Notas da Autora:

Obs.Os personagens pertencem à tia Steph, mas se fossem meus, há as possibilidades...

Obs.Fic 100% Beward

Obs. Historia para maiores de 18 anos.


Capitulo Oito

Monstro

Edward sentiu um aperto no peito e correu mais rápido para casa. Nem chegou a caçar direito mais a aflição que o acometeu foi tão grande que resolveu partir para casa.

Assim que começou a se aproximar, um medo se apoderou dele. Viu fumaça de onde ficava sua casa. Mais rápido do que podia pensar correu para seu amor.

Assim que parou em frente a sua casa, soltou um rugido de dor. A casa estava em ruínas. Não havia restado nada, tudo se fora, o sonho, a vida, seu amor.

Olhou para os lados tentando encontrar um explicação para sua dor quando os viu. Havia três humanos em frente à casa. Mesmo ela estando queimada eles continuavam colocando fogo.

Sem pensar correu ate eles e pulou na jugular de um arrancando sua cabeça. Os outros tentaram correr mais já não havia escapatória.

Edward correu ate um deles arrancando o braço de um e jogando longe. O homem urrava de dor. Edward sorriu sarcasticamente e enfiou a mão no peito do homem arrancando seu coração fora.

Olhou para os lados a procura da terceira vitima. Ele havia corrido, farejou com atenção e correu ate o homem. Rápido como o vento Edward estava na frente do homem que caiu no chão assustado.

-Não, por favor. – Edward riu alto e seus olhos ficaram mais negros se possível.

-Quando ela implorou vocês a atenderam? – O homem engoliu em seco e tentou se afastar.

Mais antes que pudesse dar mais um passo, Edward pisou na perna dele a quebrando. O homem não conseguia se mexer, e urrava de dor.

Edward arrancou membro por membro do homem ate ele não conseguir mais soltar som algum. E por ultimo arrancou a cabeça dele a esmigalhando em suas mãos.

Sem olhar para trás ele correu. Correu o mais rápido que pode. Ate a dor não existir mais.

Cinqüenta anos depois

Ele sugou o sangue de mais uma vitima antes de jogá-la no rio de Londres. Mesmo sabendo que ela não voltaria. Se sentia mais perto dela nessa cidade.

Não importava quanto tempo passasse a dor não sumira um minuto sequer. Ainda podia ouvir os gritos que ela devia ter dado enquanto era queimada viva. Mesmo não estando lá para salvá-la como havia prometido.

Os gritos eram audíveis em sua cabeça. A única que o amou e ele não fez nada por ela.

Fechou os olhos com força, queria poder dormir, e esquecer. Queria estar com ela e com seu bebê. Mais não passava de sonhos. Sonhos que um monstro não devia ter.

Um jornal voou em sua direção e colou-se a sua perna. A manchete principal o fez rir sarcasticamente.

"MORTES EM MASSA ASOLA LONDRES"

"POSSIVEL SERIAL KILER"

"FAMILIAS SOFREM COM A PERDA DE ENTES QUERIDOS"

"POLICIA NÃO FAZ IDEIA DE QUEM POSSA SER O ASSASSINO"

Ele jogou o jornal longe e voltou para a floresta. Subiu em uma arvore e como um leão pronto para dar o bote, ficou em silencio a espreita.

Um murmurar chamou sua atenção fazendo seus olhos se abrirem e procurar pelo som. Soltou um rosnado baixo ao ver a jovem de cabelos cumpridos e castanhos e pele pálida.

Pelas roupas parecia ser uma cigana. Sem pensar correu ate a jovem que lembrava tanto sua Bella e se aproximou lentamente.

A jovem notou sua presença e deu alguns passos para trás. Ele sorriu malicioso e se aproximou mais. Ela ofegou diante dele e puxou o ar com força quando ele sorriu sedutoramente.

-Olá – Ela murmurou baixinho

-Qual o seu nome beleza? – A jovem corou e olhou para ele. Edward rosnou baixinho. Os olhos dela eram verdes e sua Bella não podia mais corar.

-Ângela – Ele sorriu triste e caminhou sedutoramente ate estar colado nela.

-Ângela – Ele sussurrou o nome pertinho da orelha dela – Sabe Ângela eu estou com fome.

-Com... Com fome de que? – Ele riu baixo e beijou o pescoço dela.

-De você. – E antes que ela pudesse fazer o pensar em algo os dentes dele estavam cravados em sua jugular.

Ela segurou os ombros dele com força, tentando o empurrá-lo. Mais ele era muito mais forte, quando ela já sentia a vida se esvaindo ouviu um grito.

-Nãoooooo! – Gritou uma velha com roupas parecidas com as da menina.

Edward olhou com desdém pra a velha e torceu o pescoço da jovem e jogou o corpo dela no chão. A velha correu ate a neta e abraçou o corpo sem vida.

Ela esperou o monstro a morder mais ele não fez, passou direto por elas e já partia para longe delas.

-Monstro – A velha gritou apontando o dedo para Edward que se virou para olhá-la

-Sim, eu sou.

-Ira sofrer pelo que fez.

-Sinto decepcioná-la, mais eu sou um ser sem alma. Nada sinto pelas minhas vitimas.

-Pois agora sentira. Uma kleala vala hala – Edward sentiu uma dor forte em seu peito e correu ate a velha. A pegou no ar apertando o pescoço dela

-O que esta fazendo comigo? – Ele perguntou entre dentes.

-Lhe dando alma – A velha falou em um fôlego, Edward a soltou no chão, pois seu peito doía com mais força.

Edward sentia que seu peito iria explodir tão a intensidade da dor, rostos e mais rostos povoavam sua mente. Eram gritos de agonia o chamando de assassino.

-Aaaaaaaah – Um rugido alto saiu de seu peito, ele se jogou no chão, sentindo lagrimas inundarem seus olhos.

-O que esta acontecendo? – Olhou para os lados a procura da velha mais ela havia sumido, junto com o corpo da neta.

Voltou a gritar enquanto apertava com força sua cabeça. Continuava ouvindo vozes lhe acusarem de monstro, e assassino. Sentiu novamente a dor no peito.

Dor por cada vitima que matara dor por cada gota de sangue que provara. Dor por alguém que havia perdido e não se lembrava quem.

Alem da dor havia um rosto. Uma imagem embaçada de uma mulher de cabelos longos. De suas memórias era a única que trazia um pouco de paz.

O resto era só dor.