Capítulo 7
O médico que cuidava de Rin e Shippo não podia acreditar no que acabará de escutar. Ele até entendia que a senhorita na frente dele não gostava do lugar para onde o conselho tutelar levava as crianças, mas a adotar mais um filho sendo solteira e estava a procura de emprego pelo que sua mãe falou era o mesmo que pedir para cair em loucura. Ele até poderia fazer os papeis para a moça no hospital e ligar para um conhecido dele do conselho tutelar para fazer os arranjos da adoção mais ele tinha medo que a mulher perdeu a cabeça.
Kagome queria se tornar responsável pela menina Rin não querendo que a menina poderia ir para um local onde ela viria a ser maltratada e acabar com o espírito alegre que ela tem. Kagome já tinha tentado perguntar a menina sobre o nome do pai quando Rin havia comentado que seu pai iria ficar feliz de saber que sua mãe olhava por ela, mas a menina que o nome de seu pai era muito difícil de falar e Kagome não pode deixar de rir. Ela só esperava que o médico iria a ajudar.
_ Senhora pelo o que eu vi a senhora tem um coração enorme, mas eu não sei se é bom em suas condições para levar outra criança. (informa o médico para Kagome)
_ Como assim minhas condições? (pergunta Kagome confusa)
_ É que você é solteira e pelo que sua mãe havia comentado a senhora estava sem emprego e com uma criança já é difícil imagine com duas nesses termos.
_ Por isso o senhor não precisa mais se preocupar já consegui um emprego numa das maiores empresas de tecnologia avançada que é a New Moon e enquanto eu ser solteira não vejo problema.
_ A senhora tem certeza que é isso que queres? (pergunta ganhando um aceno de cabeça de Kagome) Então eu vou falar com um conhecido meu do conselho tutelar para a criança Rin vá para a sua guarda e assim vocês estarão livre até o final do dia.
Kagome dá um sorriso para o médico e o agradece e pergunta o que será necessário para eles fazerem o papel para a guarda de Rin.
oO O.O Oo oO Oo
Quando Inu Taisho e Sesshoumaru chegaram ao hospital Izayho estava sendo atendida por ter sofrido uma queda de pressão e desmaiado. Inu Taisho não gostou nada da ala onde a colocaram e mandou que colocassem em um quarto particular e em uma ala onde não mostrasse o descaso deles por seres humanos e meios yokais por todos os lados onde olhassem. Ele só esperava que sua neta não estava nas mesmas condições que sua esposa estava e que espera que a professora que a trouxe tinha deixado bem claro que sua neta Rin vinha de uma família bem importante e que não aceitaria nada menos que o melhor para ela. Ele até poderia aceitar terem colocado sua esposa ali por eles não saberem que ela era mais se sua neta estava em condições semelhantes mesmo sabendo que era ela não perdoaria e iria dar um jeito de fechar o hospital e rezar por seu filho para não matar aqueles que descuidaram de sua Rin.
Sesshoumaru sabia que seu pai estava com certeza pedindo um milagre em sua cabeça quando seu pai o olhou de lado e soltou um suspiro, mas ele não estava nem aí ele já estava irritado que seu pai pediu para esperar sua madrasta acordar para poder ir a atrás de Rin onde poderia estar sozinha pensando que seu pai no caso ele não a amava por não estar com ela ou se ela estivesse sozinha e sendo maltratada por ser humana como ele viu que faziam com outros pacientes. Não ele não poderia pensar no pior sua menina só tinha quatro anos e já sofreu muito para uma criança e ele não deixaria ela sofrer mais mesmo que isso custasse tudo que ele mais quis na vida que era a direção geral da empresa.
Sesshoumaru já estava ficando mais impaciente enquanto pensava em que condições iria encontrar a sua pequena Rin e já estava indo para tentar acordar Izayho de uma maneira ou de outra mesmo se precisou usar a força se era necessário e ter que passar pela a ira de seu pai por machucar seu companheiro quando ela começou a gemer e a abrir os olhos. Logo seu pai apertou o botão para chamar um médico ou uma enfermeira para poder vim verificar se ela estava bem.
Izayho deu uma olhada ao seu redor e viu que não estava mais na sala onde desmaio e que estava em uma ala muito melhor e podia imaginar que foi seu marido que mandou para a colocarem nesse quarto. O quarto que estava agora era não tinha nada de parecido com o outro e era muito visível para qualquer um já que enquanto um tinha um tintura toda ressecada e era cinza o outro tinha brilho com cores de ouro e continha em partes papel de parede com detalhes, os moveis de um era todo enferrujado e quebrado o outro era do mais caro para mostrar grandeza e se combinavam com a pintura da sala, o tamanho era o menos mais um tinha três camas enquanto mal cabia uma pessoa entre eles e outro só tinha uma cama, um só possui três camas e uma mesa num canto e o outro continha uma cama, um bidê, um sofá, um armário e uma mesa com duas cadeiras também podia ver que tinha uma porta que levava para o banheiro o que o outro não tinha. Ela teve que soltar uma risada ao olhar para a janela pois era outra coisa que não tinha no outro quarto. Em suas comparações ela podia ver que o filho de seu marido estava impaciente e estava nervoso já que ele abria e fechava as mãos enquanto estava parado na frente da janela olhando para fora. Ela olhou para seu marido que também estava olhando para seu filho e depois encarou a enfermeira que veio conferir a pressão e escreveu algo em uma ficha e disse que estava tudo bem agora mais ainda era melhor esperar um pouco antes de ir embora para esperar os resultados do exame de sangue só para confirmar se estava tudo bem.
_ Agora meu amor que você está melhor você pode nos disser de Rin. (pedi Inu Taisho ao enfermeira sair)
_ Então vocês não sabem? (pergunta confusa)
_ O que devemos saber? (pergunta Sesshoumaru a olhando frio)
_ Minha querida nós ainda não ficamos sabendo de nada já que eles estavam trocando o turno e não tinham nenhum registro dela então resolvemos esperar por você.
_ Quanto tempo estive desmaiada?
_ Izayho isso não são horas de fazer perguntas tolas e sim para me falar onde está a minha filha. (fala dando um passo mais para a frente)
_ Se acalma meu filho não adianta ficar nervoso pois não conseguiremos nada com isso. (fala Inu Taisho nervoso com o jeito do seu filho para com sua companheira)
_ O senhor pai esta assim porque não é o senhor que está sem saber do paradeiro de sua filha de quadro anos e ainda sabendo que ela está doente.
_ Eu sei meu filho mais o que podemos fazer para saber dela e respirar e ir com calma para pensar. (fala e vê seu filho ir até o sofá e se sentar para esperar ele terminar de falar com Izayho) Querida você estava desmaiada por quase sete horas e estamos aqui até agora para poder saber de algo que você saiba sobre Rin desde da hora que eu sai da escola, esta bem? (pergunta acariciando a mão dela)
_ Quando você saiu da escola eu continuei esperando pela professora de Rin voltar para poder recuperar os seus pertences até então a diretora continuava a tentar ligar para a professora que acabou chegando cerca de quarenta minutos depois que você saiu. A diretora a questionou porque ela havia deixado o celular desligado e se ela estava com a menina todo esse tempo e perguntou porque ela não tinha ligado para a escola para informar o hospital que Rin estava...
_ O que foi que a professora falou? (pergunta Inu Taisho)
_ Ela falou que o celular tinha acabado a bateria e que não dava de ligar por isso foi quando eu perguntei porque então ela não ligou do telefone do hospital para informar a escola ela falou que não tinha pensado nisso já que ela não deixou o lado de Rin nem um minuto por preocupação. Mas quando eu cheguei no hospital onde ela havia falado e me assustei quando cheguei no quarto onde me informaram onde ela deveria estar para encontrar um cama vazia e uma moça que trocavam os lençóis cheios de sangue foi onde eu deixei cai o celular no chão e fazendo a ligação cair.
O pensamento de Sesshoumaru estava correndo como louco por ouvir que onde sua pequena filha estava deitada estava cheio de sangue e que ele não estava lá para ela nesse momento e não podia nem culpar a professora já que ela tinha ficado ao lado de sua filha numa sala de hospital horrível como a encontraram Izayho. Ele teve que se esforçar para ficar calmo para poder terminar de ouvir o que Izayho estava falando.
_ Eu respirei fundo e perguntei para a moça onde estava a pessoa que estava deitada naquela cama e ela me respondeu que a criança que estava ali tinha morrido de perda de sangue e que o hospital não sabia onde encontrar o responsável da criança e que acabaram por entregar o corpo para uma igreja que crema os corpos e jogam as cinzas ao vento para que a alma da pessoa possa viajar em paz e se eu estive desmaiada por dando esse tempo então a essa hora eu imagino que nossa pequena Rin já esta aos ventos. (termina já chorando)
_ Minha Rin está morta? (pergunta Sesshoumaru)
Ele não podia acreditar que sua pequena filha estava morta e ele não foi nem capaz de estar lá quando suas cinzas estavam jogando pelo vendo ele era um pai horrível.
oO
0o
:(
:*
Notas do autor:
Eu sei, eu sei foi maldade minha matar a pequena Rin para Sesshy, mas ele tem que sofrer um pouco para poder ser uma pessoa boa e ele e Kagome tinha que ter um motivo para se brigarem e bem feio mais para a frente.
E sim eu sei que fiquei muito tempo sem postar mais fiquei esperando por mais comentários e quando eu vi que não teria eu postei me perdoem pela a demora mais queria saber o que pensavam da história.
Gente muito obrigada por lerem a minha história até o próximo.
Comentários:
Neherenia pode fica tranquila que eu não abandonei só que eu tinha meio uma crise mais já estou um pouco melhor e também pode sim imaginar a Rin pedir para Kagome ser sua mãe no capítulo 8 mais não vai ser para o Sesshy.
Jon Chan kkkkkkkk sim o pai do Sesshy vai fazer certas coisas que eu achoi muito engraçado mais ainda não posso falar e no próximo capítulo vamos ver um Sesshoumaru meio frágil pela perda de Rin.
