Notas da Autora:
Obs.Os personagens pertencem à tia Steph, mas se fossem meus, há as possibilidades...
Obs.Fic 100% Beward
Obs. Historia para maiores de 18 anos.
Capitulo Três
Amo-te
Havia passado dois dias desde o ocorrido no parque. Bella não teve noticias nem de Newton, nem de seu anjo. Esperou no jardim por ele ate tarde mais ele não apareceu.
-Bella, ouviu o que eu disse? – Perguntou sua mãe a mesa de jantar. Bella piscou algumas vezes e se desculpou
-Desculpe mãe o que falava?
-Do filho dos Newton. Soube que esta desaparecido faz dois dias. – Ela enrijeceu diante da noticia. Imaginou que ele o matara mais ter consciência do fato era estranho.
-Mesmo? Não estava sabendo não.
-Quando foi a ultima vez que o viu? – Sua mãe perguntou com uma sobrancelha arqueada, nota do o nervosismo da filha
-Acho que no baile. – Bella torcia as mãos nervosamente. Charlie que ate então estava quieto bufou impaciente
-Que isso Renée. Um interrogatório? – Renée sorriu sem graça e voltou a comer. Bella deixou a mesa sem terminar o jantar alegando indisposição.
Recolheu-se mais cedo naquela noite. Sentia seu estomago se embrulhar, só de imaginar o que teria acontecido se seu anjo não tivesse impedido Newton.
Teria casado com Newton? Seria vitima da sociedade como violada antes do casamento? Seus temores se dissiparam ao ouvir sua janela se abrindo, e a rajada de vento adentrando o quarto.
Logo ouviu a janela deslizar para baixo e sua cama se afundar. Virou para o lado e o encarou. Ele sorria divertido para ela, e ela não pode evitar retribuir.
-Você não voltou. – Ela falou com tristeza na voz. Ele sorriu baixo e passou o polegar pela bochecha rosada
-Estou aqui agora.
-Você matou o Newton? – Ela não pode deixar de perguntar. Ele deu de ombros.
-Você não decidiu. Então eu resolvi por você. – Ela assentiu e mordeu o lábio inferior com força.
-O que esta pensando?- Ele perguntou enquanto passava um dedo pela testa dela. Ela sorriu.
-Me perguntava qual o seu nome? – Ele riu alto e beijou o nariz dela. Ela fechou os olhos diante da caricia. Quando abriu os olhos negros ardiam-nos dela.
-Edward Masen– Ele falou com a voz rouca a deixando arrepiada.
-É um nome bonito- Ele sorriu passando uma mão pelos cabelos os deixando mais desalinhados.
-O seu é Bella não é? – ela assentiu sorrindo.
-Bella, Bella- Ele cantarolou com sua voz aveludada- Quer que te beije de novo? – Ela abaixou o rosto para ele não ver suas bochechas extremamente coradas
-Sim, por favor. – Ela pediu em um sussurro. Ouviu seu riso baixo. Ele pegou o queixo dela com polegar e o indicador e levantou seu rosto para encará-lo. Sua outra mão lhe rodeou a cintura a trazendo para mais perto.
Os lábios dele roçaram suavemente com os dela. A língua dele rodeou os lábios macios, fazendo um caminho de fogo por onde passava. Ela gemeu diante da caricia.
A língua insidiosa adentrou a boca dela, se movendo e explorando o interior da boca de Bella. A língua dela se movia junto com a dele, em uma dança frenética lutando por espaço na boca um do outro. Ele a liberou quando a sentiu ofegante e desceu os lábios para o pescoço dela.
-Quer que te morda? – Suas presas roçavam no pescoço dela a fazendo soltar pequenos gemidos.
-Quero – Ela falou em um fio de voz. As presas afundaram na pele macia delicada. O sangue dela escorrendo para dentro da boca dele que provava o liquido faminto por cada vez mais.
Com muito esforço ele afastou as presas do sangue suculento ao senti-la se amolecer em seus braços. Ela gemeu em protesto quando ele se afastou, o fazendo rir baixinho.
-Calma amor. Se eu continuar você poderá morrer- Ela piscou algumas vezes meio atônita. Ele riu da expressão dela e beijou os lábios dela de modo calmo e delicado.
Bella jogou os braços no pescoço dele, o puxando mais para perto. As mãos infiltrando no cabelo dele a língua invadindo a boca dele. Ele gemeu e a apertou mais contra ele.
-Quer que te toque?- Ele perguntou nos lábios dela. A sentiu se enrijecer e se afastou bruscamente. Ela caiu na cama e tentou acalmar a respiração.
-Perdoe-me. Não posso... – Ele não a deixou terminar tomou os lábios dela em um beijo rápido. Assim que se separaram ele sorriu maliciosamente
-Não se preocupe amor. Ainda implorara pelo meu toque. Saberei esperar. Afinal tenho todo o tempo do mundo. – Ele riu e caminhou ate a janela. Já se preparava para pular quando a ouviu chamar seu nome.
-Edward. Voltara amanhã? – ele sorriu e deu de ombros
-Se estiver com fome.
Sem dizer mais nada o viu sumir na escuridão. Deitou-se na cama e sorriu ao lembrar-se dos beijos dele. Seu anjo. Seu Edward. Abriu os olhos diante de seus pensamentos.
Seu. Sim seu, sentia que ele lhe pertencia assim como ela pertencia a ele. Talvez devesse deixá-lo tocá-la. Afinal amava ele. Sim amava. Mesmo o conhecendo há pouco. Cada caricia dele era uma declaração de amor.
Adormeceu com uma decisão em mente. Se ele perguntasse se queria que a tocasse dessa vez ela deixaria.
Ele correu pela noite ate chegar a sua casa. Saltou a janela e trancou-se em seu quarto. Faria sol no dia seguinte e não poderia sair para nada.
Deitou-se em sua cama, e deixou seus pensamentos correrem para a morena que o tirava do juízo perfeito. Não que ele fosse um grande fã dos certinhos. Mais a menina o deixava totalmente atordoado.
-Bella. – Deixou o nome escapar de seus lábios. O nome fazia jus a ela. Ela era realmente bela, a mais bonita que já vira. E já não era mais seu sangue que a atraia. Agora era o desejo. Ansiava tocá-la. Mais era orgulhoso demais para implorar. Mesmo sabendo que a podia tomar a força.
Mais desse jeito não tinha graça a queria ver implorar por ele. Como todas as outras imploraram.
Ele saltou ate o quarto dela como sempre e a viu sentada esperando por ele. Não pode evitar o sorriso ao vê-la só de camisola.
Finalmente o corpo dela falou mais alto. Finalmente a tocaria. Podia sentir o desejo emanando dela. Como emanava dele.
Ela sorriu ao vê-lo e assim que ele adentrou o quarto pulou no pescoço dele.
Mesmo sendo estranha a sensação de tê-la nos braços era muito agradável. Beijou a boca rosada com ardor apreciando o gosto que só ela tinha.
-Quer que te morda? – Ele sussurrou no ouvido dela. Enquanto mordia o lóbulo da orelha dela
-Quero – Ela gemeu diante da caricia. Ele riu e desceu os lábios ate o pescoço dela lambendo e chupando a pele delicada.
As presas afundaram no pescoço delicado, sugando o sangue vital. Ela gemia baixinho se agarrando cada vez mais a ele. Como se ele fosse sua única salvação.
Assim que a sentiu amolecer em seus braços, retirou as presas e lambeu onde antes estavam seus dentes. Com os lábios ainda na pele dela ele sussurrou
-Quer que te toque? – Ela suspirou e se agarrou mais a ele.
-Quero – Ele riu baixo e deitou-se sobre ela na cama. Suas mãos adentraram a camisola fina e delicada. Sentindo a pele sedosa e delicada.
Ela gemia a cada toque dele. E ofegava a cada beijo que era distribuído pelo pescoço e ombro. Ele voltou a beijar lhe a boca sugando e chupando a língua dela. Sentia o ar faltar nos pulmões.
Ela se separou para respirar e assim que o fôlego voltou a seus pulmões não pode evitar murmurar
-Amo-te – O sentiu enrijecer e abriu os olhos para contemplá-lo. Os olhos dele que antes estavam dourados por conta do seu sangue agora estavam negros.
Pode ouvir um rosnado baixo vindo dele. A olhou confusa quando ele se afastou e caminhou ate a janela.
-O que houve? – Ele olhou com ódio a fazendo se encolher assustada
-Não virei mais.
-Por quê? – Ela ofegou sentindo seu coração parar.
-Você não é mais nada para mim
E sem olhar para ela. Ele saltou a janela a fechando atrás de si.
