Capítulo 13: Um Mundial para Magos.

- Foi um jogo excelente. A gente se vê depois, Arthur. Crianças – Remus saudou amavelmente antes de acompanhar sua família escada abaixo.

- Malfoy... Podemos conversar? – um homem bem forte falou ao se aproximar do loiro.

- Claro Parkinson.

Remus teve um mau pressentimento ao ver a face do homem, mas decidiu deixá-los e entrou com os outros em sua tenda. Vinte minutos depois um extremamente irritado Lucius apareceu.

- Remus! Quero que arrume suas coisas e as de Draco e vão embora agora!

- Mas, por que Lucius? – Narcisa perguntou assustada.

Os ruídos de gritos e feitiços do lado de fora da tenda foram a sua resposta.

- Merda já começaram – murmurou – Quero que todos me sigam, vou levá-los até um lugar seguro.

- O que está acontecendo? – Remus perguntou preocupado.

- Meus antigos amigos – disse com sarcasmo – Querem brincar com os Trouxas essa noite. Estão com as túnicas negras e tudo.

- Vou ajudar o Ministério – Regulus disse antes de desaparecer da tenda.

- Nós também devíamos ir Luc.

- Não, Remus. E desta vez não vou ceder... estão muito zangados por que me neguei a participar do seu joguinho e não quero que nada te aconteça. Vai com Narcisa e as crianças para o Bosque. Eu os encontro ali quando puder.

- O que você vai fazer?

- Vou por uns idiotas em seu lugar – rosnou – Mas sem que ninguém, me veja.

- Tudo bem. Te amo – Remus beijou seu marido e apressou os demais para que o seguissem.

Correram com todas suas forças para o Bosque. Draco havia se auto-imposto cuidar de seu papai, mesmo a custa de sua própria vida. Nenhum desses loucos tocaria em seu querido papai enquanto ele pudesse empunhar uma varinha.

- Tudo bem. Fiquem aqui, eu irei ver o que está acontecendo.

- Mas meu pai falou pra você não sair daqui!

- Só vou ver o que está acontecendo, Draco. Não vou me aproximar muito. Fica aqui!

Depois disso Remus correu para um lugar onde teria uma vista melhor deixando os outros para trás.

- Ali está minha Ginny! – Lucas gritou de repente e correu até onde estavam os Weasley.

-Não, Lucas!

- Esse idiota... – Draco grunhiu antes de sair atrás de seu primo.

- Fica aqui senhora Narcisa, a gente trás ele de volta.

Procuraram por todos os cantos, mas não puderam ver o mais novo, a multidão de pessoas era imensa e o condenado corria mais rápido do que um cachorro.

Entraram ainda mais no bosque até chegar a uma zona muito densa. Pararam um tempo para descansar quando Theo viu algo.

- Ali estão Potter, Weasley e Granger.

- Vamos perguntar...

Os grifinórios pareceram surpresos ao encontrar duas Serpentes por ali.

-O que querem? – Ron perguntou.

- Controla seu humor Weasley – Draco disse – Estamos procurando Lucas, ele foi atrás de sua irmã e o perdemos.

- Merda.

- Certamente ele está com eles – Hermione disse tentando acalmar os ânimos – Vamos esperar um pouco e depois juntos os procuraremos...

Mas de repente deixou de falar e olhou por cima do ombro de Harry, Ron, Draco e Theodore se apressaram a olharem também. Parecia que alguém se aproximava deles cambaleando. Esperaram, escutando o som dos passos descompassados atrás das árvores. Mas os passos detiveram de repente.

- Quem está ai? – Harry disse.

Silêncio. Harry ficou de pé e olhou para o lugar de onde veio o som. Estava muito escuro para ver muito longe, mas tinha a sensação de que havia alguém perto deles. Draco cheirou o ar e parecia sentir um odor de um elfo misturado com o de um humano.

- Quem é? – Harry tornou a falar.

E então, sem aviso prévio, uma voz diferente de qualquer outra que já escutaram na vida quebrou o silêncio do bosque. Então veio o grito, que mais pareceu um conjuro:

- MORSMORDRE!

Uma coisa grande, verde e brilhante saiu da escuridão e se levantou até o céu por cima das copas das árvores. Tanto os Sonserinos como Hermione sentiram o sangue congelar diante do que seus olhos viam.

- O que...? – Ron exclamou, ficando de pé num pulo e olhando para cima.

- Vamos embora... – Nott sussurrou.

- Quem está ai? – Harry gritou mais uma vez.

- Oh, por Merlin, Potter. Deixa de bancar o herói e vamos embora! – Draco disse exasperado. Isso não estava nada bem. Não estava nada bem mesmo.

- Malfoy tem razão Harry, mexa-se – Hermione agarrou o moreno pela parte de trás da túnica.

- O que está acontecendo? – Harry perguntou assustado ao ver o rosto pálido e aterrorizado da amiga. E espantado por que ela acabara de dar razão para Malfoy.

- É a Marca Negra, Harry! – Hermione gemeu, puxando o moreno com força – O sinal de você-sabe-quem!

- De Voldemort?

- Sim Potter, agora anda! – Theo disse.

No momento seguinte perceberam que estavam rodeados por Aurores, Regulus inclusive. Explicaram o melhor que puderam. Ficaram surpresos ao ver uma elfinha na cena do crime com uma varinha que resultou ser a de Harry Potter. A elfinha jurou que não tinha sido ela, mas o senhor Crouch não acreditou e lhe deu uma roupa. Depois disso absolveram os rapazes de qualquer culpa e os Aurores continuaram procurando.

- Vamos voltar para as tendas – o senhor Weasley suspirou.

- E o que vocês fazem aqui? – Regulus grunhiu.

- Perdemos Lucas e quando corremos para procurá-lo encontramos com o trio – disse Nott.

- Vocês o perderam? – disse preocupado.

- Ele foi atrás da Weasley – Draco disse.

- Então ele deve estar em nossa tenda com o resto de meus filhos, vamos verificar – Arthur disse.

Lá o encontraram e depois juntos voltaram para a tenda. Sobrou para eles à bronca do século, por serem tão irresponsáveis e "agir como um Grifinório" Lucius havia dito. Os rapazes deram sua versão do que haviam visto e Remus se espantou ainda mais ao saber que seu filhotinho esteve tão perto do perigo e o abraçou com força tornando a dar mais uma bronca, mas também o felicitou por ser tão valente.

No outro dia voltaram para casa e um histérico Sirius Black os recebeu, ele tinha lido a noticia no Profeta.

- Mas todos estão bem? E Harry? O viram? Como está?

- Fique calmo, Sirius. Todos estão bem, inclusive Harry.

- E as coisas no Ministério como estão Regulus?

- Do mesmo jeito Lucius. Tudo de pernas para o ar – disse massageando suas temporas – Com isso de que faltou segurança no Mundial muitos acham que o Torneio Tribruxo não deveria se realizar.

- Mas Hogwarts é um lugar seguro e muito dos filhos de ex-comensais estudam ali, não creio que se atrevam a atacá-lo.

- Eu sei disso... mas mesmo assim ainda é muito perigoso fazer o Torneio, Remus.

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Compras para o inicio das aulas

- Senhor Remus, não precisa me comprar uma túnica de gala tão cara. Com uma mais simples eu fico feliz.

- Não diga bobagens Theo, agora você é parte da nossa família e não vou me preocupar com gastos. Não seja modesto, além do mais sei que está acostumado a vestir o melhor... como meu Draco.

- Au! – Padfoot concordou.

- Ah... senhor Malfoy. Seu cachorro não pode entrar aqui – Madame Malkim murmurou.

- Esse cachorro sarnento não é meu – Lucius grunhiu.

- Eu o levo para fora Madame – Regulus disse sufocando o riso.

1 de Setembro Estação King's Cross

- Você mima tanto esse cachorro, igual faz com Draco – Lucius grunhiu ao ver Sirius correndo daqui para lá procurando Harry.

Sua pelagem negra estava brilhante e usava uma coleira para cachorros com uma plaquinha de ouro que mostrava seu nome: Padfoot e também dizia que em caso de extravio comunicar com a família Malfoy. Besteiras de Sirius, sem dúvidas.

- Ele só quer se despedir de Harry – Remus disse amavelmente.

- Padfoot quieto!

Muito tarde... o grande cachorro negro saltava em cima de um desprevenido Harry Potter que o olhava do chão sorrindo.

- P-Padfoot?

- Sim – Regulus sorriu – Esse cachorro é de Theodore Nott – piscou um olho.

- Ah... já vi. Pode sair de cima de mim Padfoot? – o cachorro obedeceu relutante, mas em seguida colocou sua cabeça na mão de Harry para ser acariciado.

- E por que ele está com esse garoto? – Bill perguntou surpreso.

Regulus o olhou embelezado antes de responder.

- Por que o pequeno Nott está morando com os Malfoy-Lupin agora. Ele mudou-se para lá com seu cachorro.

- Com os Malfoy...? – Ron murmurou admirado. "Sirius mora na casa dos Malfoy?".

- Lembra que Remus também mora lá Ron – Regulus disse.

- Ah... é verdade.

Entraram no trem e começaram a viajem debaixo de uma chuva muito forte. Logo depois do inicio da viajem Dean Thomas, Seamus Finnigan e Neville Longbottom se uniram a eles. Ficaram falando dos Mundiais de Quadribol enquanto a come livros que se chama Hermione lia um livro que seria usado durante o curso desse ano.

- A gente os viu de perto – Ron dizia – Por que estávamos no camarote principal.

- Pela primeira e última vez em sua vida Weasel – Draco Malfoy, uma vez longe dos ouvidos de seu papai, tornava a ser o mesmo antipático de sempre.

Ele estava acompanhado de Blaise e Theodore. Esse último olhava fixamente para Neville Longbottom. O verão sem dúvida melhorou a figura do grifinório, não era mais tão cheinho como antes, mas sim seu corpo agora era mais delgado. Ele parecia encantador e dava vontade de abraçá-lo e beijá-lo. "Mas em que estou pensando?". Seu cabelo castanho estava chegando até quase os ombros e o grifinório havia crescido.

Por sua parte Blaise olhava para Ron e quando este o encarou o moreno piscou-lhe um olho fazendo o ruivo ficar vermelho.

- Não lembro de ter te convidado para entrar Malfoy – Harry disse friamente.

- Mas eu não pedi Potter – Draco provocou irritado – E não estou aqui por prazer então vê se desce do trono.

- Malfoy...? Vai dizer o que quer? – Hermione disse irritada olhando por cima de seu livro.

- Não é ele que quer falar com Potter. Sou eu – Theo disse apartando o olhar de Neville – Ou melhor, quero te entregar isso – disse lhe entregando um pergaminho.

- Obrigado... – disse meio confuso.

- Meu cachorro esqueceu de entregar – explicou antes de sair juntamente com o loiro e o castanho.

- É de Sirius.

Harry:

Eu estou bem, muito bem. Estou em um lugar seguro, vou tratar de averiguar o porquê de sua cicatriz doer.

No momento só posso te dizer que se voltar a acontecer conte para Dumbledore.

Padfoot.

Chegaram a Hogwarts debaixo de uma forte chuva que não havia dado trégua. Mas o Sonserinos sabiam um bom feitiço para que a água não os molhasse (cortesia do senhor Remus). Mesmo assim entraram apressados só para se encontrarem com Pirraça os provocando.

- Waddiwasi! – Draco rosnou irritado. A chuva não o havia molhado, mas a bola de água do maldito poltergeist sim.

- Muito bem senhor Malfoy. Dez pontos para o senhor – disse a professora McGonagall aliviada, mas mesmo assim sua voz parecia irritada.

Draco arqueou uma sobrancelha olhando para Potter que parecia muito zangado. Mas não foi seu rosto que lhe chamou atenção, mas sim o seu corpo com toda aquela roupa molhada grudada nele. Não estava nada mal, mas em seguida se repreendeu. "Não pense idiotices Draco. Por Salazar! Há mais de dois anos que eu NÃO penso que ele é bonito!"

A seleção foi chata, pois esse ano eles não tinham ninguém de seu grupo de amigos para ser selecionado. Mas ainda assim aplaudiram fervorosamente aos garotos que ingressaram na Sonserina.

Depois do banquete Draco esperava ansioso para saber se suas suspeitas sobre o Quadribol eram verdadeiras. Finalmente Dumbledore ficou em pé e começou seu discurso.

- Moody, esse velho maluco? Nada que venha de Dumbledore vai me surpreender mais – Terence Higgs brincou quando o diretor anunciou o novo professor de DCATs – Primeiro nos deixa sem Quadribol e agora isso.

- Deixa de reclamar, o Torneio com certeza será emocionante – Tobias disse emocionado.

- Só se a gente puder entrar – Lucas resmungou, o moreno esperava poder unir-se a equipe agora que Marcus e Adrian não estavam.

- Calados, eu quero escutar – Pansy murmurou.

- Mesmo sabendo que todos querem levar o troféu do Torneio Tribruxo – dizia o diretor – Os diretores dos colégios participantes, de comum acordo com o Ministério de Magia, decidimos estabelecer uma restrição de idade este ano. Somente estudantes que sejam maiores de idade poderão se inscrever. Esta é uma medida que achamos necessária dado que as tarefas do Torneio são difíceis e perigosas, por muitas precauções que tomemos, e é impossível que os alunos menores de idade sejam capazes de enfrentá-las. Vou me assegurar pessoalmente que nenhum estudante menor de idade engane nosso imparcial juiz para tentar ser o campeão de Hogwarts. Então, rogo a vocês que não percam tempo se apresentando se não forem maiores de dezesseis anos.

Depois do discurso de Dumbledore todos concordaram com os protestos dos gêmeos Weasley.

- Bom... lá se vai nossa oportunidade de diversão – Miles suspirou – Nem mesmo vocês poderão entrar – disse olhando os mais velhos.

- Nós daremos um jeito. Na época do meu papai, ele e a maioria de seus amigos não jogavam Quadribol e se divertiam muito. Um amigo seu que esteve visitando nossa casa me deu alguns conselhos de como me divertir em Hogwarts. Não é mesmo Theo? – disse malicioso.

- Hn.

Na manhã seguinte Draco descobriu para seu horror, que este ano partilhariam três aulas com os leões. Poções, TCM (Trato de Criaturas Mágicas) e DCATs. Que merda de ano iria ser esse.

Aula de CDM

- E por que temos que criá-los? – Draco perguntou um pouco espantado. Ele já sabia o que eram esses bichos (explosivins) e a idéia não o agradava em nada.

- Por que vai ser divertido – Hagrid sorriu, mas ao ver a cara de ceticismo do loiro acrescentou – Hoje só temos que alimentá-los. Mas terão que descobrir o que eles gostam de comer, oferecendo várias coisas. Nunca tive um explosivin, e não tenho certeza do que eles gostam. Eu trouxe ovos de formiga, fígado de rã e pedaços de cobra. Dêem a ele um pouco de cada coisa.

- Eu não vou tocar nisso professor – Pansy disse.

- Muito menos eu. AI! – Lavender Brown exclamou quando um dos bichos a picou – Hagrid por que fazem isso?

- Bem, alguns têm um ferrão – Hagrid disse entusiasmado (Lavender retirou a mão apressada) – Provavelmente são os machos... As fêmeas têm na barriga uma espécie de boca sugadora... acho que é para chupar sangue.

- Agora entendo por que estamos tentando criá-los – Draco disse sarcasticamente – Quem não iria querer uma mascote capaz de queimá-lo e chupar seu sangue ao mesmo tempo?

- O fato deles não serem muito agradáveis, não quer dizer que não sejam úteis – Hermione replicou bruscamente – O sangue de dragão é incrivelmente útil por suas propriedades mágicas, embora ninguém quer ter um dragão como mascote. Não é mesmo?

- É mesmo...? Vamos ver... quero ver você dar comida a eles Granger. E também fico me perguntando se fará o mesmo quando eles sejam maiores. Pois acho que uma sabe tudo como você sabe até que tamanho esses bicham alcança quando são adultos. Não é? – sorriu enquanto cruzava os braços.

Hermione tragou a saliva e encarou seu explosivin. "Bem, sou uma Grifinória... coragem Hermione!".

- Ah... Draco? – Hagrid sussurrou ao final da aula.

- Que?

- Fiquei sabendo de... certa informação que um convidado alado especial, está vivendo em sua casa. E eu queria saber como ele está.

Draco fechou a cara enquanto pensava. "E que eu pensei que era segredo!".

- Ele está muito bem – resmungou – Os elfos de minha casa cuidam dele muito bem.

- Oh, maravilhoso, maravilhoso – sorriu – Muito obrigado. Pode ir agora.

Aula de Poções

- Por que você olha tanto para Longbottom meu querido Theo? – Blaise sussurrou malicioso.

- Pelo mesmo motivo que você olha para o Weasley – alfinetou.

- Ssshh, não quero que Draco descubra.

- Se quer algo com aquele ruivo, em algum momento Draco vai descobrir.

- Mas até lá...

- O que tanto vocês dois conversam?

- Nada Draco – responderam ao mesmo tempo.

Aula de DCATs

- Podem guardar os livros – Moody grunhiu, andando ruidosamente até sua mesa e sentando sobre ela – Não vão precisar deles para nada.

Isto alegrou Draco, ao ver que Olho Tonto Moody ia usar quase o mesmo método de ensino que seu papai. Mas sua alegria durou pouco quando o professor disse que estudariam sobre as Imperdoáveis.

A primeira foi a maldição Império e a cobaia foi uma aranha muito feia que mediante um Engorgio aumentou de tamanho.

Inexplicavelmente, sentiu Theo ficar tenso, pois o moreno estava perto dele, quando Neville Longbottom disse o nome da segunda maldição: Cruciatus. Desviou o olhar, tinha escutado da boca de seu pai que essa maldição não era agradável de ver.

- Maldito – escutou Theo murmurar e, surpreso, girou a cabeça somente para escutar Granger gritar.

- Pára!

Draco a observou, ela não estava olhando para a aranha, mas para Longbottom, e o loiro seguindo a direção dos olhos da garota, viu que as mãos de Neville agarravam a borda da carteira. Os dedos do grifinório estavam brancos e os olhos desorbitados de terror.

"Agora eu lembro, seus pais estão internados em Saint Mungus por que foram torturados com essa maldição. E pensar que Lucas pode escutar tudo quando um Dementador se aproxima. Pobre Longbottom!".

A terceira era a pior de todas sem dúvida.

- Bem, alguém conhece a outra?

Draco levantou a mão e com voz firme disse.

- Avada Kedrava, senhor.

- Ah! – Moody exclamou a boca torcida no que parecia ser um sorriso – Sim, a última e a pior. Avada Kedrava: a maldição assassina. Você é o senhor Malfoy-Lupin suponho.

- Sou.

- O primeiro filho de um Sonserino com um Grifinório que tenho o prazer de conhecer em muito tempo.

- Tem algum problema com isso? – perguntou estreitando os olhos.

- Não, claro que não. Enfim... – se voltou para a aranha – Avada Kedrava!

Um fulgor verde saiu da varinha do ex-auror e todos puderam comprovar por que a maldição se chamava assassina.

- Não é agradável – o professor disse com calma – Nem prazeroso. E não há contra feitiço. Não há maneira de interceptá-la. Só se tem noticia de uma pessoa que sobreviveu a essa maldição, e essa pessoa está sentada diante de mim.

Draco cruzou seus braços e recostou-se sobre sua cadeira para ver Moody e Potter trocar um longo olhar. Depois que Draco descobriu que seu papai foi um dos Marotos e que foi amigo de James e Lily Potter, quis saber como foi possível que Harry conseguiu sair ileso daquela maldição com somente uma cicatriz como "lembrança". Seu papai disse que Dumbledore afirmou que foi graças a um feitiço de magia antiga que a mãe do moreno lançou sobre o filho antes de morrer. Na verdade era admirável o valor dos Grifinórios. E nesse momento Draco lembrou do que o Chapéu Seletor disse em seu primeiro ano. "Que com sua qualidade Grifinória ele poderia dar sua vida por aqueles a quem amava.".

Continuara…

Próximo capitulo: O Torneio Tribuxo

Nota tradutor:

Estou me recuperando perfeitamente bem, acho que continuarei postando rapidamente todas as fics que eu ando traduzindo e continuar a escrever as minhas fics, não decepcionarei ninguém, mas quero que vocês me apoiem no momento mais crucial da minha vida, sexta feira irei fazer novamente os exames para saber como andam meus rins eu espero que sinceramente ande bem odeio sentir dor, esta parecendo que eu estou sofrendo um grande cruciatus tamanha dor.

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Olhos cegos, mãos suaves

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Antes da Guerra e depois da Guerra

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Um anjo entre em vampiros

Adoraria ver comentários nessas outras fics também, mas não posso obrigar a ninguém fazer algo que não quer não é mesmo... continuarei a escrever sem falta as que ficaram muito tempo parada...

Então até a próxima