Capitulo 12: Mundial de Quadribol.
- Eu, se fosse você, não entraria ai – Sirius resmungou com a boca cheia de um delicioso bolo de chocolate com creme.
- Por quê? – Draco sibilou com a mão perto do marco da porta do salão de reuniões da Mansão.
- Por acaso não está escutando? – perguntou zombeteiro.
E o que Draco escutou o fez ficar vermelho até as orelhas.
- Eles são nojentos – resmungou irritado – Nem mesmo a gravidez de meu papi o detêm... Pelo menos eles podiam por um feitiço de silêncio!
- Ah... vamos. Por acaso você não tem suas necessidades? Eles têm e muito mais, pois Lucius é um veela... anda no cio o ano inteiro.
- Não insulte meu pai, Black – sibilou embora pensasse o mesmo – E eu Não tenho esse tipo de necessidades... nem tive meu primeiro beijo ainda.
- Não!? – exclamou surpreso – Mas quantos anos você tem? Não acabou de fazer 14 anos? Eu na sua idade...
- Você era um maldito galinha, então não me compare com você – grunhiu.
- Mas nem que seja um beijinho você deve ter dado... – viu Draco negar – Se quiser... eu posso te ajudar – piscou um olho.
- Nem pensar! Primeiro beijo esse maldito hipógrifo! – gritou zangado e escandalizado.
- E nem eu quero! – disse um pouco ofendido – Eu não gosto dos Sonserinos. E menos ainda de você que é tão parecido com esse veela – grunhiu.
- Os sonserinos não são tão ruins.. o que acontecesse é que vocês grifinórios são muito invejosos.
- Eu digo o mesmo...
Estavam por continuar com sua briga infantil quando um suave PLOP se ouviu no lugar.
- Jovem Malfoy, senhor. O jovem Nott veio te visitar, jovem senhor.
- Nott aqui? Mas se faz só uma semana que saímos do colégio... – murmurou com a cara fechada antes de ir até a sala de visitas da Mansão.
- Theo...? O que acon...? – deteve sua pergunta ao ver o estado de seu amigo.
Theodore estava muito zangado e triste. Sua bochecha direita mostrava um grande hematoma que parecia ter sido desferido há pouco tempo. Em sua mão direita carregava uma mala que, ao que parecia, continham... livros.
- O que aconteceu? – perguntou preocupado enquanto se aproximava.
- Saí de casa – grunhiu – Eu não suportava mais meu pai e apanhar dele foi a última coisa que aguentei.
A mãe de Theo morreu quando ele tinha oito anos de idade. Disseram-lhe que foi por causa de uma enfermidade trouxa que ela contraiu. No entanto, o moreno era inteligente e percebeu que ela tinha se suicidado utilizando uma poção. Muito ao contrario do que muitos sentiriam nesse caso, Nott filho se alegrava que ela tivesse tomado essa decisão, por que, definitivamente, Eloísa (sua mãe) não tinha o caráter para aguentar um homem violento como era seu pai. Ele preferia que ela estivesse morta do que sofrendo os abusos de seu progenitor. Ela também não foi uma mãe exemplar, assim sua perda não foi muito dolorosa para o moreno.
- Oh...
- Será que seus pais e você não vão ter problemas em me alojar? Não sei onde mais posso ir. Pensei em Blaise, mas acho que sua mãe é amante do meu pai... então acho que não ia dar certo – disse casualmente.
- Ah... – piscou – Quer dizer... não, não acho que vai ser um problema. Sabe como é meu papi, mas vou perguntar para eles de qualquer forma, depois... – apressou em dizer – Pois eles estão meio ocupados agora.
- Tudo bem... E onde está Sirius Black? - Sussurrou cúmplice.
Os olhos de Draco se arregalaram.
- Como você sabe...? Isto é... Esse criminoso não está aqui.
- Ah vamos – Nott bufou – Você acha que eu não percebi que Regulus e seu papi falaram em código na estação? Além do mais, eu já sei que Sirius Black é um animago, mas precisamente Padfoot.
"Maldito inteligente.".
- Sim, ele está aqui – resmungou afinal – Se você vai morar aqui com a gente tem que saber.
- Perfeito. Pois eu quero pedir a ajuda dele para me ensinar a me converter em animago.
- Ah...?
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- Não, você está fazendo do jeito errado – Sirius murmurou enquanto comia um prato de cereais com leite – Tem que esvaziar sua mente e visualizar o animal em que quer se converter em primeiro lugar. Pensei que você sabia toda a teoria.
- E sei – grunhiu – Só que é mais fácil falar do que fazer.
Estavam treinando há dez dias (em segredo) e, tal como dizia Nott, a coisa não era nada fácil. Embora ele não fosse ambicioso para querer se converter em animago em uma semana. Mas, na verdade não avançar era frustrante.
- Vamos parar por hoje Theo, vamos jantar. Embora eu ache que você não deve estar com fome – Draco disse olhando para Sirius desdenhosamente.
Desde que chegou à Mansão Malfoy não tinha um momento que Sirius não era visto sem ter algo de comer na boca.
- "Tenho que recuperar minha escultural figura!" – ele tinha alegado.
- Como não...? Se seus elfos cozinham que é uma maravilha...
Theodore sorriu e os três juntos foram até a sala de jantar onde Draco rodou os olhos ao ver o espetáculo que seus pais estavam dando.
- Isso é nojento – sibilou – Será que vocês podem fazer isso onde a gente não veja...?
- Se te incomoda é só não olhar – Lucius disse tranquilamente enquanto se separava de seu grávido esposo.
- Não seja mal Luc – Remus repreendeu. Lucius bufou e Draco sorriu com superioridade – Sinto muito. Da próxima vez tomaremos mais cuidado, minha vida.
- Draco tem razão Moony. Vocês estão pervertendo o pobrezinho... que ainda nem deu seu primeiro beijo.
- Vai à merda Black.
- Não zombe Sirius – Remus disse – O primeiro beijo é muito importante e a gente nunca esquece. Não pode se beijar simplesmente para experimentar.
- E com quem você deu seu primeiro beijo? – a pergunta soava casual, mas Lupin poder ver o tom de ciúmes na voz do veela.
- Comigo... – Sirius sorriu.
- É mesmo...? – Lucius resmungou com os olhos brilhando perigosamente.
- Não! Isso é mentira! – o castanho se apressou em dizer – Deixar de bobagem Sirius... – sibilou – Não foi com ele meu amor – Remus tranqüilizou seu marido pegando a mão de seu marido que estava fechada.
- Então com quem foi...?
Remus mordeu seu lábio inferior nervoso enquanto desviava o olhar. "Merda! Pra que fui tocar nesse assunto!".
- É...com quem foi? – Draco perguntou com ciúmes.
Sirius e Theodore estavam adorando a cena. Sirius com maior razão, pois sabia que a resposta não ia agradar os loiros.
- Bem... foi quando Sirius fez 14 anos e teve uma grande festa na Mansão Black. James e eu fomos convidados... ali estavam todos os membros da família Black parentes de Padfoot. Bom... estávamos jogando verdade ou desafio e me desafiaram a dar um beijo com língua e eu fiz, apesar de ser o primeiro que dava.
- Fala de uma vez... – Lucius grunhiu.
- Bem... – suspiro – Foi com Belatrix Black.
- QUE!?
Sirius começou a rir descontroladamente ao ver a cara indignada dos veelas. Theo sorriu. "Que bom que decidi abandonar minha casa, essa família é genial!".
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- Malfoy podemos conversar?
Lucius ergueu uma sobrancelha ao ver Black entrar em seu escritório com uma expressão séria no rosto.
- Sobre o que?
- Pode chamar Remus? Acho que ele também deve saber.
Quando Remus chegou depois que Lucius o chamou pela lareira, o animago entregou um pergaminho que tinha na sua mão.
Querido Sirius:
Obrigado por sua ultima carta. Que pássaro grande, quase não entrou pela janela.
Aqui tudo continua como sempre. A dieta de Dudley não está indo muito bem. Minha tia descobriu escondido em seu quarto um monte de rosquinhas que ele trouxe da rua. Meus tios ameaçaram cortar sua mesada se ele continuasse com isso, ele ficou louco e jogou seu vídeo game pela janela. É uma espécie de computador no qual se pode jogar. Foi realmente uma coisa muito boba, pois agora nem sequer pode distrair-se com seu Mega-Multilation terceira geração.
Eu estou bem, principalmente graças ao medo que têm de que você possa aparecer e os converter em morcegos.
No entanto, esta manhã aconteceu uma coisa estranha. Minha cicatriz voltou a doer. A última vez que isso aconteceu Voldemort estava em Hogwarts. Mas acho que é impossível ele rondar por aqui não é? Você sabe se é normal que cicatrizes feitas por uma maldição doerem anos depois?
Enviarei essa carta quando Hedwing regresse. Agora ela está por ai caçando. Dê lembranças a Bicuço por mim.
Harry.
Remus e Lucius se olharam com a mesma expressão de seriedade que Sirius tinha minutos antes.
- Eu já escrevi para Dumbledore – Sirius esclareceu.
- Temos que estar atentos – Malfoy falou – Quando a cicatriz dele doeu em seu primeiro ano, Voldemort estava perto. Não há por que não acreditar que agora aconteça o mesmo.
- Eu penso da mesma forma. E há algo que temos que ter em conta – Remus disse. Os outros o olharam intrigados. – Lembram que Harry disse ter escutado Trelawney dizer uma profecia verdadeira?
- Não me lembro o que dizia exatamente... – Sirius sussurrou.
- O senhor das Trevas está só e sem amigos, abandonado por seus seguidores. Seu vassalo estava preso por doze anos. Hoje, antes da meia noite, o vassalo se libertará e irá se reunir com seu amo. O senhor das Trevas se alçará novamente, com a ajuda de seu vassalo, maior, mais terrível que nunca. Hoje... antes da meia noite... o vassalo... irá... se reunir... com seu amo...
- Quer dizer Peter...?
- É o mais provável...
- Merda.
Dias depois
- O que você está fazendo Sirius?
- Estou fazendo o presente de aniversario de meu afilhado.
- Afilhado?
- Harry Potter.
Nott ficou surpreso enquanto Draco grunhia irritado.
- E você vai dar a ele um bolo? Que original Black – irônico.
- Pois meu pobre afilhado está tão magrinho – disse dramaticamente – E os elfos de sua casa cozinham tão bem...
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- Mas eu quero ir... – Sirius choramingou.
- E como você acha que vamos te levar? – Lucius disse irritado – Não temos entradas e, se você se lembra, você é um fugitivo procurado pelo Ministério.
- Eu podia ir em minha forma animaga.
- Não deixam entrar cachorro no estádio Paddy.
- Mas...
- Chega Black. Você não sabe o que quer dizer NÃO?
Draco e Theo sorriram. Sirius estava custando a se recuperar do tempo em que ficou na prisão mágica Azkaban. Era comum vê-lo calado e taciturno no inicio, mas as aulas de Nott o mantinham com a cabeça ocupada. Era em momentos como esse, onde sua antiga personalidade aflorava, quando os garotos podiam apreciar a verdade sobre as historias que Remus contava sobre os Marotos. Sirius Black era um homem muito engraçado quando conseguia esquecer os martírios sofridos em Azkaban.
- Já chegou por quem choravam! – se ouviu um grito.
- Merda é Lucas. Se esconde Black.
- Quem é Lucas?
- Anda logo Sirius – Draco disse arrastando o animago. Mas Sirius curioso por natureza se transformou em Padfoot e ficou na sala.
- Já estão prontos? – tom emocionado – Temos que ir agora!
Remus e Lucius ergueram uma sobrancelha ao ver Lucas vestido todo de vermelho e negro, no seu peito escrito em letras garrafais à palavra KRUM.
- Oi primeiro Lucas, seus tios vieram?
- Só Narcisa e Reg – os olhos de Sirius se arregalaram – Tio Severus disse que "Nenhum esporte em que se utilize vassoura me interessa.". Já sabe como ele é engraçado...
O que pareceu ser uma risada canina foi ouvida e o garoto juntou as sobrancelhas.
- O que foi isso?
- Nada, nada – Remus apressou em dizer – É somente o cachorro de Theo. Onde estão Narcisa e Regulus?
- Já estão vindo... Desde quando você tem um cachorro? – perguntou.
- O encontrei em uma rua Trouxa e como ele me seguiu, o adotei – deu de ombros.
Lucas se aproximou do cachorro e o olhou nos olhos. Sorriu e acariciou a cabeça enquanto o cachorro abanava a cauda com prazer. Narcisa chegou nesse momento e ofegou surpresa ao ver a ação.
- Já estamos aqui – Regulus disse lançando um olhar estranho para a loira – Vamos?
Nesse momento o cachorro começou a ladrar lastimosamente.
- Fica aqui... Snuffles. Seja um bom garoto – Theo advertiu acariciando o cachorro negro.
- Pobrezinho... a gente não pode levar ele?
- Não Lucas!
- Vocês são muito cruéis... tadinho do cachorrinho.
- Gostei desse rapaz – disse sorrindo quando tornou a ser Sirius, depois que os outros foram embora.
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- Senhor Basil – Lucius saudou educadamente.
-Oh... senhores Malfoy! Senhora Snape! Que prazer! Regulus... o que faz aqui?
- Estou de férias! Então não me olhe dessa maneira! – se apressou em se defender.
- Bem – ruminou – Se me permitem vou dizer onde estão suas tendas.
Caminharam seguido as instruções indicadas até chegarem ao local onde estavam as tendas mais luxuosas de todo o terreno. Luxuosas por dentro.
- Uau! Essa tenda é fantástica – Lucas murmurou.
- É mesmo – Remus disse – Draco, Lucas, Regulus e Theo procurem um lugar. A minha e de Lucius é esta aqui – disse mostrando a que certamente era a do casal – Narcisa a sua é a que está do lado da nossa. Regulus acho que terá de dormir com os rapazes.
- Ir buscar água? – Draco fechou a cara diante do pedido de seu papi depois que estavam acomodados.
- Nós estamos precisando minha vida.
- Mas isso é trabalho de elfos
- Tudo bem, eu vou – Regulus suspirou – Você me acompanha anão? – disse olhando para Lucas.
- Claro e não me chame de anão!
- Você é muito esnobe Draco – Theo disse negando com a cabeça.
O loiro deu de ombros.
- Mas se é o Ron! – Lucas gritou emocionado – Minha Ginny não está por aqui?
- Não – Ron grunhiu ao ver o garoto.
- Ok... mas ela veio com vocês?
- Sim Lestrange – Hermione respondeu amavelmente ao ver Ron ficar vermelho de ciúmes – Ela está na tenda perto daqui. Quer ir falar com ela?
- Oi garotos – Regulus disse sorrindo – Lucas a gente tem que ir buscar água.
- Isso não é urgente! Além do mais, certamente que os outros irmãos de Ron também estarão lá. Como Bill, por exemplo – sorriu malicioso e Black ao ver o ruivo assentir não pode continuar negando.
E os cinco se dirigiram para tenda... o rosto dos Black (o segundo nome de Lucas é Black) se iluminaram em um gesto muito parecido ao ver cada um seu Weasley preferido. Estiveram conversando (e no caso de Regulus um ou outro toque especial com Bill) até que Barty Crouch chegou. Os gestos de desagrado no rosto dos morenos não se fizeram esperar, ao ver o culpado pela prisão injusta de Sirius Black. Justamente nessa hora o mais velho dos Black se lembrou o que tinha que fazer e saiu correndo para a tenda dos Malfoy.
- Remus quer que eu te carregue...? – Lucius perguntou ansioso – São muitas escadas para você e...
- Chega Lucius! Estou grávido não invalido! - O licantropo exclamou exasperado.
- Quer deixar ele em paz pai. Você está mesmo insuportável – Draco sibilou.
- Só estou tentando ajudar – gaguejou.
- Não seja chato Lucius – Narcisa disse sorridente – Além do mais nós já estamos chegando.
- Mas o que vêem meus olhos?! - Lucas gritou de repente – Se não são os Weasley novamente! Hoje é meu dia de sorte!
As sobrancelhas dos veelas loiros franziram ao ver, efetivamente, todo o bando de ruivos acompanhados por Hermione Granger e Harry Potter que estavam falando com o Ministro da Magia.
- Ah Fudge! – Lucius disse ignorando os Weasley, estendendo a mão ao chegar diante do ministro – Como vai? Lembra do meu esposo Remus? E este é meu filho Draco.
- Como vão vocês? – Fudge cumprimentou sorrido estendendo uma mão para Remus – Deixe-me lhes apresentar o senhor Oblansk... Obalonsk... o senhor... Bom, ele é o Ministro búlgaro da Magia, e como ele não entende nem uma palavra do que eu falo, dá no mesmo. Vejamos quem mais... Acho que conhece a Arthur Weasley.
- Claro que sim – Remus disse sorridente – Como vão os rapazes Arthur?
- Oi Remus.
O rosto dos grifinórios iluminou com um sorriso, Harry não pode evitar olhar o ventre do castanho. Ali já dava pra notar um ligeiro volume. Ciumento como ele só, Draco tomou uma mão de papi com força.
- Como está Weasley? Senhorita Granger, senhor Potter.
- Estou bem Lucius, conseguimos entradas e pude trazer toda minha família. Mais Harry e Hermione, como você pode ver.
- Regulus já tinha nos dito – disse mandando um olhar irritado ao mais novo dos Black. Estiveram esperando quase todo o dia pela tal água até que os Black apareceram. Mas Regulus nem percebeu, estava muito entusiasmado olhando para Bill.
- Acho que não fui apresentada corretamente – Narcisa disse – Sou Narcisa Black Snape, prima de Regulus e Sirius – terminou olhando para Harry significativamente.
No entanto, os rapazes prestaram pouca atenção a esse comentário final, haviam entrado em choque quando ela disse o sobrenome Snape. Como uma bela mulher como ela podia estar casada com esse seboso? Estava louca ou enfeitiçada? Remus riu.
- Surpreende que alguém como Narcisa possa estar casada com Severus não é?
Assentimentos fervorosos.
- A verdade é que até eu estou surpreso – Lucas suspirou – Mas enfim... posso sentar perto de minha linda Ginny? – sorriu com elegância. A ruiva sorriu também e aceitou a oferta.
- Esse menino... – a loira suspirou – Bem o jogo está para começar. Vem Regulus – disse arrastando seu primo por um braço até levá-lo aos seus lugares.
- Nós também já vamos – Lucius disse.
- Professor – Harry chamou de repente – Você não sabe nada...? De... já sabe.
- Só sei que está muito bem – sorriu – E pode me chamar de Remus, Harry não sou mais seu professor.
O moreno assentiu e sorriu agradecido para depois seguir com os Weasley para seus lugares. Minutos antes de começar a final, um cansado Cassius Warrington junto com Tobias Montague uniram-se a eles, para felicidade de George. (e secretamente de Fred).
- Melhora essa cara Draco. Você sabe que Harry é filho de dois de meus melhores amigos e, mesmo que não fosse, não vou deixar de ser amável com ele só por que ele é seu "inimigo" – Remus disse ao ver o veela mais novo com cara de poucos amigos.
Draco não respondeu, só grunhiu emburrado fazendo Theo rir e negar com a cabeça.
Logo a apresentação das equipes começou. As mascotes da equipe da Bulgária (veelas fêmeas) fizeram sua aparição e Lucius deixou sair um pouco de seu poder para que elas não afetassem seu lobo. Grunhiu ao ver como Theodore, Lucas e Regulus caiam debaixo do encanto delas. Alegrou-se muito ao ver que seu filho se mostrava impassível. Isso queria dizer que seus poderes veelas eram suficientemente grandes para não ser afetado.
O que Draco sentia nesse momento era uma inexplicável fúria ao ver como Harry tinha agido de forma idiota ao sentir o poder dessas veelas. Não sabia por que, mas isso o irritava.
- Patético – sibilou.
O espetáculo que deram os leprechauns isso sim lhe pareceu belo. Rodou os olhos quando Lucas começou a gritar como um louco quando Krum foi anunciado. Era um bom jogador e sangue puro... mas não era pra tanto.
E o jogo começou.
Esteve muito emocionante, como ele gostaria de poder jogar assim. Para vencer esse testa rachada. Estava pensando muito seriamente em trocar sua posição de apanhador para a de goleiro que era seu forte. Mas com isso que seu pai tinha comentado que poderia acontecer em Hogwarts este ano, teria que esperar até o ano que vem.
Continuara…
Próximo capitulo: um mundial para magos
Nota tradutor: oie gente desculpem pela demora, mas acontece que eu fiquei de cama e hoje dia 21/06/13 descubro que tenho uma enorme pedra no meu rim e sinceramente não sei se aguentarei a dor quando expelir isso pra fora, mas deixa pra lá, espero muito o apoio e carinho de vocês e espero postar o restante dos capítulos em breve a outra tradutora parou no capitulo 17, eu já tenho os capítulos 18 ate o 22 traduzido prontos para postar, mas vou demorar um pouquinho depende dessa minha vontade, pois a dor é tão insuportável que nem me deixar trabalhar nas fics eu posso :S
Quero muito seus reviews e então ate breve!
