Capitulo 19: A AD e os alunos do Senhor Remus
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Cabeça de Porco
Os alunos foram chegando ao lugar onde Hermione Granger os tinha citado para falar sobre as tutorias que o mesmíssimo Harry Potter ia dar. O número foi bastante grande, alterando os nervos do pobre moreno. Quando estavam a ponto de começar com a reunião a porta voltou a se abrir com estrépito. Três Slytherins de quarto acercavam-se para eles, eram… um Lucas Lestrange muito sorridente, um Malcolm Baddock e Milles Bletchley luzindo muito incómodos.
-Se meu pai inteira-se de que entrei a este lugar me mata. - disse Milles.
-Cala-se, vocês são meus amigos e se supõe que devem me apoiar. - sibilou Lucas.
-Sim, claro. - bufou Malcolm. - Sim sabemos muito bem porque o fazes. ¬¬
Lucas mandou-lhes uma mirada de advertência e depois sorriu deslumbrante aos ali presentes.
-Olá. - disse como se sua presença não significasse nada. - Chegamos a tempo?
-Eh… sim. - disse Harry olhando estranhado a Hermione.
-Que bem. Comecemos então. - disse sentando-se sem elegância junto a Ginny Weasley fazendo a seu noivo franzir o cenho.
A reunião começou e Lucas estava-se irritando com o tagarelice desse tal Smith. Que lhe passava? É que talvez as provas já não eram suficientes?
-Potter tem razão. – sibilou. - Se só vieste a te inteirar da conversa é melhor que te vás.
-E teu que fazes aqui, Lestrange?- espetou o outro. - Não posso achar que uns Slytherins queiram participar em algo que organizem um grupo de Gryffindors.
-E isso que tem que ver? Creio ter deixado claro faz muito tempo que isso da rivalidade das Casas a mim importa-me uma merda. Preciso aprender e se este grupo vai oferecer-me isso, pois aqui estou.
A reunião seguiu, mas Zacarias Smith estava colmando a pouca paciência que tinham todos no lugar.
-Em sério Smith, se não te calas te vou enfeitiçar. E aqui as únicas testemunhas somos os do grupo. E não acho que eles me delatem. - sibilou Lucas.
Zacarias percorreu sua mirada e comprovou que o que dizia o Slytherin era verdadeiro. Merda. Seguiram em isso até que todos assinaram um pergaminho onde se afirmavam como membros do grupo.
-A mim também não gosto muito. - admitiu Hermione. - mas quanto mais sejamos é melhor, quero dizer Michael Corner e de seu amigo não tivessem vindo se não estivesse saindo com Ginny.
Lucas estalou a língua ao ouvir aquilo. Não lhe interesso para nada o bramido do ruivo.
-E por verdadeiro… - disse Hermione dando-se a volta para encarar aos Slytherin. - Por que vocês se vão unir ao grupo? Achava que com o que lhes manda o Senhor Remus era suficiente.
-E o é, só que este idiota disse que queria se unir por motivos muito importantes. - murmurou fanático Malcolm olhando mau a seu amigo.
-E quais são?- quis saber Ron.
-Vou fazer a minha Ginny terminar com seu… Ravenclaw esse para a ter para mim. Para isso devo estar cerca do "inimigo", conhecer suas debilidades e buscar a melhor maneira de que ela se de conta que não vale nada comparado comigo.
Os Slytherins bufaram irritados enquanto os leões olhavam-no alucinados.
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-Que dizes?- sibilou Draco a seu primo. - Como que te vais unir ao grupo de Potter, maldito traidor?
-Awww, furãozinho. Não me grites que é por causa de força maior. Até um favor e tudo de posso fazer.
-Um favor?
-Se, porque… A que não sabes?- sussurrou cúmplice. - A Cho Chang, essa não lhe decolava os olhos de em cima a Potter, eu acho que ela quer "algo" com ele. Se sabes ao que me refiro.
Os olhos de Draco refulgiram de fúria enquanto se entrecerravam. Momento… isso NÃO tem porque me preocupar.
-Importa-me muito pouco o que faça esse Gryffindor. É um traidor e ponto.
Nesse momento um carrancudo Theodore Nott entrava à Sala Comum.
-Que passa?
-Venho do corujal. A coruja de Potter estava ferida, acho que alguém o fez intencionalmente. Será que alguém tem descoberto nosso método de comunicação com Snuffles?
-Que método de comunicação?- perguntou Lucas entrecerrando os olhos.
Classe de Poções
-Como poderão notar, hoje temos uma convidada. - sibilou Severus olhando com desprezo à "Cara de Sapo" ou "Alta (não de estatura) Inquisidora"- Ponha com os casais atribuídas. Hoje continuaremos com nossa poção Fortalecedora. Encontrassem suas misturas como as deixaram a classe passada a sua esquerda; se estão feitas corretamente madurassem-se bem no fim de semana. As instruções, - Snape agito sua varinha. - estão na quadro. Prossigam.
A seguinte hora, graças a Merlin, todos e a cada um de seus alunos trabalharam corretamente. Isso dos casais tinha servido de muito, estas já estavam bem acopladas e trabalhavam harmoniosamente. Merlin também quis que Nott tivesse a paciência e tacto necessário para que Longbottom fizesse bem uma poção pela primeira vez em sua vida.
O coração de todos os ali presentes começou a bater com força quando escutaram as perguntas que Umbridge lhe estava soltando a Snape. Este parecia a cada vez mais enojado. Maldita velha desmoralizadora. Já vais ver ¬¬ Ninguém se mete com um comensal por muito retificado que este esteja. Decidiu dar-lhe onde mais parecia doer à Cara de Sapo essa.
-Senhor Potter, - disse tranquilamente. - seu poção esta perfeita, isso me alegra muito. Como se nota que quando os alunos desfrutam da matéria e de seus professores, se vêem estes tipos de resultados. Não o crê, Senhorita Umbridge?
Os lábios da mulher se crisparam por uns segundos, mas depois sorriu adoravelmente.
-Claro que sim, Professor.
-Muito bem, 10 pontos para você Potter. - disse triunfal e voltou a seu escritório deixando alucinados aos Gryffindors e, porque não, também às serpentes.
Grimmauld Place Nº 12
-Digaa que me salvei. - disse Sirius com os olhos como pratos. Estava falando com seu afilhado pela lareira quando sentiu que alguém se acercava até onde ele estava e quase o agarra dos cabelos.
-Que estavas fazendo, Sirius?- chegou-lhe um sibilou desde a porta.
-Oh, Moony!- sorriu. - Nada, nada.
-Não estavas falando com Harry, verdadeiro? Sabendo que Umbridge está ali.
-Claro que não! Não sou tão tonto.
-Bem. - disse olhando-o receoso. - Camila já se acordou, me vou a casa, não quero que Lucius me jogue em cara novamente que passo mais tempo aqui que lá.
-Esse veela está louco. – grunhiu. - Nunca pensaste no deixar?
-Nem sequer vou responder-te a essa pergunta, Padfoot. Vou-me.
-Eu só dizia.
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Sala Precisa
-Exercito de Dumbledore?- assobiou Lucas. - Não é muito… de fanático? Eu não tenho nada contra o velho. – sorriu. - Todo o contrário. Mas acho que podemos encontrar um melhor.
-O Exercito de Dumbledore é perfeito, Lestrange. - sibilou Ginny. - Assim fica.
Os garotos se fulminaram com a mirada fazendo luzir incómodos aos demais. Olharam a Hermione em busca de ajuda.
-Bom. - tossiu ela. - Por que não começamos?
-É verdadeiro. - disse Malcolm. - Theodore manda isto. - disse entregando-lhe uns pergaminhos à castanha. Ainda se notava a incomodidade entre eles pelo do beijo do ano passado.
-Perfeito. Harry, estas são as lições que Nott nos prometeu. Deverás estudá-las para ver que podemos fazer.
-Bom… - disse abatido.
Começaram por um singelo Expelliarmus para ver as capacidades da cada um.
-Alerta, máxima. Alerta, máxima. - sibilou Lucas.
-Que passa?- disse confundido Milles.
-Olhem. - assinalou a Harry e a Cho. - Essa tipa esta jogando suas redes sobre a presa de meu priminho, isso não podemos o permitir.
-Lucas...- disse Malcolm com paciência. - com o da Weasley aceitamos ajudar-te, mas com o de Draco por Potter… isso já é demasiado amigo. Se ele se inteira que nos estamos intrometendo nisso nos mata.
-Então o farei eu sozinho. Não quero ver sofrer a meu furão. Porque ainda que não o aceite, ele esta perdidamente apaixonado do herói.
-Se tu o dizes…
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-Como vai tudo com teu grupo?
-Perfeitíssimo, estamos aprendendo muito. Potter é melhor professor que Théo. - disse Lucas impassível.
-Não sejas mau, em cima que nos ajuda. - reprendia Cassius.
-Vocês deveriam entrar, após tudo, os gêmeos estão ali.
-Não. - disse Tobias. - O que fazem é muito arriscado, essa velha louca poderia os descobrir. Estamos bem assim, as lições do Senhor Remus são fáceis de seguir.
-Ademais, todos sabemos porque estas aí Lucas. - murmurou malicioso Blaise.
-Bem, me tenho que ir. - mudou de tema. - Vou convencer ao Grande Potter que nos ensine o Patronus. Como gostaria que o de meu seja um furãozinho.
-Deixa de molestar com ele mesmo!
Tempo depois
-Que é isso?- perguntou bruscamente Blaise ao ver como milhares de papéis se repartiam na Sala Comum.
-Não te vai gostar, Blay. - murmurou Pansy entregando-lhe uns dos papéis. Era a letra de uma canção que se chamava "Weasley é nosso Rei"
-QUE MERDA É ISTO!- o rugido espantou a todos no lugar.
Apesar das ameaças de morte, quase todos os Slytherin já se sabiam a canção de cor (excepto os do grupo de estudantes de Remus), e Zabini estava de tão mau leite como só Theodore pôde chegar a estar em seus piores tempos.
-Não me vou pôr essa merda. - disse Draco franzindo o cenho ao ver a mini corneta que proclamava o título daquela canção. - Teu também não deverias fazê-lo Cassius, nem teu Miles.
-Oh, vamos é só uma broma. Os gêmeos não se vão enojar, eles sabem que no campo de Quidditch qualquer coisa se permite. - sorriu Cassius.
-Façam-no vocês porque eu não o vou fazer.
-Porque isso enojaria muito a Potter, verdade furãonzinho?
-Que fazes teu aqui?! Larga-te, Lucas!
-Bem, se concentre, desta vez temos que ganhar. - disse Tobias Montague com apreensão.
-Por que estas assim?- quis saber Vincent um dos novos batedores.
-Fiz uma aposta com Fred ¬¬ e hoje NÃO podemos perder. - disse.
Quando saíram ao campo, Draco franziu seu aristocrático nariz. Os idiotas esses estavam cantando a maldita canção para o torpe do Weasel menor. Tsk, a verdade é que é engenhosa. Mas quem é o idiota que se tomaria o tempo como para pensar um uma música para o Weasel? A gente não tem nada que fazer ù.ú
-Não foi ideia minha.- foi o primeiro que disse Draco ao ver ao moreno com o cenho franzido.
-É algo que tu farias, Malfoy. - sibilou Harry.
-Não, se é que não quero permanecer castigado até que me gradue. Você conhece a meu papai Potter. Ele é um Gryffindor como você, não gosta que me deboche assim das pessoas.
O partido seguiu seu ritmo ao igual que a canção. Tobias e Cassius olhavam-se entre eles nervosos, as caras de seus gêmeos não gostava nada. Quem tenha sido o da música ia-lhes a pagar muito cara. Quando Slytherin ia ganhado Potter se avantajou a Draco e se fez com a snitch, mas não pôde evitar que uma bludger o golpeasse e caísse ao andar.
-Salvaste-lhe a pele a Weasley, verdade Potter?- disse um dos pequenos perturbador de Slytherin (era de 3ro)- Gostas da letra de minha canção? Não estas de acordo com ela?
Os gêmeos e Harry fulminaram ao fedelho com a mirada.
-Vai-te de aqui, Avery!- grunhiu Draco. - Nada tens que fazer no campo.
-Oh, esquecia-me… aqui esta o amigo dos pobretões. Não posso achar que um Malfoy defenda a esses traidores do sangue. Claro, sendo teu papai um pobre mestiço. Porque eu o sei tudo, Remus Lupin não foi mais que um Gryffindor, mestiço e pobretão dantes que teu pai se casasse com ele.
-Não insultes ao professor Lupin!- gritou George Weasley.
-Insulto-o todo o que queira, se esse não é melhor que vocês os Weasley, que o único que têm de bom é sua pureza de sangue.
Não teve necessidade a mais palavras de advertência Draco estava tão fora de si que juntos, os três, Harry, Draco e Fred a arremeteram contra o garoto Avery e seu grupinho. Consequência… os três (em realidade quatro porque George que foi aos separar e baixo colado) castigados sem Quidditch pelo resto do ano. Graças ao "Decreto Número vinte e cinco". A Umbridge suspendeu-os aos três Gryffindors e ao Slytherin. Estava muito satisfeita, Malfoy devia-lhe desde que saiu-se de sua classe, desta vez cobro vingança sem que seu pai possa lhe fazer nada.
-Esse Avery. - sibilava Draco ao inteirar do castigo. - Vai conhecer o que é capaz de fazer um Malfoy quando insultam a sua família.
O garoto Avery não saiu da enfermaria por uma semana depois de conhecer a ira de Draco Malfoy.
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-Mas isso é injusto!- exclamou Sirius ao inteirar da notícia.
-Sim que o é. - sibilou Lucius jogando faíscas pelos olhos.
-Sim, mas não há nada que possamos fazer. - disse Remus o único um pouco mais acalmado- Eles não têm desculpas agora. Umbridge fez-lhe muito bem. Terá que resignar-se.
-Draco vai morrer sem o Quidditch.
-Também Harry.
-Ninguém se morre por isso, não sejam exagerados.
Classe de TM (Com Hagrid)
Draco seguia tão enfadado como no dia de seu castigo. Todos em Slytherin se mantinham o mais afastados que lhe era possível dele. Os que tinham que o suportar eram seus amigos mais alegados. Mais comumente Théo, Blaise, Gregory e Vincent. Lucas só incomodava… como sempre.
-Bem, bem, tenho estado reservando uma excursão dentro do bosque para seu quinto ano. Pensei em ir ver estas criaturas em sua hábitat natural. Bem, o que vamos estudar hoje é muito raro. Acho que provavelmente sou a única pessoa na Inglaterra que tem podido os treinar.
-Seguro?- perguntou Draco receoso. - Esse hipogrifo estava treinado e igual atacou-me.
-Teu sabes porque foi isso Draco. - disse sorridente Hagrid. - Se tens medo não venhas.
-Medo, eu?- sibilou. - Claro, que não. Mas que lhe passou a tua cara?
-Essas criaturas nada têm que ver com os golpes de minha cara, se te deixa mais tranquilo.
-Mmmhhh. É só que… a lua… tu sabes. - balbuciou.
-Não passasse nada, me seguem.
Isso espero, pensou dantes de avançar.
Chegaram ao lugar e Hagrid anúncio alegremente que "ali estavam", mas o loiro não via nada.
-Desculpa, - disse carrancudo. - mas que exatamente se supõe que estamos vendo?
-Thestrals, - disse Hagrid orgulhosamente. - Hogwarts tem uma manada inteira deles aqui. Agora, quem sabe…?
-Mas se são de muito, muito má sorte!- interrompeu Parvati Patil, parecendo alarmada- Supõe-se que trazem toda classe de má fortuna às pessoas que os veem. A Professora Trelawney disse-me uma vez…
-Quer deixar de dizer idiotices?- sibilou Théo .- Isso é superstição e Trelawney esta louca.
-Não insulte a sua professora, Senhor Nott. Diga-me Hermione?
-As únicas pessoas que podem ver os Thestrals…- disse ela com tua atitude de sabe-todo. - são as pessoas quem têm visto a morte.
-Muito bem, isso é correto, 10 pontos para Gryffindor.
-Hem, Hem.
Os cabelos de todo o corpo de Draco se arrepiaram.
-Outra vez você?- espetou. - Que é esse maldito pigarro? Já me tem farto ve…
-Cala-te, Draco!- gritou Blaise.
-Olá, Senhorita Umbridge. - saudou alegremente Hagrid, evitando de modo que seu aluno salte ao pescoço da professora.
A Alta Inquisidora começou evidentemente a ridiculizar a Hagrid fazendo todo tipo de perguntas ridículas e aquilo foi o todo o que precisou Draco para explodir.
-Senhora Umbridge. - disse arrastando as palavras. - Que é o que não entende do professor? Para mim está falando muito claro, é que talvez é você deficiente mental?
Os olhos de todos se abriram como pratos.
-Agora entendo porque só ensina "o básico" aos alunos, seu cérebro não dá para mais, Verdade? O Ministério deve estar muito grave pelo regresso de Voldemort. - estremecimentos e incredulidade. - como para mandar a alguém como você. Que o único que sabe fazer é cuspir merda por essa boca de sapo que tem.
-Senhor Malfoy. - sibilou vermelha de fúria. - Em meu despacho, ao terminar a classe. E não se lhe ocorra faltar.
-Oh, ali estarei. Mas assegurar de que meu pai este comigo, para que não se cometa uma injustiça.
A senhorita marchou-se indignada (e porque, não… temerosa) Uma vez que Umbridge se perdeu de vista, todos- sem exceção- irromperam em aplausos e vitorias para Draco. Ele sorriu satisfeito enquanto cruzava-se de braços. Potter me esta aplaudindo, este pensamento o ruborizou.
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-Que passou?- perguntou Pansy temerosa.
-Que vai passar? Só me castigo para que limpe o salão de troféus, estando meu pai comigo não se ia atrever a nada mais.
-E teu papai não se enojo? - perguntou Malcolm.
-Sim, mas com a Cara de Sapo essa. Não comigo.
-Ey, Draco. - saudou Tobias entrando à habitação do garoto, que servia de sala de reuniões de "os alunos de Remus"- Já conseguimos tua substituição.
-Quem?
-EU!- gritou Lucas entrando todo vestido com a equipe de Quidditch. - Não te alegras, furãozinho?
-Sim. – grunhiu. - Tu sim é bom nesse posto.
-No ano que vem Cassius e eu nos vamos, Draco. Lucas poderia ser o buscador e você goleiro, que é teu forte.
-O pensarei. - encolheu-se de ombros.
Era bastante tarde quando Blaise Zabini entrou com uma expressão muito séria à Sala Comum. Draco e o resto dos garotos estavam terminando suas tarefas de DCAT que tinha enviado o papai do loiro.
-Que passa?- perguntou Daphne.
-Eh…?
-Este ido, Blay. Que passa?- foi o turno de Pansy de perguntar.
-Eu… acabo de ver algo. - murmurou incomodo.
-Já o solta, Blaise. - se exasperou Terence. - Que veste?
-A Chang beijando-se com… Potter.
Todas as miradas se dirigiram a Draco. Ele olhava carrancudo ao castanho, como esperando o momento que ele dissesse que só se tratava de uma broma. No entanto, o tempo passou e o garoto não se retificou. Todos puderam apreciar a mudança no humor do veela. Os olhos prateados se entrecerraram, a mandíbula apertou-se até que os dentes rechinaram e o rosto se tornou vermelho de fúria.
-Vou dormir-me. - disse Draco tranquilamente. Junto todas suas coisas e caminhou rumo aos quartos.
-Não deveste o dizer, Blaise. - disse seriamente Terence.
-Não, esta muito bem. - contradisse Théo. - Se Draco não faz nada e se lhe segue negando, era cantado que algo assim ia passar.
-Tens razão,- disse Pansy- era óbvio que a Cho Chang buscava a Potter e Draco o sabia. De modo que… que se aguente seus ciúmes.
-De que falam?- perguntou tontamente Gregory.
Os entendidos puseram os olhos em alvo e bufaram.
-Goyle, Draco está apaixonado de Potter. - explicou com paciência Daphne.
-Oh…
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-"Papai segue vivo. Partirei agora para San Mungo. Fiquem-se onde estão. Enviarei notícias quando possa. Mamãe."- leu em voz alta George Weasley. - Segue vivo...- disse ele lentamente. -Mas isso soa como…
-Irei avisar-lhe a Remus. Podem buscar uma habitação para dormir se desejam-no.
-Arthur?- perguntou incrédulo a cabeça de Remus que saía da lareira.
-Se, Moony. Harry viu-o tudo. - disse com expressão lúgubre.
-Entendo. Diga-lhe a Molly que não se preocupe, Lucius tem ações ali, buscarei que o passem a uma habitação privada. Saúda aos garotos de minha parte.
-Ok, amigo. Passa por aqui quando possas. Vou precisar ver a essa menina tua para que se subam os ânimos.
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-Ama Narcisa, Senhora.
-Kreacher? Que fazes tu aqui?- perguntou surpreendida a loira (grávida de quatro meses).
-Busco-a Senhora Snape, porque o Senhor ordeno-me "sair", Senhora.- sorriu.
-Tu não tens nada que fazer aqui. - disse severamente. - Regressa com meu primo.
-Oh, não… tem muito que fazer aqui. De fato, quero perguntar-lhe certas coisas.
-Me-Merlin… Bela?
-Se, irmãzinha. Desmaius.
-Agora Kreacher, tu e eu temos que falar.
-Claro, Senhora.- sorriu malicioso.
Continuará…
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N/A: Olá!
Bem, as coisas vão avançando neste quinto ano e podemos dizer que falta muito pouco para que Draco perca a paciência e se carregue à Cara de Sapo XD
E parece que a Cho está por correr o mesmo destino...
Em fim, espero que tenham desfrutado do capítulo.
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Nota tradutor:
Nossa o que foi isso no final do capitulo? O que essa louca vai aprontar com a esposa de Snape?
Bom prometo que logo logo descobriremos... tem somente mais 4 capitulos e logo vamos para a terceira temporada uhullllllllllllll
Bora comentar?
Te espero na quarta-feira! Sim quarta-feira eu posto um novo capitulo!
Ate breve!
