Titulo: O Segredo que nós guardamos

Autora: Sakuri

Tradução: Lycanrai Moraine

Revisão: Lycanrai Moraine e Cy Malfoy

Betagem: Nanda Malfoy

Classificação: M

Disclaimer da autora: Nada aqui me pertence

Disclaimer das tradutoras: Nada aqui é nosso, nem Harry Potter nem essa história. Harry Potter é da tia Joka e a história é da Sakuri, nós apenas traduzimos com a permissão da autora.

Avisos: Slash, relacionamento entre homens, não gosta, não leia.


Solitário

oOo

Apesar dos protestos insistentes de Severus, Draco estava determinado a assistir às aulas naquele dia. Ele nem ao menos deu uma explicação a seu padrinho, duvidando que o Professor fosse realmente entender.

Na verdade, lhe ocorreu que se ele passasse mais tempo ocupado se concentrando nas aulas, significaria menos tempo pensando sobre... Bem... Outras coisas.

No fundo – por baixo da arrogância e fachada debochada – por baixo da determinação de passar por tudo isso – havia apenas uma crescente negação. Draco ainda precisava sentar e pensar direito nas coisas, e isso ainda demoraria algum tempo se ele pudesse evitar.

Se ele pensasse, seria real.

E então, ele apareceu para a primeira aula apenas quarenta minutos atrasado. Assim que voltou ao mundo real, o loiro foi encurralado por colegas e professores que lhe atiravam notas e matérias perdidas. Ele estava achando muito bem vindas as perguntas indiscretas e as perturbações normais dos trabalhos complicados passados pelos professores. Ele queria se perder nos problemas sem importância de um dia comum.

Suas três primeiras aulas – Transfiguração, Runas Antigas e Feitiços – passaram sem nenhum incidente maior. Ele se concentrou mais do que nunca, ouviu atentamente e anotou pedaços de informações furiosamente. Quando o horário de almoço chegou, Draco comeu silenciosamente, ignorando os sonserinos preocupados ao seu redor, e depois se apressou para encontrar Severus, que lhe mostrou seu novo quarto. Era guardado pelo retrato de Lilith, a Feiticeira, uma mulher de cabelos escuros que lhe lançou olhares de 'venha cá meu bem' enquanto ele passava. Após vinte minutos arrumando seu novo espaço exatamente como gostava, ele votou a correr para atender a Poções.

Não tendo encontrado com os outros sonserinos no fim do almoço, e por estar mais próximo das salas de aula do que o resto de seus colegas de casa, Draco se encontrou na posição incomum e lamentável de estar sozinho nos corredores do castelo. Infelizmente, pois quando virou em um corredor para a aula de Slughorn, ele de repente se viu encarando as costas de aproximadamente vinte Grifinórios, Ron Weasley a frente deles.

Houve um grande momento de silêncio, até que o ruivo falou corajosamente. "De volta da convenção de Comensais da Morte, Malfoy?"

O loiro estreitou os olhos, contrariado. "Sai fora, Weasley."

O rapaz esguio deu alguns passos à frente, se distanciando dos outros. "Voltou rápido, hmm... qual o problema? Você-Sabe-Quem te acertou com Crucio vezes demais?"

"Ron, pára com isso." E lá estava Potter, bancando o herói, chegando na hora certa de levar embora o Weasel grande e mal. Os lábios de Draco se curvaram.

O ruivo o ignorou de qualquer forma. "Ou talvez seja só por que seus guarda costas não estão aqui. Não é tão durão sem eles, é?"

Ficando muito, muito cansado dessa discussão em particular, Draco fez seu melhor olhar de 'caia-morto-ou-eu-vou-fazer-com-que-caia'. "Você ficaria surpreso, Weasley. Agora, se sabe o que é melhor pra você, escute o seu Garoto Dourado e me deixe em paz." Enfatizando as palavras, ele passou pelo outro rapaz, empurrando-o.

O rosto sardento do ruivo se torceu numa careta e sua mão procurou a varinha.

Percebendo o movimento, Draco se virou rápido, já com o pedaço de ébano que formava sua própria varinha na mão.

"Expelliarmus!"

Os dois garotos se viraram para encarar incredulamente Harry, que havia gritado o feitiço, e agora segurava as duas varinhas em sua própria mão. Ele apenas piscou de volta para os dois.

"Potter!" O sonserino disse com desgosto, incapaz de esboçar qualquer outra reação.

Similarmente, Ron apenas murmurou, "Harry!"

O Grifinório moreno rolou os olhos, encarando o amigo. "Eu preferiria se você não passasse outro dia vomitando vermes, Ron. Aqui." Ele calmamente devolveu a varinha, encarando-o ameaçadoramente até que ele voltou mal humorado ao grupo de alunos.

Harry praticamente fez um show para devolver a varinha de ébano para Draco, empurrando-a no peito dele. Enquanto fazia isso, ele se inclinou para frente e sussurrou rapidamente, "Seus olhos! Baixe seus olhos!".

Por um segundo, o loiro o encarou de volta perplexo antes que o entendimento o atingisse. Instantaneamente – e pela primeira vez na vida – ele fez o que Potter disse, silenciosamente se amaldiçoando.

Certamente, usando a ponta de sua língua, ele pôde sentir as pontas levemente proeminentes de seus dentes, e sabia que o cinza escuro de seus olhos devia ter mudado para o pálido azul claro que Severus havia mencionado.

Era seu temperamento. Os sinais estavam aparecendo por que ele estava chateado. Merda, isso ia ser impossível.

oOo

Quando as aulas acabaram, Draco se encontrou com o dilema de explicar aos seus colegas de casa exatamente porque ele não iria mais ficar no dormitório.

"Uhm, Draco?" Blaise começou a conversa enquanto descia as escadas para a Sala Comunal, tendo simplesmente largado sua mochila sobre sua cama. "Tem algum motivo para todas as suas coisas terem sumido?"

Pansy, que estivera tagarelando despreocupada sobre alguma coisa, ficou rapidamente quieta e se virou para olhar o loiro.

Draco rapidamente lembrou da história que havia criado em sua cabeça. A mentira prática que Dumbledore o havia entregado chegando facilmente a seus lábios. Ele sorriu malicioso, todas as suas ações gritando 'eu sou melhor que vocês'.

"Meu pai acha ridículo um garoto da minha idade dividir um quarto. Especialmente um Malfoy. Ele convenceu o diretor a me dar meu próprio quarto."

Blaise levantou uma sobrancelha impressionado e deixou escapar um assobio baixo, enquanto Pansy subitamente adquiriu um ar analisador. "Imagine a privacidade..." Não se preocupando em disfarçar, ela olhou Draco de cima a baixo sugestivamente e lhe piscou.

Ele rolou os olhos, acostumado à paquera. "Sim, muito sutil, Pansy."

Ela riu. "Quem quer ser sutil?"

Blaise se deixou cair em uma cadeira perto do fogo, um livro aberto sobre seu colo. Ele olhou para Draco e perguntou. "Hey, você vai continuar vindo aqui na sala comunal, não vai?"

O loiro riu. "Óbvio. Eu não sou um eremita, Blaise." Sacudindo a cabeça, ele se sentou à mesa mais próxima e deixou sua mochila sobre ela, pretendendo terminar ao menos uma tarefa.

Pansy o encarou. "Você vai fazer a lição agora? A aula terminou há dez minutos!"

Ele deu de ombros e respondeu defensivamente. "Eu tenho muito que fazer"

"Nerd." Ela acusou, rindo.

Draco piscou surpreso, sem palavras por um momento. Aquilo, ele tinha que admitir, era raro. "Eu não sou nerd!" Ele finalmente conseguiu dizer.

Ela levantou uma sobrancelha. "Que seja. Nos avise antes de ir embora hoje à noite, ok?" E com isso, ela desapareceu para o dormitório feminino, deixando Draco encarando o lugar onde ela esteve e Blaise tentando esconder seu divertimento com a situação.

oOo

Eventualmente, é claro, ele não podia mais adiar. Se despediu dos outros e saiu da Sala Comunal Sonserina, caminhando pelos corredores desertos das masmorras em direção ao seu novo quarto. Lilith, o retrato, o olhou, e ao invés de pedir a senha - "Draconis" - abriu passagem para ele.

Entrar no cômodo o fez tremer. A única impressão de seus novos aposentos que teve um impacto sobre ele... foi o silêncio. Era tão quieto, tão vazio. Ele estava acostumado com barulho e atividade, acostumado a conversas constantes, não importando se eram boas ou ruins.

Se adiantando, ele retirou as vestes da escola, jogando-as de qualquer maneira sobre o encosto do sofá. Dando uma olhada ao redor, o sonserino já ia entrar no quarto quando a viu.

A mesma taça da noite passada estava sobre a mesa de centro, o líquido em seu interior borbulhando suavemente. Draco parou. Como um pesadelo, ele tinha praticamente esquecido que aquilo existia até ser confrontado por ele.

Sua presença, mais do que qualquer outra coisa, foi o que fez com que tudo abruptamente o acertasse. Era isso. Essa era sua vida agora. Ele tinha que viver longe das pessoas, confinado em quartos separados e preso ao segredo. Ele nunca poderia dizer a ninguém, claro. Ele teria que viver sozinho em algum lugar pelo resto de sua vida, não confiando em ninguém para que não pudessem arruíná-lo se descobrissem. E essa poção... Ele tomaria essa poção para sempre.

O loiro se sentou pesadamente, a taça nas mãos, olhando para o nada. A visão de seu próprio futuro o estava cegando.

Severus havia prometido que a segunda transformação não seria tão ruim quanto a primeira – e devia estar falando a verdade, ou Draco nunca teria sido liberado da Ala Hospitalar – mas mesmo assim, o loiro podia sentir um começo de medo surgindo. Ele não queria fazer isso de novo. A frase parecia infantil em sua cabeça, e era, mas não podia evitar. Ele simplesmente não queria passar por aquilo de novo.

E o fato de ser algo inevitável era o que o estava machucando.

Nunca em sua vida Draco encontrou alguma coisa que não pudesse mudar. Se ele não gostava de algo, era mudado. Se alguma coisa quebrava, era concertada. Ele era Draco Malfoy, o babaca mimado do século! Ele deveria poder concertar isso!

O relógio badalou de repente, assustando-o. Draco o olhou, vendo que ainda teria aproximadamente meia hora até o pôr do sol. Se abraçando para enfrentar o gosto, ele levou a taça até a boca e rapidamente bebeu a poção.

Então, tenso, se levantou do sofá e fez seu caminho até o quarto. Uma vez lá, ele se despiu rapidamente e jogou sua camisa e calça no guarda roupas espaçoso que havia a um canto. Não colocou seu pijama, sabendo que ele iria apenas rasgar nos próximos minutos se o colocasse.

Tremendo no ar frio, ele foi até a cama e se deitou. Seus movimentos eram lentos, mas ele se forçou a puxar as cobertas e se enfiar debaixo delas.

Ali, ele se enrolou e esperou pela lua, desejando inutilmente que pudesse estar de volta aos dormitórios da Sonserina, ouvindo as besteiras de Pansy e os murmúrios pacientes de Blaise.

oOo

Hermione suspirou e mordeu o próprio lábio. Por um tempo, ela pensou que Harry estava voltando ao normal. Ele havia estado mais presente nos últimos dois dias, e muito menos emburrado com todos eles. Até havia tomado a iniciativa de acabar com uma briga entre Ron e Malfoy, ao invés de ficar furioso demais e se juntar a eles! Isso, com certeza, tinha que ser um bom sinal.

Mas agora… na última hora, ela havia observado sem poder fazer nada enquanto ele se fechava novamente. No meio de uma partida de xadrez com Ron, Harry parecia ter simplesmente perdido o interesse. Não apenas no jogo, mas neles. Ele havia ficado quieto e simplesmente parou de responder quando falavam com ele. Hermione não achava que o garoto os estava ignorando de propósito – ele apenas não os estava ouvindo.

E assim o rapaz permaneceu sentado olhando para a entrada do retrato na parede da Sala Comunal sem emitir uma palavra. Hermione sabia o que iria acontecer antes mesmo que ele abrisse a boca para falar.

"Eu vou dar uma volta." Ele murmurou finalmente, se levantando.

Ron o olhou franzindo a testa. "Harry, cara, já passou do toque de recolher. Você sabe que eu sou sempre a favor de quebrar as regras, mas..."

O outro rapaz deu de ombros. "Eu vou levar a capa de invisibilidade."

Seus amigos trocaram olhares resignados e um pouco ansiosos.

"E o mapa," ele completou, "se isso faz vocês se sentirem melhor."

oOo

Harry queria, desesperadamente, ficar sozinho. Como das outras vezes, o desejo de se isolar havia surgido de repente. Então agora ele caminhava pelos corredores desertos do castelo, invisível sob sua capa e olhando intensamente o Mapa do Maroto.

A essa hora da noite, os nomes no pergaminho estavam todos juntos. Havia um grupo na Sala Comunal da Lufa-Lufa e em seus dormitórios, no segundo andar, e um na Corvinal, um andar acima deles. Seus próprios colegas de casa estavam todos reunidos na torre da Grifinória, e os sonserinos bem abaixo, nas masmorras.

A maioria dos nomes dos professores estava na área onde Harry acreditava que eram os quartos dos funcionários, exceto por Snape – que, até onde Harry sabia, se recusava a ficar muito tempo em qualquer lugar que não fosse seu precioso laboratório de poções – e o Diretor, que estava em seu escritório. Filch, ele reparou, no momento estava passeando pela torre de Astronomia. O único outro nome que estava sozinho no mapa era o seu próprio. E –

Harry piscou surpreso. Talvez fossem os seis anos de hábito, mas ele instantaneamente começou a suspeitar assim que viu as letras pequenas formando o nome Draco Malfoy solitariamente um pouco antes das masmorras. Sua mente formou suas próprias conclusões em questão de segundos, trazendo a tona idéias já prontas sobre Sonserinos, espiões e pais Comensais da Morte, como Lucius Malfoy. O que o Malfoy estava fazendo lá em baixo sozinho? Por que-?

E então ele parou, sacudindo a cabeça pela sua própria paranóia e sentindo uma pontada de culpa, além de sentir-se bastante burro.

Naquela mesma manhã ele esteve no escritório do diretor ouvindo-o fazer arranjos especiais para Malfoy ter seu próprio quarto. E não apenas isso – a essa altura, ele já deveria saber bem o porquê de estarem fazendo aqueles arranjos para o sonserino!

Mentalmente se batendo, ele guardou o Mapa e caminhou rapidamente para longe da torre da Grifinória.

oOo

A Sala Precisa havia sido bastante útil no ultimo mês, nos momentos em que havia sido impossível ou inconveniente ficar na beira do lago. Era um lugar perfeito que ele poderia utilizar para ficar sozinho, e ninguém iria encontrá-lo – o que era extremamente conveniente, já que ele sabia muito bem que Ron e Hermione o haviam seguido mais de uma vez numa tentativa de descobrir o lugar onde ele se escondia.

O rapaz não sabia por que eles estavam tão preocupados. Todo mundo poderia pensar que ele voltava cheio de cortes nos pulsos ou algo ridículo como aquilo. Mas ele não estava se machucando, usando drogas e nem deixando suas notas caírem! Não havia nada de errado com ele, a não ser a necessidade ocasional de apenas... ir embora. Teria sido bom se eles aceitassem isso...

Suspirando, ele entrou na Sala e saiu debaixo da capa. O local havia se transformado em uma espécie de quarto. Uma cama ficava no centro, embora não estivesse decorada com as cores da Grifinória, mas sim com cobertores escuros e antigos. Na verdade, a maioria da decoração era escura e antiga. Era praticamente uma copia de seu quarto em Largo Grimmauld.

Realmente, Harry pensou, Hermione não tinha motivos para desaprovar o que ele estava fazendo. Ela provavelmente o encorajaria se soubesse. Isso era trabalho extracurricular, afinal de contas.

Deitando na cama, ele pegou o livro, que ainda estava exatamente onde o havia deixado, e deu uma rápida olhada pelo titulo enquanto se ajeitava na cama. Na capa lia-se 'Encontrando seu Animagus interior'.

Ele já havia passado da metade agora. Seu progresso era lento, já que ele lia e relia capítulos inteiros enquanto tentava completar cada etapa das instruções que o livro dava. A essa altura, ele achava que já sabia qual seria sua forma, e precisava ter certeza de manter aquela idéia na cabeça enquanto passava pelas etapas do resto do livro.

E assim ele leu avidamente, parando apenas em alguns momentos para absorver melhor alguns tópicos e para clarear a visão quando ela começava a embaçar. Algumas vezes, durante esses momentos, seus pensamentos se desviavam para o único outro aluno que estava sozinho há essa hora, e ele se perguntava se o recém amaldiçoado lobisomem estava gostando da solidão tanto quanto ele.

Continua...


Comentários Aleatórios das Malfoy-Moraine:

Nanda: A frase desse capitulo foi: Draco fez seu melhor olhar de 'caia-morto-ou-eu-vou-fazer-com-que-caia'

Nanda: A-d-o-r-e-i

Ly: O Draco é foda

Nanda: Muito foda

Ly: Eu quase anotei isso pra usar numa oportunidade futura

Cy: Eu achei a do Ron bem melhor. u.u

Nanda: Nem vem, Ci. O Ron foi repetitivo, como sempre. As tiradas do Draco sempre são ótimas.

Cy: Que eu saiba o Draco só disse "Sai fora, Weasley" (como sempre)... O 'caia-morto-ou-eu-vou-fazer-com-que-caia' foi a descrição do olhar dele. u.u

Ly: O Ron na verdade tá apaixonado pelo Draco, viu a obscessão?

Cy: O RON AMA A DRAQUETEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEE

Nanda: Tadinho... o Draco não quer ele nem pintado, nem se ele desenhar uma raio da testa

Ly: É claro que quer

Cy: \o\

Nanda: Quer nada, Ly, fica quieta.

Ly: Não viu a indignação dele quando o Harry interrompeu uma briga que obviamente acabaria em sexo selvagem?

Cy: Aham, e em emparedadas, é claro!

Ly: É, sexo selvagem na parede.

Nanda: Claro que não! Vocês sonham demais, minha nossa...

Nanda: #dando as costas#

Ly: Cy, ela deu as coxxxxtaxxxx.

Cy: Ax coxtax carioca dela. xD

Nanda: Ly, você tá com medo de ir dormir no sofá??

Cy: Hey, só quem manda a Ly ir dormir no sofá sou eu, cara. E por esse comentário, ela merece uma molestada. #molesta#

Ly: #sendo alegremente molestada#

Nanda: Então, isso mesmo que eu disse... Ela só está defendendo o Ron com medo de você mandá-la dormir no sofá

Ly: Não não não... a amoreca não me mandaria pro sofá se eu discordasse... (eu acho)

Cy: u.ú


Notas das Tradutoras:

- Lembram que o último capítulo não tinha sido betado porque a Nanda estava sem pc? Pois é, agora ele foi. Nós já substituímos, para o caso de alguém querer reler ele betadinho. :)

Wheeeeeeeeeeeeeeeeeeeee! Mais um capítulo super super!! \o/

E quanta coisa, não? O quarto novo do Draco, a tensão sexual dele com o Ron #desvia do Avada da Nanda#, e é claro, o Harry lendo livros sobre Animagia... O.o

Ohohohohohoho. O que será que esses caras vão empared- digo, aprontar no próximo capítulo??

Vocês viram? Vocês viram? Vocês viram que a gente respondeu a todas as reviews no prazo certo? #orgulhosas#

Obrigada a todos que leram e comentaram. Tomara que tenham gostado desse capítulo também. :)

Domingo que vem tem mais. \o/

Beijos

Ly e Cy