Capitulo 20: Acontecimentos diferentes.

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-Que está fazendo?

-Preparo um presente de Natal para Neville.

-Neville…?- franziu o cenho- Longbottom…?

-Sim, ele mesmo.

-E porque prepara um presente para Longbottom, Théo?

-Dantes de vir de férias de Natal dei-lhe um beijo que nos deixo sem fôlego e lhe pedi que fosse meu noivo. Ele me disse que lhe pensaria durante as férias. Acho que se presenteio-lhe algo ajudasse a que essa decisão seja a meu favor.

Theodore seguiu armando seu presente consciente do mutismo de seu amigo.

-Longbottom…?

-Sim, Draco. Neville Longbottom. Há algo de mal em isso?

O garoto fez uma careta.

-Bom, não. Ainda que há muitos melhores Gryffindors que esse.

-Como Potter?

A mandíbula do veela apertou-se.

-Eu não me referia a ele. Esse me tem sem cuidado.

-Oh, por amor a Merlin Draco. Quando o vais admitir? Quase estalas de ciúmes quando Blaise te disse que o encontrou beijando-se com Chang.

-Isso não é verdadeiro. - balbuciou enfadado. - Todos vocês vêem coisas onde não há. Segue com seu presentinho, eu me vou ver os preparativos para o aniversário de minha irmã.

Primeiro aniversário de Camila Malfoy-Lupin

-Temos que ir todos?- balbuciou Harry.

-Sim, Harry e deverias alegrar-te, ao menos tu não vais de cão. - murmurou Sirius.

-Disseram-me que a Mansão Malfoy é esplendida. - comentou Hermione.

-O terreno é tão grande como o de Hogwarts e as riquezas ali presentes são incalculáveis. - grunhiu Moody.

-Vá…

Quando chegaram ao lugar a boca de todos se abriu para deixar sair um "Wow" bem sonoro. Snuffles, como sempre, saiu disparado a correr para quem sabe onde. Uns elfos domésticos vestidos elegantemente levaram-nos até o Salão onde se recebiam aos convidados, que era tão grande como A Madriguera mesma.

-Já estão aqui. - disse um sorridente e elegantemente ataviado Remus Lupin-Malfoy. Nymphadora Tonks se ruborizou. Controla-te Tonks, se não queres que o veela te mate.

-Olá Remus. Onde deixamos os presentes?- perguntou amavelmente Hestia Jones.

-Deixem-lhes aos elfos e passem ao pátio. Ali esta todo armado para a festa. Eu buscarei a Camila e estou com vocês em um minuto.

Ao chegar ao lugar foram divisados por Lucius Malfoy e seu cenho franziu-se. Tenho a toda a maldita Ordem e aos comensais ativos em minha casa. Espero que não passe nada

Pouco tempo depois Remus chegava com sua pequena, com sua veela menor, zeloso pela atenção que estava recebendo a menina, e com seu filho adotivo que vinha acompanhado de um eufórico Snuffles.

-Furãonzinho, ali esta Potter. Vê-se-lhe tão feliz desde que se beijo com a Chang, Não te parece?

-Não tens nada melhor que fazer que me molestar? Oh, verdadeiro. Agora recordo que a Weasley já não te presta atenção porque tem noivo e tu não encontras a ninguém melhor a quem incomodar.

-Isso foi golpe baixo, furão.

-Você que começou, idiota.

-Parem os dois, parecem criaturas. - disse Théo divertido.

-E tu porque sorris como bobo?

-Declarou-se a Longbottom. E parece que terá boas notícias. - contestou Draco com desdém.

-Que bem, óssea que todos estamos em caminho de terminar com um Gryffindor. Théo com Longbottom, Tobias e Cassius com os gêmeos. Acho que Terence tem algo com Jordan, eu com meu Gin-Gin… e o furãonzinho com o herói. O amor está na Casa inimiga?

-Assim parece. - contestou Théo encolhendo-se de ombros. Ambos foram conscientes de que desta vez Draco não replico.

-Potter, sega-me. - sibilou Severus irritado. Esse Dumbledore! Não se porque não posso negar a suas petições!

-Que passa?

-Mais respeito, Potter. Sabe o que é a Oclumancia?

-Eh…

-Bem, no primeiro dia de classes o quero em meu escritório após o jantar. Ali lhe explicarei tudo. Não falte, são ordens do diretor.

O aniversário foi esplendido, todos desfrutaram apesar da classe de gente que tinha. Por um lado toda a tropa Weasley, mais a Ordem do Fénix, Harry Potter e uma filha de muggles (sangue sujo para o sangue puro) e pelo outro lado membros das classes sociais mais altas do Mundo Mágico (dos quais a maior parte deles eram comensais). Tudo foi perfeito, para alívio dos esposos Malfoy-Lupin.

Só que os gêmeos não puderam evitar fazer uma que outra brincadeira, irritando ao veela.

A surpresa (não tanto) da noite foi sem dúvida que Marcus Flint se apresentasse com seu noivo Oliver Wood.

Draco evitou o máximo que pôde a Harry Potter, bem como Lucas a Ginny Weasley.

Theodore falou longo com Hermione Granger (ambos come livros) e o garoto se entristeceu um pouco quando saiu a conversa o encontro da castanha e seus amigos com Neville no Hospital de San Mungo.

Blaise sentou-se, com quem não quer nada, junto a Ron Weasley e buscou-lhe conversa, estiveram conversando longamente sobre Quidditch.

A festa terminou bastante tarde e os últimos em ir-se foram o padrinho da menina Regulus Black e o noivo deste: Bill Weasley.

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Despacho do Professor de Pociones: Severus Snape

-Sente-se, Potter. Averiguou algo sobre o que lhe disse no dia da festa?

-…não.

Severus se massageou a ponte do nariz irritado. Devi supô-lo.

-Bem, Potter. A Oclumancia é a mágica defesa da mente contra a penetração externa. Um ramo escuro da magia, mas altamente usável.

-Oh… E por que tenho que estudar Oclu-essa coisa...?

-Porque o diretor pensa que é boa ideia. - disse Snape. - Receberás classes privadas uma vez à semana, mas não lhe podes dizer a ninguém que é o que estás fazendo, menos a Dolores Umbridge, Entendeste Potter?

-Se. Você me ensinasse?

-Lastimosamente. – murmurou. - De modo que agora largue-se daqui e diga ao cão sarnoso que não este incomodando com lhe contar a minha esposa se lhe faço dano. Nos veremos na próxima segunda-feira às 6 PM.

-Claro, Professor. - disse Harry sorridente.

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-Levante-se Potter! Me esta deixando ver suas lembranças que mais teme muito facilmente! Esforce-se mais!

-Isso faço. - murmurou o moreno.

-A ver. – suspirou. - A lembrança dos muggles pode ser irrelevante, mas o ocorrido com o Senhor Diggory se poderia ser uma arma muito potente em sua contra. Deixaremos por hoje. Faça o que lhe disse dantes de começar a classe, esvazie sua mente dantes de dormir. Trate de distrair-se em todo o que possa, assim não pensa em… isso.

-De acordo, obrigado.

-Não me agradeça, Potter. Faz-me sentir raro. Largue-se.

-Até a próxima segunda-feira, Senhor.

Justo quando saía do despacho Draco Malfoy com cara preocupada estava a ponto de golpear a porta.

-Potter.

-Malfoy.

-Que quer, Senhor Malfoy?

-É Lucas, Senhor. Acaba de ler uma nota no Profeta que creio deveria ver.

Ambos Slytherins saíram pressurosos do despacho deixando a um muito confundido Harry Potter.

Mansão Malfoy

-Que passa, Moony?- perguntou Sirius que se encontrava jogando com a pequena Camila.

-Olha isto Sirius. - disse seriamente.

EVASÃO EM MASSA DE AZKABAN

O MINISTÉRIO TEME QUE BLACK SEJA A FINQUE

PELOS VELHOS COMENSAIS

-Esses do Ministério culpam tudo a mim. - fez uma careta. - De modo que minha priminha está fora? Esse bastardo esta jogando bem suas cartas.

Nesse momento um sério Lucius entrava ao lugar. Camila correu a abraçá-lo, ele lhe sorriu forçadamente e a levantou em braços.

-Que sabes disto, Luc?

-Voldemort tem de sua parte aos Dementores. Foram os mais jovens os que chegaram até Azkaban para os sacar. Os idiotas que cuidam as portas nem sequer opuseram resistência. Foi uma noite dantes de Natal. A vigilância era baixa.

-Por que não me disseste dantes?

-Não queria arruinar a Natal nem muito menos o aniversário desta menina. - disse franzindo o cenho ao notar como Camila olhava impressionada o longo e platinado cabelo de seu pai.

-Advertiste a Severus e Narcisa?

-Sim, Remus desde o mesmo dia em que escaparam. Dumbledore também o sabe, não deixasse que nada lhe passe a Lucas.

-Lucas? Que tem que ver esse garoto em isto?

-Sirius. - disse Remus com paciência. - Nunca te perguntaste por parte de quem era Lucas sobrinho de Narcisa?

Os olhos do animago abriram-se como pratos.

-É filho de Bellatrix e…Rodolphus?

-Sim, Padfoot. E agora que estão fora podem querer ter contato com ele.

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-Lucas, Virás a Hogsmeade conosco?- pergunto tentativo seu primo.

-Não. – grunhiu. - Para que…? Em cima é San Valentín.

-Eu deveria estar igual que tu, sabes? Mesmo assim, vou.

-Por que diz isso?- perguntou saindo de embaixo das cobertas.

-Potter tem uma cita com Chang.

-Awww, furãozinho…- começou a arrulhar.

-Não molestes Lucas, estou falando em sério. - cortou carrancudo.

-Ok, perdão. Que sentes por ele?

-Não estou seguro. - disse deitando ao lado do garoto. - Ódio não é… mas também não algo tão grande como o amor. - Creio…

Guardaram silêncio longo momento enquanto olhavam o teto sumidos em teus pensamentos.

-Draco, tenho algo que te dizer.

-Que…?

-Bellatrix Black não é minha mãe.

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POR ORDEM DA ALTA INQUISIDORA DE HOGWARTS

Qualquer estudante encontrado em posse do Profeta será expulso.

O aviso acima está de acordo com o decreto educativo número 27.

Assinado: Dolores Jane Umbridge, Alta Inquisidora.

-Quem tem um Profeta guardado?

-Não, Draco. Não te arrisques assim. - reprendia Théo. - Basta com a campanha na contramão dessa tipa. Até agora te estas salvando pelo respeito que tem teu pai no Ministério, mas não te extralimites.

Comedor

-Sabem quem é o novo buscador de Slytherin?- comentou George.

-Quem?

-Lucas Lestrange. Ainda que vê-lhe muito estranho ultimamente.

-É normal, seus pais acabam de sair de prisão. Todo mundo sabe que ele não lhes tem aprecio, precisamente. - disse Hermione.

Ginny olhou com apreensão a mesa das serpentes. Devo fazer algo, pensou. Olhou à mesa de Ravenclaw e levantou-se decidida.

Biblioteca

-Potter. - chamou Draco.

-Que? ¬¬

-Muito valente o da nota. Obrigado por não nomear a meu pai. - sussurrou.

-E eu me alegro que tenhas nomeado ao meu. - espetou Theodore de mau leite. Espero que estejas ardendo em raiva, bastardo.

-Nós também. - disseram a coro Crabbe e Goyle.

Os Gryffindors olharam-nos surpreendidos.

-Se querem cópias do Profeta peçam-lhe a Lucas e ele lhes fará chegar. Temos um método muito eficiente para escondê-lo. Padfoot ensinou-lhe. - disse Draco dantes de sair junto com seus amigos.

Bom… não todos eles.

-Olá. - sussurrou alguém a seu ouvido enquanto era abraçado pela cintura.

-Théo aqui não… - disse tímido.

-Por que não…? Não há pessoas à vista, quase ninguém passa pela seção de plantas da Biblioteca, Neville. ¬¬

-Mas podem vir. Melhor encontramo-nos no mesmo lugar de sempre.

-Só se dantes me dás um beijo.

-Isso é chantagem.

-Sou um Slytherin.

Neville Longbottom sorriu divertido e volteou a ver a seu noivo à cara. Ele era novo nisso dos beijos, mas já levava quase dois meses com Theodore Nott e, conquanto não era tão ousado como para dizer que era um experiente, já lhe estava tomado o gosto; supunha que o fazia bem. Sentiu ao garoto agarrar com mais força sua cintura dantes que suas bocas se encontrassem. Gostava como beijava Théo, era delicado com ele, sempre pedia permissão para possuir sua boca, justo como agora. Devia confessar que passaram duas semanas completas para que o deixasse lhe dar um beijo com língua. No entanto, Théo foi tão paciente com ele como ele era durante suas classes de poções e agora desses tipos de beijos eram os que mais gostava.

-Quero-te muito, Neville.

-E eu a ti Théo.

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-Que foi isso que vi, Potter?

-Eu… o sonhei, Senhor.

-Sonhou-o?- perguntou irritado- De que serve todo o que lhe estou ensinando se você não fecha sua mente pelas noites?

-É que estava cansado! Esqueça-o! Tivesse dado todo o que tenho por não ter que presenciar isso!

-Potter, o do Departamento de Mistérios é algo que NÃO lhe concerne, não tente se fazer o Gryffindor e averiguar de que se trata. Pode ser perigoso.

-Se tão só me dissesse…

-Não e é definitivo. O único que você deve fazer é se preocupar porque o Lord não volte a entrar em sua mente. Legilimens!

Maldito Potter, pensou enfadado quando um forte Protego do garoto revelo certas lembranças de sua infância. Esvaziou essa lembrança de sua mente em sua penseira e girou-se para o garoto. Franziu os lábios ao ver o interrogante nesses olhos verdes.

-Você mesmo é testemunha que não todo mundo tem uma infância bonita, Potter. Segamos.

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-Um centauro?

-Como o ouves furãozinho, se chama Firenze é todo musculoso e loiro como tu. A cara de sapo essa estava aturdida.

-Sei quem é… - murmurou Draco. - Creio recordar de um acontecimento que vivi em meu primeiro ano.

-Em sério…? Conta…

-Não. - grunhiu.

-Nem que quisesse, hoje temos classes com o AD, vamos aprender o Patronus. Eu estive fazendo classes extra, o meu não é um furão. - disse apesadumbrado- É um tigre de bengala. Ainda que Granger tem uma nutria, perto, eh?

-Já te vai.

Tarde essa noite Lucas, Miles e Malcolm chegavam muito agitados à Casa de Slytherin, como se se tivessem jogado uma longa carreira.

-Que lhes passou a vocês?- espetou Pansy.

-Não… dês-cu… brie-rum. - disse Miles entre arquejos.

-Como?!

-Alguém nos delatou. - soltou Malcolm luzindo claramente irritado. - Teu ex -elfo avisou-nos e Potter ordenou-nos correr.

-Se… mas esse menino Avery atrapou a um. - disse Miles recuperado.

-Quem…?- perguntou Draco temendo-se o pior.

-Potter… - o coração do veela encolheu-se. - Ele ficou por último para assegurar-se de que todos saíssemos. Agora esta com Umbridge isso é seguro.

-Acham que expulsem-no?

Draco olhou horrorizado a Millicent.

-Não… vou ao despacho do Diretor. Trarei notícias. - disse Lucas muito sério.

Uma agonizante hora tubo que passar até que Lucas regressasse algo choroso à Sala Comum. Os demais temeram-se o pior.

-Que passou?!- perguntaram todos a coro.

-O diretor jogou-se a culpa do da organização do AD.- murmurou. - Devido a isso, Fudge o acuso de estar confabulando-se contra ele e o obrigo a renunciar para lhe levar a Azkaban.

Os Slytherins arquejaram surpreendidos.

-Levaram-se ao diretor à prisão?- perguntou Blaise incrédulo.

-Não, ele consigo escapar. Mas agora estamos sem diretor e o mais provável é que essa tipa tome seu lugar. - grunhiu.

-Odeio a Umbridge… - sibilou Théo de mau leite.

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-Isto deve ser uma broma, verdade?- sibilou Lucius ao ver a um sorridente Albus Dumbledore no recebedor de sua casa.

-Albus precisa de nossa ajuda Lucius. O deu-no-la quanto estivemos no colégio, devemos-lhe. Ademais… recorda que estamos em primavera ¬¬

-Está bem. - grunhiu. - Encarrega-te tu.

-Obrigado, Lucius. - disse divertido o diretor.

-Esta grave a situação lá?

-Minerva e os demais poderão fazer-se cargo. O que me preocupa é Harry.

-Mas Severus o esta instruindo.

-Sim, no entanto teu sabes da natureza curiosa desse pequeno Maroto, temo-me que esta deixando que Voldemort entre em sua mente para saber que há nos Departamentos de Mistérios. E se convence-o de ir, isso seria muito grave.

-Merlin proteja-os. Também temo por Lucas.

-Rodolphus não o lastimará, Remus. Também não permitirá que Bellatrix o faça.

-Como o sabe?

-Você só sabe parte da verdade. Deixa que te conte o resto.

Remus assentiu e guiou a seu novo convidado até uma cômoda habitação nessa enorme Mansão.

Continuará…

Próximo capitulo: no departamento de mistérios e a profecia parte I

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Bem, terão notado que, como o titulo diz, desde agora as coisas irão mudando. No chap seguinte já vêm os acontecimentos do Departamento de Mistérios!

Também quero lhes dizer que tenho decidido voltar a partir este fic para maior comodidade minha. A primeira parte incluía o romance de Lucius/Remus e nos primeiros anos de vida de Draco. Esta segunda é a adaptação dos 5 livros e a terça viria a abarcar a herança de Draco (posterior conquista de Harry) e a guerra contra Voldy ò.ou

Espero que estejam atentas. Eu igual lhes aviso quando o farei.

Atte: Uko-chan!

Nota tradutor:

Nossa nossa... esse mundo esta pequeno hehehehehe

Ambas garotas ansiosas para a continuação fala a verdade? :D

Bora bora para os reviews?

Te vejo na próxima...

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