Antes da fic, leiam os avisos, por favor. ;)
Autora: Sakuri
Tradutora: Lycanrai Moraine
Revisão: Cy Malfoy e Lycanrai Moraine
Betagem: Nanda Malfoy
Pares: Draco e Harry; Snape e Lupin
Classificação: M
Disclaimer da autora: Eu não possuo nada nem ninguém.
Disclaimer das tradutoras: Nada aqui nos pertence, nem Harry Potter, nem essa historia. Harry Potter é da JK e essa historia é da Sakuri. Nós apenas a estamos traduzindo com a permissão da autora.
Avisos: SLASH! Relacionamento entre dois homens. Não gosta, não leia. Mas se gosta, aproveite.
Notas: Werewolf!Draco
Capitulo 19: O Desafio
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Harry não podia acreditar que ele estava naquela situação. A situação de 'implorar' através de um retrato por um lobisomem amuado.
"Pelo amor de Deus, Malfoy! Saia logo daí!"
"Foda-se, Potter! Talvez eu tenha coisas melhores pra fazer!"
"Você não tem! Você não tem nada além de ficar deprimido por semanas."
"E daí?! Eu mudei de idéia. Eu não quero fazer nada com o seu Fã Clube."
Prestes a deixar uma fileira de insultos escapar, Harry forçou-se a parar. Isso era inútil e não o levaria a lugar nenhum. Uma solução mais efetiva seria no mínimo confrontar o loiro cara a cara.
"Lilith, você pode, por favor, me deixar entrar?" ele perguntou à pintura polidamente, sorrindo em boas maneiras.
"Não se atreva - "
Tarde demais. O retrato girou para frente, rindo bobamente para si mesma. Um sonserino furioso foi deixado em sua esteira, quadril atirado para um lado e mão descansando ali arrogantemente. Harry mal repreendeu uma risada abafada, tentando se lembrar da última vez que vira uma pose tão afeminada.
Seu divertimento morreu quando o loiro o cutucou no peito com um dedo pontudo. "Eu apreciaria se você parasse de explorar seu estranho relacionamento com meu retrato, Potter!"
Harry rolou os olhos. "Que seja. Nós tínhamos um acordo."
Malfoy deu de ombros. "Como eu disse, mudei de idéia."
Arremedando o irritante show de indiferença, o grifinório replicou, "E daí? Você ainda tem de aparecer, então você poderia muito bem fazer algo útil ao menos uma vez."
O sonserino sorriu desdenhoso. "Não vejo por quê."
Finalmente perdendo a paciência, Harry agarrou as vestes do outro e o puxou forçosamente pela sala. Por entre dentes cerrados, ele resmungou, "Feche os olhos e pense na Inglaterra, não me importo, apenas venha!" antes de arrastar o altamente indignado loiro na direção certa.
"Tire as mãos de mim, Potter! Estou dizendo, tire as drogas das mãos de mim! Eu não vou fazer isso! Não vou! Eu –"
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"- não acredito que estou fazendo isso…"
Harry suspirou e lançou um olhar exasperado na direção do sonserino, que já tinha calado a boca. Do momento que eles chegaram à Sala Precisa, sozinhos por enquanto, ele tinha fixado os olhos numa escrivaninha convenientemente colocada– mas não era tudo conveniente naquele lugar? – e empoleirado-se nela, cruzando as pernas sob ele e apoiando o cotovelo em seu joelho. Amuado.
Sua varinha era segura folgadamente pela que não sustentava seu queixo, formando preguiçosos círculos no ar que faziam anéis de fumaça saírem pela ponta. Um olhar entediado acompanhava seus progressos.
Novamente, Harry deu as costas a ele, terminando suas passadas. Eles estavam esperando a chegada do resto da AD, e Harry estava nervoso. Ele sabia que aquilo não terminaria muito bem. Alguns deles poderiam até sair do grupo, e aqueles que ficassem seriam, no mínimo, desacreditados da situação inteira. Afinal de contas, ele estava, de fato, aliando-se a Malfoy. Ele estava confiando no idiota estúpido, até mesmo contando com ele. Ele não podia realmente culpar seus amigos por estarem céticos, podia? A idéia era ridícula, quando ele pensava naquilo -
Mas não, ele parou a si mesmo de seguir por aquela trilha, antes que tivesse segundos, terceiros ou até mesmo décimos pensamentos...
"Você não pode sentar quieto?" o sonserino falou arrastadamente, o encarando. "Está me deixando tonto."
"Todos eles vão odiar a idéia," ele atirou de volta, completamente irrelevante ao que o loiro tinha dito.
Draco zombou. "Sim, bem, eu posso ver como fazer um buraco no tapete vai fazer eles amarem isso…"
"Você vive para ser inútil...?"
"Eu tento."
O grifinório suspirou e ergueu uma mão para esfregar os olhos cansadamente. "Eu nem ao menos contei a Ron e Hermione..."
Olhos cinza rolaram em irritação. "Merlin, Potter, você está fazendo tempestade em copo d'água. Confie em mim, a única parte do seu grande discurso que eles ouvirão ou se importarão é aquela onde eles vão poder me azarar em nome do 'treinamento'. Eles adorarão você ainda mais do que adoram agora, e se perguntarão qual novo espetacular talento você usou para me fazer concordar com isso..."
"Hum, talvez."
O sonserino fez alguns sons de repúdio e voltou a assistir seus anéis de fumaça.
Eles ficaram em silêncio por alguns momentos, antes de Draco meditar inocentemente, "Bem, ou isso... ou eles pensarão que eu lancei um Imperio em você. Weasley irá me atacar, você, sendo o herói, irá pular em minha defesa, e todos nós cairemos numa chuva de maldições... Mas, você sabe, torça pelo melhor e tudo mais."
"Ai, Deus..."
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Draco nunca tinha sido bom em Adivinhação, e Harry supôs aquilo era bom. Ambas de suas 'predições' foram inexatas. Primeiro, Harry duvidava que toda a sua audiência pudesse adorá-lo, muito menos agora. E segundo, Seamus e Ginny tinham se atirado em Ron antes mesmo que o ruivo chegasse muito perto do sonserino, então a chuva de maldições também tinha sido evitada.
Por pouco.
Agora, Harry olhava vulnerável para sua hostil audiência. Malfoy, sempre inútil, sentava-se próximo da beirada da mesa, uma perna balançando indolentemente enquanto ele examinava suas unhas, parecendo inconsciente do que estava acontecendo a sua volta – embora ele tenha se sobressaltado quando Ron saltou sobre ele. Como se para remendar aquele leve escorregão no decoro, ele tinha passado os minutos seguintes tendo certeza de que todos que tinham visto ele percebessem sua clamorosa falta de preocupação. Ele sentou-se seguramente atrás de Potter, protegido, a maior parte do tempo, das azarações presas nas línguas dos grifinórios.
"Com certeza Dumbledore não pode ainda esperar que ele fique aqui!" Hermione protestou, talvez pela terceira vez. "Não depois do que aconteceu, quero dizer..."
Harry suspirou. Ele estava finalmente chegando ao ponto, percebeu, e esta era a parte em que perderia todo o apoio de que precisava. Ainda assim, isso tinha que ser feito.
"Malfoy não está aqui porque o diretor mandou. Bem... não apenas por isso. Eu pedi que ele viesse."
Hermione parecia não poder responder àquilo e, próximo a ela, Ron grunhiu e cobriu os olhos. "Harry, parceiro, você está me matando aqui!" Enquanto isso, o resto da AD começava a murmurar preocupadamente um com o outro.
O sonserino ergueu uma mão como se eles estivessem em aula, e chamou, "Só pra deixar claro, eu estava disposto a nunca mais ver suas caras."
"Cale a boca, Malfoy," Harry resmungou cansadamente, entretanto ele não estava surpreso. O sonserino tinha ido até lá determinado a não cooperar. Pelo resto da reunião, ele tentou falar calma e concisamente, aderindo-se ao seu papel de líder. "Eu percebi... bem, que isto não é uma decisão popular, no momento, mas eu acho, se vocês me ouvirem, que entenderão que... bem, que -"
"Oh, tome uma atitude, Potter!"
Harry virou-se para o loiro, olhos verdes estreitos.
Malfoy não pareceu se perturbar. Ele finalmente se dignou a se mover, pulando levemente da mesa e espanando uma poeira imaginária de sua jeans de marca. Tinha sido um choque descobrir que o sonserino possuía mais de uma peça de roupa trouxa, entretanto menos surpreendente do que notar que elas eram tão caras quanto qualquer uma de suas vestes.
Eles se encararam por um momento, o sonserino com o quadril inclinado para um lado e braços cruzados, o grifinório com os punhos fechados ao lado de sue corpo.
"Ninguém estava falando com você," Harry rosnou.
"Bem, se alguém tivesse algum senso, eles estariam. Seu usual discurso inspirador está um pouco gasto. Diga a eles o básico e vamos logo com isso! Que tipo de professor é você...?"
O grifinório franziu o cenho. "O quê?"
"Quando foi a última vez que você ouviu o Professor Snape gaguejando, porque ele pensou que nós poderíamos não gostar de uma particular lição?"
"Você está me comparando com Snape?"
Malfoy riu zombeteiro. "Você não é nem de perto bom o bastante, Potter. Oque eu quero dizer, é que você é – aparentemente – o professor aqui." Seu ceticismo era óbvio. "Pelo amor de Merlin, mostre alguma autoridade, apesar do pensamento me assustar."
"Eu não vou obrigar que eles me escutem -"
"Você não deveria obrigar! Você deveria esperar que eles ouvissem!" O sonserino balançou a cabeça em exasperação. "Não é suposto que você seja amigo deles agora, Potter. O problema é porque você precisa de mim, em primeiro lugar. Merlin, você quase morreu semana passada porque estava sendo amigo deles, correndo em suas defesas ao invés de ser o duelista!"
Draco não sabia que tinha ficado tão perturbado com o assunto até perceber que estava gritando.
Harry olhou para ele, então de volta pra os outros. "Malfoy –"
Hermione, de repente, deu um passo à frente, se aproximando do par um tanto relutante. "Harry, é realmente necessário a presença dele aqui?" Não foi crítica, dessa vez, mas uma pergunta genuína. Ela o olhava solenemente.
Ele pensou sobre todas as suas justificativas e argumentações. Por mais frio que isso soasse, ele precisava que seus amigos ficassem assustados. Ele precisava levar tudo aquilo seriamente, ao invés de pensar naquilo como um grupo social. Eles precisavam entender que Comensais da Morte não usariam feitiços como Expelliarmus e Wingardium Leviosa. Malfoy podia mostrar isso a eles. Ele era o mais próximo que eles tinham de um bruxo das trevas, e Harry pretendia usar aquilo de todas as formas.
"Sim."
Ela o olhou por mais um momento ou dois, antes de assentir decisivamente. "Certo. Eu realmente odeio ter que concordar com Malfoy, mas nós pedimos para você nos ensinar. Nós devemos confiar em você." Seus olhos escuros caíram no sonserino, tornando-se frios. "Mas ele deve saber oque esperar se tentar te amaldiçoar novamente."
Malfoy sorriu afetado, fazendo um show em olhar para ela de cima a baixo, quase como se a estivesse checando. "Segure seus cavalos, Granger. Potter ainda não contou a parte divertida."
Ela piscou, voltando-se para Harry. "Do que ele está falando?"
Mais uma vez, o sonserino falou antes que o assunto pudesse ser aberto discretamente, sua voz arrastada eufórica. "Eu não vou estar mirando no seu Menino de Ouro desta vez. Eu vou mirar em todos os outros." Seus olhos brilharam perigosamente, e Harry poderia ter pensado que ele estava apenas interpretando sua parte se não fosse pelo glimpse de branco-gelo. O grifinório estremeceu, e tentou não duvidar de sua decisão novamente.
"Você fique longe dela, seu idiota!" Temperamento voltando à vida, Ron de repente ergueu-se contra o loiro.
Draco encontrou seus olhos diretamente, e respondeu, "Morto."
A raiva do ruivo balançou por um momento, para ser substituída por confusão. "O quê?"
Harry já tinha visto o movimento, e não o tinha parado. Agora, ele silenciosamente observava a cena que se tornava óbvia para todos que estavam assistindo. A varinha do sonserino, que estava guardada em um bolso segundos antes, estava agora apontando do quadril para o centro do peito de Ron.
"Morto, Weasley. Se isto fosse real, você estaria morto." Calmamente, ele abaixou a varinha e olhou por cima do ombro para Harry. "Cheguei aqui a tempo, Potter. A Armada de Dumbledore está fora de forma." Ele estava sorrindo abertamente.
O grifinório suspirou e – o que estava se tornando um hábito – colocou-se entre seu melhor amigo e o enfurecido sonserino. Ele falou para seu público com crescente confidência. "Este é o porquê de ele estar aqui. Malfoy diz que eu ajo como um amigo ao invés de professor, e ele está certo. Eu não posso ensiná-los a ter medo de mim quando nós duelamos. Ele sim. Ele pode mostrar a vocês o que é uma ameaça real, assim como ele acabou de fazer com Ron."
Eles o estavam encarando com apreensão. Ron, ainda confuso pelo que tinha acontecido a ele, piscou silenciosamente. Somente Hermione vestia uma vaga expressão de encorajamento. Ela olhou para seu amigo com os olhos arregalados, percebendo, talvez pela primeira vez, o quão sério ele estava levando tudo aquilo. Draco estava sorrindo torto.
Harry continuou. "Se vocês estão aqui por brincadeira, sintam-se livres para sair. Eu não vou segurá-los, entretanto o contrato de Hermione ainda estará valendo. Se... se vocês realmente estão aqui para prepararem-se contra o que está vindo, Malfoy pode ajudar. Irá ajudar."
Na primeira fileira da AD, Neville e Ginny o olhavam com um quê de admiração. Neville nunca tinha ouvido o tímido, gentil garoto com quem ele dividiu o dormitório por seis anos falar com tanta convicção e paixão. E em defesa de Malfoy, de todas as pessoas...!
Não, não de verdade, ele pensou segundos depois. Harry estava lutando pelo bem da AD. Ele pensava que essa era a coisa certa a fazer, obviamente. E Neville nunca tinha confiado em ninguém mais do que ele confiava em Harry. Apesar do fato de que somente o professor Snape e sua avó o assustavam mais do que Draco Malfoy, ele se encontrou assentindo silenciosamente ao lado de Ginny.
Ninguém se moveu, e Harry lutou contra a urgência de suspirar aliviado. Eles não o estavam abandonando. Eles confiavam nele.
O sonserino girou a varinha entre seus dedos aristocráticos. "Certo, Potter, quem eu devo amaldiçoar primeiro?"
Ondas de alarme correram em volta dos estudantes, e Harry teve que fechar os olhos em exasperação. Ninguém disse que Malfoy faria aquilo fácil...
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De alguma forma, Draco estava certo quando disse que a AD aceitaria de bom grado a chance de azará-lo com tudo oque eles tinham. Embora hesitantes no início, a segurança e o ressentimento de anos de perseguição tinham aparecido logo. Draco tinha vagado pela sala, assistindo os outros duelarem, e eventualmente escolhendo um ao acaso. Às vezes ele avisaria a pessoa, às vezes não, antes de lançar um feitiço. Duas vezes ele pegou Weasley pelas costas com feitiços particularmente maliciosos, que Granger tinha corrido para desfazer. Na terceira vez, para sua surpresa, o ruivo tinha se desviado com sucesso, antes de retaliar com algo que Draco ficou grato em ter abaixado a cabeça.
Mas a maioria das vítimas eram inúteis. Longbottom, quando deu de cara com a ponta de sua varinha e a intenção de causar danos, ao invés de apenas rebater, tinha na verdade choramingado e atirado as mãos sobre a cabeça. Draco então teve o coração de não completar a maldição. Ele simplesmente se afastou com um sorriso desdenhoso, rolando os olhos.
Na maior parte, ele tinha apenas avaliado os outros estudantes, tentando ver o quanto de magia Potter tinha conseguido ensinar a eles. Weasley e Granger, ele odiava admitir, eram os melhores de todos. Surpreendentemente, a Weaselette e a Di Lua Lovegood não eram ruins. Mas, depois disso, o nível de talento tinha caído rapidamente.
Eles eram inocentes, todos eles. Nublados e desacordados para qualquer coisa que ocorria a sua volta. Ele se lembrou com fresca convicção do porquê ele sempre tinha desprezado aquelas pessoas. Merlin, ele era mais acordado que eles com nove anos! Seu pai tinha se assegurado disso, e aquilo era alguma coisa. No mínimo, ele podia ser grato por isso.
Então, não foi com as maiores esperanças que Draco olhou para o futuro. Ele estava preso, ensinando esses débil-mentais que provavelmente dariam uma olhada num duelo real e colocariam o rabo entre as pernas. Potter era inocente se ele acreditava em outra coisa qualquer, lutando numa batalha perdida se achava que ele podia mudar isso.
Draco teria certeza de fazer o grifinório saber isso quando o encontro acabasse, colocando em voz suas cínicas opiniões persistentemente.
" ...e não me faça começar com Longbottom! O que você espera que eu faça?! Eu não sou um milagreiro! O panaca guinchou para mim. Guinchou, Potter."
Harry suspirou. "Ele não guinchou. E eu acho que ele reagiu bastante rápido..."
"Ele reagiu abaixando a cabeça! Que bem isso pode fazer?!"
Eles estavam caminhando ao longo do correndo, se afastando da Sala Precisa, os últimos dois a saírem. Já passava das dez e a maioria dos alunos estavam em seus dormitórios agora.
"É aí que você entra," o grifinório apontou. "Se você conseguir fazer Neville Longbottom te olhar nos olhos e murmurar uma maldição decente, seu trabalho está feito."
O loiro zombou. "Você notou que eu não pretendo fazer isso pelo resto da minha vida? Porque isso é o tempo que vai levar para algo assim acontecer."
"Apenas... tente não o aterrorizar tanto."
"Este é um desafio ainda maior..."
Eles estavam se aproximando da junção onde as escadas levavam para a torre da Grifinória acima e para o dormitório de Draco abaixo. Sem aviso, Harry se sentiu desconfortável. Por alguma razão, ele de repente se encontrou pensando No Sonho, e pela sua vida ele não conseguia tirar aquilo da cabeça.
"Assim como você sabe," o loiro estava tagarelando, "na próxima vez eu posso fazer isso sem você invadindo meu quarto e me arrastando -" Ele parou, olhando curiosamente para o grifinório. "Potter?"
Harry percebeu como ele devia estar parecendo. Com o desagradável pensamento sobre O Sonho, ele tinha sentido seu rosto esquentar em embaraçamento e estava completamente incapaz de encontrar os olhos cinza. Ele tinha até mesmo colocado alguma distância entre eles.
"Eu vou, hum, vejo você amanhã, acho. Na aula, quero dizer." Ainda sem erguer os olhos do de repente interessante chão, ele praticamente voou pelas escadas acima. Apenas quando alcançou o topo virou-se para olhar uma vez, brevemente, para o perplexo sonserino. "Oh, e... obrigado."
Draco ergueu uma sobrancelha, mas não disse nada enquanto assistia o Garoto de Ouro desaparecer na esquina do andar de cima.
Ele nunca entenderia grifinórios.
Notas das Tradutoras:
Wheeeeeeeee!!!! Mais um capítulo fresquinho – e atrasado... Sim, eu sei... podem culpar a Ly por isso u.u
Esse é simplesmente um dos melhores capítulos, o Draco super sádico é brilhante! *correndo em círculos*
Beijos a todos que nos acompanham e aproveitem!
Ly e Cy
