Capítulo 6
Inu Taisho já estava uns dez minutos andando de um lado para o outro em frente a porta de Sesshoumaru. Ele não sabia como contar para seu filho como a sua doce e adorável Rin estava no hospital e que ninguém da escola tinha ligado para falar que ela havia passado mal e ainda para piorar não sabia em que hospital a tinham levado e a professora sumiu. Inu Taisho estava acreditando que alguma divindade estava rindo a essa hora dele pois por mais que a sala de Sesshoumaru fosse a prova de som e de cheiro ele podia sentir a áurea de seu filho que parecei com muita raiva.
"Eu só espero que ele não faça nenhuma besteira... E que eu sai vivo de lá, então lá vou eu" Pensa Inu Taisho consigo mesmo.
Inu Taisho pensou que batendo na porta já ia aliviar um pouco o humor de seu filho. Então pela primeira vez ele bateu na porta de seu filho.
_ Sesshoumaru nós precisamos conversar. (fala sério)
_ Vejo que o senhor aprendeu a bater meu pai.
_ Eu vim para falar algo sério com você. (fala sem dar atenção ao comentário de seu filho)
_ Assim espero pois não estou com tempo para o senhor, estou cheio de trabalho para fazer e hoje parece que nada quer dar certo.
Nesse comentário Inu Taisho tremeu, ele já tinha sentido seu filho com raiva antes de entrar mais agora falando com ele parecia pior.
"Como vou contar? Gentil? Direto?"
_ O pai o senhor não tinha que ir buscar Rin no colégio. Por essa hora ela já teve ter saído da escola.
_ Foi sobre isso que eu queria conversar com você Sesshoumaru.
_ Pai se o senhor resolveu não ir mais buscar Rin espero que pelo menos tenha ligado para Jaken para ele ir pega-la. Pai eu não quero que Rin fique sozinha. (afirma numa voz fria)
_ Sesshoumaru eu vou direto ao ponto.
Sesshoumaru nisso parou e olhou bem para o seu pai. Ele não havia notado como seu pai parecia tenso antes, nem o jeito que ele estava falando com cautela. Sesshoumaru logo bateu a preocupação pois tinha sobre Rin que ele veio falar.
_ Pai o que houve com Rin? (pergunta com um olhar que diz que vai matar um se sua Rin estiver alguma coisa)
Kagome após contar a história para as crianças, ela decidiu deixar elas verem um pouco de desenho que estava passando na tv. Assim daria um tempo para ela pensar na situação dos pequenos e falar com o médico para saber se eles estavam melhores. Ela já estava mais tranquila a respeito de Shippo que estava mostrando sinais de melhoras bem rápido. Já a menina Rin ela ainda estava preocupada. Ela pediu para as crianças ficarem no quarto e não saírem com ninguém sem ela saber enquanto ela ia atras do médico.
_ Mamãe Rin pode dormir lá em casa quando eu sair daqui? (pergunta Shippo fazendo a parar na porta)
_ Claro mais só se um responsável dela deixar. (responde com um sorriso)
_ Oba aposto que papai vai deixar. (fala Rin batendo palmas)
_ Só que para que isso aconteça os dois tem que melhorar e para isso acontecer vocês tem que comer também os legumes e não ficar fazendo caretas para eles.
_ Ohhhhhh. (reclama os dois pequenos a fazendo a rir mais ainda antes de ir procurar o médico)
Ela tinha encontrado ele num corredor verificando em um paciente. Ela o esperou termina e foi falar com ele que informou que a menina já estava melhor da Pneumonia e logo já ganharia alta junto com Shippo, mas, ninguém tinha vindo para ela nessas cinco horas.
_ O senhor acha que a mulher que a deixou aqui não irá mais voltar?
_ Sim eu creio que ela não virá.
_ Mas, como ela pode deixar assim? Com certeza ela preencheu a ficha onde diz o nome de algum responsável.
_ Ela não quis preencher porque parece que a menina não era filha dela e só tinha pena da menina por estar em uma clínica que mal deu respeito aos humanos e resolveu traze-la aqui para nós. (começa a explicar enquanto anda para olhar para outros doentes)
_ Mas, essa clínica deve ter algo da menina. (fala pensando na situação de Rin ter que ficar sozinha)
_ Não. A senhora disse que lá só tinha o nome dela e que a recepcionista disse que quem a tinha levado que não queria saber da menina e que o mundo seria melhor sem pragas.
_ Meu Deus isso é horrível.
_ Sim é. Nós no inicio não acreditamos muito mais ligamos para a clínica que ela tinha dado o nome e perguntamos sobre isso e eles confirmaram. E afirmaram já que ela esta aqui e junto com o povo dela que nós que devemos nos preocupar não eles. (fala verificando outro paciente)
_ Isso é puro preconceito. Eles acham que nos somos menores que eles por que? Nós seres humanos somos iguais a eles como uma pessoa preta ser igual a um branco.
_ Sindo muito menina mas nem todos pensam assim como você, para muitos yokais somos menores e para muitos humanos eles são menores que nós.
_ Não passa de um absurdo enquanto eles pensarem assim muitos vão sofrer como essa menina e meu filho.
_ Eu creio que vai ser sempre assim senhorita.
_ Doutor mais voltando ao assunto da menina o que vão fazer com ela depois que ela pegar alta?
Kagome estava com medo do que poderia escutar do médico. Ela temia pela menina que era só uma criança e estava passando por algo que não tinha nada a ver com ela. Ela sabia que tinha só um caminho para a criança nessa situação e que era para ir pro conselho tutelar onde muitas crianças foram maltratadas, onde elas perdiam o brilho, o sorriso. Por mais que as crianças tinham pais e poderiam aparecer eles faziam as crianças passar por algo insuportável. Foi assim que ela encontrou Shippo e não queria que Rin viesse a passar por isso.
_ Nós teremos que a enviar para o conselho tutelar. (responde o médico que também sabia o que uma criança pode vim a passar lá)
_ Não tem nada que o senhor possa fazer para ela não ir?
_ Eu não posso fazer nada pois a criança está sem registro é como se ela não existe. E sem um responsável para responder por ela eu tenho que mandar ela para aquele lugar, sei que a senhora sabe como ela pois você tem um filho adotivo então posso dar a minha palavra se eu pudesse fazer algo pela menina eu faria...
_ Eu vou ser responsável dela. (afirma sem deixar o médico acabar de falar e o fazendo parar de olhar o doente)
Izayho já estava aliviada e estava a caminho do hospital que sua neta de coração estava internada. A única coisa que a estava a preocupando agora era que seu marido não atendia o celular e o telefone do escritório de Sesshoumaru só dava ocupado. Ela tinha medo pela a reação que o filho de seu marido poderia fazer.
Rin era a vida de Sesshoumaru por mais que ele fizesse esse ar de eu não me importo com nada, ele seria capaz de perder a vida por ela. E o abriria mão até de seu patrimônio o qual ele o idolatra.
_ Olá a senhora pode me informar onde é o quarto de Rin Taisho? (pede Izayho a enfermeira)
_ A senhora é algum parente?
Ao aceno de cabeça de Izayho a enfermeira passa o número do quarto e qual caminho seguir para chegar.
Izayho agradece e vai até onde Rin está. Conforme ela ia mais para a parte de trás do hospital ela notou que era a parte mais pobre do hospital onde tem menos cuidado e menos médico. Ela só esperava tirar Rin daqui antes de Sesshoumaru chegar a ver onde sua filha tinha ficado.
Izayho também notou que no caminho que leva até sua neta só tinha humanos. Onde até os médicos que eram humanos ou meio yokai, nenhum de puro sangue yokai. Agora ela sabia porque a recepcionista lhe deu informações como chegar até a essa parte. Ela nunca tinha imaginado que ela estaria num lugar como esse em sua posição social. E muito menos que ela iria ficar muito feliz de ser esposa de quem é, onde se é tratada muito melhor e na sua própria casa.
Sesshoumaru ficou muito irritado ao saber que sua filha foi para um hospital e que seu pai tinha esperado tanto para falar para ele. Sesshoumaru andou de um lado para o outro fazendo várias perguntas já que seu pai não o deixou ir até a escola para matar a diretora e a professora por não ligarem para ele assim que Rin tinha passado mal. Seu pai não estava o respondendo e ele já estava gritando as perguntas como "onde ela está? Do que passou mal? Por que sua madrasta não liga? Por que a escola não ligou? O que a diretora falou? Por que seu pai tinha ficado um tempão no lado de fora da porta e não entrou logo para falar? Por que quando é algo importante que seu pai não precisa bater ele bate?". Mesmo já no volume que sua voz estava seu pai não as respondia e Sesshoumaru continuava a repetir sem parar até que ficou em silêncio olhando para seu pai que parecia não atender o celular que começou a tocar e ele não pegou.
_ Pai o seu celular estava tocando agora a pouco?
_ Sim eu sei, só que não quero ter que lidar com coisas bobas agora. (responde como fosse óbvio)
_ Pai... (começa bem devagar para manter um pouco de calma)
_ Sim? (pergunta irritado que seu filho parecia que esqueceu de Rin)
_ O senhor já pensou que poderia ser Izayho te ligando para falar onde está a minha filha?
Nisso pareceu que tinha acendido uma luz em cima da cabeça de Inu Taisho que logo foi pega o celular para ver quem era. Logo que ele viu que era mesmo sua mulher que tinha ligado retornou mais resolveu virar de costas para Sesshoumaru que estava lhe enviando um olhar que causou até ele mesmo para arrepiar os cabelos da nuca.
_ Meu amor onde você está? (pergunta assim que ela pega o telefone)
_ Estou na clínica Ishikawa quase chegando na sala de Rin.
_ Então estamos indo para ai agora mesmo.
_ OH MEU DEUS...
Após essa última frase o telefone fica mudo e Inu Taisho volta a olhar para o filho que já estava pegando as chaves com um olhar de medo pelo o que parecia ter escutado a frase de Izayho também no final da chamada.
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O
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A/N: Gente sei que demorei quase um monte para postar mais vou ter que falar a verdade eu estava com preguiça. Pensei em promete que iria voltar a postar a cada 15 dias como tinha falado mais tenho medo de acabar não fazendo isso então só posso pedir desculpas.
Agora o que vocês acharam? Gostou? Não gostou? Podia ter ficado melhor? Me falem recebo poucos comentários que as vezes penso que não estão gostando e que deveria parar.
Reviews:
Neherenia
Também achei ela muito fofa nesse capítulo passado que resolvi mudar um pouco o que tinha em minha cabeça, já o encontro com os dois pombinhos vai ser só quando ela começar a trabalhar. E para esclarecer por que o Inu Taisho não quer os dois juntos vai ser em flash back dele com a dona Higurashi que vai ser mais na frente depois que Rin aparecer. E muito obrigada pelo carinho.
Strange
Desculpe a demora mais sindo disser que a Kagome vai cair um pouco para o Inu mais a fic é Sesshy e Kah e que bom que esteja gostando e espero que tenha gostado desse capítulo também. Bjus
Jon Chan
Sim pode apostar no funeral no próximo capítulo pois nosso querido Sesshy não vai gostar nada nada do que está para acontece. E o encontro dos dois só quando ela ir trabalha até lá não. Espero que esse não foi pequeno que nem o outro...kkkkk...
Bjus para que está lendo e até o próximo.
