Antes da fic, leiam os avisos, por favor. ;)
Autora: Sakuri
Tradutora: Lycanrai Moraine
Revisão: Cy Malfoy e Lycanrai Moraine
Betagem: Nanda Malfoy
Pares: Draco Malfoy e Harry Potter
Classificação: M
Disclaimer da autora: Esta história é baseada nos personagens e situações criadas por JK Rowling.
Disclaimer das tradutoras: Nada aqui nos pertence, nem Harry Potter, nem esta história. Harry Potter é da tia Joka e a fic, da Sakuri. Nós só a estamos traduzindo com a permissão da autora.
Avisos: SLASH! Relacionamento entre dois homens. Não gosta, não leia. Mas se gosta, aproveite. :D
Notas: Werewolf!Draco.
Preparações
oOo
Em um dos cantos da Ala Hospitalar, separada da maioria dos estudantes por um grupo de camas que raramente eram usadas, estava uma parede vazia e comum. Minerva se aproximou da parede rapidamente, olhando para o outro lado da Ala apenas para ver o garoto Malfoy inconsciente novamente, dessa vez devido às poções de Poppy.
A professora de Transfiguração empunhou sua varinha e bateu três vezes na parede. Em questão de segundos, a massa sólida começou a ondular-se, movendo-se fluidamente e se abrindo, até que uma porta apareceu no local. Encolhendo os ombros, ela virou a maçaneta e atravessou a porta.
Do outro lado havia um quarto similar, porém menor que a Ala Hospitalar. E ao invés de camas, esse possuía duas imensas jaulas arrumadas no centro.
Dentro de uma das jaulas estava a forma enrolada do professor Remus Lupin.
Ela suspirou ao ver seu estado, seus lábios se comprimindo com alguma emoção mais forte – no entanto, se era desaprovação pela sua falta de cuidado ou pena pelo olhar que ele atualmente lhe lançava, nem ela saberia dizer.
"Minerva," o lobisomem a cumprimentou baixo, sua voz grave e falha. "O que... O que aconteceu? O que eu fiz?"
Ignorando sua pergunta por um momento, ela movimentou sua varinha com um gesto complicado, murmurando algum feitiço. Em momentos, a jaula de ferro se abriu lentamente, o metal antigo rangendo em protesto. O homem em seu interior se moveu com dificuldade, fazendo caretas enquanto se erguia e saia de seu confinamento. Ele se dirigiu para a cama no canto do quarto, deitando-se hesitantemente nela, obviamente tentando não aumentar as dores que ele havia conseguido deitado na jaula.
Novamente, seus olhos âmbar a encontraram e se fixaram na professora com um olhar apreensivo. "Minerva, me responda. O que aconteceu noite passada?"
A mulher apenas o encarou de volta, cruzando os braços. "Isso é o que eu gostaria de saber, Remus Lupin! O que, em nome de Merlin, aconteceu que o fez não tomar a poção?"
Ele empalideceu, baixando o olhar. Os fios grisalhos em seu cabelo subitamente pareceram ainda mais proeminentes, assim como as marcas nos cantos de seus olhos. "Eu... não tenho uma desculpa. Eu permiti que o lobo... tomasse vantagem. Ele conseguiu ser mais forte do que eu, Minerva, como não havia conseguido ser em anos. Eu não devia ter deixado minha mente ter vagado para Sirius. Estava pedindo por problemas, eu vejo isso agora. Eu devia ter lutado mais, eu devia..." Perdendo a fala, ele sacudiu a cabeça. "Eu machuquei alguém?"
Ela mordeu os lábios. "Oh Remus…!" Seu tom meio triste, meio zangado.
Ele levantou a cabeça então, nervosismo evidente em seu rosto. Ele havia esperado sua negação imediata, isso era obvio.
"Oh, Deus, quem foi? Por favor me diz que eles não... eles não..."
Ela fechou os olhos lutando contra a ira inútil que cresceu dentro dela. Parte dela queria gritar com ele sem misericórdia, dizer que se não fosse por Potter, uma boa parte dos alunos estaria morta por causa dele. Como ele pode ter sido tão descuidado?! Ela podia entender a dor que ele devia estar sentindo com a perda de Sirius, mas ele havia prometido a Albus que estava bem, que seria seguro que ele voltasse à escola.
"Draco Malfoy." Ela finalmente respondeu, abrindo os olhos e se fixando nele sem expressão.
A pouca cor que ainda havia no rosto do homem sumiu abruptamente, deixando-o tremulo e parecendo como se ele pudesse passar mal a qualquer momento. "E – Eu... ele esta…? Ele não-?"
Ela comprimiu os lábios. "Ele não esta morto, não, mas apenas pela intervenção de Harry. Ele... Você o mordeu, Remus."
"Não!" O protesto era inútil, claro, mas escapou do homem mesmo assim. Ele levantou, dando passos rápidos até a professora. "Deus, não, tudo menos isso! Ele não pode -! Ele não pode ser como… como eu! Minerva, não…"
Ela sacudiu a cabeça. "Não há nada a ser feito. Severus já esta trabalhando o mais rápido que pode para dobrar a quantidade de Mata-cão e Poppy está ocupada tentando mantê-lo sedado. A maldição esta se instalando enquanto falamos. Mesmo antes da transformação hoje a noite, ele vai estar arisco e difícil de controlar. E é você que vai começar a nos ajudar a lidar com ele."
Ele a olhou sem palavras, incapaz de esboçar uma reação às novidades.
Ela continuou bruscamente, valentemente tentando agir como se essa fosse apenas mais uma tarefa. "Eu recomendo que você fique aqui por um tempo. Em algumas horas, nós vamos trazê-lo para esse quarto. Você pode nos ajudar com ele até que a lua nasça, quando você terá que ser... supervisionado tomando a poção."
Assentindo uma vez, ela girou sobre os calcanhares e o deixou, incapaz de se fazer ser o ombro consolador. Ela gostava muito de Remus, mas não ia lhe passar a mão na cabeça por esse erro, não quando ele teve tantas conseqüências.
oOo
Albus Dumbledore não precisou de muito tempo para perceber que já havia uma falha em seu plano para esconder os acontecimentos. Ele estava perfeitamente confiante de que Harry não iria dizer uma palavra, mesmo que apenas para o benefício do Professor Lupin – mas ele não estava tão certo sobre os outros quatro sonserinos que acompanhavam Draco no passeio desastroso pelos corredores do castelo.
Ele sabia que Severus os havia ordenado que não dissessem nada, utilizando de todo o respeito que tinha como Diretor da Casa para dar o recado, mas ele também sabia que sua obediência só iria durar enquanto o medo do professor de Poções fosse maior que a necessidade de fazer fofoca.
Para uma dupla no grupo, Pansy Parkinson e Blaise Zabini, isso certamente não demoraria muito.
E então, assim que ele encontrou um momento livre no dia, os quatro foram chamados ao seu escritório. Ele se sentou atrás de sua mesa olhando-os solenemente, se lembrando de seus próprios motivos. Certamente não seria bom para eles se as novidades e implicações sobre o ataque se espalhassem pela escola. Pelo bem de Remus e de Draco! Não, ele simplesmente não podia permitir isso.
Sem palavras, ele encontrou rapidamente cada um dos olhares inquisidores, usando apenas o mínimo de Legilimência, apenas para ter certeza de que já não era tarde demais. Mas não, estava tudo bem; eles ainda não haviam contado.
"Professor Dumbledore? Você esta com algum problema?" Pansy perguntou hesitante, parecendo culpada. Ele se perguntou vagamente o que ela achava que ele havia descoberto.
Suspirando, ele sacudiu a cabeça.
"Desculpem," ele começou, ignorando os olhares confusos. "Mas dessa vez, eu realmente estou tentando proteger uma das minhas crianças mais negras, como Severus tão eloquentemente colocou."
Os quatro sonserinos se entreolharam confusos. "Uhm, professor...?"
Dumbledore não respondeu, meramente levantou sua varinha e murmurou, "Obliviate!"
oOo
Harry já havia notado a ausência de Draco Malfoy varias vezes aquela manhã. Primeiro, ele não havia tomado café no Salão Principal. Ainda assim, seu grupo de guarda-costas sonserinos havia estado lá, parecendo estranhamente perdido sem a presença do sorriso de desprezo do rapaz. Ron já havia comentado duas vezes sobre como era bom comer o café da manhã sem certas pessoas estarem lá para arruiná-lo. Harry havia permanecido em silêncio, sentindo uma pontada de culpa por concordar, sabendo onde Malfoy realmente estava.
Ele evidentemente também faltou Poções aquela manhã, o que levou a vários murmúrios pelo resto da aula.
"O imbecil provavelmente está ocupado em alguma reunião dos Comensais." O ruivo murmurou sombrio, encarando as profundezas de seu caldeirão.
Hermione resmungou desaprovadora ao último comentário, olhando as instruções escritas pelo professor Slughorn no quadro do outro lado da sala. "Ron, você não deveria dizer esse tipo de coisa quando não há provas-"
"Hermione! É o Malfoy. Eu ficaria surpreso se ele não estivesse recepcionando as malditas coisas…"
Harry sorriu distraidamente do tom indignado do amigo, mas se segurou para não dar sua opinião. Ele queria contar a seus amigos o que havia acontecido na noite anterior, mas as palavras de Dumbledore ainda vagavam por sua mente. O Diretor havia planejado manter o acontecido em segredo, se pudesse, o que certamente seria a melhor solução que Harry podia esperar. Ele com certeza não queria ser aquele a arruinar o plano. A ética de Hermione apenas atrapalharia, e Ron não tinha muito tato para manter um segredo dessa importância por muito tempo.
E assim, Harry passou o dia tentando mudar de assunto toda vez que a ausência de Malfoy se tornava muito obvia.
Foi durante a quarta aula, Defesa, que sua missão auto imposta se tornou impossível. Não apenas Malfoy estava faltando, mas também Pansy, Blaise, Crabbe e Goyle. No meio tempo, Snape andava pela sala num mau humor tão grande que os grifinórios se encolhiam quando ele chegava muito perto.
"Eu sabia!" Ron chiou tão alto quanto sua coragem permitia. "Viu? Eles estão todos se encontrando em algum lugar! É por isso que o resto deles não está aqui! E olhe só Snape! Aposta quanto que ele está morrendo de vontade de se juntar a eles?"
Harry lançou um olhar ao furioso professor, sabendo perfeitamente bem o porquê de ele estar morrendo de vontade de ir se encontrar com o jovem Malfoy.
oOo
Draco acordou com a dor, e ela era indescritível. Ele não conseguia respirar. Não conseguia pensar! Todos os ossos de seu corpo estavam sendo metodicamente quebrados e mudados, colocados de volta nos locais errados. Seu sangue estava queimando, engasgando-o.
E então, tão subitamente quanto havia começado, ela terminou, deixando-o ofegante e tossindo e tentando desesperadamente não chorar.
Ele conseguia distinguir as figuras borradas dos adultos ao seu redor. Três deles. Severus estava lá, parecendo mais pálido que o normal, seus olhos negros arregalados em seu rosto. Madame Pomfrey abaixou-se próxima de sua cama, sua mão segurando a dele. No fundo, ele queria chegar para longe dela, rosnar que a única pessoa que podia tratá-lo assim era sua mãe. Mas ele não podia juntar a energia para se mover, e pode apenas permitir que ela continuasse afagando-o, murmurando consolos inúteis.
A terceira pessoa finalmente se moveu para dentro de seu campo de visão. Remus Lupin o encarou com tristes olhos âmbar, sua figura mirrada menor do que nunca, o desejo de estar em qualquer outro lugar irradiando dele.
A visão de Draco de repente melhorou, se focando apenas no lobisomem. Normalmente, esse era o momento em que comentários ácidos surgiam em sua cabeça. Era sua especialidade; destruir uma pessoa verbalmente. E um Lupin repleto de culpa não poderia ser um alvo mais fácil.
Mas dessa vez era diferente. Ele não queria discutir, ele queria machucar o homem. Ele queria morder, arranhar e ferir até que o Professor sentisse a mesma dor que ele sentia. Ele queria vingança! Ele era o culpado! Por que ele devia estar ali, perfeitamente bem, enquanto Draco estava passando por esse inferno?!
Com sua exaustão esquecida, ele saiu de seu leito em um pulo, se atirando sobre o lobisomem sobressaltado.
Foi Severus quem o pegou pela cintura. Os braços do homem maior se prenderam solidamente ao redor dele, tirando-o do chão. Furioso, ele lutou contra a restrição, chutando e se sacudindo até que ele sentiu os braços de seu padrinho começando a afrouxar o aperto. O tempo todo, seus olhos nunca deixaram Lupin.
Os adultos estavam gritando, mas ele estava surdo para eles. Promfrey estava berrando e Severus chamava seu nome sem parar, freneticamente tentando controla-lo.
Finalmente, o Mestre de Poções fez a única coisa em que conseguia pensar. "LUPIN, TIRA O SEU RABO DAQUI!"
O lobisomem lhe lançou um olhar que poderia apenas ser descrito como apavorado, antes de virar em seus calcanhares e sair da Ala em miniatura que eles estavam usando. A porta bateu atrás dele.
Assim que ele desapareceu, Draco se voltou contra Severus. Ele se desvencilhou de seu padrinho, com um olhar letal. "Não! Traga-o de volta! Traga-o de VOLTA!"
Severus olhou penetrantemente para Poppy, assentindo uma vez. Atrás de Draco, fora de seu campo de vista, ela moveu a varinha e abriu uma das jaulas. Draco não percebeu.
Calmamente, o homem mais velho sacudiu a cabeça para eu afilhado. "Você vai se acalmar nesse instante! Beba aquela poção agora mesmo e pare com essa palhaçada indigna!"
O sonserino rangeu os dentes com raiva, e por um breve segundo as características do lobo já estavam começando a se mostrar. Os caninos aumentaram discretamente, e por um momento, os olhos cinzentos do rapaz ficaram num tom azul pálido.
Severus se forçou a não demonstrar nenhuma reação, apesar da fisgada abrupta em seu estomago. Ele levantou o queixo, determinado a se manter no controle da tensa situação. "A menos que você queira matar a todos nós, ou a você mesmo, você vai beber essa poção agora mesmo!" Ele pegou a taça que havia preparado mais cedo e a empurrou ao adolescente que o encarava com raiva.
Mal humorado, Draco pegou a taça e a cheirou, dobrando o nariz em desgosto. Então, sem uma palavra, ele bebeu o conteúdo, fazendo uma careta enquanto fazia aquilo.
E foi então que a dor tomou conta de seu corpo novamente, com a mesma intensidade de antes. Ele gemeu por dentes cerrados, derrubando a taça no chão de pedra com estrépito, os restos da poção sujando suas calças.
Severus se adiantou enquanto Draco caia, gritando, suas mãos apertando a si mesmo. O professor de Poções segurou seus pulsos, segurando-os juntos e fazendo um feitiço que os prendeu daquele jeito.
"Severus!" Poppy protestou em algum lugar atrás dele. "Isso é realmente - ?"
Ele a encarou e ela sabiamente ficou em silencio. "Você prefere ver ele arranhar valas nele mesmo também?"
"O que esta acontecendo?" Ela perguntou quando se aproximou dele no chão, se abaixando próxima a Draco enquanto ele se sacudia. Juntos eles lutaram para segura-lo.
Severus sacudiu a cabeça. "Eu apenas li sobre isso. A maldição esta se acomodando, mudando seu corpo em preparação para a transformação. É por isso que a primeira lua cheia de um lobisomem é a mais difícil."
"Não tem nada que possamos fazer?" Ela murmurou preocupada quando o rapaz no chão finalmente se aquietou, ganindo. Tristemente, ela tocou seu cabelo num gesto meigo que ela usava com a maioria de seus pacientes.
O professor a olhou franzindo a testa. "Realmente, Poppy. Você o esta tratando como se ele fosse um primeiranista lufo."
Ela recolheu a mão desconcertada.
Suspirando, ele se sentou sobre seus calcanhares, olhando o garoto quase inconsciente a sua frente. "Eu acho que está na hora de prendê-lo. Com Mata-cão ou não, ele vai apenas ficar mais forte, mais furioso agora e mais difícil de controlar de agora em diante."
Ela assentiu e se afastou enquanto Severus levantou seu afilhado cuidadosamente. Ela deu um meio sorriso com a visão, se perguntando se o frio homem com sua língua ácida, sabia o quanto dele mesmo ele estava mostrando naquele momento. Severus Snape não era um homem conhecido por dar amostras de afeição, mas ela conseguia ver isso nele agora que ele levava o sonserino nos braços.
Se livrando desses pensamentos, ela se apressou para ajudar com a jaula.
Continua...
Comentários Aleatórios das Malfoy-Moraine:
Lycanrai diz:
Eu to com peninha do Remus. Imagina o que ta se passando na cabeça dele coitado...
Nanda diz:
E eu do draco. Do Remus também. E o que se passa na cabecinha do Draquinho... sentindo tanta dor
Cy diz:
#rolando os olhos#
Nanda diz:
E devemos admitir que o snape foi meio...fofo nesse capítulo
Cy diz:
Aham xDDD
Lycanrai diz:
Mas convenhamos, o Draco ficou muito mais sexy tentando pular no pescoço do Remus e mandando o Snape trazer ele de volta...
Nanda diz:
E rosnando
Cy diz:
Ui!
Cy diz:
Não vejo a hora do Draco começar a rosnar!
Lycanrai diz:
Nem eu...
Mas nem vou comentar mais nada sobre isso
Nanda diz:
Naum vejo a hora dele e do Pottinho começara interagir
Cy diz:
Geeeeeeeente, imagem mental! :D
Lycanrai diz:
Ai não!!
Lycanrai diz:
#ainda traumatizada com a ultima imagem mental#
Cy diz:
Na hora do 'vamo' ver: Harry gemendo em parseltongue e Draco uivando!
Cy diz:
Ai meu Merlin, me abana!!
Nanda diz:
Ai, que calor!
Lycanrai diz:
Ai meu Merlin...
Nanda diz:
Essa fic está muito boa. Eu quero mais...
Lycanrai diz:
O parsel nem tanto... mas eu AMO quando fazem eles rosnando...
Nanda diz:
Eu sei xD
Cy diz:
Eu AMO Harry gemendo em parsel! xDDD
Nanda diz:
Eu também!!
Lycanrai diz:
Rosnando
Nanda diz:
Parsel
Lycanrai diz:
Rosnando
Nanda diz:
Parsel
Lycanrai diz:
Rosnando
Nanda diz:
Parsel
Cy diz:
Ai meu Merlin... u.u
Notas das tradutoras: Não esqueça! Se deixar reviews e não estiver logado, deixe um e-mail para a resposta.
Nos desculpamos pela demora nas respostas das reviews do capítulo 2. xDDD
Hey, leia também nossa outra tradução, "One Month Stand". Draco vadia é amor. \o/
Esperamos que vocês tenham gostado desse capítulo.
Até o próximo,
Ly e Cy. ;)
