Titulo: O Segredo Que Nós Guardamos
Authora: Sakuri
Categoria: Harry Potter Fanfic
Tradução: Malfoy Moraine S.A.
Classificação: PG-13
Pares: Draco e Harry; Snape e Lupin
Genero: Romance/Drama
Disclaimer da autora: Eu não possuo nada nem ninguém.
Disclaimer das tradutoras: Nada aqui nos pertence, nem Harry Potter, nem essa historia.Harry Potter é da JK e essa historia é da Sakuri. Nós apenas a estamos traduzindo com a permissão da autora.
Avisos: SLASH! Relacionamento entre dois homens. Não gosta, não leia. Mas se gosta, aproveite.
Sumário: Draco Malfoy, puro-sangue e Príncipe da Sonserina, sofre o impensável quando é atacado e mordido por Remus Lupin. Como se espera que ele tenha uma vida após isso, principalmente quando Potter continua a meter seu nariz nas coisas em que não devia?
Notas: Werewolf!Draco
Notas: A fic original pode ser encontrada nos nossos favoritos.
Capítulo 32: Fazendo Reparos
"Eu iria, é claro, lhe oferecer um cômodo para se refrescar e mudar de roupas, mas acredito que tenhamos coisas mais importantes para discutir no momento. Você não acha?"
Narcissa encarou o velho homem à sua frente e soube imediatamente que os cochichos sobre sua senilidade eram ainda mais imprecisos do que ela imaginava. Dumbledore podia muito bem ser excêntrico, e estar se tornando ainda mais com a idade, mas essa certamente ainda era a mesma mente afiada – indo até mesmo aos irritantes olhos que sempre sabiam - que ela havia conhecido quando ainda era estudante. Ele a havia intimidado naquela época, e agora não era diferente. A única vantagem que ela tinha ganhado com os anos era que, agora, ela podia esconder suas pequenas fraquezas.
"Eu estou aqui por meu filho."
Os dedos finos estavam imediatamente cruzados, normalmente o sinal de aproximação de uma discussão. "Sinto muito, mas eu tenho um acordo com o senhor Malfoy de que ele permaneceria nesta escola –"
"Você não me entendeu, diretor." Ela disse, adotando o melhor tom diplomático que ela podia com seu nervosismo. "Eu estou aqui porque escolhi o lado dele."
Dumbledore parecia divertido por um momento. "O lado dele? Eu não acho que você teve a chance de ouvir os motivos dele, querida."
Ela levantou o queixo teimosamente. "Ele é meu filho. Quaisquer que sejam seus motivos, eles não podem ser piores do que a loucura que acometeu meu marido nesse último ano. Eu fui absolutamente estúpida por permanecer ao lado dele por tanto tempo, quando eu deveria ter estado com Draco. Eu quase fui morta hoje, simplesmente por levantar duvidas, e acho que Lucius mostrou seu último ato de lealdade me deixando fugir com minha vida." Ela se sentou mais reta em sua cadeira, recusando-se a mexer desconfortavelmente em seu cabelo ou em suas roupas, o que apenas chamaria atenção para o estado deplorável em que ela se encontrava.
O diretor a observou atentamente de trás de sua mesa, e ela podia praticamente sentir seu julgamento. A figura jovial de um avô desapareceu num piscar de olhos, para ser substituído pelo bruxo velho e enrugado. "Você vem aqui esperando que minha proteção se estenda a você também, Narcissa Malfoy? Você, que já cometeu crimes dos quais seu filho ainda é inocente?"
"Eu não fiz nada!" ela sibilou, inclinando-se para a frente. "Você me condena pela reputação de meu marido! Olhe, veja você mesmo!" ela puxou as mangas de suas vestes e mostrou a pele sem marcas de seus antebraços para que ele inspecionasse. "Eu sempre me recusei a curvar-me para aquele louco como um tipo de elfo doméstico qualquer, e essa noite foi meu último ato de desafio. O Lord das Trevas não quer mais me ver ou a Draco, e Lucius ainda está em seus favores com uma ameaça."
"Me perdoe por achar sua presença repentina aqui um pouco suspeita –"
"Eu posso lhe jurar tudo isso sob o efeito de Veritasserum, se for preciso." Seu desespero deve ter sido ainda maior do que ela antecipou, para que ela tenha feito uma proposta tão alta, mas ela ainda seguiria com isso, se ele pedisse. "E eu sou perfeitamente capaz de me proteger. Eu meramente lhe peço que me permita ter acesso a Draco."
Dumbledore estava quieto, observando a mulher com interesse. Essa não era a esposa refinada, aristocrática, vista em público – essa era ela como mãe, e não era fingimento. "A situação não é tão simples, senhora Malfoy." Ele disse lentamente, escolhendo as palavras com cuidado. Ele podia sentir a magia de seu próprio feitiço rapidamente deixando o ar mais pesado, garantindo que ele não revelasse um segredo que não era dele. "Existe muita coisa que... mudou desde o início do ano letivo, as quais eu não estou qualificado a lhe informar. Me preocupa se sua presente afeição consegue agüentar as revelações que vão ocorrer."
"Do que você está falando?"
Ela observou confusa enquanto o homem abria a boca para responder, apenas para continuar em silêncio, como se as próprias palavras lhe houvessem sido arrancadas. Ele sorriu fracamente. "Parece que eu não tenho liberdade para explicar mais do que isso. Eu vou apenas dizer que o senhor Malfoy já mudou muito durante esse ano, mas eu acredito que seja para melhor, apesar das primeiras impressões."
Com dificuldade, ela lutou contra as infinitas perguntas que surgiram. Antes que ela pudesse sequer começar a se preocupar com o que o diretor pudesse estar insinuando, ela tinha que primeiro ter certeza de que poderia ao menos ver Draco depois disso. "Se você ainda duvida de minhas intenções, eu tenho informações que posso lhe dar. Você vai querer ouvir isso."
Uma sobrancelha prateada foi levantada. "É mesmo? Continue, minha cara."
"Você tem um traidor entre os seus, diretor. O lobo, Lupin, estava na reunião dessa noite, querendo se juntar a -."
Dumbledore se sentou para frente rapidamente, seus olhos anormalmente sérios. "Remus Lupin ainda estava vivo quando você o viu?"
Pega de surpresa, ela concordou hesitantemente. "Estava logo antes de eu sair. Eu acho até que ele estava entre os que jogaram feitiços em mim, embora, é claro, eles tenham passado longe..." ela estreitou os olhos, vendo claramente o alívio dele. "Você sabia que ele estava lá. Ele é outro espião, como Severus, não é?"
Lentamente, o diretor voltou a se acomodar, novamente cruzando os dedos pensativamente. "Eu devo confessar que o professor Lupin está, de fato, lá com minha aprovação." Um olhar bastante astuto estava começando a aparecer naqueles olhos azuis, que estavam brilhando irritantemente, ela pensou. "No entanto, é realmente um problema que você agora esteja a par desse projeto bastante confidencial."
"Lance um Obliviate em mim se você precisar, mas por favor -."
Dumbledore continuou falando como se não tivesse ouvido uma palavra que ela havia acabado de dizer. "Sim, um problema bem grande, de fato. Eu receio, minha cara, que eu simplesmente não posso lhe permitir deixar o castelo depois disso. Por medo de que essa história se espalhe, sabe." Ele a olhou fixamente, desejando que ela aceitasse a oferta pelo que era.
O sonserino nela reconheceu isso imediatamente. "Vo-você me deixaria ficar?"
Ele suspirou. "Bem, parece que eu não tenho escolha, não é?" ele sorriu por um breve segundo, antes de voltar a ficar sério. "Eu receio que terei de aceitar aquela sua proposta do Veritasserum, no entanto."
Ela assentiu, se recusando a mostrar o quão pateticamente agradecida ela estava naquele momento. "É claro. Imediatamente?"
"Bem, eu vou lhe acompanhar até a Ala Hospitalar e você pode se limpar enquanto Poppy prepara uma pequena porção da Poção da Verdade. É resolver tudo de uma vez, não?" ele se levantou e deu a volta na mesa para se juntar a ela, estendendo um braço para guiá-la até a porta. "Você pode conversar com o senhor Malfoy pela manhã." Ele disse a ela, então riu. "Isso, é claro, se você conseguir tirá-lo de perto do senhor Potter por tempo suficiente."
Ela lhe lançou um olhar preocupado. "Sim, Severus me informou da... amizade deles. Que estranho, conhecendo a história."
"Mesmo? Você acha? Eu sempre achei isso inevitável…"
oOo
"Finalmente pararam de fuder, então?"
Assustado, Harry se virou, o embrulho de roupas descartadas ainda em mãos, e procurou na escuridão, rapidamente localizando o dono da voz. Ron estava deitado de lado encarando Harry, que antes havia presumido que todo mundo estava dormindo. Sua expressão era puro veneno.
Quando entendeu as palavras, Harry quase engasgou. "O quê?" sibilou, tentando não acordar os outros em sua indignação.
"Bom, vocês deviam estar fazendo alguma coisa pra você ter ficado lá até tão tarde, e vocês estão bem próximos ultimamente."
Aquilo, Harry sabia, era mentira. Ele e Draco conduziram sua recentemente descoberta amizade da mesma maneira que conduziram sua rivalidade: comentários sarcásticos eram jogados de um lado para o outro, implicâncias que quase chegavam ao limite e certamente numa demonstração pública de afeto. Na verdade, quem via provavelmente não encontrava nenhuma mudança, além do fato de que agora o grifinório se sujeitava a esse tormento por vontade própria, por qualquer razão inimaginável que fosse.
Ron riu, continuando sua tirada amarga. "Imagino que Malfoy tenha encontrado uma utilidade para si mesmo após todo esse tempo. Deve ser bom para uma relaxada, né? Porque Deus sabe que você ficou louco se viu alguma coisa naquele nojento -."
"Cale a boca." Ele cuspiu furiosamente, agradecido por Ron não poder ver a coloração que tomou suas bochechas e o que isso significava. Com movimentos rápidos, ele puxou a cortina de sua cama e entrou, fechando-as atrás dele e virando as costas para o ruivo.
Isso não parou a enxurrada de veneno que era o monólogo do outro garoto. "Preciso dizer, nunca achei que você fosse escolher ele ao invés de mim, parceiro. Você se lembra das coisas que ele fez para a gente, não lembra? Como – oh, vamos ver, ano passado – quando ele levou Umbridge até a gente. Ou quando ele fez aqueles malditos broches sobre a gente. Ou Bicuço! Tudo isso aconteceu, Harry! Como você pode simplesmente… simplesmente esquecer?"
Harry fechou os olhos, tentando ignorar as palavras e memórias que estavam invadindo sua mente.
"Eu entendo que ele é seu último projeto de pena e tudo o mais –"
E de repente Harry estava rindo, enterrando o rosto no travesseiro numa tentativa de abafar o som, mas obviamente falhando já que Ron ficou abruptamente quieto. Mas, realmente, ele não conseguia pensar em alguém menos merecedor de pena do que Draco. Não só porque ele era um completo imbecil, mas porque ele era... Draco. Debochado, com uma superioridade orgulhosa que simplesmente não permitia que ninguém sentisse pena, mesmo em seus piores momentos. E após conhecer sua mãe aquela noite, vendo, por apenas alguns minutos, a mesma força fria nela que corria no sonserino, ele achava mesmo a idéia de zombar de qualquer um deles impossível de se contemplar.
E o fato de Ron pensar que ele podia era tão ridículo que era engraçado.
"Do que você está rindo?" o ruivo perguntou irritado, quando ele finalmente voltou a ficar calmo.
"Nada." Ele disse, a graça morrendo em seu peito. "Apenas esqueça."
"Não!" houve o som de cobertas sendo jogadas para o lado e o outro garoto se sentou, enfurecido. "Não, eu não vou! Isso é estúpido, Harry!"
Desistindo de tentar impedir a discussão, ele se sentou também e abriu as cortinas. "O quê? O que é tão estúpido? Você nem ao menos o conhece!"
Ron parecia como se alguém o tivesse estapeado. "Eu – Eu – Meu Deus, eu não acredito que você acabou de me dizer isso! Será que você ainda consegue se ouvir?"
Harry fez uma cara desdenhosa, no que ele pensou que era muito parecido com a do objeto de sua discussão. "Eu podia te perguntar a mesma coisa. Você quer saber por que eu estava com Draco até agora? Por que eu não queria ter que encarar isto essa noite de todas as noites."
"Por quê? O que tem de tão especial sobre -."
Ele tinha querido evitar isso; não tinha planejado explicar o que havia acontecido aquela noite até que ele mesmo soubesse o desfecho. Mas subitamente não havia mais como segurar o desabafo. Ele se inclinou para frente, falando num sibilo raivoso. "Remus se foi, Ron. Ele tomou o lugar de Snape como espião. Ele pode estar morto agora, pelo que se sabe…" mais uma vez, a realidade lhe atingiu e ele deixou escapar um suspiro pesado, coçando os olhos com uma mão.
O ruivo o estava encarando, paralisado, pela primeira vez mudo. Ele abriu e fechou a boca várias vezes, tentando reagir, mas nenhum som saiu. Finalmente, após algum tempo, conseguiu. "O-o quê? Mas por quê?"
"Eu não sei!" Harry cuspiu, segurando seu cabelo novamente. "Eu não – ele não – eu -."
"Você foi até Malfoy por isso?"
Harry parou bruscamente. "Sim. Essa é a prioridade aqui, Ron."
O garoto ao menos teve a decência de enrubescer envergonhadamente. "Não foi isso que eu quis dizer. Mas... mas você não podia vir falar comigo? Ou Hermione? Você tinha que ir para o maldito do Malfoy?" Ron sacudiu a cabeça em descrença. "Por quê? Não é como se ele ao menos ligasse para o que acontece com Remus!"
Harry fechou os olhos e decidiu firmemente que continuar com a conversa era inútil. Ele não tinha paciência para isso agora. Pegando sua varinha da mesa de cabeceira, fechou as cortinas e lançou um feitiço de cola, seguido por um de silêncio. Ron podia gritar e se enfurecer o quanto quisesse, não significava que ele tinha que ouvir.
oOo
A maioria das pessoas achava que Lucius Malfoy havia nomeado Severus como o padrinho de seu filho. Pouquíssimos sabiam que essa, na verdade, tinha sido uma decisão de Narcissa, resultado da amizade que havia surgido e crescido entre eles desde a escola. Eles iam de períodos de proximidade, inevitavelmente seguidos por tempos em que as circunstâncias faziam do manter contato uma coisa muito difícil. Eles vieram a aceitar esse arranjo. Sinceramente, o que mais seria de se esperar quando eles haviam escolhido lados opostos na guerra?
E ainda assim, agora, Severus era forçado a se perguntar o que isso significava para eles, com a aparente mudança de idéia de Narcissa. Ele podia adivinhar com uma precisão lógica o porquê de ela estar ali. Ela pretendia ficar do lado de Draco, que por sua vez pretendia ficar ao lado de Potter.
Ele não sabia como eles conseguiriam ser amigos o tempo todo. Severus não conseguia ficar posando de amigo o sempre. As pessoas tendiam a entrar e sair de sua vida, poucas ficando por tempo o suficiente para serem significantes, e ele havia passado a gostar bastante das coisas dessa forma. De fato, uma das maneiras que Harry conseguiu chamar sua atenção tão rápido era porque ele era uma sombra de James. James, que havia ficado entre os poucos tormentos de sua vida.
Suspirando, ele deixou seus pensamentos de lado e sacudiu a varinha, destrancando a porta de seus aposentos e entrando com um vago senso de alívio.
Justo quando o fogo da lareira ficou verde.
Ele se encostou à porta fechada, completamente chocado quando uma figura saiu cambaleante da lareira, parando instavelmente sobre o tapete no meio da sala. Severus piscou, senso comum comandando seus instintos bem a tempo, e ele abaixou a varinha quando reconheceu Lupin. Um rápido olhar inquisidor lhe disse tudo o que ele precisava saber – pupilas dilatas no centro de olhos exageradamente dourados e os pequenos estranhos tremores que passavam pelo corpo do homem. Ele estava olhando para o resultado de muitos Crucius.
Adiantou-se rapidamente para apoiar o lobisomem, pegando-o com dificuldade conforme o homem tropeçava.
"S-Severus..."
O Mestre de Poções o ignorou o máximo que podia, seus olhos indo para o vidro com líquido azul que ele havia separado mais cedo. Fora de alcance a menos que ele soltasse Lupin, que sem dúvida iria desabar sem ele – por mais divertido que a imagem pudesse ter sido em qualquer outro momento – ele conseguiu pegar sua varinha e convocar o frasco com um movimento rápido.
"Beba isso." Ele mandou bruscamente, se perguntando se teria que arrastar o outro para a cadeira mais próxima, já que ele certamente não iria ficar nessa posição a noite toda. Percebendo como as mãos de Lupin estavam tremendo, ele cerrou os dentes e abriu o frasco ele mesmo, forçando o outro a beber com alguns movimentos rápidos, mas gentis, torcendo para que as propriedades analgésicas da poção fizessem efeito rápido e ao menos fizessem com que o lobisomem voltasse a algo parecido com a normalidade.
"Dói." Lupin estava falando sem sentido, repetindo as palavras.
"Eu sei." Ele respondeu com irritação. "Eu te avisei." Ele não disse que não tinha acreditado que eles deixariam o homem nesse estado.
Subitamente, o lobisomem segurou suas vestes, sua expressão mostrando o mesmo desespero da noite em que ele havia implorado a Severus alguma coisa para ajudá-lo a dormir. "Não! Eu quero dizer que dói! Ah, meu Deus…!" Sem aviso, Lupin caiu de joelhos, curvado protetoramente e tremendo.
A expressão de nojo que surgiu em seu rosto rapidamente desapareceu quando um sino tocou em sua cabeça. Instintivamente, ele se abaixou ao lado do lobisomem, forçando-o asperamente a se desenrolar. Sua mão se fechou em torno do pulso do outro, ignorando seus protestos murmurados, e ele empurrou a manga da camisa para cima.
Quase imediatamente fechou os olhos em horror. Isso não tinha sido parte do plano. Não, merda!
Mas mesmo quando ele se atreveu a olhar novamente, a Marca continuou, recente mas idêntica a sua própria. Em torno da imagem de caveira e cobra, a pele anteriormente intocada estava um vermelho horrível, queimado pela magia negra que a havia tocado.
"O que você fez?" ele suspirou, sem acreditar, balançando a cabeça. Como isso aconteceu? Lupin não deveria ter sido Marcado! Ele era um lobisomem! Não deveria nem ao menos ser permitido a ser Marcado!
O dito lobisomem estava encostado pesadamente a seu lado, e agora, sem vergonha, pressionava sua cabeça no ombro do Mestre de Poções, tremendo. Severus achava que o homem estava em choque. Inferno, ele estava em choque!
"O que você fez...?"
Comentários Aleatórios das Malfoy-Moraine:
Nanda: Gente... qual o plural de aipim?
Ly: Mandiocas XD
Cinthya:
