Capítulo 8 - Sofrendo
_ Crianças venham comer.
Já se fazia um dia que Kagome e as crianças tinham saído do hospital e estavam em seu apartamento. Nas primeiras horas Rin tinha estranhado o lugar, ficava sentada no sofá até a hora de ir dormir, no outro dia voltou a ficar sentada no sofá e só levantara na hora do almoço que foi onde começou a conversar de novo. Ela já sorria, brincava, conversava e pergunta de tudo que tinham no apartamento de Kagome.
O apartamento não era muito grande ele era de um tamanho para duas pessoas que continha uma sala junto com a copa, a cozinha acabia uma pessoa para poder se locomover tranquilo, tinha dois quartos onde um era de casal e outro era de solteiro e um pequeno banheiro. O lugar podia ser pequeno mais tinha um ar de conchego, harmonia, felicidade. Kagome sabia que seu apartamento era um pouco pequeno para três pessoas e ainda duas eram crianças de sexos opostos que significava que não poderia colocar no mesmo quarto e se colocassem um deles em seu poderia causar ciúmes, inveja vindo das crianças coisas que ela não queria que eles soubessem nessa idade jovem, ela já começou a olhar para comprar uma casa onde eles poderiam brincar no jardim e teriam mais liberdade para poder fazer barulho já que em um apartamento tem que tomar cuidado para os vizinhos não reclamarem.
_ Mamãe eu queria comer pizza hoje. (reclama Shippo sentando a mesa)
_ Me desculpe meu amor só que hoje vai ser comida saudável para vocês já que acabaram de sair de um hospital e eu não quero nenhum dos dois de volta lá.
_ A senholita tá... (começa Rin)
_ Senhorita. (corrige a menina)
_ Então a senholita tá certa pois papai vive brigando com o Jaken por ele me dar só besteira. (Kagome sorri ao ver ela errando de novo)
_ Jaken? (pergunta Shippo começando a comer)
_ É Jaken ele acha que é um senhor impoltante mais eu sei que ele não é só que ele não sabe que eu sei. (fala balançando a cabeça como se fosse sério)
_ Rin esse Jaken é um tio seu ou primo? (pergunta Kagome para ver se consegue descobrir pelo menos de onde a menina vem)
_ Não, não é ele cuida de mim quando papai está no tlabalho.
_ É trabalho Rin. (corrige de novo)
_ É tlabalho.
Kagome deixou passar de novo vendo que não teria jeito de arrumar o vocabulário da jovem menina e também para que todos possam comer direito a comida. Ela já tinha recebido uma ligação de seu mais novo chefe pedindo para sair com ele para que eles possam se conhecer e ficarem mais íntimos o que era duas coisas que ela não queria com ele. Ela havia achado um absurdo que mesmo que ele tenha acabado de perder uma sobrinha pelo que ele tinha comentado ele ainda foi um idiotaa para tentar dar em cima dela de vez de prestar honra a pequena menina.
_ Mamãe a senhora tem que ir mesmo trabalhar amanhã? (pergunta Shippo terminando seu jantar)
_ Tenho meu amor eu preciso ir e também preciso que vocês dois se comportem na casa da vovó enquanto eu não estou com vocês. Ok?
_ Pode deixar a gente vai fica bem comportadinho Kagome. (responde Rin indo abraça Kagome)
_ Que foi querida algum problema? (pergunta Kagome vendo a tristeza no olhar dse Rin)
_ É que o senhor Jaken sempre me pediu para me comportar. (responde começando a chorar)
_ Shhh querida você está com saudades dele né? (pergunta ganhando um aceno de cabeça) Fica tranquila que eu amanha vou ver se consigo descobrir algo dele.
_ Você plomete? (pergunta Rin errando as palavras de novo)
_ Sim eu prometo.
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Inu Taisho estava sofrendo pela morte se sua neta e entendia muito a dor que seu filho estava passando, ninguém nunca soube mais ela já perdeu uma vez uma filha ela ainda era pequena na epóca que ela havia falecido. O que ele tinha feito no passado era uma desonra para quarquer um mesmo ele sendo alguém importante que ainda era um Lord.
A mãe de sua filha falecida tinha ficado desolada pela perda da filha e nunca o tinha perdoado por suas ações, ele havia tentado entrar em contato com ela várias e várias vezes para tentar explicar que ele por mais que pudesse salvar sua filha ele não poderia que ele era um lord e tinha que pensar no bem de seu povo e não importava os meios para conseguir a paz ele tinha que fazer.
Ele lembra muito bem de seu último encontro com ela pois havia sido a primeira e última vez que apanhou de uma mulher e ainda mais sendo humana com pequenos poderes de sacerdotisa.
Flash Back
Inu Taisho tinha acabado de sair de uma reunião num dos maiores escritórios de advogacia quando ele a viu falando com uma secretária passando os processos a serem entregues a outros e pedindo para a moça ligar para um cliente para passar a data de um julgamento que havia sido marcado. Ela continuava a passar outras ordens para a sua secretária até que ele viu ela ficando tensa, começando a tremer, ele sabia que naquela hora ela tinha sentido sua presença e era ele que causou essa reação dela. Era uma reação que ele nunca viu ela sentir por ele, uma que ele não gostou já que mostrava o que eles possuíam estava perdido.
_ O que fazes aqui? (foi sua pergunta com tom de voz firme, forte e que mostrava que sua presença não era bem vinda para ela)
_ Eu tive uma reunião agora pouco com o presidente daqui para tratarmos de meus novos advogados.
_ Então o senhor já pode ir. (afirma ainda sem se virar para ele)
_ Ainda não eu queria falar com você...
_ Não temos mais nada para conversar senhor Taisho e eu acho que deixei bem claro para meu superior para lhe comunicar que já que não estou mais como sua advogada não vamos ter nada mais para falar. (o interrompe e continua sem se virar para ele)
_ Sim ele deixou bem claro isso para mim e eu já o informei que se eu não poder ter você como minha advogada que eu não trabalharia mais com essa corporação e que assim como resultados vocês iriam perder muito dinheiro. (ele não deixaria a mulher que ele amava pensar que ele ficaria longe nem que para isso precisasse usar meios mais sujos)
_ O senhor me faz rir senhor Taisho. (afirma se virando para ele) O senhor pensa que és o melhor e que sua vontade é lei mais sindo lhe informar que se eu tiver que trabalhar para o senhor eu prefiro pedir demissão para nunca ter que olhar para sua cara imunda de novo.
_ Você sabe que eu tenho meios para conseguir o que eu quero Sara então não me ameace. (afirma a ela)
_ O grande Lord Inu Taisho consegue sempre o que quer é? (pergunta chegando mais perto dele) Então eu vou mostrar a ele o que é que ele quer.
Pof
_ Isso era o você estava querendo agora se me dar licença vou ir assinar a minha demissão.
Ele ficou sem palavras pelo tapa que recebeu dá mulher que ele amava. Sara sempre tinha sido muito doce, gentil, carinhosa, respeitosa e acima de tudo justa com tudo e todos, ela só via o melhor das pessoas e nunca o pior, mas agora nesse minuto ela tinha sido completamente uma estranha para ele, ela estava gelada, grossa, forte, fria e ela usou seus poderes no tapa que havia recebido por ela.
Fim Flash Back
Esses haviam sido os seus últimos momentos com a mãe de sua filha. Sua filha quando faleceu tinha dois anos, parecia uma boneca de tão branca que era e tinha um cabelo de um preto azulado e possuía os olhos dos Taisho, ela era uma meio yokai mais era a coisa mais linda que ele já tinha visto. Quando ele tinha dado sua filha em nome da paz entre os yokais ele achava que era a coisa mais certa a ser feita mais hoje ele sabia que foi a coisa mais idiota, desonroso que fez em sua vida.
Naquele tempo ele já tinha seu filho Sesshoumaru que era de dezenove anos. Seu filho era muito novo mais já mostrava sinais de revolta com o povo humano devida a educação que recebeu de sua mãe que foi a primeira esposa de Inu Taisho que tinha uma enorme aversão devido ao fato de ser deixada por um ser humano.
Inuyasha não gostou de levar um fora, mas também não tinha perdido as esperanças ele podia ver que seu pai iria ajudar ele para ficar junto com sua nova assistente pessoal Kagome Higurashi, ela até poderia se fazer de difícil mais ele sabia que no final ela acabaria com ele.
Ele até já estava começando a esquecer um pouco Kikyo devido ao fato de Kagome sempre vir a sua mente não só de maneiras mais íntimas mais também em formas carinhosas, de maneiras de querendo protege-la ele não sabia explicar.
Sesshoumaru estava sofrendo com a morte de sua pequena Rin, ela podia não ser filha de sangue dele e ainda ser humana mais ela era sua filha. Ele não conseguia pensar em nada, fazer nada, falar principalmente a única coisa que fazia era ficar bebendo bebidas alcoólicas mais fortes para yokais tudo para tentar dissipar um pouco a dor que sentia, para ver se preenchia esse espaço que estava crescendo em seu coração.
Em todos os lugares que ele olhava de sua casa ele a via correndo, dançando, cantando, brincando, desenhando e o que parecia o que a deixava mais feliz era fazendo Jaken sofrer, ele sempre gostou também desse último pensamento só que com a morte de Rin nem isso parecia o animar. Para ele era como se ela iria vim correndo pedindo para poder passar um tempo com ela alegando que ele sempre está trabalhando ou estava viajando e ela se sentia sozinha sem ele, há como ele queria poder voltar no tempo para passar mais tempo com ela para ela nunca sentir esse tipo de sentimento, como ele queria voltar para que ele estivesse lá quando ela estava doente e para ela saber que ele a amava muito.
_ Senhor você tem visitas. (fala Jaken quando chega em seu estudo)
Era sempre assim na vida dele do grande Lord Sesshoumaru sempre que ele estava com Rin ou como agora pensando nela o seu dever de Lord ou de CEO viria o atrapalhar. Como ele odiava esses momentos como ele desejava nessas horas não ser nem Lord, nem CEO e sim um pai que podia ficar sua pequena, mas não ele era esperado para fazer grandes coisas em sua vida enquanto seu idiota de meio-irmão fazia o que desejava da vida.
_ Mande embora não quero ver ninguém. (diz enchendo o copo de bebida)
_ Ela diz que é importante meu senhor. (informa Jaken)
_ Pela primeira vez em minha vida Jaken me deixe só com minha filha.
Nessa declaração Jaken pode ver que seu mestre já tinha consumido muito de álcool e que não estava pensando direito que era bom o deixa-lo com seus pensamentos antes de seu mestre ache melhor descontar tudo de sua raiva nele que parecia que iria ser bem dolorosa.
_ Sim senhor.
Finalmente mais um capítulo espero que tenham gostado.
No próximos as coisas começam a esquentar.
Bjus até o próximo.
Joh Chan que bom que você tenha gostado, você não sabe como isso é bom saber. E um pouco antes da Rin aparece para o Sesshy o Inu Taisho vai
começar a colocar as mãozinhas para trabalhar.
