Capitulo 21: Nos Departamentos de Mistérios e a Profecia (Primeira Parte)

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-Espero que tenha gostado ficada sentada aí no escritório do diretor. - disse Hermione malignamente enquanto subiam as escadas para o átrio da entrada. - Mandando sobre os outros professores, a estúpida crida, velha louca pelo poder…

-Agora, deveras quer terminar essa frase, Granger?

Os Gryffindors, mais Ernie Macmillan, giraram-se para ver ao fedelho Avery junto com seu grupinho de pequenas serpentes venenosas.

-Temo-me que lhe vou ter que tirar uns quantos pontos a Gryffindor e a Hufflepuff.

-Só os professores podem lhe tirar pontos às casas, menino. - disse Ernie em seguida.

- Sim, e nós somos monitores, recordas? - refutou Ron.

-Sei que o são Weasel, mas nós fazemos parte da Patrulha Inquisidora. Um seleto grupo de estudantes que apoiam ao Ministério de Magia, pessoalmente escolhidos pela Professora Umbridge. De todos modos, os membros da Patrulha Inquisidora sim temos o poder de tirar pontos... Pelo tanto, Granger, te tirarei cinco a ti por falar mau de nossa diretora... Macmillan, cinco por contradizer-me... Cinco por que tu não me cais bem, Potter... Weasley, tua camisa está de fora, por isso vou tirar outros cinco... Ah sim, esquecia-se-me, és um Sangue Sujo, Granger, dez por isso…

E o menino não pôde terminar de falar, porque foi estrelado contra a parede por um furiosíssimo Draco Malfoy (a lua cheia estava perto).

-Outra vez molestando, fedelho do demônio?- grunhiu. Esse som espantou a todos, não parecia humano. - Não tiveste suficiente com o do outro dia? Quer que te deixe aleijado para sempre?

-Eu… me estas afogando, Malfoy. - arquejou o pequeno Avery.

-Malfoy, deixa-o. - gritou Hermione assustada.

-Não até que este idiota me jure que não vai voltar a molestar por tolices. - disse voltando a estrelar o corpo entre suas mãos contra a parede.

-Draco, já basta. - intercedeu Théo. - Não te busque problemas, a outra vez estiveste cerca da expulsão.

-Importa-me uma merda. - grunhiu. - Este menino insultou a meu papai e isso nunca lhe vou a perdoar.

Avery começou a gritar ao ver o brilho dourado nos olhos prateados do loiro. A verdade é que se estava assustando e muito.

-Já basta Malfoy, pode te ver um professor.

Só a voz de Harry Potter pôde chegar até a mente nublada pela ira de Draco. Este soltou lentamente ao garoto e olhou-o com ódio.

-Se volto-te a escutar insultando aos sangues impuros vou arrancar-te a língua, menino. Estás advertido. - grunhiu dantes de retirar-se a grandes avanços dali.

-Que foi isso…?- perguntou Ron.

-A lua. - contestou Blaise encolhendo-se de ombros.

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-Potter… - foi o primeiro que escutou Harry dantes de ser puxado até uma sala vazia. Era Snape. - Não beba nada que Umbridge lhe dê. Pediu-me Verisaterum, estou seguro que no primeiro em quem o usará será em você. Agora fora.

-Sim, Professor. – meditou aturdido.

Nesse mesmo dia

BOOM!

-Merda. - murmurou Tobias.

-Que foi esse som…? - perguntou Pansy com os olhos bem abertos.

-Os gêmeos. - disse lastimosamente Cassius. - Não estavam de acordo com o "regime" de Umbridge e dizem que sem Dumbledore aqui, não querem seguir estudando. Têm preparada uma guerra na contramão da diretora.

-Nós ajudamos… - disse Terence sorridente.

-Vamos ver! - gritou emocionado Lucas.

Ao chegar ao Grande Salão podiam descrever como que ali reinava o caos. Dragões formados completamente de faíscas verdes e vermelhas voavam por todos os corredores, emitindo muito fortes e agressivos estalidos e detonações. Rodas Giratórias extremamente rosas de cinco pés de diâmetro voavam letalmente pelo ar como muitos pratos voadores. Foguetes com longas filas de estrelas brilhantes rebotavam nas paredes. Foguetes Chispantes que escreviam grosserias no ar por vontade própria. Petardos explodiam como minas em qualquer lugar ao que os Slytherins vissem, e em lugar de se queimar, se desvanecendo, ou fazer um estranho assobiar, estes milagres pirotécnicos pareciam ganhar em energia e em impulso quanto mais passava o tempo.

O primeiro em rir foi Lucas, depois seguiram-no os demais. O mais gracioso foi ver a Filch e Umbridge querendo fazer desaparecer os foguetes conseguindo todo o contrário.

Tempo depois

-Sim, esquecia-me…por suposto, como foi ideia da querida Hermione…

- Não comeces a chorar outra vez.

-Não ia chorar!

-Sim... bom... bem. Já tenho suficiente com que lidar neste momento.

-Então vê e arranje-as com isso!

Cerca daí um sorriso alumio a nosso loiro protagonista.

-E esse sorriso de furão satisfeito?

-Sabe por que é e deixa de incomodar que estou feliz.

-Awww… tua felicidade é a minha priminho.

(N/A: Por se alguém não o captou, essa é a cena da "ruptura" da Cho e Harry XD)

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-Professor…?- Harry assomou sua cabeça pela porta entreaberta do despacho. Este via-se vazio, o moreno ia voltar sobre seus passos, mas uma luz brilhante chamou sua atenção. Era um Penseira que estava no escritório de Snape. - Por que não?

Snape entrou a seu escritório bastante preocupado, só vinha a buscar algo e se ia, mas a cabeça horrivelmente desgrenhada de seu aluno mais fastidioso metida em seu penseira o deteve. Era o único que lhe faltava, Potter. E depois dizem que meu ódio é injustificado.

-Divertindo-te, Potter?- sibilou.

Sorriu malicioso quando viu a cara espantada do fedelho. Não posso o matar como quisesse, mas ao menos me vou divertir.

-N-não…

-Impressionante homem teu pai e o cão sarnoso, não?

-Eu… não…

-Isso que viste Potter é parte do porque eu sempre mostrei um ódio injustificado para ti. Terás comprovado que eu não me busquei essa suja broma. Diga-me, que disse James Potter quando tua mãe lhe perguntou que porque me fazia isso…?

-Ele disse…- Harry engolo saliva sentindo vergonha alheia.- "Bom, é mais o fato de que existe, se sabe ao que me refiro..."

-Exatamente, não lhe vou negar que a maioria das vezes que nos incomodávamos ambos tínhamos a culpa por nos buscar, mas essa vez eu não tinha feito nada…

-Como termina a lembrança…?

Severus o fulminou com a mirada.

-Essa foi a pior humilhação de minha vida, Potter. - foi todo o que disse.

-Eu… o sento.

-O feito, feito está. Em todo caso, lhe fiz pagar a seu pai todo o que me devia depois disso. - sorriu malicioso recordando. - Agora largue-se e agradeça que não lhe dou o castigo do século e não lhe resto todos os pontos a sua casa por isto.

-E a classe Senhor?

O adulto empalidecia.

-Não… não posso agora. – tartamudeou. - Minha esposa esta a ponto de dar a luz. - dito isso tomo a Harry do braço e saiu pitando do despacho.

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-Que fazes aqui, Potter? Vais gelar-te. - escutou Harry que alguém que arrastava as palavras que dizia.

O levantou a mirada e encontrou-se com os olhos prateados de Draco Malfoy.

-Estava pensando. - Draco bufou e o moreno olhou-o carrancudo. - Você está ao tanto das humilhações que nossos pais costumavam lhe fazer a Snape?

A cara de Draco endureceu-se e assentiu.

-Eu sei que meu papai não participava, mas era testemunha delas. Por isso segue tendo culpa.

-No entanto, Remus e Snape parecem levar-se bem, mas a mim me odeia… porque ele odiou a meu pai e nem que dizer a Sirius.

-Esses eram tolices de meninos, suponho que deverão o superar.

-Sempre que diziam que me parecia a meu pai eu me inchava de orgulho. Mas faz pouco vi uma lembrança na Penseira de Snape… eh… acidentalmente e aí comprovei algo, meu pai sim era o arrogante que diz Snape.

-Não podes o julgar só por uma lembrança. Eu cresci ouvindo histórias dos Marotos e aprendi aos admirar.

O moreno assentiu algo inseguro. Deveria falar com Sirius ao respeito.

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-Professor…

-Que quer agora, Potter?- perguntou Severus.

-Quisesse usar seu lareira, devo falar com Padfoot.

-Tem que ver com o Senhor Escuro?

-Não, é algo… pessoal.

-Estou arriscando meu pescoço com Umbridge ao oferecer-lhe a lareira de meu despacho, Potter. De modo que fale claro.

-É sobre o que vi em sua Penseira. - disse seriamente.

Severus olhou-o entrecerrando os olhos. Supunha que ver atuar dessa maneira a seus "ídolos" deveu ter sido um choque para o garoto, de modo que assentiu de má vontade.

-Sirius?

Uma pequena cabeça castanha e sorridente deu-lhe as boas-vindas.

-Hoa!- gritou.

-Eh… Camila?- franziu o cenho. - Poderias chamar a Sirius?

-Si…ius? Guau, guau?- perguntou confundida.

-Se… o cão. - sorriu.

-Com quem falas filha? - disse Remus aparecendo de repente. - Oh, Harry! Que passa…? Que tem ocorrido…? Está tudo bem?

-Tudo bem, sim. - disse Harry. - Só que me perguntava… digo, se poderia ter uma conversa com Sirius.

-O chamarei, - disse o castanho, ainda o olhando assustado. - foi acima a buscar a Kreacher, acha que esconde-se na cobertura outra vez…

Remus levantou-se deixando à menina que olhava a Harry sorridente.

-Meça… - disse ela lhe ensinando um cão de pelúcia negro, que tinha uma chapa de metal que recitava: Snuffles - Guau, guau. Meu.

-É muito bonito. - sorriu.

-Que passa?- perguntou Sirius tomando a Camila em braços. - Estás bem? Precisas ajuda?

-Não, - disse Harry. - não é nada… Só queria falar… acerca… de meu pai.

Os adultos trocaram uma mirada de preocupação. Escutaram atenciosamente o episódio de Harry com a Penseira.

-Não gostaria que julgasses a de teu pai pelo que viste ali, Harry. Só tinha quinze…

-Eu tenho quinze anos. - disse Harry franzindo o cenho.

-Mas isso não significa que não possas nos entender. - disse Sirius. - James e Snivellus odiaram-se mutuamente no momento em que se viram, podes o entender? Penso que James era todo o que Snape quis ser, ele era popular, ele era bom em Quidditch… bom em tudo. E Severus era precisamente um bicho raro, pequeno, que sempre tênia entre mãos coisas das Artes Escuras, e James, não importa que te tenha parecido nessa lembrança, sempre odiou as Artes Escuras.

-Bravo por ele, - disse Harry com sarcasmo. - mas ele atacou a Snape sem nenhuma boa razão, só porque… pois bem, porque tu lhe disseste que estavas aborrecido. - disse e tinha um leve tom de reproche em sua voz.

-Não me orgulho disso. -disse Sirius rapidamente.

-Olha, Harry, tens que compreender que teu pai e Sirius eram na escola os melhores no que queira que faziam… se às vezes tinham demasiado entusiasmo… todo mundo sabia que eram um pouco…

-Quer dizer que éramos algumas vezes muito arrogantes. - disse Sirius.

-Mas todo isso terminou uma vez que eu me pus de noivo com Lucius. - o cenho de Sirius seu franziu. - Bom, ao menos já não atacavam a Severus.

-No entanto, até então, humilharam-no muito e tu não fazias nada Remus. Até vi a meu pai olhar ao lago para ver se as garotas olhavam-no!

-Isso o fazia por Lily. - murmurou Sirius. - Sempre queria se luzir em frente a ela.

-Ainda não entendo porque ela se caso com ele… na lembrança parecia o odiar. ¬¬

-Não o odiava, Lily e eu fomos amigos desde sexto. - disse Remus. - Queria-o, mas detestava sua arrogância, uma vez que James se aplaco um pouco, ela lhe correspondeu.

Harry olhou ainda duvidoso aos adultos, enquanto Camila gritava para que Sirius a soltasse.

-Olha Harry. - disse Sirius. - Teu pai foi o melhor amigo que alguma vez tive e ele era uma boa pessoa. Um grande número de pessoas fazem o idiota de adolescentes, ele o superou.

-Sim, bom…- disse Harry. - Só que nunca pensei que sentiria lástima por Snape.

-Como reagiu Severus a tudo isto?

-Bem. - murmurou Harry. - Ele esteve algo estranho, me explico que por isso era que ele me tinha um ódio injustificado. E disse-me o mesmo que vocês. Que ambos se buscavam pleito. Não me castigou nem nada, porque nesse dia estavam nascendo seus filhos.

-NARCISA JÁ DEU A LUZ?!- gritou Sirius espantando a todos.

-Sim Padfoot, Narcisa teve gêmeos. Pensei que o sabia.

-Gêmeos…? Merlin.

-Eu já tenho que me ir…- disse Harry.

-Ficaste satisfeito com a conversa?- perguntou Remus.

-Não sei… me sinto raro. Ver a meu pai fazer isso, sendo que, apesar de tudo, Snape me ajudou muito, me faz sentir algo enojado e vergonhoso.

-Não tens porque Harry… - balbuciou Sirius. - Após tudo, você não é um santo, nós sabemos as coisas que Draco e você se fazem.

-Eu nunca lhe fiz nada semelhante a Malfoy. - resmungou Harry.

-Sim, Sirius. - sibilou Remus em defesa de seu filho. - Não pode comparar. Isso é um jogo de meninos comparado com o que tu e James faziam aos Slytherins.

O animago luziu enfurnado e transformou-se em cão para ir jogar com Camila.

-Estamos-nos falando, Harry. Segue com tuas lições de Oclumancia. Um beijo.

-Até cedo, Remus.

O garoto terminou a comunicação e levantou o feitiço Silencio que tinha a seu ao redor, dantes de deixar a sala onde estava a lareira.

-Sente-se melhor agora, Potter?- perguntou Severus quando Harry se encaminhou à saída.

-Ainda sinto culpa…

-Não tem porque, você não fez nada e já lhe disse que eu me vinguei de seu pai por isso.

-Como…?

-Me beijei com sua mãe, Lily em frente de sua cara. - sorriu.

Harry não soube se se alegrar ou o odiar por isso, de modo que melhor se apressou a sair do despacho, murmurando um agradecimento. Quando o garoto estava chegando ao vestíbulo, se escutavam murmúrios. Viu a Umbridge discutindo com os gêmeos. O chão estava cheio de uma substância viscosa, horrível e olorosa.

-Accio vassouras! - gritaram eles.

-Adeus meu covinhas precioso. Vejo-te em Hogsmeade o fim de semana. - disse George dantes de plantar lhe um beijo de novela a Cassius Warrington, quem luzia resignado.

-O mesmo digo-te a ti, meu urso preguiçoso. - disse Fred dantes de despedir-se de Tobias Montague com um beijo e uma palmada no traseiro.

Se montaram nas vassouras e um deles exclamou:

-Quem queira comprar um eficaz Pântano Portátil, como temos demonstrado com o do chão superior, que vinga ao noventa e três do Beco Diagonal: "Bromas mágicas Weasley"! Nossos novos locais!

-Terá um desconto especial para os estudantes de Hogwarts que jurem que vão usar nossos produtos para se desfazer desse velho morcego. - acrescentou George, assinalando à Professora Umbridge.

-DETENHAM-NOS!- gritou Umbridge.

Mas era tarde, eles alçaram voo e se foram do colégio baixo um tumulto de aplausos.

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N.O.M.

-Estão preparados?- perguntou alegre Lucas a seus amigos.

Os de quinto e sétimo olharam-no com expressão lúgubre.

-Oh, vamos! - riu. - Nem que fossem à orca! Sei que se têm estado preparando para isto por muito tempo… subam esses ânimos.

-É que os ânimos estão subidos, mas os nervos também. - murmurou Théo. - Vou distrair-me. - disse saindo da Sala Comum.

-Tsk, sortudo. - sibilou Blaise.

Já para esse então todos sabiam da relação de Théo com Longbottom. Obviamente, Draco foi o que mais resmungou, a mais encantada foi Pansy Parkinson, que todo lhe pareceu tão romântico que inclusive felicitou pessoalmente a Neville ocasionando de modo que o resto do colégio se inteirasse. O pobre garoto agora suportava as debochas de todos os Gryffindors e a incredulidade de seus amigos.

Ao fim no dia dos exames chegou e os quintos rendiam todos juntos, entrando a onde estavam os examinadores por ordem alfabética.

-Potter, verdade? - disse Professor Tofty. - O famoso Potter?

Tsk, maldito Potter, justo agora tinha que entrar para desconcentrar-me. ¬¬

Exame de DCAT

-Bem Senhor Malfoy, tem conhecimentos sobre o Patronus?

-Sim, posso fazer um corpóreo.

Os olhos do examinador abriram-se como pratos.

-Lhe agradeceria que me mostrasse.

Draco assentiu e com voz impassível murmurou o feitiço: Expecto Patronus e em seguida um sorriso formou-se em seus lábios. Desde faz em um ano que lhe pediu a seu papai que lhe ensinasse. Foi uma surpresa agradável para ambos que o Patronus de Draco resultasse ser um lobo maior do habitual, era sem dúvida: Moony.

-Excelente! Excelente!- gritou emocionado o examinador.

-Como lhes foi em Estudos Muggles?- perguntou Théo.

-Acho que é o mais fácil que temos rendido. - disse Blaise reprimindo um bocejo. - E a ti como te foi em Aritmancia?

-Suponho que bem. - os garotos de quinto olharam-se entre eles exasperados, Théo era tão come livros como Granger, era evidente que em tudo teria nota máxima.

Exame de História da Magia.

-Pst, Draco. - o garoto franziu o cenho e olhou de maus modos a Pansy.

-Que?- sibilou.

-Olha a Potter… Não o notas estranho?

Rapidamente dirigiu sua vista até o moreno e seus olhos se entrecerraram. Potter parecia estar entre dormido e acordado. Sua cara estava pálida, a pluma em sua mão tremia e tinha um rictos de dor em sua cara, noto que a cicatriz em forma de raio estava mais vermelha do normal. Escuto um grito proveniente de sua boca e depois Harry caiu desmaiado ao andar.

-Viram a Potter? - perguntou Théo ao sair do exame.

-Isto não gosto nada… - disse Draco muito de sério. - Vamos. Agora.

Draco e Pansy iam à frente; eles caminharam até encontrar a Harry e Hermione no despacho da "Diretora".

-Você. - gritou Umbridge a Draco. - Se não quer que o expulse confisque agora mesmo a varinha de Potter e você Senhorita Parkinson detenha a Granger, que não se escape.

Afora escutou-se um estrépito e Avery junto com Théo, Vincent e Blaise traziam a Luna Lovegood, Neville Longbottom, Ginny e Ron Weasley.

-Encontramo-los afora. - disse Avery sorrindo. - Ele tratou de deter-me quando tratei da atrapar a ela. - assinalo Ron e depois a Ginny. A verdade é que o garoto estava surpreendido de conseguir ajuda dos Slytherins amigos de Malfoy, mas pensou que só se devia a que tinham recapacitado.

-Bem, bem. - disse Umbridge com ar satisfeito. - Parece que Hogwarts será cedo uma zona livre de Weasleys, não?

Os Slytherins apertaram as mandíbulas, mas obrigaram-se a rir com tal de averiguar que estava passando.

Enquanto Umbridge soltava seu discurso, Draco perguntou-lhe em um sussurrou a Harry:

-Que passa?

-É Padfoot.

Draco não entendia nada e estava a ponto de perguntar quando a Diretora o interrompeu.

-Vê a buscar a Snape, Malfoy. Traz-me em seguida.

Enquanto o loiro ia-se, Blaise olhou com apreensão o lábio sangrento de Ron. Pansy estava tratando de falar com Granger, mas tinha muito silêncio e corriam o risco de ser descobertos. Harry tentava comunicar-lhes o ocorrido, mas cedo chegou o veela seguido de Snape.

Para variar, Potter em problemas, pensou incomodado.

-Sim?

-Professor, queria pedir-lhe uma garrafa de Verisaterum, tão rápido como possa faz favor.

Snape sorriu malicioso.

-Você se levou a última que tinha quando me pediu para interrogar a Potter. Não terei mais até dentro de um mês.

-Em um mês? Mas preciso-a esta tarde, acabo de encontrar a Potter tratando de comunicar-se com uma ou várias pessoas desconhecidas.

-Para valer? Bem… não me surpreende, Potter nunca tem mostrado interesse pelas regras da escola. Mas não tenho mais, de modo que não posso a ajudar.

-Então pode retirar-se. Pensei que podia contar com mais de sua ajuda. - disse ela o olhando indignada.

Snape bufou e deu-se volta para ir-se, mas o grito desesperado de Potter deixou-o estático.

-Tem a Padfoot! - gritou e o sangue de todos os Slytherins ali presentes se gelou. - Tem a Padfoot ao final do corredor das sessões!

-Não sei de que me fala, Potter. - espetou.

Snape saiu pressuroso do quarto. Merda, merda… isso não pode ser possível. Black não pôde se ter deixado atrapar.

-Mansão Malfoy!- gritou em seu lareira.

-Que passa, Severus? - foi a voz de Remus a que lhe contestou.

-Onde esta o cão sarnoso?

-Se eu sou um cão sarnoso, teu és um grasiento. - grunhiu alguém por trás de Remus.

-Mas… Ele esta ali?

-Não me vês?- disse Sirius aparecendo depois do castanho.

-Então…

-Que sucede, Severus? É Harry?

-Esperem-me aí, tenho que comprovar algo.

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Enquanto, no despacho de Umbridge, Draco estava pedindo explicações aos Gryffindors. Tinham desmaiado a Avery e aos de seu grupinho. Aproveitando a ausência da mulher, que foi enganada por Harry e Hermione para levar ao Bosque Proibido.

-Não o sabemos, Harry nos disse que durante o exame teve uma visão onde via que Sirius era torturado por Você-sabe-quem. - disse Ron

-Mas isso é impossível! Ele está seguro!- gritou Draco.

-Isso é o que Harry nos disse! Até agora suas visões nunca têm falhado!- replicou Ginny.

-Deixe-nos ir…- pediu quedamente Neville.

-Não! - disse Théo. - Pode ser muito perigoso! Esperem a que regressem!

-Eles não regressaram. - disse Luna. - Isso da arma não é mais que uma mentira para escapar de Umbridge. Quando se desfaçam dela…se irão.

-Vamos ir-nos queiram ou não… - grunhui Ron. - Não os deixaremos sozinhos nisto.

-Não, Weasley dantes terão que passar por nós. - disse Blaise, rotundo.

-Que passa aqui?- chegou a voz de Lucas. - Que estão fazendo no despacho do Sapo?

-Agora!- gritou Ginny usando esse momento como distração e a cada um mandou um feitiço aturdidor a seus captores.

Crabbe, o único intacto, olhou aos outros surpreendido.

-Por que fizeram isso?!- perguntou Lucas surpreendido.

-Você-sabe-quem tem ao padrinho de Harry! - disse Ron. - Devemos ir ajudá-lo.

-Quem é seu padrinho?

-Sirius Black.- contestou Lua.

A cara de Lucas Lestrange se ensombrecia.

-Eu vou com vocês.

Continuará…

Próximo capitulo: no departamento de mistérios e a profecia parte II

Nota tradutor:

Enfim mais um capitulo no ar... logo logo logo estaremos nos dirigindo para a terceira temporada!

Quem quer mais? Te vejo nos reviews

Então ate breve!

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