Fel
Nós
somos tão jovens
Nossas vidas acabaram de começar
Mas
nós já estamos considerando
Fugir deste mundo
E
nós temos esperado por tanto tempo
Para esse momento
chegar
Desejamos tanto em estar juntos
Juntos na morte
Você
não morreria esta noite por amor?
Baby junte-se a mim na
morte
Você não morreria?
Baby junte-se a mim na
morte
Você não morreria esta noite por amor?
Baby
junte-se a mim na morte
Este mundo é um lugar cruel
E
nós estamos aqui apenas para perder
Então antes que
a vida nos separe
Deixe que a morte me abençoe com
você
Você não morreria esta noite por
amor?
Baby junte-se a mim na morte
Você não
morreria?
Baby junte-se a mim na morte
Você não
morreria esta noite por amor?
Baby junte-se a mim na morte
Join me in Death – HIM
O lugar estava escuro, ele via ao longe a chama da vela mas seus olhos não podiam se fechar, ele estava nervoso. Muitas coisas aconteceram naquele dia, tudo rápido de mais, primeiro a informação de que Dumbledore estaria no Cabeça de Javali para entrevistar uma professora nova, depois ele fora mandado para lá pelo Lorde.
Sim, ele tinha visto a profecia e depois tinha entregado para o Lorde como um bom aliado.
Por que ele tinha se juntado ao Lorde das trevas? Não era só por que Potter estava com Lily e ele queria esquecê-lo, não tinha nada haver com a sua visão dele com a família perfeita, não, ele queria acreditar que estava ali por que queria e por que gostava, ele queria acreditar que não amava James, não mais.
O amor morreu, afinal, amores morrem, amores matam, mas ele também são esquecidos e sua pele fica tão dormente que você não é capaz de sentir dor. Ele estava no escuro, as chamas da vela caiam sob o pergaminho vazio já amarelado. Se ele não amava Potter, por que todas as noites olhava aquele maldito pergaminho? Simples, ele esperava respostas que ele nunca tinha conseguido encontrar, ele queria saber, se Potter realmente o amava, por que não insistiu, por que não tentou reverter a situação e ficar com ele? Era uma pergunta clara, que ele tentou encontrar milhares de respostas, talvez Potter no fundo só quisesse brincar com ele.
E assim era Potter, alguém sem coração que chegava de mansinho e o conquistava para depois usar isso contra ele, para magoá-lo até que não restasse mais nada de sua alma, até que tudo tivesse ido embora e se partido nas mãos da única pessoa que amou.
Ele derrubou a vela da mesa, a vendo quicar no chão para depois apagar por completo, e ele deitou o rosto na mesa dura, bem em cima daquele pergaminho, abrindo a gaveta e tirando de lá a mesma capa guardada há anos, como um manto sagrado, imaculado e com o perfume suave de madeira dele, a capa da última noite de amor.
Seu rosto estava frio, ele tremia levemente. A luz da lua que entrava pela janela aberta com um suave vento.
- James…
Os lábios murmuraram enquanto um nó se prendia em sua garganta causando uma dor incômoda, mas ele não iria chorar, não aquela noite, não iria mesmo que tivesse que agüentar aquela dor por tempos.
- Por que suas palavras nunca aparecem, por que não mata esse amor em mim de uma vez?
oOo
Era noite, porém a casa toda estava em silêncio, o homem que agora tinha os cabelos levemente penteados, na medida do possível, tinha uma criança risonha e fofa em seu colo. Harry sorria e batia as mãozinhas enquanto o pai mexia com os dedos pelo corpinho da criança fazendo cócegas, o bebê tentava escapar sem sucesso das mãos.
A sua frente, a jovem mulher de cabelos ruivos andava de um lado para o outro.
- O que vamos fazer, James, não podemos deixá-lo correr perigo...
- Não se preocupe Lily, o amigo a quem entreguei o segredo é alguém confiante, é um verdadeiro amigo e não vai nos trair, não é Harry? - perguntou e a criança alheia a tudo e sorriu.
Lily foi até o marido e se ajoelhou diante dele, pousou as mãos delicadamente em seus joelhos, beijando as costas do bebê que tentou virar para trás para ver a mãe. Uma tempestade começava fora da casa invisível a outros, guardada por uma magia poderosa.
- Será que Alice está bem?
- Não se preocupe Lily, estão seguros e tudo vai ficar bem.
Um raio cortou o céu fazendo as chamas das velas que iluminavam vagamente o rosto dos Potters tremer e quase pagar. E logo vieram as batidas na porta. Lily pegou o bebê no colo e começou a subir a escada, os saltos batendo nervosamente no piso de madeira. James se levantou.
- Suba e fique com ele lá em cima, e não saia de lá por nada, feche a porta com magia. - murmurou James.
Mas ela não saiu dali. Não se mexeu nem um momento, nem quando ele abriu a porta e se deparou com o rosto ofídico, os olhos amarelados frios e sem emoção nenhuma quando James deu um passo para trás e falou com a voz firme.
- Não vai passar.
- Saia da frente Potter, ou terei que matá-lo. - disse com um sorriso sarcástico no rosto.
- Corra Lily. -gritou ele. - Por nosso filho, corra. - e a mulher saiu aos prantos da sala a tempo de ouvir a sentença algoz.
- Avada Kedavra.
Não teve tempo de olhar para trás, houve um segundo em um século, o instante em que a vida se partia e o corpo pesado e sem sustentação caia direto no chão, o baque dos pés no chão sobrepunha o do corpo caindo, o corpo de James sendo pulado e abandonado ao relento da lua, que iluminava e trazia um vento adocicado pela noite, que acariciava os cabelos já sem vida.
O mesmo luar que iluminava o rosto e brilhava nos olhos pretos de Snape, brilhava nos verdes sem vida de James, e que a morte, somente ela, separa os amantes de uma vez por todas.
- Avada Kedavra…
O vento frio tentava abafar o choro de criança, que ecoava pelas paredes da casa ao terceiro feitiço, a terceira maldição que não havia sido pronunciada. Olhos cinzas pousaram no corpo na porta, os choros ficavam distantes quando ele correu para a criança, era Sirius que entrava ali, os olhos derramavam raiva, em forma de gotas suaves que escorriam pelos olhos, mas ele não ficou ali, era impulsivo demais para isso.
Ah, a doce vingança que pode correr pela veia e retira o cansaço do corpo, ele sabia quem iria caçar e iria matar por ter feito aquilo, ele sabia do amigo traidor, e iria matá-lo, não pensava em mais nada além do corpo sem vida de James e Lily, e da criança sem pais que chorava e que nunca lembraria das vozes que seus pais tinham.
oOo
A janela bateu com força, e quando deu por si tinha dado um pulo, olhou para trás o vento forte tinha entrado, mas a lua continuava lá, brilhando no céu, cheia e majestosa.
- Lumus. - disse ele com a voz fraca e viu a varinha se acender, passou a mão pelos cabelos e quando deu por si, o pergaminho aberto na mesa começava a se encher, letras pretas e caprichadas iam surgindo de uma forma que ele não imaginava ser possível.
Ele trouxe-o mais para perto, a data do dia se formava, as letras eram estranhamente avermelhadas de perto, como se estivessem sido escritas a sangue. Ele teve um certo temor de começar a ler, havia visto aquele papel tanto tempo em branco que ele não sabia simplesmente o que fazer. Era como se o papel gritasse uma maldição.
"Para Severus Prince Snape…(começava a letra em arabesco)
Eu sei que o mais certo seria aceitar a sua decisão, porém tem algumas coisas que eu gostaria de falar agora. Em um momento importante desses. ( Snape se sentou na cadeira e acendeu todo o lugar deixando tudo mais claro, a capa de James ainda estava em seu colo, o perfume tocando o seu rosto. ) a primeira coisa que quero que esqueça, é o pensamento de que eu nunca te amei, eu compreendo que nunca possa realmente ter me perdoado pelo que eu fiz, mas ainda sim eu sempre vou amá-lo, mesmo que esteja com outra pessoa, sempre vou amá-lo. Não consigo apagar esse amor de mim, mas agora, onde quer que esteja, esse amor ainda estará em mim como uma marca eterna. ( o primeiro pergaminho acabou, Snape se reencostou e começou a ler o segundo, sentiu o coração parar ao ler as primeiras linhas).
Mas, se você esta lendo isso, quer dizer que de uma forma ou de outra nos separamos para sempre. Eu sei que você me disse uma vez para não ficar no caminho do Lorde das Trevas, mas parece que o destino quis que fosse assim. Eu e Lily tivemos um filho juntos, e esse filho está nas garras do Lorde das Trevas. Não pretendo entregá-lo e, com o aparecimento dessas linhas, quer dizer que eu já paguei com a minha vida pela vida do meu filho. ( Snape releu essas linhas mais de uma vez para tentar achar alguma palavra falha que mostrasse ser mentira, que talvez James não teria morrido)
Não
poderia ir embora sem que você soubesse que eu fui, amando você
muito, chorando por você quase todas as noites enquanto buscava
no céu algum sinal seu. Que eu, por mais que tivesse Lily ao
meu lado, sempre quis a ti. Sempre amei você Severus, desde a
primeira vez que coloquei os olhos em você. Se algum dia eu o
tratei mal, foi porque fui tolo em negar o que eu sentia.
De
qualquer forma eu acho que paguei por tudo o que eu te fiz, e mereci
ter sofrido o que eu sofri todos esses anos longe de você.
Seu Eterno, James Potter…"
Seu coração falhava, James havia morrido, era só isso que se repetia em sua mente. James estava se despedindo dele porque tinha morrido, ele tinha deixado o outro para morrer. Ele queria gritar de dor, queria chorar mas nada disso ele conseguiu fazer ele mal conseguiu levantar e olhar para o nome do lugar onde James estava, ele mal conseguiu pronunciar o lugar para a lareira, sua voz saiu fraca mas clara, ele precisava vê-lo. Todas as coisas tinha se passado por sua mente, era o filho de James que era descrito na profecia, era culpa dele, ele tinha matado a única pessoa que amou a vida toda.
O lugar estava frio e a sala estava cheia de folhas, a tempestade já tinha parado e só a lua iluminava a sala, seu coração bateu mais rápido quando ele viu os contornos de um corpo no chão, mesmo no escuro suave, ele reconheceu aquele corpo que um dia tinha tocado com tanto amor. Era James ali, ele correu ao seu encontro, se jogou de joelhos no chão ao seu lado, pousando as mãos em sua face gelada, fixando os olhos verdes opacos.
- James, James por favor, fala comigo. - pediu agora, as lágrimas começavam a rolar pelo rosto trêmulo.
Ele não disse mais nada por um tempo, deitou o rosto no peito dele, o silêncio era o seu pior castigo, ele estava frio, estava morto. Passou os dedos por seu rosto fechando para sempre os olhos, segurando os cabelos, tremendo, tomando os lábios nos seus sentindo o sabor salgado.
- James….James… - gritava sem olhar mais nada ao seu redor, nada importava mais, ele tinha sido o culpado, ele recordou tudo em sua mente, havia falado a profecia ao Lorde e com isso ele matou o seu amor. - Foi minha culpa, eu não queria…
Ele sacudiu o outro como se assim fosse acordá-lo de um sono, esperando que o outro acordasse e gritasse com ele para parar de sacudi-lo. Ele não viu o movimento a sua volta não viu o homem que o observava com um bebê no colo que ainda chorava.
- Levante-se Severus. - disse a voz gentil, ele levantou o olhar marcado por lágrimas para olhar o homem de idade que o olhava ali, com o corpo de seu amor.
- Ele se foi, acabou. É minha culpa, eu entreguei a profecia, eu quero morrer, eu não posso viver com essa dor. - gritou ele em pleno pulmões ainda segurando a roupa de James, tão forte que poderia rasgá-la. - Foi minha culpa, eu matei ele, eu matei a única pessoa que eu amava.
- Sim, e conviver com essa dor é tudo o que você pode fazer?
- Não posso, eu não agüento, está doendo muito. - disse batendo uma mão no peito, as lágrimas fluíam furiosas de seus olhos negros.
- Não seja tão rigoroso consigo mesmo, você não tinha como saber que aquela profecia se dirigia ao filho de Potter, você não tinha como, já que não ouviu a profecia toda. Não é tarde Severus.
- Dumbledore, é tarde sim, ele morreu, eu não posso trazer o meu amor de volta, eu não posso viver sem ele, não posso sobreviver nesse mundo, nada me detém aqui.
Seus berros assustavam mais ainda a criança que era posta nos braços de um homem realmente grande.
- Vá na frente Hagrid, eu encontro você no local combinado, leve a criança, preciso falar com Severus.
E o homem partiu levando a criança, Dumbledore se ajoelhou no chão, atrás de Severus, o puxando pelos ombros e o abraçando enquanto ele não tirava os olhos de Potter, enquanto ele desejava que ele abrisse os olhos e levantasse e falasse que estava pronto para outra.
- Você ainda pode fazer alguma coisa Severus...
- Eu não posso me perdoar, é culpa daquela criança Dumbledore, se eu não o tivesse visto com Lily e não tivesse deixado que ele ficasse com ela para essa criança nascer ele não teria que entregar a sua vida.
- Não pense assim, ele se foi, vamos, eu vou levá-lo para Hogwarts.
- Não, eu tenho que ser preso, eu tenho que morrer, eu matei o James, é minha culpa, eu o matei Dumbledore, eu não estou agüentando isso, eu quero morrer, eu quero que essa dor me leve.
- Shi, calma meu anjo, não fique assim. Ele não iria querer vê-lo assim. Vamos.
- Não, eu não quero sair de perto dele...
oOo
Rosas vermelhas e mortas jaziam no descanso eterno, sem vida, sem amor, rosas sem espinhos que não machucavam por fora, que apertavam a dor por dentro, tinha acabado, sua alma se partira, seus olhos se tornaram frios, e ele jurou odiar aquela criança.
Era culpa dela, por culpa da visão que teve dela seu James havia morrido, por culpa dele, todas as vezes que olhasse para aquela criança se lembraria de James, de como havia levado seu único amor a morte.
Todas as noites de lua cheia ele tinha um motivo a mais para chorar, até que com o passar dos anos ele não conseguia mais. A capa ainda estava no seu quarto em Hogwarts, dentro de uma caixa no armário, ele se recusava mesmo a abrir o armário, a reler a carta, porém não havia conseguido jogá-la fora.
Havia sido considerado inocente pelo peso de sua dor, não importava, o que ele queria mesmo era pagar, o que ele merecia era aquela dor de viver sozinho mais que nunca. E anos depois, dez anos depois, ele ainda olhava para o rosto de Harry e via os olhos de Lily mas o rosto de James, como se o tempo todo estivesse sendo acusado de matar o amor da sua vida.
O silêncio ainda era o seu refúgio, ele ainda dormia querendo ouvir o bater de coração que não tinha ouvido aquela noite. E sua alma tinha morrido junto com James. Nunca mais seria o mesmo.
A última vez que Snape havia chorado por Potter foi no primeiro dia de aula em que viu o garoto ali, em que jurou mais uma vez odiá-lo, em que gemeu o nome de James a noite toda, que abriu o baú e retirou a capa dali, a capa que ainda cheirava a James, e depois daquilo, ele realmente tinha morrido. E chamava a morte, e implorava para rever James na hora de sua morte. Todas as noites pedia para James vir buscá-lo.
oOo
Remus ainda chorava todas as noites por causa do que tinha acontecido, por saber que seu amor estava em Azkaban, ele se recusava a acreditar que Sirius tinha entregado o segredo e que era aliado de Voldemort, porque ele conhecia a pessoa que amava. E conviver com aquela dor também não foi fácil, saber que Sirius estava sofrendo.
Qual não foi sua surpresa ao ler que Black tinha fugido, e ao mesmo tempo havia recebido a proposta de Dumbledore para dar aulas em Hogwarts, claro que ele aceitou na hora, era sua chance de encontrar Black, após tantos anos ainda o amava. Ele deu aulas lá, vendo o ódio de Harry por Sirius, sem ter como provar que o amado era inocente.
A primeira lua cheia do ano chegou, ele não tinha tomado a poção, ele se transformou em lobo a caminho da casa dos gritos, pela passagem do salgueiro lutador, quando acordou estava no quarto de madeira da Casa dos Gritos.
Ele se lembrou da primeira vez que fez amor com Sirius ali, se lembrou de quando os dois brigaram, e de quantas vezes namoraram ali. Ele estava deitado nu no mesmo colchão empoeirado. No mesmo lugar de antes, chorando e chamando por Black.
Quase tremeu quando sentiu seu abraço, quando virou de leve para olhar o rosto de Sirius, ele estava magro demais, estava levemente sujo, mas Remus não se importava o amava assim mesmo. Passou os dedos pelo seu rosto para confirmar que o outro estava ali.
O beijou como se nunca tivesse feito, como se o amor por ele perdesse totalmente o controle.
- Não fui eu, Remus, não fui eu.
- Eu sei meu amor, sei que nunca faria isso.
- Amo você.
- Eu também te amo, fica comigo, Sirius.
oOo
Mas James nunca iria voltar, quantas coisas Snape não poderia ter dito a ele enquanto podia, muitas palavras ficaram para trás, muitas juras de amor eterno. Viva o momento, ele devia ter vivido, agora era tarde, seu amor tinha partido, e esse poderia ser o último dia de sua vida, que não importava mais.
Naquela noite, ele resolveu abrir o baú. Ele havia tentado matar Sirius, e o ano letivo tinha acabado, ele tinha sentido raiva de Sirius há tanto tempo pensando que ele tinha entregado o segredo que nem imaginava que tinha sido Pedro, mas agora ele sabia.
Tirou a capa e sabendo que em algum lugar Sirius estava com Remus, e ele estava sem James, ele deitou a capa na cama, enroscou o rosto nela, e mais uma vez a manchou de lágrimas.
- Um dia vou estar com você, meu amor.
We must never be apart
Nós nunca deveremos estar separados
FIM
Nota: Bem, eu quero em primeiro lugar quero agradecer a todos os que leram e deixaram reviews: Natii, Keiko, Ayame, Regulus Black, Srta Potter, TheBlueMemory Nanda e Helena Hiwatari... Vocês me ajudaram a terminar essa fanfic. Espero que continuem acompanhando minhas fics...
Agradecimento a Srta Potter por ter Betado a fic toda, por ter me dado a inspiração necessária para fazer a fanfic, e me ajudado jogando Live de algumas cenas e por msn outras.
Propaganda: Leiam minha nova fanfic que será públicada na semana que vem, Amor Macabro, é uma Universo Alternativo de Harry e mostrará Lucius e Tom como vocês nunca viram. (ps: Será públicada semana quem vem por que vou reescrever e vou ficar uma semana sem pc...)
Então o que acharam? Reviews please.
