papão professor? – Gregory perguntou levantando a mão.
- Claro, quero que vocês me acompanhem. Só vão necessitar de suas varinhas, deixem seus livros e me sigam.
Os sonserinos obedeceram muito alegres, o único que parecia assustado era Draco. Embora ninguém parecesse notar. Caminharam até chegar a uma sala de aula vazia onde haviam muitos móveis desgastados e quebrados.
- Alguns de vocês já sabem o mecanismo. Quando seu bicho-papão se transformar, devem levantar a varinha e dizer "Ridiculus".
Remus fez uma demonstração. Depois disso os alunos foram passando de um em um para enfrentar o bicho-papão. O de Zabini foi um enxame de abelhas que causou risadas em seus companheiros.
- "Sou alérgico a picada de abelhas" – ele havia murmurado mal humorado.
O de Nott foi um palhaço que horrorizou a todos na sala (isso foi herança de uma de suas idas a um parque de diversão Trouxa) ele impassível, recitou o feitiço dando o lugar a Pansy. Seu bicho-papão foi sua boneca Remusina quebrada, isto fez com que seus amigos negassem com a cabeça. E assim todos os alunos da Casa das Serpentes foram passando até que só restou um.
- Senhor Malfoy, sua vez.
Draco arregalou os olhos e negou freneticamente com a cabeça. Remus franziu a testa.
- Senhor Malfoy, todos seus companheiros já fizeram sem nenhum problema. Não pode ser tão grave o seu medo. Eu estou aqui para qualquer problema. Por favor, venha.
- Não quero. Por favor, não – murmurou negando com a cabeça.
O castanho ficou surpreso pela negativa tão categórica.
- Tudo bem... A aula terminou... podem se retirar – disse depois de um suspiro – Você não senhor Malfoy – disse rapidamente ao ver seu filho correr para a saída.
Como um condenado Draco deu a volta e caminhou até seu papi.
- Você vai me explicar o que foi tudo isso Draco?
- Eu... – engoliu a seco sem levantar o olhar – Já sei o que é o meu bicho-papão e não quero voltar a vê-lo.
- Mas por que...? E quando foi que você viu seu bicho-papão? – ao ver que seu filhote não respondia e não o olhava nos olhos, Remus se aproximou dele e o rodeou com um braço para sentá-lo em uma das cadeiras vazias. O licantropo sentou-se junto do rapaz e o obrigou encará-lo – Me conte Draco. Isso está te perturbando.
O loiro suspirou.
- Quando eu tinha oito anos estava andando pela casa sem nada pra fazer. Entrei em uma das tantas salas da Mansão, pois achei ter escutado um ruído. O som vinha de um dos armários que estava ali. Então eu fui abri-lo e... – engoliu a saliva.
- O que você viu?
Os olhos prateados se encheram de lágrimas e abraçou seu papi com força.
- Vi um lobo... – murmurou.
O licantropo se surpreendeu muito com aquela declaração.
- Isso que dizer que você tem medo do lobo? – perguntou com tristeza – Minha vida... você sabe que sendo meu filhote... eu seria incapaz de te machucar, mesmo estando transformado.
- Não papi não é isso – murmurou negando com a cabeça.
- Então...?
- Três dias antes foi lua cheia. Você estava no sótão, como sempre quando se transforma. Eu entrei no escritório a procura de um pergaminho e, notei que você não tinha tomado à poção Mata-Cão. Pensei que essa noite o lobo poderia estar muito nervoso. Então decidi subir para que minha presença o tranqüilizasse – soluçou.
- Ssshhh tranqüilo – o consolou acariciando a cabeça loira – Continue me contando.
- Entrei e o que vi me assustou muito. Você estava se auto-mutilando e de vez em quando batia com a cabeça na parede. Tinha muito sangue. O lobo não me viu, pois eu saí correndo antes disso.
- Oh meu filhotinho. Por que você nunca me contou isso?
- Não queria que você ficasse zangado comigo...
- Então seu bicho-papão é a imagem de um lobo se ferindo?
- Sim... quando encontrei o bicho-papão nesse dia, gritei muito e meu pai veio ver o que estava acontecendo. Ele percebeu na hora que se tratava de um bicho-papão, e eu pedi que não te contasse nada. Não queria que você soubesse que te vi fazendo isso enquanto se transformava, era o meu maior medo.
Houve um momento de silêncio enquanto Remus ninava seu filho para que se tranqüilizasse. Quando percebeu que o veela estava mais calmo falou:
- Eu te amo demais Draco – disse com um terno sorriso abraçando o veela ainda mais.
- Eu também papi.
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Em pouco tempo as aulas de DCATs se converteu nas mais divertidas de todo o Colégio, para grande desgosto de Draco. Seu papi agora contava com um grande grupo de admiradores e admiradoras, sendo que a principal delas era Pansy Parkinson. Snape também não estava contente, o irritou muito o fato de que até "seus alunos" rirem dele e preferisse Lupin "O traidor". Por isso descontava em Logbottom e nos Grifinórios.
- Até que enfim você chegou – alguém resmungou em seu ouvido enquanto era abraçado pela cintura. Remus sorriu.
- Estava me esperando?
- Como em todas as noites... – Lucius ronronou cheirando seu pescoço.
- E pode se saber... pra que? – disse malicioso.
- Para te fazer amor até o amanhecer...
- E o que você está esperando?
O veela sorriu como só ele sabia fazer e arrastou seu lobo para o quarto. Com um movimento de sua mão (praticado durante todas as noites), Lucius desnudou os dois. Hoje ele sentia-se especialmente excitado, (certamente por saber pela boca de seu emburrado filho. Todos no colégio ficam em volta do castanho! Como moscas no mel) que Remus era muito desejado no colégio. Isso aumentava sua auto-estima e com orgulho sabia que o castanho era só seu. Claro que ao saber o quanto seu amor era desejado lhe causava muito ciúme, inclusive mais que a Draco, mas ao estar assim, amando seu companheiro, tudo isso era esquecido e podia reclamar seu domínio sobre ele.
Beijou seu corpo com lentidão marcando a pele como sua com fortes mordidas, deixando sair seus poderes veelas para enlouquecer o castanho. Massageou o pênis e os testículos enquanto voltava sua atenção ao pescoço e logo depois a boca de seu amor.
- Você tem um gosto delicioso. Você é meu vício Remus.
- E você é o meu – Remus ofegou quando seu marido começou a chupar sua masculinidade.
Lucius hoje não estava só mais excitado do que o normal senão que também estava algo cruel. Pois torturou seu esposo adiando o máximo que pode o orgasmo do outro. Chupou e beijou até que Remus o puxou pelos cabelos, obrigando seu marido a fazê-lo chegar ao clímax marcando o ritmo que desejava com essa boca torturadora. Malfoy pode saborear o saboroso néctar que era o sêmen de seu esposo.
Convocou o lubrificante para começar a prepará-lo "Que estranho, faz quatro dias que compramos um e já acabou ò.o", untou três de seus dedos e os colocou na entrada de seu amor sorrindo malicioso. Ele tinha preparado um delicioso presente para esta vez. Quando o terceiro dedo fez seu trabalho chegou o turno da enorme ereção. Entrou nele lentamente e colocou em pratica seu recém adquirido conhecimento.
- Ahhhhh! Lucius! – Remus gritou gratamente surpreso – O que foi isso? – gemeu.
- Eu estava lendo um livro... – murmurou em sua orelha enquanto o estocava lentamente – E descobri certas coisas... prazerosas que podemos fazer com meus poderes veelas – sorriu e mordeu o lóbulo da orelha do homem em baixo dele.
Saiu completamente do belo corpo do licantropo e voltou a entrar usando esse "método" recém aprendido.
- Ahhhh! – Remus gritou novamente – É delicioso! Te amo!
Continuaram se movendo no compasso que marcava sua paixão, desfrutando plenamente do poder que Lucius exercia cada vez que arremetia contra a entrada do castanho. Remus abraçou seu marido com força, esses poderes veela o estavam enlouquecendo, sentia como se sua alma estivesse saindo por todos os poros de seu corpo. Estava seguro que ficaria afônico de tanto gritar, mas o prazer era muito e não consegui evitar esses gemidos e gritos.
Não demorou muito sentiram o orgasmo se aproximar. O veela deus algumas estocadas certeiras na próstata de seu amante fazendo Remus derramar sua semente entre seus corpos. Malfoy o seguiu quando sentiu as contrações que o corpo de seu esposo exerceu sobre seu membro.
- Isso foi demais – Lupin murmurou – Você é um bom aluno...
- Eu sei... li esse livro para poder te dar essa surpresa.
- Eu adorei esse presente. Obrigado.
- De nada. Continuamos?
- Claro... – tornaram a se beijar, mas uns toques na porta os detiveram. Lucius grunhiu e Remus se apressou a responder.
- Ah Severus é você.
- Se livra dele agora! – ouviram alguém gritando de dentro do quarto. Severus franziu a testa.
- O diretor nos chama A Mulher Gorda desapareceu. Temos que ir a Torre da Grifinória.
- Tudo bem. Vamos – disse preocupado – Volto daqui a pouco Luc.
- Que!?
Continuará…
Próximo capitulo : Sirius Black
Nota Tradutor:
Desculpem pela demora... mas aconteceu tanta coisa que nem sei por onde começar, mas deixa quieto é uma historia muitooooooooooooooooo longa se duvidar vai dar três dias explicando o que aconteceu, mas enfim estou de volta e prometo não deixar vcs na mão!
Ta ai mais capitulo!
Espero comentários ^^
Ate breve!
