Notas da Autora:

Obs.Os personagens pertencem à tia Steph, mas se fossem meus, há as possibilidades...

Obs.Fic 100% Beward

Obs. Historia para maiores de 18 anos.


Capitulo Sete

Nossa Nova Existência

Ele sorriu para ela e a abraçou com força. Bella notou que ele não era mais gelado. E sorri ternamente para ele.

-Como se sente? – Ela podia ver a preocupação no rosto dele. Bella riu e deu um beijo rápido nele

-Me sinto bem. Agora nada pode nos separar. Nem a morte. – Ele sorriu e voltou a beijá-la.

-Nem a morte – Ele sussurrou nós lábios dela.

O couxe corria veloz, percorrendo o longo caminho. Bella deitou a cabeça no ombro de Edward e fechou os olhos. Finalmente estavam na America. E seguiam para sua casa que era um pouco mais afastada da cidade de Nova York.

Edward beijou a testa dela, a puxando mais para si. Desde que ele a transformou, ele estava mais cuidadoso com ela. Como se ela fosse quebradiça.

Tudo por causa da primeira vez que foram caçar juntos. Ela deu um riso triste ao lembrar-se de como se sentira ao matar sua vitima. Ficou tão abalada que Edward a proibiu de caçar.

Desde então ela sempre se alimentava do sangue dele. Ele caçava pelos dois. Ela sorriu e beijou o queixo dele. O couxe parou em frente de uma bela casa de dois andares.

Edward saiu e estendeu a mão para ela. Com as mãos unidas eles entraram na casa que ele escolhera para ambos. Bella sorriu ao ver já os moveis e tudo pronto para viver com seu amado Edward.

Dez anos depois

-Bella, Bella – Edward entrou na casa a passos rápidos. Bella estava descendo as escadas e sorriu ao vê-lo entrar tão bonito como sempre.

-Edward – Ela sorriu e correu ate ele. Eles se abraçaram e se beijaram demoradamente.

-Como esta amor? – Ele perguntou enquanto a girava e olhava se ela estava bem

-Grande- Ela reclamou colocando a mão na barriga de sete meses.

-Não esta perfeita. – Ele se ajoelhou e beijou a barriga dela – Como esta meu bebê? – Bella fez uma careta e Edward levantou a olhando preocupado.

-O que foi?

-Acho que o bebe gosta da sua voz. – Edward riu e a abraçou.

-Mesmo?

-Sim. Sempre que você fala com ele, ele se agita. – Edward sorriu e puxou Bella para o sofá.

-Com certeza vocês estão com fome. – Bella assentiu

Edward entregou o pulso para Bella que bebeu o sangue avidamente. Assim que se sentiu alimentada deitou a cabeça no colo dele.

-Você demorou – Ela murmurou enquanto ele fazia cafuné nos cabelos dela.

-Tive problemas. Um caçador – Bella enrijeceu. Ela levantou e o olhou assustada.

-Um caçador. Ele te viu?

-Creio que não. Não precisa se preocupar. Não deixarei nada acontecer a você. – Ela balançou a cabeça negativamente e pulou em seus braços.

-Não tenho medo por mim. Mais sim por você e nosso bebê. Se algo acontecer... – Ele a calou com um beijo rápido.

-Nada vai acontecer.

Bella sentiu as lagrimas escorrerem por suas bochechas. Edward beijou suas lagrimas e a estreitou em seu peito.

Desde que ficara grávida, ela e Edward descobriram que ela tinha alma. Edward lhe dissera que era raro um vampiro com uma. Pois a maioria a se transformar virava um monstro sedento por sangue.

Diferente dela que odiava matar para se alimentar. Podia dormir e podia chorar. E agora estava grávida de Edward. Ficaram abraçados durante horas ate ela adormecer.

Ela acordou na cama e olhou em volta. Edward havia saído para caçar. Ele sempre aproveitava as horas em que ela dormia para sair, para caçar.

Ela se levantou e foi para o jardim, que havia nós fundos da casa. Ainda era cedo e sorriu ao poder caminhar livremente. Edward escolhera Nova York por quase nunca fazer sol.

Então podiam andar de dia com tanto que não ficassem em contato direto com o sol. Ela regou suas flores enquanto alisava sua barriga.

Sentiu alguma presença estranha perto de si. E em um reflexo seus olhos oscilaram de dourados para pretos e as presas ficaram a mostra.

Um rosnado baixo saiu de seu peito. Olhava em volta esperando encontrar alguém. Mais desde que engravidara seus sentidos de vampira estavam fracos.

Resolveu entrar em casa, e trancou a porta. Foi para o quarto e deitou em sua cama. Adormecendo logo em seguida.

Abriu os olhos e sorriu ao vê-lo deitado ao seu lado. Ela joga os braços em volta do pescoço dele e o beijou com paixão. Sugou seu lábio com força e chupou a língua dele.

As línguas dançam na boca um do outro. Os lábios se encontrando e se perdendo. Mesmo sem precisar respirar ambos se separam ainda ofegantes.

-Você esta bem amor? – Ele pergunta com a testa colada a dela.

-Agora que você esta aqui. – Ele beijou a ponta do nariz dela e a abraçou pela cintura a unindo mais a ele.

-Eu só fui caçar. Nem demorei tanto. – Ela deu um sorriso triste e se aconchegou mais a ele.

-Viu o caçador de novo?

-Não. Fui mais cuidadoso. – Ela assentiu sorrindo e franziu o cenho. Ele beijou a testa enrugada e a olhou profundamente.

-Algo errado amor?

-Eu tive um pressentimento ruim. – Ele torceu o nariz e a abraçou mais forte

-Não precisa se preocupar. Sempre estarei com você.

Bella concordou e se aninhou em seu peito.

Fazia uma semana desde que Edward fora caçar da ultima vez, Bella podia ver os olhos vermelhos dele.

Alimentar a ambos não era fácil. Ela praticamente teve que enxotar Edward de casa. Ela sabia que ele estava evitando sair com medo dela precisar dele.

Mais se ele estivesse fraco, nada poderia fazer por eles. Antes de partir Edward deu seu sangue para Bella e a beijou com ardor.

-Irei tão rápido que nem sentira minha falta. – Ela sorriu e o beijou uma ultima vez.

Assim que ele partiu, ela entrou na casa se sentia cansada. Deitou em sua cama e logo adormeceu.

-Aaaaaaaaaaah – Um grito escapou de se seus lábios ao sentir a dor aguda e forte que vinha de seu ventre. Olhou para sua barriga e emudeceu diante da cena.

Em sua barriga estava cravada uma estaca de prata, e um homem colocava fogo em todo seu quarto. Um rosnado alto saiu de seu peito e seus olhos ficaram negros como a noite.

-Quem é você? – Rugiu ela

-Alguém que esta livrando o mundo de monstros como você e a abominação que crescia em você.

Ela gritou mais alto ao ver que seu bebê havia morrido e tentou se levantar. Mais o homem bateu em sua cabeça com uma estaca de prata e a inconsciência a dominou.